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Governança de TI

  • Inovação em TI no setor público: critérios de maturidade
    Governança de TI

    Inovação em TI no setor público: critérios de maturidade

    A inovação em TI no setor público é frequentemente associada à digitalização de serviços, à adoção de plataformas eletrônicas e à implementação de novas ferramentas tecnológicas. No entanto, essa associação é insuficiente para explicar o conceito em sua integralidade. Em síntese, a inovação em TI no setor público é definida como um processo estruturante de reorganização administrativa baseado em infraestrutura tecnológica, governança de dados, interoperabilidade entre sistemas e qualificação técnica contínua. Não se trata apenas de informatizar procedimentos. Trata-se de redesenhar a forma como o Estado opera. Isso significa que a inovação não se limita ao uso de tecnologia nas empresas governamentais. Ela altera a forma como o poder público decide, executa e controla políticas públicas, impactando diretamente a eficiência administrativa, a transparência e a qualidade dos serviços prestados à população. O avanço recente dessa agenda ficou evidente tanto pela sistematização da Lei de TICs, anteriormente conhecida como Lei de Informática (Lei nº 8.248/1991), quanto pelas conclusões da última Pesquisa TIC Governo Eletrônico 2023, que indicou que 60% dos órgãos federais e 26% dos estaduais já investiam em treinamentos em inteligência artificial à época da coleta dos dados. Embora seja um número que trate especificamente de IA, ele revela algo mais profundo – a tecnologia passou a integrar o planejamento institucional de parte relevante da administração pública. Esse movimento, contudo, não pode ser confundido com maturidade digital. Investimento pontual em tecnologia não equivale, necessariamente, à capacidade institucional consolidada. A maturidade da inovação em TI no setor público depende essencialmente de fatores estruturais, como infraestrutura integrada, interoperabilidade real entre sistemas, governança consistente de dados, segurança da informação compatível com o volume de informações sensíveis tratadas pelo Estado e servidores tecnicamente preparados para sustentar ambientes complexos. Nesse cenário, emerge o ecossistema GovTech, um conjunto de soluções tecnológicas voltadas para a modernização da administração pública, desenvolvidas por órgãos governamentais ou por empresas especializadas que atuam em parceria com o poder público.  O termo designa não apenas a aplicação de tecnologia ao governo, mas a construção de um ambiente orientado à eficiência, transparência e geração de valor público. A inovação em TI no setor público, portanto, deve ser analisada sob critérios de maturidade. Envolve infraestrutura resiliente, governança robusta, segurança, integração sistêmica e capacitação técnica contínua. Sem esses elementos, há digitalização. Não há transformação estruturante. Neste artigo, analisaremos como a tecnologia tem redefinido a gestão pública, quais critérios efetivamente indicam maturidade institucional e por que a capacitação técnica se tornou o eixo central da consolidação do governo digital no Brasil. 💡 Você também pode gostar – Transformação digital em TI: como adotar novas tecnologias e metodologias para alavancar sua carreira  O que caracteriza a maturidade na inovação em TI no setor público? Se a inovação em TI no setor público não pode ser reduzida à simples digitalização de serviços, é necessário estabelecer critérios objetivos para avaliar seu grau de consolidação. Órgãos que operam com sistemas isolados, bases de dados fragmentadas e ausência de interoperabilidade permanecem nos estágios iniciais da maturidade digital.  A verdadeira modernização administrativa exige arquitetura tecnológica capaz de permitir a comunicação entre plataformas, o compartilhamento seguro de informações e a padronização de processos. Para que essa integração seja efetiva, os sistemas precisam estar preparados para se comunicar por meio de interfaces padronizadas, especialmente Application Programming Interfaces (APIs).  As APIs funcionam como camadas de intermediação que permitem que diferentes aplicações troquem dados e executem operações de forma controlada, documentada e auditável, sem a necessidade de acesso direto às bases internas de cada sistema. Na prática, a adoção de arquiteturas orientadas pelas APIs possibilita que órgãos distintos compartilhem dados de forma segura, preservando a autonomia operacional e respeitando os requisitos de proteção de dados e controle de acesso. Esse modelo reduz redundâncias, evita retrabalho e cria condições para a construção de serviços públicos integrados, nos quais o cidadão não precisa fornecer repetidamente as mesmas informações para diferentes entidades governamentais. Um processo que é potencializado pela adoção de ambientes em nuvem, que oferecem escalabilidade, alta disponibilidade e infraestrutura distribuída para sustentar integrações em larga escala. Plataformas cloud permitem que APIs sejam expostas, monitoradas e versionadas com maior facilidade, além de viabilizar mecanismos de autenticação, criptografia e auditoria que seriam mais complexos de implementar em infraestruturas locais isoladas. Sem essa base arquitetural orientada para a integração, composta por APIs bem documentadas e infraestrutura compatível com modelos híbridos ou em nuvem, a interoperabilidade tende a permanecer restrita a soluções pontuais, dificultando a consolidação de um ecossistema digital público verdadeiramente conectado. Não basta coletar informações em grande escala. É indispensável estruturar políticas claras de qualidade, classificação, proteção e uso estratégico dos dados públicos. A gestão orientada por evidências transforma a tomada de decisão e reduz desperdícios na execução de políticas públicas. A governança de dados, nesse contexto, sai de um tema exclusivamente técnico para atuar sob uma ótica da própria arquitetura institucional do Estado. Ela define quem pode acessar, modificar, compartilhar e validar informações, estabelece critérios de qualidade e determina como os dados devem ser preservados, auditados e descartados ao longo de seu ciclo de vida. Para estruturar esse conjunto de práticas, organizações públicas frequentemente recorrem a referenciais consolidados de gestão da informação e frameworks. É o caso, por exemplo, do Data Management Body of Knowledge (DAMA-DMBOK), desenvolvido pela Data Management Association. O guia de referência mundial organiza a gestão de dados em um conjunto integrado de áreas de conhecimento, incluindo governança, arquitetura de dados, qualidade, segurança, integração, metadados e gestão de documentos. Trata-se de um modelo que fornece uma visão sistêmica da informação, tratando dados como ativos organizacionais que exigem políticas, processos e responsabilidades formalmente definidos. Ao adotar estruturas dessa natureza, a administração pública passa a dispor de mecanismos para alinhar diferentes bases de dados, padronizar terminologias, controlar versões de informações e garantir rastreabilidade sobre alterações e acessos. Essa padronização é particularmente relevante em ambientes governamentais caracterizados por múltiplos órgãos, sistemas legados e necessidade constante de compartilhamento interinstitucional, nos quais a ausência de governança tende a gerar inconsistências, duplicidades e fragilidade na confiabilidade dos dados utilizados para a formulação de políticas públicas. A ampliação do ambiente digital expande também a superfície de risco. A consolidação do governo digital pressupõe práticas robustas de cibersegurança, gestão de identidades, criptografia e conformidade com a legislação de proteção de dados. Infraestruturas complexas não se sustentam sem profissionais capazes de operá-las, auditá-las e aprimorá-las. A transformação digital na gestão pública depende diretamente da qualificação contínua de servidores e gestores em temas como arquitetura de redes, computação em nuvem, segurança cibernética, análise de dados e inteligência artificial. Nesse ponto, a estratégia institucional encontra seu maior desafio. A tecnologia avança em ritmo acelerado. A estrutura pública, por sua vez, opera sob regras próprias, ciclos orçamentários definidos e elevada responsabilidade social. Sem formação especializada, o risco não é apenas de ineficiência. É de descontinuidade de projetos, vulnerabilidade tecnológica e desperdício de investimento público. Dessa forma, oestabelecimento do governo digital no Brasil exige mais do que aquisição de ferramentas, demandando o desenvolvimento de competências. Nesse contexto, acapacitação estruturada torna-se eixo estratégico. Instituições que atuam na formação técnica em redes, infraestrutura, segurança e governança digital passam a ocupar papel central na sustentação da inovação pública. É aqui que a parceria adequada faz diferença. A formação técnica contínua, alinhada às demandas reais da administração pública, é o que transforma investimento tecnológico em capacidade institucional duradoura. Modelo de maturidade da inovação em TI no setor público A inovação em TI no setor público pode ser analisada com base em estágios progressivos de consolidação institucional. A maturidade digital não ocorre de forma abrupta. Ela se desenvolve à medida que infraestrutura, governança, cultura organizacional e capacitação técnica evoluem de maneira integrada. A seguir, propõe-se um modelo analítico em quatro níveis. Nível 1) Digitalização operacional Neste estágio, há informatização de processos anteriormente físicos. Sistemas são implementados para substituir fluxos manuais, protocolos em papel e registros descentralizados. Embora represente um avanço inicial relevante, o ambiente ainda é fragmentado. Os processos se mantêm basicamente iguais. As b de dados não conversam entre si. A interoperabilidade é limitada. A governança de dados é incipiente. A inovação em TI no setor público, aqui, está centrada na eficiência operacional, mas ainda não impacta profundamente a formulação de políticas públicas. Nível 2) Integração sistêmica O segundo estágio é caracterizado pela estruturação de infraestrutura tecnológica e integração entre órgãos. Sistemas passam a compartilhar dados de forma estruturada. APIs e padrões de interoperabilidade são implementados. Surge preocupação consistente com a arquitetura de redes, disponibilidade, escalabilidade e continuidade de serviços. A governança de dados começa a se estruturar. A segurança da informação deixa de ser acessória e passa a compor o planejamento institucional. Nesse ponto, a inovação em TI no setor público já produz ganhos relevantes em eficiência administrativa e transparência. Nível 3) Governança orientada por dados No terceiro nível, a tecnologia deixa de ser suporte e passa a orientar decisões. Análise de dados, inteligência artificial, painéis de monitoramento em tempo real e indicadores preditivos passam a apoiar o planejamento e a execução de políticas públicas. A gestão pública torna-se baseada em evidências. Orçamento, saúde, educação e segurança passam a ser monitorados com métricas consolidadas. Esse estágio exige infraestrutura robusta, segurança cibernética avançada e profissionais qualificados em ciência de dados, redes, computação em nuvem e arquitetura de sistemas. Sem capacitação técnica contínua, esse nível não se sustenta. Nível 4) Inovação estruturante e cultura digital O estágio mais avançado da inovação em TI no setor público é caracterizado pela internalização da cultura digital. A tecnologia passa a ser considerada desde a concepção das políticas públicas. Projetos já nascem interoperáveis. A gestão de riscos tecnológicos é integrada à governança institucional. O ecossistema GovTech é incorporado estrategicamente, com parcerias entre governo, empresas e centros de pesquisa. A maturidade aqui não depende apenas de ferramentas. Depende de formação técnica permanente, atualização constante e desenvolvimento de lideranças capazes de conduzir ambientes tecnológicos complexos. Onde está o setor público brasileiro? Os dados da Pesquisa TIC Governo Eletrônico 2023 indicam movimento consistente rumo aos níveis dois e três em parte dos órgãos federais. Entretanto, a heterogeneidade entre esferas e regiões revela que a maturidade ainda é desigual. Infraestrutura limitada, restrições orçamentárias e escassez de capacitação técnica continuam sendo fatores que impedem a consolidação plena da inovação em TI no setor público. A transformação digital na gestão pública, portanto, não é uma meta abstrata. É um processo que exige planejamento estruturado e desenvolvimento de competências. Infraestrutura pode ser adquirida. Softwares podem ser contratados. Capacidade institucional, não. O fortalecimento da inovação em TI no setor público depende, então, da formação técnica de servidores e gestores capazes de: Sem esse domínio, a transformação digital se torna frágil e dependente de fornecedores externos. É nesse ponto que a capacitação especializada deixa de ser complementar e passa a ser estratégica. Instituições dedicadas à formação técnica avançada em redes, infraestrutura, segurança da informação e governança digital assumem papel central na consolidação do governo digital. A inovação em TI no setor público atinge a maturidade quando tecnologia e conhecimento avançam no mesmo ritmo. Afinal, como desenvolver maturidade em inovação em TI no setor público? Se a inovação em TI no setor público pode ser analisada por níveis de maturidade, é preciso elaborar “como avançar de um estágio operacional para um estágio estruturante?” A evolução depende de três movimentos coordenados: planejamento estratégico de TI, estruturação de governança digital e capacitação técnica contínua. Sem essa tríade, a modernização administrativa tende a se fragmentar. A seguir, apresenta-se um quadro sintético que associa os níveis de maturidade, as características institucionais e as competências técnicas necessárias. Maturidade e competências na inovação em TI no setor público Nível de maturidade Características institucionais Riscos comuns Competências técnicas necessárias Nível 1 – Digitalização Operacional  Informatização de processos isolados; sistemas não integrados. Fragmentação de dados; retrabalho; baixa escalabilidade. Fundamentos de redes; infraestrutura básica; suporte técnico estruturado. Nível 2 – Integração Sistêmica Interoperabilidade parcial; consolidação de infraestrutura. Vulnerabilidades de segurança; dependência de fornecedores. Arquitetura de redes; computação em nuvem; segurança da informação. Nível 3 – Governança Orientada por Dados Uso estratégico de dados; painéis de monitoramento; IA aplicada. Risco regulatório; falhas de governança de dados. Governança de TI; gestão de identidades; proteção de dados; análise de dados. Nível 4 – Inovação Estruturante Cultura digital internalizada; planejamento tecnológico integrado às políticas públicas. Obsolescência tecnológica; descontinuidade por falta de capacitação. Estratégia digital; cibersegurança avançada; arquitetura escalável; liderança técnica. A leitura da tabela evidencia que cada avanço na inovação em TI no setor público amplia exponencialmente a complexidade técnica envolvida. Isso significa que a maturidade institucional está diretamente vinculada ao desenvolvimento de competências especializadas. Não se trata de contratar soluções tecnológicas, mas de formar quadros técnicos capazes de: A transformação digital na gestão pública é, antes de tudo, um desafio de conhecimento.  O papel da capacitação estruturada na consolidação do governo digital A inovação em TI no setor público atinge a maturidade quando a tecnologia não é dependente de iniciativas individuais, sendo sustentada por política institucional de formação. A capacitação especializada assume caráter estratégico nesse sentido. A Escola Superior de Redes atua justamente na formação técnica voltada para ambientes complexos de redes, infraestrutura, segurança da informação e governança digital, áreas que sustentam os níveis mais avançados de maturidade apresentados anteriormente. Sua atuação está vinculada à RNP, organização responsável por conectar instituições de ensino e pesquisa no Brasil e por desenvolver soluções avançadas em infraestrutura de redes. Essa expertise técnica se reflete na estrutura curricular e nas trilhas de capacitação oferecidas. Para órgãos públicos que desejam avançar nos níveis de maturidade digital, a capacitação não pode ser episódica. Ela precisa ser: A consolidação do governo digital no Brasil depende da convergência entre tecnologia, política pública e formação técnica especializada. A inovação em TI no setor público não se sustenta apenas com ferramentas. Sustenta-se com pessoas capacitadas para operá-las estrategicamente. Conclusão  A inovação em TI no setor público é um processo progressivo de amadurecimento institucional. Digitalizar é apenas o primeiro passo. Integrar, governar dados e consolidar a cultura digital são estágios que exigem infraestrutura robusta e qualificação técnica contínua.  O avanço rumo ao governo digital depende de planejamento estruturado e desenvolvimento de competências. Organizações públicas que investem em formação técnica consistente aumentam sua capacidade de sustentar a inovação, reduzir os riscos tecnológicos e entregar serviços públicos mais eficientes e seguros Se o seu órgão busca avançar nos níveis de maturidade da inovação em TI no setor público, é fundamental investir em capacitação técnica alinhada às demandas reais da administração pública.Conheça as trilhas de formação da Escola Superior de Redes e prepare sua equipe para liderar a transformação digital com base técnica sólida.


