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Escola Superior de Redes

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  • Times remotos de TI
    RH

    Como liderar times remotos de TI para resultados surpreendentes?

    Por suas características singulares, tal qual a possibilidade do trabalho na nuvem, a área de tecnologia da informação sempre teve a prerrogativa de atuar em vagas não presenciais.  Entretanto, depois da pandemia, esse modelo realmente demandou metodologia específica e a adaptação das empresas para sua completa adoção. Entre os principais desafios surgidos com base nesse contexto, encontram-se as dúvidas sobre como liderar times remotos de TI. Se antes o presencial permitia que gestores e colaboradores trocassem informações, dúvidas e ideias frente a frente, agora, a comunicação virtual é o que guia os trabalhadores de qualquer lugar do país e do mundo. A exemplo disso, uma pesquisa da Husky, plataforma de  transferências internacionais, identificou que o número de trabalhadores brasileiros que preenche vagas estrangeiras remotamente cresceu 491% entre 2020 e 2022.  Essa tendência não é novidade no mercado. Inclusive, em 2018, o IBGE já mensurava 3,8 milhões de cargos em home office oficialmente ocupados.  Ocorre que, diante da necessidade crescente por profissionais qualificados para TI e da pouca oferta de mão de obra de alto valor agregado, as organizações têm preferido ampliar seu campo de avaliação de currículos para encontrar os profissionais com as habilidades certas.  Com isso, é necessário desenvolver um plano estratégico de liderança e gestão do capital humano voltado para a dinâmica remota, que é totalmente diferente de qualquer outra sistemática.   Neste artigo, vamos mostrar algumas dicas que podem contribuir com essa tarefa. Continue conosco.  O que o profissional de RH em TI precisa saber sobre o trabalho remoto?  O trabalho remoto foi regulamentado oficialmente por meio da Reforma Trabalhista de 2017, sendo considerado um dos modelos corporativos de atuação profissional.  Para funcionar com efetividade, seja por registro CLT, seja por contrato de prestação de serviço ou vagas de freelancer, vagas desse tipo devem ser pautadas pela flexibilidade, autonomia dos funcionários e pela necessidade de processos bem estruturados.  É comum, inclusive, que esses cargos acompanhem outras desburocratizações da rotina de trabalho, como adaptabilidade da carga horária.  Além disso, é importante diferenciar o remoto do home office: enquanto o primeiro indica um emprego conduzido de qualquer lugar (nowhere office), o outro é o que diz respeito ao trabalho realizado na casa do colaborador. Mesmo diante de tais flexibilizações, contratante e contratado ainda possuem vínculo jurídico e precisam estar atentos à previsibilidade legal dessa relação. Por isso, o primeiro passo para os profissionais de RH entenderem como liderar times remotos de TI é dominar o que a lei diz sobre tais tipos de vaga.  6 Dicas para liderar times remotos de TI   Depois da checagem da lei sobre o assunto, cabe destacar também que o trabalho remoto não deve seguir a mesma dinâmica do presencial.  Tentar espelhar um modelo no outro é um erro bastante comum das organizações e acaba prejudicando a produtividade das equipes.  Liderar times remotos de TI é entender as especificidades desse modelo de vaga.  Por isso, é válido discutir com a empresa o motivo da abertura desses postos de trabalho, o que se espera com eles e quais serão as metodologias aplicadas para assegurar a qualidade dos serviços, entre outros questionamentos.  Depois disso, algumas outras orientações podem auxiliar a equipe de gestão de pessoas a lidar com o panorama de atividades remotas.  1) Transparência é o elemento-chave  As vagas de trabalho remoto dependem, sobretudo, de uma relação de confiança entre gestores e colaboradores.  Para isso, ter transparência no escopo de trabalhos e projetos e no acompanhamento de indicadores internos e de produtividade, além de na comunicação, é o que vai garantir o sucesso dessa vaga.  Estabeleça uma relação próxima com os funcionários, com encontros periódicos (vamos retomar essa dica ao longo do texto) em um tom bastante franco de conversa.  Ou seja, é necessário o alinhamento das expectativas do contratado e da contratante, além do entendimento fiel do propósito da empresa.  Qual a expectativa de entrega para essa vaga?  Como a empresa colabora para que esse objetivo seja conquistado? Como o profissional lida com essa expectativa? Essas são algumas perguntas que podem orientar o RH na construção de um vínculo transparente e objetivo com o trabalhador de TI remoto.  2) Gerencie a equipe com o auxílio da tecnologia Possibilitar o ingresso de colaboradores por meio do trabalho remoto está automaticamente associado à adoção de ferramentas tecnológicas para a gestão dessas vagas.  Existem inúmeras plataformas de gerenciamento de projetos, como Kanban, Runrun.it, Trello, bem como para a conferência de horas trabalhadas, a exemplo do ponto digital.  Escolha aquela que melhor se adapta às necessidades da sua empresa, faça um treinamento da ferramenta com os colaboradores e estabeleça um tempo de teste inicial da tecnologia.  Com ela integralmente implementada, gerencie os projetos de forma metódica e processual, se atendo aos comandos da plataforma. É necessário centralizar a gestão de conhecimento e os arquivos de aprendizagem dos projetos. Por isso, utilize as ferramentas com o suporte de processos bem definidos para que nada se perca.  