Cadastre-se

CADASTRO

Em caso de não possuir CPF, por favor entre em contato conosco clicando aqui.

Ao informar meus dados, eu concordo com a Política de Privacidade

ReCaptcha
Entrar
Escola Superior de Redes

Temas Diversos

  • Acessibilidade digital e na web
    Temas Diversos

    Acessibilidade digital e na web: o que é e como implementar para otimizar sites e conteúdos?

    A acessibilidade digital e na web possui um objetivo claro: democratizar o acesso à tecnologia para pessoas com ou sem deficiência. Trata-se de um conjunto de boas práticas que devem ser acompanhadas e implementadas pelos diferentes setores de TI (design, arquitetura e programação, entre outros) para tornar sites e conteúdos mais acessíveis, conservando, para isso, a autonomia dos usuários e as suas especificidades. Em um contexto de múltiplos dispositivos conectados às redes e da pluralidade de pessoas on-line e com arquivos offline baixados, é essencial observar as diretrizes que garantem uma navegação fluida, justa e completa em todos os cenários. É papel da TI se propor a superar os desafios de acesso, sejam eles conectados às questões técnicas e de infraestrutura, como a falta de acesso à internet rápida ou a um pacote de dados móveis, ou associados a limitações cognitivas, de movimento, visuais ou auditivas. Ou seja, a acessibilidade digital e na web possibilita a eliminação de barreiras nos ambientes virtuais, assegurando que todos os usuários, com deficiência ou não, possam encontrar e compreender textos e sites em sua completude, de acordo com escolhas de navegação próprias e até mesmo não lineares. Todos esses pontos são objetos de estudo da acessibilidade digital e na web e proporcionam um debate salutar sobre as necessárias transformações desses ambientes. Atualmente, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) caminha nessa direção ao disciplinar a acessibilidade como um direito garantido e apresentar um capítulo inteiro sobre esse assunto. Há também um esforço contínuo do World Wide Web Consortium (W3C) para a divulgação, desde 1999, das Diretrizes de Acessibilidade ao Conteúdo da Web e para a propagação da Web Accessibility Initiative (WAI). O primeiro documento, cuja atualização mais recente data de 2023 (WCAG 2.2), propõe 14 recomendações para o desenvolvimento de conteúdos web acessíveis às pessoas, acompanhando critérios universais de usabilidade e acessibilidade. Assim, falar em acessibilidade digital e na web é também apostar em um projeto colaborativo de uma tecnologia que verdadeiramente aproxima os usuários e promove a inclusão de todos eles, respeitadas as suas individualidades e autonomia. Em seu mais recente webinar, a Escola Superior de Redes (ESR) abordou a relevância do tema, destacando dicas práticas para tornar sites e arquivos digitais mais acessíveis. Confira algumas delas ao longo deste artigo! ➔ Você também pode gostar –  Diversidade e inclusão em TI: qual a importância de discutir essas pautas antes da seleção de seu próximo time? Qual a diferença entre acessibilidade digital e acessibilidade na web? Antes de implementar um projeto de acessibilidade em sites, nos ambientes virtuais ou em arquivos digitais, é imprescindível que o profissional de TI saiba diferenciar esses conceitos. De acordo com Jorge Fiore de Oliveira Júnior, do Instituto Benjamin Constant (IBC) e especialista em acessibilidade na web no W3C Brasil, que participou da formulação da edição do Modelo de Acessibilidade do Governo Eletrônico Brasileiro (o eMAG 3.0), os termos possuem uma ligação direta com os fundamentos do “desenho universal”. A abordagem de desenho universal se desenvolveu entre os profissionais da área de arquitetura, na Universidade da Carolina do Norte, EUA, com o objetivo de definir um projeto de produtos e ambientes capaz de ser usado por todos, em sua máxima extensão possível, sem necessidade de adaptação ou projeto especializado para pessoas com deficiência. Para isso, os produtos universais são definidos como aqueles que acomodam uma escala larga de preferências e de habilidades individuais ou sensoriais dos usuários. O propósito dessa abordagem é garantir que qualquer ambiente ou produto possa ser alcançado, manipulado e usado independentemente do tamanho do corpo do indivíduo, da sua postura ou mobilidade. Sobre esse contexto, ramificam-se as premissas da acessibilidade digital e na web, bem como as especificidades da disponibilidades de arquivos de conteúdo digital e das tecnologias assistivas. Conheça todos eles a seguir.  Acessibilidade digital Capacidade de um produto digital ser flexível o suficiente para atender às necessidades e preferências do maior número possível de pessoas, compatibilizando tecnologias assistivas digitais utilizadas por indivíduos com deficiência ou mobilidade reduzida. Acessibilidade na web Refere-se à internet acessível para todas as pessoas, entre elas as que possuem algum tipo de deficiência. Em uma web verdadeiramente acessível, as pessoas com deficiência podem navegar e interagir totalmente, assim como as pessoas sem deficiência. Acessibilidade em arquivos de conteúdo digital Responsável por promover acesso, considerando as diferenças entre usuários, tecnologias e contextos de uso. A ideia é garantir que todas as pessoas possam acessar o documento, compreendê-lo, utilizá-lo e interagir com ele. Ex.: Professor que monta uma apresentação passível de ser acessada por ele nas aulas, mas também por todos os alunos (inclusive aqueles com deficiência ou mobilidade reduzida) em seus dispositivos móveis. Tecnologia assistiva Também chamada adaptativa ou tecnologia de apoio é qualquer ferramenta ou recurso capaz de proporcionar maior autonomia a uma pessoa com deficiência, tal qual o leitor de telas, programa utilizado pelas pessoas com deficiência visual para que elas tenham pleno acesso ao uso do computador. Na prática, todos esses conceitos se interseccionam, a fim de desenvolver um ambiente virtual mais justo e inclusivo, sendo importante implementar recursos para os diferentes cenários e deficiências. A seguir, você confere dicas sobre como apostar na acessibilidade digital e na web com foco na deficiência visual. Acompanhe!  ➔ Você também pode gostar –  TI Verde: o papel da tecnologia e das organizações diante da urgência da sustentabilidade Recomendações para tornar conteúdo de sites e arquivos digitais acessível 1) Verifique o idioma do documento Pessoas cegas, com baixa visão ou com visão monocular conseguem ter acesso ao conteúdo de um arquivo por meio do recurso de leitor de tela. Tal tecnologia é responsável por sintetizar os textos digitais, transformando-os em áudio. Entretanto, para que o leitor de telas faça a leitura correta, o idioma do conteúdo deve ser definido acertadamente. Por isso, ao programar um site, é necessário definir a tag de idioma com o respectivo idioma do conteúdo do site. No caso de conteúdos em arquivos digitais, como documentos, apresentações etc., é essencial determinar o idioma principal do conteúdo. 2) Observe o tamanho e o tipo da fonte Para qualquer conteúdo textual de arquivo ou site, a fonte com serifa dificulta a leitura para pessoas com baixa visão. Por esse motivo, deve-se optar pelo uso das fontes sem serifa.  No caso do tamanho da fonte para sites, de acordo com o WCAG, deve ser usado entre 16 e 18,5 px ou 1,2 em e 1,5 em (“em” é uma unidade tipográfica do CSS que é relativa ao tamanho da fonte do elemento pai de uma página web). Já para arquivos DOC, o ideal é tamanho 16. No caso de apresentação, indica-se manter um mínimo de tamanho 32. 3) Especificar títulos e cabeçalhos Para melhor estruturação lógica e coerente, capaz de favorecer a orientação e a navegabilidade para leitura, é extremamente relevante organizar a estrutura de títulos e subtítulos do conteúdo em arquivo digital ou site. Dessa forma, para os sites, a organização hierárquica é realizada com base em cabeçalhos (tags h1, h2, h3 etc.), em que o “h1” representa o conteúdo de maior relevância do site e assim sucessivamente. Nos conteúdos em arquivo digital, é fundamental fazer a devida marcação do que é título 1, título 2 etc. 4) Atentar-se para o alinhamento textual Na elaboração de conteúdo em arquivo digital ou site, o alinhamento do texto à esquerda é o padrão a ser utilizado, ainda que seja viável o alinhamento ao centro, à direita ou justificado. Diversos estudos demonstram que textos alinhados à esquerda possuem uma leitura mais simples. Além disso, pessoas com deficiência, muitas vezes, apresentam problemas de leitura em textos justificados, uma vez que esses conteúdos podem conter espaços desiguais entre as palavras, bem como espaços em branco que transcorrem várias linhas, dificultando a leitura e, em alguns casos, tornando-a impossível. Nos textos justificados também ocorrem aproximações exageradas entre algumas palavras que prejudicam a localização da separação delas. Ainda em relação ao alinhamento, é recomendável: 5) Listas Para fins de acessibilidade e melhor navegação, utilizar as ferramentas adequadas do processador de textos e apresentações para a criação de listas, enumeradas ou não, é essencial. A numeração por meio de travessões, asteriscos ou símbolos apenas simula uma lista, impossibilitando que o usuário a identifique. O mesmo vale para sites. Assim, é importante permitir, além da leitura, a autonomia do usuário. Ele deve conseguir se direcionar até a parte do conteúdo que lhe interessa, não necessariamente de forma linear. _________________________________________________ Para acompanhar mais dicas relacionadas com a acessibilidade digital e na web associadas ao uso de tabelas, textos alternativos em imagens, hyperlink ou link, entre outros pontos, assista ao webinar gratuito da ESR na íntegra: Introdução à Acessibilidade Digital e na Web com Foco na Deficiência Visual – Parceria RNP e IBC.