    26/03/2026
  • Escolher a formação em TI certa exige entender as áreas da tecnologia, avaliar fundamentos técnicos e planejar o desenvolvimento profissional contínuo.
    Governança de TI

    Cinco passos para escolher a melhor formação em TI para 2026

    Escolher uma formação em TI sempre foi uma decisão sensível, mas o cenário atual ampliou significativamente o peso dessa resolução.  A tecnologia – que antes era um campo essencialmente delimitado por funções estanques – passou a operar como um ecossistema interdependente, no qual infraestrutura, redes, dados, segurança, desenvolvimento, computação em nuvem e inteligência artificial evoluem de maneira simultânea e conectada.  Nesse contexto, a formação profissional se apresenta não só como um requisito de entrada, mas como um fator que influencia diretamente a consistência técnica, a capacidade de evolução na carreira e o nível de relevância do profissional nas organizações. Você sabe como escolher o modelo de capacitação adequado para sua carreira ou time? A seguir, reunimos informações essenciais para que essa tarefa não seja mais um desafio operacional na sua rotina.  Cenário da TI moderna em 2026 Antes de esmiuçarmos os passos práticos dessa dinâmica, é importante compreender a complexidade por trás do contexto da tecnologia atual. Como dissemos anteriormente, a TI moderna precisa atender a várias frentes, de modo simultâneo, eficaz, ágil e em um estágio contínuo.  Essa característica ajuda a explicar por que tantos profissionais relatam insegurança ao escolher cursos de TI ou definir um caminho de especialização. Afinal, embora a oferta de formações cresça em ritmo acelerado, nem sempre acompanha a profundidade técnica exigida pelo ecossistema de negócios.  Ao mesmo tempo, as exigências corporativas tornam-se cada vez mais sofisticadas: empresas buscam profissionais capazes de compreender arquiteturas, analisar impactos sistêmicos e tomar decisões técnicas que dialoguem com estratégia, risco e operação. Inclusive, os dados mais recentes do LinkedIn reforçam esse movimento. O levantamento de empregos em alta para 2026 mostra que funções ligadas a tecnologia, dados, engenharia e uso intensivo de ferramentas digitais concentram a maior parte das posições com crescimento acelerado no Brasil.  Confira o ranking completo de carreiras em TI em crescimento para 2026 A seguir, no ranking geral elaborado pelo LinkedIn*, há diversas carreiras voltadas para a tecnologia: *Mais de 50% das atuações elencadas têm relação direta com tecnologia, engenharia, dados ou uso intensivo de ferramentas digitais. Na prática, tal ranking demonstra, com base na valorização de cargos como engenheiro(a) de inteligência artificial, especialista em dados e engenheiro(a) de confiabilidade, um mercado que valoriza a formação técnica sólida, a capacidade analítica e o domínio conceitual, e não apenas a familiaridade superficial com ferramentas.Diante desse cenário, escolher a formação em tecnologia da informação exige um olhar mais estratégico. Como escolher uma formação em TI em 5 passos práticos? O ponto de partida não está na lista de cursos disponíveis, mas na compreensão do próprio contexto profissional.  Passo 1) Avaliar o nível de maturidade técnica Avaliar o nível de maturidade técnica, as experiências acumuladas, as lacunas reais de conhecimento e as direções desejadas para a carreira permite filtrar opções formativas com mais precisão. Sem esse diagnóstico, o risco é investir tempo e recursos em formações que não dialogam com a trajetória profissional, nem com as exigências do mercado. Passo 2) Compreender as áreas de atuação da TI Outro aspecto decisivo envolve a compreensão das áreas de atuação em TI. Apesar de frequentemente tratada como um bloco único, a tecnologia abriga campos com lógicas, desafios e requisitos bastante distintos.  Infraestrutura e redes demandam domínio de sistemas, protocolos, disponibilidade e automação; segurança da informação exige entendimento profundo de riscos, controle e resposta a incidentes; dados e inteligência artificial pressupõem base matemática, estatística e capacidade de modelagem; desenvolvimento envolve arquitetura de software, qualidade de código e manutenção de sistemas complexos.  Cada uma dessas áreas demanda um caminho de formação específico, e ignorar essas diferenças compromete a efetividade do aprendizado. Passo 3) Observar a qualidade dos cursos de TI disponíveis Nesse processo, a análise da qualidade dos cursos de TI disponíveis torna-se fundamental. Uma formação relevante precisa oferecer mais do que apresentações conceituais ou tutoriais rápidos.  A profundidade do currículo, a articulação entre teoria e prática, a atualização do conteúdo e a proximidade com problemas técnicos reais são fatores que determinam se o aprendizado será transferível para o ambiente profissional.  Cursos excessivamente genéricos tendem a gerar conhecimento frágil, difícil de sustentar diante de desafios concretos. Passo 4) Observar os fundamentos técnicos adotados Há ainda um ponto frequentemente negligenciado: a centralidade dos fundamentos técnicos. Tecnologias mudam, ferramentas se renovam, mas princípios permanecem.  Os profissionais que constroem sua formação sobre bases sólidas, como sistemas operacionais, redes, arquitetura de computadores, lógica, segurança e dados, desenvolvem maior autonomia técnica e capacidade de adaptação. Esse tipo de formação não limita o profissional a um recorte específico do mercado, mas amplia suas possibilidades de atuação e evolução. Passo 5) Priorizar formação em TI continuada (lifelong learning) A escolha da formação em TI também precisa considerar o caráter contínuo do desenvolvimento profissional.  Em tecnologia, a formação não se encerra com um curso ou uma certificação. Ela se constrói ao longo do tempo, por meio de atualização constante, revisão de conceitos, aprofundamento técnico e exposição a novos contextos.  Essa perspectiva é coerente com um mercado que se transforma rapidamente e exige profissionais capazes de aprender, desaprender e reaprender com consistência. É nesse ponto que iniciativas de formação estruturada ganham relevância.  Instituições como a Escola Superior de Redes (ESR) desenvolvem conteúdos voltados para a capacitação técnica aprofundada, alinhados às demandas reais do mercado e ao cotidiano de profissionais que lidam com ambientes complexos. Além dos cursos, materiais gratuitos funcionam como instrumentos estratégicos para orientar decisões formativas, revisar fundamentos e apoiar a construção de trilhas de aprendizado mais conscientes. Resumo sobre como escolher a melhor formação em TI em 2026 Escolher a formação certa em TI, portanto, não é uma decisão isolada, nem intuitiva. Trata-se de um processo que articula contexto profissional, compreensão das áreas de atuação, análise crítica das ofertas de formação e compromisso com o desenvolvimento contínuo.  Em um mercado cada vez mais técnico, conectado e exigente, essa escolha influencia diretamente a relevância, a longevidade e a consistência da carreira em tecnologia. Por que a ESR oferece as melhores trilhas de conteúdo e formação em TI do mercado atual? Ao longo deste artigo, ficou claro que escolher uma formação em TI exige muito mais do que avaliar a carga horária ou a popularidade de cursos. Exige profundidade técnica, conexão com problemas reais e alinhamento ao ecossistema que sustenta a infraestrutura digital do país. A Escola Superior de Redes (ESR) se diferencia exatamente por isso Nascemos em um contexto singular: para sermos uma escola de tecnologia da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), organização responsável por operar uma das infraestruturas de rede mais críticas e complexas do Brasil, conectando universidades, centros de pesquisa, hospitais, instituições públicas e projetos estratégicos de ciência e inovação. Isso significa que a formação oferecida pela ESR não é pensada com base nas tendências superficiais de mercado, mas construída sobre operações reais de redes, segurança, infraestrutura, serviços digitais e ambientes de alta disponibilidade. Os conteúdos refletem desafios concretos enfrentados diariamente em ambientes que exigem confiabilidade, escala, desempenho e governança técnica. Outro diferencial central está no modelo pedagógico. As trilhas de formação da ESR são estruturadas sobre fundamentos sólidos, redes, sistemas, protocolos, arquitetura, segurança e avançam de forma progressiva para temas especializados, sempre conectando teoria, prática e contexto operacional. Isso permite que profissionais não apenas aprendam o que fazer, mas compreendam por que fazem e quais impactos técnicos suas decisões produzem. Além disso, a ESR atua fortemente na formação continuada, respeitando a lógica de evolução constante da tecnologia. Cursos, programas avançados e materiais gratuitos funcionam como partes de uma mesma estratégia: apoiar profissionais e equipes na construção de autonomia técnica, maturidade conceitual e capacidade de adaptação ao longo do tempo. Para organizações, líderes técnicos e profissionais que precisam tomar decisões críticas em ambientes complexos, essa abordagem faz toda a diferença. Acesse todos os cursos de TI da ESR e construa uma formação em TI alinhada aos fundamentos técnicos que sustentam as redes, os serviços e a infraestrutura digital do Brasil.


    12/03/2026
  • 17 materiais de TI gratuitos para quem precisa se atualizar em tecnologia
    Governança de TI