Alguns exemplos de programas para gerenciamento de projetos e organização dos times de TI remotos:  Trello Asana ClickUP Runrun.it Monday.com Jira Software Wrike 3) Garanta as condições ideais de trabalho Mesmo que a empresa não possa arcar com os custos de equipamentos novos para cada um dos colaboradores remotos, é fundamental que ela se certifique das condições de trabalho dos funcionários.  Pensar em uma parceria com fornecedores de internet, para proporcionar esse serviço aos times remotos de TI, pode ser uma alternativa interessante.  Além disso, realizar encontros periódicos com os colaboradores para entender como a dinâmica do trabalho virtual se reflete na rotina desses sujeitos é importante. Crie um roteiro, um checklist com perguntas que consigam mensurar a qualidade estrutural do trabalho remoto para cada funcionário. Ou seja, acompanhe o desempenho desse trabalhador.  Exemplos de perguntas que podem estar no seu roteiro:  No último mês, existiu alguma intercorrência de estrutura ou equipamento que impediu a execução do trabalho? Qual sua principal queixa em relação à estrutura e ao equipamento atualmente? Como você acha que a empresa poderia ajudar você a trabalhar melhor no modelo remoto? Com as respostas, os gestores podem refletir sobre como otimizar o trabalho remoto e desenvolver melhorias para esse tipo de vaga. O importante é alinhar as expectativas de todas as partes envolvidas com a realidade e com as possibilidades, tanto da empresa quanto do trabalhador.  4) Reuniões quando necessárias  Um dos diferenciais do trabalho remoto é incentivar as lideranças a entenderem de fato o que deve ser levado para uma reunião, o que deve ser direcionado para um e-mail ou o que convém ser enviado por mensagens na plataforma de comunicação adotada pelos funcionários.  Sabendo que o contato, mesmo virtualmente, precisa ser efetivo, e não um transtorno para os colaboradores, o RH precisa auxiliar as equipes produtivas a entenderem quando elas precisam de reunião, com que frequência, quais os objetivos dos encontros e o que se espera desses momentos.  Assim, tenha em mente que as reuniões devem proporcionar: Insights para melhorias de serviço e processos; Fortalecimento da relação da equipe; Atualização, para todos os membros, de projetos e missões da empresa, entre outros quesitos. Faça as reuniões quando realmente houver uma motivação para tal, pois de nada adianta adotar o trabalho remoto de TI se a liderança não confia em seus trabalhadores e vice-versa.  Algumas reuniões que podem fazer parte da rotina de um profissional de TI remoto:  Para a elaboração do escopo de um novo projeto; Para o repasse das atividades dos projetos (mais direcionadas e compartimentadas entre os times envolvidos em cada etapa do projeto); Para debater o ritmo da empresa até ali, bem como falar dos clientes e de assuntos pertinentes a todos; Reunião do líder com o funcionário para feedback semanal ou mensal; Descontração e aproximação dos membros etc. 5) Métricas e indicadores continuam importantes Assim como no presencial, liderar times remotos de TI requer o acompanhamento de métricas e indicadores.  Indicadores de produtividade  Indicadores de qualidade de um projeto  Indicadores de satisfação com o trabalho Esses são exemplos de metas que podem compor o escopo de gestão de vagas remotas. Entre eles, as mais tradicionais são a lead time e cycle time, que medem o tempo de reação dos times virtuais, e tThroughput (vazão), que mensura o volume de trabalho concluído num determinado espaço de tempo, além da ocorrência de bugs, que vai indicar não só a quantidade de entregas, como a qualidade delas.  6) A comunicação também é orientada por ferramentas  Nos casos em que há a necessidade de se liderarem times remotos de TI, assim como no gerenciamento dos projetos, a comunicação da empresa depende do uso de ferramentas adequadas. Teste as que têm melhor aceitação na organização e as utilize com precisão.  Exemplos de ferramentas comunicacionais para times de TI:  Discord – é um chat que possibilita que colaboradores e gestores conversem entre si em diferentes canais; Miro – a plataforma otimiza a realização de atividades criativas e que demandem brainstorming e trabalho em equipe; Telegram – como o WhatsApp, permite criação de grupos e proporciona a troca de mensagens instantâneas para um grande número de pessoas. Pode ser usado como lista de transmissão de avisos etc.; E-mail – já tradicional na rotina corporativa, utilizar o e-mail, com uma abordagem objetiva e visual, é ótima ideia.  —————————————- Para além dessas dicas básicas sobre como liderar times remotos de TI, o departamento de RH precisa ter sensibilidade para compreender que as vagas, embora virtuais, ainda são ocupadas por pessoas. Por isso, é essencial acompanhar a satisfação do trabalho desses colaboradores, bem como proporcionar momentos de quebra de rotina, treinamentos para aperfeiçoamento técnico e pessoal, detalhamento minucioso dos projetos da organização e das competências necessárias para realizá-los.  Liderar equipes remotas de TI é uma tarefa desafiadora, que exige uma metodologia específica para esse modelo. Quando isso ocorre, as chances de sucesso são grandes.  O importante é garantir que o empecilho da distância seja superado por outras vantagens, como troca cultural e geográfica, networking de experiências de trabalho e maior satisfação dos funcionários com o que fazem, entre outros benefícios.  >>>>>> Acesse a Trilha de Cursos da ESR e veja como garantir o aperfeiçoamento constante dos times remotos de TI da sua empresa!


