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Escola Superior de Redes

Administração de Sistemas

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    Administração de Sistemas

    O que se espera de um administrador de sistemas especialista em virtualização em nuvem?

    A tecnologia tem se desenvolvido a passos largos nos últimos anos. O que antes demandava espaço, energia e condicionamento ideal para uma boa manutenção de hardwares, atualmente é substituído pelo contexto crescente da virtualização de sistemas.  Com isso, os profissionais de tecnologia da informação (TI) também precisaram se adaptar e conquistar conhecimentos que estão além do funcionamento das máquinas físicas ou das máquinas virtuais.  Neste conteúdo você compreende um pouco melhor o papel de um administrador de sistemas frente à crescente tendência de virtualização em nuvem.  O que é virtualização de sistemas?  Provavelmente esse é um tema batido para a sua rotina, entretanto é importante sedimentar o conhecimento para que possamos avançar sobre o que um administrador de sistemas faz frente a este cenário que se configura há quase uma década.  De forma geral, a virtualização de sistemas diz respeito à utilização de uma máquina física, também chamada de host, como hospedeira para um ou mais sistemas operacionais virtuais.  Em termos técnicos, virtualização de sistemas operacionais é a tecnologia de criação de uma máquina virtual para funcionar dentro de um sistema operacional. Essa nova máquina é o que possibilita a execução de sistemas operacionais e softwares distintos que podem ser experimentados e testados pelo usuário. Por meio da virtualização de servidores o profissional consegue otimizar tarefas e, consequentemente, resultados. Por isso, essa é uma das principais apostas do mercado e, cada vez mais, demanda profissionais que saibam detalhadamente os processos da virtualização em nuvem. Existem inúmeras vantagens de se investir neste tipo de tecnologia, como redução de custos operacionais, menor gasto energético, possibilidade de manutenção de alguma etapa do processo sem que todos os servidores sejam afetados, entre outras particularidades.  Ou seja, se antes eram necessários robustos hardwares e espaço adequado para abrigá-los, agora os servidores em nuvem ganham destaque e demandam conhecimento específico para funcionarem em sua melhor performance.  De acordo com Robert McMillen, consultor de rede com mais de 50 certificações técnicas, ex-presidente fundador da All Tech 1 e professor universitário de Administração de Sistemas, a virtualização usa um software para criar uma camada de abstração sobre o hardware do computador que permite que os elementos de hardware de um único computador host sejam divididos em vários virtuais. O computador original é o computador hospedeiro e qualquer máquina virtual que roda por cima do host são referidos como hospedados ou máquinas virtuais.  Para ele, os virtualizadores de sistema precisam entender que tem dois tipos de máquinas virtuais Tipo 1: O que é preferido no mercado, pois dá acesso direto ao hardware, processadores e disco rígido. Ex: VMware, Hyper-V da Microsoft, KVM, Xen. Tipo 2: Aqueles que se apoiam no sistema operacional primeiro e, por isso, demandam que a virtualização funcione com esse sistema operacional que está por trás. Essa situação pode fazer com que o processo se torne mais lento, ou que pare de funcionar. Tratando-se deste caso, não se pode colocar duas máquinas virtuais, mas ela é indicada para ambiente de teste. Ex: Oracle VirtualBox, Parallels utilizado no Macintosh, Qemu, WMWare Workstation. No Webinar, produzido com a ESR, sobre Virtualização em Nuvem, Robert ainda detalha uma nova tecnologia que se pretende a complementar esse universo, solucionando alguns problemas encontrados nas máquinas virtuais, a chamada conteinerização. Os containers são processos como um webserver, que usam um tipo de virtualização mais leve e rodam em computadores Windows ou Linux, por exemplo. A partir dessa tecnologia, é possível a instalação de um aplicativo que vai se integrar com o sistema operacional e também com bibliotecas dinâmicas incluídas no sistema para poder interagir.  