    17 materiais de TI gratuitos para quem precisa se atualizar em tecnologia

    Materiais de TI gratuitos precisam fazer parte da rotina profissional de qualquer pessoa que atua trabalha ou deseja atuar trabalhar em tecnologia da informação e, também, da de líderes que desejam implementar uma estratégia de gestão de conhecimento nos times corporativos.  Em um setor marcado por ciclos tecnológicos cada vez mais curtos, alta interdependência entre sistemas e rápida incorporação de novas arquiteturas, o aprendizado contínuo compõe a própria lógica de funcionamento do mercado. Infraestrutura, redes, desenvolvimento de sistemas, segurança da informação, dados, computação em nuvem e inteligência artificial evoluem de forma simultânea e interconectada.  Essa dinâmica impõe aos profissionais de TI a necessidade constante de revisar fundamentos, compreender novos modelos técnicos e acompanhar tendências que impactam diretamente decisões arquiteturais e operacionais. Uma leitura que não é apenas empírica. De acordo com um recente levantamento do Gartner, as principais tendências tecnológicas estratégicas para 2026 indicam um cenário em que a complexidade técnica se intensifica e a inteligência artificial passa a ocupar papel central nas estratégias corporativas. Tecnologias como plataformas nativas de IA, sistemas multiagentes, computação confidencial, segurança cibernética preventiva e rastreabilidade digital evidenciam um ambiente no qual competências isoladas não são mais suficientes. O próprio Gartner ainda destaca que essas tendências não representam apenas inovações pontuais, mas ferramentas essenciais para líderes e equipes de TI estabelecerem bases técnicas sólidas, orquestrarem sistemas inteligentes e protegerem o valor empresarial.  Em outras palavras, acompanhar esse movimento exige curiosidade tecnológica, método, repertório técnico e acesso a conteúdos confiáveis. Nesse contexto, materiais de estudo em TI, bem estruturados, – inclusive os gratuitos, desempenham um papel estratégico. Eles permitem que os profissionais organizem o aprendizado, compreendam tendências à luz dos fundamentos técnicos e conectem conhecimento teórico à prática cotidiana em ambientes cada vez mais distribuídos, automatizados e orientados por dados. Por isso, reunimos, neste conteúdo, o que você precisa saber sobre estudo contínuo em tecnologia e atualização profissional em TI. Aprendizado contínuo em TI como requisito estrutural do setor O ritmo de evolução da tecnologia da informação não impacta apenas ferramentas ou linguagens específicas. Ele altera, de forma contínua, a própria forma como sistemas são projetados, integrados e operados.  Arquiteturas antes consideradas estáveis agora exigem revisões frequentes, seja por mudanças regulatórias, seja por novas demandas de desempenho, segurança ou escalabilidade. Nesse cenário, o aprendizado contínuo em TI passa do aspecto do esforço pontual associado a certificações ou treinamentos esporádicos para o âmbito de um componente estrutural da atuação profissional.  A capacidade de compreender novas arquiteturas, interpretar tendências e avaliar impactos técnicos diferencia os profissionais que apenas reagem a mudanças daqueles que conseguem antecipá-las. Inclusive, as tendências apontadas pelo Gartner para 2026 reforçam esse diagnóstico. Plataformas de desenvolvimento nativas de IA, computação confidencial, sistemas multiagentes e segurança cibernética preventiva demandam profissionais com domínio técnico transversal. Ou seja, não basta conhecer uma única stack ou especialidade isolada: é preciso entender como infraestrutura, dados, segurança, cloud e automação se conectam. Nesse contexto, materiais de TI gratuitos, quando bem estruturados e tecnicamente consistentes, cumprem um papel estratégico.  Na prática, eles permitem acesso rápido a fundamentos, revisão de conceitos e atualização direcionada, funcionando como pontos de apoio para decisões técnicas mais complexas.  Veja também – KPIs na gestão de TI: guia estratégico para medir valor e resultados Por que materiais de TI gratuitos bem estruturados fazem diferença? Existe uma diferença relevante entre consumir informação solta e estudar com base em materiais organizados.  Em tecnologia, essa distinção impacta diretamente a qualidade do aprendizado. Artigos fragmentados, tutoriais desconectados ou conteúdos excessivamente superficiais dificilmente oferecem a base necessária para compreender arquiteturas, protocolos ou modelos operacionais mais complexos. Materiais de estudo em TI precisam cumprir alguns requisitos mínimos para serem efetivos:  Quando esses elementos estão presentes, mesmo conteúdos gratuitos conseguem gerar valor real, especialmente para profissionais que precisam conciliar estudo com rotinas operacionais intensas. Além disso, materiais gratuitos de TI funcionam como porta de entrada para aprofundamentos posteriores. Eles ajudam o profissional a identificar lacunas de conhecimento, validar interesses por determinadas áreas, como redes, segurança, cloud ou desenvolvimento, e estruturar um roadmap de aprendizado mais consistente. Os materiais de TI gratuitos da ESR se posicionam nesse sentido: como recursos técnicos aplicados, voltados à para a prática profissional e alinhados às demandas reais do mercado de tecnologia.  Veja também – Roadmap de aprendizado em TI: como colocar um em prática? Materiais de TI gratuitos para estudo e atualização técnica A seguir, reunimos uma curadoria de materiais de TI gratuitos, organizados por áreas estratégicas da tecnologia da informação. Cada conteúdo foi desenvolvido com foco técnico, aplicação prática e alinhamento com os desafios atuais do setor. Administração de Sistemas sistemas e Linux A administração de sistemas continua sendo uma base essencial para múltiplas áreas da TI, especialmente em ambientes cloud, DevOps e infraestrutura híbrida.  Nesse contexto, o domínio do Linux e de suas ferramentas operacionais é um requisito recorrente em projetos modernos. 1. 50 comandos Linux para executar agora! Infográfico prático com comandos essenciais para o dia a dia profissional, cobrindo: Baixe agora! 2. Administração de sistemas: como automatizar processos críticos para aumentar a eficiência? Material voltado para a automação de rotinas operacionais, redução de falhas manuais e ganho de produtividade em ambientes corporativos. Baixe agora! 3. Guia de ferramentas essenciais para o desenvolvimento de software DevOps Conteúdo focado na integração entre desenvolvimento, operações e automação de infraestrutura. Baixe agora! Redes, infraestrutura e computação em nuvem Redes e cloud seguem como pilares da transformação digital, exigindo profissionais capazes de compreender protocolos, arquiteturas distribuídas e novos modelos de conectividade. 4. Dez diferenças dos protocolos OSPF e BGP Infográfico comparativo entre dois dos principais protocolos de roteamento utilizados em redes corporativas e provedores. Baixe agora! 5. Computação em nuvem para a área de TI: o que você precisa saber para começar Material introdutório que conecta fundamentos técnicos de cloud às exigências do mercado atual. Baixe agora! 6. Edge Computing na prática: transformando dados em tomadas de decisão Conteúdo voltado à para computação distribuída, latência reduzida e processamento próximo à origem dos dados. Baixe agora! Segurança da informação e proteção de dados Com o avanço da digitalização, a segurança deixou de ser um domínio isolado. Ela atravessa redes, sistemas, dados e cloud, exigindo visão integrada e atualização constante. 7. Os principais ataques cibernéticos da atualidade e como se proteger Descubra quais são os eventos maliciosos que devem ter atenção das equipes de TI em 2026. Baixe agora! 8. Nove passos para implementar práticas de privacidade e segurança de dados em conformidade com regulações Guia prático para adequação técnica e organizacional às exigências regulatórias. Baixe agora! 9. Guia de ferramentas para uma estratégia de arquitetura de malha de segurança cibernética (CSMA) Material alinhado às abordagens modernas de segurança distribuída. Baixe agora! 10. Tecnologia Blockchain: a revolução das transações e relações online Introdução técnica aos fundamentos e às aplicações da blockchain em ambientes corporativos. Baixe agora! Desenvolvimento de sistemas, métodos ágeis e UX O desenvolvimento de software segue em constante evolução, impulsionado por novas ferramentas, metodologias e expectativas de entrega contínua. 11. Checklist de deploy e entrega de projetos em TI Guia prático para entregas mais seguras, ágeis e com menos retrabalho. Baixe agora! 12. Frameworks na prática: como escolher e aplicar as melhores ferramentas Conteúdo voltado para a tomada de decisão técnica em projetos de software. Baixe agora! 13. UX na prática: passo a passo das interfaces de alta performance Material que conecta experiência do usuário, design e resultados de negócio. Baixe agora! 14. Scrum para iniciantes: o que você precisa saber para se especializar no framework Introdução estruturada aos fundamentos do Scrum e sua aplicação prática. Baixe agora! Inteligência artificial, dados e tendências tecnológicas A inteligência artificial e os dados ocupam posição central nas tendências tecnológicas para os próximos anos, exigindo atualização constante e visão estratégica. 15. Panorama da IA no mercado de TI nos próximos anos Análise das transformações trazidas pela IA e seus impactos técnicos. Baixe agora! 16. Ferramentas de IA para otimizar o dia a dia em TI Guia com mais de 15 tecnologias para apoiar produtividade e tomada de decisão. Baixe agora! 17. Cinco passos para estruturar um plano de recuperação de dados adequado Conteúdo essencial para resiliência operacional e continuidade de negócios. Baixe agora! Como escolher os materiais de aprendizagem em TI certos para você e seu time? O ideal é alinhar os conteúdos ao momento profissional, aos desafios técnicos enfrentados no dia a dia e aos objetivos de médio e longo prazo.  Materiais de TI gratuitos e bem estruturados permitem testar caminhos, reforçar fundamentos e construir repertório técnico com menor risco.  Com eles, o profissional consegue identificar quando é o momento de avançar para formações mais aprofundadas, especializações ou capacitações direcionadas. Próximo passo: transformar estudo em evolução técnica consistente Os materiais de TI gratuitos da ESR foram desenvolvidos para apoiar esse processo de aprendizado contínuo, oferecendo conteúdo técnico, aplicado e alinhado às demandas reais do mercado.  Se você busca evoluir com mais consistência ou deseja que seu time esteja preparado para as novas revoluções tecnológicas, vale explorar esses materiais e, quando fizer sentido, avançar para formações completas da Escola Superior de Redes, referência nacional em capacitação técnica em tecnologia da informação. Acesse todos os materiais de TI gratuitos da ESR e comece a estruturar sua evolução profissional em TI.


    05/03/2026
  • Cursos de Governança de TI
    Governança de TI

    Cursos de governança de TI imperdíveis para você se especializar!

    Já sabe quais cursos de governança de TI podem gerar resultados reais na sua carreira? Este guia vai ajudar você a estruturar um plano de estudos estratégico e adequado para o cenário digital moderno.  Em meio à transformação digital acelerada, ao uso intensivo de dados, à inteligência artificial e à pressão regulatória crescente, a tecnologia passou a sustentar diretamente riscos, contratos, conformidade legal, produtividade e reputação institucional. Sobretudo por meio da governança de TI, um campo responsável por organizar a complexidade do ambiente tecnológico, como rede de dados, infraestrutura e arquitetura digital.  Ela conecta estratégias, processos, pessoas, dados e tecnologia para garantir que decisões técnicas façam sentido do ponto de vista institucional, jurídico e econômico.  Em órgãos públicos, universidades, instituições de pesquisa, empresas reguladas e organizações que operam sob marcos como a LGPD e critérios ESG, controle externo e contratos complexos de TI, a governança de TI é ainda mais importante.  Nessas estruturas, falhas de planejamento, ausência de governança de dados ou má gestão de contratos rapidamente se transformam em prejuízo financeiro, responsabilização administrativa e perda de confiança. Dessa forma, a qualificação na área se apresenta como um requisito para os profissionais que desejam atuar com responsabilidade técnica e visão estratégica em 2026.  Saiba quais são os principais cursos da área neste artigo. Você vai ver por aqui: Governança de TI como resposta aos riscos reais da tecnologia Estudos recentes ajudam a entender por que governança é um dos temas essenciais dos próximos anos.  Por exemplo, um levantamento global da Workiva, com mais de 2.300 profissionais de finanças, auditoria, riscos e sustentabilidade, revelou que mais de 60% das organizações ainda não possuem dados confiáveis, políticas de governança bem definidas ou treinamento estruturado para uso de tecnologias avançadas, como IA. Nesse caso, o problema não é a ausência de tecnologia, mas a ausência de estrutura. Quando dados são fragmentados, contratos são mal planejados e decisões de TI não seguem diretrizes claras, a tecnologia deixa de gerar valor e passa a amplificar erros. Já outro estudo, conduzido pela TeamViewer, mostra o impacto direto dessa falta de governança na operação: profissionais perdem, em média, 1,3 dia de trabalho por mês lidando com falhas de TI, e 42% das empresas já registraram prejuízos financeiros diretos causados por fricção digital. Tais dados reforçam o papel relevante da governança de TI e da capacitação nesse campo.   Por que a ESR é referência em governança de TI A Escola Superior de Redes (ESR), iniciativa da RNP, ocupa um papel singular na formação em governança de TI no Brasil. Diferentemente de cursos genéricos, seu portfólio é construído com base na realidade de organizações públicas, instituições de ensino, pesquisas e ambientes corporativos altamente regulados. O diferencial está na combinação entre: Essa abordagem permite que o profissional compreenda os modelos e consiga aplicá-los de forma responsável, auditável e eficiente. Leia também: “Tipos de backup: saiba diferenciar os principais e qual implementar na sua empresa”   Os pilares da governança de TI e os cursos essenciais da ESR para 2026 A governança de TI se sustenta em pilares complementares. A seguir, estão os eixos mais estratégicos e os cursos da ESR que permitem desenvolver cada competência de forma estruturada. Planejamento estratégico e alinhamento institucional O planejamento é o ponto de partida da governança. Sem ele, a TI reage a demandas imediatas de forma operacional e perde a capacidade de gerar valor de longo prazo associada à estratégia da organização. Os cursos Planejamento e Gestão Estratégica de TI e Elaboração de PDTI (Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação) capacitam o profissional para alinhar investimentos, projetos e serviços de TI aos objetivos institucionais, respeitando as diretrizes legais, orçamentárias e estratégicas. Essas formações são especialmente relevantes para órgãos públicos, universidades e empresas que precisam justificar decisões técnicas com base em planejamento formal e indicadores mensuráveis. Frameworks de governança e tomada de decisão  A governança exige método. O curso Governança de TI com COBIT 2019 oferece uma visão estruturada sobre processos, papéis, responsabilidades e mecanismos de controle, permitindo avaliar o estado atual da TI e orientar decisões com base em valor, risco e recursos. O COBIT é amplamente utilizado por organizações que precisam demonstrar maturidade em governança, seja para auditorias ou órgãos de controle, seja para conselhos estratégicos. Gestão de serviços e eficiência operacional A entrega de valor da TI se materializa nos serviços. Os cursos de gerenciamento de serviços de TI, baseados nas boas práticas do ITIL, preparam os profissionais para estruturar catálogos de serviços, acordos de nível (SLAs), gestão de incidentes e melhoria contínua. Esse pilar é fundamental para reduzir fricções operacionais, aumentar a satisfação dos usuários e tornar a TI previsível e mensurável. Contratos, ativos e conformidade legal Governança também significa controle sobre recursos e responsabilidades. A ESR oferece formações específicas em Gestão de Contratos, Fundamentos de Gestão de Contratos Administrativos, Gestão de Ativos de TI e Planejamento de Contratações de TI, incluindo cursos direcionados ao Judiciário. Confira as opções EaD e presenciais, conforme a sua necessidade: Gestão de Contratos Fundamentos de Gestão de Contratos Gestão de Ativos de TI Planejamento e Gestão Estratégica de TI  Plano de Contratações Públicas de Bens e Serviços com Base na IN 94/2022 – SGD/ME Planejamento de Contratações de TI no Judiciário  Esses cursos são imprescindíveis para quem atua em ambientes públicos ou regulados, nos quais falhas contratuais geram riscos jurídicos diretos. Segurança da informação, LGPD e ESGA governança moderna incorpora vários temas, como proteção de dados, ética e sustentabilidade.  Para essas áreas, os cursos de governança de TI da ESR envolvem LGPD na Prática, que capacita gestores e profissionais para estruturar jornadas de adequação, enquanto a formação Relação entre ESG e Governança em TI conecta tecnologia à responsabilidade socioambiental e transparência. Esses temas são cada vez mais exigidos em auditorias, relatórios institucionais e processos decisórios de alto nível. São mais de dez cursos de governança de TI para você escolher como se especializar já no primeiro semestre de 2026 – modalidades EaD e presencial. Como escolher os cursos de governança de TI certos para sua trajetória? Antes de iniciar uma formação, é fundamental identificar qual é a maior lacuna da sua atuação atual: A navegação pela Trilha de Governança de TI da ESR permite visualizar essas formações de modo integrado, facilitando a construção de um plano de capacitação consistente. Resumo: áreas de governança e cursos recomendados Pilar da governança de TI Cursos da ESR indicados Benefício principal Planejamento estratégico Elaboração de PDTI | Planejamento e Gestão Estratégica de TI    Alinhamento entre TI e os objetivos institucionais Frameworks de governança Governança de TI com COBIT 2019 Decisão baseada em valor, risco e controle Serviços de TI Gerenciamento de Serviços de TI (ITIL) Eficiência operacional e previsibilidade Contratos Gestão de Contratos Redução de riscos jurídicos e financeiros Segurança e conformidade LGPD na Prática | ESG e Governança em TI Proteção de dados e responsabilidade institucional Ativos de TI Gestão de ativos de TI Inventário de ativos e informações, provendo mais gestão do ambiente tecnológico Conclusão A governança de TI ocupa o centro das decisões organizacionais. Em um ambiente marcado por dados sensíveis, contratos complexos, uso intensivo de tecnologia e pressão por resultados, a ausência de governança custa caro. Investir em cursos de governança de TI é investir em maturidade institucional, segurança jurídica e capacidade estratégica.  Profissionais preparados tomam decisões melhores, reduzem riscos e ampliam o valor entregue pela tecnologia. A ESR, em parceria com a RNP, oferece o portfólio mais completo do país para quem deseja se especializar com profundidade, responsabilidade e aplicação prática. ____________________ FAQ – Perguntas frequentes sobre cursos de governança de TI 1 – Governança de TI é só para gestores? Não. Analistas, servidores públicos e profissionais de contratos, segurança da informação e auditoria se beneficiam diretamente com essa formação. 2 – COBIT e ITIL competem entre si? Não. São complementares. O COBIT orienta a governança e a tomada de decisão; o ITIL foca a entrega e a melhoria dos serviços. 3 – Esses cursos são úteis para o setor público? Sim. O portfólio da ESR é especialmente alinhado às exigências legais, normativas e operacionais do setor público brasileiro. 4 – Vale a pena investir em governança de TI em 2026? Sim. A tendência é de aumento da regulação, da auditoria e da responsabilização técnica sobre decisões de tecnologia.


