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Escola Superior de Redes

Desenvolvimento de Sistemas

  • plano de fundo de programacao com pessoa trabalhando com codigos no computador
    Desenvolvimento de Sistemas

    Por que um checklist de deploy em TI é realmente importante?

    Qual a importância de um checklist de deploy em TI no mercado moderno? Na prática, o deploy representa não só um comando de linha de código, mas o ponto de contato mais sensível entre o desenvolvimento (Dev) e a operação (Ops).  Ou seja, trata-se da etapa que leva um novo software, funcionalidade ou serviço digital do ambiente de testes para o uso final pelo cliente. Em um mundo onde o tempo de atividade é crucial, a robustez do processo de deploy define a confiabilidade e a maturidade de um time de TI. Assim, nesse cenário competitivo, um processo de deploy despadronizado ou falho pode gerar downtime (tempo de inatividade), expor falhas de segurança e impactar a reputação e as finanças da organização.  Para os gestores de TI, garantir que essa entrega seja segura e previsível é uma questão de governança e estratégia. A seguir, a Escola Superior de Redes (ESR) explica a relevância estratégica do deploy no dia a dia de TI e como estruturar uma visão de controle para reduzir a margem de erro. Leia também: Ferramentas de desenvolvimento web: o que utilizar na rotina de TI?  Por que um checklist de deploy em TI não é “bobeira”? Em ecossistemas corporativos e governamentais (B2B e B2G), o deploy não é um evento isolado, mas, sim, um reflexo da saúde de toda a infraestrutura.  Considerar o deploy como algo trivial é ignorar os riscos técnicos, operacionais e de negócio envolvidos. 1) Riscos de continuidade e custo elevado O deploy é o momento em que se materializa o risco de indisponibilidade. Falhas de TI podem custar caro, com uma média global de US$ 5.600 por minuto em perdas, segundo a Gartner. Em grandes corporações e órgãos públicos, o impacto de um sistema fora do ar pode comprometer serviços essenciais. O checklist de deploy é o instrumento que mitiga esses riscos, fortalecendo a confiança entre as áreas de negócio e a área técnica. 2) Governança e rastreabilidade A documentação do processo de deploy é fundamental para a governança. A prática padronizada cria uma cultura de rastreabilidade e controle sobre cada entrega. Isso é crucial em ambientes regulados, pois garante que a TI atue de forma mensurável e facilite auditorias e o cumprimento de normas como a ISO/IEC 27001. 3) Alinhamento à cultura DevOps O deploy é o cerne da cultura DevOps e das práticas de CI/CD (Continuous Integration/Continuous Deployment).  Integrar controle e documentação nesse ponto significa que a velocidade da entrega contínua não compromete a segurança ou a estabilidade do sistema. O checklist de deploy força esse alinhamento, elevando a capacidade de entrega e promovendo a melhoria contínua. Qual a visão macro de um checklist de deploy em TI? A estruturação de um checklist de deploy em TI deve ser lógica e dividida em fases, garantindo que a validação ocorra em cada momento crítico do ciclo. Essa abordagem garante que todos os aspectos (código, ambiente, segurança e monitoramento) sejam abordados. Com base nessas duas etapas, os riscos são reduzidos e a eficácia do controle aumenta quando o checklist de deploy é adaptado à tecnologia em questão. Um deploy de front-end tem desafios diferentes do de um back-end. Por isso, a estrutura do seu checklist deve incluir validações específicas para processos front-end, back-end ou full-stack. Conclusão Organizações que documentam e monitoram suas entregas conquistam previsibilidade e fortalecem a confiança.  A Escola Superior de Redes (ESR) é referência nacional em capacitação técnica, ajudando empresas e órgãos a elevar sua maturidade operacional. Para que você e sua equipe possam aplicar essa visão de forma prática e técnica, a ESR desenvolveu um material rico com os templates prontos.


    21/11/2025
  • Linguagens de programação
    Desenvolvimento de Sistemas

    Como começar a desenvolver em uma linguagem de programação?

    Este é o primeiro conteúdo da nova série da ESR para os profissionais de TI interessados na área de desenvolvimento. Em uma sequência de três #blogposts, publicados por aqui e em nossas mídias, vamos falar sobre linguagem de programação, destacando as mais utilizadas atualmente, e apresentar um guia completo sobre lógica de programação.  Se você gosta do assunto e quer saber mais sobre ele, acompanhe-nos neste passo inicial sobre linguagens de programação. Formadas por um conjunto de símbolos, palavras-chave, regras semânticas e sintáticas diversas, elas representam um dos conhecimentos mais importantes para quem atua no setor de TI.   Na prática, referem-se aos sistemas de comunicação que, com base nos elementos mencionados anteriormente, especificam as regras necessárias para que programadores (ou os demais profissionais e interessados no assunto) e máquinas estejam associados, de modo a estabelecer e executar comandos.  Podemos dizer, inclusive, que as linguagens de programação representam o “idioma” específico pelo qual o ser humano se comunica com o computador e consegue fazer com que ele reproduza as diretrizes desejadas.  Conhecer uma ou mais delas demanda habilidades variadas, como resolução de problemas complexos, pensamento lógico e analítico, adaptabilidade e valorização da colaboração, entre outras competências.   Por isso, dentro ou fora do segmento da TI, dominar as bases por trás dessa ferramenta é também estruturar o pensamento para um modelo mais dinâmico e inovador. Como o nome indica, as linguagens têm como principal objetivo a “comunicação”. Dessa forma, quando um profissional se especializa em programação, ele deve ser capaz de criar instruções não ambíguas para que uma máquina as interprete e execute um projeto específico.  Interessante, não é? Continue por aqui para saber mais sobre o universo da linguagem de programação. Leia também:  Guia de inteligência artificial (IA) para otimizar sua rotina em TI O que é uma linguagem de programação? Como dissemos anteriormente, a linguagem de programação é a linguagem formal pela qual se comunicam programadores e máquinas. Por meio de uma série de instruções, elementos, símbolos e palavras-chave, além de regras semânticas e sintáticas, o desenvolvedor define como os comandos serão estruturados e interpretados pelos computadores.  Existem inúmeras linguagens de programação e cada uma tem uma sintaxe única, seus propósitos e características. Algumas, por exemplo, são mais adequadas para tarefas específicas, como análise de dados, desenvolvimento web ou criação de jogos.  Entre as tarefas de um programador nesse contexto está a escolha do uso da linguagem mais apropriada para os requisitos de um projeto, além de suas preferências pessoais. Essas linguagens podem ser de alto nível, como Python e JavaScript, que oferecem abstrações que facilitam o desenvolvimento, ou de baixo nível, como Assembly e “C++”, que permitem um controle mais direto sobre o hardware.  À medida que os programadores ganham experiência, eles podem aprender várias linguagens para se tornarem mais versáteis em diferentes domínios de programação.  Entender esses aspectos contribui para que você encontre uma linguagem de programação que seja realmente eficiente e completa, abordando cada um dos detalhes da tecnologia.  Linguagem de programação de alto nível × baixo nível: qual a diferença?  A distinção entre linguagens de programação de alto nível e baixo nível está fundamentada na abstração e na proximidade com o hardware do computador.   Linguagens de alto nível são projetadas para serem mais compreensíveis e amigáveis aos programadores, fornecendo abstrações que simplificam o processo de desenvolvimento. Essas linguagens utilizam estruturas e sintaxe mais próximas da linguagem humana, o que facilita a expressão de algoritmos de maneira mais intuitiva. Por outro lado, as linguagens de baixo nível disponibilizam o fator abstração em menor potência, o que dá ao programador um controle mais direto sobre o hardware. Elas são mais próximas da linguagem de máquina e exigem que os especialistas lidem diretamente com detalhes específicos da arquitetura do computador.   Apesar de ser mais complexa e menos intuitiva, uma linguagem de programação de baixo nível proporcionam um padrão mais granular de controle sobre o sistema, sendo frequentemente utilizadas no desenvolvimento de sistemas operacionais, em drivers de hardware e em situações em que a eficiência e o desempenho são críticos.  Leia também: Governança multicloud: o que é e por que aplicá-la às redes corporativas?  Por que investir em aprendizado de linguagem de programação?  Além de as linguagens de programação serem a base para qualquer desenvolvimento, contribuindo para uma rápida colocação no mercado, a área geral de programação será uma das mais desejadas por recrutadores em 2025.  É o que diz uma pesquisa disponível no site da Michael Page, da França, que identificou, nesse país, as dez profissões de TI (ou as que são tangentes ao segmento) propensas a receber aumento da faixa salarial no próximo ano.   Como destaque está o cargo de engenheiro de DevOps, com um crescimento estimado de 10% a 15% em relação a 2023. Essa é uma carreira que envolve a junção de “desenvolvimento” e “operações”, que relaciona a programação com estratégias e táticas específicas de uma empresa.    Já no restante do catálogo, aparecem as ocupações de especialista em Pentest; engenheiro de nuvem (cloud engineer); contador geral; profissionais das áreas de qualidade, saúde, segurança e meio ambiente; gerente de operações técnicas e técnico de manutenção.  Embora direcionado para uma região específica, o estudo encontra respaldo no Guia Salarial da recrutadora Robert Half, que pode indicar qual caminho essas profissões tomarão nos meses que estão por vir.   Nessa última pesquisa, o usuário encontra informações acerca da média salarial das profissões mais populares na TI, inclusive de desenvolvedor RPA (automação de processo robótico), analistas DevSecOps, analista de DevOps, desenvolvedor mobile sênior e full-stack sênior, entre outras.  Portanto, atualizar-se em relação às linguagens e à lógica de programação e aos demais elementos desse setor é uma escolha direcionada para a demanda de mercado e para o que está por vir.   Esteja pronto para atendê-las! Acompanhe nossos blogposts e nossas mídias para ficar por dentro das novidades de TI e para receber informações exclusivas dos cursos da ESR e da série para desenvolvedores iniciantes. Ei, não vá ainda! Tem e-book gratuito por aqui!!  Se você chegou ao final deste conteúdo, merece uma faixa bônus Baixe agora nosso e-book gratuito sobre o universo das linguagens da programação!   Conceitos básicos sobre programação.  Principais linguagens utilizadas no mercado de trabalho.  Passo a passo para começar sua carreira e muito mais. 


