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Blog da ESR

  • Inteligência Artificial na TI e na Cibersegurança
    Segurança

    Inteligência artificial na TI: como a ferramenta atua no contexto da cibersegurança?

    À medida que a sociedade se torna mais conectada e a superfície digital se expande, por exemplo, por meio da associação de dispositivos móveis ou IoT à rede ou da propagação dos produtos wearables, entre outros fatores, crescem também as oportunidades de crimes virtuais.  De acordo com a 2ª edição do Barômetro da Segurança Digital, promovido por Mastercard e Datafolha, esse cenário de instabilidade e incidentes com ativos digitais (dados e informações) é ainda mais preocupante quando direcionado para o meio corporativo.   O relatório identificou que 64% das empresas brasileiras são alvo de fraudes e ataques digitais, os quais se intercalam na incidência em média ou alta frequência. Comparado com o estudo divulgado em 2021, o número representa um aumento de 7%. Por esse motivo, a inteligência artificial tem sido observada na TI como uma alternativa para otimizar estratégias de cibersegurança, da mesma forma que também é utilizada para potencializar os incidentes na nuvem.  Vamos detalhar essas duas frentes neste artigo. A seguir, entenda as implicações positivas e negativas da inteligência artificial na cibersegurança.  Você também pode gostar: Machine learning e inteligência artificial na área de TI: o que esperar do futuro?  A Inteligência artificial no contexto dos cibercrimes e da cibersegurança  A inteligência artificial (IA) representa um fenômeno não só de tecnologia como também de mídia, sobretudo por causa da publicização do ChatGPT. Com os novos contornos da transformação digital acelerada, profissionais de TI preveem que a IA generativa (a que produz conteúdo) seja capaz de transformar visceralmente a sociedade já nos próximos meses.  Embora tal popularização tenha ganhado força recentemente, a ferramenta já está presente há bastante tempo nas organizações, como nas análises de e-mail, que utilizam princípios de IA para fazer a detecção de spam. Ou seja, a inteligência artificial, que já fazia parte da rotina dos especialistas em TI, agora será ainda mais empregada nesse ambiente, seja na perspectiva defensiva, seja no lado ofensivo, sendo o último o que mais tem se destacado.  Segundo os especialistas da área, a associação inteligência artificial (IA) generativa + abordagens digitais ofensivas pode ocasionar o crescimento de ataques de engenharia social (aqueles capazes de hackear o próprio ser humano), visto que a tecnologia automatiza essa tarefa.  Até então, a engenharia social demandava a ação, a configuração e o gerenciamento humano contínuo. Com o advento da IA, a lógica se altera e passa a viabilizar uma automatização da geração de golpes e ameaças, tornando-os ainda mais específicos. Os phishings direcionados, por exemplo, podem ser produzidos automaticamente, em escala industrial. Há também a previsão do aumento de chamadas telefônicas com áudios sintéticos e da propagação da deep fake, entre outros modelos de ataque. Na prática, a inteligência artificial atua em uma espécie de personalização dos golpes digitais, tendo impacto, sobretudo, nos elos ligados ao usuário. Visto que as fraudes e os modelos de ataque passam a ser desenhados de modo fluido e natural com auxílio da ferramenta, tornam-se mais difíceis a detecção e o estranhamento dessas ameaças pelo grande público.  Nesse contexto, pelo menos por enquanto, nota-se que o uso da IA prevalece no lado ofensivo. Inclusive, segundo o The State of Cybersecurity in LATAM 2024, realizado com profissionais da cibersegurança e líderes de tecnologia de diversos países, entre eles os representantes do Brasil, cerca de 55% das empresas brasileiras foram atingidas por ataques cibernéticos alimentados por inteligência artificial em 2023.  Mesmo que o número evidencie o crescimento de riscos por causa do uso de IA, também demonstra a necessidade e oportunidade de os gestores otimizarem a sua postura, por meio do treinamento de novas tecnologias para a segurança.  Para 97% dos líderes brasileiros entrevistados nesse relatório, as novas tecnologias, como a própria inteligência artificial, serão indispensáveis na defesa contra ataques virtuais ao longo dos próximos meses. Enquanto isso, na perspectiva defensiva – ou seja, a IA como mola mestra da cibersegurança –, o seu desenvolvimento ainda é direcionado para ferramentas de: Tal contexto de disparidade entre a “IA ofensiva” e a “IA defensiva” também ilumina outro desafio dos negócios: a conformidade com as regulações regionais e externas. Nesse sentido, a mesma pesquisa citada anteriormente identificou que os empreendimentos encontram dificuldade em: Por isso, um dos principais objetivos da TI é equilibrar essas forças e direcionar a IA generativa para o combate da sofisticação dos cibercrimes.  A estimativa é que, em breve, a IA seja utilizada não só como um copilot para o invasor, como também representará um copilot para quem está preocupado com a segurança.  Nas mãos de quem tem bons fundamentos e experiência de mercado, a IA é uma excelente ferramenta! Você também pode gostar: Por que uma empresa deve se preocupar com privacidade e ética no uso de dados e qual o papel do profissional de TI nesse cenário?  Quais são os cibercrimes mais comuns em empresas em 2024? Ao longo de 2023, os setores mais afetados pelos cibercrimes no Brasil foram o de energia e o de varejo. Os dados são do Relatório Anual de Cibersegurança da IBM, que registrou o país como o maior alvo de criminosos na América Latina.  Diante disso, os especialistas elencaram as principais ameaças e incidentes virtuais direcionados para os negócios brasileiros: 1) Ransomware Ransomware é um tipo de software malicioso (malware) que criptografa os dados da vítima. Com base nisso, os cibercriminosos exigem um resgate (ransom) para fornecer a chave de descriptografia. Exemplo: Uma empresa é atacada por ransomware e todos os seus dados são criptografados. Os criminosos exigem um pagamento em criptomoeda para liberar esses dados. Muitas vezes, mesmo com a realização do pagamento, não há garantia de que os dados serão recuperados. 2) Phishing Trata-se de uma técnica usada por cibercriminosos para enganar as pessoas e incentivá-las a fornecer informações confidenciais, como senhas e dados de cartão de crédito, fingindo ser uma comunicação confiável. Exemplo: Um colaborador de uma empresa recebe um e-mail de um banco, aparentemente original, que solicita a confirmação da sua senha. Ao clicar no link do email que, normalmente, imita o layout da comunicação oficial da empresa, e inserir as informações confidenciais, os dados são roubados pelos criminosos. 3) Malware Malware representa um termo geral para qualquer software malicioso projetado para danificar, interromper ou obter acesso não autorizado a um sistema de computador. Exemplo: Um funcionário baixa um programa de origem desconhecida que parece ser útil. No entanto, o mesmo contém malware que permite aos criminosos o acesso ao sistema da empresa, resultando em roubo de dados ou danos aos sistemas. 4) DeepFake DeepFake refere-se a mídias falsas geradas por meio da inteligência artificial, nas quais vídeos, áudios e imagens são manipulados para parecerem autênticos. Exemplo: Um vídeo falso do CEO de uma empresa que anuncia informações confidenciais é criado e divulgado. Esse vídeo pode ser usado para manipular o mercado, para difamar a reputação da empresa ou, ainda, para ordenar que alguém faça algo. 5) Spoofing Spoofing é uma técnica por meio da qual o cibercriminoso finge ser uma fonte confiável para enganar as vítimas e obter acesso a sistemas ou informações confidenciais. Exemplo: Um criminoso disfarça o seu endereço de e-mail para parecer que é do departamento de TI da empresa e pede aos funcionários que forneçam suas credenciais de login para fazer a “manutenção do sistema”. Ao obter essas informações, o criminoso ganha acesso aos sistemas internos da empresa. E quais são as associações positivas da inteligência artificial na cibersegurança? Ainda que os desafios da repercussão da IA sejam significativos atualmente, a cibersegurança também se beneficia bastante com o desenvolvimento e a sedimentação da tecnologia.  Isso foi o que abordamos no recente conteúdo Reflexos da IA na cibersegurança: você conhece o potencial dessa relação?”. Por lá, detalhamos 6 campos de atuação da ferramenta para a potencialização de estratégias e processos de segurança. Acesse esse conteúdo para continuarmos conversando sobre os caminhos da inteligência artificial na cibersegurança. Descubra também quais sãos os cursos da trilha de conhecimento em cibersegurança da ESR, a escola especializada em aprendizado para tecnologia. 


    25/07/2024
  • Implementar uma estratégia de Computação em nuvem
    Computação em Nuvem

    8 etapas para implementar uma estratégia eficaz de computação em nuvem 

    Entre as habilidades desejadas para o mercado de TI atual e em meio à observação das carreiras promissoras do setor, saber implementar estratégias de computação em nuvem continua se destacando.  Desde que o “universo data” passou a ser o principal ativo das organizações ao redor do mundo, as iniciativas que pesquisam as melhores formas de armazenar, interpretar, disponibilizar e manter os dados seguros na rede estão em constante aprimoramento.  É o caso da cloud computing, ou computação em nuvem, que permite o acesso remoto a softwares, recursos, armazenamento de arquivos e processamento de dados, dependendo apenas do acesso à internet.  Tal tecnologia é uma das grandes responsáveis por agregar o fator “escalabilidade” para armazenamento, processamento e comunicação dimensionado conforme a demanda de negócios para os mais diversos segmentos do mercado, além de possibilitar a redução de custos operacionais e a disponibilidade permanente de informação, aspectos que explicam a consolidação de sua implementação no meio corporativo.  Agora, tendo em vista o uso consistente da inteligência artificial, facilitado e garantido pela computação em nuvem, o cenário referente a cloud computing se torna ainda mais atrativo e disputado.   A exemplo da popularização do recurso, de acordo com o mais recente relatório sobre o tema da IDC, os investimentos em nuvem devem chegar a R$ 1,5 bilhão no Brasil. Já em âmbito global, a empresa Gartner estima que os valores destinados à tecnologia cheguem a US$ 5,1 trilhões até dezembro, dos quais boa parte será alocada no cloud computing. Ou seja, o estabelecimento dessa tecnologia, imprescindível para as dinâmicas de mercado contemporâneas, sinaliza também novas oportunidades de carreira para o profissional de TI, visto que ele é o responsável por identificar, selecionar e priorizar os caminhos para que os serviços em nuvem sejam possíveis.  Por aqui você vai entender como implementar uma estratégia de cloud computing adequada, com base nos seguintes tópicos:  ✅ Você também pode gostar – Ferramentas de desenvolvimento web: o que utilizar na rotina de TI? O que é computação em nuvem? De maneira geral, a computação em nuvem, ou cloud computing, em inglês, é uma tecnologia essencial, que permite que programas e informações sejam acessados, por meio da internet, a qualquer momento, com escalabilidade, segurança e flexibilidade, possibilitando uma experiência agradável ao usuário.  Essa “terceirização” de uso de recursos, com modelo de pagamento pelo uso, atrai cada vez mais usuários.  Cada vez mais comum e popular, o termo indica a reunião de ferramentas e funcionalidades que permitem o acesso a conteúdos e à execução de tarefas diversas sem a necessidade de instalar aplicativos terceiros nos dispositivos eletrônicos. O nome “em nuvem” sinaliza que a forma de armazenamento desses arquivos ocorre na própria rede, garantindo o anywhere access e maior segurança de backup de conteúdos importantes, além de mais praticidade por não requerer nenhuma outra ação, como a de baixar apps. Em resumo, é uma referência a algo que “está no ar”, fazendo uma correlação com os sistemas que não ficam hospedados em servidores físicos, mas, sim, na internet. Ou seja, basta estar conectado à internet para fazer uso dessa tecnologia. Segundo definição do  National Institute of Standards and Technology (NIST), a computação em nuvem é basicamente:  “Um modelo para habilitar o acesso por rede ubíquo, conveniente e sob demanda a um conjunto compartilhado de recursos de computação (como redes, servidores, armazenamento, aplicações e serviços) que possam ser rapidamente provisionados e liberados com o mínimo de esforço de gerenciamento ou interação com o provedor de serviços.”   Além das vantagens descritas anteriormente, com a computação em nuvem, as organizações conseguem planejar melhor o orçamento em tecnologia da informação diante da escolha entre os modelos Capex e Opex. Ou seja, suprimem a necessidade de investir na aquisição (Capex) e os consequentes custos de manutenção e atualização, os esforços de treinamento recorrentes, o acompanhamento de evolução da tecnologia etc., “terceirizando” essas preocupações, em que realizam os pagamentos conforme o uso (Opex) dos ambientes computacionais customizados para seus negócios. ✔️ Tome nota: A computação em nuvem revoluciona a TI ao proporcionar acesso flexível e eficiente a recursos computacionais. Tem como principais atributos a disposição para a escalabilidade, a agilidade e o acesso mais rápido à inovação. Modalidades de serviço em computação em nuvem Existem três principais possíveis modalidades de serviço que podem ser ofertadas por meio da computação em nuvem (cloud computing):  ✅ Você também pode gostar – TI Verde: o papel da tecnologia e das organizações diante da urgência da sustentabilidade  8 etapas para implementar uma estratégia de computação em nuvem eficaz Como vimos até aqui, a implementação de operações e serviços na nuvem não é só uma oportunidade para as empresas, como uma demanda consolidada. Por isso, os profissionais de TI que buscam as melhores vagas no mercado de trabalho precisam se dedicar também a reunir habilidades e competências de gestão. Isso para que sejam capazes de desenvolver planos estratégicos de migração para a nuvem em diferentes projetos e negócios. Selecionamos, a seguir, algumas etapas, de forma macro, que podem ajudar você nesse sentido:    1) Execute uma avaliação preliminar Antes de iniciar qualquer projeto de migração para a nuvem, é crucial entender as necessidades específicas da empresa. Isso inclui avaliar os sistemas existentes, identificar as aplicações críticas e compreender os requisitos de segurança e conformidade. Portanto, o passo inicial é a identificação das necessidades do negócio.  Passos práticos: 2) Escolha o modelo de serviço em nuvem Como já mencionamos por aqui, a compreensão dos modelos de serviço em nuvem (SaaS, PaaS, IaaS) é essencial para a tomada de decisões informadas. Determine qual modelo se alinha melhor às necessidades da empresa e ao que ela deseja ofertar. Passos práticos: 3) Defina o modelo de implantação Existem 4 modelos de implantação de nuvens que uma empresa pode escolher: público, privado, híbrido e comunitário, cada um com suas características. Passos práticos: 4) Defina objetivos e metas claros e com propósito Estabeleça objetivos claros para a migração, como redução de custos, melhoria de desempenho ou aumento da flexibilidade operacional, entre outros. Além disso, associe cada etapa do processo de migração a indicadores de desempenho para mensurar o andamento do projeto. Passos práticos: 5) Estruture um plano de migração detalhado Elabore um projeto minucioso, com cronograma, tarefas específicas, responsabilidades e contingências, para mitigar possíveis desafios durante o processo de migração. Lembre-se das metas comentadas anteriormente e acompanhe o projeto com atenção. Passos práticos: 6) Implemente quantos testes forem necessários Execute o plano de migração, por meio da implementação e realização de testes em ondas, para garantir que todos os sistemas estejam funcionando conforme o esperado antes de uma mudança completa e também para permitir que toda a empresa se adapte à nova estrutura de serviços e operações. Passos práticos: 7) Estabeleça monitoramento contínuo e constantemente otimizado Depois da migração bem-sucedida, estabeleça um sistema contínuo de monitoramento para garantir desempenho otimizado, conformidade ao longo do tempo e correção ágil de inconsistências (seja em relação ao mau uso pelos demais colaboradores, seja por erro nas etapas anteriores). Passos práticos: 8) Aperfeiçoe seu conhecimento Assim como em qualquer outra área da TI, a computação em nuvem está sempre em movimento. Isso significa que garantir a atualização de seu conhecimento sobre a matéria é fundamental para implementar estratégias seguras e adequadas de cloud computing, e uma das formas de conquistar esse objetivo é por meio de material on-line.  No e-book da Escola Superior de Redes (ESR), você aprende sobre:  Tudo isso de forma gratuita. Depois, ao desenvolver cada uma dessas etapas minuciosas, com um plano prático de migração para a nuvem que contemple desde a avaliação inicial até a implementação e otimização contínua do projeto, você assegura ao empreendimento uma transição de modelo de operação suave e bem-sucedida.  Quando o profissional de TI domina esse conhecimento, fortalece a diferenciação de sua construção de carreira, que pode ser ainda mais otimizada, com base em uma capacitação robusta. Como começar na área da computação em nuvem para TI? Como dissemos anteriormente, a computação em nuvem representa oportunidades para os negócios se desenvolverem e para os profissionais de TI se destacarem em suas carreiras.  Nesse último caso, é essencial a adoção de uma postura de aprendizado constante, que esteja alicerçada em capacitação e qualificação. Afinal, a área muda sempre!  A ESR, Escola Superior de Redes, líder em ensino para o setor de tecnologia, possui uma trilha de conhecimentos completa acerca da computação em nuvem, que objetiva, sobretudo, capacitar profissionais de maneira integral e robusta, com conteúdos do básico ao avançado.  Na trilha, você encontra treinamentos de diferentes níveis para se especializar e garantir lugar de destaque no mercado. Inscreva-se na trilha de conhecimentos sobre computação em nuvem da ESR, a escola líder em aprendizado para tecnologia.