    05/04/2023
  • Consultoria Educacional
    RH

    Consultoria Educacional: como ela pode transformar equipes de TI

    A Consultoria Educacional é um serviço que busca orientar as instituições por caminhos relevantes para o seu desenvolvimento, em consonância com o que há de mais atual na capacitação de profissionais para enfrentar os desafios da área de TIC. Possibilita a entrega de um plano de capacitação para desenvolvimento profissional das equipes das organizações, focado em apontar áreas de conhecimento a serem exploradas. Nesse sentido, a Consultoria Educacional capacita as lideranças de TIC à prática de uma gestão mais efetiva, alinhada às necessidades da instituição. Desde 2006, a Escola Superior de Redes da RNP já foi responsável por capacitar mais de 30 mil alunos e possui excelência reconhecida pelo mercado em instituições de diversas naturezas. Para a implementação da nova Consultoria Educacional, a ESR está utilizando o Framework mundial SFIA (Skills Framework for the Information Age). A seguir, veremos com mais detalhes os diferenciais e metodologia da Consultoria Educacional da ESR. Problemas no modelo tradicional A  parceria entre ESR e SFIA ocorreu através da constatação de certas limitações dos modelos de capacitação tradicionais aplicados pelas organizações. Esses formatos, muitas vezes, são construídos sem o alinhamento a um planejamento estratégico e a análise das competências individuais dos membros da equipe a ser qualificada. Entre alguns problemas identificados no modelo tradicional, podemos citar: Atendimento de necessidades pontuais:  não há uma visão de longo prazo para o desenvolvimento das competências dos colaboradores e, por consequência, da instituição, dificultando a elaboração de um plano de capacitação ou de ações de educação continuada; Dificuldade na mensuração dos resultados: inexistência de KPIs e de formas de acompanhamento das ações, dificultando a mensuração dos resultados atingidos; Capacitação descolada das necessidades do aluno: os treinamentos podem não estar adequados ao nível de complexidade que o colaborador necessita, gerando desmotivação; Foco em treinamento: o cenário atual do mercado privilegia uma cultura de lifelong learning nas instituições, ou seja, além de cursos formais, há o incentivo pela busca de outras maneiras de desenvolver Competências, Habilidades e Atitudes (CHA), visando o progresso contínuo dos colaboradores; Como funciona a Consultoria Educacional da ESR A união com um parceiro global, somada às ferramentas e recursos da ESR, é a solução ideal para gestores que buscam otimizar os recursos investidos no desenvolvimento profissional de suas equipes e gerar resultados mais focados em objetivos estratégicos. A SFIA é uma organização global sem fins lucrativos que nutre um método de habilidades e competências para um mundo digital.  [E-book] Baixe aqui nosso e-book completo e gratuito sobre o framework SFIA Além de melhorar a performance dos seus times, a utilização desse framework torna possível comparar sua empresa ou instituição com players de todo o mundo. A consultoria educacional da ESR funciona em sprints, seguindo o modelo abaixo: Sprint 1: Mapeamento da Organização  Como primeiro processo da Consultoria Educacional, é realizado o mapeamento global da organização, com o entendimento de sua estrutura, compreensão dos objetivos, valores e missão da instituição, além da priorização das funções a serem analisadas utilizando a estrutura do framework de habilidades profissionais da SFIA. Sprint 2: Identificação das competências e nível de autonomia através do framework SFIA Nessa etapa, ocorre a análise das funções da organização com o uso do framework SFIA, onde são identificadas as habilidades aderentes às atividades dos profissionais. O resultado dessa investigação levará ao desenho de ações educacionais que subsidiarão o desenvolvimento das estratégias de Educação Corporativa, com o foco na obtenção dos melhores resultados para a organização; Sprint 3: Medição do nível de aderência e autonomia dos colaboradores frente ao framework SFIA No terceiro passo, os colaboradores da instituição realizarão uma autoavaliação onde irão definir o nível de adequação e aderência de suas funções às habilidades mapeadas no framework da SFIA e o nível de maturidade em relação ao seu desempenho pessoal; Essa etapa é realizada através de questionários disponibilizados pela ESR. Sprint 4: Definição das ações educacionais Nessa fase, ocorre a consolidação de todo o mapeamento inicial. A equipe acadêmica da ESR recolhe todas as informações e desenha as ações educacionais que serão realizadas, com o alinhamento das necessidades de treinamento de cada setor e função analisados, fazendo um diagnóstico detalhado dos caminhos a serem seguidos de acordo com as estratégias da organização. Sprint 5: Execução do plano de capacitação Nesse estágio, a equipe da ESR orienta a realização do plano de capacitação, utilizando cronogramas e indicadores com a finalidade de acompanhar a execução, controle e monitoramento, alimentado sempre pelas informações colhidas nos passos anteriores Sprint 6: Mensuração dos resultados Finalmente, utilizando os indicadores estabelecidos, ocorrerá a mensuração dos resultados, voltando aos sprints anteriores, para ajustes dos pontos que necessitem ser aprimorados, de acordo com as medições. Quer saber mais detalhes sobre a mais nova versão do framework SFIA e como ele é utilizado em nossa Consultoria Educacional? Assista ao nosso webinar gratuito sobre o tema. Entre em contato conosco aqui para saber mais informações e descubra como nossa Consultoria Educacional pode auxiliar na melhoria contínua de desempenho da sua organização.