    02/01/2025
  • Computação Verde
    Temas Diversos

    Computação Verde: Como reduzir o impacto ambiental dos data centers

    À medida que as urgências climáticas se tornam uma pauta mais presente no universo corporativo nos mais diversos setores, a computação verde também ganha destaque. Você sabe do que se trata? Em linhas gerais, a computação verde, ou sustentável, é definida como um conjunto de práticas voltadas para uma operação de tecnologia com menos impacto no meio ambiente. Ou seja, trata-se do desenvolvimento de estratégias de TI que priorizam a eficiência energética, bem como a fabricação, o uso e o descarte adequado de computadores e outros eletroeletrônicos, além da escolha de matérias-primas de menor potencial lesivo. Para se ter uma ideia da necessidade de abordarmos o tema, um recente relatório do Google divulgou que as emissões de gases de efeito estufa da empresa aumentaram 48% nos últimos cinco anos, principalmente por causa da expansão da demanda por data centers que comportem sistemas de inteligência artificial. De acordo com o levantamento, cerca de 14 milhões de toneladas de carbono equivalente foram produzidos em 2023, o que evidencia o desafio a ser superado e a importância da computação verde para os próximos anos. Para compreender a pauta com mais detalhes, iremos explorar os seguintes tópicos: Você também pode gostar – TI Verde: o papel da tecnologia e das organizações diante da urgência da sustentabilidade  O que é computação verde? O conceito de computação verde passou a ser discutido em 1992, quando a Agência de Proteção Ambiental dos Estado Unidos desenvolveu o projeto Energy Star. O programa tinha o objetivo de identificar eletrônicos de consumo que conseguiam atender a padrões de eficiência energética. Ou seja, tratava-se de uma proposta de reconhecimento das iniciativas que já aderiam, àquela época, à chamada computação ecológica, que tinha como principal marco o impulso para a adoção da função de modo de suspensão em todo o setor de TI. Com base nisso, o Programa Energy Star foi aprimorado, dando origem à Ferramenta de Avaliação Ambiental de Produtos Eletrônicos (Electronic Product Environmental Assessment Tool ou EPEAT), que registra produtos organizados e mantidos de acordo com critérios de desempenho que valorizam a sustentabilidade. Entre eles: Depois desse momento e com o tempo, a computação verde ampliou seu escopo e a abrangência dos seus pilares, com o setor de TI dedicando-se não só à produção de inovação e novas tecnologias, com dispositivos cada vez menores e mais rápidos, como também preocupado em otimizar esses ativos para um modelo sustentável de ponta a ponta. Na prática, a computação verde requer um planejamento sustentável de toda a cadeia de serviços de TI, capaz de elaborar medidas e estabelecer metas direcionadas para as diversas etapas do setor, desde a fabricação dos produtos até o seu descarte. Portanto, podemos dizer que o termo computação verde descreve práticas que promovem: Quais são os principais elementos que caracterizam a Computação Verde? Destacamos os mais relevantes a seguir. Você também pode gostar – Governança em TI e ESG: Como integrar práticas de sustentabilidade em sua estrutura tecnológica  A importância da Computação Verde no cenário atual Com a crescente digitalização e o aumento exponencial da demanda por recursos de TI, a computação verde emerge como uma solução indispensável para equilibrar inovação tecnológica e sustentabilidade. Ao minimizar os impactos ambientais, as práticas da TI ecológica harmonizam a necessidade do mercado em relação ao desempenho e à competitividade das empresas com demandas, cada vez mais urgentes, de cadeias de produção mais conscientes, transparentes e “limpas”.  A seguir, destacamos a importância da computação verde em diferentes áreas. Importância para os data centers A transformação digital e o aumento do volume de dados armazenados tornam os data centers elementos cruciais na operação das empresas. Entretanto, eles também são grandes consumidores de energia e fontes de emissão de carbono, sendo responsáveis por uma parcela significativa das emissões de gases globais. Nesse cenário, a computação verde oferece soluções, como o uso de energias renováveis, virtualização e sistemas de refrigeração eficientes, para driblar esses problemas e reduzir os custos operacionais dos negócios. Importância para a logística A fabricação e o transporte de equipamentos de TI geram emissões significativas de gases de efeito estufa. Nesse sentido, a computação verde promove práticas como: Essas medidas, combinadas com as outras citadas por aqui, tornam a cadeia de suprimentos de TI mais sustentável e eficiente. Importância para a infraestrutura geral De escritórios a fábricas, a computação verde auxilia na construção de infraestruturas inteligentes, integrando sistemas de gestão de energia, sensores IoT e práticas de manutenção preditiva para entregar as seguintes vantagens: Importância para a experiência do usuário Os usuários estão cada vez mais atentos à responsabilidade ambiental das empresas com as quais interagem. Inclusive, de acordo com uma pesquisa da Sherlock Communications, entre consumidores brasileiros e latino-americanos, as ações de Responsabilidade Social Corporativa (RSC) são extremamente influentes na tomada de decisões. Segundo o levantamento, 90% dos brasileiros afirmam que a responsabilidade social corporativa influencia a opinião que têm sobre as empresas. Por isso, a adoção da computação verde é também um investimento direto no branding e na manutenção do negócio no mercado. Além disso, produtos e serviços alinhados à computação verde: Tais compromissos não apenas atraem mais clientes, mas também fortalecem a fidelização de quem já utiliza os serviços. Importância para a área legal Optar por práticas de computação verde auxilia empresas a se adequarem às regulamentações ambientais, que estão se tornando mais rigorosas em diversos países. Desse modo, podemos dizer que, em relação a compliance e governança legal, o conceito de computação ecológica viabiliza que as empresas estejam à frente nestes campos: No atual cenário, estar em conformidade com as normas é crucial para operar de forma legítima e competitiva no mercado global. Importância a longo prazo Como dissemos, a computação verde cria um impacto positivo duradouro ao: Ao investir em sustentabilidade, as organizações garantem sua relevância no presente, construindo um legado inovador e responsável para o futuro. Afinal, como a Computação Verde pode otimizar a eficiência energética das empresas? Respondemos a isso em cinco passos: 1. Modernização de hardware – equipamentos com maior eficiência energética consomem menos e duram mais. 2. Gestão de energia inteligente – sistemas que ajustam o consumo conforme a demanda. 3. Adoção de servidores virtuais – menos servidores físicos resultam em menor uso de energia e espaço. 4. Refrigeração eficiente – técnicas como resfriamento por água ou o uso de temperatura ambiente externa. 5. Transição para energia renovável – data centers movidos a fontes renováveis. Ou seja, com a computação verde, o setor de TI se compromete a ser um importante aliado em prol da sustentabilidade global, provando que tecnologia e consciência ambiental podem (e devem) caminhar lado a lado. _______________________________________ Você também pode gostar: Webinar gratuito –  “Sustentabilidade e TICs: caminhos para a implantação de uma agenda ESG nas organizações públicas e privadas”, com o especialista Alexandre Cesar Motta de Castro.


    26/12/2024
  • Cursos de TI ESR + CompTIA
    Temas Diversos

    Cursos de TI: as 5 principais especializações oferecidas pela ESR + CompTIA

    Já conhece os novos cursos de TI ESR + CompTIA? Acompanhe este conteúdo para saber mais! As novas configurações digitais, tanto em âmbito social quanto naquele relacionado com os negócios, impulsionam a busca por habilidades profissionais cada vez mais especializadas, sobretudo nas diferentes áreas de TI. Por isso, nesse cenário, o aprendizado contínuo por meio de cursos e certificações é tão necessário e imprescindível. De acordo com um recente relatório da Deloitte, as empresas passaram a alocar a capacitação como uma de suas prioridades de investimento nos últimos anos, pois compreenderam que esse é o pilar responsável por materializar os avanços da tecnologia no dia a dia dos negócios. O estudo, intitulado “Agenda: estratégias empresariais para o ambiente de negócios”, identificou que 72 em cada 100 entrevistados na pesquisa disseram ter como meta a ampliação de recursos direcionados para o seu desenvolvimento profissional em áreas tecnológicas nos próximos anos, ou seja, o mercado se coloca como um dos impulsionadores do aprendizado, reforçando a potencialidade dos profissionais que investem na qualificação. Sabendo disso, a Escola Superior de Redes (ESR), unidade de capacitação da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), oferece, há mais de 18 anos, uma jornada intensa de ensino e aprendizado para TI, sendo uma das maiores referências do segmento. E com a Computing Technology Industry Association (CompTIA), disponibiliza cursos atualizados e preparados para abordar os desafios da TI moderna, por meio dos quais forma especialistas capazes de se adaptar aos mais diversos cenários tão velozmente quanto as tecnologias emergentes.  “Esta junção (CompTIA + ESR) fornece à ESR a musculatura necessária para que seu portfólio de cursos esteja alinhado sem aumentar o custo operacional dessa atividade por nossa equipe acadêmica. A CompTIA possui uma gama de profissionais altamente especializados que nos auxiliará nesse novo caminho” – diretor adjunto da Escola Superior de Rede, Leandro Guimarães, para blog da RNP.  Neste artigo, você vai conhecer os cinco principais cursos que são fruto dessa parceria entre a ESR e a ComTIA e compreender todos os seus diferenciais. Você vai encontrar por aqui: Boa leitura!  Você também pode gostar: Como alavancar a carreira no atual cenário de TI? 3 Dicas essenciais!  Cursos de TI ESR + CompTIA: o que é a ESR? A Escola Superior de Redes (ESR) atua há mais de 18 anos no segmento de cursos, ensino e aprendizado para TI, sendo a unidade de serviço da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). Ao longo desse tempo, a organização capacitou mais de 1.100 instituições clientes e aproximadamente 43 mil alunos, visando ao resultado prático, à preparação para as certificações mais importantes do mercado e a um portfólio abrangente, alinhado às necessidades de um setor tão diverso.  O principal objetivo da ESR é promover a capacitação, o desenvolvimento profissional e a disseminação de conhecimento em tecnologia da informação, contribuindo para um ecossistema mais robusto e preparado para se adaptar às transformações digitais e sociais. No portfólio da escola, você vai encontrar um catálogo com mais de 170 cursos, distribuídos em diferentes áreas de formação: Com a CompTIA, a ESR se estabelece como a principal referência em capacitação de computação em nuvem e segurança da informação do mercado! Conheça todos os cursos da ESR!  Cursos de TI ESR + CompTIA: o que é a CompTIA? Assim como a Escola Superior de Redes, a Computing Technology Industry Association (CompTIA) é referência no segmento de capacitação para TI. Considerada uma das mais relevantes associações comerciais da indústria de TI, a empresa é responsável pela emissão de diversas certificações profissionais para o setor, fortalecendo o desenvolvimento de carreiras cada vez mais especializadas e qualificadas. Em seus mais de 40 anos de fundação, estabeleceu bases sólidas para se tornar uma comunidade indispensável para os milhões de empresas e indivíduos que buscam prosperar nos US$ 5,2 trilhões de indústrias globais de TI/tecnologia. Para isso, a CompTIA oferece diversas certificações orientadas pelo pilar “resultados”, como: Os exames de certificação são desenvolvidos por especialistas que constroem um planejamento de conteúdo de qualidade para o nível de experiência apropriado. 91% dos clientes concordam que a CompTIA ajuda a iniciar e avançar carreiras na área de tecnologia.Fonte: TechValidate | TCI: DD9-1A3-DF3 | Publicado em 2023 92% dos clientes concordam que a CompTIA é uma marca líder em treinamento e certificação reconhecidos pela indústria.Fonte: TechValidate | TVID: 36A-DE5-461 | Publicado em 2023 Por que fazer um curso em TI? No segmento de Tecnologia da Informação, capacitações/certificações representam uma atividade indispensável, sobretudo porque são requisitos de diversas vagas nacionais e internacionais. Além de fortalecerem a credibilidade do conhecimento de um profissional, elas também atestam a aptidão dele para lidar com áreas específicas, demonstrando competência técnica, atualização constante e comprometimento com o desenvolvimento de carreira. Em um cenário no qual sobram vagas e faltam pessoas qualificadas, investir na capacitação e no curso adequado deixa de ser apenas uma escolha e se torna um verdadeiro diferencial competitivo. A crescente busca por cursos em TI O interesse pelo aprendizado nas áreas tecnológicas, especialmente inteligência artificial, tem registrado um aumento significativo. Exemplo disso, segundo uma pesquisa do Instituto Semesp, é que cursos da área, como os de computação e TI em geral, estão em terceiro lugar na preferência dos estudantes brasileiros (13%), atrás apenas das áreas da saúde (28%) e de negócios, como administração e direito (17%). Além disso, dados do Senai mostram que, entre janeiro e outubro de 2023, mais de 10 mil estudantes se matricularam em cursos relacionados com IA, o que representa um aumento de quase 24% em relação a 2022. Esse número é ainda mais expressivo ao considerarmos que o ano anterior já havia registrado um crescimento de 246% na pesquisa sobre o tema em relação a 2021. O cenário demonstra que o mercado de TI não só está em expansão, como busca ativamente profissionais qualificados, tornando a formação na área uma escolha estratégica para quem deseja crescer e se destacar. Você também pode gostar – 10 cursos que irão intensificar o seu conhecimento em Governança de TI 5 Cursos de TI oferecidos pela ESR e CompTIA Veja os principais programas de TI disponibilizados pela parceria ESR + CompTIA. 1) Security+ (parceria oficial CompTIA)  O CompTIA Security+ é uma certificação global que valida as habilidades básicas que são requeridas para que deseja desempenhar papéis de segurança da informação e avançar na carreira de TI. Por isso, esse curso é direcionado para profissionais que possuem habilidades de redes e administração de redes TCP/IP com base em Windows e outros sistemas operacionais, como o MacOS, o Unix ou o Linux, e que buscam avançar na carreira de TI por meio de conhecimento básico em segurança da informação. A especialização se dedica, principalmente, a preparar os profissionais de TI para tirarem a certificação CompTIA Security+ SY0-701. Essa formação é estruturada em dez módulos, que totalizam 40 horas de duração, além de contar com material de apoio, que inclui o conteúdo do curso, agenda, tarefas, questionários, simulados e tópicos extras, tal qual o material oficial CompTIA. 2) PenTest+ (parceria oficial CompTIA)  O curso PenTest+ foi desenvolvido para profissionais de cibersegurança encarregados dos testes de penetração e gestão de vulnerabilidades dentro de uma organização. Em meio aos desafios relacionados com a proteção de clientes contra vazamentos de segurança e privacidade, as empresas priorizam cada vez mais os profissionais com conhecimentos acerca de testes de penetração em ambientes computacionais. Por isso, essa é uma habilidade emergente valiosa não só para as organizações que procuram proteção, como para os profissionais que buscam por melhores condições de carreira. Nesse curso, você será apresentado às metodologias e aos conceitos gerais para a realização de pen testing, que pode aprimorar suas habilidades com base em uma simulação de penTest+ em uma empresa fictícia. Além disso, há uma cobertura integral do conhecimento exigido para a certificação CompTIA Pentest+ PT0-002 que é compatível com o padrão ISO 17024 e preparado para atender aos requisitos da diretiva 8140/8570.01-M do DoD dos EUA. 3) CySA+ (parceria oficial CompTIA) Proteger dados e sistemas é uma prioridade para empresas e organizações em todo o mundo. Nesse cenário desafiador, esse curso é uma oportunidade para você se destacar como um especialista em segurança. Na prática, o curso CompTIA CySA+ CSO003 representa uma jornada empolgante e abrangente no mundo da segurança cibernética. Ele foi projetado para indivíduos apaixonados por tecnologia e determinados a proteger organizações de ameaças cibernéticas cada vez mais sofisticadas. Ao longo de sua ementa intensiva, você mergulha nas mais recentes estratégias e práticas de segurança cibernética, preparando-se para enfrentar os desafios do mundo digital em rápida evolução. O programa aborda uma gama de tópicos essenciais, incluindo:  4) Cloud Essentials+  O Cloud Essentials propicia a compreensão da computação em nuvem e o trabalho necessário para mover e administrar tal recurso. Trata-se de outro curso que utiliza material oficial da CompTIA, destinado a profissionais de TI e negócios que desejam aumentar seu conhecimento e expertise para fazer recomendações de uso de computação em nuvem. Além disso, é um programa orientado para negócios e profissionais que desejam se preparar para a certificação CompTIA Cloud Essentials+. O curso oferece conhecimento e as habilidades necessárias para você tomar decisões claras e conscientes sobre tecnologia de computação em nuvem, de uma perspectiva técnica e de mercado, e também compreender o que está envolvido no uso e no impacto financeiro da implantação e administração de computação em nuvem. Esse curso cobre todo o conhecimento exigido para a certificação CompTIA Essentials+ CLO002, em conformidade com o padrão ISO 17024. 5) CASP+ (CAS-004) (parceria Oficial CompTIA) A CompTIA Advanced Security Practitioner (CASP) é a certificação ideal para profissionais técnicos que desejam permanecer imersos em tecnologia, e não apenas gerenciar pessoas. Seu objetivo é formar profissionais que preferem viver mergulhados na tecnologia, sem se preocupar com o supervisionamento. Isso porque enquanto os gerentes de cibersegurança ajudam a identificar quais políticas e estruturas podem ser implementadas na organização, os profissionais com certificação CASP apontam como implementar soluções em conformidade com essas políticas e estruturas. Ou seja, a CASP é uma certificação imprescindível para os profissionais que querem ir além. Nesse curso, de nível avançado em gerenciamento de riscos, operações/arquitetura de segurança corporativa e pesquisa/colaboração e integração da segurança corporativa, você encontra um programa completo de preparação para o exame. A CASP ainda está em conformidade com os padrões ISO 17024 e é aprovada pelo Departamento de Defesa dos EUA, atendendo aos requisitos da diretiva 8140/8570.01-M. Benefícios de um curso ESR + CompTIA 1. Reconhecimento global: as certificações CompTIA são reconhecidas internacionalmente, aumentando sua credibilidade no mercado. 2. Preparação prática: os cursos da ESR oferecem uma abordagem prática, alinhada aos desafios reais do setor de TI. 3. Acesso a salários competitivos: os profissionais certificados tendem a alcançar remunerações mais altas e melhores oportunidades de crescimento. 4. Desenvolvimento contínuo: além da certificação, o programa incentiva a atualização constante de conhecimentos e habilidades. 5. Flexibilidade: ao combinar a expertise da ESR e da CompTIA, você aprende no seu ritmo, conciliando as aulas com outras atividades. Conclusão Investir em um curso de TI ESR + CompTIA contribui para a construção do seu conhecimento, abrindo portas para uma carreira sólida e de alto desempenho no setor. Essa combinação une excelência técnica e reconhecimento global, garantindo um diferencial competitivo no mercado. Visualize todos os cursos oferecidos pela Escola Superior de Redes e escolha o ideal para você e para a sua carreira! 