    05/02/2026
  • Gestão da Continuidade de Negócios
    Governança de TI

    Gestão da Continuidade de Negócios: 5 pontos relevantes para iniciar um projeto

    A Gestão de Continuidade de Negócios (GCN) deve ser uma das principais preocupações das empresas, tendo em vista que incidentes de segurança ocasionam prejuízos que estão além de questões financeiras, impactando a reputação da marca, a regulamentação de dados e a experiência do usuário. Quando uma organização enfrenta desafios associados a falhas e rupturas e não possui uma estratégia bem definida para mitigar incidentes, é comum que ela perca espaço para a concorrência, uma vez que o processo de retomada, após a ocorrência de um incidente grave, pode ser complexo e demorado.   Em tempos de aumento e sofisticação de crimes cibernéticos, eventos climáticos extremos e falhas operacionais imprevisíveis, pensar em resiliência deixou de ser uma opção. Trata-se de prioridade. Afinal, a questão não é mais “se” uma crise vai acontecer, mas “quando” ela vai bater à porta.  Para se ter uma ideia, nas enchentes que assolaram o estado do Rio Grande do Sul, em 2024, os sistemas de tecnologia do governo local foram afetados e, em consequência, os serviços disponibilizados para o cidadão foram prejudicados em função de problemas que impactaram o sistema de energia elétrica da instituição. Na ocasião, sites como os da Polícia Militar, do governo do estado e da Polícia Civil, bem como o do Tribunal da 4ª Região, ficaram fora do ar. A indisponibilidade de serviços dessa natureza expôs fragilidades que vão além da infraestrutura física.    Quando sistemas críticos ficam “fora do ar”, a população pode perder acesso a serviços essenciais, informações vitais, processos administrativos que são interrompidos, e a sensação de caos só aumenta. O impacto, nesses casos, não é apenas técnico, é social, político e humano.  Por isso, a Gestão de Continuidade de Negócios precisa estar no radar das organizações. Profissionais que atuam nas empresas têm papel estratégico na construção de ambientes resilientes, capazes de sustentar a operação, mesmo diante de eventos extremos.  Se você quer entender por onde começar e quais são os pilares essenciais dessa prática, listamos, a seguir, os 5 principais pontos sobre Gestão de Continuidade de Negócios que as organizações precisam considerar. Boa leitura!  Leia também – Reflexos da IA na cibersegurança: você conhece o potencial dessa relação?  Qual a definição de Gestão de Continuidade de Negócios? No webinar sobre o tema, produzido pela Escola Superior de Redes, Elba Vieira, especialista em segurança da informação, privacidade e proteção de dados, apresenta o conceito com base nas normas ISO internacionais:   Com base nesse entendimento, é possível compreender a Gestão de Continuidade de Negócios (GCN) como o processo de implementação e manutenção da continuidade de negócios para evitar perdas e se preparar para mitigar e gerenciar disrupções. Essa é a fórmula encontrada na norma ISO 22313:2020. Em outras palavras, a empresa precisa ser capaz de manter sua operação em níveis aceitáveis mesmo diante de falhas e incidentes. Para isso, é necessário um processo planejado e contínuo de ações que mapeiem riscos, prevejam eventos e orientem as equipes sobre o que fazer para contorná-los.   Essa tarefa pode ser facilitada pela implementação de um Sistema de Gestão de Continuidade de Negócios, que propõe um ciclo de melhoria contínua.  Sistemas de Gestão de Continuidade de Negócios (SGCN) Estabelecer uma política e objetivos de continuidade de negócios que estejam alinhados aos objetivos da organização.Operar e manter processos, capacidade e estruturas de resposta para assegurar que a organização sobreviva a disrupções.   Monitorar e analisar criticamente o desempenho e a eficácia do SGCN.Melhorar continuamente com base em medições qualitativas e quantitativas. Como profissionais podem se destacar em uma área tão relevante? É o que você pode descobrir a partir de agora.  5 pontos principais sobre Gestão de Continuidade de Negócios Alguns profissionais ocupam posições estratégicas quando o assunto é continuidade de negócios. Alguns, em determinados momentos, são os primeiros a perceber e/ou ser informados sobre falhas e problemas que podem escalar para uma crise complexa.    Considerando a relevância do tema e como forma de ajudar profissionais que atuam (ou vão atuar) com continuidade, listamos, a seguir, cinco pontos essenciais que conectam a prática da Gestão de Continuidade de Negócios à realidade das organizações:  1) Conheça as normas que embasam a continuidade A ABNT NBR ISO 22301:2020 estabelece os requisitos para o desenvolvimento e a implementação de um Sistema de Gestão de Continuidade de Negócios (SGCN).  Já a norma ABNT NBR ISO 22313:2020 oferece diretrizes complementares para a aplicação prática da primeira norma, detalhando como operacionalizar os processos e criar políticas efetivas de resposta a disrupções. Essas normas orientam o que deve ser feito e definem uma estrutura de ciclo contínuo baseada em planejar-fazer-verificar-agir (ciclo do PDCA).  Com elas, um profissional é capaz de conhecer ações e medidas relevantes sobre o que precisa ser feito para a continuidade de uma organização, além de entender como tornar o ambiente tecnológico compatível com as exigências de continuidade do negócio.  Mais do que “documentar planos de desastre”, é importante arquitetar soluções resilientes, propor práticas seguras e validar tecnicamente o que está sendo proposto e que deverá ser alinhado e apresentado à alta gestão da organização.  2) Entenda que continuidade vai além do backup Um erro comum é restringir o conceito de continuidade à realização de backups periódicos. Embora backups sejam essenciais, eles representam apenas um fragmento do processo. A Gestão de Continuidade de Negócios requer planejamento. Envolve estratégias como replicação de ambientes, balanceamento de carga, failover automático, redundância geográfica, alta disponibilidade, uso de ambientes em nuvem com escalabilidade sob demanda e outras medidas que serão definidas e implementadas conforme as estratégias de negócio definidas.  A organização precisa dominar as possíveis soluções a adotar e – mais do que isso – assegurar que estejam devidamente configuradas, testadas e integradas a um plano maior que considere o tempo de recuperação (Recovery Time Objective – RTO) e o ponto de recuperação aceitável (Recovery Point Objective – RPO) para cada serviço.  3) Participe ativamente da Análise de Impacto nos Negócios (BIA) A Business Impact Analysis (BIA) é uma etapa crítica para identificar os ativos mais sensíveis da organização. É com essa análise que se define o que é essencial, o que pode esperar e o que deve ser imediatamente restaurado em caso de incidente.  É papel do time responsável pela gestão da continuidade de negócios fornecer insumos sobre a dependência dos sistemas, o tempo necessário para a recuperação de determinado serviço, os custos de indisponibilidade e os riscos técnicos envolvidos. Profissionais que dominam essa visão ampliada conseguem traduzir jargões técnicos em informações estratégicas, facilitando a comunicação com áreas do negócio e contribuindo para decisões mais assertivas em momentos críticos.  4) Teste o plano de continuidade sob pressão realista Não existe GCN eficaz sem testes regulares. Planos de continuidade e recuperação de desastres devem sair do papel e ser colocados à prova em simulações reais, que envolvam falhas de sistemas, interrupções de fornecimento de energia, perda de acesso a dados ou até invasões cibernéticas simuladas. A prática permite validar tempos de recuperação, identificar gargalos operacionais e treinar as equipes para agir sob pressão. Também é durante esses testes que falhas invisíveis na teoria se tornam visíveis na prática: scripts que não rodam como esperado, acessos bloqueados ou rotinas de backup que não recuperam dados como deveriam.  O time responsável precisa estar à frente dessas validações, tanto na execução técnica quanto na construção dos cenários e protocolos de resposta.  5) Estimule uma cultura de resiliência e continuidade A continuidade não depende apenas de ferramentas e processos bem desenhados. Ela exige cultura organizacional, engajamento e clareza de papéis. Todos os colaboradores precisam entender o que fazer em situações de disrupção, e as lideranças devem reconhecer o papel estratégico da TI nesses contextos.  É responsabilidade da área técnica compartilhar boas práticas, promover treinamentos, criar fluxos de comunicação e garantir que os times estejam preparados não só tecnicamente, mas também emocionalmente para lidar com crises.  Ou seja, mais do que mitigar riscos, essa cultura fortalece a confiança nos serviços prestados, inclusive diante de clientes, parceiros e órgãos reguladores.  Dica extra: esteja sempre com a teoria atualizada!  Conhecimento técnico atualizado é um diferencial competitivo, especialmente quando falamos de temas que envolvem resiliência, segurança e continuidade das operações. Se você atua ou deseja atuar com Gestão de Continuidade de Negócios, o curso da Escola Superior de Redes é uma oportunidade de aliar teoria à aplicação prática, seguindo as normas ISO e a Norma Complementar nº 06/IN01/DSIC/GSIPR.  Ao longo das aulas, você vai aprender a: Tudo isso com foco em minimizar perdas financeiras e manter o atendimento mesmo em contextos adversos, pontos que fazem toda a diferença no posicionamento de qualquer empresa. Conclusão A Gestão de Continuidade de Negócios deixou de ser uma discussão de bastidores. Hoje ela é parte do core estratégico de qualquer organização.  Dominar as normas, conhecer os riscos reais, mapear os impactos, testar as respostas e construir uma cultura resiliente são diferenciais que podem posicionar qualquer profissional não só como executor, mas como agente de mudança.  Quer aprofundar ainda mais o tema e ouvir especialistas que atuam na linha de frente da segurança e da continuidade? Assista ao webinar completo:“Gestão da Continuidade de Negócios: o que você precisa saber” Produzido pela Escola Superior de Redes, o conteúdo traz insights valiosos para quem deseja se destacar na área. Fique por dentro de outras novidades em TI Acompanhe o lançamento semanal de conteúdos da Escola Superior de Redes (ESR) sobre o universo da tecnologia nas mais diversas frentes, inclusive sobre inteligência artificial e machine learning em TI.   Acesse nosso #Blog e baixe nossos materiais gratuitos para ter acesso a um conteúdo comprometido com a qualidade e com a disseminação de conhecimento na área.


    21/08/2025
  • Parceria ESR e PECB
    Governança de TI

    Parceria ESR e PECB: tudo o que você precisa saber para alavancar sua carreira em TI

    Você sabe qual é o verdadeiro impacto das certificações e das capacitações para seu portfólio de TI? É isso que buscamos responder no guia abaixo sobre a parceria entre a ESR e a PECB.  De acordo com o recente Guia Salarial da Robert Half, o setor de Tecnologia da Informação se afastará de vez da onda de layoffs que marcou o início de 2024, fortalecendo a demanda por profissionais seniores no próximo ano. Na prática, isso significa que o mercado de TI estará aquecido e exigirá cada vez mais uma evolução técnica sólida daqueles que desejam se destacar na área. Além disso, o documento também revela que é estimado que a taxa de desemprego do segmento – especialmente entre pessoas com mais de 25 anos e ensino superior completo – continue em apenas 3,5%, aproximando-se do conceito de “pleno emprego”.  Nesse contexto, estar preparado para abraçar oportunidades profissionais depende do investimento e da construção de uma carreira estruturada sob dois pilares fundamentais: aprendizado contínuo e desenvolvimento de soft skills. Assim, manter uma estratégia de atualização do conhecimento com novas certificações, cursos, capacitações em geral, além de dominar uma segunda língua, como o inglês, são aspectos essenciais para garantir uma alta competitividade de trabalho.  Até porque, segundo a última estimativa da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Basscom), a TI no país demandará 797 mil profissionais até o final de 2025, contrastando com um gap de 530 mil vagas não preenchidas por falta de qualificação. Ou seja, atualmente, a capacitação é condição intrínseca no dia a dia da TI, sendo uma necessidade de qualquer profissional que almeja estar no lugar certo, na hora certa.  Neste artigo, vamos destacar a importância de saber escolher a capacitação adequada, bem como apresentar, com detalhes, a nova parceria da Escola Superior de Redes (ESR) com a Professional Evaluation and Certification Board (PECB), organização internacionalmente reconhecida pela formação e certificação de acordo com padrões globais.  Você também pode gostar: Lifelong learning na TI: conceito, benefícios e dicas de aplicação  Como escolher a capacitação em TI adequada? Inicialmente, você deve mapear suas áreas de interesse e aquelas nas quais você se destaca, traçando uma interseção entre os dois campos. Nada mais produtivo do que unir algo do que se gosta àquilo em que se é bom, certo? Entretanto, isso não é suficiente. Você também deve buscar informações acerca dos cargos que estarão em alta no próximo ciclo, pois eles indicam um caminho interessante de possíveis vagas disponíveis no mercado e podem ajudar você a bater o martelo sobre qual próximo curso fazer.  Atualmente, por exemplo, profissionais com habilidades para o desenvolvimento e o gerenciamento de recursos de inteligência artificial, automação e aprendizado de máquina são bastante visados pelas empresas. A governança de dados e de informações críticas dos negócios ou as pautas associadas ao ESG também estão em evidência, assim como carreiras relacionadas com a segurança da informação.  Nesse último caso (segurança da informação), inclusive, há a possibilidade tanto de vagas privadas quanto de oportunidades no campo da administração pública. Para se ter uma ideia, desde 2022, o Brasil é reconhecido como o segundo país mais avançado em governo digital no ranking mundial. Isso significa dizer que o país experimenta uma alta maturidade digital nos serviços públicos oferecidos essencialmente pela plataforma gov.br.  São mais de 150 milhões de usuários cadastrados, bem como 4.200 serviços digitais que podem ser acessados pelos cidadãos remotamente. Dessa forma, o profissional de TI, principalmente aquele especializado em gestão de segurança da informação, passa a ser ainda mais necessário, tendo em vista que ele é responsável por assegurar o alinhamento entre os objetivos funcionais do Governo no âmbito digital e as demandas da sociedade diante das possibilidades concretas da tecnologia.  Observe esses campos, analisando se algum deles faz sentido de acordo com suas características e atuação, retomando o primeiro passo, inclusive.  Por fim, é essencial pesquisar o histórico da empresa que oferece o curso, a certificação ou a atividade de ensino em TI, uma vez que ter um material sério e atualizado pode não ser tão comum em meio a uma profusão de fontes e sites.  Considerar o reconhecimento do mercado, a longevidade do negócio e as avaliações de outros profissionais que já tenham feito os cursos de determinada empresa, entre outros pontos, pode ser um passo interessante a ser percorrido para que você encontre a opção de curso ideal em TI.  Por aqui já temos uma dica para você!  Por que você deveria investir nos cursos exclusivos da parceria ESR e PECB?  O que é a ESR? A Escola Superior de Redes (ESR) é referência em aprendizado para TI no Brasil há mais de 18 anos. Ao longo dessa trajetória, a unidade de serviço da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) capacitou mais de 43.000 alunos nas mais diversas frentes do setor.  Com uma abordagem prática e um programa robusto de parcerias com as melhores certificadoras de TI do mundo, além de uma preocupação constante com as demandas do mercado, a ESR desempenha um impacto direto no aprimoramento das habilidades técnicas e estratégicas dos profissionais que buscam destaque no setor.  Agora, com a nova parceria firmada com o PECB, a ESR amplia ainda mais sua oferta de cursos e certificações, estruturando conteúdos que atendem aos padrões internacionais e garantem aos alunos um diferencial competitivo ímpar.   O que é o PECB? O PECB representa um órgão internacional de certificação, reconhecido por sua excelência na formação de profissionais em áreas-chave para a TI, como cibersegurança, governança, privacidade de dados e SGI, entre outras. Inclusive, recentemente, foi premiado como o melhor provedor de educação em segurança cibernética da América do Norte pelo Cybersecurity Excellence Awards. Ao combinar uma profunda experiência teórico-prática, projetada por líderes do setor, e um portfólio de treinamento credenciado globalmente, o PECB se consolida como referência em qualificação e certificação profissional, com produtos alinhados aos padrões internacionais, como a ISO e outras normas reconhecidas.  Em parceria com a PECB, a ESR oferece capacitações que vão além do modelo tradicional, que combinam conhecimento técnico com as normas e boas práticas exigidas globalmente. Desenvolvidos nessa colaboração, os cursos são projetados para atender desde profissionais iniciantes até aqueles que buscam especialização avançada, abrangendo tanto o mercado privado quanto a administração pública. Um dos cargos mais cobiçados na atualidade, por exemplo, o de Gestor de segurança da informação (sobretudo em relação ao Governo Federal), é beneficiado diretamente pelos cursos da ESR e da PECB, que são direcionados para esse campo.  Entre os diferenciais da parceria ESR e PECB, você encontra:  Afinal, qual o curso da parceria entre a ESR e a PECB? Conheça o Lead Implementer ISO 27001. Integrado às principais exigências do mercado, o Lead Implementer ISO 27001, fruto da parceria ESR e PECB, visa desenvolver conhecimentos necessários para que os alunos implementem um Sistema de Gestão da Segurança da Informação (SGSI) em organizações de forma estratégica, regulada e escalável.  Com foco na preparação da certificação de Líder Implementer ISO/IEC 27001 – uma das mais valorizadas pelas empresas no cenário moderno –, o curso segue as práticas internacionalmente adotadas em segurança da informação, abrangendo estruturação, controle, análise de riscos, políticas e auditoria a serem implementadas nas organizações.  Trata-se de um programa completo, com abordagem teórica e prática, material oficial da  PECB, questionários, simulados e templates, assim como estudos de caso. Além disso, no final do conteúdo programático, o participante terá acesso ao exame para a certificação de Líder Implementer ISO/IEC 27001 da  PECB. A turma é realizada no modelo on-line, com aulas ao vivo, com 8 encontros às segundas, quartas e sextas-feiras, das 8h às 13h, nos dias: 29 de setembro, 01, 03, 06, 08, 10, 13 e 15 de outubro de 2025. Confira outras informações sobre o curso Lead Implementer ISO 27001 (parceria PECB) e inscreva-se. Vagas limitadas!  Qual a relevância da certificação ISO 27001 para a TI? A certificação ISO 27001 é reconhecida mundialmente como um padrão de excelência em segurança da informação, sendo essencial para empresas que desejam proteger seus dados e garantir a conformidade com regulamentações, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados da União Europeia (GDPR). Ao implementar um Sistema de Gestão da Segurança da Informação (SGSI) baseado na ISO 27001, as organizações conseguem minimizar riscos, melhorar a confiança de seus clientes e parceiros e demonstrar um comprometimento robusto com a segurança.  Para os profissionais, por sua vez, a certificação valida habilidades e os posiciona como especialistas capazes de gerenciar e proteger informações críticas em qualquer setor. Lembra o que comentamos sobre as áreas em alta na TI? Pois então, cibersegurança, segurança da informação e governança estão certamente nas primeiras posições dessa lista!  O que faz um profissional de TI certificado em ISO 27001? Um profissional certificado em ISO 27001 encontra oportunidades em diversas áreas estratégicas dentro de empresas públicas e privadas, especialmente aquelas que lidam com grandes volumes de dados ou informações sensíveis. Alguns cargos e funções que esse profissional pode ocupar: Essa certificação também é altamente valorizada em setores específicos, como finanças, saúde, telecomunicações e tecnologia, que precisam de níveis rigorosos de proteção de dados. _______________________________________ Ou seja, já sabe: agora é a hora de investir em você e no seu futuro! Escolha a parceria entre a ESR e a PECB e inscreva-se no curso Lead Implementer ISO 27001 (parceria PECB).