Quando há uma necessidade de alta disponibilidade de aplicativos ou de se deslocar os dados de um servidor para outro, essa tarefa pode ser muito complexa no âmbito das máquinas virtuais. Já os containers funcionam separados do sistema operacional, então podem ser deslocados de um computador para o outro ou pra nuvem em um instante. Só precisam de um host para rodar.  Entre as diferenças de máquinas virtuais e containers estão: Máquinas: mais lentas, precisam de muitos recursos. Podem ser bastante disponíveis e com descolamento, mas para isso precisam deslocar todo o sistema operacional. Sendo impossível fazer isso em partes; Containers: mais rápidos, econômicos e podem “pegar” o que precisam.  Portanto, vemos que a virtualização tem desempenhado um papel fundamental no trabalho de um administrador de sistema e tem em seus produtos possibilidades de ser realizada por diferentes fornecedores, além de hospedada tanto na nuvem quanto localmente. O que se espera de um profissional administrador de sistemas e virtualização em nuvem? Algumas características são essenciais para quem deseja se especializar nesta área.  1) Conhecimento técnico  Certamente o conhecimento técnico sobre os servidores disponíveis e sobre o que é uma virtualização em nuvem é indispensável para o profissional de TI que deseja atuar nesta área.  A ESR possui diversos materiais gratuitos e outros pagos que podem te auxiliar a concluir essa trilha de conhecimento. Confira:  Webinar sobre Virtualização de Sistemas com o Robert McMillen (original/inglês e português) Curso realizado em parceria com a referência em certificações Ascend, curso “Virtualização de Servidores Online (EaD)“. Conteúdo “O que é e como fazer Virtualização de Sistemas Operacionais” Conteúdo “Benefícios da Virtualização em Nuvem” 2) Noções sobre legislação e cibersegurança Como os sistemas virtuais são a chave dessa tecnologia, o administrador de redes precisa estar sempre atualizado sobre ferramentas, protocolos e rotinas de cibersegurança, além de ter conhecimento sobre as legislações do universo digital.  Desta forma garante a segurança das máquinas perante a iminente ameaça de violação de dados, fraudes e afins e também assegura a conformidade de suas operações frente aos ordenamentos vigentes, caso seja necessário em alguma etapa.  3) Atualização de mercado Compreender bem as transformações da área e se aprofundar nos conhecimentos técnicos sobre Internet das Coisas, Cloud Computing, tendências tecnológicas, arquiteturas de software sem servidor,  entre outras atividades é passo essencial de um administrador de sistemas inserido na virtualização em nuvem.  Ou seja, um administrador de sistemas agora precisa entender sobre as infraestruturas de rede e da máquina física, e também sobre como resolver eventuais problemas no decorrer dos processos. 4) Atenção à experiência do usuário Com a ampliação de aplicativos, por exemplo, a satisfação do usuário com os sistemas criados passa a ser um ponto importante de avaliação para os profissionais de TI.  Afinal, observar se um desenvolvimento é funcional ou não pode direcionar outras ideias de produtos e soluções em nuvem no futuro.  Assim, um administrador de sistemas que também seja especialista em virtualização em nuvem deve, além de ter conhecimento sobre hardware e software, refletir sobre como o produto desenvolvido é utilizado pelos usuários finais.  5) Conhecimento sobre as tecnologias disponíveis Com conhecimento técnico cristalizado, o profissional administrador de sistemas precisa saber também quais as tecnologias surgem no segmento e estão disponíveis para o desenvolvimento de softwares e aplicativos. Aliar a sua capacidade de observação do cenário, com a técnica e com a noção de quais ferramentas performam melhor para cada situação é um diferencial interessante para o que o mercado de TI demanda.  ———————————————- Diante disso, os profissionais de TI precisam se conectar cada vez mais às urgências de um mercado que se transforma em velocidade recorde.  A virtualização de sistemas é uma realidade que se solidifica com o passar dos anos e se atualiza à mesma medida.  Para compreender mais sobre esse universo, além do passo a passo sobre como os sistemas operacionais funcionam na prática, assista ao webinar com o especialista, Robert McMillen, na íntegra! 