    19/12/2024
  • Lifelong_Learning_na_TI
    Temas Diversos

    Lifelong learning na TI: conceito, benefícios e dicas de aplicação

    O lifelong learning, seja na TI ou nos demais setores do mercado, refere-se a uma metodologia de aprendizado contínuo, que incentiva seus adeptos a atualizar o conhecimento de forma periódica e sistemática.  Em um cenário no qual o acrônimo em inglês VUCA significa “Volatility” (volatilidade), “Uncertainty” (incerteza), “Complexity” (complexidade) e “Ambiguity” (ambiguidade) e abre espaço para uma organização social caracterizada pelo formato BANI (Brittle, Anxious, Nonlinear e Incomprehensible, ou frágil, ansioso, não linear e incompreensível em português), a adaptação passa a ter ainda mais importância. Por isso, o “aprendizado ao longo da vida”, como o termo pode ser lido em português, se transforma em uma ferramenta essencial para que profissionais e equipes de TI consigam evoluir tão rápido quanto as transformações digitais, tecnológicas e humanas. Assim, o conceito de lifelong learning se estabelece, principalmente, sobre a noção de que o conhecimento não tem um fim em si próprio, mas, sim, deve ser absorvido constantemente, com o objetivo de se conquistar uma vida com mais significado. Neste artigo, você vai conhecer o tema e conferir algumas dicas para implementar esse mindset em times de TI. Para isso, você vai percorrer o seguinte guia: Leia também: O home office acabou? Saiba como gerenciar a flexibilidade de trabalho na tecnologia  O que é lifelong learning? Como dissemos anteriormente, o aprendizado ao longo da vida (lifelong learning) representa uma metodologia de ensino, aplicável às mais variadas áreas, que acredita no potencial de um processo de aprendizagem contínuo, capaz de enriquecer o desenvolvimento pessoal e profissional do indivíduo. O termo abrange diversas atividades, propostas e experiências a que um indivíduo tem acesso e se dispõe a cumprir a continuidade do seu processo de construção do conhecimento. Foi elaborado em meados do século XX (na década de 1970), nos Estados Unidos, mas ganhou notoriedade em 2010 com o seu reconhecimento global, por meio do relatório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) Educação para o Século XXI, lançado na Conferência Ministerial da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD). Com isso, a metodologia passou a ter notoriedade e adeptos ao redor do mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, 73% dos americanos se consideram aprendizes contínuos e dizem adotar os pilares da teoria do lifelong learning. Ou seja, o lifelong learning é também um convite para uma carreira qualificada, alicerçada em um propósito que está além da conquista de certificações e da conclusão de cursos. Diz respeito à adoção de uma mentalidade voltada para o investimento na educação não para que determinado fim seja alcançado, mas para que a própria vida e a trajetória profissional tenham mais significado. ❗Leia também: Consultoria Educacional: como ela pode transformar equipes de TI Quais são os pilares da metodologia de lifelong learning? A organização Lifelong Learning Council Queensland (LLCQ), entidade que estuda e dissemina o tema globalmente, passou a institucionalizar e divulgar a abordagem e os seus quatro pilares em 2010. São eles: 1) Aprender a conhecer No lifelong learning, a educação tradicional (a de cursos, por exemplo) se une às novas abordagens de construção do conhecimento. Assim, quem adota essa filosofia deve integrar o aprendizado aos diversos momentos da vida, inclusive àqueles reservados ao lazer. Isso significa que, no lifelong learning, adquirir conhecimento é uma atividade estimulante, não apenas uma obrigação a ser cumprida. Esse pilar enfatiza a importância de valorizar o processo de aprender, cultivando habilidades como curiosidade, pensamento crítico, reflexão e uma postura ativa e questionadora. Aprender a conhecer é aprender a apreciar o caminho do saber. No setor de Tecnologia da Informação (TI), o conceito envolve manter-se atualizado sobre tendências, inovações e as melhores práticas em um setor que evolui rapidamente, buscando conhecimento não só para resolver problemas técnicos, mas também para impulsionar soluções criativas e sustentáveis. 2) Aprender a fazer Não basta acumular conhecimento teórico, é preciso aplicá-lo e testar a sua compreensão na prática. Esse pilar do lifelong learning ressalta a importância da experiência prática como método de aprendizado. Ele se alinha ao conceito “70:20:10”, desenvolvido pelos professores Morgan McCall, Robert Eichinger e Michael Lombardo, que sugere que a aprendizagem eficaz provém de: Assim, o lifelong learner deve estar disposto a aprender tanto em cursos quanto nas vivências cotidianas e nas relações interpessoais, reconhecendo o valor de todos os ambientes de aprendizado. Para um profissional de TI, aprender a fazer significa experimentar e aplicar conhecimentos técnicos a projetos práticos, colaborando com equipes e participando de experiências que ampliam habilidades e aprimoram a prática cotidiana. 3) Aprender a conviver O lifelong learning destaca também o valor das interações humanas e a capacidade de aprender com o outro. Conviver satisfatoriamente, pessoal e profissionalmente, é essencial para quem busca ser um aprendiz ao longo da vida, desenvolvendo habilidades por meio da troca e da colaboração. Além disso, cada vez mais, o mercado valoriza as soft skills, incluindo trabalho em equipe e colaboração. Para o lifelong learner, o convívio e a criação conjunta são práticas fundamentais para o desenvolvimento de competências que enriquecem o aprendizado contínuo. Como parte desse pilar na TI estão o trabalho com equipes multifuncionais, a necessidade de uma comunicação clara e de empresas que priorizem a colaboração entre ambientes diversificados e inclusivos, nos quais o trabalho em equipe e a troca de ideias são elementos-chave para a inovação. 4) Aprender a ser O último pilar do lifelong learning ressalta a importância da autonomia e da responsabilidade pessoal no processo de aprendizagem. Aqui, o indivíduo assume o protagonismo, guiando o próprio desenvolvimento e se apropriando da sua jornada de conhecimento. Aprender a ser é cultivar a autorresponsabilidade, buscando o crescimento pessoal e a realização plena por meio de uma atitude ativa e independente na busca do saber. Em TI, isso também significa assumir o controle da própria formação, por intermédio da exploração de novas áreas e do investimento em autodesenvolvimento para manter-se relevante em um setor dinâmico e competitivo. Entretanto, o pilar não afasta a responsabilidade das empresas e dos setores de RH para que esse processo seja bem-sucedido. Na verdade, organização e colaborador devem adotar a abordagem e compreender o seu potencial simultaneamente, para que os seus pilares sejam efetivamente absorvidos. Leia também: Guia completo: como realizar o recrutamento de times de TI em 9 passos Quais são os benefícios da metodologia lifelong learning para as equipes de TI? A adoção da mentalidade de lifelong learning é essencial para as empresas e os setores de TI que buscam inovação e competitividade. Nesse cenário, as lideranças e equipes de Gestão de Pessoas têm um papel crucial no fomento dessa cultura de aprendizado contínuo, pois são capazes de estruturar mecanismos para incentivar os profissionais a expandir as suas habilidades e acompanhar a evolução constante da tecnologia. Com base nisso, há um reflexo positivo no desenvolvimento individual de cada colaborador, como também há o fortalecimento da capacidade de adaptação e desempenho da equipe como um todo. Com o lifelong learning, as empresas se tornam mais preparadas para enfrentar os desafios de um setor tão dinâmico e têm acesso a inúmeras vantagens, como veremos a seguir. Benefícios do lifelong learning para as equipes de TI: Como implementar uma metodologia lifelong learning nas rotinas de TI em 4 passos A TI representa um setor decisivo para a manutenção das empresas no mercado. Por isso, precisa ser um dos primeiros segmentos a indicar a mudança de paradigma que possa influenciar as operações dos negócios, seja ela relacionada com o surgimento de tecnologias, seja com os modelos de consumo. O lifelong learning prepara os colaboradores de TI para atuar exatamente nesse sentido, deixando-os prontos para as mudanças internas e externas à organização. Veja como aplicar a abordagem por meio de dicas simples: 1) Incentive o diálogo e a participação Crie um ambiente no qual os colaboradores se sintam seguros para compartilhar conhecimento, levantar dúvidas e trocar experiências. Fomentar a cultura do diálogo e da colaboração promove a troca constante de saberes e fortalece a mentalidade de aprendizado contínuo. 2) Elabore uma proposta de desenvolvimento de carreira estruturada e transparente Defina uma abordagem pedagógica de carreira clara para o desenvolvimento de novas competências e habilidades que integre programas de treinamento específicos para TI, como certificações técnicas, workshops e bootcamps. Para isso, pense especificamente em cada carreira de TI da sua empresa e quais certificações e ferramentas são interessantes para cada uma delas e estruture um planejamento com metas e objetivos a serem trilhados tanto pelos colaboradores quanto pela empresa em si. Dessa forma, os profissionais de TI têm um direcionamento claro e recursos adequados para o próprio crescimento. 3) Diversifique as atividades de aprendizado Ofereça formas variadas de aprendizado, como treinamentos práticos, e-learning, mentorias e projetos internos. Essa diversidade permite que os colaboradores explorem diferentes formas de adquirir conhecimento, facilitando a retenção e a aplicação do que foi aprendido. Conheça os cursos da ESR – Escola Superior de Redes – EaD e presenciais.  4) Invista em um acompanhamento humanizado e individualizado Cada profissional possui ritmo e objetivos diferentes. Realize acompanhamentos periódicos e ofereça feedbacks construtivos para alinhar as expectativas e identificar as necessidades específicas de desenvolvimento, promovendo o crescimento personalizado e sustentável da equipe. _______________________ Consultoria Educacional ESR: a melhor escolha para a implementação do lifelong learning nas equipes de TI. A Escola Superior de Redes desenvolveu a Consultoria Educacional focada em oferecer estratégias de aprendizagem corporativas elaboradas de acordo com os objetivos e as necessidades de cada empresa. O programa da ESR ajuda administradores de TI e de Gestão de Pessoas a otimizar os recursos investidos no desenvolvimento profissional das equipes e gerar resultados estratégicos alinhados aos objetivos da empresa. Além disso, a consultoria direciona as instituições em consonância com o que há de mais atual na capacitação de profissionais no âmbito global para enfrentar os desafios da área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Entre em contato com a ESR para saber mais sobre a Consultoria Educacional em tecnologia da informação!