    18/07/2024
  • Desenvolvimento de Software
    Desenvolvimento de Sistemas

    4 dicas para desenvolvimento de software sob a dinâmica DevOps

    Quais são as 4 dicas infalíveis para o desenvolvimento de software na metodologia DevOps? Neste texto, você encontra essa resposta com base na discriminação dos seguintes tópicos:  Com o objetivo de otimizar o desenvolvimento de software e das demais soluções, diversas empresas de TI adotam a sistemática de trabalho chamada DevOps, inclusive com novos cargos já orientados integralmente para essa condição. Você sabe como isso funciona na prática? O termo deriva da junção de duas palavras bem conhecidas no ramo da tecnologia da informação – desenvolvimento (Dev) e operações (Ops) – e representa um conjunto de práticas que visam automatizar e integrar o desenvolvimento de sistemas, softwares, produtos e soluções de um negócio. Em outras palavras, DevOps nada mais é do que o esforço de interseccionar esses dois campos, de modo que a diferenciação entre eles seja imperceptível. Ou seja, é o casamento entre as áreas realizado para atingir um propósito claro: tornar o processo de desenvolvimento mais ágil, fluido e eficiente, além de ser uma estratégia de adaptação às novas demandas do mercado que exigem processos cada vez mais velozes e passíveis de melhoria em curtos ciclos.  Assim, enquanto em uma dinâmica tradicional de desenvolvimento as responsabilidades do desenvolvedor se concentram na codificação do software e no atendimento aos requisitos do cliente, na lógica DevOps, espera-se que esse profissional ou equipe consiga desempenhar um papel mais abrangente e colaborativo, com responsabilidades compartilhadas Dinâmica de trabalho de desenvolvimento tradicional  Dinâmica de trabalho de desenvolvimento DevOps Desenvolvimento e operações como áreas distintas e comunicáveis, por meio de um processo, muitas vezes, burocrático e ineficiente Desenvolvimento e infraestrutura juntos, o que facilita a comunicação entre os campos Ferramentas específicas para desenvolvimento e operações com gerenciamento separado Conjunto de práticas, ferramentas e filosofias culturais que otimizam a capacidade de um empreendimento distribuir aplicativos e serviços  Hierarquização de cargos + responsabilidade exclusiva Responsabilidade compartilhada  Cultura organizacional mais individualista  Cultura organizacional coletiva  Produção e refações mais demoradas por causa da necessidade de compatibilizar “tempo e demanda” com dois campos e equipes distintas Produção e refações ágeis, visto que um time ou um desenvolvedor DevOps pode atuar, ao mesmo tempo, no desenvolvimento e na infraestrutura Em alguns casos, equipes de segurança podem fazer parte desse modelo organizacional, de modo que passam a ser identificadas como DevSecOps.  Portanto, o desenvolvimento de software com base na filosofia e cultura de trabalho DevOps ou o cargo DevOps deve contemplar o planejamento e a execução de um projeto holístico, com ciclos de “princípio, meio e fim”.  Neste conteúdo, você vai acompanhar outras dicas de desenvolvimento de software na perspectiva DevOps, assim como vai desvendar o universo por trás dessa “quase nova” forma de estruturação de trabalho em TI.  ➡️ Você também pode gostar – Tipos de desenvolvimento de aplicativos móveis: qual é o melhor e como aprender? O que é DevOps? Como dissemos anteriormente, o termo “DevOps” deriva da junção de duas outras palavras: development (Dev) e operations (Ops). Ele pode ser considerado uma cultura organizacional ou um conjunto de ferramentas, práticas, modelos ou cargos de programação que tenham um só objetivo: automatizar os processos de desenvolvimento de sistemas e infraestrutura de TI.  Portanto, um desenvolvimento de software DevOps é aquele no qual o “dev” atua de modo fluido entre os campos de planejamento e codificação e os campos de execução, testes e respostas do usuário.  Na definição da Atlassian: “É um aperto de mão firme entre o desenvolvimento e as operações, que enfatiza uma mudança de mentalidade, melhor colaboração e integração.” Para funcionar, essa metodologia exige algumas práticas específicas, que iremos discriminar, a seguir.   Práticas adotadas pelo DevOps  O desenvolvimento de software na lógica DevOps possibilita uma entrega mais assertiva, flexível e com capacidade de ajuste fino ao longo de cada ciclo. Isso porque atua por meio de um modelo que prioriza as práticas de: 1. Integração contínua;  2. Entrega contínua; 3. Microsserviços;  4. IAC – infraestrutura como código; 5. Monitoramento e registro de logs; 6. Comunicação e colaboração.  Essas práticas traduzem o desenvolvimento de software DevOps, assegurando aos negócios uma atuação alinhada ao que é exigido pelo mercado.  ➡️ Você também pode gostar: O que é arquitetura de microsserviços e quais são seus principais benefícios? Quais são os benefícios de um modelo de trabalho DevOps?   Na dinâmica DevOps, o ciclo de vida do projeto funciona de maneira análoga ao símbolo do infinito, em um vai e vem fluido e compartilhado de informações e atualizações. Isso permite que os projetos sejam otimizados e potencializados graças à integração contínua e à entrega contínua (CI/CD) que promovem uma colaboração constante entre as equipes de desenvolvimento e de operações. > As 5 linguagens de programação mais utilizadas no mercado em 2023-2024   > O que é e como aprender lógica de programação de uma vez por todas  6 dicas essenciais para o desenvolvimento de software na dinâmica DevOps 1. Invista na automatização  A automatização é a chave do DevOps. Automatize tarefas repetitivas, como testes, builds, deploys e monitoramento.  Automatizar os processos de um projeto reduz erros humanos e acelera as etapas, permitindo que as equipes foquem em tarefas mais estratégicas. 2. Fomente a colaboração e a comunicação A cultura DevOps exige uma colaboração estreita entre desenvolvedores e operadores. Promova reuniões regulares de stand up e retrospectivas para garantir que todos estejam alinhados e possam compartilhar feedbacks constantemente. Claro, quando realmente necessárias. 3. Adote uma mentalidade de melhoria contínua No DevOps, a melhoria contínua é fundamental. Sempre procure formas de aprimorar processos, ferramentas e práticas.  Realize retrospectivas depois de cada ciclo de desenvolvimento para identificar o que funcionou bem e o que pode ser melhorado. Além disso, implemente as mudanças necessárias para otimizar a eficiência e a qualidade do desenvolvimento. 4. Invista em segurança desde o início (DevSecOps) A segurança não deve ser uma reflexão tardia. Integre práticas de segurança em todas as etapas do ciclo de desenvolvimento, desde a codificação até a implantação e o monitoramento. > O que você precisa saber para se especializar em linguagem de programação? > 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024  5. Incentive a criação de cargos de desenvolvimento DevOps Se você for um gestor de TI ou RH, incentive a criação de cargos dedicados ao desenvolvimento DevOps. Esses profissionais são responsáveis por integrar práticas de desenvolvimento e operações, promovendo uma abordagem mais colaborativa e eficiente. Ter especialistas focados em DevOps pode acelerar a adoção da metodologia e garantir que as melhores práticas sejam implementadas de forma consistente. 6. Saiba quais ferramentas utilizar nesse processo Para cada uma dessas dicas existem ferramentas tecnológicas indicadas. Cada uma delas é responsável por dar vida ao desenvolvimento de softwares DevOps e por tornar possível a otimização dos mais variados projetos.  >>>>>Infográfico gratuito da Escola Superior de Redes (ESR): “Guia de ferramentas essenciais para o desenvolvimento de software DevOps”  _________________________________________________ Seguir essas dicas contribuirá para a maximização dos benefícios da metodologia DevOps. Além disso, elas podem representar o começo da sua especialização em um desenvolvimento holístico de sistemas e soluções. Recorra à ESR para se capacitar e estar pronto para abraçar essa oportunidade. 


    11/07/2024
  • Carreiras de TI
    RH

    Futuro do trabalho em TI: quais carreiras da área tendem a crescer?

    Se você chegou a este conteúdo, provavelmente já se perguntou: “as carreiras de TI ainda valem a pena ou o mercado está saturado?” Para responder a esse questionamento é fundamental ter uma visão holística sobre as estimativas do setor no futuro. Afinal, há espaço para que as especialidades existentes se expandam e para o surgimento de novas modalidades de serviço? A resposta é sim! Além de o tradicional gap entre a formação de profissionais qualificados e a demanda por vagas na área da tecnologia ainda ser uma realidade, as projeções para a TI são otimistas e indicam um crescimento contínuo do segmento nos próximos anos. Entre os motivos para esse cenário positivo estão o estabelecimento de tecnologias emergentes, a necessidade de tornar os negócios mais produtivos, inovadores e competitivos e a lacuna de desenvolvimento na órbita da cibersegurança. De acordo com publicação da Gartner, por exemplo, o gasto global com TI deve alcançar cerca de US$ 5,2 trilhões até o fim de 2024, 6,2% a mais do que o ano anterior. Além disso, a ampliação também é prevista em uma perspectiva regional. O último relatório do IDC sobre investimentos em TI na América Latina indicou um crescimento do setor de 11%, em 2024, e 13%, em 2025, o que equivale, respectivamente, a US$ 81,2 bilhões e US$ 91,8 bilhões. Ou seja, a TI se adapta e evolui tão velozmente quanto as próprias transformações digitais e as tecnologias emergentes. Por isso, buscar o desenvolvimento profissional nesse sentido pode ser bastante interessante.  Neste artigo, vamos continuar essa conversa descobrindo quais são as carreiras de TI com maior chance de crescimento, de acordo com o Fórum Econômico Mundial. Você também pode gostar – Machine learning e inteligência artificial na área de TI: o que esperar do futuro? Quais são as carreiras previstas para o futuro do trabalho? A área de TI está sempre conectada com o desenvolvimento e manejo de tecnologias emergentes. À medida que essas inovações se estabelecem e passam a fazer parte do cotidiano não só corporativo como do usuário, há um reflexo no segmento com excelentes oportunidades para a criação de carreiras especializadas na sua aplicação. A exemplo disso, segundo o mais recente relatório “O Futuro do Trabalho”, do Fórum Econômico Mundial, 9 dos 10 empregos que tendem a ter maior crescimento até 2027 estão conectados diretamente ao domínio da tecnologia e da área de TI.  Os 10 trabalhos com maior potencial de crescimento, segundo o Fórum Econômico Mundial O Futuro do Trabalho – 10 empregos em franco crescimento até 2027 1º – Especialista em IA e aprendizado de máquinas2º – Especialista em sustentabilidade3º – Analista de inteligência de negócios4º – Analista de segurança da informação5º – Engenheiro de fintech6º – Analistas e cientistas de dados7º – Engenharia de robótica8º – Especialista em big data9º – Operador de equipamento agrícola10º – Especialista em transformação digital Em sentido contrário ao superávit de vagas discriminadas anteriormente, algumas outras podem ser prejudicadas no futuro do trabalho, sobretudo por perderem espaço para a implementação de tecnologias especializadas.  O mesmo estudo do Fórum Econômico Mundial previu que o cenário macroeconômico global pode eliminar até 14 milhões de empregos nos próximos cinco anos, com maior defasagem para aqueles que são afetados profundamente pela tecnologia e digitalização. É o caso, por exemplo, de:  Você também pode gostar – Ferramentas de desenvolvimento web: o que utilizar na rotina de TI?  Destas, quais são as carreiras associadas ao setor de TI? Das 10 áreas divulgadas pelo Fórum Econômico Mundial como promissoras por causa do contexto de crescimento da digitalização e do estabelecimento das tecnologias emergentes no mercado, oito estão diretamente associadas ao setor de TI.  Entenda, a seguir, o que cada uma faz e, no final, pegue uma dica para começar a sua especialização.  ____________________________________ Como começar na área de TI? Como vimos, o setor de TI é a base de 8 das 10 profissões com maior estimativa de crescimento para os próximos anos.  Dessa forma, a resposta à pergunta inicial deste artigo, “as carreiras de TI ainda valem a pena ou o mercado está saturado?”, é complementada pela nossa dica final: tal investimento vale a pena, desde que aliado à capacitação contínua. A especialização é responsável por preparar o profissional para assumir cargos e os desafios do setor, distinguindo-o de boa parte dos candidatos despreparados. A Escola Superior de Redes (ESR) é a principal referência em ensino e aprendizagem de TI no Brasil, com cursos nas mais variadas especialidades do setor.  Nos seus 18 anos de atuação, disseminou o conhecimento sobre o setor para 1.100 instituições, com mais de 43 mil alunos capacitados nas diferentes especialidades de TI, como:  Os cursos possuem modalidade presenciais e EaD com aulas ao vivo para melhor atender à realidade de cada aluno.  Acompanhe as turmas da ESR para aprimorar o seu desenvolvimento profissional com quem realmente entende do setor!