    12/05/2022
  • Virtualização em nuvem
    Administração de Sistemas

    6 benefícios de aprender virtualização em nuvem

    Por meio da virtualização de servidores você consegue otimizar tarefas e, consequentemente, resultados. Por isso, essa é uma das principais apostas do mercado, cada vez mais, demanda profissionais que saibam detalhadamente os processos da virtualização em nuvem. Implementar essa metodologia de trabalho traz vantagens não somente para o setor da tecnologia da informação de um negócio, como para os demais departamentos.  Abaixo você fica por dentro dos principais benefícios da implementação da virtualização em nuvem e porquê esse conhecimento precisa estar no seu portfólio de atuação enquanto profissional de TI.  Benefícios de aprender virtualização em nuvem  1) A virtualização em nuvem é uma solução com maior segurança  Não é de hoje que alternativas são elaboradas com o objetivo de barrar a sofisticação dos cibercrimes. A virtualização em nuvem tem a capacidade, por meio de firewalls virtuais, de limitar o acesso de dados e garantir maior segurança à rede.  2) A virtualização em nuvem permite a gestão de crises Quando há algum dano, falha ou cibercrime sob um servidor físico, as reparações desse recurso podem levar muito tempo.  Por isso, contar com um sistema que esteja integrado por meio da virtualização em nuvem permite mais flexibilidades às empresas e mobilidade para, enquanto o hardware é analisado, os demais servidores continuem funcionando e, até mesmo, dando suporte à essa situação.  Diante disso, o gerenciamento de crises é mais eficiente e assertivo.  3) A portabilidade é garantida Esse é um dos benefícios que demonstra a importância de se ter um conhecimento técnico sobre a virtualização em nuvem e sobre os softwares de virtualização.  Na virtualização em nuvem as empresas passam a gastar menos tempo e esforço com manutenções de máquinas físicas, e podem gerir seus servidores com times alocados em qualquer lugar (desde que eles tenham sido previamente autorizados).  Assim, além de ser mais rentável para os negócios, as vagas relacionadas à área superam as antigas barreiras geográficas e podem ser mais frequentes.  Portanto, estar capacitado para esse novo contexto é uma das obrigações dos profissionais que desejam se destacar nos próximos meses e anos.  4) Possibilita a execução de testes sem parar os sistemas  A virtualização em nuvem é responsável por integrar várias máquinas a um sistema e, ainda assim, assegurar as individualidades de cada equipamento.  A consequência dessa característica é que as máquinas virtuais, embora conectadas, trabalham de forma individual permitindo mais controle para seu desenvolvimento e testes.  É a partir dessa condição que desenvolvedores podem operar em uma máquina sem influenciar a outra, otimizando tempo e resultado.  5) É uma solução sustentável  Sabendo que a virtualização em nuvem não requer a existência de múltiplos servidores físicos, percebemos que esse é um avanço da tecnologia que preconiza a sustentabilidade e as diretrizes ecológicas das empresas.  As necessidades de servidor em um sistema de virtualização em nuvem, como manutenção, troca, pegada de carbono, se tornam muito menores.  Uma vez que há menos máquinas físicas, há também menor necessidade de gasto de energia. O que torna essa solução mais ecológica.  6) Destaca os profissionais que dominam a área Por ser uma tecnologia que permite tantos benefícios e vantagens competitivas às empresas, a virtualização em nuvem é uma das grandes tendências da tecnologia da informação.  Várias organizações estão em busca de soluções que ofereçam mais segurança, adequação às legislações sobre a rede, e garantam rentabilidade ao seu dia a dia.  Dessa forma, a especialização em virtualização em nuvem e no conhecimento dos softwares de virtualização pode significar um ponto de transformação na sua carreira.  A ESR possui um treinamento que é referência neste tema, em parceria com a conceituada Ascend.  Com sede nos Estados Unidos, a Ascend Education desenvolve capacitação completa de  TI e conta com anos de experiência prática nos campos de treinamento técnico e de certificações. Para o curso “Virtualização de Servidores Online (EaD)“, ESR e Ascend focam na apresentação de conceitos e das boas práticas da virtualização de servidores, para que o aluno domine como funciona a virtualização, o papel e a função de um hipervisor, o papel e a função de uma máquina virtual e como funcionam as redes virtuais.  Os participantes do treinamento terão acesso também às principais soluções de virtualização do mercado, com laboratórios práticos das soluções da Vmware e Microsoft, realizando a configuração das ferramentas existentes, criando e configurando máquinas virtuais e explorando seus recursos. Também são abordados os conceitos da virtualização em nuvem. Gostou? 🚩 Inscreva-se aqui!  ———————————————– Como vimos acima, são inúmeros os benefícios de aprender os detalhes da virtualização em nuvem – desde mais oportunidades no mercado de trabalho até a garantia de soluções mais rentáveis para o seu ou o negócio em que você é colaborador Esse foi um tema de seu interesse? Continue conosco e aprofunde seu conhecimento sobre os principais softwares de virtualização de sistemas. 