    28/11/2024
  • Como alavancar a carreira de TI
    Temas Diversos

    Como alavancar a carreira no atual cenário de TI? 3 Dicas essenciais!

    Você procura um guia sobre como alavancar a carreira de TI no atual cenário das transformações digitais? Continue conosco para acessá-lo! Um  levantamento do Google for Startups identificou que o Brasil passará por um déficit de 530 mil profissionais de tecnologia até 2025. Esse número reflete as peculiaridades de um setor que demanda especialistas sempre atualizados e que ainda consigam se manter em movimento de forma compassada com as tecnologias emergentes e com as suas transformações.  A exemplo disso, outro estudo, dessa vez do Instituto Global Mckinsey, traçou um panorama sobre as profissões do futuro e concluiu que todas elas têm uma ligação íntima com a automação do trabalho.  O relatório fruto dessa pesquisa sugeriu que, até 2030, o período em que profissionais das mais variadas áreas passam utilizando tecnologias avançadas aumentará em 50%, além disso, as habilidades de programação serão 90% mais visadas nesse cenário. Ou seja, uma vez que todas as disciplinas convergem para o uso cada vez mais consistente das tecnologias avançadas, tais quais inteligência artificial (IA), realidade aumentada e virtual (RA e RV), machine learning e computação quântica, entre outros exemplos, o profissional de TI é obrigatoriamente convocado para estar à frente desse processo de transição de modelos laborais.  Na prática, trata-se de um alerta claro: é hora de os profissionais da área e os interessados se prepararem para o futuro, adquirindo as habilidades e os conhecimentos que o mercado valoriza. Você também pode gostar – Computação Quântica: o que está por trás dessa tecnologia e quais suas tendências?  Como alavancar a carreira de TI: quais são os cargs do futuro?  O conceito de profissão do futuro envolve a expectativa de valorização da área e da especialidade.   Para isso, são observados alguns panos de fundo, como a aposta no bom desempenho de certas atividades em comparação com outras e a sua interconexão com as transformações digitais e com o movimento da sociedade, além da estimativa de surgimento de novos mercados, nichos e empresas que possam demandar certas atuações de trabalho. Nesse sentido, estudar quais serão as carreiras, inclusive de TI, com chances de despontar a médio e longo prazo demanda uma análise que leve em consideração não só esses pontos, como também o que é reverberado nos principais fóruns e comunidades.  A exemplo disso, no último levantamento do Fórum Econômico Mundial, “The Future of Jobs”, lançado ainda em 2023, o contexto moderno do trabalho foi previsto como digital, rotativo e inédito. Segundo esse documento, dos 673 milhões de postos de trabalho analisados, 83 milhões serão eliminados, enquanto 69 milhões devem ser criados nos próximos anos, sendo a inteligência artificial o principal foco de alteração dessas relações. A ferramenta, uma das tendências em tecnologia para todos os mercados, desencadeia a urgência da adaptação e destaca a importância da educação voltada para habilidades digitais. De acordo com o fundador e CEO da Code.org, em outra matéria, também publicada pelo Fórum Econômico Mundial, o risco relacionado com a IA ainda se encontra com ponto focal no ser humano, e não na máquina. Isso porque não se espera que as pessoas percam os seus empregos para a IA, mas, sim para outras pessoas que sabem como utilizar a ferramenta.  “Não é que o trabalhador seja substituído apenas por um robô ou uma máquina na maioria dos casos, especialmente para trabalhos de secretaria. É que algum trabalhador melhor ou mais instruído pode fazer esse trabalho porque pode ser duas vezes mais produtivo ou três vezes mais produtivo com a IA” – tradução das “6 tendências de trabalho e local de trabalho a serem observadas em 2024” Ou seja, o verdadeiro desafio do mercado de trabalho atual encontra-se na capacitação e adaptação humana, e não na substituição pura e simples de seres humanos por máquinas. Além disso, o Fórum Econômico Mundial, por meio do The Rise of Digital Jobs, prevê o aumento da empregabilidade em áreas digitais globais para cerca de 92 milhões de vagas e uma mudança de cerca de 23% dos empregos nos próximos cinco anos. “Com a previsão de que 23% dos empregos mudem nos próximos cinco anos, conforme o Relatório sobre o Futuro do Emprego, milhões de pessoas terão de transitar entre empregos em declínio e em crescimento” – tradução das “6 tendências de trabalho e local de trabalho a serem observadas em 2024” Quais são as 10 profissões do futuro de acordo com o Fórum Econômico Mundial? Nesse contexto, as profissões consideradas como promissoras para o futuro abrangem na sua grande maioria especialidades de TI:   Você também pode gostar – Qual a responsabilidade prática da TI na era do Big Data?  Como se destacar nesse contexto de trabalho em TI? 3 principais dicas. Domine ou ao menos conheça as tecnologias emergentes No mercado atual, as tecnologias emergentes têm um papel fundamental na transformação digital das empresas. Conhecer os seus conceitos e aplicações pode alavancar a sua carreira e abrir portas em diferentes áreas de TI. Separamos algumas delas para você colocar no seu radar: Aprofunde-se por aqui – Machine learning e inteligência artificial na área de TI: o que esperar do futuro? Aprofunde-se por aqui: O que é Edge Computing e qual a sua finalidade? Conhecer o básico sobre Qubits, superposição e entrelaçamento quântico pode posicioná-lo à frente no campo de computação de alta performance. Aprofunde-se por aqui: Afinal, você sabe o que está por trás da computação quântica? Aprofunde-se por aqui: Qual a diferença entre realidade aumentada, virtual e mista?   Ser um especialista de ao menos uma dessas tecnologias é uma excelente estratégia de carreira. Além dessas tecnologias emergentes, existem diversas outras, bem como outros temas interessantes para a TI atual. É o caso da arquitetura de malha cibernética, das pautas de ESG (Environmental, Social and Governance) e o sempre presente big data. 2) Estude sobre o potencial das metodologias ágeis de trabalho As metodologias ágeis revolucionam a maneira como os times de TI trabalham, pois possibilitam entregas mais rápidas e eficientes, com foco na colaboração contínua e na adaptação às mudanças.  Se você ainda não se debruçou sobre esses conceitos, experimente adotá-los na sua rotina a partir das principais abordagens:  Scrum Refere-se a uma das metodologias ágeis mais populares do mundo corporativo, permitindo a gestão de projetos em sprints curtos, com ciclos de feedback constantes. Times que usam Scrum podem entregar funcionalidades de forma incremental, ajustando o escopo conforme necessário. Kanban: Muito utilizado no desenvolvimento de software e em operações de TI, o Kanban visa aumentar a eficiência por meio da visualização de tarefas em um quadro, permitindo que equipes gerenciem fluxos de trabalho de forma contínua e sem sobrecarga. Lean:  O Lean Development é inspirado na manufatura enxuta e foca na eliminação de desperdícios, otimização de processos e aumento da entrega de valor para o cliente final. 3) Mapeie quais soft skills são visadas pelo mercado e trace um plano de desenvolvimento Habilidades técnicas são cruciais, mas cada vez mais as soft skills são fatores determinantes para o sucesso de um profissional de TI. A capacidade de colaborar, comunicar e liderar equipes, especialmente em ambientes remotos ou híbridos, tornou-se imprescindível há algum tempo. Nesse sentido, certas competências aparecem como relevantes para a solidez de uma carreira na área, como:  __________________________________ Além dessas, diversas outras dicas podem te ajudar a alavancar a carreira em TI. Para isso: Fique por dentro de outras novidades de TI no nosso blog (toda semana produzimos um novo tema)!


    31/10/2024
  • Computação Quântica
    Temas Diversos

    Computação Quântica: o que está por trás dessa tecnologia e quais suas tendências?