    04/07/2024
  • Tecnologias emergente
    Temas Diversos

    Tecnologias emergentes para TI: como identificá-las e se preparar para os próximos anos

    A associação de tecnologias emergentes para o setor de TI pode parecer um pouco óbvia, entretanto, não é raro que as empresas tenham dificuldade na implementação dessas inovações. E entre os motivos que justificam o cenário, os principais estão relacionados com a identificação equivocada do que, de fato, representa uma tecnologia emergente, além da ausência de processos bem estruturados para utilizá-la conforme a realidade e o propósito do negócio.  Em uma recente publicação do Gartner, o vice-presidente analista da empresa, Bart Willemsen, fez uma recomendação sobre o investimento das organizações em inovação e tecnologia como uma forma de garantir a manutenção desses negócios no mercado:  “Disrupções tecnológicas e incertezas socioeconômicas exigem uma disposição para agir com ousadia e melhorar estrategicamente a resiliência, em vez de depender de respostas ad hoc (específicas). Os líderes de TI precisam garantir o risco calculado e fazer investimentos seguros e sólidos para habilitar, de forma sustentável, a geração de valor interno e externo.” Nesse contexto, torna-se essencial trabalhar algumas frentes nas rotinas de trabalho:  É isso que vamos conversar ao longo deste artigo: afinal, o que são tecnologias emergentes para TI e como preparar o seu time para recebê-las? ❗ Você também pode gostar – Machine learning e inteligência artificial na área de TI: o que esperar do futuro? O que são tecnologias emergentes?  Em 1987, o pesquisador Peter Drucker definiu “inovação” como uma habilidade de transformar algo que já existe em um recurso capaz de gerar riqueza. Nas palavras dele, “qualquer mudança no potencial produtor de riqueza de recursos já inexistentes constitui inovação”. Uma das principais formas de efetivar essa transformação significativa e posicionar um negócio na seara da inovação se dá por meio da aposta em tecnologias emergentes. Na prática, elas referem-se a um conjunto de recursos tecnológicos, já criados ou em processo de desenvolvimento, que ainda não foram incorporados de maneira ampla no cotidiano das empresas ou dos usuários. Ou seja, trata-se de uma tecnologia ou de um processo tecnológico fruto de estudos avançados e de pesquisas detalhadas, com potencial para refletir na evolução das organizações e na vida dos consumidores, otimizando produtos, serviços, projetos etc., sem que o seu uso esteja sedimentado em larga escala.  ❗ Você também pode gostar – Cibersegurança em foco: 4 perguntas sobre o tema que você precisa conferir agora!  Tecnologias emergentes na TI para ficar de olho  De acordo com o Gartner, as principais tecnologias emergentes a serem acompanhadas pela TI se enquadram em quatro temas: “IA emergente, experiência do desenvolvedor, nuvem abrangente e segurança e privacidade centradas no ser humano.” No Gartner Hype Cycle, lançado em agosto de 2023, a empresa identificou 25 tecnologias emergentes, com o objetivo de assessorar líderes de inovação tecnológica a: a) Avaliar o impacto dessas tecnologias nos negócios; b) Examinar e explorar possíveis tecnologias transformadoras; c) Elaborar estratégias para se beneficiarem dessas tecnologias.  Confira os resultados desse estudo:  Fonte: Gartner Como treinar o seu time de TI para identificar e implementar tecnologias emergentes: três dicas principais Para garantir que a sua empresa se prepare para aproveitar as tecnologias emergentes, é crucial que o time de TI esteja bem informado e capacitado. Para tanto, aqui estão três dicas essenciais para preparar a sua equipe:        1. Invista em treinamento e capacitação contínua A capacitação contínua é fundamental para que os profissionais de TI estejam sempre atualizados com relação às novas tendências e tecnologias emergentes. Considere as seguintes abordagens: Que curso de tecnologia é feito para mim? Conheça as Trilhas ESR e descubra sua jornada de aprendizagem ideal  2. Crie um ambiente de inovação e experimentação Fomentar um ambiente em que a inovação é encorajada e a experimentação é permitida, pode ajudar a identificar e implementar novas tecnologias de maneira mais eficaz. Laboratórios de inovação ou espaços dedicados à experimentação, nos quais a equipe pode testar e prototipar novas tecnologias sem o risco de afetar as operações diárias, podem ser uma alternativa bastante produtiva e interessante. Além disso, a empresa pode incentivar a produção de projetos-piloto para avaliar o impacto e a viabilidade de tecnologias emergentes antes de uma implementação mais ampla. Organize também hackathons, ou desafios de inovação, para incentivar a criatividade e a colaboração na resolução de problemas com novas tecnologias. 3. Cultive uma cultura de colaboração e compartilhamento de conhecimento A colaboração e o compartilhamento de conhecimento são vitais para a rápida adaptação às mudanças tecnológicas. Algumas práticas podem facilitar esse processo, como:  ____________________________________ ESR: a sua melhor escolha em cursos e capacitação para TI  A Escola Superior de Redes (ESR) é a principal referência em ensino e aprendizagem de TI no Brasil.  Nos seus 18 anos de atuação, disseminou conhecimento sobre o setor para 1.100 instituições, com mais de 43 mil alunos capacitados, nas diferentes especialidades de TI, como:  Os cursos possuem as modalidades presencial e EaD com aulas ao vivo para melhor atender à realidade de cada aluno. Acompanhe as turmas da ESR para aprimorar o seu desenvolvimento profissional com quem realmente entende do setor!


    27/06/2024
  • Cursos de Gestão de Processos da ESR
    Governança de TI

    Do iniciante ao especialista: como os novos cursos de Gestão de Processos da ESR vão transformar a sua carreira

    No meio corporativo, alguns fatores explicam a exigência sempre presente de uma gestão de processos bem estruturada. É o caso, por exemplo, da demanda por eliminação das falhas, pela extinção de atividades que não agregam valor e pela manutenção do foco no cliente.  Quando isso ocorre, ou seja, quando as práticas e ferramentas de gestão de processos são implementadas corretamente, elas são responsáveis por manter as empresas preparadas para se adaptarem agilmente aos diferentes contextos, nos mais variados períodos, em quaisquer dos setores, inclusive na TI. Por isso, é essencial que todo negócio entenda e gerencie os seus processos com excelência. De acordo com a ISO 9000:2005, podemos compreender o “processo” como “um conjunto de atividades inter-relacionadas ou interativas que transforma insumos (entradas) em produtos (saídas).” Ou seja, trata-se daquilo que reúne três elementos principais:  O que será transformado, também chamado de entrada do processo;A transformação, que é a própria realização do processo; E o resultado da transformação, chamado saída ou produto do processo, com o objetivo de ser destinado a um cliente. Durante a fase de “transformação” do processo, a organização precisa agregar valor à sua solução ou serviço para que a etapa designada “saída” seja dotada de qualidade e alinhada à satisfação do cliente. É a gestão de processos que torna mais fácil a identificação das atividades que realmente trazem potencial e valor agregado aos negócios.  Nesse contexto, segundo a Escola Nacional de Administração Pública, a gestão de processos nada mais é do que um “conjunto de atividades adotadas por uma organização, a fim de identificar os processos críticos (que entregam valor ao cliente) e analisar continuamente o desempenho destes, propondo melhorias e ajustes, quando pertinente.” Portanto, refere-se à busca pelo aperfeiçoamento contínuo dos processos organizacionais, otimizando tanto a entrada quanto a etapa de transformação e de saída discriminadas anteriormente.  Quando associada à área de tecnologia da informação (TI), a gestão de processos torna-se ainda mais crítica, analítica e complexa, no chamado Gerenciamento de Processos de Negócios ou Business Process Management (BPM). Sabendo da importância do tema, a Escola Superior de Redes (ESR), em parceria com a DinsmoreCompass, formulou três novos cursos de gestão de processos para você se tornar um especialista ainda em 2024. Conheça cada um deles, a seguir.  ❗ Você também pode gostar: 5 desafios comuns de projetos de rede e como os profissionais de TI podem driblá-los Gestão de processos na TI Como dissemos anteriormente, a TI tem um papel fundamental para o monitoramento de processos. Nesse cenário, podemos compreender gerenciamento de processos de negócios como o conceito que integra a gestão de negócios e a tecnologia da informação para monitorar e otimizar os procedimentos das organizações.  A abordagem tem o objetivo de reunir informações densas sobre como uma empresa realiza os seus processos. Por isso, encontra-se em uma seara para além da gestão simples de projetos e processos. Na prática, a metodologia propõe a realização do controle das atividades realizadas pela empresa e do seu fluxo, assim como evidencia o encadeamento de tudo o que é executado dentro do negócio.  Dessa forma, o BPM se adapta muito bem às demandas do novo contexto de mercado, o qual possui características complexas, como alta concorrência, novos canais e tecnologias, regulação robusta e clientes mais conscientes dos seus direitos e do seu poder de escolha, além de mudanças culturais significativas. Isso ocorre porque todos esses elementos impactam, em maior ou menor escala, nas formas e nos processos de trabalho, tanto nas camadas estratégicas e táticas quanto nas operacionais, o que demanda outras articulações dos líderes e gestores.  O gerenciamento de processos de negócios (Business Process Management – BPM) refere-se, assim, à utilização de técnicas, ferramentas, pessoas, insumos, resultados e procedimentos para tornar as operações das empresas eficazes e eficientes.  Principais motivações para o uso do gerenciamento de processos de negócios nas empresas: Economizar dinheiro; Aumentar a produtividade; Melhorar produtos e serviços; Lançar produtos e serviços; Entrar em novas linhas de negócios. Quando há uma gestão de processos de negócios, essas motivações são superadas, visto que a organização aprimora a visão crítica que tem em relação às suas formas de executar aquilo que ela se propõe a entregar ao usuário final. Qual a importância do profissional de TI no gerenciamento de processos de negócios ou BPM (Business Process Management)? O profissional de Tecnologia da Informação (TI) desempenha um papel crucial em várias etapas do ciclo de vida do BPM, desde a modelagem e automação até o monitoramento e a otimização dos procedimentos empresariais. Na prática, o profissional de TI é fundamental na fase inicial da modelagem de processos, visto que ele é o responsável por utilizar ferramentas específicas de BPM, como diagramas de fluxo de trabalho e modelagem de processos, para mapear e documentar as atividades do negócio de forma rápida, coesa e de fácil entendimento.  Além disso, o conhecimento da modelagem de processos é imprescindível para a implementação de métodos relacionados com a Gestão de Serviços de Tecnologia da Informação (GSTI) e a Governança de Tecnologia da Informação. Essa função garante que todas as atividades, responsabilidades e fluxos de trabalho sejam claramente definidos e compreendidos. Depois, na automação de processos, o papel do profissional de TI é essencial. Ele implementa sistemas que automatizam tarefas repetitivas e integradas entre diferentes departamentos e estratégias, promovendo não só o aumento da eficiência como a redução de erros, permitindo que a organização responda rapidamente às mudanças no ambiente de negócios. Além disso, o profissional de TI é vital para o monitoramento e a análise contínua dos processos. Com o uso de tecnologias de Business Intelligence (BI) e ferramentas de análise de dados, ele coleta e avalia informações em tempo real, oferecendo insights valiosos que contribuem para a identificação de gargalos, ineficiências e oportunidades de melhoria. Esse monitoramento contínuo auxilia na adaptação e evolução dos processos empresariais. Na fase de otimização, é o especialista de TI que colabora estreitamente com os gestores de negócios para implementar melhorias baseadas nas análises realizadas. Para isso, ele utiliza abordagens de melhoria contínua, a fim de refinar os processos e maximizar a eficiência e a eficácia operacional.  Por fim, a segurança da informação, um aspecto crítico em qualquer empresa, é garantida pelo profissional de TI. Ele implementa e mantém medidas de segurança robustas para proteger dados sensíveis durante todo o ciclo de vida dos processos, garantindo conformidade com a regulamentação e evitando riscos de segurança. Ou seja, o profissional de TI é parte indispensável do desenvolvimento e da implementação de um gerenciamento de processos de negócios. Veja, a seguir, como se especializar nessa área.  ❗ Você também pode gostar – Projeto de cabeamento estruturado: por que ele é tão importante para redes de alta velocidade?  Os três novos cursos da formação em Gestão de Processos da ESR para deslanchar a sua carreira Para os profissionais de TI que desejam ingressar no setor de gerenciamento de processos de negócios, a Escola Superior de Redes (ESR) oferece, em parceria com a DinsmoreCompass, uma formação completa, por meio de cursos exclusivos, realizados na modalidade EaD, com aulas ao vivo. São eles: 1. Fundamentos de BPM (parceria oficial DC –DinsmoreCompass) – EaD Esse curso proporciona ao profissional o aprendizado de elementos complementares para o planejamento e controle da modelagem de processos de negócio (AS, IS ou TO BE).  Para isso, desenvolve competências para a modelagem de processos de negócios e processos operacionais utilizando a notação BPMN, além de boas práticas do mercado. Programa do curso Tipos de Processo de Cadeia de Valor Papéis e Responsabilidades Tipos de Gestão com BPM Ciclo de Vida e Hierarquia de BPM, PDCA e SDC Gatilhos, Instâncias e Tokens; Handoff e Caminho Feliz; Modelagem de Processos (Análise e Desenho/Notação BPMN)[a1]  Sipoc e Conceitos de Modelagem Análise e Melhoria Tipos de Notação de Processos Ferramenta de Modelagem (Bizagi) Notação de Processos (BPM) Preparação para Modelagem Boas Práticas de Modelagem Processos Aplicados Técnicas e Ferramentas de Levantamento de Processos Custeio de Processos (ABC) Riscos em Processos Controle de Processos Projeto de Implantação e Melhoria de Processos Os encontros já começam em 3 de julho. Inscreva-se agora!  2. Especialista em BPM (parceria oficial DC –DinsmoreCompass) – EaD Nesse curso, o profissional de TI desenvolve conceitos e práticas avançados de uso de RPA, por meio de ferramentas BPMS. Além disso, utiliza teoria e aplicação de inteligência artificial para controle e modelagem de processos, em uma metodologia prática comprovada e reconhecida no mercado.  Programa do curso Conceitos de RPA Principais BPMS Preparando a Infraestrutura Automação na Prática (Bizagi ou RPA da MS) Preparando a Estrutura de Dados Formulários e Regras de Negócio Processos e Subprocessos Árvores de Decisão Integração com Outros Sistemas Portais de Trabalho Relatórios e Análise de Processos Conceitos de IA O Que É Inteligência Artificial? Ferramentas Que Usam a IA Como a IA Pode Ajudar nos Processos? Power Automate e Microsoft IA Builder Exemplo Prático de Decisão Usando a IA Turma já aberta. Inscreva-se! 3. Gestor BPM (parceria oficial DC – DinsmoreCompass) – EaD Esse é um curso voltado para profissionais que desejam se tornar gestores de BPM. Os módulos possuem conhecimentos essenciais em desempenho organizacional, estratégia e indicadores de desempenho.  Por meio de uma metodologia focada na teoria e na prática de temas relevantes para a TI, como desdobramento estratégico e OKRs, além do escritório de processos (BPMO), os participantes aprendem a liderar, com eficácia, a otimização de processos e a implementação de mudanças bem-sucedidas nas suas organizações. Programa do curso Missão, Visão e Valores Desdobramento Estratégico Balance Score Card (BSC) Objectives and Key Results (OKR) Indicadores de Desempenho Escritório de Processos (BPMO) Turma já aberta. Inscreva-se! ____________________________________________ Com o auxílio desses três cursos para a formação em gestão de processos da ESR, você se torna um profissional de TI com mais potencial de empregabilidade!  Ficou com alguma dúvida? Converse com o nosso time de especialistas: 