    12/08/2025
  • Linguagens de programação
    Desenvolvimento de Sistemas

    As 5 linguagens de programação mais utilizadas em 2024-2025

    As linguagens de programação mais utilizadas representam um dos conhecimentos mais importantes para quem atua no setor de TI. Afinal, é por meio delas que uma informação qualquer é transformada em uma instrução precisa capaz de direcionar o funcionamento de uma máquina.  Na prática, podemos dizer que elas caracterizam a gênese das aplicações e do desenvolvimento web.  Assim, as linguagens de programação referem-se aos sistemas de comunicação estruturados, semiestruturados e não estruturados, que, com base em símbolos, palavras-chave, regras semânticas e sintáticas diversas, especificam as regras necessárias para que programadores (ou os demais profissionais e interessados no assunto) e máquinas estejam associados, de modo a estabelecer e executar comandos.   Podemos dizer, inclusive, que se trata do “dialeto” específico pelo qual o ser humano se comunica com o computador e consegue fazer com que ele reproduza as diretrizes desejadas.  Dessa forma, as linguagens de programação objetivam a comunicação e têm características singulares que as orientam para cada tipo de uso, de acordo com as especificidades de cada projeto.   Por isso, entre as tarefas de um programador está a escolha do uso da linguagem mais apropriada para os requisitos do projeto e suas preferências pessoais. A seguir, destacamos as cinco linguagens mais populares para o ciclo 2024-2025, para que você saiba por qual caminho começar sua especialização.  Leia também: 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2025 As 5 principais linguagens de programação em 2025 Um dos maiores repositórios de códigos do mundo, o State of the Octoverse do GitHub, detalhou recentemente as linguagens de programação de crescimento mais rápido na plataforma. Entre as mencionadas estão:   1) JavaScript JavaScript é uma linguagem de programação de alto nível, interpretada e orientada a objetos, conhecida principalmente por seu uso no desenvolvimento web.  Criada originalmente para tornar as páginas web interativas, permite a manipulação dinâmica de elementos HTML, interação com o usuário e atualizações assíncronas, tudo isso acontecendo no navegador do cliente. Entre suas principais características estão: interatividade, assincronia e orientação a objetos amplamente suportada, além de possuir um ecossistema rico. ➡️ Uso: criar interatividade em páginas web e desenvolver aplicações web completas, incluindo servidores web (Node.js). ➡️ Vantagens: amplamente suportada em navegadores, facilita o desenvolvimento de aplicações web interativas. 2) Python Outro exemplo de linguagem de programação de alto nível, a Python se destaca por sua versatilidade, legibilidade e ampla aplicação.  Possui sintaxe clara e intuitiva, o que torna o código acessível tanto para novatos quanto para desenvolvedores experientes.  Além disso, a orientação a objetos na Python permite uma estrutura organizada de programas, o que promove a reutilização de código. Também é destaque por ter uma comunidade ativa que contribui para um ecossistema robusto, com bibliotecas e frameworks abrangentes que simplificam o desenvolvimento em diversas áreas.   ➡️ Uso: desenvolvimento web, automação de tarefas, ciência de dados e inteligência artificial, entre outros. ➡️ Vantagens: sintaxe clara, vasta comunidade, bibliotecas poderosas (NumPy, Pandas). 3) Java Java é uma linguagem de programação utilizada em contextos diversos por causa de sua portabilidade, orientação a objetos e pela poderosa JVM. Seu papel abrange desde aplicações corporativas até o desenvolvimento de aplicativos móveis, tornando-a uma escolha robusta para muitos desenvolvedores. Sua Máquina Virtual Java (JVM) atua como uma variável intermediária entre o código Java e o hardware do computador. Essas características fazem da Java uma linguagem comum no desenvolvimento de aplicativos empresariais, em sistemas distribuídos e nas aplicações móveis Android.  A sintaxe Java é semelhante à de outras linguagens, como C++ e C#. ➡️ Uso: desenvolvimento de aplicativos empresariais, aplicativos móveis Android, servidores web. ➡️ Vantagens: portabilidade, robustez, comunidade ativa. 4) TypeScript Desenvolvido pela Microsoft, se destaca por ser um superset do JavaScript. Com foco na adição de tipagem estática e em outros recursos à linguagem JavaScript, o TypeScript oferece aos desenvolvedores uma ferramenta poderosa para criar aplicações web mais robustas e escaláveis.   A principal vantagem do TypeScript reside na introdução de tipos estáticos, que contribui para a detecção de erros em tempo de compilação e o fornecimento de uma experiência de desenvolvimento mais segura e eficiente.  Ao escrever código em TypeScript, os desenvolvedores podem utilizar as funcionalidades modernas do JavaScript, além de adicionar tipagem estática opcional, interfaces e outros recursos avançados. Essa abordagem aumenta a legibilidade do código, facilita a manutenção da ferramenta e, ao mesmo tempo, oferece as vantagens de um sistema de tipos mais robustos.  ➡️ Uso: desenvolvimento de grandes aplicações web. ➡️ Vantagens: identificação de erros em tempo de compilação, melhor ferramenta de autocompletar, compatibilidade com o JavaScript. ➡️ Leia também: Que curso de tecnologia é feito para mim? Conheça as Trilhas ESR e descubra sua jornada de aprendizagem ideal!  5) C# Também conhecido como C Sharp, esse é outro exemplo de linguagem de programação orientada a objetos e desenvolvida pela Microsoft como parte de sua plataforma .NET.  Lançada em 2000, a C# combina elementos de C e C++ com recursos modernos de linguagens como Java. É notavelmente utilizada no desenvolvimento de aplicativos para a plataforma Windows, incluindo aplicativos para desktop, serviços web e jogos. A linguagem C# apresenta uma sintaxe clara e concisa, bem como suporte avançado para tipos, gerenciamento automático de memória e recursos de programação orientada a objetos.  Além dessas, o relatório do GigHub ainda destaca outras linguagens de programação em uso atualmente, como C++, PHP, Shell, C e Ruby.  ➡️ Uso: desenvolvimento de aplicativos Windows, aplicações web (ASP.NET). ➡️ Vantagens: integração com o ecossistema Microsoft, tipagem estática, orientação a objetos. Além dessas, o relatório do GigHub ainda destaca outras linguagens de programação em uso atualmente, como a C++,  PHP, Shell, C e Ruby. Independentemente da escolha da linguagem de programação a ser utilizada, todas demandam algo em comum: que o desenvolvedor reúna os conhecimentos básicos de lógica de programação, elemento essencial responsável por organizar, de maneira coerente e objetiva, uma sequência de ações para um algoritmo executar. Ou seja, para servir de base para qualquer programação. Por aqui, em nosso segundo blogpost da série exclusiva ESR sobre programação, já abordamos o que está por trás dessa área, bem como os conceitos básicos da lógica de programação e algumas dicas para quem deseja começar sua jornada de aprendizagem sobre o tema.  Escola Superior de Redes: a melhor escolha para quem deseja se tornar desenvolvedor Este é o último post da nossa série exclusiva sobre programação. No blog de abertura,  abordamos a explicação técnica das linguagens de programação (você pode ficar por dentro por aqui), além das curiosidades que tangenciam o tema. Depois, foi a vez de discutir os detalhes da lógica de programação e conhecer seus pilares. Por fim, destacamos as principais linguagens do ciclo 2024-2025.  Com essa coleção de artigos para desenvolvedores iniciantes, você dá um novo passo na construção de uma carreira sólida em programação.  Acompanhe a produção de nosso blogpost, além das mídias, para ficar por dentro das novidades de TI e receber informações exclusivas dos cursos da ESR para a área.  Baixe também nosso e-book gratuito sobre linguagens de programação!  


    09/12/2025
  • Linguagens de programação
    Desenvolvimento de Sistemas

    As 5 linguagens de programação mais utilizadas em 2024-2025

    As linguagens de programação mais utilizadas representam um dos conhecimentos mais importantes para quem atua no setor de TI. Afinal, é por meio delas que uma informação qualquer é transformada em uma instrução precisa capaz de direcionar o funcionamento de uma máquina.  Na prática, podemos dizer que elas caracterizam a gênese das aplicações e do desenvolvimento web.  Assim, as linguagens de programação referem-se aos sistemas de comunicação estruturados, semiestruturados e não estruturados, que, com base em símbolos, palavras-chave, regras semânticas e sintáticas diversas, especificam as regras necessárias para que programadores (ou os demais profissionais e interessados no assunto) e máquinas estejam associados, de modo a estabelecer e executar comandos.   Podemos dizer, inclusive, que se trata do “dialeto” específico pelo qual o ser humano se comunica com o computador e consegue fazer com que ele reproduza as diretrizes desejadas.  Dessa forma, as linguagens de programação objetivam a comunicação e têm características singulares que as orientam para cada tipo de uso, de acordo com as especificidades de cada projeto.   Por isso, entre as tarefas de um programador está a escolha do uso da linguagem mais apropriada para os requisitos do projeto e suas preferências pessoais. A seguir, destacamos as cinco linguagens mais populares para o ciclo 2024-2025, para que você saiba por qual caminho começar sua especialização.  Leia também: 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2025 As 5 principais linguagens de programação em 2025 Um dos maiores repositórios de códigos do mundo, o State of the Octoverse do GitHub, detalhou recentemente as linguagens de programação de crescimento mais rápido na plataforma. Entre as mencionadas estão:   1) JavaScript JavaScript é uma linguagem de programação de alto nível, interpretada e orientada a objetos, conhecida principalmente por seu uso no desenvolvimento web.  Criada originalmente para tornar as páginas web interativas, permite a manipulação dinâmica de elementos HTML, interação com o usuário e atualizações assíncronas, tudo isso acontecendo no navegador do cliente. Entre suas principais características estão: interatividade, assincronia e orientação a objetos amplamente suportada, além de possuir um ecossistema rico. ➡️ Uso: criar interatividade em páginas web e desenvolver aplicações web completas, incluindo servidores web (Node.js). ➡️ Vantagens: amplamente suportada em navegadores, facilita o desenvolvimento de aplicações web interativas. 2) Python Outro exemplo de linguagem de programação de alto nível, a Python se destaca por sua versatilidade, legibilidade e ampla aplicação.  Possui sintaxe clara e intuitiva, o que torna o código acessível tanto para novatos quanto para desenvolvedores experientes.  Além disso, a orientação a objetos na Python permite uma estrutura organizada de programas, o que promove a reutilização de código. Também é destaque por ter uma comunidade ativa que contribui para um ecossistema robusto, com bibliotecas e frameworks abrangentes que simplificam o desenvolvimento em diversas áreas.   ➡️ Uso: desenvolvimento web, automação de tarefas, ciência de dados e inteligência artificial, entre outros. ➡️ Vantagens: sintaxe clara, vasta comunidade, bibliotecas poderosas (NumPy, Pandas). 3) Java Java é uma linguagem de programação utilizada em contextos diversos por causa de sua portabilidade, orientação a objetos e pela poderosa JVM. Seu papel abrange desde aplicações corporativas até o desenvolvimento de aplicativos móveis, tornando-a uma escolha robusta para muitos desenvolvedores. Sua Máquina Virtual Java (JVM) atua como uma variável intermediária entre o código Java e o hardware do computador. Essas características fazem da Java uma linguagem comum no desenvolvimento de aplicativos empresariais, em sistemas distribuídos e nas aplicações móveis Android.  A sintaxe Java é semelhante à de outras linguagens, como C++ e C#. ➡️ Uso: desenvolvimento de aplicativos empresariais, aplicativos móveis Android, servidores web. ➡️ Vantagens: portabilidade, robustez, comunidade ativa. 4) TypeScript Desenvolvido pela Microsoft, se destaca por ser um superset do JavaScript. Com foco na adição de tipagem estática e em outros recursos à linguagem JavaScript, o TypeScript oferece aos desenvolvedores uma ferramenta poderosa para criar aplicações web mais robustas e escaláveis.   A principal vantagem do TypeScript reside na introdução de tipos estáticos, que contribui para a detecção de erros em tempo de compilação e o fornecimento de uma experiência de desenvolvimento mais segura e eficiente.  Ao escrever código em TypeScript, os desenvolvedores podem utilizar as funcionalidades modernas do JavaScript, além de adicionar tipagem estática opcional, interfaces e outros recursos avançados. Essa abordagem aumenta a legibilidade do código, facilita a manutenção da ferramenta e, ao mesmo tempo, oferece as vantagens de um sistema de tipos mais robustos.  ➡️ Uso: desenvolvimento de grandes aplicações web. ➡️ Vantagens: identificação de erros em tempo de compilação, melhor ferramenta de autocompletar, compatibilidade com o JavaScript. ➡️ Leia também: Que curso de tecnologia é feito para mim? Conheça as Trilhas ESR e descubra sua jornada de aprendizagem ideal!  5) C# Também conhecido como C Sharp, esse é outro exemplo de linguagem de programação orientada a objetos e desenvolvida pela Microsoft como parte de sua plataforma .NET.  Lançada em 2000, a C# combina elementos de C e C++ com recursos modernos de linguagens como Java. É notavelmente utilizada no desenvolvimento de aplicativos para a plataforma Windows, incluindo aplicativos para desktop, serviços web e jogos. A linguagem C# apresenta uma sintaxe clara e concisa, bem como suporte avançado para tipos, gerenciamento automático de memória e recursos de programação orientada a objetos.  Além dessas, o relatório do GigHub ainda destaca outras linguagens de programação em uso atualmente, como C++, PHP, Shell, C e Ruby.  ➡️ Uso: desenvolvimento de aplicativos Windows, aplicações web (ASP.NET). ➡️ Vantagens: integração com o ecossistema Microsoft, tipagem estática, orientação a objetos. Além dessas, o relatório do GigHub ainda destaca outras linguagens de programação em uso atualmente, como a C++,  PHP, Shell, C e Ruby. Independentemente da escolha da linguagem de programação a ser utilizada, todas demandam algo em comum: que o desenvolvedor reúna os conhecimentos básicos de lógica de programação, elemento essencial responsável por organizar, de maneira coerente e objetiva, uma sequência de ações para um algoritmo executar. Ou seja, para servir de base para qualquer programação. Por aqui, em nosso segundo blogpost da série exclusiva ESR sobre programação, já abordamos o que está por trás dessa área, bem como os conceitos básicos da lógica de programação e algumas dicas para quem deseja começar sua jornada de aprendizagem sobre o tema.  Escola Superior de Redes: a melhor escolha para quem deseja se tornar desenvolvedor Este é o último post da nossa série exclusiva sobre programação. No blog de abertura,  abordamos a explicação técnica das linguagens de programação (você pode ficar por dentro por aqui), além das curiosidades que tangenciam o tema. Depois, foi a vez de discutir os detalhes da lógica de programação e conhecer seus pilares. Por fim, destacamos as principais linguagens do ciclo 2024-2025.  Com essa coleção de artigos para desenvolvedores iniciantes, você dá um novo passo na construção de uma carreira sólida em programação.  Acompanhe a produção de nosso blogpost, além das mídias, para ficar por dentro das novidades de TI e receber informações exclusivas dos cursos da ESR para a área.  Baixe também nosso e-book gratuito sobre linguagens de programação!  