    A taxa de conhecimento produzido pelo ser humano cresce a uma velocidade exponencial, ou seja, de forma acelerada e em escala. Nunca se desenvolveu tanto e em tão pouco tempo. Nesse cenário, os modelos de processamento e armazenamento de informações tradicionais podem não ser suficientes para lidar com os problemas modernos, essencialmente aqueles associados aos campos do big data, da inteligência artificial e de simulações complexas.  Como resposta a essa necessidade de leitura e armazenamento de uma grande quantidade de dados, a computação quântica tem se tornado objeto de estudo constante dos principais players tecnológicos do mercado.  De forma geral, trata-se de uma área emergente da tecnologia, que se diferencia da computação tradicional por utilizar bits (binary digit) quânticos, e não os clássicos. Os qubits, como aqueles são chamados, operam sob um dos princípios mais importantes da física quântica: a superposição de estado. Assim, em vez de funcionar pela dinâmica de bits, que são executados por meio de portas lógicas em um sistema no qual representam ou 0 ou 1, a computação quântica possibilita que esses mesmos valores (0 ou 1) existam em uma superposição de estado, podendo ser 0 e 1 ao mesmo tempo. Além disso, os qubits também podem ser emaranhados, o que amplifica a capacidade de processamento dos dados. Algo como: 1 qubit 1 bit (consegue armazenar uma única informação) 2 qubits Armazena 4 bits de informação por causa da superposição de estados 3 qubits 8 bits de informação 4 qubits 16 bits de informação … … Na prática, isso se reflete em uma forma de execução de cálculos muito mais rápidos do que a experienciada por computadores clássicos, na possibilidade de quebra de códigos criptográficos em tempo recorde, na simulação de sistemas quânticos com mais robustez etc.  Por isso, a computação quântica é uma das alternativas para a resolução de problemas matemáticos complexos. Neste artigo, vamos dar continuidade ao tema “Computação Quântica”, destacando seu conceito, história, investimentos e apostas para o futuro. Continue conosco. Você também pode gostar – Tecnologias emergentes para TI: arquitetura de malha de segurança cibernética  O que é computação quântica?  De acordo com a Amazon, a computação quântica (ou quantum computing) descreve um campo multidisciplinar que compreende aspectos da ciência da computação, da física e da matemática que utilizam a mecânica quântica para resolver problemas complexos mais rapidamente do que os computadores clássicos. Ou seja, em essência, as bases da mecânica quântica (área da física que estuda o comportamento de partículas em um nível microscópico, como átomos, elétrons, prótons etc.), tais quais a superposição e a interferência quântica, são utilizadas para acelerar a análise de dados e os cálculos de problemas complexos em computadores quânticos.   Para isso, a computação quântica funciona conforme um novo dicionário de termos e de características: Existem ainda outros elementos que definem uma computação quântica:  Você também pode gostar – 16 boas práticas em testes de software para acompanhar agora  A história por trás da computação quântica A história da computação quântica está intimamente ligada ao desenvolvimento da física quântica.  Essas teorias abriram caminho para a compreensão dos fundamentos necessários para a computação quântica, que começou a tomar forma nos anos 1980. Deutsch foi pioneiro ao explorar como um computador quântico poderia superar as limitações dos computadores clássicos usando princípios de superposição e emaranhamento. Com esses avanços teóricos, a computação quântica começou a se desenvolver rapidamente.  Nos últimos anos, grandes empresas de tecnologia e governos têm investido pesadamente em pesquisa e desenvolvimento de computadores quânticos práticos. Você também pode gostar – O que é arquitetura de microsserviços e quais são seus principais benefícios?  Investimentos em computação quântica nos últimos anos Os investimentos em computação quântica têm crescido significativamente na última década. Nos Estados Unidos, por exemplo, a Lei Nacional de Iniciativa Quântica, aprovada em dezembro de 2018, visa fomentar o desenvolvimento da computação quântica no país. Além disso, empresas como Google, IBM e Microsoft estão na vanguarda dessa revolução tecnológica. Acompanhe alguns feitos nesse sentido: Apostas para o mercado em relação à computação quântica O mercado de computação quântica apresenta várias tendências promissoras. A tecnologia pode, inclusive, revolucionar setores inteiros, como o das farmacêuticas, de finanças, segurança cibernética e inteligência artificial. Além disso, à medida que o conceito avança, novos modelos de negócios e aplicações inovadoras deverão emergir, impactando a forma como a sociedade lida com dados e resolve problemas complexos. A exemplo desses avanços e transformações, em 2024, a Microsoft, em parceria com a Quantinuum, anunciou ter desenvolvido um sistema de computação quântica que registrou o menor número de erros já vistos. A empresa utilizou a tecnologia de virtualização de qubits, a menor unidade de processamento quântico, em conjunto com o hardware da Quantinuum, para rodar 14 mil experimentos quânticos sem falhas. Esse resultado representa uma evolução significativa na tecnologia, que supera as limitações dos qubits físicos, que sofrem com alta instabilidade e erros frequentes. Onde a computação quântica pode ser utilizada? Nesse contexto, a computação quântica tem potencial para transformar uma ampla gama de indústrias e aplicações: ___________________________ Leia também: Criptografia quântica vs criptografia tradicional: qual a relação entre elas?_______________________ Limitações da computação quântica Apesar de seu potencial, a computação quântica ainda enfrenta desafios significativos. Entre eles estão a decoerência quântica, que pode causar erros nos cálculos, e a dificuldade de escalar sistemas quânticos para aplicações práticas. Além disso, a necessidade de novas linguagens de programação e algoritmos adaptados à computação quântica é uma barreira que precisa ser vencida. Para superar esses desafios, é necessário o investimento em uma estratégia de especialização dos profissionais de TI. Somente com a capacitação para lidar com tecnologias emergentes é possível impulsionar o progresso nesse campo e no de outras ferramentas que surgem no mercado.  Os treinamentos, certificados e cursos são o principal incentivo para a geração de insights valiosos e para a troca de informações essenciais, além de serem responsáveis por preparar os profissionais para os desafios de uma sociedade em constante transformação.   .____________________________________ ESR: a sua melhor escolha em cursos e capacitação para TI  A Escola Superior de Redes (ESR) é a principal referência em ensino e aprendizagem de TI no Brasil.  Nos seus 18 anos de atuação, dissemina conhecimento sobre o setor para mais de 1.100 instituições, com mais de 43 mil alunos capacitados nas diferentes especialidades de TI, como:  Os cursos possuem as modalidades presencial e EaD, com aulas ao vivo para melhor atender à realidade de cada aluno. Acompanhe as turmas da ESR para aprimorar o seu desenvolvimento profissional com quem realmente entende do setor!


    12/09/2024
  • História da internet no Brasil
    Temas Diversos

    8 principais fatos sobre a evolução da internet no Brasil

    As pessoas nascidas a partir de 2010 fazem parte da chamada geração Alpha e compartilham entre si uma característica interessante: nasceram em meio às aceleradas transformações digitais, já imersas em um mundo globalizado, tecnológico e conectado. Muitas delas, inclusive, sequer vislumbram uma realidade sem internet. Entretanto, esse contexto é historicamente recente. No Brasil, por exemplo, a primeira rede de internet do país completa jovens 32 anos em 2024. E em meio a esse período, a rede experimentou diversas adaptações que contribuíram para a forma otimizada da tecnologia atual. Neste artigo, vamos destacar os oito momentos marcantes por trás da história e da evolução da internet no país, para que você entenda como chegamos ao modelo mais recente. Boa leitura! Você também pode gostar – As 5 linguagens de programação mais utilizadas no mercado em 2023-2024  8 momentos marcantes na história da internet do Brasil A internet é a maior rede mundial de computadores existente na atualidade, responsável por proporcionar uma série de atividades comuns no dia a dia de qualquer usuário – desde a troca de mensagens até o acesso facilitado a informações, solicitação de aplicativo de mobilidade urbana, operações financeiras, trabalhos remotos etc.  Embora seja amplamente utilizada atualmente, de acordo com dados da última pesquisa TIC Domicílios 2023, que identificou que 84% da população brasileira com dez anos ou mais se conectou à internet no último ano, nem sempre foi assim.  No país, ela começa a dar os seus primeiros passos na década de 1970, com base em alguns experimentos da Empresa Brasileira de Telecomunicações (Embratel), estatal que fez parte da Telebras, os quais eram ligados à transmissão digital de dados e à criação de uma rede interna (Ciranda) e de uma rede pública (Cirandão), mas somente a partir da década de 1980 é que passou a tomar a forma vista hoje. De maneira semelhante ao resto do mundo, a sua gênese foi ligada ao ramo da educação, com uma “internet” de acesso restrito a professores, estudantes, funcionários de universidades, instituições de pesquisa e outros órgãos governamentais e privados que objetivavam exercer colaboração acadêmica.  Além desse, outros fatos foram importantes para a evolução do cenário. Confira a linha do tempo abaixo e descubra como a história da internet se estabeleceu no Brasil.  1) A importância das redes acadêmicas Em 1987, ainda sob o governo Sarney e o monopólio da telecomunicação pela Embratel, pesquisadores acadêmicos trouxeram para o país as suas experiências estrangeiras com novas formas de comunicação, sobretudo as de correio eletrônico e de fóruns de discussão em redes de computadores.  Diante desse burburinho de informações e do desejo de inserir o Brasil nessa dinâmica, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), em São Paulo, e o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), no Rio de Janeiro, passaram a refletir sobre possíveis caminhos para tornar a conexão com o exterior uma realidade.  A alternativa encontrada inicialmente foi centralizar o fluxo de dados na conexão entre um computador da Fapesp e o laboratório de física de partículas Fermi National Accelerator Laboratory (Fermilab), em Chicago, nos Estados Unidos. Isso se deu por meio de uma rede de computadores internacionais chamada Bitnet (Because It’s Time to NETwork ou, em português, Porque é hora da rede). Na época, para tornar o projeto viável, a Fapesp investiu na contratação de uma linha internacional da Embratel que continha apenas 4.800 bits por segundo, ou 4,8kbs, e seria conectada posteriormente a outras universidades do país.   Assim, com base na Bitnet e no decorrer dos anos, as universidades brasileiras de São Paulo, do Paraná, do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro puderam se conectar a uma rede central, mas, ainda assim, eram inaptas para se comunicarem entre si. 2) O surgimento da Rede Nacional de Pesquisa Dois anos depois, em 1989, para driblar o problema anterior, o LNCC e a Fapesp foram conectados entre si, dando mais um passo em direção à evolução da internet no Brasil.  No mesmo período, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), apoiado por organizações relevantes, como Fapesp, Faperj e Fapergs, sob a coordenação política e orçamentária do CNPq, criou a Rede Nacional de Pesquisa (RNP), com o propósito de construir uma infraestrutura nacional de rede no âmbito acadêmico, bem como para disseminar o uso da ferramenta no país. Foi um período marcado também pelo funcionamento do Alternex, um serviço de troca de mensagens e de realização de conferências eletrônicas assinado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), em parceria com o Institute for Global Communications, dos Estados Unidos. 3) O planejamento da implantação do backbone da RNP O ano de 1991 foi importante por marcar os primeiros pacotes TCP/IP transmitidos entre Brasil e EUA, além de registrar a aprovação da implantação de um backbone para a RNP, financiada pelo CNPq, que planejava como se estabeleceria essa ferramenta de interconexão de redes. 4) A chegada da internet ao Brasil  Para atender a uma demanda de acesso digital dos eventos Rio-92 e Fórum Global, a RNP utilizou, em 1992, o backbone RNP, a primeira infraestrutura de conexão nacional para interligar, pela primeira vez, instituições educacionais por meio da internet. Na prática, a conexão se deu por meio de pontos de presença (POP), que passavam por 11 capitais, em uma rede de capacidade de apenas 64 kbps.  Posteriormente, foram associados outros backbones regionais a esses pontos, a fim de integrar à internet as instituições das demais cidades brasileiras, como é o caso da São Paulo a Academic Network at São Paulo (ANSP) e Rede Rio. Nesse momento histórico, a RNP também se dedicou a divulgar os serviços de internet à comunidade acadêmica e estabeleceu-se o primeiro domínio do país, o .br. 5) A abertura da internet comercial  Em 1995, ocorreu a abertura da internet comercial, com a consequente expansão da rede para outras capitais e com uma capacidade de até 2 Mbps. Foi nesse ano que também se criaram o primeiro Centro de Segurança de Redes Brasileiro e o Centro de Informações da Internet/BR. Esse último marcou o início das regulamentações de uso da rede no país. As chamadas “redes locais de conexão” vieram dois anos depois, levando acesso a todo o território nacional, assim como o Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança (Cais), da RNP, foi implementado para tratar os incidentes de segurança na rede acadêmica. Esses passos indicavam a evolução gradativa da internet no Brasil e a construção das bases para a rede atual. 6) Os 10 anos da RNP Em 1999, um ano depois da privatização da Telebras, e durante o marco de dez anos da criação da RNP, os ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e da Educação (MEC) investiram no aprimoramento da rede acadêmica e no desenvolvimento do backbone RNP 2, que representou a primeira infraestrutura de rede avançada capaz de atender à necessidade de banda de serviços para ensino e pesquisa.  Houve também o desenvolvimento do Programa Interministerial de Implantação e Manutenção da Rede Nacional para Ensino e Pesquisa (PI-MEC/MCT), hoje chamado Programa Interministerial RNP (PI-RNP), além da criação da Associação Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (AsRNP), que tinha a orientação de um comitê gestor (CG-RNP) formado por representantes do MEC e do MCT. Todo esse processo refletiu em mais de 11 mil grupos de pesquisa beneficiados nos anos 2000. Você também pode gostar: O home office acabou? Saiba como gerenciar a flexibilidade de trabalho na tecnologia  7) O progresso observado a partir dos anos 2000 Depois dos dez anos da RNP e dos outros avanços relacionados com a sedimentação da internet no Brasil, os períodos seguintes registraram importantes marcos para a internet do país:   8) O cenário da internet depois da pandemia Depois dos marcos históricos anteriores, o cenário da internet no Brasil sofreu novas alterações impulsionadas, sobretudo, pela pandemia de Covid-19. Com a necessidade de isolamento social e as restrições de mobilidade, houve um aumento exponencial na demanda por serviços on-line, o que exigiu uma rápida adaptação e evolução da infraestrutura digital do país. Um dos principais destaques desse período foi o movimento de migração de operações para a nuvem. Empresas de todos os setores aceleraram os seus processos de digitalização, adotando soluções em nuvem para garantir a continuidade das suas operações e para viabilizar o trabalho remoto e a entrega de serviços on-line de forma eficiente e segura. Além disso, a área da saúde celebrou os 15 anos da Rede Universitária de Telemedicina (Rute), enquanto a pandemia destacava a importância da telemedicina como uma ferramenta essencial para fornecer assistência médica a distância, consultas virtuais, monitoramento de pacientes e troca de informações entre profissionais de saúde em todo o país. Outro aspecto importante observado nesse contexto foi o fortalecimento do comércio eletrônico e dos serviços de entrega.  Negócios que já estavam estabelecidos nesse setor expandiram as suas operações, enquanto novos empreendimentos surgiram para atender à crescente demanda por produtos e serviços on-line. Por fim, o relatório “Digital 2024: Brazil“, produzido por We Are Social e Meltwater, identificou que há 187,9 milhões de pessoas residentes do país na internet em 2024, o que representa cerca de 86,6% dos brasileiros. O estudo identificou, ainda, o tempo médio de uso da rede, que é de cerca de 9h13min. _______________________________________________ Gostou de conhecer a linha do tempo da internet no Brasil e os detalhes por trás da Rede Nacional de Ensino? Continue nesse universo conosco! A Escola Superior de Redes (ESR) é a unidade de serviço da RNP criada para promover a capacitação, o desenvolvimento profissional e a disseminação de conhecimento em tecnologia da informação. Acesse todos os cursos disponibilizados na nossa plataforma e comece a sua especialização agora!