    20/06/2024
  • recrutamento de times de TI
    RH

    Guia completo: como realizar o recrutamento de times de TI em 9 passos

    Por suas características singulares, tal qual a possibilidade do trabalho em nuvem, a área de tecnologia da informação (TI) conta com a oportunidade de abertura de vagas não presenciais e de um recrutamento diferenciado, mais flexível e antenado com tecnologias de seleção de pessoal.  Entretanto, mesmo diante dessas possíveis facilidades, o profissional de RH pode encontrar alguns desafios para estruturar processos seletivos que se atualizem tão velozmente quanto a transformação digital, elemento base da TI.  O gerenciamento de lideranças nessa área, sobretudo no modelo de trabalho remoto, a retenção de talentos e a manutenção de baixas taxas de turnover ganham outros contornos. Por exemplo, se, antes, o trabalho presencial permitia que gestores e colaboradores trocassem informações frente a frente, embora isso, de certa forma, limitasse a atuação do colaborador para apenas aquele espaço físico/empresa, agora, a comunicação virtual é o que guia os especialistas, que podem se candidatar a vagas de qualquer lugar do país e do mundo, ampliando a sua demanda e a concorrência por profissionais qualificados.  A exemplo disso, uma pesquisa da Husky, plataforma de transferências internacionais, identificou que o número de trabalhadores brasileiros que preenchem vagas estrangeiras remotamente cresceu 491% entre 2020 e 2022. Essa tendência não é novidade no mercado. Inclusive, em 2018, o IBGE já mensurava 3,8 milhões de cargos de home office ocupados em caráter oficial.  Ou seja, em meio às mudanças nos processos de trabalho e às novas exigências tanto dos colaboradores quanto de empresas e mercado, é necessário que o tech recruiter, além de contratar novos talentos para cargos de TI, desenvolva um planejamento estratégico focado na permanência dos profissionais que entregam resultados. Neste artigo, vamos conversar mais sobre como recrutar e manter profissionais de TI com base nessa nova configuração laboral. Continue conosco.  ❗ Leia também: O home office acabou? Saiba como gerenciar a flexibilidade de trabalho na tecnologia  O cenário do mercado de TI em 2024 Há bastante tempo, se fala na importância de um desenvolvimento de carreira integral, que unifique competências de hard e soft skills. Para o mercado de trabalho de tecnologia da informação, essa demanda faz ainda mais sentido, uma vez que os profissionais do segmento lidam com situações complexas e bastante desafiadoras.  Por ser um mercado em constante expansão, os profissionais de TI precisam se adaptar a ele de maneira contínua e explorar outras habilidades, como inteligência emocional e participação em projetos em equipe. Mesmo com tais singularidades, a TI se destaca por oferecer um leque de oportunidades de atuação e pela remuneração.  A exemplo disso, o relatório do International Data Corporation (IDC), lançado recentemente, responsável por analisar o panorama da área para 2024, estima que a indústria de TI cresça 12% de maneira geral no Brasil e 9% nos estados ao longo do ano. Para o mesmo período, o guia da Robert Half ainda identifica uma média salarial de R$ 21.900,00 para desenvolvedores e de R$ 12.000,00 iniciais para um especialista cloud.  Assim, a perspectiva positiva do cenário, o surgimento de novas tecnologias e a sistematização de outras, como automação, machine learning e IA, influenciam diretamente a alta demanda por profissionais qualificados, da mesma forma que aumentam o interesse de pessoas pelas carreiras em TI.  Recrutar talentos nesse contexto exige um olhar atento do setor de RH, que deve estabelecer, em mutualidade, os requisitos para o preenchimento das suas vagas, de acordo com o que é de interesse da empresa e do colaborador.  As profissões que devem liderar contratações na área tech em 2024 De acordo com o índice da Robert Ralf, os profissionais de tecnologia mais buscados em 2024 serão:  Já em relação às perspectivas de remuneração, o índice prevê para o ano: Já para a Forbes Brasil, as profissões da área tech mais visadas por empregadores atualmente são:  ❗Leia também: O que você precisa para se especializar em linguagem de programação? Habilidades as quais um gestor de RH deve se atentar para recrutar times de TI Para recrutar times de TI presenciais ou remotos, ter conhecimento sobre as especificidades desse mercado e das suas estruturas é indispensável. Pode ser interessante para o gestor de RH realizar uma combinação de know-how em gestão de pessoas com o acompanhamento das tendências do futuro do trabalho, sobretudo naquilo que impacta o setor – tecnologia, desejo dos colaboradores, anseios da indústria e do consumo etc. Nesse contexto, para amplificar o potencial das equipes de trabalho de TI, o gestor de RH precisa compreender a fundo quais são as exigências do cargo que será preenchido, para que identifique as habilidades que busca, assim como pode passar à liderança dessas empresas informações sobre as condições de trabalho esperadas pelos candidatos de maneira geral. O ideal é que os recrutamentos consigam encontrar um ponto de equilíbrio entre essas duas demandas.  Desenvolver processos de seleção que priorizem um mindset voltado para o aprendizado contínuo, por exemplo, pode auxiliar que os novos times de TI estejam dispostos a se capacitar mesmo depois de sua efetivação. Além dessa orientação, elencamos algumas competências que devem ser avaliadas pelos gestores de RH no preenchimento de vagas tech.  1) Interesse por inteligência artificial e aprendizado de máquina  Tanto a inteligência artificial quanto o aprendizado de máquina (machine learning em inglês) são realidades no mercado. Embora os usuários, recentemente, estejam aprendendo a lidar com essas tecnologias e a identificá-las no seu dia a dia de forma mais consciente, elas não são novas.  Dessa forma, é indicado que os profissionais de TI tenham alguma compreensão da IA, do aprendizado de máquina e de algoritmos por trás das suas ferramentas e aplicações ou interesse por esses assuntos.  Algumas especializações que podem ser interessantes e criar um diferencial: Tais competências contribuem para que o profissional consiga propor melhorias nos processos da empresa e oferecer um produto voltado para a satisfação da experiência do cliente. 2) Programação  A programação é relevante para qualquer área que o profissional queira seguir na TI. Aprender a fundo, pelo menos, uma das linguagens utilizadas na programação é um requisito importante para um profissional desse setor.  Leia também: O que você precisa saber para se especializar em linguagem de programação?  3) Interesse por big data  Há muito se diz que “dados são o novo petróleo”. Por isso, é necessário que o profissional de TI, guardadas as características da área em que vai atuar, tenha conhecimento de ferramentas de análise de dados e suas rotinas.  4) Facilidade para atuar em modelos de trabalho colaborativos  A capacidade de trabalhar em equipe e colaborar com os colegas é fundamental em qualquer setor. À medida que as empresas se dedicam a projetos mais complexos e, agora, com bastante incidência, ao modelo remoto, a coparticipação eficaz se torna ainda mais importante.  Aqui, claro, o desenvolvimento de um ambiente que propicie essa dinâmica é indispensável e de responsabilidade dos líderes das equipes e dos gestores de RH.  5) Habilidade em comunicação  Em 2024, entre as soft skills desejadas para um profissional de TI, sobretudo aquele que atuará em modelo remoto, está a habilidade de comunicação. Nesse contexto, significa explicar conceitos complexos de maneira objetiva, clara e que não deixe dúvidas.  Além disso, é necessário ter facilidade com a capacidade de diálogo fluido entre as diferentes áreas e níveis hierárquicos ou desenvolvê-la, bem como conseguir usar a comunicação para compreender as necessidades de cada cliente, atentando-se, inclusive, para os quesitos de acessibilidade digital.  A comunicação reflete diretamente na experiência do cliente e, por isso, é uma habilidade tão cara aos novos profissionais de TI.  6) Gosto por aprendizagem contínua Se antes da era da informação e da geração ininterrupta de dados o aprendizado contínuo já era importante, imagine agora.  Como dissemos, uma das características que se deseja para um profissional de TI, em 2024, é que ele volte seu mindset para a metodologia do aprendizado contínuo e, dentro disso, saiba como criar a sua trilha de conhecimentos de forma estratégica.  Para o gestor de RH, há a responsabilidade de incentivar a equipe a adotar essa metodologia, seja pela condução de ciclos de capacitação, parceria com empresas de treinamentos e cursos, seja por meio de eventos que promovam networking e troca de conhecimento. Em outras palavras, colaboradores e RH precisam ser aprendizes contínuos.  7) Busca por certificações  No mercado de tecnologia da informação, as certificações são capazes de atestar se um candidato à vaga detém uma série de requisitos básicos para a função que vai desempenhar. Assim, é interessante que o profissional se dedique a conquistá-las, sabendo quais são as melhores para cada objetivo de carreira e que o gestor de RH saiba quais solicitar para cada plano de trabalho.  8) Estar por dentro da cibersegurança O investimento em cibersegurança é uma das principais preocupações das empresas atuais. Afinal, as ameaças e os crimes virtuais têm se sofisticado com muita velocidade. Por isso, o interesse por funções, ferramentas, metodologias e plataformas de segurança, aplicações, nuvem, servidores pode ser um diferencial na hora da contratação.  Algumas áreas, inclusive, chamam atenção, como: É importante destacar que essas 9 habilidades podem sofrer alterações, de acordo com a área da vaga e a realidade da empresa. Por ser um campo de conhecimento muito extenso, torna-se inviável demandar que um candidato detenha saberes em todas elas.  Por isso, acima de tudo, é essencial que o gestor de RH saiba adaptar o que o mercado empregador busca de maneira geral em TI e o que é realmente importante avaliar para o preenchimento do cargo específico da empresa.  Há uma maneira adequada de fazer o recrutamento de times de TI? A área de TI é marcada pela demanda constante de colaboradores em atividade e também pela rotatividade. Logo, ter um plano de recrutamento atualizado é um desafio diário, sobretudo em empresas que não contam com setores responsáveis por isso, como RH e gestão de pessoas.  Apesar de complexo, existem passos básicos que podem ajudar a orientar esse processo dentro da organização. Quando há um setor de RH bem estruturado, é importante que ele converse com os funcionários já alocados em TI para compreender as especificidades de cada cargo e qual é a contribuição das vagas para o propósito da empresa. Isso contribui para uma busca mais assertiva de profissionais.  Além de tudo, existem outras formas de conhecer e atestar o perfil de um candidato, como:  E a contrapartida do RH? Da mesma forma que a empresa busca candidatos, precisa encantá-los com as oportunidades contidas nas vagas.  O trabalhador do mercado atual prioriza a experiência e a possibilidade de desenvolvimento de carreira. Assim, é interessante pontuar, com a liderança da empresa, a necessidade de investimento em condições de trabalho voltadas para o aprendizado, a horizontalidade de lideranças e a valorização da participação dos colaboradores.  Veja algumas ações que podem tornar o recrutamento mais interessante aos olhos dos candidatos: 1) Solicite investimento em tecnologia à liderança da empresa Explique aos líderes a necessidade de garantir equipamentos modernos e eficientes para os profissionais de TI.  Visto que é uma área com DNA inovador, poder utilizar ferramentas e tecnologias emergentes, com alto valor agregado, representa um dos principais estímulos para os profissionais de TI permanecerem nas empresas.  A ação não apenas otimiza a produtividade como também demonstra o comprometimento da empresa com o sucesso de suas equipes. 2) Transparência é elemento-chave  As vagas de trabalho em TI dependem, sobretudo, de uma relação de confiança entre gestores de RH e colaboradores. Para tanto, ter transparência nos escopos de trabalho e projetos, no acompanhamento de indicadores internos e de produtividade, além de na comunicação, é o que vai garantir o sucesso dessa vaga.  Estabeleça uma relação próxima com os funcionários, com encontros periódicos para alinhar as expectativas do contratado e da contratante, além do entendimento fiel do propósito da empresa.  Essas são algumas perguntas que podem orientar o RH na construção de um vínculo transparente e objetivo com o trabalhador de TI. 3) Considere a flexibilização da modalidade e do horário de trabalho Pelas características que mencionamos no início deste artigo, a área de TI pode ser flexível, seja em relação às modalidades de trabalho (presencial, remoto ou híbrido), seja no quesito carga horária.  Estude as possibilidades de tornar a vaga ainda mais atrativa, ao contar com vantagens que levem em consideração as diferentes necessidades de cada indivíduo. Inclusive, de acordo  em uma pesquisa do PageGroup, 75% dos profissionais participantes consideraram o trabalho híbrido o modelo preferido na escala da flexibilidade Alinhe a possibilidade e o interesse dos candidatos, destacando quais desses critérios é cabível adotar no processo de seleção de novos talentos de TI.  4) Gerencie a equipe com o auxílio da tecnologia Ao possibilitar o ingresso de colaboradores por meio do trabalho remoto, há a associação automática de demanda por ferramentas tecnológicas para a gestão dessas vagas. Existem inúmeras plataformas de gerenciamento de projetos, como Kanban, Runrun.it e Trello, bem como para a conferência de horas trabalhadas, a exemplo do ponto digital. Escolha aquela que melhor se adapta às necessidades da sua empresa, faça um treinamento da ferramenta com os colaboradores e estabeleça um tempo de teste inicial da tecnologia.  Com ela integralmente implementada, gerencie os projetos de forma metódica e processual, se atendo aos comandos das plataformas; é necessário centralizar a gestão de conhecimento e os arquivos de aprendizagem dos projetos. Por isso, utilize as ferramentas com o auxílio de processos bem definidos para que nada se perca.  Alguns exemplos de programas de gerenciamento de projetos e organização de times de TI remotos:  1) Trello2) Asana3) ClickUP4) Runrun.it5) Monday.com6) Jira Software7) Wrike 5) Destaque os benefícios disponibilizados pela empresa Detalhe os benefícios que vão além da remuneração. Planos de saúde diferenciados, descontos em academias, programas de bem-estar e outros incentivos podem ser mencionados como parte de um pacote atrativo para os candidatos. 6) Estruture um plano de capacitação O desenvolvimento contínuo dos profissionais de TI é essencial para a produtividade das empresas e também uma demanda dos próprios colaboradores. Por isso, para um recrutamento mais estratégico, estruture previamente planos de capacitação e desenvolvimento de carreira para cada cargo aberto, com materiais, parcerias, descontos em certificações etc. Depois disso, comunique a existência dessa ação para os candidatos como forma de incentivá-los a participar de todas as etapas do processo seletivo. Por fim, coloque em prática essa ação!  Nessa dinâmica, capacitação, workshops e cursos específicos podem ser oferecidos, demonstrando a valorização do crescimento profissional dentro da empresa. 7) Colha feedbacks e tenha um canal de comunicação ativo Saliente que a empresa está aberta à comunicação bidirecional. Além de fornecer um canal para feedbacks, explique como a corporação valoriza a opinião dos colaboradores e como esse processo contribui para melhorias contínuas no ambiente de trabalho. Isso pode ser estruturado, por exemplo, por meio de ouvidorias anônimas para casos de sugestão de melhorias, de críticas ou denúncias e para casos de dicas ou insights que reflitam na otimização de resultados para as empresas, bonificações salariais ou dias de folga. Há inúmeras formas de fortalecer o processo de comunicação entre a empresa e o colaborador e incentivar a participação dele nos projetos do negócio.  8) Saiba o que os profissionais da área desejam Compreender as expectativas dos profissionais de TI é essencial para saber como recrutar talentos! Realize pesquisas internas e entrevistas exploratórias para identificar as necessidades específicas das equipes de TI, separando os elementos encontrados por área de atuação.  Entender os desafios, as preocupações, os focos e os desejos dessas personas contribuirá para um processo seletivo mais atrativo e compatível com o mercado. Além disso, essa é uma ótima oportunidade para coletar argumentos de barganha com a liderança da empresa. Com informações e dados reais sobre o que os colaboradores esperam das suas funções, pode ser mais simples solicitar mudanças aos líderes do empreendimento.  9) Desenvolva um processo seletivo transparente e claro O processo seletivo deve fornecer informações detalhadas sobre as etapas, as expectativas e os critérios de avaliação. Isso inclui a divulgação clara das responsabilidades do cargo, de requisitos específicos e a explicação dos passos do processo, desde a aplicação até a contratação.  A transparência nesse contexto atrai candidatos mais alinhados à cultura organizacional da empresa, além de criar uma impressão positiva sobre a postura da companhia, destacando o compromisso com a comunicação aberta e justa. Se for o caso, teste as etapas antes de lançá-las, para evitar erros e possíveis recursos.  _________________________________________________ Aprimore o processo de recrutamento e a manutenção de times de TI O recrutamento e a gestão de times de TI demandam uma série de atividades. Por isso, é importante contar com soluções que facilitem esses processos e orientem as empresas para uma atuação mais assertiva, por meio de metodologias validadas pelo mercado e indicadores adequados para suportar as tomadas de decisão. Pensando nessa necessidade, a Escola Superior de Redes desenvolveu a Consultoria Educacional, que oferece estratégias de aprendizagem corporativas elaboradas de acordo com os objetivos e as necessidades de cada empresa. A Consultoria Educacional da ESR ajuda gestores de TI e de RH a otimizar os recursos investidos no desenvolvimento profissional das equipes e gerar resultados estratégicos e alinhados com os objetivos da empresa. Além disso, o serviço direciona as instituições em consonância com o que há de mais atual na capacitação de profissionais no âmbito global para enfrentar os desafios da área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Entre em contato com a ESR para saber mais sobre a Consultoria Educacional em tecnologia da informação!