    11/12/2025
  • Lógica de programação
    Desenvolvimento de Sistemas

    5 dicas para entender o que é lógica de programação e aplicá-la

    Entre as habilidades técnicas iniciais que os desenvolvedores precisam conhecer, a lógica de programação talvez seja a mais importante. Isso porque ela representa o elemento essencial responsável por organizar, de maneira coerente e objetiva, uma sequência de ações para um algoritmo executar. Ou seja, é a base de qualquer programação. De forma geral, dizemos que a lógica de programação, ou lógica computacional, refere-se a técnica de desenvolver sequências lógicas, a fim de obter um resultado específico. As sequências, por sua vez, são adaptadas às linguagens de programação para, a partir daí, se traduzir em comandos de ação para as máquinas. Nesse contexto, sabendo que um computador entende qualquer instrução de maneira literal, a lógica de programação atua como uma moldura didática que orienta a máquina a seguir pelo caminho desejado pelo programador. Tal relação prática se dá por meio do algoritmo, que é um fluxo computacional criado para resolver um problema ou, em outras palavras, um roteiro que detalha os procedimentos necessários para a realização ou resolução de uma atividade.  Existem algumas formas de representar tais algoritmos, e a escolha delas depende do projeto a ser elaborado e da preferência do desenvolvedor. É o caso: Exatamente por performar como uma base objetiva de instruções para uma máquina funcionar é que a lógica de programação é tão importante para quem deseja começar na carreira de desenvolvimento.  Neste artigo, vamos conversar sobre os principais tópicos acerca desse tema, além de indicar quatro passos para você dar o start nos estudos da área.   Leia também: 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024  Quais são os conceitos básicos da lógica de programação? Como dissemos anteriormente, a lógica computacional representa uma das habilidades primárias da programação, que permite ao programador estruturar seu raciocínio e projetos em comandos específicos (códigos) para conseguir se comunicar com a máquina. Nada mais é, portanto, do que a materialização de um raciocínio lógico. Porém, para dominar esse know-how, é necessário compreender os conceitos básicos por trás da lógica de programação. São eles: 1) Algoritmos De acordo com Manzano, autor do livro “Lógica para desenvolvimento de programação para computadores”, algoritmos “são conjuntos de passos finitos e organizados que, quando executados, resolvem um problema”. Dessa forma, caracterizam-se por serem a receita que guia o computador na execução de tarefas. Por exemplo, um algoritmo simples para somar dois números pode ser expresso assim:  1. Iniciar 2. Receber o primeiro número (a) 3. Receber o segundo número (b)  4. Somar a e b e armazenar o resultado 5. Exibir o resultado 6. Fim Resumindo, o algoritmo é a implementação prática da lógica de programação, uma receita com instruções literais que indica à máquina o que o programador pretende executar a partir de então. 2) Variáveis, constantes e tipos de dados As variáveis armazenam dados durante a execução de um programa. As constantes são valores fixos que não mudam. Já os tipos de dados definem a natureza dos valores que as variáveis podem armazenar, como “inteiros, decimais ou caracteres”. Esses elementos são importantíssimos para padronizar a informação em uma estrutura de lógica de programação, pois cada um deles associa um comando específico à máquina. Analogamente, vamos considerar uma situação na qual você está desenvolvendo um programa para calcular a área de um círculo. Nesse cenário, você usaria variáveis para armazenar o raio e o resultado, uma constante para representar π (pi) e tipos de dados para garantir que as informações sejam tratadas corretamente. Nesse exemplo, a variável serve para guardar valores que podem mudar durante o programa, como o raio do círculo e o valor da área calculada. A constante representa um valor fixo e conhecido, como o número π (pi), que sempre será o mesmo. Já os tipos de dados garantem que a máquina entenda corretamente a informação que está sendo usada – por exemplo, o raio pode ser um número decimal, então o tipo de dado precisa permitir isso para que o cálculo funcione sem erros. Esses três elementos juntos ajudam a organizar o código e assegurar que ele funcione como esperado. 3) Estruturas de repetição  As estruturas de repetição permitem que um conjunto de instruções seja executado várias vezes, otimizando os processos da comunicação e da máquina. Uma vez que elas evitam a repetição manual de comandos, resultam em um código mais limpo e eficiente.  Imagine a tarefa de imprimir os números de 1 a 5. Sem uma estrutura de repetição, seria necessário escrever uma instrução para cada número. Com uma estrutura de repetição, podemos fazer isso de forma mais eficiente, como no exemplo abaixo: 1. Iniciar 2. Para cada número de 1 a 5 faça:  3. Imprimir número  4. Fim 4) Operadores e condicionais Quando se fala em operadores na perspectiva da lógica de programação, abordam-se os símbolos que realizam operações em variáveis e valores, os chamados operadores. Existem operadores matemáticos (como +, -, *, /), operadores de comparação (como ==, !=, >, <) e operadores lógicos (como and, or, not). Enquanto isso, as condicionais permitem que o programa tome decisões com base em condições específicas. São estruturas que controlam o fluxo do programa, como o famoso if (se), else (senão) e elif (senão se em algumas linguagens). Por exemplo, se você estiver desenvolvendo um programa para verificar se uma pessoa é elegível para votar, pode usar operadores e condicionais assim: idade = 20 (# variável com a idade da pessoa) se (if) idade >= 18 entãoImprimir/print (“Você é elegível para votar.”) senão/else: se (if) idade < 18 então Imprimir/print (“Você não pode votar ainda.”) Leia também: As habilidades mais valorizadas no mercado de trabalho de Tecnologia da Informação Por que aprender lógica de programação?  Se você deseja ingressar no mercado de programação, a lógica de programação é a porta de entrada. A aprendizagem desse tópico é fundamental, pois permite que os indivíduos compreendam e resolvam problemas de maneira estruturada, traduzindo conceitos abstratos em “instruções passo a passo” que são compreensíveis pelo computador.  Ao dominarem esses conceitos, os programadores iniciantes ganham a habilidade de projetar soluções lógicas para uma ampla variedade de desafios, preparando o terreno para a aprendizagem de linguagens de programação específicas e o desenvolvimento de aplicações práticas. Além de ser a base essencial para a programação, a lógica de programação também fomenta a resolução de problemas de maneira mais abrangente, o que contribui para o pensamento crítico e para a potencialização da habilidade de decompor problemas complexos em partes mais gerenciáveis.  Outro ponto de destaque que indica a necessidade dessa especialização é que, independentemente da linguagem de programação escolhida, a lógica subjacente permanece consistente. Ou seja, programadores podem se adaptar mais facilmente a novas tecnologias e ambientes de desenvolvimento ao saberem lógica de programação.  Cinco dicas para começar o aprendizado em lógica de programação 1) Domine os conceitos básicos Antes de mergulhar profundamente em linguagens de programação específicas, é crucial estabelecer uma base sólida nos conceitos fundamentais da lógica de programação. Entenda algoritmos, estruturas de controle de fluxo (condicionais e iterativos/laços), variáveis e tipos de dados. Dessa forma, você terá uma compreensão clara de como as instruções são executadas e como os dados são manipulados, formando a espinha dorsal do desenvolvimento de software. 2) Aprofunde seu conhecimento em inglês  Investir tempo no aprimoramento da língua inglesa é crucial no mundo da programação. Mesmo que de forma gradativa e combinada com outras aprendizagens, não deixe o estudo do inglês de lado. Afinal, muitos recursos, documentação e tutoriais estão disponíveis em inglês, desse modo, ter uma compreensão sólida dessa língua facilita a navegação e a assimilação de informações. Além disso, muitas linguagens de programação também são realizadas em inglês. Por isso, familiarizar-se com os termos técnicos em inglês não apenas enriquece sua compreensão dos conceitos, mas também amplia significativamente os recursos educacionais acessíveis a você. 3) Pratique regularmente A prática constante é essencial para desenvolver suas habilidades em lógica de programação. Resolva problemas práticos, participe de desafios de programação on-line e projete pequenos programas. Quanto mais você executa, mais confortável fica com a aplicação dos conceitos, evoluindo com a capacidade de pensar de maneira lógica para resolver problemas complexos. 4) Explore estruturas de dados Além de compreender os conceitos básicos de estruturas de dados, esteja familiarizado com diferentes métodos para ordenar e armazenar dados, como listas, pilhas e filas. Saber como organizar e acessar dados de maneira eficiente é crucial para o desenvolvimento de programas eficazes. Assim, experimente implementar essas estruturas em sua prática cotidiana para ganhar experiência. 5) Participe de comunidades e projetos colaborativos Essa é uma das dicas mais importantes para assimilar o que é lógica de programação e seu aprendizado. Engajar-se em comunidades de programação e colaborar em projetos compartilhados é uma maneira valiosa de aprender. Por meio dessa prática, você pode dividir conhecimento, obter feedback e observar como outros programadores abordam problemas. Além disso, a exposição a diferentes perspectivas e estilos de codificação enriquece sua compreensão da lógica de programação e proporciona uma aprendizagem mais holística. Qual a importância da lógica de programação no dia a dia de TI? Se até agora as vantagens de uma especialização em lógica de programação não ficaram claras, vamos destacar a relevância do tema, recordando o que já falamos neste artigo. A lógica de programação é uma habilidade que irá permitir:   Leia também: Que curso de tecnologia é feito para mim? Conheça as Trilhas ESR e descubra sua jornada de aprendizagem ideal!  Escola Superior de Redes: a melhor escolha para o ensino e a aprendizagem de programação Neste conteúdo você aprendeu o que é lógica de programação e como se aperfeiçoar nessa prática. Este é o segundo texto de uma série exclusiva de posts sobre programação da Escola Superior de Redes, referência em ensino e consultoria para tecnologia da informação.  No blog de abertura,  abordamos o universo das linguagens de programação (você pode ficar por dentro por aqui) e, agora, nosso próximo encontro apresentará quais delas são as mais populares para o ciclo 2025. Acompanhe a produção de nosso blogpost, além das mídias, para ficar por dentro das novidades em TI e receber informações exclusivas dos cursos da ESR e dessa coleção de artigos para desenvolvedores iniciantes! Ei, ainda tem um e-book gratuito por aqui! Se você chegou ao final deste conteúdo, merece uma faixa bônus Baixe agora nosso e-book gratuito sobre o universo das linguagens da programação!Conceitos básicos sobre programação Principais linguagens utilizadas no mercado de trabalho Passo a passo para começar sua carreira e muito mais