    14/04/2022
  • Principais softwares para virtualização de servidores
    Administração de Sistemas

    Principais softwares para virtualização de servidores

    Para falarmos dos principais softwares para virtualização de servidores, é preciso que nós recordemos o conceito por trás dessa tecnologia.  De forma simples, o fenômeno do software de virtualização descreve a possibilidade de um sistema abrigar outros sistemas em um só hardware.  Assim, os softwares de virtualização executam mais tarefas e processos usando o mesmo hardware e convertendo um único vetor de trabalho em várias máquinas virtuais.  Além disso, a definição também se estende para o entendimento de produção e acervo de informação eletrônica em um único espaço – a nuvem.  Por aqui já te mostramos como utilizar a virtualização de sistemas operacionais (vale a pena reler). O próximo passo é conhecer os 4 principais softwares para virtualização de servidores.  Vamos lá?  Os 4 Principais softwares para virtualização de servidores  Principais softwares para virtualização de servidores: Hyper-V  Lançado em 2008, esse é um dos softwares para virtualização de servidores que já vem integrado no Windows 10 e Windows 8.1. Por esse motivo é considerado um dos mais práticos virtualizadores, podendo ser empregado no uso corporativo e caseiro. De acordo com o hardware instalado, é bastante expressivo em alcançar bons resultados.  É indicado para profissionais que estejam começando o processo de virtualização. É o seu caso?  > Conheça o curso da ESR que aborda a Virtualização de Servidores Online e ensina na prática a utilização desse e outros softwares populares no mercado.  Inscreva-se!  2) Principais softwares para virtualização de servidores: VMware vSphere ESXi O VMware vSphere ESXi é considerado o líder do mercado de software de virtualização de servidores.  Um de seus diferenciais é o processamento para aplicativos modernos a partir de uma combinação bastante robusta de máquinas virtuais. Sabendo que um dos principais objetivos dos softwares de virtualização de sistema é enxugar custos, utilização de espaço físico desnecessário, bem como a otimização de recursos tecnológicos, gastos e afins, o VMware vSphere atua nessa perspectiva.  Esse modelo age a partir de um conjunto completo de virtualização para virtualizar a partir de servidores de hardware e data centers. > Conheça o curso da ESR que aborda a Virtualização de Servidores Online e ensina na prática a utilização desse e outros softwares populares no mercado. Inscreva-se! 3) Principais softwares para virtualização de servidores: Citrix Hypervisor Com utilidade eficiente tanto para Windows quanto para Linux, o Citrix Hypervisor é outra plataforma de virtualização que tem, inclusive, uma versão gratuita e foi elaborado por meio de um projeto de pesquisa na Universidade de Cambridge, capitaneado por Ian Pratt, fundador da XenSource, Inc.   Em linhas gerais o XenServer é uma das possibilidades de virtualização de servidores aberta, que se diferencia por reduzir custos do datacenter ao transformar datacenters estáticos e complexos em delivery centers mais engrenados e fáceis de gerenciar. Esse modelo possui infraestrutura para a execução de sistemas usando computação em nuvem, além de possuir recursos essenciais de ao vivo e gerenciamento centralizado de múltiplos nodos sem nenhum custo. > Conheça o curso da ESR que aborda a Virtualização de Servidores Online e ensina na prática a utilização desse e outros softwares populares no mercado.   Inscreva-se! 4) Principais softwares para virtualização de servidores: Virtualização em nuvens públicas Embora estejam correlacionados, virtualização e o cloud computing são coisas diferentes.  Isso se explica porque o último utiliza, na maior parte das vezes, a estrutura de servidores do primeiro para funcionar.  Ou seja, a computação em nuvem pode funcionar com base em máquinas físicas (ser virtualização), entretanto isso não é corriqueiro nos dias de hoje.  Seu principal objetivo é assegurar informações digitais em um só lugar, possível de ser acessado de qualquer ponto – desde que haja liberação para tal.  Já a virtualização utilizada para a implementação desse processo irá permitir o alto desempenho de cada máquina de uma empresa, por exemplo. Portanto, será importante para que os negócios otimizem custos, espaço e resultados. > Conheça o curso da ESR que aborda a Virtualização de Servidores Online e ensina na prática a utilização de virtualização para cloud computing em alguns módulos  a se saber:  Inscreva-se! ___________________________________________ Os softwares de virtualização de servidores funcionam como catalisadores de atividades digitais já bastante potentes. Por isso, é uma das apostas da tecnologia da informação.  No curso da ESR você vai dinamizar a sua estrutura de TI com projeto, consolidação e gerência de servidores virtualizados. Durante seis semanas serão apresentados aos alunos os conceitos e as boas práticas da virtualização de servidores, a explicação sobre como lidar com essa tecnologia, além do papel e a função de um hipervisor, o papel e a função de uma máquina virtual e como funcionam as redes virtuais.  A proposta é oferecer um treinamento que mostre as principais soluções de virtualização do mercado, com laboratórios práticos das soluções da Vmware e Microsoft,e realize a configuração das ferramentas existentes, criando e configurando máquinas virtuais e explorando seus recursos.  O curso aborda também os conceitos da virtualização em nuvem. Confira detalhes sobre o curso aqui!