    14/02/2022
  • Profissional realizando um treinamentos de TI
    RH

    10 Motivos para investir constantemente em treinamentos de TI

    O investimento em serviços de tecnologia de qualidade é um grande impulsionador para o crescimento das empresas. E essa constatação é proveniente de números, dados e pesquisas.  Investir em tecnologia não é só mais uma opção que as empresas podem avaliar como importante ou não. Ela passou a ser essencial para o bom andamento dos negócios e, principalmente, para o crescimento de uma empresa. De acordo com  estudo levantado pela TNS Research, divulgado pelo jornal Estado de São Paulo, as empresas que investem em tecnologia têm aumento na receita e crescem aproximadamente 60% a mais em comparação com as empresas que descartam o investimento em tecnologia.  Entre os benefícios do uso da tecnologia para as empresas estão: otimização dos processos, redução de custos, agilidade nas tarefas e maior capacitação dos colaboradores. Projeções para o mercado e investimento em equipe de TI  Não há como negar que a pandemia do coronavírus (Covid-19) impulsionou não só a digitalização das empresas, como também os investimentos em TI, acelerando um processo que já vinha ocorrendo de maneira gradual.  Fato é que, após essa realidade implementada, mesmo que “à força”, dinâmicas foram alteradas e o mercado respondeu com novas demandas em seus diversos setores.  Ainda utilizando números, pode-se dizer que a tendência é que essas soluções cresçam ainda mais até o fim do ano (2021), conforme sugerem alguns estudos.  De acordo com a pesquisa do Gartner, divulgada pela revista EXAME, o mercado global de Tecnologia da Informação deverá movimentar US$ 4,2 trilhões até o fim de 2021. O valor representa uma alta de 8,6%, em relação a 2020. Para 2022, a previsão é de que o mercado de TI cresça 5,3%.  Tratando-se do mercado brasileiro, a estimativa é que os investimentos em TI cresçam 20% até o fim do ano, segundo um estudo da consultoria iMonitor IT. Especialistas explicam que a alta estimativa para o setor de TI deve-se ao fato de que lideranças empresariais estão à procura de parceiros que possam pensar além e enxergar as necessidades e possibilidades de investimento, tanto nas novidades tecnológicas, como em profissionais capacitados.  Os dados acima apresentados deixam claro que os investimentos em TI já são tendência e evidenciam a necessidade de as empresas lançarem mão de soluções inteligentes para acompanhar o crescimento acelerado do mercado digital. O papel do TI em corporações  A partir do exposto, entende-se que investimento em TI dentro do seu negócio, independente de qual seja sua área de atuação, é extremamente importante.  Pensando nisso, a Escola Superior de Redes (ESR) se tornou a unidade de serviço da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), criada para promover a capacitação, o desenvolvimento profissional e a disseminação de conhecimento em Tecnologias da Informação, como modo de oferecer uma solução para outras empresas ou indivíduos que precisavam ou queriam se capacitar dentro do universo de TI.  Com 15 anos de atuação e mais de 1.100 instituições clientes e aproximadamente 30.000 alunos capacitados, a ESR visa o resultado prático e busca os maiores índices de qualidade em seus serviços, com a excelência no ensino e o bom atendimento ao cliente como premissas. A união com um parceiro global, com a utilização do Framework mundial SFIA, somada às ferramentas e aos recursos da ESR oferecem a solução ideal para gestores que buscam otimizar os recursos investidos no desenvolvimento profissional de suas equipes O foco é na entrega de resultados mais objetivos e estratégicos. A SFIA é uma organização global sem fins lucrativos que nutre um framework de habilidades e competências para um mundo digital. Além de melhorar a performance dos seus times, você poderá comparar a sua empresa ou instituição com players de todo o mundo. Portanto, com a contratação da Escola Superior de Redes (ESR), você garante o desenvolvimento da equipe de TI de forma consistente e, com isso, ganha inúmeras vantagens de mercado.  