    29/08/2024
  • Tecnologias emergente
    Temas Diversos

    Tecnologias emergentes para TI: como identificá-las e se preparar para os próximos anos

    A associação de tecnologias emergentes para o setor de TI pode parecer um pouco óbvia, entretanto, não é raro que as empresas tenham dificuldade na implementação dessas inovações. E entre os motivos que justificam o cenário, os principais estão relacionados com a identificação equivocada do que, de fato, representa uma tecnologia emergente, além da ausência de processos bem estruturados para utilizá-la conforme a realidade e o propósito do negócio.  Em uma recente publicação do Gartner, o vice-presidente analista da empresa, Bart Willemsen, fez uma recomendação sobre o investimento das organizações em inovação e tecnologia como uma forma de garantir a manutenção desses negócios no mercado:  “Disrupções tecnológicas e incertezas socioeconômicas exigem uma disposição para agir com ousadia e melhorar estrategicamente a resiliência, em vez de depender de respostas ad hoc (específicas). Os líderes de TI precisam garantir o risco calculado e fazer investimentos seguros e sólidos para habilitar, de forma sustentável, a geração de valor interno e externo.” Nesse contexto, torna-se essencial trabalhar algumas frentes nas rotinas de trabalho:  É isso que vamos conversar ao longo deste artigo: afinal, o que são tecnologias emergentes para TI e como preparar o seu time para recebê-las? ❗ Você também pode gostar – Machine learning e inteligência artificial na área de TI: o que esperar do futuro? O que são tecnologias emergentes?  Em 1987, o pesquisador Peter Drucker definiu “inovação” como uma habilidade de transformar algo que já existe em um recurso capaz de gerar riqueza. Nas palavras dele, “qualquer mudança no potencial produtor de riqueza de recursos já inexistentes constitui inovação”. Uma das principais formas de efetivar essa transformação significativa e posicionar um negócio na seara da inovação se dá por meio da aposta em tecnologias emergentes. Na prática, elas referem-se a um conjunto de recursos tecnológicos, já criados ou em processo de desenvolvimento, que ainda não foram incorporados de maneira ampla no cotidiano das empresas ou dos usuários. Ou seja, trata-se de uma tecnologia ou de um processo tecnológico fruto de estudos avançados e de pesquisas detalhadas, com potencial para refletir na evolução das organizações e na vida dos consumidores, otimizando produtos, serviços, projetos etc., sem que o seu uso esteja sedimentado em larga escala.  ❗ Você também pode gostar – Cibersegurança em foco: 4 perguntas sobre o tema que você precisa conferir agora!  Tecnologias emergentes na TI para ficar de olho  De acordo com o Gartner, as principais tecnologias emergentes a serem acompanhadas pela TI se enquadram em quatro temas: “IA emergente, experiência do desenvolvedor, nuvem abrangente e segurança e privacidade centradas no ser humano.” No Gartner Hype Cycle, lançado em agosto de 2023, a empresa identificou 25 tecnologias emergentes, com o objetivo de assessorar líderes de inovação tecnológica a: a) Avaliar o impacto dessas tecnologias nos negócios; b) Examinar e explorar possíveis tecnologias transformadoras; c) Elaborar estratégias para se beneficiarem dessas tecnologias.  Confira os resultados desse estudo:  Fonte: Gartner Como treinar o seu time de TI para identificar e implementar tecnologias emergentes: três dicas principais Para garantir que a sua empresa se prepare para aproveitar as tecnologias emergentes, é crucial que o time de TI esteja bem informado e capacitado. Para tanto, aqui estão três dicas essenciais para preparar a sua equipe:        1. Invista em treinamento e capacitação contínua A capacitação contínua é fundamental para que os profissionais de TI estejam sempre atualizados com relação às novas tendências e tecnologias emergentes. Considere as seguintes abordagens: Que curso de tecnologia é feito para mim? Conheça as Trilhas ESR e descubra sua jornada de aprendizagem ideal  2. Crie um ambiente de inovação e experimentação Fomentar um ambiente em que a inovação é encorajada e a experimentação é permitida, pode ajudar a identificar e implementar novas tecnologias de maneira mais eficaz. Laboratórios de inovação ou espaços dedicados à experimentação, nos quais a equipe pode testar e prototipar novas tecnologias sem o risco de afetar as operações diárias, podem ser uma alternativa bastante produtiva e interessante. Além disso, a empresa pode incentivar a produção de projetos-piloto para avaliar o impacto e a viabilidade de tecnologias emergentes antes de uma implementação mais ampla. Organize também hackathons, ou desafios de inovação, para incentivar a criatividade e a colaboração na resolução de problemas com novas tecnologias. 3. Cultive uma cultura de colaboração e compartilhamento de conhecimento A colaboração e o compartilhamento de conhecimento são vitais para a rápida adaptação às mudanças tecnológicas. Algumas práticas podem facilitar esse processo, como:  ____________________________________ ESR: a sua melhor escolha em cursos e capacitação para TI  A Escola Superior de Redes (ESR) é a principal referência em ensino e aprendizagem de TI no Brasil.  Nos seus 18 anos de atuação, disseminou conhecimento sobre o setor para 1.100 instituições, com mais de 43 mil alunos capacitados, nas diferentes especialidades de TI, como:  Os cursos possuem as modalidades presencial e EaD com aulas ao vivo para melhor atender à realidade de cada aluno. Acompanhe as turmas da ESR para aprimorar o seu desenvolvimento profissional com quem realmente entende do setor!


    27/06/2024
  • Ti na Saúde digital
    Temas Diversos

    Qual o papel da TI na saúde digital e como ingressar na área?

    Em meio a um cenário de transformações digitais aceleradas, garantir a integração fluida e constante de conhecimentos acerca de saúde e tecnologia possibilita que o atendimento de uma rede complexa e pulverizada seja otimizado estrategicamente. É nesse sentido que se estabelece a saúde digital, um processo de inovação responsável por mudar desde a forma de pensar a saúde e o bem-estar até processos, habilidades e atitudes de profissionais e cidadãos diante das práticas dessa área. De acordo com a Secretaria de Informação e Saúde Digital, o termo faz referência a um conjunto de saberes, técnicas, atitudes e valores que se desenvolvem com o crescimento digital para fortalecer e viabilizar princípios como universalidade, integralidade e equidade na prestação de serviços em saúde.  Dessa forma, a saúde digital é mais abrangente, já que aborda também outros campos, como o e-Saúde, a telemedicina, a telessaúde, a informação e a informática em saúde, além de ser permeada pela internet das coisas (IoT), inteligência artificial, big data e pelas redes.  Portanto, quando se fala em saúde digital, visualiza-se o uso de recursos da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) direcionados tanto para o aperfeiçoamento da rotina de trabalho de profissionais de saúde quanto para o atendimento de qualidade para o paciente. São alguns exemplos desses recursos: O termo, inclusive, já foi tipificado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como “o uso seguro e com positivo custo-benefício das TICs para dar suporte à saúde e a campos relacionados, o que inclui prestação de serviços, vigilância, literatura, educação, conhecimento e pesquisa na área”. Neste artigo, vamos conversar mais sobre o papel da TI na saúde digital e como ingressar nessa área de atuação. ❗ Leia também: Estratégia de inovação: por que a ousadia é importante no ambiente corporativo? Qual o papel da TI na saúde digital?  A tecnologia é utilizada, sobretudo, no processo de melhoria e aperfeiçoamento do atendimento e da assistência em saúde, seja na rede pública, seja na suplementar. Nesse contexto, a saúde digital promove avanços por meio da inovação e do uso da TIC combinados com aspectos éticos, cujo objetivo é proteger o paciente, por meio da adequação de procedimentos relacionados com a LGPD ou pela implantação de mecanismos de alerta e monitoramento. Com essa combinação de fatores, os pacientes passam a ter serviços mais céleres, com menor tolerância a falhas e maior segurança. Já os profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, cirurgiões dentistas etc.) conseguem adotar posturas mais analíticas, visto que têm acesso rápido a uma infinidade de informações. Por sua vez, os especialistas de TI focados em saúde digital aprimoram os mecanismos, as ferramentas e a tecnologia que torna esse conceito viável na prática.  Como dissemos anteriormente, a saúde digital envolve toda a utilização de recursos de TIC nas atividades e pesquisas em saúde. Isso significa dizer que é a área de TI em estrita colaboração com a área de saúde que articula a aplicação prática desse conceito. Ou seja, o papel da TI na saúde digital é intrínseco aos próprios objetivos da abordagem, sendo os profissionais da área os responsáveis por desenvolver e viabilizar as soluções tecnológicas utilizadas no dia a dia dessa área.  Seis exemplos da articulação da tecnologia da informação na saúde digital Por ser um campo dinâmico, o segmento da saúde se beneficia exponencialmente com a implementação de soluções de TI. A integração eficiente de sistemas e a gestão inteligente de dados, por exemplo, são aspectos proporcionados pela TI que desempenham um papel fundamental na otimização dos serviços de saúde. Nesse campo, encontra-se um dos maiores desafios do Brasil e de especialistas em TI: cada fabricante possui seu sistema e falta interoperabilidade, o que demanda que o responsável pela tecnologia da saúde digital saiba realmente como integrar sistemas e interoperá-los para que seja possível a gestão inteligente e ampla dos dados. Quando isso ocorre de maneira exitosa, a saúde digital é responsável por inúmeras vantagens para todos os agentes envolvidos na cadeia de serviços de assistência: os profissionais da saúde, pacientes, familiares e gestores. É o caso, por exemplo, de:   A seguir, elencamos outras diversas frentes em que a TI viabiliza a saúde digital na prática. 1) Integração de sistemas A interoperabilidade entre os sistemas de informação de saúde (capacidade de diferentes sistemas trocarem automaticamente dados, informações e conhecimento) proporciona uma visão holística dos dados do paciente, o que torna seu tratamento e atendimento mais seguro, ágil e adequado. A TI facilita a integração de diferentes serviços de saúde e permite que informações cruciais sejam compartilhadas entre hospitais, clínicas, unidades básicas de saúde (UBSs), unidades de pronto atendimento (UPAs) e as demais instituições de saúde. Para isso, observa também o desenvolvimento e a implementação de políticas de segurança de dados, protocolos de resposta a incidentes e atributos de disponibilidade para que a informação possa ser acessada a qualquer momento pela rede autorizada.  Há, assim, um atendimento mais ágil, sem redundâncias e erros na interpretação de dados clínicos. 2) Coleta e análise de dados clínicos A coleta e a análise de dados são atividades vitais para a promoção da pesquisa e a melhoria contínua dos cuidados de saúde. Nesse campo, a TI facilita a coleta e o processamento automatizado de dados de saúde, desde informações básicas até métricas mais avançadas, já conferindo a eles a devida adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e às demais regulações.  Ferramentas analíticas pautadas em inteligência artificial e machine learning (inovações de TI), capazes, portanto, de lidar com grandes bancos de dados, auxiliam na interpretação das informações valiosas tanto pelos profissionais de saúde e pesquisadores quanto pelo mercado de saúde em geral. Nessa perspectiva, o especialista de TI envolvido com a saúde digital precisa ter clareza de que seu grande desafio é entender a necessidade do profissional de saúde e atendê-la. Ou seja, é necessário, sobretudo, que os agentes de TI atuem como facilitadores, demonstrando a importância da colaboração e da adequação da linguagem técnica de TI à linguagem técnica da saúde.  3) Prontuários eletrônicos A implementação de prontuários eletrônicos representa um marco na evolução da assistência aos pacientes. E é a TI que possibilita a criação de sistemas seguros e acessíveis que armazenam eletronicamente as informações do paciente.  Essa abordagem elimina a dependência de documentos físicos, facilita o acesso rápido e seguro às informações clínicas e melhora a tomada de decisões e a continuidade do cuidado. 4) Telessaúde A telessaúde é um componente essencial da saúde digital, tendo sido regulamentada, principalmente, a partir de 2020 e da promulgação da Lei nº14.510/22, que adicionou oficialmente a modalidade de assistência à realidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse cenário, os benefícios do uso dessa tecnologia se tornaram evidentes para toda a sociedade, tendo a TI como principal facilitadora desse serviço. Isso se dá pelo desenvolvimento, manutenção e melhoria das inovações da área, como videoconferências, aplicativos móveis e plataformas on-line que permitem consultas médicas a distância, com acesso rápido a cuidados de saúde, especialmente em áreas remotas.  A TI na saúde digital aumenta a acessibilidade aos serviços da área, além de refletir na mitigação da sobrecarga dos sistemas de saúde físicos. 5) Inovação e segurança A TI não apenas possibilita inovações na prestação de cuidados de saúde, como desempenha um papel crucial na segurança dos dados do paciente.  A conformidade com regulamentações, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegura a privacidade e a integridade das informações de saúde, que são, inclusive, consideradas sensíveis. Profissionais de TI na área de saúde são essenciais para implementar medidas robustas de segurança cibernética e para garantir a conformidade com as normas legais. 6) Profissional de saúde como analista Com o avanço da saúde digital, espera-se que os profissionais de saúde adotem uma postura mais analítica e crítica em relação aos dados de saúde.  Assim, o entendimento e a interpretação de informações digitais tornam-se habilidades fundamentais, pois permitem que os profissionais forneçam cuidados personalizados e baseados em evidências. Nesse contexto, os colaboradores de TI desempenham outra função de destaque: a de implantar tecnologias e suporte para sua operação, auxiliando os profissionais de saúde a utilizarem as ferramentas adequadamente e a interpretarem melhor os dados coletados em larga escala.   ____________________ De maneira geral, a TI desempenha um papel crucial na transformação da saúde digital ao proporcionar melhorias substanciais na eficiência, acessibilidade, inovação e segurança dos serviços da área.  A colaboração contínua entre profissionais de saúde e especialistas em TI impulsiona ainda mais a revolução na assistência médica. ❗Leia também: 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024  O que você precisa para ingressar na área da saúde digital sendo um profissional de TI? Assim como em outros campos da TI, a capacitação representa o primeiro e o mais importante passo para os profissionais que desejam ingressar na área de desenvolvimento de soluções de saúde digital. Afinal, para esses colaboradores, são exigidos não só o conhecimento técnico em inovação e transformação digital, mas a compreensão do mercado de saúde e das singularidades das redes de atendimento no Brasil.  Sabendo disso, a Escola Superior de Redes, uma instituição de referência em ensino e aprendizado de tecnologia, preparou o webinar “Saúde digital e as possibilidades de projetos para a transformação digital” para discutir o tema com profundidade, com base em falas de agentes de referência tanto em tecnologia quanto em saúde. No evento, gratuito e on-line, você encontra um balanço dos resultados da primeira iniciativa de capacitação de saúde digital, oferecida pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. A iniciativa objetiva a capacitação de profissionais de saúde, gestores administrativos e gestores de tecnologia da informação em relação ao potencial da saúde digital.  Ao participar desse webinar, você tem a oportunidade de conhecer alguns dos mais de 50 projetos elaborados pelos alunos do Programa de Atualização Profissional em Saúde Digital (PAP-SD) e entender os caminhos para o desenvolvimento de ações de capacitação de recursos humanos na área da saúde digital. Assista o webinar completo aqui!