    20/06/2025
  • Certificações EXIN
    Governança de TI

    5 certificações de TI da EXIN que precisam estar no seu currículo!

    O campo da TI é bastante competitivo e exigente. À medida que as tecnologias e as demandas da sociedade se transformam, os profissionais precisam apresentar novas habilidades e conhecimentos específicos. Por isso, as certificações em TI – como as da EXIN – são tão importantes na carreira de quem deseja alcançar o sucesso profissional. Por indicarem aos recrutadores um possível match entre um candidato e uma vaga específica, as certificações têm um papel importante para mitigar o tradicional déficit de empregabilidade do setor – há muitas vagas para poucos especialistas.  De acordo com uma sondagem da Robert Half, por exemplo, há uma mudança dinâmica no campo da tecnologia no Brasil, que a torna atrativa e escalável, com mais vagas e oportunidades abertas. Assim, em razão de as empresas modernas investirem mais em recursos da área para melhorar as operações e a experiência dos clientes, cresce também a necessidade de profissionais capacitados abraçarem esses novos mercados.  Pensando na importância do aprendizado contínuo no segmento, este artigo separou as 5 certificações da EXIN que não podem faltar no seu currículo de TI. Acompanhe e boa leitura!  Você também pode gostar: Como alavancar a carreira no atual cenário de TI? 3 dicas essenciais!  O que são certificações em TI?  Nas inúmeras possibilidades do mercado de TI, os empregadores buscam algo em comum em todas elas: profissionais capacitados e que possam comprovar sua expertise. É nesse contexto que se dá a importância das certificações em TI, que nada mais são do que declarações formais que atestam o conhecimento dos usuários e que são emitidas por empresas com credibilidade e tradição na área.  Assim, os certificados são uma forma de comprovar que determinado profissional possui as habilidades que afirma ter para a área em que deseja ingressar, como, por exemplo, em softwares, processos e segurança da informação, entre outras.  De forma geral, portanto, as certificações para TI apresentam duas propostas principais:  Por isso, ter uma certificação reconhecida globalmente é um grande diferencial nas carreiras de TI e também contribui para um segmento cada vez mais robusto e colaborativo.  Normalmente, as áreas de TI que mais requerem a apresentação de certificações como diferencial competitivo são:  Nesse contexto, diretamente proporcional ao crescimento do setor, está também a necessidade de profissionais cada vez mais capacitados e que busquem, de forma autônoma, se aperfeiçoar no campo em que escolherem se especializar.  Qual a importância da certificação de TI no dia a dia profissional?  Além de serem requisitos da maioria das vagas de emprego e de colocarem o profissional que as conquista em destaque, as certificações exigem a realização de exercícios e testes durante seu processo. O objetivo dessa metodologia é avaliar o aprendizado e o conhecimento do requerente à certificação e, posteriormente, emitir o atestado de que ele está apto a desempenhar determinada função. Todo esse exercício promove o desenvolvimento pessoal e técnico, além da absorção estratégica de conteúdo por parte de quem opta por conquistar os certificados.  Como encontrar uma boa certificação em TI?  O próximo tópico deste conteúdo vai ajudá-lo nessa missão.  As 5 principais certificações da EXIN para seu currículo de TI Algumas instituições são reconhecidas há muitos anos por elaborar certificações credíveis. É o caso da EXIN, um instituto independente holandês que desenvolve exames e certificações para a área de tecnologia desde 1984. Trata-se de uma das mais importantes empresas desse cenário, com atuação em mais 165 países em todo o mundo. A EXIN permite a transformação digital, por meio da avaliação e validação de competências, sobretudo nas áreas de segurança da informação e métodos ágeis, disponibilizando materiais oficiais, vouchers para exames de certificação e visibilidade profissional aos capacitados. Veja abaixo suas principais certificações e saiba qual se adapta melhor à sua rotina.  1) Agile Scrum Foundation EXIN Como o nome indica, o programa Agile Scrum Foundation da EXIN foi projetado para testar a compreensão do profissional de TI acerca do desenvolvimento ágil e da metodologia de Scrum. Por sua vez, a metodologia Scrum é voltada para a otimização da gestão do conhecimento e para o aumento da produtividade da empresa por meio de uma parceria com o cliente – que participa ativamente dos processos –, fornecendo feedbacks constantes sobre as soluções desenvolvidas pela equipe. Dessa maneira, as tarefas são executadas de forma ágil e eficaz.   > PARA QUEM É INDICADA? Para quem desenvolve projetos desde o início ou os lidera; para quem faz o gerenciamento de projetos, o desenvolvimento de software, o gerenciamento de serviços de TI e o gerenciamento de negócios.  Já sabe como se preparar para essa atualização na sua carreira? Confira a ementa do curso exclusivo da Escola Superior de Redes para obter essa certificação. 2) EXIN – Information Security Foundation ISO/IEC 27001 Essa é uma certificação da EXIN que aborda o tema segurança da informação. Com ela, o profissional de TI vai conhecer as melhores ferramentas, práticas e metodologias para tratar informações credenciais.  Na ementa, o conceito, o valor e a importância da segurança da informação, suas ameaças e riscos serão alguns dos temas abordados.  A Information Security Foundation é o ponto de partida para as demais certificações em segurança da informação e, agora, atualizada com base nas alterações da norma versão 2022, abrange a atualização mais recente da ISO27001 nas áreas de inteligência de ameaças. Um ponto a se destacar é que, ao completar essa certificação, somada às de Privacy and Data Protection Practitioner e Privacy & Data Protection Foundation, você fica pronto, tanto em habilidades quanto em competências, para assumir ou atualizar sua carreira de Data Protection Officer (DPO).  “Qualquer pessoa certificada pela EXIN como Data Protection Officer foi extensivamente testada não apenas no regulamento da UE, mas também nas competências para assumir a função. Isso inclui atividades de implementação e manutenção em uma organização.” – EXIN Já quando o aluno se certifica em EXIN – Information Security Foundation ISO/IEC 27001 + EXIN Privacy and Data Protection Foundation + EXIN – Information Security Professional ISO/IEC 27001 adquire competências para se tornar Information Security Officer ou aprimorar sua formação na área.  Nas certificações EXIN, você trabalhará requisitos de gestão de segurança da informação, com base no padrão ISO/IEC 27001, além de novos aspectos, como proteção de dados, cyber e blockchain. > PARA QUEM É INDICADA? Essa certificação de nível básico é voltada para profissionais de TI que lidam, principalmente, com dados e informações sigilosas e que necessitam executar sistemas de informação seguros.  Já sabe como se preparar para essa atualização na sua carreira? Confira a ementa do curso exclusivo da Escola Superior de Redes para obter essa certificação. 3) Privacy and Data Protection Practitioner Essa é uma das mais importantes certificações na atualidade, pois aborda um tema que vem se desenvolvendo com rapidez nos últimos anos: leis de privacidade digital.  Nessa certificação da EXIN, o profissional terá à disposição um guia sobre como iniciar projetos de adequação às leis de privacidade de dados pessoais, além de trilhar um caminho para melhor entendê-las. Também serão abordadas informações relacionadas com dados pessoais. Assim, basicamente é uma certificação que valida o conhecimento e a compreensão do profissional sobre a legislação de privacidade e proteção de dados europeia e sua relevância internacional, assim como sua capacidade de aplicar esse conhecimento e compreensão na prática profissional. > PARA QUEM É INDICADA? Para profissionais que desejam se especializar nas regulamentações sobre privacidade e dados no meio digital, com angulação para as legislações europeias.  Já sabe como se preparar para essa atualização na sua carreira? Confira a ementa do curso exclusivo da Escola Superior de Redes para obter essa certificação. 4) Privacy & Data Protection Essentials (PDPE)    A PDPE também é uma certificação ligada à segurança e proteção de dados. Entretanto, diferentemente da Practitioner, é baseada em regulamentações brasileiras sobre o tema e sobre a matéria de proteção de dados.  > PARA QUEM É INDICADA? Quem deseja conhecer melhor a regulamentação brasileira de proteção de dados, para desenvolver projetos mais seguros e conectados com as exigências reguladoras atuais.  Já sabe como se preparar para essa atualização na sua carreira? Confira a ementa do curso exclusivo da Escola Superior de Redes para obter essa certificação. 5) Privacy & Data Protection Foundation (PDPF) Ainda sob a mesma temática das duas certificações anteriores, a PDPF vai guiar o profissional pelo mundo da proteção de dados com regulamentação da União Europeia sobre o assunto.  É uma certificação que valida o conhecimento e a compreensão do profissional sobre a proteção de dados pessoais, as regras e os regulamentos da União Europeia (UE) em matéria de proteção de dados. > PARA QUEM É INDICADA? Quem deseja conhecer melhor a regulamentação da União Europeia de proteção de dados para desenvolver projetos mais seguros.  Já sabe como se preparar para essa atualização na sua carreira? Confira a ementa do curso exclusivo da Escola Superior de Redes para obter essa certificação. A parceria entre a ESR e a EXIN Como mencionado anteriormente, a busca por certificações reconhecidas globalmente pode ser um grande desafio para os profissionais de TI. É nesse contexto que a parceria entre a Escola Superior de Redes (ESR) e a EXIN se torna um diferencial estratégico para quem deseja conquistar certificações de alto nível e ampliar suas oportunidades no mercado de trabalho. Como unidade de serviço da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), a ESR tem a missão de promover capacitação profissional e disseminar conhecimento em Tecnologia da Informação há mais de 18 anos. Nesse percurso, já capacitamos aproximadamente 45.000 alunos em mais de 1.100 instituições clientes, sempre priorizando a excelência no ensino e a aplicabilidade prática dos conteúdos. Além disso, com a parceria com a EXIN, fortalecemos esse compromisso, permitindo que os alunos da ESR tenham acesso a cursos preparatórios alinhados aos padrões internacionais. A ESR também disponibiliza materiais oficiais e vouchers para exames, facilitando o processo de certificação para os profissionais que desejam se destacar no setor de TI. Saiba mais sobre os cursos e as certificações oferecidos pela ESR e comece sua jornada rumo ao sucesso na TI!