A TI é um diferencial competitivo Não é possível se imaginar, hoje, um negócio competitivo e vitorioso sem o melhor uso da tecnologia disponível. Afinal, sistemas integrados, comunicação de ponta e ferramentas tecnológicas trazem produtividade, excelência e ajudam a eliminar o erro dentro do processo de produção. Assim, os investimentos em Tecnologia da Informação sempre se convertem em resultados, sendo um diferencial competitivo em um mercado cada vez mais difícil e desafiador.  Treinamento de equipes de TI No mundo atual, é preciso estar atualizado e ter uma equipe que acompanhe as novidades do mercado, ainda mais em uma área como a Tecnologia da Informação.  Treinar a equipe de TI é fundamental, porque permite mantê-la atualizada, desenvolver competências, melhorar os procedimentos e trazer produtividade.  O treinamento da equipe de TI também permite a padronização das operações, e isso é fundamental para a qualidade.  É muito importante ressaltar que o investimento em tecnologia de ponta, apenas, não garante qualidade. É preciso contar com a tecnologia e saber utilizá-la a favor do negócio.  Assim, oferecer cursos em TI para sua equipe potencializa a tecnologia de ponta, tornando-se, então, fundamental. Por que investir constantemente em treinamentos de TI? A Tecnologia da Informação é uma área repleta de desafios, cujos avanços se dão em uma velocidade muito acelerada.  Exatamente por essa característica, manter uma equipe de TI atualizada e capacitada pode ser um catalisador para o crescimento da sua empresa.  Para que você entenda de maneira prática como esse investimento é essencial, elencamos abaixo 10 benefícios que o treinamento de equipes de TI exercerá na trajetória do seu negócio. Além disso, explicamos como utilizá-los a favor da sua organização. Proporciona um aumento da produtividade: uma equipe bem treinada sabe o que e como fazer melhor e mais rápido. Sabe das soluções que dispõem e quando devem ser aplicadas. Reduz os custos: a equipe faz o trabalho de forma eficaz e mais rapidamente, entrega mais qualidade e produtividade, impactando diretamente na redução do orçamento necessário para a efetivação do serviço Atualização: uma equipe bem treinada se mantém atualizada sobre as tecnologias de ponta e as melhores práticas do mercado. E isso é um tremendo diferencial competitivo. Aumenta a competitividade da empresa. Melhora a otimização e automação de processos, evitando falhas e erros humanos. Retém os recursos humanos de valor. A adoção de treinamentos valoriza o profissional, que enxerga essa oferta como a chance de se desenvolver no plano de carreira e crescer. Ou seja, diminui a taxa de turnover. Melhora a comunicação entre a equipe de TI, o que reflete por toda a companhia. Cria um melhor clima organizacional, já que os profissionais percebem que a empresa investe neles. Oferece maiores benefícios para o cliente, a partir do momento que uma equipe bem treinada estará atualizada sobre suas funções e inovações. Apresenta uma melhor gestão dos recursos tecnológicos, com redução de desperdícios, incentivo ao trabalho em equipe e diminuição de conflitos. Vale lembrar que a adoção de treinamento para a equipe de TI também estimula o surgimento de novos líderes, o que é sempre muito bem-vindo no ambiente organizacional.  Além disso, o treinamento desenvolve competências que muitas vezes o profissional desconhecia ser capaz de realizá-las. Como buscar um treinamento de TI mais eficiente Mas, e como buscar um treinamento mais eficiente para o seu time de TI? O que as principais empresas do mercado buscam e utilizam para promover um treinamento mais assertivo e de resultados? Afinal, não basta treinar, é preciso treinar com eficiência e foco. Para isso, é preciso contar com o apoio de uma empresa de excelência, que vá entregar aquilo que sua organização realmente necessita. Investir em empresas especialistas faz toda a diferença nos resultados alcançados. Ou seja, investir em uma TI estratégica que consiga direcionar ações para uma maior economia de recursos e eficiência das equipes, propiciando o aumento de vendas, melhoria de serviços, produtos e diversos outros benefícios. Com profissionais engajados e treinados, torna-se possível que o setor de TI figure como um importante ativo para os projetos da empresa. Para isso, é necessário que os objetivos da área estejam alinhados aos da instituição. Solicite uma Consultoria Educacional da ESR e monte um plano de capacitação personalizado para a sua organização, agora mesmo. 