    15/02/2024
  • tocando a mao do polegar de uma mulher de negocios disponivel suporte ao cliente call center botao de tecnologia de negocios no conceito de tela virtual de fundo bokeh scaled 1
    Temas Diversos

    Descubra as vantagens dos serviços customizados da ESR

    Soluções customizadas são aquelas representadas por produtos ou serviços adaptados ou personalizados de acordo com as necessidades específicas de um cliente ou de um conjunto particular de circunstâncias. Ou seja, em vez de oferecer uma abordagem única que atenda a uma ampla variedade de usuários, muitas vezes de maneira genérica, os serviços customizados são projetados para atender requisitos exclusivos, bem como propósitos direcionados. Essa modalidade frequentemente é associada a setores em que as demandas dos clientes são altamente variáveis ou complexas, mas é possível aplicar personalização e customização em grande parte dos segmentos.  Reflexo da importância desse tipo de abordagem mercadológica, diversos estudos atestam maior disposição de clientes em converterem uma jornada de compra quando se deparam com produtos ou serviços personalizados.  Neste artigo, vamos mostrar como os serviços customizados da ESR podem aprimorar sua estratégia de conhecimento e aprendizado em TI ainda em 2023 ou no início de 2024. Continue conosco para descobrir quais são!  ➡️ Leia também: As habilidades mais valorizadas no mercado de trabalho de Tecnologia da Informação Benefícios de adquirir soluções customizadas no ramo da TI A personalização de soluções em TI oferece uma vantagem significativa às empresas e aos profissionais que buscam capacitação. Isso porque, quando orientados para atender a demandas específicas, os serviços podem proporcionar uma infraestrutura mais adaptada aos objetivos do negócio e aos requisitos de segurança da organização e do time de colaboradores. Dessa forma, há não apenas a otimização da eficiência operacional dos envolvidos em um projeto ou no projeto como um todo, mas também a potencialização do fortalecimento de defesas contra ameaças digitais. Além disso, com base em uma proposta personalizada de atendimento, empresas que investem nessa modalidade de serviço têm sempre acesso a consultores capacitados, responsáveis por modular rotas e táticas de negócios de acordo com a evolução ou não das equipes com a solução contratada.  Entre os principais benefícios que podem influenciar positivamente a decisão de contratar serviços customizados estão: 1. Atendimento a necessidades específicas Soluções customizadas são desenvolvidas para atender às necessidades exclusivas de sua empresa ou às defasagens de sua carreira. Isso significa que você não paga por recursos ou funcionalidades que não são relevantes para seu negócio.  A customização permite uma abordagem sob medida, que proporciona um sistema ou serviço alinhado precisamente com os requisitos e processos específicos de sua organização.         2. Eficiência e produtividade aprimoradas Ao investir em soluções customizadas, você pode ter acesso a serviços alinhados aos fluxos de trabalho existentes. Dessa forma, há a otimização da eficiência operacional e da produtividade, pois o portfólio de ações é adaptado para atender a seus processos de negócios.  3. Vantagem competitiva Em um mercado competitivo, ter uma solução de TI que seja adaptada estrategicamente a seus objetivos de negócios pode ser uma vantagem significativa.  Essa opção não apenas diferencia sua empresa, como pode contribuir para a inovação e para a capacidade de resposta rápida às mudanças no ambiente de negócio. 4. Segurança adaptada às necessidades A segurança da informação é uma prioridade crucial no panorama de TI atual. Por meio de serviços customizados, você pode vislumbrar a construção de projetos que contemplem medidas de segurança específicas para atender às ameaças identificadas em seu ambiente operacional.  Entre as vantagens dessa prática estão a mitigação dos riscos de violação de dados e o fortalecimento da postura de segurança de sua empresa. 5. Escalabilidade e flexibilidade As soluções customizadas são projetadas com o ativo da escalabilidade em mente. À medida que sua empresa cresce ou muda, essas soluções podem ser adaptadas e expandidas para acompanhar essa evolução. Assim, os serviços customizados permitem maior flexibilidade e a capacidade de ajustar a tecnologia conforme as necessidades do negócio se desenvolvam. As soluções customizadas oferecem uma abordagem adaptativa e orientada para as necessidades específicas de um cliente, o que pode resultar em benefícios substanciais em termos de eficiência, competitividade e satisfação. ➡️ Leia também: O que é preciso para começar uma carreira de TI? Quais são os serviços customizados da ESR? A Escola Superior de Redes (ESR) é a principal referência em ensino e aprendizado de tecnologia no Brasil. Há 17 anos, promove a capacitação, o desenvolvimento profissional e a disseminação de conhecimento em TI em atendimentos a cerca de 1.100 instituições e mais de 41.000 alunos. Durante sua trajetória de 17 anos no ramo da educação, a ESR identificou a necessidade de se adaptar aos novos perfis de consumidores. Por isso, investiu no desenvolvimento de soluções 100% personalizadas capazes de oferecer respostas específicas para cada desafio organizacional ou para cada demanda de carreira de seus clientes.  Conheça os serviços personalizados da ESR:  1) Cursos customizados Os cursos da ESR (em várias áreas e segmentos dentro da TI) podem ser adaptados de acordo com os objetivos de sua empresa, de modo que é possível modificar estruturas já existentes ou incluir novas abordagens. 2) Turmas customizadas Nesse serviço customizado ESR, você pode adaptar a dinâmica de qualquer curso para seguir o planejamento de sua empresa. É possível mudar a carga horária, o número de encontros e mais, sem que haja discrepância ou alteração na qualidade do conteúdo. 3) Produção de conteúdo Caso você deseje inserir no catálogo de serviços ESR algum tema ou assunto específico, pode solicitar o desenvolvimento de um conteúdo e metodologia do zero, para qualquer modalidade (on-line, presencial ou semipresencial). 4) Objetos educacionais Desenvolvemos objetos educacionais para apoiar os profissionais no processo de aprendizagem, incluindo a estruturação de cursos on-line. ➡️ Leia também: Que curso de tecnologia é feito para mim? Conheça as Trilhas ESR e descubra sua jornada de aprendizagem ideal O que a ESR proporciona para empresas e colaboradores? ➡️ Saiba mais sobre os serviços customizados da ESR


    30/11/2023
  • TI Verde
    Temas Diversos

    TI Verde: o papel da tecnologia e das organizações diante da urgência da sustentabilidade