    14/06/2024
  • Tendências em RH e recrutamento na tecnologia
    RH

    Como acompanhar as tendências de RH e recrutamento em tecnologia?

    Os setores de RH e gestão de pessoas estão em constante transformação, sobretudo por causa da evolução da tecnologia.  Nesse universo, encontram-se, por exemplo, o desenvolvimento das RH techs e das soluções de otimização para processos seletivos, as novas formas de gestão digital de ponto e de gerenciamento de carreiras e a possibilidade de cargos híbridos e remotos, além da crescente demanda por experiências significativas de trabalho. Ou seja, o RH/GP atua em um campo complexo e que está sempre em movimento. Nesse sentido, acompanhar as tendências de RH, recrutamento e seleção em tecnologia ou em qualquer setor passa a ser imprescindível.  Afinal, posicionar uma empresa à frente das mudanças no contexto da “contratação” é observar como o RH do presente se estabelece, considerando também o que está por vir e identificando os anseios de dois pólos distintos – empresas e colaboradores.  Neste artigo, vamos abordar algumas dicas para que você fique por dentro das novidades da área de RH para TI. Boa leitura.   Você também pode gostar: Como preparar líderes de TI para o cenário de trabalho do futuro   7 tendências de RH e recrutamento em tecnologia para 2024 Antes de explorarmos as sugestões de como acompanhar as tendências em RH e recrutamento em tecnologia, é fundamental mencionarmos aquelas que já foram pautadas até então. A inteligência artificial e a automação de processos, por exemplo, são apostas muito presentes no meio corporativo, sobre as quais recaem expectativas de otimização das fases de um processo seletivo.  Vamos abordar o tema e outras inovações com mais detalhes, a seguir. 1) Desenvolvimento contínuo da inteligência artificial A inteligência artificial (IA) será um ponto central nas seleções, impulsionando a automação de várias etapas do processo.  Com avanços constantes, espera-se uma ferramenta cada vez mais sofisticada, capaz de acelerar a leitura de informações desejadas nos currículos, bem como agrupar dados para identificar a potencialidade de fit cultural com as empresas.  Isso facilita o estudo detalhado do candidato e permite uma análise eficiente das suas qualificações e da compatibilidade com a cultura organizacional. Claro que, para isso, é necessário garantir que o banco de dados que servirá de aprendizado de máquina para essa tecnologia não contenha vieses discriminatórios, antiéticos e de exclusão. Fica evidente que a sedimentação da IA como solução de recrutamento também inaugura uma série de discussões sobre as suas aplicações em relação à diversidade e inclusão.  2) Fortalecimento de processos seletivos que levem em conta a diversidade, equidade e inclusão (DE&I) De modo geral, uma tendência que tem se popularizado entre as empresas dos mais variados segmentos e que se associa à dica anterior refere-se ao fortalecimento de processos seletivos que priorizam a diversidade, equidade e inclusão (DE&I).  As organizações estão reconhecendo a importância de promover ambientes de trabalho inclusivos e representativos, nos quais a diversidade é valorizada e as oportunidades são acessíveis a todos, independentemente de origem, idade, gênero, orientação sexual, etnia, deficiência física etc. > Inclusive esse tema já foi assunto no nosso blog, por aqui!  Integrar práticas DE&I nos processos seletivos promove a justiça social, além de enriquecer a equipe com diferentes perspectivas e experiências, impulsionando a inovação, a construção de soluções efetivas e o sucesso organizacional.  3) Realidade virtual e realidade aumentada como ferramentas do futuro  A utilização da realidade virtual (RV) e aumentada (RA) promete revolucionar a forma como as vagas serão apresentadas aos candidatos, tornando a experiência mais imersiva e atrativa. Além disso, essas tecnologias podem garantir que a avaliação das habilidades dos candidatos seja mais palpável, por exemplo, nas etapas da seleção que solicitam o desenvolvimento de projetos.  Assim, os recrutadores poderão ter uma visão mais detalhada da capacidade e das habilidades do candidato. 4) Processos seletivos realizados de forma remota  A pandemia acelerou a adoção de processos seletivos remotos, tornando-os uma prática comum e eficiente. Essa atividade tende a continuar crescendo, visto que oferece mais flexibilidade tanto para os recrutadores quanto para os candidatos. Nesse cenário, o alcance geográfico das seleções também é otimizado, aspecto bastante interessante para TI, um setor que se beneficia da oportunidade de se trabalhar com profissionais de regiões distintas.  5) Gamificação  A incorporação de elementos de jogos nos processos seletivos – conhecida como gamificação – também segue como uma aposta do mercado. Essa abordagem torna o processo mais envolvente para os candidatos e permite avaliar as suas habilidades de forma mais dinâmica. Entretanto, é importante observar que gamificar uma seleção não significa torná-la menos complexa. Os jogos podem ser adaptados a cada cargo, evidenciando as características que serão necessárias em determinada função.  6) Processos seletivos mais ágeis e eficientes  Uma vez que o avanço da tecnologia permite uma análise rápida e abrangente das características ideais de um candidato para determinada vaga, estima-se que os recrutamentos possam ser mais ágeis e práticos.  Condensar etapas, por exemplo, é uma alternativa para criar uma experiência de processo seletivo mais eficiente, tanto para os recrutadores quanto para os candidatos. 7) Experiência de recrutamento Outro ponto crucial nas tendências de RH e recrutamento em tecnologia encontra-se na priorização da experiência do processo seletivo. Isso implica a manutenção de um canal de comunicação aberto com o candidato, o fornecimento de feedbacks transparentes a cada etapa e o compromisso de manter os participantes informados sobre o progresso das suas candidaturas, entre outras práticas.  Além de atrair os melhores talentos, essa abordagem contribui para a construção de uma imagem positiva da empresa no mercado de TI. As dicas mencionadas anteriormente representam uma visão abrangente das inovações em recrutamento e seleção na área de TI. Entretanto, é válido salientarmos que elas estão em contínuo estado de atualização.  Portanto, é essencial criar métodos para acompanhar as tendências, adaptando-as à realidade da sua empresa e negócio.  Você também pode gostar: O home office acabou? Saiba como gerenciar a flexibilidade de trabalho na tecnologia  4 dicas para acompanhar tendências  1) Seja ativo e construa uma rede de networking no LinkedIn O LinkedIn representa uma ótima fonte de conteúdo corporativo, com inúmeros posts e artigos de especialistas, tanto de RH quanto de TI, sobre o mercado e o recrutamento em si. Por isso é essencial ter um perfil ativo e preenchido na plataforma, sendo vantajoso estender essa boa prática, inclusive, para a própria empresa.  Essa dica proporciona oportunidades de networking com líderes do setor e oferece acesso a informações relevantes que estão sendo aplicadas em outros negócios e países. 2) Acompanhe grandes referências na gestão de pessoas Esteja atento aos conteúdos produzidos por instituições renomadas, como a Society for Human Resource Management, o TNLT, a Harvard Business Review, o HR Trend Institute e a revista Exame. Esses são exemplos reconhecidos por sua área de atuação, pela inovação em gestão de pessoas e por fornecer insights credíveis sobre o campo de gestão de pessoas e recrutamento. 3) Estimule o diálogo com a sua equipe de RH Não subestime o potencial do seu time de RH como uma fonte de ideias e perspectivas significativas para a realidade da empresa. Cada colaborador pode contribuir com sugestões únicas, além de experiências que enriquecem a discussão sobre como inovar nos processos seletivos.  Crie um ambiente que incentive a troca de ideias e ações, no qual todos se sintam à vontade para opinar. O resultado dessa metodologia é o desenvolvimento de um processo seletivo verdadeiramente diferenciado, além de alinhado com as necessidades da empresa. 4) Acompanhe os conteúdos da Escola Superior de Redes (ESR)  Com mais de 18 anos de mercado, a ESR é referência no aprendizado teórico e prático para as diversas especialidades de TI.  Por aqui, produzimos conteúdos contínuos sobre o setor, para que os profissionais e interessados na área possam se atualizar e conferir o que é destaque pelo mundo em TI.  Além disso, as nossas soluções compreendem desde cursos e treinamentos em TI até a Consultoria Educacional, que ajuda gestores de TI e de RH a otimizarem os recursos investidos no desenvolvimento profissional das suas equipes de trabalho.  O objetivo desse serviço é oferecer soluções às empresas que lidam com setores de TI para que elas gerem resultados cada vez mais assertivos e alinhados aos objetivos da organização.  Quer saber como a Consultoria Educacional ocorre na prática e pode potencializar os seus times de TI e RH? Continue essa conversa com um dos nossos especialistas!