    02/12/2021
  • SFIA
    RH

    Conheça o Framework SFIA e seus benefícios para a área TI

    A SFIA é uma organização global sem fins lucrativos que nutre um framework de habilidades e competências para um mundo digital. Um dos principais desafios enfrentados pelos profissionais que atuam nas áreas de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, Transformação Digital e Engenharia de Software é enquadrar-se nas exigências de Habilidades e Competências determinadas pelo Mercado ou pelos Planos de Cargos estabelecidos nas Organizações. Se, outrora, o alinhamento estratégico entre o Negócio e a TI era determinante para atingir metas corporativas, vemos hoje uma simbiose na qual o papel de coadjuvante entre as duas áreas se alterna ou é partilhado, ou seja, pessoas de Tecnologia comandando o Negócio e pessoas de Negócio tocando a Tecnologia.Neste contexto, o SFIA é uma ferramenta de grande valor, por tratar-se de um modelo de referência que cruza Habilidades e Competências em um eixo e Sete níveis de responsabilidade no outro. O que é o SFIA Framework? SFIA (pronuncia-se Sofia) vem da sigla em inglês Skills Framework for the Information Age (Estrutura de habilidades para a era da informação, em português). Com um movimento iniciado na década de 80, o SFIA foi publicado pela primeira vez em 2000 e é mantido pela Fundação SFIA, uma organização sem fins lucrativos. Encontra-se na versão 7 e está em constante evolução, contando com a colaboração de uma comunidade de especialistas por todo o mundo. É um modelo que se define como “a linguagem comum globalmente aceita para as habilidades e competências relacionadas às tecnologias de informação e comunicação, transformação digital e engenharia de software”. No geral, a missão do SFIA é voltada para aumentar o ciclo de gerenciamento de habilidades de tecnologia da informação e comunicação por meio de um modelo abrangente e replicável que avalia e otimiza o potencial da força de trabalho. Devido à sua relevância universal, o SFIA Framework é incrivelmente maleável e pode ser usado para fins governamentais, corporativos ou individuais. É escalonável bidirecionalmente e possui altos níveis de aplicabilidade em todos os setores. Em sua essência, é uma colaboração global entre gerentes de negócios, profissionais de TI, educadores, representantes de RH e, é claro, os próprios usuários de SFIA desenvolvidos internamente. Como funciona o SFIA Framework Antes que uma organização possa tirar proveito de todos os benefícios do SFIA Framework, é necessário cultivar uma compreensão mais abrangente de como esse modelo funciona como uma ferramenta de avaliação. Em primeiro lugar, o SFIA avalia os assuntos em eixos correspondentes de habilidades e competências, em vez de entregas profissionais. O framework reconhece que os Bodies of Knowledge (BoKs) ou agregados independentes de conhecimento específico da indústria são sensíveis ao contexto e estão em constante evolução. Embora separados do SFIA, eles trabalham em conjunto com as habilidades e competências que o SFIA avalia com relação a essas indústrias. Em segundo lugar, o SFIA define competência de forma holística. Ao contrário de suas contrapartes mais tradicionais, embora o SFIA certamente seja responsável pelas certificações do setor, ele também avalia a proficiência com base em atributos menos quantificáveis. Ele leva em consideração “habilidades, comportamentos ou atributos profissionais, conhecimentos e qualificações e certificações”. O Framework vai além do binário básico de “qualificado ou não qualificado”. Em vez disso, as avaliações do SFIA produzem estratégias para o desenvolvimento longitudinal de habilidades, crescimento e promoção pessoal. Terceiro, o SFIA é aberto por design. Por meio de crowdsourcing operacional, ele se esforça para refletir as necessidades atuais dos negócios internacionais. O SFIA está constantemente sujeito a revisão, ampliação e referendos. O SFIA Framework consiste em sete níveis de responsabilidade do Nível 1 ao Nível 7, descrevendo os comportamentos, valores, conhecimentos e características que um indivíduo deve ter para ser reconhecido como competente em cada Nível. Além disso, os níveis de responsabilidade são caracterizados pelos seguintes atributos genéricos: Autonomia, Influência, Complexidade, Conhecimento e Competências Empresariais. Conheça os 7 níveis de responsabilidade do SFIA Framework aqui. Com base nesses princípios, o SFIA consegue ser flexível e liderado pela comunidade, mas também universal e abrangente, características subjacentes a muitos dos maiores benefícios do SFIA Framework. Benefícios do SFIA Framework – O SFIA auxilia gerentes, profissionais de RH e recrutadores, adquirindo talentos de alto nível e ilustrando melhor os pontos fortes dos candidatos durante o processo de recrutamento. SFIA é um meio econômico e eficiente de enriquecer as equipes internas;   – SFIA capacita os funcionários a reconhecer seus muitos pontos fortes e se preparar para assumir o controle de seu próprio potencial. SFIA ajuda as oportunidades de avanço a se materializar por meio de definições claras de como as habilidades atuais funcionam em níveis cada vez mais elevados.; Os funcionários também ganham a capacidade de conduzir conversas focadas com os empregadores sobre onde estão e onde esperam avançar em posições futuras.– SFIA beneficia os clientes, garantindo que os membros da equipe atribuídos a uma determinada conta sempre terão o melhor conjunto de habilidades possível para lidar com as tarefas em mãos, mapeando habilidades específicas e diversas. – SFIA fortalece os negócios e os torna mais competitivos, porque permite que eles entendam seu próprio pool de talentos como ele está, ao mesmo tempo que traça o potencial latente que pode ser capitalizado;  – SFIA oferece suporte a seus usuários, fornecendo atualizações regulares da estrutura. O desenvolvimento do SFIA nunca foi motivado pelas partes interessadas – em vez disso, sua evolução é conduzida pelos próprios usuários. Ficou interessado em saber mais? A ESR oferece uma consultoria educacional utilizando o framework mundial SFIA, visando obter melhorias contínuas para o resultado das organizações.