    18/03/2022
  • Linux
    Administração de Sistemas

    Como se tornar um especialista em Linux?

    O sistema operacional Linux atingiu níveis sem precedentes de implementação em ambientes corporativos, de acordo com um estudo recente encomendado pela empresa SUSE, divulgado pelo Canal Tech. As principais razões para a adoção do Linux incluem baixo custo total de propriedade (TCO, na sigla em inglês), maior desempenho e o desejo dos clientes de evitar a dependência de fornecedores. Em 30 anos após sua introdução no mercado, o Linux é hoje um software amplamente aceito e considerado seguro pela maioria dos ambientes de servidores corporativos.  O estudo apontou que 83% dos entrevistados estão rodando Linux em seus servidores, e mais de 40% estão usando Linux como seu sistema operacional ou como uma das suas principais plataformas. As aplicações mais populares executadas em Linux são banco de dados e inteligência de negócio, cada uma delas representando 17% do total. Servidores web (14%), sistemas de CRM (12%), armazenamento de dados (12%) e aplicativos personalizados/verticais (8%) também se destacam entre os mais executados. Quase 60% dos participantes da pesquisa concordam que mudar para plataformas de software livre como o Linux garantirá que as organizações evitem a dependência de fornecedores.  Outra pesquisa, agora compartilhada no site Softpedia, mostra um infográfico que explicita como o sistema operacional Ubuntu Linux é usado em todo o mundo. Desde usuários comuns às grandes empresas, são muitos os que usufruem dos serviços do sistema operacional livre. A usabilidade desse sistema vai desde grandes empresas como Netflix, PayPal, eBay, Bloomberg, Spotify e Sky, que usam o Ubuntu para executar suas operações de tecnologia global, às redes de satélite 5G da Agência Espacial Européia. Portanto, o Ubuntu está sendo usado em todos os lugares, incluindo carros autônomos, blockchain e todo tipo de robótica. Em maio de 2020, o Ubuntu respondeu por 64,98% de todas as instalações do Linux, enquanto uma entrada genérica do “Linux” representa mais de 33%, de acordo com os dados do NetMarketShare. Esses números demonstram que os sistemas de código aberto têm um lugar cativo no mercado, seja na iniciativa privada ou em instituições públicas, devido à excelente relação de custo x benefício para o cliente e também por causa da flexibilidade e versatilidade de aplicações Linux. Isso resulta em um mercado ávido por profissionais qualificados para gerir sistemas e controlar infraestruturas para as mais diversas finalidades. O ramo é bastante receptivo para profissionais que conhecem bem o sistema e dominam certas áreas técnicas, envolvendo servidores, redes, entre outras. Outro fato que comprova esse avanço são os dados do Relatório de Emprego da Linux, do ano de 2015, o Linux Jobs Report 2015. Nesse estudo a empresa aponta para como de fato os profissionais que têm conhecimento em configurações de servidores do Linux são mais valorizados e cobiçados pelo mercado de um modo geral. Segundo o documento, para uma organização que deseja muito ter em seus quadros um dos melhores profissionais do ramo em matéria de Linux, o ideal é procurar dar meios para que este profissional se sinta bem e se sinta atraído pela ideia de permanecer. Seja um especialista em Linux!  Para isso, queremos te apresentar o curso de administração de sistemas da ESR!  O treinamento apresenta os conceitos básicos, história e arquitetura do sistema operacional Linux, com práticas de instalação, configuração e administração do sistema.  