    06/06/2024
  • Gerenciamento de processos de negócios
    Governança de TI

    Gerenciamento de processos de negócios: o que você realmente precisa saber?

    Os processos estão presentes em diversas áreas do cotidiano, a todo tempo, desde questões mais complexas às mais simples, como acordar e se preparar para o trabalho. Para executá-los adequadamente, é necessário estabelecer um planejamento, observando, na prática, o que dá certo ou não. De forma geral, podemos compreender o gerenciamento de processos de negócios como o conjunto de técnicas, metodologias e ferramentas para monitorar e otimizar os processos das organizações. Ele terá o apoio da governança da empresa e das demais áreas funcionais, como a tecnologia da informação.  A abordagem também é chamada Business Process Management (BPM) e tem o objetivo de reunir informações densas sobre como uma empresa realiza os seus processos. Por isso, encontra-se em uma seara para além da gestão simples de projetos. Na prática, a metodologia propõe a realização do controle das atividades realizadas pela empresa e do seu fluxo, assim como evidencia o encadeamento de tudo o que é executado dentro do negócio.  Dessa forma, o BPM se adapta muito bem às demandas do novo contexto de mercado, o qual possui características complexas, como alta concorrência, novos canais e tecnologias, uma regulação robusta e clientes mais conscientes dos seus direitos e do seu poder de escolha, além de mudanças culturais significativas. Isso ocorre porque todos esses elementos impactam, em maior ou menor escala, as formas e os processos de trabalho, tanto nas camadas estratégicas e táticas quanto nas operacionais, o que demanda outras articulações de líderes e gestores.  Portanto, o Gerenciamento de Processos de Negócios (Business Process Management – BPM) refere-se à utilização de técnicas, ferramentas, pessoas, insumos, resultados e procedimentos para tornar as operações das empresas eficazes e eficientes.  Sabendo da importância do tema, a Escola Superior de Redes (ESR), em parceria com a DinsmoreCompass, apresentou, recentemente, o seu novo webinar gratuito, “Processos de negócios”. Vamos compilar os principais pontos desse evento on-line a seguir.   ❗ Você também pode gostar – 5 desafios comuns de projetos de rede e como os profissionais de TI podem driblá-los Qual a importância dos processos? As organizações funcionam baseadas nos seus processos, sejam eles tácitos ou estruturados. Por isso, a atuação por meio de um gerenciamento de processos de negócios é tão essencial.  De acordo com o webinar mencionado anteriormente, os maiores motivadores para uma empresa trabalhar com gerenciamento de processos de negócios estão associados à necessidade que esses empreendimentos têm de economizar recursos, reduzir o custo da sua operação e aumentar a produtividade. Além destes, existem outros exemplos que estimulam a adoção da abordagem, como a melhoria da satisfação do cliente, por meio da manutenção, do aprimoramento e de incrementos de produtos e serviços ou a criação de soluções inéditas.  Em todos esses campos, a gestão de processos de negócios pode ser aplicada com o intuito de potencializar os resultados das empresas.  Motivações para uso do gerenciamento de processos de negócios: Economizar dinheiro; Aumentar a produtividade; Melhorar os produtos e serviços; Lançar produtos e serviços; Entrar em novas linhas de negócios. Podemos compreender, então, que a gestão de processos de negócios auxilia a conquista desses objetivos, aprimorando a visão crítica que as empresas têm em relação às suas formas de executar aquilo que elas se propõem a entregar ao usuário final. Quando não há um foco permanente na realização da metodologia, as empresas são afetadas por diversos desafios, dentre os quais se destacam os seguintes: ❗ Você também pode gostar – Projeto de cabeamento estruturado: por que ele é tão importante para redes de alta velocidade?  Mas, afinal, o que é processo? Antes de entender a aplicação do gerenciamento de processos de negócios, é essencial destrinchar o conceito de “processo”. Trata-se de um elemento transformador, capaz de converter simples insumos, como dados e informações (também chamados entradas ou causas), em outros componentes (saídas ou efeitos) com maior valor agregado para o negócio. Assim, na prática e na lógica de uma visão sistêmica, o processo é responsável por transformar as “entradas” em “saídas ou efeitos” que gerem resultados significativos para as organizações, como:  Para executar essa transformação, os processos não se guiam sozinhos. Na verdade, necessitam de pessoas, ferramentas e equipamentos, além de procedimentos e métodos. “Processo é a organização lógica de pessoas, energia, equipamentos e procedimentos em atividades projetadas para produzir um resultado final.” BPM CBOK 2021  Qual é a definição de gerenciamento de processos de negócios (BPM)? Agora podemos ir adiante. Como dissemos anteriormente, o gerenciamento de processos de negócios representa uma abordagem sistemática utilizada para melhorar continuamente os processos de negócios de uma organização.  A metodologia envolve a análise, o design, a modelagem, a implementação, o monitoramento e a otimização de processos de negócios, principalmente por meio da atuação do setor de TI, com o objetivo de potencializar os resultados da empresa.  Para isso, possui alguns elementos característicos e essenciais, como:  – Identificação e mapeamento dos processos existentes, conhecido como AS-IS. – Avaliação da eficiência e eficácia dos processos. – Criação de processos ou melhoria dos já existentes, conhecidos com TO-BE. – Garantia de que os processos sejam eficientes e alinhados com os objetivos de negócios. – Criação de representações visuais dos processos. – Utilização de ferramentas de modelagem para documentar o AS-IS e o TO-BE. – Os processos desenhados são colocados em prática. – Integração dos novos processos nos sistemas de TI existentes, se necessário. – Acompanhamento do desempenho dos processos em tempo real. – Uso de métricas e Key Performance Indicators (KPIs) para medir a eficiência deles. – Identificação de oportunidades para melhorias contínuas. – Ajuste e refino dos processos para alcançar melhores resultados. ❗ Você também pode gostar – Cibersegurança em foco: 4 perguntas sobre o tema que você precisa conferir agora!  Quais são os benefícios do BPM? Qual a relação do gerenciamento de processos de um negócio com o CBOK? Você conhece a ABPMP? Trata-se de uma associação internacional de profissionais de BPM responsável por promover e difundir os conceitos e as práticas da metodologia, além de oferecer programas de capacitação e as certificações internacionais BPM Boot Camp & CBPP Exam e BPM CBPP Recertification.  Todas essas certificações são baseadas no livro Common Body of Knowledge (CBOK), material fundamental para os profissionais de TI que desejam trabalhar com gestão de processos. Ele é editado e revisado, periodicamente, pela ABPMP, que divide o aprendizado de gerenciamento de processos de negócios em nove campos do conhecimento: Campos do conhecimento BPM CBOK 4.0 Gerenciamento de processos de negócio– Modelagem de processos – Análise de processos- Desenho de processos – Gestão de desempenho de processos – Transformação de processos  Organização do gerenciamento de processos Gestão de processos empresariaisTecnologias de gerenciamento de processos de negócios  Portanto, a relação entre os dois termos está na possibilidade de os profissionais de TI se especializarem na metodologia, por meio de um conteúdo de qualidade e de uma certificação internacionalmente reconhecida. Além disso, há também uma importante entidade, a , que oferece padrões de processo para que qualquer empresa consiga estruturar os seus projetos do zero.  ❗ Assista ao webinar “Processos de negócios” na íntegra de forma gratuita! _________________________________________________________________ ESR: líder em ensino e aprendizado para gerenciamento de processos Para os profissionais de TI que desejam ingressar no setor de gerenciamento de processos de negócios, a Escola Superior de Redes (ESR) oferece, em parceria com a DinsmoreCompass, uma formação completa de cursos exclusivos, realizados na modalidade EaD, com aulas ao vivo. São eles:


    29/05/2024
  • Testes de Software
    Desenvolvimento de Sistemas

    16 boas práticas em testes de software para acompanhar agora

    Os testes de software são tão importantes quanto a fase de desenvolvimento ou o esboço de um projeto digital. Afinal, garantir a ausência de bugs e falhas no resultado final de um produto reflete diversos benefícios para as empresas, como é o caso da maior economia, da previsibilidade do planejamento financeiro organizacional e da otimização da reputação da marca em relação aos seus clientes e parceiros. Paralelamente a isso, revela também maior maturidade do software e da equipe de desenvolvimento. A atividade é descrita por meio de abordagens distintas que devem ser consideradas e aplicadas no dia a dia dos desenvolvedores de acordo com a realidade do negócio e do profissional habilitado.  Por exemplo, Glenford Myers vai observar o teste de software com base em uma perspectiva que valoriza “o erro”. Segundo ele, o termo refere-se a um “processo de executar um programa com o objetivo de encontrar erros”. Já na definição da ANSI/IEEE Standard 729, de 2017, o conceito descreve, na verdade, um “processo de avaliar um software ou um componente de software para verificar se ele satisfaz aos requisitos especificados ou para identificar as diferenças entre os resultados esperados e os obtidos”. Dessa forma, cabe ao profissional especialista identificar qual das metodologias é mais vantajosa para a sua empresa e produto, escolhendo também entre as inúmeras possibilidades de execução (manual, automática, testes fuzzing e testes de contrato, entre outras).  Neste artigo, vamos continuar detalhando alguns tópicos sobre este tema, com destaque para as 16 melhores práticas para testes de software automáticos. Você vai ler por aqui:   Continue conosco e boa leitura!  1) Quais são os princípios básicos dos testes de software?  De acordo com o syllabus da Certified Tester Foundation Level (CTFL) da BSTQB/ISQTB, há sete principais princípios de testes de software que você precisa considerar na aplicação da prática:  Em linhas gerais, esses princípios compõem a base da atividade de testes de software, responsáveis por preparar os profissionais para criar estratégias e rotinas de mapeamento dos pontos de vulnerabilidade do projeto com eficiência.  Além disso, testes de software bem elaborados fortalecem a construção e o desenvolvimento de caminhos alternativos e ágeis para driblar ou sanar problemas que possam surgir no futuro.  Na prática, a falha de um software ou uma experiência de usuário negativa por causa de um software que não funciona como o esperado tem implicações gradativas, desde o mero descontentamento com o produto até o congestionamento de serviços críticos. Veja outras consequências: Você também pode gostar de passear por aqui:➡️ O que é e como aprender lógica de programação de uma vez por todas? ➡️ As 5 linguagens de programação mais utilizadas no mercado em 2023-2024 2) Qual o cenário de mercado para o profissional que executa testes de software? Os testadores e as testadoras de softwares são imprescindíveis para a realidade de qualquer negócio. Por isso, enquadram-se em uma das áreas mais requisitadas dentro das especialidades de TI, seja por novos profissionais, seja pelas próprias empresas.  Entretanto, para compreender qual o verdadeiro cenário dessa carreira, é necessário um olhar mais aprofundado para as suas especificidades. Uma pesquisa publicada no Youtube, em 2023, mapeou a faixa salarial do colaborador dedicado aos testes e à qualidade de softwares, por meio da coleta de dados de 1.453 pessoas entrevistadas. O estudo identificou a média de remuneração para algumas das funções que compõem essa especialidade – vamos discriminá-las, a seguir, para que você tenha um panorama do mercado de trabalho da área.  Categoria de contratação CLT Estagiário R$ 1.825,50 Trainee R$ 2.314,60 Júnior R$ 2.977,40 Pleno R$ 3.890,66 Sênior R$ 3.750,00 Estagiário R$ 1.460,74 Trainee R$ 2.611,41 Júnior R$ 3.505,82 Pleno R$ 5.527,65 Sênior R$ 7.804,32 Especialista R$ 9.409,20 Estagiário R$ 1.850,00 Trainee R$ 2.178,00 Júnior R$ 3.977,41 Pleno R$ 6.767,00 Sênior R$ 10.287,98 Especialista R$ 10.750,00 Júnior R$ 4.923,00 Pleno R$ 11.115,50 Sênior R$ 11.299,51 Especialista R$ 12.945,62 Pleno R$ 14.777,00 Sênior R$ 17.030,00 Especialista R$ 13.500,00 Não houve respostas para esse cargo.  Estagiário R$ 1.527,45 Trainee R$ 2.256,92 Júnior R$ 3.932,74 Pleno R$ 6.360,02 Sênior R$ 9.622,56 Especialista R$ 11.412,00 Estagiário R$ 1.575,00 Júnior R$ 5.435,46 Pleno R$ 8.106,82 Sênior R$ 12.567,99 Especialista R$ 14.255,27 Pleno R$ 21.000,00 Sênior R$ 15.400,00 Especialista R$ 20.437,50 Especialista R$18.000,00 A pesquisa ainda analisa a variação salarial para contratos PJ e aquela existente entre homens e mulheres, destacando a desigualdade salarial, além de contrapor dados dos modelos presencial, híbrido e remoto.  Também destaca os porquês de algumas discrepâncias em relação a cargos que exigem mais experiência e que, no relatório, aparecem com remuneração abaixo daquelas que não demandam tanta expertise. Veja na íntegra aqui. ➡️ Você também pode gostar – Tipos de desenvolvimento de aplicativos móveis: qual é o melhor e como aprender? 3) E quais as vantagens de um teste de software bem elaborado? Existem diferentes tipos de testes de software, incluindo testes de unidade, integração, interface com o usuário, de API e de carga/estresse, entre outros. Cada um tem o próprio objetivo e abordagem para garantir a qualidade do software. Ainda assim, mesmo diante de tantas diferenças, todos contribuem para que os profissionais desenvolvedores possam assegurar: • Garantia de qualidade – os testes ajudam a garantir que o software funcione conforme o esperado e atenda aos requisitos do cliente. • Identificação de defeitos – os testes contribuem para a determinação de defeitos e bugs no software antes que ele seja lançado para os usuários finais. Dessa forma, os desenvolvedores podem corrigir esses problemas antes que afetem a experiência do usuário. • Melhoria contínua – os testes fornecem feedback aos desenvolvedores sobre a qualidade do software e das áreas que precisam de melhorias. Ajustes e refinamentos contínuos podem ser realizados a qualquer momento para tornar o software melhor. • Economia de tempo e recursos – identificar e corrigir defeitos durante a fase de desenvolvimento é muito mais econômico do que cosertá-los depois do lançamento do produto. Os testes ajudam a reduzir o retrabalho e os custos associados à correção tardia de defeitos. • Confiança do cliente – um software bem testado inspira confiança nos clientes, pois eles têm a garantia de que o produto funcionará conforme o esperado. ➡️ Você também pode gostar: O que são comandos Linux e como reproduzi-los em um só clique?  4) Quais são os principais tipos de teste de software? A depender do contexto e da preferência do profissional ou da empresa, há diversos tipos de testes de software para serem executados: 5) 16 boas práticas para testes de software automatizados Como vimos anteriormente, os testes de software podem ser executados por intermédio de metodologias diversas. Para este artigo, vamos destacar as melhores práticas que descrevem o modelo automatizado, visto que elas tendem a ser aprimoradas com o avanço da inteligência artificial (IA) nos próximos anos.  1) Domine os princípios básicos dos testes de software Para garantir testes de software eficazes, é fundamental compreender os princípios básicos que regem essa prática. Já abordamos esse tópico por aqui, e você pode voltar a acompanhá-lo, anteriormente, no item “Quais são os princípios básicos dos testes de software?”.  2) Busque as certificações relevantes do mercado Demonstrar conhecimento e credibilidade de atuação por meio de certificações é essencial na área de TI. Além de comprovarem suas habilidades para o seu empregador, auxiliam o seu processo de aprendizagem sobre um tema.  Na área de testes de software, as certificações são divididas em níveis de experiência – Foundation, Advanced e Expert – e têm como exemplo o -Certified Tester Foundation Level (CTFL), da BSTQB/ISQTB, bastante valorizado no mercado de trabalho. As habilitações do tema, quando conquistadas pelo especialista em TI, demonstram a sua proficiência e comprometimento com a qualidade do projeto de software.  Veja alguns exemplos: Há também as certificações disponibilizadas pela Certificação Brasileira de Teste de Software (CBTS), mantida pela ALATS, além de diversas outras possibilidades. 3) Estude as normas-padrão sobre testes de software As principais nesse sentido são:  4) Conheça as ferramentas que podem ajudar você nessa prática Existem diversas ferramentas disponíveis para auxiliar nos testes de software automatizados. Algumas das mais populares incluem: Conhecer essas ferramentas e saber como utilizá-las de forma eficaz pode otimizar bastante o seu processo de automatização dos testes de software.  5) Faça um mapeamento do negócio e estude se a automação de software é a melhor alternativa Antes de automatizar os testes de software, é importante realizar um mapeamento do negócio e avaliar se ela realmente é a melhor alternativa.  Nem todos os cenários de teste são adequados para esse tipo de tecnologia, além disso, é importante identificar as circunstâncias em que a automação realmente trará benefícios significativos em termos de economia de tempo e recursos. Casos como testes exploratórios, de borda ou avaliação UX (experiência do usuário) dependem, por exemplo, de um olhar humano.  6) Escolha a abordagem adequada Ao automatizar os testes de software, é importante escolher a abordagem adequada para cada situação. Esse processo envolve o estudo dos dois modelos viáveis – testes orientados por dados ou testes orientados por fluxo, os quais vão ser utilizados a depender das necessidades do projeto.  A principal diferença entre essas modelagens está no foco dos casos de teste: os testes orientados por dados se concentram nos diferentes conjuntos de dados de entrada e saída, enquanto os testes orientados por fluxo focalizam os diversos caminhos de execução do software.  Ambos são importantes e complementares, e a escolha entre eles depende das características específicas do software e dos requisitos do projeto.  Em muitos casos, uma combinação de ambas as abordagens é utilizada para garantir uma cobertura abrangente dos testes. 7) Implemente testes de regressão automatizados Testes de regressão automatizados são essenciais para garantir que as alterações feitas no código não introduzam novos defeitos ou quebras de funcionalidade em áreas já avaliadas e aprovadas anteriormente.  Ao usarem testes de regressão automatizados, os desenvolvedores podem executar rapidamente um conjunto de testes em áreas críticas do sistema sempre que uma nova alteração for feita, garantindo, assim, que nenhuma regressão ocorra. Com isso, há a manutenção da estabilidade do software ao longo do tempo, o que permitirá que as equipes de desenvolvimento identifiquem e corrijam problemas rapidamente. 8) Teste o próprio teste É fundamental validar os próprios testes para garantir a sua eficácia. Começar o projeto com um pequeno conjunto de casos de teste permite identificar os desafios e ajustar a estratégia conforme necessário. Criar modelos de teste e validá-los é fundamental para que os testes sejam eficientes.  Com base nessa proposta, os testes automatizados passam a ser confiáveis e capazes de identificar efetivamente novos defeitos no software. 9) Engaje as lideranças da empresa, assegurando que as mudanças necessárias aos projetos sejam realmente priorizadas Com o intuito de garantir o sucesso dos testes automatizados, é importante envolver as lideranças da empresa para assegurar que as modificações necessárias sejam devidamente priorizadas. Atividades como alocação de recursos adequados, estabelecimento de metas claras e apoio necessário para implementar e manter os testes automatizados fazem parte dessa dinâmica. 10) Estabeleça uma rotina de treinamentos com a equipe de testes Manter a equipe de testes atualizada e capacitada é fundamental para o sucesso das suas ações. Estabelecer uma rotina de treinamentos auxilia a equipe a se familiarizar com as ferramentas e com as práticas mais recentes e se preparar para enfrentar os desafios do teste de software automatizado. 11) Documente, registre e produza relatórios com as métricas certas Documentar, registrar e produzir relatórios com as métricas certas é essencial para avaliar a eficácia dos testes automatizados.  Métricas como taxa de automação, taxa de falhas por plataforma e tendências no tempo médio de falhas, por exemplo, podem compor os dados finais da atividade. Tais indicadores ajudam a identificar áreas de melhoria e garantir a qualidade do software ao longo do tempo. 12) Atualize bibliotecas e dependências Manter as bibliotecas e dependências atualizadas é fundamental para garantir a eficácia dos testes automatizados. Isso ajuda a evitar problemas de compatibilidade e ratifica que os testes estejam alinhados com as últimas atualizações e melhorias nas ferramentas e tecnologias utilizadas. 13) Estude e refatore os códigos de testes para aprimorar o desempenho deles Estudar e refatorar os códigos de teste é uma prática importante para melhorar o desempenho dos testes automatizados.  Pode-se considerar desde o processo de identificar e corrigir possíveis falhas até o ato de otimizar o código para tornar os testes mais eficientes e confiáveis. 14) Saiba como desenvolver a aplicação do teste de software manualmente Apesar da importância dos testes automatizados, é fundamental reconhecer que a tecnologia não os substitui integralmente. Por isso, é importante saber como desenvolver e aplicar testes de software manualmente, sobretudo em casos como testes exploratórios e avaliação da experiência do usuário.  Combinar ambos os tipos de teste é essencial para garantir uma cobertura completa e eficaz dos testes de software. Além disso, cabe ressaltar que os testes manuais podem ser mais bem aperfeiçoados, enquanto os automatizados são bons em processos longos e repetitivos. 15) Considere a integração de teste de automatização aos pipelines CI/CD  A integração de testes automatizados aos pipelines CI/CD (Integração Contínua/Entrega Contínua) é crucial para manter a qualidade do software em todas as fases do seu ciclo de desenvolvimento.  Ao incorporar testes automatizados aos pipelines, os desenvolvedores podem identificar rapidamente problemas e assegurar a estabilidade do software, da integração até a implantação. Essa prática promove uma cultura de qualidade, colaboração e entrega contínua, acelerando o ciclo de desenvolvimento e garantindo a confiabilidade do produto final. 16) Priorize a clareza dos testes  Ao desenvolver testes automatizados, é crucial garantir que eles sejam fáceis de entender, manter, atualizar e que possuam uma boa documentação. Ou seja, é fundamental seguir boas práticas de codificação, como escrever testes claros e concisos, utilizar nomes descritivos para os casos de teste e modularizar o código de teste para evitar repetições desnecessárias.  Priorizar esse aspecto dos testes ajuda a garantir que a suíte de testes permaneça eficaz e relevante ao longo do ciclo de vida do software. ➡️ Você também pode gostar: O que é arquitetura de microsserviços e quais são seus principais benefícios? ______________________________________________ ESR: a sua fonte de conhecimento e treinamento em TI Gostou deste conteúdo e quer tê-lo sempre com fácil acesso? Baixe gratuitamente o infográfico “7 boas práticas em testes de softwares automáticos para 2024”, que compila as principais informações em um layout dinâmico e de fácil entendimento. Além disso, acompanhe as trilhas de conhecimento da Escola Superior de Redes, empresa líder em ensino e aprendizado de TI.  No curso Gestão de Projetos de Teste de Software (EaD), por exemplo, você se prepara para  cargos de liderança ou de função relevante em projetos de testes de software, tomando como base padrões internacionais (ISO, IEEE e PMI) para projetos desse tipo, bem como sólida bibliografia disponível em português.   Conheça a ementa aqui!


    27/05/2024
  • Ferramentas de desenvolvimento web
    Desenvolvimento de Sistemas

    Ferramentas de desenvolvimento web: o que utilizar na rotina de TI?

    Com início marcado pelo World Wide Web (www), de Tim Berners-Lee, na década de 1990, o desenvolvimento web refere-se à criação de interfaces digitais funcionais e eficientes empregadas em sites, aplicativos e sistemas acessados pela internet.  Dessa forma, esse desenvolvimento pode ser definido como um conjunto de atividades e processos utilizados para colocar o projeto desse ecossistema digital em prática, incluindo as fases de design e da parte visual (fron-tend) e de lógica e das funcionalidades dessas tecnologias (back-end), além da integração entre esses elementos (full stack) e da manutenção do projeto.  Para que isso seja possível, diversos especialistas de TI estão envolvidos na atividade, sendo as principais profissões da área definidas da seguinte forma:  Todas devem garantir, de forma coesa e integrada, que os sistemas desenvolvidos sejam eficientes, atrativos e capazes de proporcionar experiências positivas para o usuário final.  Tem interesse em alguma dessas especializações? Continue conosco para entender outros aspectos do desenvolvimento web, como as suas principais ferramentas e linguagens de programação.  ❗ Você também pode gostar – 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024  O cenário de tendências para o desenvolvimento web em 2024 Entre as principais tendências para desenvolvimento web, a IA generativa desponta como uma das mais promissoras. De acordo com as previsões do Gartner, “até 2026, a IA generativa alterará significativamente 70% do design e do esforço de desenvolvimento de novos aplicativos da web e de aplicativos móveis”. Além disso, a preferência por soluções personalizadas em vez de produtos prontos também destaca a importância do profissional que une expertises técnicas ao olhar apurado para a UX (experiência do usuário).  Conseguimos listar, ainda, outras tendências para a área. Veja quatro delas, segundo o CSP Tech. 1. Inteligência artificial (IA) e Machine learning (ML)  Tanto para o desenvolvimento web quanto para o mobile, as duas tecnologias continuarão desempenhando um papel de destaque.  Seja no caso da IA, para chatbots, personalização de conteúdo, por meio da leitura de comportamento do usuário, ou na perspectiva do ML, para uma análise de dados cada vez mais sofisticada e em larga escala, torna-se bastante evidente que essas ferramentas fazem parte do dia a dia dos especialistas na área e tendem a potencializar o desenvolvimento web, refletindo uma experiência do usuário mais aprimorada.   2. Desenvolvimento progressivo O chamado desenvolvimento progressivo (Progressive Web Apps – PWA) é uma aposta interessante para essa especialidade. Na prática, a tecnologia opera por meio de uma aba simples no navegador, que se torna “progressivamente mais app” com a interação dessa interface com o usuário. Ou seja, o desenvolvedor pode adicioná-lo a uma página inicial e observar a aquisição de funções que não existiam anteriormente, por meio da relação ferramenta × usuário.  Como exemplo dessa situação temos a implementação de funções exclusivas de aplicativos nativos, como geolocalização e permissão para uso quando a pessoa não está on-line, entregando uma experiência positiva e aproximada à de um aplicativo comum.  Essa tendência reduz o tempo e os recursos necessários para o desenvolvimento web, sendo esta uma das suas principais vantagens.  3. Desenvolvimento sem código Outra relevante tendência para a área é a popularização das ferramentas de desenvolvimento sem código, que democratiza e torna essa atividade mais acessível. Esta é considerada uma alternativa capaz de simplificar o processo de programação de aplicativos e sites, o que resulta na possibilidade de diferentes áreas do conhecimento – como marketing – experimentarem o universo do desenvolvimento.  4. Realidade aumentada (RA) e Realidade virtual (VR)  Duas tecnologias cada vez mais populares, inclusive no desenvolvimento web. A RA atua na sobreposição de elementos digitais aos do mundo offline, otimizando a experiência do usuário. Pode ser empregada em diversas áreas, por exemplo, no varejo, para que os consumidores testem o que vão comprar, por meio de uma perspectiva visual. Por outro lado, a RV é responsável por criar ambientes totalmente imersivos, por exemplo, para jogos, treinamentos, simulações etc. Ambas as ferramentas são previstas para fazer parte da rotina e dos projetos de desenvolvimento web de forma cada vez mais consistente.    ❗ Leia também – Tipos de desenvolvimento de aplicativos móveis: qual é o melhor e como aprender?  Exemplos de ferramentas e tecnologia para desenvolvimento web Para o desenvolvimento web, diversas ferramentas, linguagens de programação e tecnologia são utilizadas, com o objetivo de programar interfaces digitais funcionais e atrativas. A seguir, estão alguns exemplos de cada categoria. Ferramentas de desenvolvimento web Linguagens de programação de desenvolvimento web ❗Baixe o nosso e-book gratuito – Guia linguagem de programação: conceitos, as mais utilizadas e o passo a passo para começar na carreira  Tecnologias e frameworks de desenvolvimento web Essas ferramentas, linguagens e frameworks são amplamente utilizados por desenvolvedores web para criar e manter diversos tipos de projeto on-line, desde simples sites estáticos até aplicativos web complexos e sistemas dinâmicos. _________________________________________________________________ Fique por dentro de outras novidades em TI Acompanhe o lançamento semanal de conteúdos da Escola Superior de Redes (ESR) sobre o universo da TI nas mais diversas frentes.  Para isso, acesse o nosso #Blog e baixe os nossos materiais gratuitos para conhecer um conteúdo comprometido com a qualidade e com a disseminação de conhecimento na área. Além disso, conheça todos os nossos cursos da trilha de formação em desenvolvimento de sistemas – 6 possibilidades para você dar o start necessário na sua carreira.