    08/05/2025
  • Desenvolvimento low-Code
    Desenvolvimento de Sistemas

    Desenvolvimento com frameworks low-code: o que é, quais vantagens e desafios para iniciantes?

    O desenvolvimento low-code (desenvolvimento com baixo código) promete dar às empresas o que a transformação digital exige todos os dias: agilidade e eficiência na produção de suas soluções.  Trata-se de uma ferramenta que funciona à base do mecanismo de arrastar e soltar (drag and drop), permitindo que o desenvolvimento de softwares e aplicações se torne mais simples. Isso ocorre porque a tecnologia low-code (ou, em português, baixo código) minimiza a necessidade de uma codificação manual convencional, otimizando a entrega de aplicativos. Cada vez mais as organizações migram para as chamadas Low Code Development Platform (LCPD), por enxergarem nessa evolução uma oportunidade de escalar suas operações. Continue neste artigo e descubra o universo low-code e por que essa é uma competência interessante para iniciantes.  Você também pode gostar – O que é e como aprender lógica de programação de uma vez por todas O que é desenvolvimento low-code? O desenvolvimento low-code é realizado por meio de uma interface gráfica simplificada e intuitiva que substitui, em grande parte, a necessidade de codificação manual. Ou seja, em vez de escrever linhas e mais linhas de código, o desenvolvedor utiliza elementos pré-programados em uma interface visual, compondo as funcionalidades desejadas por meio do mecanismo de arrastar e soltar para realizar a criação das aplicações. Dessa forma, a elaboração de softwares é não só facilitada como democratizada, permitindo que profissionais iniciantes ou com pouco conhecimento técnico em programação possam criar aplicativos e soluções digitais. Além disso, quando se fala em low-code, é importante compreender que se trata de uma tecnologia especialmente útil em projetos que demandam rapidez, como é o caso do desenvolvimento de MVPs (produtos mínimos viáveis), aplicações internas e ferramentas de automação empresarial. Para esses casos, tais soluções podem ser facilmente modificadas ou escaladas conforme necessário, algo fundamental em um ambiente de transformação digital, que está em constante movimento. Você também pode gostar –As 5 linguagens de programação mais utilizadas no mercado em 2023-2024 Como o low-code funciona na prática? Na prática, o low-code utiliza componentes visuais pré-programados que representam funcionalidades específicas, como formulários, conexões com o banco de dados e integrações com APIs (interface de programação de aplicações). Ao selecionar e posicionar esses elementos na interface, o desenvolvedor cria um fluxo lógico de funcionamento, que pode ser testado e ajustado em tempo real. O processo ainda é facilitado por recursos como templates prontos, guias de integração e uma série de módulos funcionais que já trazem a lógica de programação embutida. É o caso, por exemplo, do uso da inteligência artificial, recentemente adotada na construção das estruturas de código. Outro ponto interessante do low-code é a sua capacidade de integração com sistemas legados e APIs. Por meio dessa característica, é possível conectar dados e funcionalidades de diversas plataformas em uma mesma aplicação. Com isso, as empresas mantêm a continuidade operacional enquanto incorporam novos recursos, o que é bastante útil para quem precisa modernizar processos rapidamente. Você também pode gostar: O que você precisa saber para se especializar em linguagem de programação? Quais são as plataformas low-code mais populares? Existem diversas plataformas low-code populares no mercado, cada uma com suas particularidades e objetivos específicos. Detalhamos abaixo algumas delas. Essas plataformas são projetadas para facilitar o desenvolvimento, sendo uma excelente escolha para empresas que desejam acelerar sua transformação digital ou para profissionais iniciantes. Vantagens do low-code para iniciantes O low-code é particularmente atrativo para iniciantes por uma série de motivos: 1) Curva de aprendizagem reduzida Graças à sua interface intuitiva e ao modelo de arrastar e soltar, o low-code permite que iniciantes possam criar aplicações em menos tempo, enquanto amadurecem o seu conhecimento técnico. 2) Rapidez no desenvolvimento Como o low-code minimiza a codificação manual, o tempo necessário para concluir um projeto é consideravelmente menor, o que facilita a entrega rápida de protótipos e MVPs. 3) Menor necessidade de recursos  Com o low-code, mesmo equipes menores conseguem desenvolver aplicações quase completas, uma vez que muitos dos recursos são automatizados ou fornecidos pela própria plataforma. 4) Facilidade na integração de funcionalidades Como a maioria das plataformas oferece integrações automáticas com APIs e sistemas externos, os iniciantes conseguem criar aplicações mais robustas de uma forma mais fácil. Por esses e outros motivos, o low-code se torna uma escolha estratégica para iniciantes que desejam atuar na área de desenvolvimento e inovação. Enquanto criam aplicações por meio dos recursos drag and drop, esses profissionais podem, aos poucos, aprofundar sua expertise em linguagens de programação. Você também pode gostar: 8 dicas para iniciar na carreira de programação! E quais são os desafios do low-code para iniciantes? É importante que os iniciantes também estejam cientes de alguns desafios que acompanham o uso de plataformas low-code: Limitações de personalização Embora o low-code ofereça diversas funcionalidades prontas, ele pode limitar a personalização e a flexibilidade do projeto. Quando este exige uma lógica complexa ou funcionalidades muito específicas, esse ponto pode se tornar um obstáculo. Dependência da plataforma Outra preocupação é a dependência que as empresas podem desenvolver em relação à plataforma escolhida, o que pode gerar custos de licenciamento e dificultar a migração para outras soluções no futuro. Questões de segurança e conformidade Como o código não é totalmente controlado pelo desenvolvedor, pode ser mais trabalhoso garantir que a aplicação esteja em conformidade com todas as normas de segurança, especialmente em setores altamente regulamentados. Para superar esses desafios, é essencial que iniciantes se dediquem a estudar a plataforma que desejam utilizar, compreendendo suas limitações, e que busquem aprender os fundamentos de desenvolvimento e lógica de programação. Dessa forma, aos poucos e com a “mão na massa”, você complementa o conhecimento adquirido e passa de iniciante a um desenvolvedor com aptidões mais técnicas. Você também pode gostar: A importância da programação para o futuro do trabalho A ESR pode ajudar você nesse processo! Há mais de 15 anos no mercado de ensino e aprendizado para TI, a Escola Superior de Redes (ESR) desenvolveu uma metodologia exclusiva, capaz de aliar verdadeiramente a teoria à prática. São cursos distribuídos por trilhas de conhecimento nas mais diversas áreas de TI, desde desenvolvimento até cibersegurança, com material atualizado constantemente e ministrado por profissionais reconhecidos no mercado. Dê um passo a mais na sua carreira de TI: conheça todos os cursos da ESR aqui!