Ao final do curso o aluno estará apto a realizar atividades como a criação e administração de parâmetros, senhas e contas de usuários, backup, serviço de impressão, registro de eventos, monitoramento de usuários, contabilidade de processos, configuração do núcleo do sistema operacional, aplicação de noções básicas de segurança, entre outras atividades relacionadas à maior comunidade de software livre do mercado. Afinal, o profissional responsável pela instalação, configuração e manutenção de sistemas Linux precisa ter habilidades avançadas em administração de sistemas operacionais Linux, o que é requisito também para outras funções mais avançadas na hierarquia do setor de TI de grandes empresas. Ser usuário de Linux é uma excelente maneira de começar. Poucas pessoas possuem o hábito de utilizar sistemas operacionais Linux em seus computadores pessoais, se comparado ao Windows ou Mac. Essa vivência acaba desenvolvendo uma bagagem necessária para se tornar um Administrador de Sistemas Linux. Ou seja, para ser um bom administrador, é preciso ser também usuário do sistema. Mas, se você busca crescimento no mercado e uma boa posição em empresas é preciso se tornar um especialista em Linux, e a ESR está aqui para te ajudar nisso!  Investindo na administração de sistemas da ESR ao final do curso o aluno será capaz de: Executar atividades de administração no ambiente Linux, incluindo gerenciamento de usuários, grupos e processos; Gerenciar os sistemas de arquivos e políticas de backup; Administrar serviço de impressão e logs de registro de eventos; Gerenciar ferramentas de administração de sistemas Linux. A Escola oferece formação completa para administradores de sistemas. Os cursos abrangem desde as funções básicas da administração de sistemas à instalação e configuração de uma rede TCP/IP e configuração dos serviços Internet. Como já mencionado, a demanda por profissionais especializados em sistemas operacionais Unix/Linux é uma realidade no mercado de trabalho, que exige uma capacitação completa na formação de administradores de sistemas que tenham visão ampla desde a infraestrutura à configuração de sistemas em ambientes virtualizados e que utilizam docker. Nos cursos de Administração de sistemas da ESR, o aluno aprende a instalar e administrar e configurar sistemas e serviços para Internet aplicando as devidas regras de segurança considerando o ambiente no qual o serviço será instalado. Se ainda há dúvidas se o curso é para você entenda a quem se destina: Profissionais da área TI que desejam conhecer e aprofundar o conhecimento nos sistemas Linux; Profissionais de TI que atuam com sistema Linux e pretendem aperfeiçoar a configuração dos sistemas e ofertar serviços na internet de forma segura; Profissionais de TI que possuem projetos ou atuam com virtualização de infraestrutura; Profissionais de TI que possuem projetos ou atuam com gestão de infraestrutura e sistemas de forma ágil utilizando a metodologia DevOps. Abaixo você confere ainda outros motivos para escolher essa área de investimento, por meio de projeções que ela pode garantir à sua carreira tecnológica. Saiba porque é vantajoso se tornar um especialista Linux.  