    17/05/2024
  • Machine Learning e Inteligência Artificial em TI
    Ciência de Dados

    Machine learning e inteligência artificial na área de TI: o que esperar do futuro?

    Assim como a internet 5G, o machine learning (ML) e a inteligência artificial (IA) representam avanços digitais significativos na forma como a sociedade moderna se estrutura.  Embora não sejam necessariamente recentes (visto que a IA, por exemplo, foi mencionada pela primeira vez ainda na década de 1950), foi apenas depois da pandemia de Covid-19 e do necessário isolamento social que tais tecnologias tomaram contornos sem precedentes. A partir desse momento, o on-line e o offline se integraram de forma cada vez mais fluida, transformando atividades complexas em meros casos de rotina.   Depois de um período de expansão inédito em 2023, estima-se que as IAs causem um impacto econômico global de US$ 4,4 trilhões até 2040.  O sucesso dessas tecnologias cria grandes expectativas, assim como acende alertas sobre quais caminhos o mercado tomará a partir de agora.  Neste conteúdo, vamos abordar como o machine learning (ML) e a inteligência artificial (IA) podem influenciar as áreas de TI. Boa leitura!  ❗ Leia também – Estratégia de inovação: por que a ousadia é importante no ambiente corporativo? O que é inteligência artificial?  Inteligência artificial, IA ou AI (do inglês artificial intelligence) refere-se a um conjunto de ferramentas digitais que permite que sistemas eletrônicos simulem a “inteligência e o comportamento humanos”, por meio da análise e compreensão dos dados e de seus padrões.  De forma resumida, falar em inteligência artificial é também pensar na capacidade, cada vez mais avançada, de máquinas e dispositivos gerarem interações de tipos diversos, para os mais diferentes fins, com base em dados armazenados e em seus emissores. Assim, o objetivo da IA é atuar para além da observação simples de dados e para além da programação de ordens específicas. A IA deve ser capaz de perceber o ambiente no qual está inserida para gerar resultados significativos, de forma independente e totalmente conectada com esse universo enorme de bancos de dados. Para isso, são usados machine learning, deep learning, processamento de linguagem natural e ciência de dados, entre outros avanços tecnológicos. A inteligência artificial se caracteriza, portanto, pela possibilidade de as máquinas adquirirem a habilidade de reproduzir competências humanas, como raciocínio, planejamento, criatividade, aprendizagem e até mesmo interações. Segundo o Google Trends, o termo tem se popularizado nos últimos cinco anos, refletindo a integração da tecnologia ao dia a dia da sociedade. Porém, a inteligência artificial foi cunhada há mais tempo do que isso, mesmo que em outros contextos e condições. Foi em 1955, quando o professor de matemática do Dartmouth College, John McCarthy, usou a nomenclatura pela primeira vez. ❗ Leia também – Reflexos da IA na cibersegurança: você conhece o potencial dessa relação?  O que é machine learning?  Em tradução livre do inglês, o termo carrega o significado de “aprendizado de máquina”, que pode ser entendido como um método de análise de dados que automatiza a construção de modelos analíticos.  Com base nessa aplicação, compreende-se que o conceito está diretamente ligado a um ramo da inteligência artificial fundamentado na ideia de que sistemas podem aprender com dados, identificar padrões e tomar decisões com o mínimo de intervenção humana. Como as plataformas digitais, os sistemas de internet das coisas e outras inovações já conseguem fazer.  De modo geral, pode-se dizer que machine learning é uma tecnologia por meio da qual os computadores têm a capacidade de aprender de acordo com as respostas esperadas, com base em associações de diferentes dados, os quais podem ser imagens, números e tudo que essa tecnologia possa decodificar.  Qual a diferença entre ML e IA? Embora estejam diretamente conectados, a IA e o ML não são a mesma coisa. Por isso, é importante destacar os pontos de divergência entre essas tecnologias, a fim de assegurar uma compreensão integral dos termos.  Enquanto a IA é um conceito mais amplo que aborda a capacidade de uma máquina ou sistema detectar, motivar, agir ou se adaptar como um humano, o ML refere-se a uma aplicação de IA que permite às máquinas extrair conhecimento dos dados e aprender com eles de maneira autônoma.  Podemos visualizá-las em uma dinâmica análoga ao estudo dos conjuntos: o ML está contido na IA. Ou seja, a IA é abrangente, cobre uma ampla variedade de abordagens e algoritmos específicos; já o machine learning é mais específico, ou seja, é uma tecnologia ligada a esse escopo genérico, porém, com associações outras, tais quais aprendizado profundo, robótica, sistemas de especialistas e processamento de linguagem natural. A inteligência artificial abrange a ideia de uma máquina que pode imitar a inteligência humana. O ML tem como objetivo ensinar uma máquina a realizar uma tarefa específica e fornecer resultados precisos, identificando padrões.  Existem ainda outras diferenças significativas entre essas ferramentas, de acordo com o Google: Inteligência artificial Machine learning A IA permite que uma máquina simule a inteligência humana para resolver problemas. O ML permite que uma máquina aprenda de maneira autônoma com dados passados. O objetivo é desenvolver um sistema inteligente capaz de realizar tarefas complexas. O objetivo é criar máquinas que possam aprender com dados para aumentar a precisão da saída. Criamos sistemas que podem resolver tarefas complexas, como uma intervenção humana. Treinamos máquinas com dados para realizarem tarefas específicas e fornecerem resultados precisos. A IA tem ampla gama de aplicativos. O machine learning tem escopo limitado de aplicativos. A IA usa tecnologia em um sistema para imitar as tomadas de decisão humanas. O ML usa algoritmos de autoaprendizado para produzir modelos preditivos. A IA funciona com todos os tipos de dados: estruturados, semiestruturados e não estruturados. O ML só pode usar dados estruturados e semiestruturados. Os sistemas de IA usam lógica e árvores de decisão para aprender, raciocinar e se corrigir. Os sistemas de ML dependem de modelos estatísticos para aprender e podem fazer correções automaticamente quando fornecidos com novos dados. O contexto do machine learning e da inteligência artificial no presente No mercado como um todo, esses são avanços tecnológicos que figuram como verdadeiras promessas para a otimização de processos e a rentabilidade dos negócios. A exemplo disso, de acordo com um relatório da consultoria FrontierView, encomendado pela Microsoft, a inteligência artificial (IA) pode contribuir com o crescimento de 4,2% do PIB do Brasil até 2030. Diante desses resultados e tendo como pano de fundo o lançamento do ChatGPT pela OpenIA, o ano de 2023 foi marcado por uma corrida intensa das gigantes de tecnologia em busca da incorporação da IA em seus produtos:     Todas essas organizações se mantiveram proativas na esteira da adaptação a um novo contexto, no qual até os próprios usuários finais já utilizam as ferramentas da ML e IA no cotidiano.  Embora o ano de 2023 tenha sido marcado por esse escopo positivo, também foi o período que registrou algumas discussões importantes sobre o tema, como os protestos dos profissionais criativos contra a ferramenta e sua possível interferência nas vagas de trabalho e também a ausência de regulamentação para as novas tecnologias.  Como o machine learning e a inteligência artificial podem impactar o setor de TI? Veja 4 exemplos. O setor de TI não só respira as inovações e as transformações digitais como é o responsável por criá-las. Portanto, não é difícil entender que a IA e o ML já fazem parte da rotina de trabalho de equipes dessa área e tendem a se tornar cada vez mais abrangentes.  A computação cognitiva – que desenvolve mecanismos de previsão comportamental e fornece respostas rápidas para questões complexas que exigem um aprendizado contínuo – é um exemplo desse contexto.  No entanto, existem outros domínios nos quais a IA e o ML podem prosperar ou impactar a área de TI. Veja, a seguir, 4 competências:  1) Implicações na cibersegurança Com os novos contornos da transformação digital acelerada, profissionais de TI preveem que a IA generativa (a que produz conteúdo) seja capaz de transformar visceralmente a sociedade já nos próximos meses.  Embora tal popularização tenha ganhado força recentemente, a ferramenta já está presente há bastante tempo nas organizações, como nas análises de e-mails, que utilizam princípios de IA para fazer a detecção de spam. Ou seja, a IA, que já fazia parte da rotina dos especialistas em segurança da área de TI, agora será ainda mais empregada nesse ambiente, seja na perspectiva defensiva, seja no lado ofensivo, sendo o último o que mais tem se destacado.  A associação IA generativa + abordagens digitais ofensivas pode ocasionar o crescimento de ataques de engenharia social (aqueles capazes de hackear o próprio ser humano), visto que a tecnologia automatiza essa tarefa.  Até então, a engenharia social demandava a ação, a configuração e o gerenciamento humano contínuos. Com o advento da IA, essa lógica se altera e passa a viabilizar uma possível automatização da geração de golpes e ameaças e a torná-los ainda mais específicos.  Os phishings direcionados, por exemplo, podem ser produzidos automaticamente, em escala industrial. Há também a previsão do aumento de chamadas telefônicas com áudios sintéticos e da propagação da deep fake, entre outros modelos de ataque.  Nesse contexto, pelo menos por enquanto, nota-se que o uso da IA prevalece no lado ofensivo.  No defensivo, o desenvolvimento ainda é direcionado para ferramentas de correlacionamento de evento, análise de logs, análise de tráfego de redes e detecção de intrusão.  Porém, é preciso equilibrar essas forças e direcionar a IA generativa para o combate da sofisticação dos cibercrimes. O que os especialistas da ESR consideram é que, em breve, a IA será utilizada não só como um copilot para o invasor, como também representará um copilot para quem está preocupado com a segurança. Nas mãos de quem tem bons fundamentos e experiência de mercado, a IA é uma excelente ferramenta! 2) Otimização de tarefas manuais A IA e o ML têm o potencial de otimizar e automatizar tarefas manuais no setor de TI. Isso inclui processos como monitoramento de sistemas, gerenciamento de ativos de hardware e software, provisionamento de recursos em nuvem e resolução de problemas de infraestrutura.  Ao utilizar algoritmos inteligentes, as equipes de TI podem reduzir o tempo gasto em tarefas repetitivas e liberar recursos para atividades mais estratégicas e criativas. 3) Estabelecimento de sistemas autogerenciáveis A IA e o ML também podem impulsionar a criação de sistemas autogerenciáveis no setor de TI. Esses sistemas são capazes de monitorar, diagnosticar e corrigir problemas de forma autônoma, sem intervenção humana direta. Por exemplo, algoritmos de aprendizado de máquina podem ser implementados em sistemas de monitoramento de rede para identificar padrões de tráfego suspeitos e tomar medidas preventivas automaticamente. Com isso, há um aumento na eficiência operacional e um fortalecimento da resiliência e da segurança dos sistemas de TI. 4) Discussão sobre a regulação das ferramentas À medida que a inteligência artificial e o aprendizado de máquina se tornam integrados às operações de TI, surge a necessidade de uma discussão abrangente sobre a regulação dessas ferramentas. E questões éticas, de privacidade e segurança estão no centro desse debate em evolução. A regulação das ferramentas de IA e ML no setor de TI envolve a definição de padrões e diretrizes para seu desenvolvimento, implementação e uso responsável. Requisitos de transparência algorítmica, garantia de imparcialidade e equidade, proteção de dados sensíveis e prestação de contas por decisões automatizadas podem fazer parte desse mapeamento. Além disso, a regulação também aborda preocupações sobre o impacto dessas tecnologias na força de trabalho, incluindo questões relacionadas com a substituição de empregos, treinamento e requalificação de profissionais afetados. O diálogo entre governos, empresas, especialistas em tecnologia e sociedade civil é e será fundamental para desenvolver políticas e regulamentações que promovam o uso ético e responsável da IA e do ML no setor de TI, garantindo, ao mesmo tempo, a inovação contínua e a proteção dos direitos individuais e coletivos. ❗ Você também pode gostar: Por que uma empresa deve se preocupar com privacidade e ética no uso de dados e qual o papel do profissional de TI nesse cenário?  _________________________________________________ Além dessas áreas, o ML e a IA serão bastante utilizados nos processos de recrutamento e seleção em TI.   Fique por dentro de outras novidades em TI Acompanhe o lançamento semanal de conteúdos da Escola Superior de Redes (ESR) sobre o universo da TI nas mais diversas frentes.  Acesse o nosso #Blog e baixe nosso material gratuito para ter acesso a um conteúdo comprometido com a qualidade e com a disseminação de conhecimento na área.


    09/05/2024