    14/11/2024
  • Desenvolvimento de Software
    Desenvolvimento de Sistemas

    4 dicas para desenvolvimento de software sob a dinâmica DevOps

    Quais são as 4 dicas infalíveis para o desenvolvimento de software na metodologia DevOps? Neste texto, você encontra essa resposta com base na discriminação dos seguintes tópicos:  Com o objetivo de otimizar o desenvolvimento de software e das demais soluções, diversas empresas de TI adotam a sistemática de trabalho chamada DevOps, inclusive com novos cargos já orientados integralmente para essa condição. Você sabe como isso funciona na prática? O termo deriva da junção de duas palavras bem conhecidas no ramo da tecnologia da informação – desenvolvimento (Dev) e operações (Ops) – e representa um conjunto de práticas que visam automatizar e integrar o desenvolvimento de sistemas, softwares, produtos e soluções de um negócio. Em outras palavras, DevOps nada mais é do que o esforço de interseccionar esses dois campos, de modo que a diferenciação entre eles seja imperceptível. Ou seja, é o casamento entre as áreas realizado para atingir um propósito claro: tornar o processo de desenvolvimento mais ágil, fluido e eficiente, além de ser uma estratégia de adaptação às novas demandas do mercado que exigem processos cada vez mais velozes e passíveis de melhoria em curtos ciclos.  Assim, enquanto em uma dinâmica tradicional de desenvolvimento as responsabilidades do desenvolvedor se concentram na codificação do software e no atendimento aos requisitos do cliente, na lógica DevOps, espera-se que esse profissional ou equipe consiga desempenhar um papel mais abrangente e colaborativo, com responsabilidades compartilhadas Dinâmica de trabalho de desenvolvimento tradicional  Dinâmica de trabalho de desenvolvimento DevOps Desenvolvimento e operações como áreas distintas e comunicáveis, por meio de um processo, muitas vezes, burocrático e ineficiente Desenvolvimento e infraestrutura juntos, o que facilita a comunicação entre os campos Ferramentas específicas para desenvolvimento e operações com gerenciamento separado Conjunto de práticas, ferramentas e filosofias culturais que otimizam a capacidade de um empreendimento distribuir aplicativos e serviços  Hierarquização de cargos + responsabilidade exclusiva Responsabilidade compartilhada  Cultura organizacional mais individualista  Cultura organizacional coletiva  Produção e refações mais demoradas por causa da necessidade de compatibilizar “tempo e demanda” com dois campos e equipes distintas Produção e refações ágeis, visto que um time ou um desenvolvedor DevOps pode atuar, ao mesmo tempo, no desenvolvimento e na infraestrutura Em alguns casos, equipes de segurança podem fazer parte desse modelo organizacional, de modo que passam a ser identificadas como DevSecOps.  Portanto, o desenvolvimento de software com base na filosofia e cultura de trabalho DevOps ou o cargo DevOps deve contemplar o planejamento e a execução de um projeto holístico, com ciclos de “princípio, meio e fim”.  Neste conteúdo, você vai acompanhar outras dicas de desenvolvimento de software na perspectiva DevOps, assim como vai desvendar o universo por trás dessa “quase nova” forma de estruturação de trabalho em TI.  ➡️ Você também pode gostar – Tipos de desenvolvimento de aplicativos móveis: qual é o melhor e como aprender? O que é DevOps? Como dissemos anteriormente, o termo “DevOps” deriva da junção de duas outras palavras: development (Dev) e operations (Ops). Ele pode ser considerado uma cultura organizacional ou um conjunto de ferramentas, práticas, modelos ou cargos de programação que tenham um só objetivo: automatizar os processos de desenvolvimento de sistemas e infraestrutura de TI.  Portanto, um desenvolvimento de software DevOps é aquele no qual o “dev” atua de modo fluido entre os campos de planejamento e codificação e os campos de execução, testes e respostas do usuário.  Na definição da Atlassian: “É um aperto de mão firme entre o desenvolvimento e as operações, que enfatiza uma mudança de mentalidade, melhor colaboração e integração.” Para funcionar, essa metodologia exige algumas práticas específicas, que iremos discriminar, a seguir.   Práticas adotadas pelo DevOps  O desenvolvimento de software na lógica DevOps possibilita uma entrega mais assertiva, flexível e com capacidade de ajuste fino ao longo de cada ciclo. Isso porque atua por meio de um modelo que prioriza as práticas de: 1. Integração contínua;  2. Entrega contínua; 3. Microsserviços;  4. IAC – infraestrutura como código; 5. Monitoramento e registro de logs; 6. Comunicação e colaboração.  Essas práticas traduzem o desenvolvimento de software DevOps, assegurando aos negócios uma atuação alinhada ao que é exigido pelo mercado.  ➡️ Você também pode gostar: O que é arquitetura de microsserviços e quais são seus principais benefícios? Quais são os benefícios de um modelo de trabalho DevOps?   Na dinâmica DevOps, o ciclo de vida do projeto funciona de maneira análoga ao símbolo do infinito, em um vai e vem fluido e compartilhado de informações e atualizações. Isso permite que os projetos sejam otimizados e potencializados graças à integração contínua e à entrega contínua (CI/CD) que promovem uma colaboração constante entre as equipes de desenvolvimento e de operações. > As 5 linguagens de programação mais utilizadas no mercado em 2023-2024   > O que é e como aprender lógica de programação de uma vez por todas  6 dicas essenciais para o desenvolvimento de software na dinâmica DevOps 1. Invista na automatização  A automatização é a chave do DevOps. Automatize tarefas repetitivas, como testes, builds, deploys e monitoramento.  Automatizar os processos de um projeto reduz erros humanos e acelera as etapas, permitindo que as equipes foquem em tarefas mais estratégicas. 2. Fomente a colaboração e a comunicação A cultura DevOps exige uma colaboração estreita entre desenvolvedores e operadores. Promova reuniões regulares de stand up e retrospectivas para garantir que todos estejam alinhados e possam compartilhar feedbacks constantemente. Claro, quando realmente necessárias. 3. Adote uma mentalidade de melhoria contínua No DevOps, a melhoria contínua é fundamental. Sempre procure formas de aprimorar processos, ferramentas e práticas.  Realize retrospectivas depois de cada ciclo de desenvolvimento para identificar o que funcionou bem e o que pode ser melhorado. Além disso, implemente as mudanças necessárias para otimizar a eficiência e a qualidade do desenvolvimento. 4. Invista em segurança desde o início (DevSecOps) A segurança não deve ser uma reflexão tardia. Integre práticas de segurança em todas as etapas do ciclo de desenvolvimento, desde a codificação até a implantação e o monitoramento. > O que você precisa saber para se especializar em linguagem de programação? > 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024  5. Incentive a criação de cargos de desenvolvimento DevOps Se você for um gestor de TI ou RH, incentive a criação de cargos dedicados ao desenvolvimento DevOps. Esses profissionais são responsáveis por integrar práticas de desenvolvimento e operações, promovendo uma abordagem mais colaborativa e eficiente. Ter especialistas focados em DevOps pode acelerar a adoção da metodologia e garantir que as melhores práticas sejam implementadas de forma consistente. 6. Saiba quais ferramentas utilizar nesse processo Para cada uma dessas dicas existem ferramentas tecnológicas indicadas. Cada uma delas é responsável por dar vida ao desenvolvimento de softwares DevOps e por tornar possível a otimização dos mais variados projetos.  >>>>>Infográfico gratuito da Escola Superior de Redes (ESR): “Guia de ferramentas essenciais para o desenvolvimento de software DevOps”  _________________________________________________ Seguir essas dicas contribuirá para a maximização dos benefícios da metodologia DevOps. Além disso, elas podem representar o começo da sua especialização em um desenvolvimento holístico de sistemas e soluções. Recorra à ESR para se capacitar e estar pronto para abraçar essa oportunidade. 