    29/07/2021
  • Cursos de TI
    RH

    Cursos de TI: entenda as principais áreas de conhecimento e como planejar os cursos na sua empresa

    Você já parou para pensar na importância de investir em cursos de TI para os profissionais da sua organização? Muitas vezes, em processos seletivos, as empresas acabam selecionando pessoas que já tragam uma bagagem de conhecimento técnico na área de tecnologia da informação. Isso é primordial para o exercício de determinadas funções, e não estamos dizendo que deva mudar.  No entanto, muito do que se faz dentro de uma organização pode ser desenvolvido dentro da própria empresa, direcionando os exemplos práticos daquela teoria, por exemplo, para situações cotidianas do seu ambiente.  Por isso, acreditamos que os conhecimentos prévios são desejáveis, sim, mas que você pode começar a desenvolver um outro olhar para a contratação pensando até mesmo na educação continuada desses profissionais dentro da empresa. Neste artigo falaremos um pouco sobre quais são as áreas de atuação em TI mais demandadas e trazer algumas dicas de como você poderá executar o seu planejamento de treinamentos e cursos de capacitação dentro da organização. Continue lendo e confira! Áreas mais procuradas na TI A tecnologia da informação é uma área em constante crescimento e desenvolvimento no Brasil. Em algumas localizações, por exemplo, o PIB da indústria de tecnologia já supera o de outras economias bastante significativas.  Esse cenário evidencia um alto crescimento no número de empresas de base tecnológica, e também das áreas de TI dentro das organizações que não possuem a tecnologia como core business. E esse movimento, consequentemente, traz à tona o desafio do equilíbrio entre oferta e demanda de mão-de-obra qualificada para atuação em TI. Dentre as áreas que mais crescem — e, portanto, despertam interesse do mercado e dos profissionais —, temos: segurança da informação; administração de banco de dados; administração de redes; qualidade de software; hybrid multi cloud; programação; e suporte técnico.  Para cada uma dessas áreas existem disponíveis diferentes cursos de TI, capacitações e treinamentos. No site da Escola Superior de Redes (ESR), por exemplo, você encontra uma lista centralizada onde é possível encontrar pelo menos um curso para cada uma dessas áreas. Neste sentido, é fundamental que os gestores de organizações compreendam que não será tão fácil quanto parece localizar bons profissionais; e que a qualificação in company pode ser um caminho a ser adotado para suprir essa demanda. A capacitação faz parte da rotina dos profissionais de TI, especialmente quando se leva em conta o fato de que a tecnologia é uma área em constante transformação, onde a todo momento é preciso se atualizar de lançamentos e novidades. Por isso, os profissionais que trabalham nesta área acabam sentindo sempre a necessidade de estar em constante atualização para acompanhar o mercado. Na sua empresa não é diferente: seja pelo desejo dos colaboradores, seja pela necessidade de maior qualificação, pensar em implementar cursos de TI é uma opção altamente rentável. Confira a seguir como colocar isso em prática. Como realizar um planejamento de cursos de TI na sua empresa Além dos motivos já exemplificados, investir neste tipo de treinamento permite que os seus colaboradores aprendam novas habilidades e conhecimentos para colocar em prática no dia a dia da equipe e dos projetos. Isso potencializa o desenvolvimento de soluções inovadoras e que contribuam com o aumento da lucratividade da empresa.  A elaboração e execução de um planejamento para a escolha e implementação de cursos de TI na sua empresa deve seguir as melhores práticas recomendadas neste mercado. Por isso, para saber como começar na sua empresa, separamos o passo a passo a seguir. #1 Mapeamento de necessidades O primeiro passo que deve ser dado antes de implementar cursos de TI na sua organização é ter um bom entendimento sobre as necessidades da empresa em relação aos colaboradores de tecnologia. Toda empresa tem um objetivo, e a área de TI deve estar diretamente alinhada a ele para que o negócio olhe em uma única direção. Por isso, conhecer a fundo as necessidades do negócio será um papel muito importante das lideranças de TI envolvidas nesse mapeamento. #2 Identificação de lacunas de desenvolvimento Em um segundo momento, após detectar o que a empresa precisa, é hora de partir para a investigação sobre as necessidades dos colaboradores. Importante sinalizar que esta etapa não diz respeito a perguntar para a equipe sobre o que eles gostariam de aprender, mas sim, entender o que eles precisam para performar melhor dentro dos objetivos desenhados.  