    O conceito de TI Verde está diretamente conectado aos modelos de gestão que priorizam a eficiência operacional aliada à demanda por compromisso e responsabilidade socioambiental por parte das organizações.  Como resultado de um debate histórico, que teve desenvolvimento na década de 60 do século passado, a finalidade dessa agenda de sustentabilidade é garantir uma atitude mais comprometida e proativa de atores sociais amplamente reconhecidos por desempenharem um papel significativo na estrutura de mercado e na vida cotidiana, ou seja, empresas públicas e privadas, envolvendo-os na busca por um modelo de desenvolvimento mais sustentável, em que a tecnologia da informação é vista como importante ferramenta capaz de auxiliar as instituições a adotarem práticas, atividades, processos e gestões cada vez mais sustentáveis. Neste artigo, vamos conversar mais sobre a Agenda ESG no ambiente corporativo e qual o papel da TI Verde na construção de uma sociedade mais justa e sustentável. Como surgiu a demanda por uma Agenda ESG nas organizações?  O Environmental, Social e Governance (ESG) surgiu em 2004, em uma publicação do Banco Mundial, em parceria com o Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) e com instituições financeiras de nove países, chamada “Who cares wins” (Ganha quem se importa).  Na época, o então secretário-geral da ONU, Kofi Annan, pretendia que o documento se apresentasse como uma espécie de provocação e convite à reflexão de 50 CEOs de grandes instituições financeiras do mundo sobre como integrar os fatores ESG ao mercado de capitais. Serviu, assim, como base para todas as futuras considerações acerca da combinação de critérios ambientais, sociais e de governança corporativa às rotinas das instituições e a seus processos, entendendo que as atividades ESG precisariam ser amplamente colocadas em prática e mensuradas pelas empresas.  Como resultado, as instituições que se preocuparam com a pauta passaram, gradativamente, a gozar de melhor reputação e serem priorizadas por clientes e investidores em suas decisões de melhor alocação de recursos e outras práticas sustentáveis.  Embora a sigla tenha ganhado uma alcunha oficial nos anos 2000, o termo “sustentabilidade” precede uma construção histórica um pouco mais antiga, com outros marcos importantes para a evolução do tema.  Principais marcos temporais na pauta da sustentabilidade organizacional  Nos últimos 60 anos, passou-se a discutir mais intensamente a necessidade de um modelo de desenvolvimento sustentável, sobretudo por causa das constantes crises que o formato inaugurado pós-Revolução Industrial ocasionou. Desde o século XVIII, tal modelo, focado na expansão econômica contínua da sociedade, produziu riquezas e bem-estar, mas também contribuiu para o agravamento de problemas graves, como profundas desigualdades sociais e desequilíbrio ambiental.  Nessa dinâmica, as atividades humana e empresarial das décadas passadas, baseadas no progresso ininterrupto, transformaram e romperam aquilo que se chama, em uma abordagem recente, “limites planetários”, entre os quais estão: Mesmo que os efeitos negativos dessa abordagem tenham se tornado mais visíveis atualmente, ao longo do tempo, várias iniciativas abordaram a necessidade de uma agenda mais sustentável na sociedade. A exemplo disso, o Relatório Brundtland, intitulado Nosso Futuro Comum, publicado em outubro de 1987, definiu desenvolvimento sustentável como “o desenvolvimento que procura satisfazer às necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazer as próprias necessidades”. Em outras palavras, um modelo que permita um padrão de vida e estilo de consumo que não pressione excessivamente os sistemas produtivos e a exploração dos recursos naturais do presente para que, dessa forma, as futuras gerações possam gozar dos mesmos direitos e oportunidades.   Para além, a popular Agenda 2030 da ONU, publicada em 2015, estabeleceu 17  Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), desdobrados em 169 metas e 254 indicadores, para orientar políticas públicas capazes de endereçar soluções para o desenvolvimento sustentável.  Mas, afinal, o que é a Agenda ESG na prática? A Agenda ESG nada mais é do que um amadurecimento, historicamente construído, do papel social das organizações que passa a ser entendido por uma ótica da responsabilização.  Nessa abordagem, as empresas precisam assumir uma nova responsabilidade corporativa, que englobe critérios econômicos, ambientais e sociais associados a práticas de governança adequadas, que sejam capazes de capitanear soluções para os desafios da sustentabilidade.  Assim, passa-se a pensar em quais são os papéis que as organizações precisam assumir, bem como quais as contribuições que elas devem dar à sociedade nas três frentes – ambiental, social e de governança.  Os SDG Compass, os próprios ODS e os indicadores Etho, por exemplo, podem servir para avaliar como as ações ESG são realizadas na prática pelas empresas.   TI Verde e os ODS da Agenda 2030 Diante da necessidade de mobilização corporativa ante a urgência de ações guiadas pela sustentabilidade, a TI Verde se estabelece como uma forma de relacionar a tecnologia com o alcance dos ODS e da Agenda ESG. Em linhas gerais, ela se caracteriza por ser uma estratégia sustentável para o uso de tecnologia da informação, com foco na proteção do meio ambiente, racionalização do uso de recursos e melhoria da eficiência operacional. O conteúdo foi tema de um exclusivo webinar da ESR, “Sustentabilidade e TICs: caminhos para a implantação de uma agenda ESG nas organizações públicas e privadas”, no qual o pesquisador Alexandre Cesar Motta de Castro expôs as possibilidades dessa associação, sendo algumas delas destacadas abaixo:  Dez práticas já utilizadas pela chamada TI Verde Uma vez que estão inseridas em um segmento dinâmico, altamente modificável, as práticas de TI Verde também se transformam constantemente, assim como aparecem outras inéditas. Ainda assim, é possível destacar algumas atividades que são importantes para uma atuação mais sustentável. 1) Educação e conscientização Uso da TI para disseminar informação e conscientizar colaboradores e partes interessadas da importância da sustentabilidade e como adotar práticas mais verdes.  2) Teletrabalho e mobilidade sustentável Incentivo ao teletrabalho e à colaboração remota, o que reduz a quantidade de espaço de escritórios, que precisam ser aquecidos e resfriados, e o número de computadores no local.  Há também a mitigação da necessidade de deslocamento físico para o trabalho; facilidade de acesso a oportunidades de emprego nowhere office (escritório em qualquer lugar); descongestionamento do trânsito urbano; redução dos custos para empregadores e funcionários; diminuição da emissão de GEE e da pegada de carbono associada ao transporte.  3) Licitações sustentáveis  Compras de hardware/suprimentos/serviços com certificação ambiental, maior eficiência energética e contratação de fornecedores verdes.   4) Digitalização de processos de gestão Incentivo ao uso de ferramentas eletrônicas de comunicação e consolidação de impressoras; terceirização de serviços; implantação de nichos de impressão adequados a cada ambiente; redução do uso de papel; uso de assinaturas digitais e digitalização de documentos.  4) Digitalização de processos de gestão Consolidação de servidores físicos em máquinas virtuais para reduzir o número de equipamentos necessários, com economia de espaço, energia e refrigeração. 6) Datacenters eficientes Contratação de datacenters verdes para aumentar a eficiência das operações e das soluções computacionais, além de melhorar a produção energética, por meio de sistemas de refrigeração mais eficientes, otimização de racks e servidores e uso de fontes renováveis de energia.  7) Computação em nuvem e adoção do SaaS Redução da necessidade de recursos físicos em cada local de trabalho; compartilhamento e acesso remoto a aplicativos e dados, o que possibilita o aumento da produtividade e da eficiência, com otimização da mobilidade, da acessibilidade multiplataforma e dos investimentos em TI, com redução da pegada de carbono e dos requisitos de energia.  8) Sensores inteligentes para monitoramento Utilização de sensores inteligentes para monitorar o consumo de energia, a temperatura, a umidade e outros parâmetros, possibilitando uma gestão mais eficiente e a identificação de áreas de melhoria.  9) Monitoramento e tomadas de decisão Coleta e análise de grande quantidade de dados relevantes, com foco na sustentabilidade, para um monitoramento mais eficaz do progresso e uma tomada de decisão mais informada para a implementação de políticas e programas direcionados para objetivos específicos.  10) Gestão de resíduos Descarte apropriado; doação; coleta e reciclagem de pilhas e baterias, cartuchos de toner, eletroeletrônicos, equipamentos periféricos de TI etc. _______________________________________ Além da TI Verde, a Agenda Ambiental se tornou uma diretriz essencial para todos os departamentos organizacionais, tanto em empresas privadas quanto na administração pública.  Nesse contexto, o comprometimento com os princípios do Pacto Global se converte em uma responsabilidade compartilhada, destacando a importância de adotar uma série de condutas, como: Todas essas referências são recursos que as organizações podem buscar para implementar novos modelos de gestão voltados para a sustentabilidade, para se criar um ambiente corporativo mais consciente e comprometido com essa agenda. Assumir um papel social e ambiental mais responsável é uma transformação que redefine o propósito da organização, alinhando-a com as demandas atuais e com a compreensão do que é necessário para um futuro sustentável. Assista, na íntegra e gratuitamente, ao webinar “Sustentabilidade e TICs: caminhos para a implantação de uma agenda ESG nas organizações públicas e privadas”, com o especialista  Alexandre Cesar Motta de Castro.


    28/09/2023
  • Trilhas ESR
    Temas Diversos

    Que curso de tecnologia é feito para mim? Conheça as Trilhas ESR e descubra sua jornada de aprendizagem ideal

    Até 2025, o Brasil deve gerar cerca de 420 mil novas vagas no setor de TI. As oportunidades são reflexo das inúmeras transformações digitais, como inteligência artificial, machine learning e migração para nuvem, entre outras que demandam, por sua vez, profissionais ainda mais capacitados.   Saber como se manter atualizado e buscar as qualificações ideais passa a ser uma exigência para quem quer se destacar no segmento.  De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), a demanda anual por profissionais no país é de, em média, 159 mil pessoas. Entretanto, o Brasil só forma 53 mil na área por ano. Nesse contexto, preencher alguma dessas vagas pode ser um plano distante, a menos que a especialização faça parte da rotina de um candidato.   Vamos mostrar, no decorrer deste artigo, todas as Trilhas ESR – cursos e conteúdos exclusivos desenvolvidos pela Escola Superior de Redes (ESR), unidade de serviço da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), criada para promover a capacitação, o desenvolvimento profissional e a disseminação de conhecimento em tecnologia da informação.  São 17 anos de atuação, mais de 1.100 instituições clientes e aproximadamente 40 mil alunos capacitados.  Você pode ser o próximo a estudar quando e onde quiser, em mais cem cursos que contam com possibilidade de customização conforme sua necessidade e um corpo docente formado por especialistas.  Conheça as Trilhas de Aprendizagem ESR e escolha a sua!  Quais são as Trilhas ESR?  A ESR trabalha com diversas Trilhas de Conhecimento para a tecnologia, em que abordam diversas áreas e especializações. Cada uma delas conta com cursos presenciais e remotos para se adaptarem às especificidades dos alunos. Além disso, os treinamentos são divididos por níveis, do básico ao avançado.  Do básico ao avançado, veja a Jornada de Aprendizagem das Trilhas Educacionais da ESR: Governança de TI Cada vez mais estratégica para as organizações, a qualificação em Governança de TI é o diferencial competitivo dos profissionais que almejam posições de destaque nesse mercado. A Governança de TI está relacionada com o desenvolvimento de um conjunto estruturado de competências e habilidades para profissionais de TI responsáveis pelo planejamento, implantação, controle e monitoramento de programas e projetos de governança. Conheça os cursos da Trilha ESR de Governança em TI Administração e Projeto de Redes Aprenda a projetar, operar, administrar e gerenciar uma rede TCP/IP conectada à internet, com cursos sobre roteamento, protocolo de redes TCP/IP, projeto e gerência de redes e projeto de redes sem fio (wireless). Conheça os cursos da Trilha ESR de Administração e Projeto de Redes  Segurança A metodologia da ESR visa capacitar o aluno para pensar preventivamente e tratar os incidentes quando não for possível evitá-los. As atividades práticas refletem a realidade do analista de segurança ao lidar com incidentes de segurança e investigações forenses, tornando-o um profissional valorizado nas corporações. Conheça os cursos da Trilha ESR de Segurança  Administração de Sistemas Uma formação completa para administradores de sistemas, com cursos que abrangem desde as funções básicas da administração de sistemas até a instalação e configuração de uma rede TCP/IP e configuração dos serviços de internet. Conheça os cursos da Trilha ESR de Administração de Sistemas  Desenvolvimento de Sistemas Por meio dos cursos da ESR para essa trilha, você conhece parte importante do universo de desenvolvimento de sistemas.  A capacidade de processar informações já não está mais restrita aos computadores, sendo possível também em tablets, celulares e outros dispositivos. Muitos são, inclusive, considerados inteligentes, já que incorporam software (ou programa de computador) capaz de controlar seu funcionamento e interação com o usuário e outros dispositivos. Ou seja, é um universo enorme, com inúmeras linguagens de programação, metodologias, ambientes, padrões e ferramentas de apoio para desenvolvimento, testes e manutenção desses softwares. Na ESR, você se prepara para qualquer uma dessas possibilidades. Conheça os cursos da Trilha ESR de Desenvolvimento de Sistemas  Métodos Ágeis e Inovação A área de Métodos Ágeis e Inovação da ESR oferece cursos a profissionais que atuam ou desejam atuar como facilitadores e como equipe na condução dos projetos. Os cursos são focados nas metodologias mais utilizadas na atualidade, com conteúdo teórico voltado para a prática, além de muitas dinâmicas e interações.  A qualificação em Métodos Ágeis e em Processos de Inovação traz um forte diferencial competitivo para os profissionais que almejam posições de destaque no mercado atual, cada vez mais veloz e assertivo.  A proposta dessa trilha é capacitar os alunos na prática de diversos frameworks e métodos, com o objetivo de criação de valor para as organizações. Conheça os cursos da Trilha ESR de Métodos Ágeis  Computação em Nuvem “A computação pode, algum dia, ser organizada como uma utilidade pública, assim como o sistema telefônico é de utilidade pública”, disse o professor John McCarthy durante a celebração do centenário do MIT, em 1961. Posteriormente, o termo cloud computing surgiu pela primeira vez em 1997, em uma palestra acadêmica ministrada por Ramnath Chellappa.  Desde então, cada vez mais as empresas migram suas operações para um modelo de computação em nuvem capaz de fazer negócios.  Com menor número de demandas de infraestrutura e maior flexibilidade para membros da equipe, profissionais certificados com conhecimento comprovado em computação em nuvem são muito visados. Conheça os cursos da Trilha ESR de Computação em Nuvem Diferenciais da ESR _____________________________________________ A capacitação é a decisão mais lógica do profissional de TI que busca uma carreira sólida e com verdadeiras chances de contratação. Para isso, é imprescindível adquirir treinamento e cursos qualificados e certificados oferecidos por empresas que sejam referência no mercado de aprendizagem nesse segmento.  Acompanhe as turmas da ESR para aprimorar seu desenvolvimento profissional com quem realmente entende do setor!


    28/08/2023