    11/07/2024
  • Testes de Software
    Desenvolvimento de Sistemas

    16 boas práticas em testes de software para acompanhar agora

    Os testes de software são tão importantes quanto a fase de desenvolvimento ou o esboço de um projeto digital. Afinal, garantir a ausência de bugs e falhas no resultado final de um produto reflete diversos benefícios para as empresas, como é o caso da maior economia, da previsibilidade do planejamento financeiro organizacional e da otimização da reputação da marca em relação aos seus clientes e parceiros. Paralelamente a isso, revela também maior maturidade do software e da equipe de desenvolvimento. A atividade é descrita por meio de abordagens distintas que devem ser consideradas e aplicadas no dia a dia dos desenvolvedores de acordo com a realidade do negócio e do profissional habilitado.  Por exemplo, Glenford Myers vai observar o teste de software com base em uma perspectiva que valoriza “o erro”. Segundo ele, o termo refere-se a um “processo de executar um programa com o objetivo de encontrar erros”. Já na definição da ANSI/IEEE Standard 729, de 2017, o conceito descreve, na verdade, um “processo de avaliar um software ou um componente de software para verificar se ele satisfaz aos requisitos especificados ou para identificar as diferenças entre os resultados esperados e os obtidos”. Dessa forma, cabe ao profissional especialista identificar qual das metodologias é mais vantajosa para a sua empresa e produto, escolhendo também entre as inúmeras possibilidades de execução (manual, automática, testes fuzzing e testes de contrato, entre outras).  Neste artigo, vamos continuar detalhando alguns tópicos sobre este tema, com destaque para as 16 melhores práticas para testes de software automáticos. Você vai ler por aqui:   Continue conosco e boa leitura!  1) Quais são os princípios básicos dos testes de software?  De acordo com o syllabus da Certified Tester Foundation Level (CTFL) da BSTQB/ISQTB, há sete principais princípios de testes de software que você precisa considerar na aplicação da prática:  Em linhas gerais, esses princípios compõem a base da atividade de testes de software, responsáveis por preparar os profissionais para criar estratégias e rotinas de mapeamento dos pontos de vulnerabilidade do projeto com eficiência.  Além disso, testes de software bem elaborados fortalecem a construção e o desenvolvimento de caminhos alternativos e ágeis para driblar ou sanar problemas que possam surgir no futuro.  Na prática, a falha de um software ou uma experiência de usuário negativa por causa de um software que não funciona como o esperado tem implicações gradativas, desde o mero descontentamento com o produto até o congestionamento de serviços críticos. Veja outras consequências: Você também pode gostar de passear por aqui:➡️ O que é e como aprender lógica de programação de uma vez por todas? ➡️ As 5 linguagens de programação mais utilizadas no mercado em 2023-2024 2) Qual o cenário de mercado para o profissional que executa testes de software? Os testadores e as testadoras de softwares são imprescindíveis para a realidade de qualquer negócio. Por isso, enquadram-se em uma das áreas mais requisitadas dentro das especialidades de TI, seja por novos profissionais, seja pelas próprias empresas.  Entretanto, para compreender qual o verdadeiro cenário dessa carreira, é necessário um olhar mais aprofundado para as suas especificidades. Uma pesquisa publicada no Youtube, em 2023, mapeou a faixa salarial do colaborador dedicado aos testes e à qualidade de softwares, por meio da coleta de dados de 1.453 pessoas entrevistadas. O estudo identificou a média de remuneração para algumas das funções que compõem essa especialidade – vamos discriminá-las, a seguir, para que você tenha um panorama do mercado de trabalho da área.  Categoria de contratação CLT Estagiário R$ 1.825,50 Trainee R$ 2.314,60 Júnior R$ 2.977,40 Pleno R$ 3.890,66 Sênior R$ 3.750,00 Estagiário R$ 1.460,74 Trainee R$ 2.611,41 Júnior R$ 3.505,82 Pleno R$ 5.527,65 Sênior R$ 7.804,32 Especialista R$ 9.409,20 Estagiário R$ 1.850,00 Trainee R$ 2.178,00 Júnior R$ 3.977,41 Pleno R$ 6.767,00 Sênior R$ 10.287,98 Especialista R$ 10.750,00 Júnior R$ 4.923,00 Pleno R$ 11.115,50 Sênior R$ 11.299,51 Especialista R$ 12.945,62 Pleno R$ 14.777,00 Sênior R$ 17.030,00 Especialista R$ 13.500,00 Não houve respostas para esse cargo.  Estagiário R$ 1.527,45 Trainee R$ 2.256,92 Júnior R$ 3.932,74 Pleno R$ 6.360,02 Sênior R$ 9.622,56 Especialista R$ 11.412,00 Estagiário R$ 1.575,00 Júnior R$ 5.435,46 Pleno R$ 8.106,82 Sênior R$ 12.567,99 Especialista R$ 14.255,27 Pleno R$ 21.000,00 Sênior R$ 15.400,00 Especialista R$ 20.437,50 Especialista R$18.000,00 A pesquisa ainda analisa a variação salarial para contratos PJ e aquela existente entre homens e mulheres, destacando a desigualdade salarial, além de contrapor dados dos modelos presencial, híbrido e remoto.  Também destaca os porquês de algumas discrepâncias em relação a cargos que exigem mais experiência e que, no relatório, aparecem com remuneração abaixo daquelas que não demandam tanta expertise. Veja na íntegra aqui. ➡️ Você também pode gostar – Tipos de desenvolvimento de aplicativos móveis: qual é o melhor e como aprender? 3) E quais as vantagens de um teste de software bem elaborado? Existem diferentes tipos de testes de software, incluindo testes de unidade, integração, interface com o usuário, de API e de carga/estresse, entre outros. Cada um tem o próprio objetivo e abordagem para garantir a qualidade do software. Ainda assim, mesmo diante de tantas diferenças, todos contribuem para que os profissionais desenvolvedores possam assegurar: • Garantia de qualidade – os testes ajudam a garantir que o software funcione conforme o esperado e atenda aos requisitos do cliente. • Identificação de defeitos – os testes contribuem para a determinação de defeitos e bugs no software antes que ele seja lançado para os usuários finais. Dessa forma, os desenvolvedores podem corrigir esses problemas antes que afetem a experiência do usuário. • Melhoria contínua – os testes fornecem feedback aos desenvolvedores sobre a qualidade do software e das áreas que precisam de melhorias. Ajustes e refinamentos contínuos podem ser realizados a qualquer momento para tornar o software melhor. • Economia de tempo e recursos – identificar e corrigir defeitos durante a fase de desenvolvimento é muito mais econômico do que cosertá-los depois do lançamento do produto. Os testes ajudam a reduzir o retrabalho e os custos associados à correção tardia de defeitos. • Confiança do cliente – um software bem testado inspira confiança nos clientes, pois eles têm a garantia de que o produto funcionará conforme o esperado. ➡️ Você também pode gostar: O que são comandos Linux e como reproduzi-los em um só clique?  4) Quais são os principais tipos de teste de software? A depender do contexto e da preferência do profissional ou da empresa, há diversos tipos de testes de software para serem executados: 5) 16 boas práticas para testes de software automatizados Como vimos anteriormente, os testes de software podem ser executados por intermédio de metodologias diversas. Para este artigo, vamos destacar as melhores práticas que descrevem o modelo automatizado, visto que elas tendem a ser aprimoradas com o avanço da inteligência artificial (IA) nos próximos anos.  1) Domine os princípios básicos dos testes de software Para garantir testes de software eficazes, é fundamental compreender os princípios básicos que regem essa prática. Já abordamos esse tópico por aqui, e você pode voltar a acompanhá-lo, anteriormente, no item “Quais são os princípios básicos dos testes de software?”.  2) Busque as certificações relevantes do mercado Demonstrar conhecimento e credibilidade de atuação por meio de certificações é essencial na área de TI. Além de comprovarem suas habilidades para o seu empregador, auxiliam o seu processo de aprendizagem sobre um tema.  Na área de testes de software, as certificações são divididas em níveis de experiência – Foundation, Advanced e Expert – e têm como exemplo o -Certified Tester Foundation Level (CTFL), da BSTQB/ISQTB, bastante valorizado no mercado de trabalho. As habilitações do tema, quando conquistadas pelo especialista em TI, demonstram a sua proficiência e comprometimento com a qualidade do projeto de software.  Veja alguns exemplos: Há também as certificações disponibilizadas pela Certificação Brasileira de Teste de Software (CBTS), mantida pela ALATS, além de diversas outras possibilidades. 3) Estude as normas-padrão sobre testes de software As principais nesse sentido são:  4) Conheça as ferramentas que podem ajudar você nessa prática Existem diversas ferramentas disponíveis para auxiliar nos testes de software automatizados. Algumas das mais populares incluem: Conhecer essas ferramentas e saber como utilizá-las de forma eficaz pode otimizar bastante o seu processo de automatização dos testes de software.  5) Faça um mapeamento do negócio e estude se a automação de software é a melhor alternativa Antes de automatizar os testes de software, é importante realizar um mapeamento do negócio e avaliar se ela realmente é a melhor alternativa.  Nem todos os cenários de teste são adequados para esse tipo de tecnologia, além disso, é importante identificar as circunstâncias em que a automação realmente trará benefícios significativos em termos de economia de tempo e recursos. Casos como testes exploratórios, de borda ou avaliação UX (experiência do usuário) dependem, por exemplo, de um olhar humano.  6) Escolha a abordagem adequada Ao automatizar os testes de software, é importante escolher a abordagem adequada para cada situação. Esse processo envolve o estudo dos dois modelos viáveis – testes orientados por dados ou testes orientados por fluxo, os quais vão ser utilizados a depender das necessidades do projeto.  A principal diferença entre essas modelagens está no foco dos casos de teste: os testes orientados por dados se concentram nos diferentes conjuntos de dados de entrada e saída, enquanto os testes orientados por fluxo focalizam os diversos caminhos de execução do software.  Ambos são importantes e complementares, e a escolha entre eles depende das características específicas do software e dos requisitos do projeto.  Em muitos casos, uma combinação de ambas as abordagens é utilizada para garantir uma cobertura abrangente dos testes. 7) Implemente testes de regressão automatizados Testes de regressão automatizados são essenciais para garantir que as alterações feitas no código não introduzam novos defeitos ou quebras de funcionalidade em áreas já avaliadas e aprovadas anteriormente.  Ao usarem testes de regressão automatizados, os desenvolvedores podem executar rapidamente um conjunto de testes em áreas críticas do sistema sempre que uma nova alteração for feita, garantindo, assim, que nenhuma regressão ocorra. Com isso, há a manutenção da estabilidade do software ao longo do tempo, o que permitirá que as equipes de desenvolvimento identifiquem e corrijam problemas rapidamente. 8) Teste o próprio teste É fundamental validar os próprios testes para garantir a sua eficácia. Começar o projeto com um pequeno conjunto de casos de teste permite identificar os desafios e ajustar a estratégia conforme necessário. Criar modelos de teste e validá-los é fundamental para que os testes sejam eficientes.  Com base nessa proposta, os testes automatizados passam a ser confiáveis e capazes de identificar efetivamente novos defeitos no software. 9) Engaje as lideranças da empresa, assegurando que as mudanças necessárias aos projetos sejam realmente priorizadas Com o intuito de garantir o sucesso dos testes automatizados, é importante envolver as lideranças da empresa para assegurar que as modificações necessárias sejam devidamente priorizadas. Atividades como alocação de recursos adequados, estabelecimento de metas claras e apoio necessário para implementar e manter os testes automatizados fazem parte dessa dinâmica. 10) Estabeleça uma rotina de treinamentos com a equipe de testes Manter a equipe de testes atualizada e capacitada é fundamental para o sucesso das suas ações. Estabelecer uma rotina de treinamentos auxilia a equipe a se familiarizar com as ferramentas e com as práticas mais recentes e se preparar para enfrentar os desafios do teste de software automatizado. 11) Documente, registre e produza relatórios com as métricas certas Documentar, registrar e produzir relatórios com as métricas certas é essencial para avaliar a eficácia dos testes automatizados.  Métricas como taxa de automação, taxa de falhas por plataforma e tendências no tempo médio de falhas, por exemplo, podem compor os dados finais da atividade. Tais indicadores ajudam a identificar áreas de melhoria e garantir a qualidade do software ao longo do tempo. 12) Atualize bibliotecas e dependências Manter as bibliotecas e dependências atualizadas é fundamental para garantir a eficácia dos testes automatizados. Isso ajuda a evitar problemas de compatibilidade e ratifica que os testes estejam alinhados com as últimas atualizações e melhorias nas ferramentas e tecnologias utilizadas. 13) Estude e refatore os códigos de testes para aprimorar o desempenho deles Estudar e refatorar os códigos de teste é uma prática importante para melhorar o desempenho dos testes automatizados.  Pode-se considerar desde o processo de identificar e corrigir possíveis falhas até o ato de otimizar o código para tornar os testes mais eficientes e confiáveis. 14) Saiba como desenvolver a aplicação do teste de software manualmente Apesar da importância dos testes automatizados, é fundamental reconhecer que a tecnologia não os substitui integralmente. Por isso, é importante saber como desenvolver e aplicar testes de software manualmente, sobretudo em casos como testes exploratórios e avaliação da experiência do usuário.  Combinar ambos os tipos de teste é essencial para garantir uma cobertura completa e eficaz dos testes de software. Além disso, cabe ressaltar que os testes manuais podem ser mais bem aperfeiçoados, enquanto os automatizados são bons em processos longos e repetitivos. 15) Considere a integração de teste de automatização aos pipelines CI/CD  A integração de testes automatizados aos pipelines CI/CD (Integração Contínua/Entrega Contínua) é crucial para manter a qualidade do software em todas as fases do seu ciclo de desenvolvimento.  Ao incorporar testes automatizados aos pipelines, os desenvolvedores podem identificar rapidamente problemas e assegurar a estabilidade do software, da integração até a implantação. Essa prática promove uma cultura de qualidade, colaboração e entrega contínua, acelerando o ciclo de desenvolvimento e garantindo a confiabilidade do produto final. 16) Priorize a clareza dos testes  Ao desenvolver testes automatizados, é crucial garantir que eles sejam fáceis de entender, manter, atualizar e que possuam uma boa documentação. Ou seja, é fundamental seguir boas práticas de codificação, como escrever testes claros e concisos, utilizar nomes descritivos para os casos de teste e modularizar o código de teste para evitar repetições desnecessárias.  Priorizar esse aspecto dos testes ajuda a garantir que a suíte de testes permaneça eficaz e relevante ao longo do ciclo de vida do software. ➡️ Você também pode gostar: O que é arquitetura de microsserviços e quais são seus principais benefícios? ______________________________________________ ESR: a sua fonte de conhecimento e treinamento em TI Gostou deste conteúdo e quer tê-lo sempre com fácil acesso? 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    27/05/2024
  • Ferramentas de desenvolvimento web
    Desenvolvimento de Sistemas

    Ferramentas de desenvolvimento web: o que utilizar na rotina de TI?

    Com início marcado pelo World Wide Web (www), de Tim Berners-Lee, na década de 1990, o desenvolvimento web refere-se à criação de interfaces digitais funcionais e eficientes empregadas em sites, aplicativos e sistemas acessados pela internet.  Dessa forma, esse desenvolvimento pode ser definido como um conjunto de atividades e processos utilizados para colocar o projeto desse ecossistema digital em prática, incluindo as fases de design e da parte visual (fron-tend) e de lógica e das funcionalidades dessas tecnologias (back-end), além da integração entre esses elementos (full stack) e da manutenção do projeto.  Para que isso seja possível, diversos especialistas de TI estão envolvidos na atividade, sendo as principais profissões da área definidas da seguinte forma:  Todas devem garantir, de forma coesa e integrada, que os sistemas desenvolvidos sejam eficientes, atrativos e capazes de proporcionar experiências positivas para o usuário final.  Tem interesse em alguma dessas especializações? Continue conosco para entender outros aspectos do desenvolvimento web, como as suas principais ferramentas e linguagens de programação.  ❗ Você também pode gostar – 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024  O cenário de tendências para o desenvolvimento web em 2024 Entre as principais tendências para desenvolvimento web, a IA generativa desponta como uma das mais promissoras. De acordo com as previsões do Gartner, “até 2026, a IA generativa alterará significativamente 70% do design e do esforço de desenvolvimento de novos aplicativos da web e de aplicativos móveis”. Além disso, a preferência por soluções personalizadas em vez de produtos prontos também destaca a importância do profissional que une expertises técnicas ao olhar apurado para a UX (experiência do usuário).  Conseguimos listar, ainda, outras tendências para a área. Veja quatro delas, segundo o CSP Tech. 1. Inteligência artificial (IA) e Machine learning (ML)  Tanto para o desenvolvimento web quanto para o mobile, as duas tecnologias continuarão desempenhando um papel de destaque.  Seja no caso da IA, para chatbots, personalização de conteúdo, por meio da leitura de comportamento do usuário, ou na perspectiva do ML, para uma análise de dados cada vez mais sofisticada e em larga escala, torna-se bastante evidente que essas ferramentas fazem parte do dia a dia dos especialistas na área e tendem a potencializar o desenvolvimento web, refletindo uma experiência do usuário mais aprimorada.   2. Desenvolvimento progressivo O chamado desenvolvimento progressivo (Progressive Web Apps – PWA) é uma aposta interessante para essa especialidade. Na prática, a tecnologia opera por meio de uma aba simples no navegador, que se torna “progressivamente mais app” com a interação dessa interface com o usuário. Ou seja, o desenvolvedor pode adicioná-lo a uma página inicial e observar a aquisição de funções que não existiam anteriormente, por meio da relação ferramenta × usuário.  Como exemplo dessa situação temos a implementação de funções exclusivas de aplicativos nativos, como geolocalização e permissão para uso quando a pessoa não está on-line, entregando uma experiência positiva e aproximada à de um aplicativo comum.  Essa tendência reduz o tempo e os recursos necessários para o desenvolvimento web, sendo esta uma das suas principais vantagens.  3. Desenvolvimento sem código Outra relevante tendência para a área é a popularização das ferramentas de desenvolvimento sem código, que democratiza e torna essa atividade mais acessível. Esta é considerada uma alternativa capaz de simplificar o processo de programação de aplicativos e sites, o que resulta na possibilidade de diferentes áreas do conhecimento – como marketing – experimentarem o universo do desenvolvimento.  4. Realidade aumentada (RA) e Realidade virtual (VR)  Duas tecnologias cada vez mais populares, inclusive no desenvolvimento web. A RA atua na sobreposição de elementos digitais aos do mundo offline, otimizando a experiência do usuário. Pode ser empregada em diversas áreas, por exemplo, no varejo, para que os consumidores testem o que vão comprar, por meio de uma perspectiva visual. Por outro lado, a RV é responsável por criar ambientes totalmente imersivos, por exemplo, para jogos, treinamentos, simulações etc. Ambas as ferramentas são previstas para fazer parte da rotina e dos projetos de desenvolvimento web de forma cada vez mais consistente.    ❗ Leia também – Tipos de desenvolvimento de aplicativos móveis: qual é o melhor e como aprender?  Exemplos de ferramentas e tecnologia para desenvolvimento web Para o desenvolvimento web, diversas ferramentas, linguagens de programação e tecnologia são utilizadas, com o objetivo de programar interfaces digitais funcionais e atrativas. A seguir, estão alguns exemplos de cada categoria. Ferramentas de desenvolvimento web Linguagens de programação de desenvolvimento web ❗Baixe o nosso e-book gratuito – Guia linguagem de programação: conceitos, as mais utilizadas e o passo a passo para começar na carreira  Tecnologias e frameworks de desenvolvimento web Essas ferramentas, linguagens e frameworks são amplamente utilizados por desenvolvedores web para criar e manter diversos tipos de projeto on-line, desde simples sites estáticos até aplicativos web complexos e sistemas dinâmicos. _________________________________________________________________ Fique por dentro de outras novidades em TI Acompanhe o lançamento semanal de conteúdos da Escola Superior de Redes (ESR) sobre o universo da TI nas mais diversas frentes.  Para isso, acesse o nosso #Blog e baixe os nossos materiais gratuitos para conhecer um conteúdo comprometido com a qualidade e com a disseminação de conhecimento na área. Além disso, conheça todos os nossos cursos da trilha de formação em desenvolvimento de sistemas – 6 possibilidades para você dar o start necessário na sua carreira.