    29/05/2025
  • ISO 27001
    Governança de TI

    Como implementar a ISO 27001? Confira 4 passos

    A norma ISO 27001 descreve uma série de padrões, requisitos e processos que devem ser aplicados à área da segurança da informação, com o objetivo de garantir uma gestão mais eficaz desse segmento. Desenvolvida pela Organization for Standardization (ISO), em parceria com a International Electrotechnical Commission (IEC), a norma é também a referência padrão mundial e uma das certificações mais visadas por empresas que desejam construir uma imagem de responsabilidade e confiabilidade para o mercado e seus consumidores.  Em um cenário no qual a sociedade se torna cada vez mais conectada, digital e acelerada, garantir processos estruturados de tratamento de dados e ativos de informação é uma condição imprescindível para a manutenção e escalabilidade dos negócios. Neste artigo, vamos abordar os principais pontos do recente webinar da ESR “Passos para implementação da ISO 27001”, com destaque para as dicas e curiosidades desse assunto. Boa leitura! Você também pode gostar: Como fazer gestão de riscos de segurança da informação na empresa? O que é a ISO 27001? Como já comentamos anteriormente, a ISO 27001 é a principal norma de segurança da informação, sendo um padrão internacional que garante o sucesso das organizações nesse campo. Trata-se de uma certificação que reúne requisitos, boas práticas, processos e normas que, quando seguidos, asseguram uma gestão de segurança da informação eficaz e transparente. Ou seja, é um conhecimento essencial para quem trabalha com segurança da informação e para quem deseja implementar um sistema robusto de gestão em segurança da informação nas empresas e organizações. Para compreender como fazer isso, é necessário, primeiro, entender os seus pilares. É o que vamos fazer agora. Você também pode gostar: Gestão de Riscos de Segurança da Informação e Privacidade  O que é um Sistema de Gestão? De acordo com o especialista em segurança da informação  Frederico Augusto Coelho, o sistema de gestão nada mais é do que um conjunto integrado de políticas, objetivos, práticas, procedimentos e processos utilizados para dirigir e controlar um negócio em direção aos seus objetivos. Dentro desse universo, as normas ISO estabelecem referências para a criação de um corpo organizacional coeso, de qualidade e em dia com as principais legislações e regulamentações de cada área. Assim, para cada campo de uma empresa, haverá uma norma ISO com requisitos e boas práticas que podem ser seguidos para certificar a expertise da organização nesse sentido. Por exemplo, a ISO 9001 é uma referência para a criação de um sistema de gestão da qualidade, enquanto a ISO 14001 envolve questões ligadas ao meio ambiente. Ou seja, a ISO compila um sistema de gestão responsável por orientar as organizações na criação de programas de governança, sobretudo em segurança da informação, mas também em diversas áreas, compreendendo que, para o sucesso do negócio, é interessante uma interconexão entre os setores. Portanto, o sistema de gestão será definido como um conjunto de regras, normas, políticas, objetivos, documentos e ações que permitem que as empresas alcancem os projetos da organização, sejam eles atender os objetivos de qualidade, privacidade ou segurança da informação.  Conheça algumas normas ISO: Nesse contexto, a estrutura da gestão das normas ISO é formulada com base em um Sistema de Gestão Integrado (SGI), que permite que uma organização consiga aplicar mais de uma norma por vez. Isso ocorre porque o SGI é uma abordagem que integra os processos e os dados de uma organização em um único sistema, de modo a proporcionar uma gestão mais estratégica e objetiva. Assim, há harmonização e integração facilitadas entre elas, inclusive, otimizando a implementação das respectivas certificações. Você também pode gostar: 09 riscos de segurança da informação para empresas  O que é Sistema de gestão de Segurança da Informação (SGSI)?  Outro conceito importante para o processo de implementação da ISO 27001 é o SGSI. Sabe do que se trata? O Sistema de Gestão de Segurança da Informação refere-se à criação de um conjunto de políticas, procedimentos, diretrizes, recursos e atividades associadas que são gerenciados por meio de um processo de gestão de riscos, a fim de proteger os ativos de informação de uma organização. Para a ISO 27001, os ativos de informação estão além dos hardwares e softwares, pois envolvem os processos de negócio da organização, a tecnologia, as pessoas, a estrutura física, os documentos em papel, o que se fala fora da empresa/organização etc. Esses ativos devem ser mapeados e protegidos para preservar a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade. Assim, o SGSI representa uma abordagem sistemática para estabelecer, implementar, operar, monitorar, revisar, manter e melhorar a segurança da informação de uma organização para que ela alcance os objetivos do negócio. Para implementá-lo, é necessário pensar no ciclo Plan (Planejar), Do (Fazer), Check (Verificar), Act (Agir) (PDCA), ou seja, planejamento, execução, checagem e correção/melhoria contínua. Quanto mais voltas uma empresa dá nesse ciclo, mais maduro fica o sistema de gestão de segurança da informação. Agora que já compreendemos esses conceitos-base, passaremos para as dicas de implementação da ISO 27001. Como implementar a ISO 27001? Existem diversas formas de iniciar um projeto de implementação da ISO 27001 nas empresas e organizações, entretanto, alguns passos são fundamentais para qualquer uma delas. Reunimos os principais a seguir. 1) Tenha conhecimento da família ISO 27000 Para implementar a ISO 27001, você pode ter o apoio de várias outras normas da família dessa certificação, como é o caso: Busque conhecê-las para compreender como cada uma pode servir de apoio e informações extra no processo da segurança da informação em si. 2) Conheça a estrutura da ISO 27001 A ISO 27001 define os requisitos para o planejamento, a operação, a implementação, o monitoramento, a revisão, a manutenção e a melhoria de um SGSI. Para que ela seja implementada com sucesso, exige das empresas uma atuação no formato “deve” (não opcional) de ações. Por exemplo: a organização deve manter o compromisso com o SGSI, deve considerar um processo de avaliação de riscos etc. Pode ser aplicada por qualquer organização, independentemente de porte ou setor. Além disso, há duas formas de realizar a norma: Na prática, a norma é dividida em duas seções principais, a primeira relacionada com os requisitos e, a segunda, associada aos controles do Anexo A. Requisitos (Seções 4 a 10): Esta parte da norma foca os requisitos obrigatórios para se implementar um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI). São exigências que a organização deve seguir para obter a certificação. Isso inclui: Controles (Anexo A): O Anexo A apresenta uma lista de 93 controles de segurança agrupados em quatro categorias. Esses controles são recomendações que ajudam a mitigar os riscos identificados. Eles abrangem áreas como: A organização pode utilizar esses controles de acordo com suas necessidades específicas, mas é essencial que todos aqueles aplicáveis sejam devidamente documentados e justificados, especialmente durante uma auditoria para certificação. Com essa estrutura em duas partes, a ISO 27001 permite que as organizações não só estabeleçam um sistema de segurança robusto, mas também ajustem e personalizem os controles para atender às necessidades específicas do negócio. 3) Invista em especialização  O especialista em segurança da informação, que é também habilitado para gerir processos de implementação da norma ISO 27001, possui uma larga vantagem em relação a outros profissionais. Por isso, se você deseja criar uma marca e abrir espaço no mercado, alcançando vagas e melhores salários, é essencial investir nas especializações certas. Afinal, conhecimento é fundamental para implementar a ISO 27001 com sucesso. Uma excelente opção nesse contexto é o curso EXIN ISFS – Information Security Foundation da ESR e EXIN, que prepara profissionais para a certificação EXIN Information Security Foundation (baseada na ISO/IEC 27001). Esse curso abrange: Ao finalizar o curso, você estará pronto para aplicar os conceitos e as práticas da ISO 27001 em sua organização, contribuindo para a conformidade e eficiência operacional. Inscreva-se EXIN ISFS – Information Security Foundation da ESR e EXIN! Já o curso Lead Implementer ISO 27001 (parceria PECB), também da Escola Superior de Redes (ESR), referência em ensino de TI, constrói, junto com o aluno, uma jornada de liderança, com certificação ISO/IEC 27001 em Segurança da Informação. O curso é fruto da parceria da ESR/RNP com o PECB, instituição certificadora renomada mundialmente, com o objetivo de desenvolver os conhecimentos necessários para apoiar a implementação de um Sistema de Gestão da Segurança da Informação (SGSI) em organizações. Para isso, o curso foca na preparação da certificação de Lead Implementer ISO/IEC 27001 e nas melhores práticas adotadas internacionalmente em segurança da informação, perpassando pela estruturação, controle e análise de riscos, além de políticas e auditorias a serem implementadas nas organizações. Trata-se de um curso completo com abordagem teórica e prática, no qual são disponibilizados: No final do curso, o participante ainda tem acesso ao exame para a certificação Lead Implementer ISO/IEC 27001 da PECB. O certificado é emitido para os participantes que passam no exame e cumprem todos os requisitos do PECB relacionados com a certificação. Ou seja, você aprende a implementar o Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI) na prática! Inscreva-se no Lead Implementer ISO 27001! 4) Assista ao webinar da ESR na Íntegra Para obter uma visão completa e aprofundada da implementação da ISO 27001, recomendamos assistir ao webinar da ESR “Passos para Implementação da ISO 27001”, cujo conteúdo aborda, de forma prática, todos os conceitos, passos e desafios desse processo, com explicações detalhadas para que você possa aplicar os ensinamentos a sua empresa. Assista: Passos para implementação da ISO 27001  Conclusão Nos seus 18 anos de atuação, a ESR já atendeu 1.100 instituições e capacitou mais de 43 mil alunos em diversas áreas da tecnologia e segurança da informação. Com mais de 170 cursos, oferecemos treinamentos customizados, consultorias educacionais e especializações nas seguintes áreas: Para saber mais sobre como a ESR pode ajudar a sua organização ou a sua carreira a atingir níveis avançados de gestão e segurança, visite o nosso site e explore as nossas soluções educacionais.


    05/12/2024
  • Gestão de Contratos de TI
    Governança de TI

    Gestão de Contratos: qual a importância dos fiscais para a efetividade dos serviços de TI?

    A contratação pública ou privada de serviços de TI é sempre uma etapa decisiva para o sucesso das empresas. Como normalmente envolvem montantes financeiros significativos e também são associados a grandes expectativas por resultados, os contratos dessa área precisam ser bastante detalhados, com previsibilidade para operação em diversos cenários, e precisam também especificar os níveis de serviços estimados para cada ciclo de trabalho. Na administração pública, por exemplo, esse processo ocorre por meio de uma contratação direta ou indireta, sendo a licitação com edital e termo de referência (instrumentos que indicam o resultado desejado e as regras estabelecidas até o cumprimento obrigacional do contratante e do contratado) o sistema mais utilizado e indicado pela legislação. Nesse contexto de importância dos contratos de TI, manter coesa a equipe de gestão contratual é fundamental. Isso porque esses colaboradores são os responsáveis por fiscalizar todas as fases da execução contratual, minimizando a necessidade de aplicação de sanções ou glosas em caso de execução inadequada ou insuficiente.  A atuação da equipe de gestão contratual na aplicação de sanções e glosas foi tema do novo webinar da Escola Superior de Redes, conduzido pelo especialista em governança de TI, Marco Fragoso. Você confere os principais pontos abordados logo abaixo. Você também pode gostar: 10 cursos que irão intensificar o seu conhecimento em Governança de TI  O que são níveis de serviço? O primeiro passo para realizar uma gestão contratual em TI eficiente é observar qual o nível de serviço específico de cada item contratual, implementado ou desenvolvido. Na prática, o nível de serviço representa um indicador de qualidade e também um acordo firmado entre as partes (contratado e contratante) para determinar como essa qualidade será controlada. Para que esse indicador seja discriminado e acompanhado, é necessário estabelecer alguns componentes específicos, como:  Além disso, os níveis de serviço ainda podem ser discriminados por tipos.  Tipos de nível de serviço  Portanto, sanções e glosas caracterizam-se por serem punições administrativas e/ou pecuniárias em casos de descumprimento obrigacional de um contrato e de um nível de serviço acordado.  Você também pode gostar: Governança corporativa: princípios e boas práticas para adotar em 2024  O que são sanções e glosas? Como dissemos anteriormente, tanto as sanções quanto as glosas representam respostas à inadequação ou inexecução de um serviço. Entretanto, embora possuam o mesmo objetivo pedagógico de reprimir as falhas contratuais, são institutos que não se confundem.  Sanções Quando uma falha na prestação do serviço é identificada, o fornecedor está sujeito a uma sanção, ou seja, a uma represália que é, em regra, estabelecida na própria legislação.  Na nova Lei de Licitação e Contratos da Administração Pública (Lei nº 14133/2021), por exemplo, há dispositivos específicos que indicam o tipo de sanção e a gradação de sua aplicação de acordo com o impacto do descumprimento obrigacional do contrato de serviço analisado. De forma paralela, na Lei nº 13.303/2016 (Lei das Estatais), também há um conjunto definido de sanções que devem ser aplicadas quando um fornecedor não presta o serviço adequado. Na prática, é possível, ainda, ao contratante aplicar uma combinação de sanções previstas em outros dispositivos legais. Veja o que diz a Lei nº 14.133/21 no Título IV “Das irregularidades”: Art. 156. Serão aplicadas ao responsável pelas infrações administrativas previstas nesta lei as seguintes sanções:I – advertência;II – multa;III – impedimento de licitar e contratar;IV – declaração de inidoneidade para licitar ou contratar.§ 1º Na aplicação das sanções, serão considerados:I – a natureza e a gravidade da infração cometida;II – as peculiaridades do caso concreto;III – as circunstâncias agravantes ou atenuantes;IV – os danos que dela provierem para a Administração Pública;V – a implantação ou o aperfeiçoamento de programa de integridade, conforme normas e orientações dos órgãos de controle. Glosas Já as glosas são definidas por um modelo de retenção de pagamento. São uma punição direta ao fornecedor, à medida que o contratante deixa de pagar o valor combinado no contrato em face de um serviço que não atingiu o nível adequado. As glosas são definidas, normalmente, por meio dos próprios contratos, sendo um instituto mais flexível para a administração do que as sanções.  Nesse contexto, o percentual de retenção da glosa precisa ser definido de modo que permita que o fornecedor se mantenha saudável para continuar cumprindo as suas obrigações, mas represente uma punição.  As sanções e glosas podem ser aplicadas simultaneamente ou não. Você também pode gostar: Governança de TI: o que está por trás dos modelos Cobit e Norma 38500?  Papéis dos agentes de fiscalização  Nessa perspectiva de níveis de serviço e de gestão contratual, os agentes de fiscalização têm papel fundamental. Além de atestar a adequação das contratações, evitam que as sanções e glosas precisem ser aplicadas, o que resulta em menor onerosidade para a empresa contratante e celeridade na entrega de resultados com os serviços prestados pelo fornecedor. Entenda a importância de cada cargo nesse processo: ___________________________________ Observa-se, assim, que a gestão de contratos de TI, seja na esfera pública, seja na privada, é uma atividade que exige rigor e clareza para garantir que as expectativas e os resultados sejam alinhados e cumpridos. A definição precisa dos níveis de serviço e a atuação vigilante da equipe de fiscalização são os pilares fundantes de uma execução de serviços eficiente, que minimizam o risco de sanções e glosas. Além disso, a aplicação dessas medidas disciplinares, quando necessária, deve ser conduzida de forma justa e transparente, respeitando as normas legais e contratuais estabelecidas. Por isso, a gestão contratual robusta e bem estruturada reflete em resultados positivos para contratantes e fornecedores. Quando a equipe responsável por esse processo é bem constituída, as organizações asseguram a qualidade dos serviços prestados, protegendo seus investimentos e fortalecendo suas relações com os fornecedores.  Confira o webinar “Atuação da equipe de gestão contratual na aplicação de sanções e glosas” na íntegra! Conheça também os cursos de Governança em TI da ESR.