Os cursos de TI a serem implementados devem suprir lacunas de habilidades encontradas nos profissionais da sua empresa, e não simplesmente cumprir um protocolo. Por isso, após entender o que a empresa precisa, direcione os olhares para a equipe para validar quanto daquele objetivo essa equipe consegue cumprir e quanto pode precisar de um apoio extra. #3 Definição de competências para investir Dentre as lacunas identificadas no passo anterior, esta etapa prevê uma priorização do que efetivamente receberá investimentos naquele momento. Para analisar isso e chegar a uma conclusão, as equipes devem entender perfeitamente os objetivos do negócio; ter consciência das lacunas que mais podem impactar negativamente nisso; e, ainda, compreender o orçamento disponível para esse investimento. Assim, a definição das competências a serem desenvolvidas nos colaboradores através dos cursos de TI nas quais investir são selecionadas pensando neste conjunto de fatores. É muito importante ouvir o seu time e também outras áreas da empresa neste momento para ter opiniões mais variadas e que reflitam a realidade da organização. Um produto que vem sendo bastante utilizado para o mapeamento de competências — e que você também pode implementar na sua organização — é o SFIA (Skills Framework for the Information Age). Trata-se de um modelo para descrever e gerenciar habilidades e competências necessárias para profissionais de TI e transformação digital.  Com base neste quadro, é possível identificar características, dores e necessidades para serem endereçadas através dos cursos que você irá implementar na sua empresa. Na ESR, oferecemos uma consultoria educacional totalmente baseada neste framework, venha conhecer! #4 Planejamento para a prática Com tudo delimitado, é hora de partir para a prática. A recomendação principal neste momento é contar com parceiros especializados na educação para tecnologia. No entanto, a escolha desta parceria deve levar em conta alguns fatores, desde o alinhamento aos valores do negócio, passando pelo cumprimento dos requisitos técnicos de qualidade necessários, até a adequação às necessidades e momento da empresa. Neste momento será importante, então, realizar uma pesquisa de mercado para conhecer os possíveis fornecedores, identificar a modalidade (presencial ou EaD) que mais atende a sua empresa, solicitar e analisar orçamentos levando tudo isso em conta. É fundamental ainda que você compreenda como equilibrar a aplicação dos cursos de TI com a rotina dos colaboradores sem sobrecarregá-los de nenhuma maneira. #5 Análise do desempenho da equipe Por último, e com certeza não menos importante, está a análise do desempenho dessas equipes que tiveram acesso aos cursos de TI para capacitação. Como os objetivos iniciais são bem delimitados, e as lacunas de desenvolvimento também estão mapeadas, esta análise ao final do ciclo se torna mais palpável. Aqui, uma dica pode ser buscar compreender no início da implementação como está a visão e a qualificação dos colaboradores que serão contemplados com os cursos, e ao final, repetir os testes ou questionários e verificar uma mudança. Além disso, as entregas da área de TI tendem a passar por uma importante escalada ao passo que os profissionais estão se qualificando, então isso também pode ser uma evidência dos resultados obtidos. Contar com a possibilidade de implementação de cursos de TI na sua empresa, para qualificar os profissionais e elevar o nível das suas entregas, é uma das vantagens de se tornar parceiro da ESR. Se você se interessou por este tema e por levá-lo para a sua empresa, confira nossas próximas turmas com matrículas abertas e veja como podemos ajudar! Continue acompanhando nosso blog e compartilhe os conteúdos com seus colegas!


    08/06/2021