    17/05/2024
  • desenvolvimento de aplicativos móveis
    Desenvolvimento de Sistemas

    Tipos de desenvolvimento de aplicativos móveis: qual é o melhor e como aprender?

    O desenvolvimento de aplicativos móveis é uma das principais atividades do cenário de tecnologia da informação (TI). Isso porque quanto mais a sociedade se conecta à rede, sobretudo por meio de smartphones e tablets, maior a demanda por esse tipo de inovação.  Segundo o Washington Post, até o segundo semestre de 2014, 40% dos 7 bilhões de habitantes do planeta tinham acesso à internet. Nove anos depois, em 2023, de acordo com o Global Overview Report Digital, o marco é de 5,16 bilhões de pessoas, o que representa 64,4% da população mundial. No Brasil, a porcentagem chega a 84,3%.  Nesse cenário, as estatísticas relacionadas com o uso do mobile no país registraram 221 milhões de conexões realizadas nessa modalidade. Além disso, como 97,1% dos usuários da internet no Brasil utilizam celulares, a implementação de aplicativos e sites adaptados ao formato é uma necessidade contínua. Para que você esteja pronto para atuar no mercado de desenvolvimento de aplicativos móveis, em forte expansão, separamos, a seguir, os quatro modelos principais da prática, além de uma indicação certeira para dar o start em sua especialização.  ➡️ Leia também: 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024 Quatro modelos de desenvolvimento de aplicativos móveis  Existem quatro diferentes formas de elaborar um aplicativo móvel, com ferramentas e capacidades distintas. Veja abaixo:  1) Aplicativos Nativos  Os aplicativos nativos são criados com base nos recursos, no ambiente de desenvolvimento e na linguagem de determinado fabricante do sistema operacional (SO) do dispositivo móvel.  Por isso, por ser uma das modalidades em que o desenvolvimento está dentro do ecossistema do fabricante do SO, há alta qualidade final na interface e bom desempenho do aplicativo.  É indicado para projetos que demandem atributos mais robustos e de excelente padrão.  Ferramenta utilizada: Xcode Linguagem de programação: Objetive-C ou Swift Ferramenta: Android Studio  Linguagem de programação: Java ou Kotlin (permite C e C++) Como principais vantagens dessa modalidade estão os recursos e o suporte disponibilizados pelo fabricante, que contam com toda a infraestrutura de gigantes do mercado. Entretanto, a portabilidade do desenvolvimento é dificultada, exigindo um novo projeto para cada uma das plataformas Android ou iOS. 2) Aplicativos Híbridos  Os aplicativos híbridos buscam aliar os recursos de navegadores web com alguns outros nativos do próprio aparelho, representando uma modalidade intermediária entre a anterior e a próxima.  Na prática, esses recursos são executados e renderizados por um componente WebView integrado a um aplicativo nativo de cada plataforma, o que dá ao usuário uma falsa impressão de que se trata de um aplicativo nativo.  Para seu desenvolvimento, são utilizados frameworks como o Icon, Flutter, Quasar e o React, sendo o último uma biblioteca em JavaScript para a construção de interfaces de usuários.   SDK (Software Development Kit) Linguagens de programação: HTML, JavaScript e CSS SDK (Software Development Kit) Linguagem de programação: Dart SDK (Software Development Kit) Linguagens de programação: HTML, JavaScript e CSS A vantagem, nesse caso, é a portabilidade do projeto desenvolvido, por causa do único código executável tanto em Android quanto em iOS, além da mitigação de custo da operação. Porém, seu desenvolvimento conta com as limitações típicas de uma página de web acessada por meio de um dispositivo e, por isso, o desempenho é inferior à modalidade nativa. 3) Aplicativos Web App Os aplicativos Web App referem-se a um site responsivo que se comporta tal qual um aplicativo.  Ao identificar que o acesso ao site se dá por meio de um smartphone, o servidor de uma empresa, que utiliza o Web App, consegue enviar uma versão mobile adaptada ao formato.  Entre as características positivas do modelo estão a responsividade e a ausência de ocupação de memória dos aparelhos, sem que haja dependência de downloads. Já como ponto negativo há o acesso limitado aos recursos do dispositivo, bem como um funcionamento dependente de conexão com a internet.  Ainda assim, como são mais baratos e fáceis de desenvolver, são indicados para objetivos relacionados com a presença on-line do mobile.  Linguagens de programação: HTML, CSS e JavaScript, por meio dos frameworks indicados também para aplicativos híbridos.  4) Aplicativos Progressive Web Apps Os aplicativos Progressives nada mais são do que a evolução dos Web Apps que agregaram funcionalidades antes restritas. É o caso de:  A nomenclatura do modelo se dá visto que ele, progressivamente, incorpora as funcionalidades à medida que o usuário utiliza a tecnologia, aproximando-se, gradativamente, dos aplicativos nativos.  Cabe ressaltar que, quanto às desvantagens, alguns desses navegadores web que comportam o Progressive App não oferecem suporte às funcionalidades citadas anteriormente. Entretanto, a tendência é que, com o avanço das transformações digitais, essa capacidade seja ampliada e torne-se homogeneamente distribuída.  ➡️ Leia também:  Administração de sistemas e transformação digital: como os profissionais de TI podem se preparar para as demandas do mercado  ____________________________ A escolha por um modelo de desenvolvimento de aplicativo em detrimento de outro vai sempre depender da avaliação de critérios específicos – como a necessidade e a disponibilidade de orçamento – e das características do projeto. Todas representam uma possibilidade para casos diferentes. Pergunte-se sobre os objetivos do projeto de desenvolvimento do aplicativo e oriente o seu de acordo com essa demanda. Como aprender desenvolvimento de aplicativos móveis? A  Escola Superior de Redes (ESR) é referência em ensino na área de tecnologia da informação, tendo como uma de suas principais trilhas a aprendizagem de processos com aplicativos móveis.  A metodologia é hands-on nas modalidades EaD ou presencial, que se adaptam à sua rotina e necessidade.  >> Veja todos os cursos dessa trilha aqui e escolha seu próximo treinamento na área!ESR – especialista em desenvolver sua carreira em TI. ____________________________