    19/09/2024
  • ESG na TI
    Governança de TI

    Governança em TI e ESG: Como integrar práticas de sustentabilidade em sua estrutura tecnológica

    O tema Environmental, Social and Governance (ESG), ou Ambiental, Social e Governança (ASG), não é uma novidade no mundo corporativo ou na TI, embora venha ganhando cada vez mais popularidade.  Com as urgências climáticas e também com os novos perfis de consumidores, os quais priorizam relações com marcas mais transparentes, com mais diversidade e com um posicionamento sustentável, adotar medidas e indicadores ambientais, sociais e de governança passa a ser uma condição fundamental para a manutenção das empresas no mercado.  Exemplo disso, de acordo com uma pesquisa da Bloomberg Intelligence, é que a agenda ESG representa mais de um terço do total de ativos sob gestão, podendo chegar a um investimento de US$ 53 trilhões (cerca de R$ 273 trilhões) até 2025.  No Brasil, o cenário também é positivo, já que cerca de 71% das organizações declararam implementar alguma prática de ESG, o que representa um aumento de 24 pontos percentuais em relação ao mesmo levantamento de 2023.  Os dados são do Panorama ESG 2024, da Amcham Brasil, Câmara Americana de Comércio para o Brasil, e evidenciam como as empresas do país estão atentas às demandas sociais e ambientais não apenas para atender à pressão regulatória e de mercado, mas também para assegurar sua longevidade e relevância no cenário global.  Nesse contexto, o setor de TI desempenha uma função essencial, tendo em vista que a tecnologia é uma das principais aliadas para viabilizar operações mais sustentáveis, responsáveis e com registros de informações. Por esse motivo, certificados e especializações cujos conteúdos se debruçam sobre a interseção entre ESG e TI, sobretudo entre governança e TI, tornam-se um fator de diferenciação entre os profissionais da área.  Neste texto, vamos conversar mais sobre qual a relevância do conceito de ESG para as empresas, por que o setor de TI representa um ponto-chave para garantir o sucesso dessa pauta no dia a dia e qual curso realizar nesse sentido. Você também pode gostar: Por que uma empresa deve se preocupar com privacidade e ética no uso de dados e qual o papel do profissional de TI nesse cenário?   A importância do conceito de ESG na sociedade moderna  O termo Environmental, Social and Governance (ESG) surgiu em 2004, em uma publicação do Pacto Global em parceria com o Banco Mundial, chamada Who Cares Wins. Na época, o então secretário-geral da ONU, Kofi Annan, pretendia mobilizar, instigar e propor uma provocação a 50 CEOs de grandes instituições financeiras sobre a possibilidade de integração de fatores sociais, ambientais e de governança no mercado de capitais. De lá para cá, a adoção de práticas mais sustentáveis em diversos setores – tanto internas quanto externas, por meio de compromissos expressos com as comunidades – passou a ser observada por consumidores, investidores e parceiros. Ou seja, investir em ESG se transformou em uma necessidade não só para contribuir ativamente para a desmobilização das urgências climáticas e das desigualdades globais sistêmicas, como também para garantir a permanência de uma marca em meio às novas dinâmicas de mercado.  Em sua coluna na Exame, Carlo Pereira, especialista em sustentabilidade e relações institucionais e diretor executivo da Rede Brasil do Pacto Global, desmistificou a sigla, nos ajudando a compreender quais ações práticas estão contidas nesse universo. Para ele, ESG não se define como uma evolução da sustentabilidade empresarial, mas, sim, é a própria sustentabilidade empresarial!  Nesse sentido, compreender o potencial da sustentabilidade e a sua importância nas estratégias de negócios é o primeiro passo para garantir a implementação do conceito no dia a dia das empresas.  “De maneira muito simplista, o que uma empresa precisa fazer é entender, com suas partes interessadas, quais são seus impactos negativos e positivos na sociedade e agir sobre eles. É necessário minimizar os negativos e potencializar os positivos, assim como equacionar os prejuízos já provocados. Além disso, as organizações têm que observar e trabalhar os anseios da população, buscando uma atuação cidadã, no âmbito da empresa e dos líderes empresariais. Isso é o que precisa ser feito hoje e sempre. Então, para os gestores, nada mudou em termos de responsabilidade.  ESG é o olhar do setor financeiro sobre essas questões”. Carlo Pereira para a coluna da Exame.    Você também pode gostar – Estratégia de inovação: por que a ousadia é importante no ambiente corporativo?  Qual a relação da TI com as práticas de ESG?  A implementação de práticas de sustentabilidade e governança dentro das organizações necessariamente envolve uma atuação sistemática e conectada entre TI e ESG.  O setor de Tecnologia da Informação (TI) representa uma engrenagem essencial para a inovação sustentável, auxiliando as empresas a se posicionarem de forma adequada em diferentes frentes:  Além disso, ao contribuir para a evolução do “S” (social) da sigla, a TI desempenha um papel fundamental na diversificação e inclusão na seara dos bancos de dados, promovendo uma representação mais ampla e justa dos diversos grupos sociais.  Na prática, isso representa uma mitigação de desigualdades, uma vez que a TI permite que as organizações coletem e analisem dados de uma maneira que reflita, de forma precisa e inclusiva, a realidade de comunidades distintas, inclusive assessorando novas dinâmicas de recrutamento mais justas e adaptadas a diferente realidades. Por meio de tecnologias avançadas de análise de dados e inteligência artificial, por exemplo, é possível identificar padrões de comportamento e necessidades específicas de grupos que, historicamente, foram sub-representados ou marginalizados. Assim, são estruturadas políticas e práticas empresariais mais equitativas, que levam em consideração as particularidades de diferentes segmentos da sociedade.  Indo adiante, ao utilizar dados de forma responsável e ética, as empresas podem evitar vieses implícitos em suas operações, para que decisões importantes sejam tomadas com base em informações diversificadas e inclusivas. Governança em TI e ESG: como integrar práticas de sustentabilidade em sua estrutura tecnológica  A governança de TI orientada para ESG envolve a criação de políticas e diretrizes claras que alinhem os objetivos tecnológicos da empresa com suas metas de sustentabilidade. Veja alguns exemplos:  1) Políticas de TI sustentável Estabeleça políticas e diretrizes claras que alinhem as operações de TI com os objetivos de sustentabilidade da empresa. Ou seja, defina metas de eficiência energética, gestão de resíduos eletrônicos e uso responsável de recursos, escolha os KPIs adequados e monitore os dados de forma contínua.  2) Eficiência energética em infraestrutura de TI Adote práticas para reduzir o consumo de energia em data centers, como a utilização de sistemas de resfriamento eficientes, servidores de baixo consumo e a transição para soluções de computação em nuvem, que são, geralmente, mais eficientes em termos energéticos. 3) Uso de tecnologia verde Uma das principais funções de um profissional de TI orientado pela pauta ESG é a escolha das tecnologias a serem utilizadas na empresa e no setor. Incorpore tecnologias verdes, como servidores e dispositivos de baixo consumo de energia, softwares de gerenciamento de energia e fontes de energia renovável, para reduzir o impacto ambiental das operações de TI. 4) Gestão responsável de resíduos eletrônicos Implemente práticas de gestão de resíduos eletrônicos para garantir o descarte seguro e responsável de equipamentos obsoletos. Como exemplo, podemos citar programas de reciclagem, reutilização de componentes e parcerias com empresas especializadas em descarte ecológico. 5) Transparência e relatórios de dados Desenvolver uma operação robusta para a prática da agenda ESG é também se preocupar com a transparência e a ética de dados e informações. Por isso, crie sistemas robustos de coleta e gerenciamento de dados para monitorar e relatar o desempenho em ESG. A transparência em relatórios de sustentabilidade permite que os stakeholders acompanhem o progresso da empresa nas práticas ESG e incentiva a responsabilização. 6) Segurança de dados e privacidade Garanta a segurança dos dados e a privacidade dos usuários por meio da implementação de protocolos rigorosos de cibersegurança. Proteger as informações sensíveis é crucial para manter a confiança e cumprir com as exigências de governança. 7) Treinamento e capacitação de equipes Invista em treinamento contínuo para equipes de TI com foco em práticas de sustentabilidade e governança. A capacitação permite que os profissionais estejam atualizados sobre as melhores práticas e regulamentações, além de fomentar uma cultura de responsabilidade e inovação sustentável. 8) Automação e eficiência operacional Utilize a automação para otimizar processos e reduzir o consumo de recursos, o que pode ajudar a diminuir erros, aumentar a eficiência e liberar recursos humanos para atividades estratégicas, alinhando a TI às metas de ESG. 9) Inovação e pesquisa em sustentabilidade Outra forma de implementar a agenda ESG na TI é por meio do fomento à inovação contínua em práticas sustentáveis dentro do setor. Incentive a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias e métodos que possam contribuir para a sustentabilidade e responsabilidade social da empresa. __________________________________ Curtiu a interseção entre TI e ESG? Continue aprendendo sobre esse universo. Conheça o novo curso da ESR “Relação entre ESG e governança em TI”. Nele, você vai aprender:  Mais detalhes aqui!


    05/09/2024
  • Cursos de Governança de TI
    Governança de TI

    10 cursos que irão intensificar o seu conhecimento em Governança de TI

    Neste conteúdo, vamos detalhar um guia com 10 cursos de Governança de TI indicados para o segundo semestre de 2024. Você vai encontrar por aqui:  Boa leitura!  Você também pode gostar – Machine learning e inteligência artificial na área de TI: o que esperar do futuro?  O que é Governança de TI? A Governança de TI é uma das principais áreas responsáveis por dar unidade e alinhamento às decisões relacionadas com tecnologia da informação em uma empresa. Com o crescimento da capacidade computacional da sociedade e com o acesso disseminado de tecnologias, além da multiplicidade de setores corporativos que tomam a frente de recursos digitalizados, é comum que as decisões de negócios que envolvem a tecnologia da informação sejam conflitantes entre si. Afinal, a superfície e os recursos digitais são múltiplos, assim como os departamentos digitalizados.  Os impasses podem ocorrer tanto por conflitos de banco de dados quanto por outros de arquitetura, tecnologia, fornecedores, etc. Na prática, as diversas iniciativas tecnológicas que ocorrem simultaneamente no meio corporativo demandam uma TI com estrutura robusta para assegurar a qualidade, a consistência, o suporte e o alto desempenho dos projetos organizacionais.  Nesse contexto, para atender aos anseios do mercado contemporâneo, a Governança de TI possibilita uma gestão de negócio eficiente, além de uma TI descentralizada, que, para isso, segue padrões internacionais, como o COBIT, ITIL e ISO/IEC 38500. Portanto, a Governança de TI descreve um conjunto de processos, estruturas e mecanismos que dão à TI de uma organização a capacidade de sustentar e ampliar as estratégias e os objetivos corporativos. Assim, envolve a definição de responsabilidades, direitos de decisão e políticas para gerenciar e monitorar o uso de recursos do setor de forma eficiente, eficaz e alinhada às necessidades do negócio.  Em resumo, a Governança de TI irá se destrinchar a partir das seguintes áreas e práticas: Todos esses aspectos são abordados pela Governança de TI, que pode também ser considerada uma ramificação da tradicional governança corporativa, porém, voltada para a tecnologia e com o propósito de alinhar os objetivos de uma organização aos objetivos da TI.  Veja como o Instituto Brasileiro de Governança corporativa sistematiza o conhecimento desse termo:  “Governança corporativa é um sistema formado por princípios, regras, estruturas e processos, por meio do qual as organizações são dirigidas e monitoradas, com vistas à geração de valor sustentável para a organização, para seus sócios e para a sociedade em geral. Esse sistema baliza a atuação dos agentes de governança e dos demais indivíduos de uma organização na busca pelo equilíbrio entre os interesses de todas as partes, contribuindo positivamente para a sociedade e para o meio ambiente”. Para a área de TI, a governança será traduzida por um framework responsável por indicar quais são as lideranças de TI, como a TI se relaciona dentro das estruturas de negócios, quais são os passos para criar processos de negócios voltados para TI e quais são os padrões e compliance de uma empresa. Assim, os sistemas de informação e os recursos de TI conseguem apoiar as empresas e fazer com que elas alcancem os seus objetivos estratégicos, mantendo a continuidade dos serviços tecnológicos ou dos recursos dentro da organização.   Você também pode gostar: 5 dicas para crescer na carreira de governança de TI 10 cursos para quem deseja se especializar em Governança de TI A Escola Superior de Redes (ESR) é a principal referência do mercado de ensino e aprendizado de TI. Comprometida com a disseminação de conhecimento nessa área, a ESR oferece cursos nas mais variadas frentes da tecnologia, sempre nas modalidades presencial e a distência, possibilitando a participação de acordo com a realidade do cliente.  Para Governança de TI são mais de 20 opções de treinamentos, todos com uma abordagem teórico-prática robusta para que o aluno realmente consiga aplicar o que aprendeu ao longo dos módulos. Confira 10 deles a seguir:  1) Elaboração de PDTI  Presencial EaD O curso apresenta conhecimentos essenciais para o desenvolvimento, de forma prática, de um plano diretor de tecnologia da informação (PDTI), com base nas informações de planejamento e na gestão estratégica de TI nas organizações. Para isso, utiliza a metodologia necessária para que haja um alinhamento entre as estratégias e ações da TI e as estratégias organizacionais. O PDTI é o instrumento que permite nortear e acompanhar a atuação da área de TI, definindo métodos e planos de ação para implantá-los. Dessa forma, o foco do curso está no aprimoramento de competências técnicas como consequência do alinhamento teórico de boas práticas para o desenvolvimento do PDTI com as diretrizes da estratégia de TI. 2) Planos de Contratações Públicas de Bens e Serviços com Base na IN 94/2022 – SGD/ME Inscreva-se! Para os profissionais gestores de tecnologia que desejam se especializar na governança de TI baseada no domínio das regulamentações, é indispensável o conhecimento acerca das contratações fundamentado na nova Lei de Licitações.  Neste curso, o participante vai compreender as alterações de status da Instrução Normativa (IN) 01/2019 de 4/4/2019, agora revogada, e as normas e os processos de contratação de bens e serviços de TI revistos em fevereiro de 2023. A IN nº 94, de 23 de dezembro de 2022, passa a englobar a Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021 (Lei de Licitações), outras normas e várias recomendações em aquisições específicas, como fábrica de software e sala segura ou sala-cofre, além de contratação em nuvem. Essa nova instrução se aplica a todos os órgãos e entidades integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (Sisp). Um novo desafio se apresenta aos gestores e profissionais de TI das organizações públicas, e o aprendizado de como contorná-lo é o que diferencia os especialistas.  3) Planejamento e Gestão Estratégica de TI Inscreva-se! O curso promove a compreensão do conhecimento essencial para o planejamento e a gestão estratégica de TI nas organizações. Seu foco é direcionado para o alinhamento da estratégia de TI ao alcance das metas do negócio da organização, na busca pela vantagem competitiva, por meio do constante refinamento dos processos organizacionais.  No final do curso, o aluno estará capacitado para elaborar uma política gerencial alinhada aos interesses da sua organização, com base em uma visão sistêmica e estratégica da Governança de TI e do seu impacto nos negócios. 4) Fundamentos de Gestão de Contratos Inscreva-se! O curso tem como objetivo capacitar o participante para atuar na Gestão de Contratos Administrativos, que abrange desde o processo de planejamento da licitação até o encerramento do contrato.  Ao finalizá-lo, o profissional será capaz de gerir um contrato administrativo de forma eficiente, eficaz e efetiva, de acordo com as normas aplicáveis. Além disso, conseguirá promover as alterações contratuais, manter o equilíbrio econômico-financeiro do contrato e identificar a conveniência ou obrigação de rescindir ou anular um contrato administrativo, além de aplicar sanções administrativas pelo seu descumprimento. 5) Gerenciamento de Serviços de TI EaD Uma formação prática e estratégica para os profissionais das áreas relacionadas  com o gerenciamento de serviços de TI, que os capacita a utilizar as mais modernas metodologias, tecnologias e ferramentas. 6) Gestão da Continuidade de Negócios  PresencialEaD A atividade de continuidade possibilita a redução de perdas financeiras, visto que, por meio de um plano de continuidade de negócio, a organização não deixa de atender as demandas dos seus clientes. Nesse contexto, o curso aborda os conceitos e as boas práticas existentes para a gestão da continuidade dos negócios (GCN), por intermédio da teoria e de atividades práticas.  O aluno terá contato com um processo de aprendizado abrangente, por meio do qual vai ser capaz de desenvolver análises de impacto nos negócios, definir estratégias de continuidade e gerenciar planos de continuidade, restauração e recuperação. Além disso, há a aplicação de boas práticas de mercado (normas ISO) e, ainda, da Norma Complementar nº 06/IN01/DSIC/GSIPR. 7) Gestão da Segurança da Informação e Privacidade  Presencial EaD O curso é focado na elaboração de um plano diretor para a gestão da segurança da informação e privacidade com base nas normas técnicas NBR 27001, NBR 27002 e 27701.  Nele, entre outros benefícios, o aluno aprende a identificar vulnerabilidades e riscos associados à segurança da informação e privacidade, aplicar as proposições fundamentais de uma política de segurança em uma organização e propor planos de continuidade de negócios para organizações, considerando aspectos vigentes da legislação e do direito digital. 8) Governança de TI com COBIT 2019  PresencialEaD  As aulas oferecem uma visão ampla sobre a governança, processos e estratégias de TI nas organizações, por meio da análise dos impactos dessa área.  No final do curso, o estudante estará apto a tomar decisões a respeito do uso eficaz dos recursos de TI, considerando o planejamento, a gestão e o controle dos processos desse setor.  Ele é destinado a profissionais atuantes nas áreas de TI, preferencialmente em funções gerenciais, que necessitam do conhecimento da aplicação das ferramentas e das técnicas de governança de TI, com vistas ao alinhamento do setor aos objetivos estratégicos de suas organizações. 9) LGPD na Prática Presencial EaD  O curso promove capacitação para gestores, encarregados de proteção de dados e os demais interessados (públicos ou privados) para a elaboração de uma jornada de adequação à Lei Geral da Proteção de Dados (LGPD). Durante a formação, são observadas as adequações aos órgãos da administração pública federal, com aplicação dos modelos referenciais publicados pela Secretaria de Governo Digital. Além disso, as atividades práticas são conduzidas com base em uma fundamentação teórica alinhada à Estratégia de Governo Digital (EGD). Assim, os alunos atuam como gestores da adequação na própria organização.  Por fim, é realizado um diagnóstico de adequação à LGPD, que será base para o aprendizado individual e de grupo. 10) Oficial EXIN ISFS – Information Security Foundation ISO/IEC 27001 (com voucher para prova incluso)  EaD O curso EXIN ISFS – Information Security Foundation é homologado pela EXIN e prepara o aluno para a certificação EXIN Information Security Foundation (based on ISO/IEC 27001), ponto de partida para as demais certificações em segurança da informação. Possui voucher para a prova incluso. __________________________________________ Além desses, a ESR oferece mais outros diversos cursos de governança de TI, inclusive preparatórios para as principais certificações do mercado.  Acesse a Trilha completa de conhecimento sobre Governança de TI da ESR e escolha o curso certo para você!  ESR – a escola líder no verdadeiro aprendizado para tecnologia.


    16/08/2024
  • Cursos de Gestão de Processos da ESR
    Governança de TI

    Do iniciante ao especialista: como os novos cursos de Gestão de Processos da ESR vão transformar a sua carreira

    No meio corporativo, alguns fatores explicam a exigência sempre presente de uma gestão de processos bem estruturada. É o caso, por exemplo, da demanda por eliminação das falhas, pela extinção de atividades que não agregam valor e pela manutenção do foco no cliente.  Quando isso ocorre, ou seja, quando as práticas e ferramentas de gestão de processos são implementadas corretamente, elas são responsáveis por manter as empresas preparadas para se adaptarem agilmente aos diferentes contextos, nos mais variados períodos, em quaisquer dos setores, inclusive na TI. Por isso, é essencial que todo negócio entenda e gerencie os seus processos com excelência. De acordo com a ISO 9000:2005, podemos compreender o “processo” como “um conjunto de atividades inter-relacionadas ou interativas que transforma insumos (entradas) em produtos (saídas).” Ou seja, trata-se daquilo que reúne três elementos principais:  O que será transformado, também chamado de entrada do processo;A transformação, que é a própria realização do processo; E o resultado da transformação, chamado saída ou produto do processo, com o objetivo de ser destinado a um cliente. Durante a fase de “transformação” do processo, a organização precisa agregar valor à sua solução ou serviço para que a etapa designada “saída” seja dotada de qualidade e alinhada à satisfação do cliente. É a gestão de processos que torna mais fácil a identificação das atividades que realmente trazem potencial e valor agregado aos negócios.  Nesse contexto, segundo a Escola Nacional de Administração Pública, a gestão de processos nada mais é do que um “conjunto de atividades adotadas por uma organização, a fim de identificar os processos críticos (que entregam valor ao cliente) e analisar continuamente o desempenho destes, propondo melhorias e ajustes, quando pertinente.” Portanto, refere-se à busca pelo aperfeiçoamento contínuo dos processos organizacionais, otimizando tanto a entrada quanto a etapa de transformação e de saída discriminadas anteriormente.  Quando associada à área de tecnologia da informação (TI), a gestão de processos torna-se ainda mais crítica, analítica e complexa, no chamado Gerenciamento de Processos de Negócios ou Business Process Management (BPM). Sabendo da importância do tema, a Escola Superior de Redes (ESR), em parceria com a DinsmoreCompass, formulou três novos cursos de gestão de processos para você se tornar um especialista ainda em 2024. Conheça cada um deles, a seguir.  ❗ Você também pode gostar: 5 desafios comuns de projetos de rede e como os profissionais de TI podem driblá-los Gestão de processos na TI Como dissemos anteriormente, a TI tem um papel fundamental para o monitoramento de processos. Nesse cenário, podemos compreender gerenciamento de processos de negócios como o conceito que integra a gestão de negócios e a tecnologia da informação para monitorar e otimizar os procedimentos das organizações.  A abordagem tem o objetivo de reunir informações densas sobre como uma empresa realiza os seus processos. Por isso, encontra-se em uma seara para além da gestão simples de projetos e processos. Na prática, a metodologia propõe a realização do controle das atividades realizadas pela empresa e do seu fluxo, assim como evidencia o encadeamento de tudo o que é executado dentro do negócio.  Dessa forma, o BPM se adapta muito bem às demandas do novo contexto de mercado, o qual possui características complexas, como alta concorrência, novos canais e tecnologias, regulação robusta e clientes mais conscientes dos seus direitos e do seu poder de escolha, além de mudanças culturais significativas. Isso ocorre porque todos esses elementos impactam, em maior ou menor escala, nas formas e nos processos de trabalho, tanto nas camadas estratégicas e táticas quanto nas operacionais, o que demanda outras articulações dos líderes e gestores.  O gerenciamento de processos de negócios (Business Process Management – BPM) refere-se, assim, à utilização de técnicas, ferramentas, pessoas, insumos, resultados e procedimentos para tornar as operações das empresas eficazes e eficientes.  Principais motivações para o uso do gerenciamento de processos de negócios nas empresas: Economizar dinheiro; Aumentar a produtividade; Melhorar produtos e serviços; Lançar produtos e serviços; Entrar em novas linhas de negócios. Quando há uma gestão de processos de negócios, essas motivações são superadas, visto que a organização aprimora a visão crítica que tem em relação às suas formas de executar aquilo que ela se propõe a entregar ao usuário final. Qual a importância do profissional de TI no gerenciamento de processos de negócios ou BPM (Business Process Management)? O profissional de Tecnologia da Informação (TI) desempenha um papel crucial em várias etapas do ciclo de vida do BPM, desde a modelagem e automação até o monitoramento e a otimização dos procedimentos empresariais. Na prática, o profissional de TI é fundamental na fase inicial da modelagem de processos, visto que ele é o responsável por utilizar ferramentas específicas de BPM, como diagramas de fluxo de trabalho e modelagem de processos, para mapear e documentar as atividades do negócio de forma rápida, coesa e de fácil entendimento.  Além disso, o conhecimento da modelagem de processos é imprescindível para a implementação de métodos relacionados com a Gestão de Serviços de Tecnologia da Informação (GSTI) e a Governança de Tecnologia da Informação. Essa função garante que todas as atividades, responsabilidades e fluxos de trabalho sejam claramente definidos e compreendidos. Depois, na automação de processos, o papel do profissional de TI é essencial. Ele implementa sistemas que automatizam tarefas repetitivas e integradas entre diferentes departamentos e estratégias, promovendo não só o aumento da eficiência como a redução de erros, permitindo que a organização responda rapidamente às mudanças no ambiente de negócios. Além disso, o profissional de TI é vital para o monitoramento e a análise contínua dos processos. Com o uso de tecnologias de Business Intelligence (BI) e ferramentas de análise de dados, ele coleta e avalia informações em tempo real, oferecendo insights valiosos que contribuem para a identificação de gargalos, ineficiências e oportunidades de melhoria. Esse monitoramento contínuo auxilia na adaptação e evolução dos processos empresariais. Na fase de otimização, é o especialista de TI que colabora estreitamente com os gestores de negócios para implementar melhorias baseadas nas análises realizadas. Para isso, ele utiliza abordagens de melhoria contínua, a fim de refinar os processos e maximizar a eficiência e a eficácia operacional.  Por fim, a segurança da informação, um aspecto crítico em qualquer empresa, é garantida pelo profissional de TI. Ele implementa e mantém medidas de segurança robustas para proteger dados sensíveis durante todo o ciclo de vida dos processos, garantindo conformidade com a regulamentação e evitando riscos de segurança. Ou seja, o profissional de TI é parte indispensável do desenvolvimento e da implementação de um gerenciamento de processos de negócios. Veja, a seguir, como se especializar nessa área.  ❗ Você também pode gostar – Projeto de cabeamento estruturado: por que ele é tão importante para redes de alta velocidade?  Os três novos cursos da formação em Gestão de Processos da ESR para deslanchar a sua carreira Para os profissionais de TI que desejam ingressar no setor de gerenciamento de processos de negócios, a Escola Superior de Redes (ESR) oferece, em parceria com a DinsmoreCompass, uma formação completa, por meio de cursos exclusivos, realizados na modalidade EaD, com aulas ao vivo. São eles: 1. Fundamentos de BPM (parceria oficial DC –DinsmoreCompass) – EaD Esse curso proporciona ao profissional o aprendizado de elementos complementares para o planejamento e controle da modelagem de processos de negócio (AS, IS ou TO BE).  Para isso, desenvolve competências para a modelagem de processos de negócios e processos operacionais utilizando a notação BPMN, além de boas práticas do mercado. Programa do curso Tipos de Processo de Cadeia de Valor Papéis e Responsabilidades Tipos de Gestão com BPM Ciclo de Vida e Hierarquia de BPM, PDCA e SDC Gatilhos, Instâncias e Tokens; Handoff e Caminho Feliz; Modelagem de Processos (Análise e Desenho/Notação BPMN)[a1]  Sipoc e Conceitos de Modelagem Análise e Melhoria Tipos de Notação de Processos Ferramenta de Modelagem (Bizagi) Notação de Processos (BPM) Preparação para Modelagem Boas Práticas de Modelagem Processos Aplicados Técnicas e Ferramentas de Levantamento de Processos Custeio de Processos (ABC) Riscos em Processos Controle de Processos Projeto de Implantação e Melhoria de Processos Os encontros já começam em 3 de julho. Inscreva-se agora!  2. Especialista em BPM (parceria oficial DC –DinsmoreCompass) – EaD Nesse curso, o profissional de TI desenvolve conceitos e práticas avançados de uso de RPA, por meio de ferramentas BPMS. Além disso, utiliza teoria e aplicação de inteligência artificial para controle e modelagem de processos, em uma metodologia prática comprovada e reconhecida no mercado.  Programa do curso Conceitos de RPA Principais BPMS Preparando a Infraestrutura Automação na Prática (Bizagi ou RPA da MS) Preparando a Estrutura de Dados Formulários e Regras de Negócio Processos e Subprocessos Árvores de Decisão Integração com Outros Sistemas Portais de Trabalho Relatórios e Análise de Processos Conceitos de IA O Que É Inteligência Artificial? Ferramentas Que Usam a IA Como a IA Pode Ajudar nos Processos? Power Automate e Microsoft IA Builder Exemplo Prático de Decisão Usando a IA Turma já aberta. Inscreva-se! 3. Gestor BPM (parceria oficial DC – DinsmoreCompass) – EaD Esse é um curso voltado para profissionais que desejam se tornar gestores de BPM. Os módulos possuem conhecimentos essenciais em desempenho organizacional, estratégia e indicadores de desempenho.  Por meio de uma metodologia focada na teoria e na prática de temas relevantes para a TI, como desdobramento estratégico e OKRs, além do escritório de processos (BPMO), os participantes aprendem a liderar, com eficácia, a otimização de processos e a implementação de mudanças bem-sucedidas nas suas organizações. Programa do curso Missão, Visão e Valores Desdobramento Estratégico Balance Score Card (BSC) Objectives and Key Results (OKR) Indicadores de Desempenho Escritório de Processos (BPMO) Turma já aberta. Inscreva-se! ____________________________________________ Com o auxílio desses três cursos para a formação em gestão de processos da ESR, você se torna um profissional de TI com mais potencial de empregabilidade!  Ficou com alguma dúvida? Converse com o nosso time de especialistas: 


    20/06/2024