    25/01/2024
  • linguagens de programação
    Desenvolvimento de Sistemas

    As 5 linguagens de programação mais utilizadas no mercado em 2023-2024

    As linguagens de programação representam um dos conhecimentos mais importantes para quem atua no setor de TI. Isso porque é por meio delas que uma informação qualquer é transformada em uma instrução precisa capaz de direcionar o funcionamento de uma máquina. Podemos dizer que elas caracterizam a gênese das aplicações e do desenvolvimento web. Na prática, as linguagens de programação referem-se aos sistemas de comunicação estruturados, semiestruturados e não estruturados que, com base em símbolos, palavras-chave, regras semânticas e sintáticas diversas, especificam as regras necessárias para que programadores (ou os demais profissionais e interessados no assunto) e máquinas estejam associados, de modo a estabelecer e executar comandos.  Podemos dizer, inclusive, que se trata do dialeto específico pelo qual o ser humano se comunica com o computador e consegue fazer com que ele reproduza as diretrizes desejadas. Dessa forma, as linguagens de programação objetivam a comunicação e têm características singulares que as orientam para cada tipo de uso, de acordo com as especificidades de cada projeto. Por isso, entre as tarefas de um programador está a escolha do uso da linguagem mais apropriada para os requisitos do projeto e suas preferências pessoais. A seguir, destacamos as cinco linguagens mais populares para o ciclo 2023-2024, para que você saiba por qual caminho começar sua especialização.  ➡️ Leia também: 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024 As 5 principais linguagens de programação em 2023-2024 Um dos maiores repositórios de código do mundo, o State of the Octoverse do GitHub, detalhou recentemente as linguagens de programação de crescimento mais rápido na plataforma. Entre as mencionadas estão:  1) JavaScript JavaScript é uma linguagem de programação de alto nível, interpretada e orientada a objetos, conhecida principalmente por seu uso no desenvolvimento web.  Criada originalmente para tornar as páginas web interativas, permite a manipulação dinâmica de elementos HTML, interação com o usuário e atualizações assíncronas, tudo isso acontecendo no navegador do cliente. Entre suas principais características estão: interatividade, assincronia e orientação a objetos amplamente suportada, além de possuir um ecossistema rico. ➡️ Uso: criar interatividade em páginas web e desenvolver aplicações web completas, incluindo servidores web (Node.js). ➡️ Vantagens: amplamente suportada em navegadores, facilita o desenvolvimento de aplicações web interativas. 2) Python Outro exemplo de linguagem de programação de alto nível, a Python se destaca por sua versatilidade, legibilidade e ampla aplicação.  Possui sintaxe clara e intuitiva, o que torna o código acessível tanto para novatos quanto para desenvolvedores experientes.  Além disso, a orientação a objetos no Python permite uma estrutura organizada de programas, o que promove a reutilização de código. Também é destaque por ter uma comunidade ativa que contribui para um ecossistema robusto, com bibliotecas e frameworks abrangentes que simplificam o desenvolvimento em diversas áreas.  ➡️ Uso: desenvolvimento web, automação de tarefas, ciência de dados e inteligência artificial, entre outros. ➡️ Vantagens: sintaxe clara, vasta comunidade, bibliotecas poderosas (NumPy, Pandas). 3) Java Java é uma linguagem de programação utilizada em contextos diversos por causa de sua portabilidade, orientação a objetos e pela poderosa JVM. Seu papel abrange desde aplicações corporativas até o desenvolvimento de aplicativos móveis, tornando-a uma escolha robusta para muitos desenvolvedores. Sua Máquina Virtual Java (JVM) atua como uma variável intermediária entre o código Java e o hardware do computador. Essas características fazem da Java uma linguagem comum no desenvolvimento de aplicativos empresariais, sistemas distribuídos e aplicações móveis Android. A sintaxe Java é semelhante à de outras linguagens, como C++ e C#. ➡️ Uso: desenvolvimento de aplicativos empresariais, aplicativos móveis Android, servidores web. ➡️ Vantagens: portabilidade, robustez, comunidade ativa. 4) TypeScript Desenvolvida pela Microsoft, se destaca por ser um superset do JavaScript. Com foco na adição de tipagem estática e outros recursos à linguagem JavaScript, o TypeScript oferece aos desenvolvedores uma ferramenta poderosa para criar aplicações web mais robustas e escaláveis.  A principal vantagem do TypeScript reside na introdução de tipos estáticos, que contribui para a detecção de erros em tempo de compilação e fornece uma experiência de desenvolvimento mais segura e eficiente. Ao escrever código em TypeScript, os desenvolvedores podem utilizar as funcionalidades modernas do JavaScript, além de adicionar tipagem estática opcional, interfaces e outros recursos avançados. Essa abordagem aumenta a legibilidade do código, facilita a manutenção e, ao mesmo tempo, oferece as vantagens de um sistema de tipos mais robusto ➡️ Uso: desenvolvimento de grandes aplicações web. ➡️ Vantagens: identificação de erros em tempo de compilação, melhor ferramenta de autocompletar, compatibilidade com o JavaScript. ➡️ Leia também: Que curso de tecnologia é feito para mim? Conheça as Trilhas ESR e descubra sua jornada de aprendizagem ideal!  5) C# Também conhecido como C Sharp, esse é outro exemplo de linguagem de programação orientada a objetos e desenvolvida pela Microsoft como parte de sua plataforma .NET.  Lançada em 2000, a C# combina elementos de C e C++ com recursos modernos de linguagens como Java. É notavelmente utilizada no desenvolvimento de aplicativos para a plataforma Windows, incluindo aplicativos para desktop, serviços web e jogos. A C# apresenta uma sintaxe clara e concisa, bem como suporte avançado para tipos, gerenciamento automático de memória e recursos de programação orientada a objetos.  Além disso, é integrada ao ambiente de desenvolvimento Visual Studio, com ferramentas robustas para a criação e manutenção de projetos C#.  ➡️ Uso: desenvolvimento de aplicativos Windows, aplicações web (ASP.NET). ➡️ Vantagens: integração com o ecossistema Microsoft, tipagem estática, orientação a objetos. Além dessas, o relatório do GigHub ainda destaca outras linguagens de programação em uso atualmente, como a C++,  PHP, Shell, C e Ruby. Independentemente da escolha da linguagem de programação a ser utilizada, todas demandam algo em comum: que o desenvolvedor reúna os conhecimentos básicos de lógica de programação, elemento essencial responsável por organizar, de maneira coerente e objetiva, uma sequência de ações para um algoritmo executar. Ou seja, para servir de base para qualquer programação. Por aqui, em nosso segundo blogpost da série exclusiva ESR sobre programação, já abordamos o que está por trás dessa área, bem como os conceitos básicos da lógica de programação e algumas dicas para quem deseja começar sua jornada de aprendizagem sobre o tema.  Escola Superior de Redes: a melhor escolha para quem deseja se tornar desenvolvedor Este é o último post da nossa série exclusiva sobre programação. No blog de abertura,  abordamos a explicação técnica sobre as linguagens de programação (você pode ficar por dentro por aqui), além das curiosidades que tangenciam o tema. Depois, foi a vez de discutir os detalhes da lógica de programação e conhecer seus pilares. Por fim, destacamos as principais linguagens para serem utilizadas no ciclo 2023-2024. Com essa coleção de artigos para desenvolvedores iniciantes, você dá um novo passo na construção de uma carreira sólida em programação.  Acompanhe a produção de nosso blogpost, além das mídias, para ficar por dentro das novidades de TI e receber informações exclusivas dos cursos da ESR para a área.  Baixe também o nosso e-book gratuito sobre Linguagens de Programação! 


    28/12/2023
  • Linguagens de programação
    Desenvolvimento de Sistemas

    O que você precisa saber para se especializar em linguagem de programação?

    Este é o primeiro conteúdo da nova série da ESR para profissionais de TI interessados na área de desenvolvimento. Em uma sequência de três #blogposts, publicados por aqui e em nossas mídias, vamos falar da especialização em linguagem de programação e quais delas são as mais utilizadas atualmente, além de abordarmos um guia completo sobre lógica de programação. Se você gosta do assunto e quer aprender mais sobre ele, acompanhe-nos neste passo inicial sobre linguagens de programação. Formadas por um conjunto de símbolos, palavras-chave, regras semânticas e sintáticas diversas, elas representam um dos conhecimentos mais importantes para quem atua no setor de TI. Na prática, referem-se aos sistemas de comunicação que, com base nos elementos mencionados anteriormente, especificam as regras necessárias para que programadores (ou os demais profissionais e interessados no assunto) e máquinas estejam associados, de modo a estabelecer e executar comandos.  Podemos dizer, inclusive, que as linguagens de programação representam o “idioma” específico pelo qual o ser humano se comunica com o computador e consegue fazer com que ele reproduza as diretrizes desejadas. Conhecer uma ou mais delas demanda habilidades diversas, como resolução de problemas complexos, pensamento lógico e analítico, adaptabilidade e valorização da colaboração, entre outras competências.  Por isso, dentro ou fora do segmento da TI, dominar as bases por trás dessa ferramenta é também estruturar o pensamento para um modelo mais dinâmico e inovador. Como o nome indica, as linguagens têm como principal objetivo a “comunicação”. Dessa forma, quando um profissional se especializa em programação, ele deve ser capaz de criar instruções não ambíguas para que uma máquina as interprete e execute um projeto específico. Interessante, não é? ➡️ Leia também:  dicas para iniciar na carreira de programação em 2024 O que é uma linguagem de programação? Como dissemos anteriormente, a linguagem de programação é a linguagem formal pela qual se intercomunicam programadores e máquinas. Por meio de uma série de instruções, elementos, símbolos e palavras-chave, além de regras semânticas e sintáticas, o desenvolvedor define como os comandos serão estruturados e interpretados pelos computadores. Existem inúmeras linguagens de programação, e cada uma tem uma sintaxe única, seus propósitos e características. Algumas, por exemplo, são mais adequadas para tarefas específicas, como análise de dados, desenvolvimento web ou criação de jogos.  Entre as tarefas de um programador está a escolha do uso da linguagem mais apropriada para os requisitos do projeto e suas preferências pessoais. Essas linguagens podem ser de alto nível, como Python e JavaScript, que oferecem abstrações que facilitam o desenvolvimento, ou de baixo nível, como Assembly e “C++”, que permitem um controle mais direto sobre o hardware.  À medida que os programadores ganham experiência, eles podem aprender várias linguagens para se tornarem mais versáteis em diferentes domínios de programação. Linguagem de programação de alto nível × baixo nível: qual a diferença? A distinção entre linguagens de programação de alto nível e baixo nível está fundamentada na abstração e proximidade com o hardware do computador.  Linguagens de alto nível são projetadas para ser mais compreensíveis e amigáveis aos programadores, fornecendo abstrações que simplificam o processo de desenvolvimento. Essas linguagens utilizam estruturas e sintaxe mais próximas da linguagem humana, o que facilita a expressão de algoritmos de maneira mais intuitiva. Por outro lado, as linguagens de baixo nível oferecem o fator abstração em menor potência, o que dá ao programador um controle mais direto sobre o hardware. Elas são mais próximas da linguagem de máquina e exigem que os especialistas lidem diretamente com detalhes específicos da arquitetura do computador.  Apesar de serem mais complexas e menos intuitivas, as linguagens de baixo nível proporcionam um nível mais granular de controle sobre o sistema, sendo frequentemente utilizadas em desenvolvimento de sistemas operacionais, drivers de hardware e em situações em que a eficiência e o desempenho são críticos. ➡️ Leia também: Governança corporativa: princípios e boas práticas para adotar em 2024 Por que se especializar em linguagens de programação? Além de as linguagens de programação serem a base para qualquer desenvolvimento, contribuindo para uma rápida colocação no mercado, a área geral de programação será uma das mais desejadas por recrutadores em 2024. É o que diz uma pesquisa disponível no site da Michael Page da França, que identificou, na região da França, as dez profissões de TI (ou as que são tangentes ao segmento) propensas a receber aumento da faixa salarial no próximo ano. Como destaque está o cargo de engenheiro de DevOps, com um crescimento estimado de 10% a 15% em relação a 2023. Essa é uma carreira que envolve a junção de “desenvolvimento” e “operações”, que relaciona a programação às estratégias e às táticas específicas de uma empresa. Já no restante do catálogo, aparecem as ocupações de especialista em Pentest; engenheiro de nuvem (cloud engineer); contador geral; profissionais das áreas de qualidade, saúde, segurança e meio ambiente; gerente de operações técnicas e técnico de manutenção. Embora direcionado para uma região específica, o estudo encontra respaldo no Guia Salarial da recrutadora Robert Half, lançado no dia 7 de novembro, que pode indicar qual caminho essas profissões tomarão nos meses que estão por vir.  Nessa última pesquisa, o usuário encontra informações acerca da média salarial das profissões mais populares na TI, inclusive as de desenvolvedor RPA (automação de processo robótico), analistas DevSecOps, analista de DevOps, desenvolvedor mobile sênior e full-stack sênior, entre outras. A expectativa é de salários que variam de R$3,4 mil a R$51,6 mil, a depender do grau de especialização e da área escolhida. Veja aqui a faixa informada para setores de programação.  Portanto, atualizar-se em relação a linguagens e lógica de programação e aos demais elementos desse setor é uma escolha direcionada para a demanda de mercado e para o que está por vir.  Esteja pronto para atendê-las! Acompanhe nossos blogposts e nossas mídias para ficar por dentro das novidades de TI e para receber informações exclusivas dos cursos da ESR e da série para desenvolvedores iniciantes. Nosso próximo artigo tratará das linguagens de programação mais populares no ciclo 2023-2024.  Ei, não vá ainda! Tem ebook gratuito por aqui!!Se você chegou ao final deste conteúdo, merece uma faixa bônus 😉 Baixe agora nosso ebook gratuito sobre o universo das Linguagens da Programação!> conceitos básicos sobre programação > principais linguagens utilizadas no mercado de trabalho > passo a passo para começar a sua carreira e muito mais. 


    14/12/2023