Vantagens de ser um especialista em Linux 1. Segurança da informação como início da Carreira em TI A questão da segurança está cada dia mais no centro das atenções do mundo da tecnologia e as empresas não param de contratar profissionais nessa área. Quem domina Linux tem uma grande vantagem para conquistar um bom emprego. Isso porque muitos softwares de segurança, como os programas de simulação de ataque, de análise de dados ou de servidores web, são construídos com base em Linux. Sendo mais uma oportunidade para quem se torna um especialista em Linux com a ESR.  2. Administração de banco de dados Banco de dados é o centro nervoso de uma empresa, em analogia é como o coração de qualquer administração moderna. É no banco de dados que estão armazenadas as informações corporativas. Por isso, precisa ser cuidado por profissionais competentes e capacitados. A questão é que boa parte dos bancos de dados atuais rodam com o sistema Linux. É o caso do PostreSQL e o MySQL, por exemplo. Como esses bancos de dados são muito populares, é comum encontrar empresas em busca de profissionais especializados em Linux para administrá-los da melhor maneira possível. Um administrador de banco de dados realiza diversas atividades em sua rotina. Entre elas, gerenciar níveis de acesso dos usuários, desenvolver a documentação do sistema, testar e monitorar a performance do banco e analisar o desempenho dos servidores. Eis, portanto, outra vantagem de ser um especialista Linux.  3. Atendimento ao cliente como carreira em TI Com o desenvolvimento e a disseminação da internet, muitos programas de computador atualmente são vendidos na estrutura de cloud computing (nuvem). Dessa forma, as empresas ganham em escala e conquistam muito mais consumidores. Para dar conta da demanda e prestar um serviço de qualidade, as empresas precisam oferecer um suporte altamente especializado a seus clientes. Isso é bom para os profissionais de Linux. Muitos desses softwares que rodam na nuvem funcionam em servidores de base Linux. Quem conhece o sistema operacional tem muito mais facilidade em atender a demanda dos clientes e solucionar qualquer problema que possa chegar até o suporte, tornando-se mais uma vantagem competitiva.  ___________________________________   Agora que você conhece ao menos 3 áreas que estão ligadas a esse sistema operacional revolucionário, só falta começar a sua especialização e ir para o mercado preparado.  Seja um especialista em Linux e garanta novas oportunidades de mercado para 2022. Clique aqui e conheça as opções na ESR!  Referências:  https://www.3way.com.br/blog/2014/11/14/4-dicas-para-se-tornar-um-especialista-em-linux/ https://e-tinet.com/linux/carreira-linux-4-motivos/  https://e-tinet.com/linux/carreira-em-ti-profissional-linux/  https://www.impacta.com.br/blog/por-que-se-especializar-no-sistema-operacional-linux/


    20/01/2022
  • Orquestração de containers
    Administração de Sistemas

    Orquestração de containers: o que é e como fazer

    Neste artigo nós exploraremos o conceito de orquestração de containers e as vantagens e principais diferenças entre Kubernetes e Swarm. Nós já falamos anteriormente em detalhes sobre o que são containers e como eles funcionam utilizando a tecnologia Docker. Contudo, em uma pequena recapitulação, podemos dizer que os containers são aplicativos completos; cada um “empacotando” o código de aplicativo necessário, bibliotecas, dependências e ferramentas de sistema para rodar em uma variedade de plataformas e infraestruturas. Nesse sentido, a orquestração automatiza a implantação, o gerenciamento, a escala e a rede dos containers. Ela é ideal para quem precisa implantar e gerenciar centenas de milhares de hosts e containers Linux. A orquestração pode ser usada em todos os ambientes em que os containers são utilizados. A partir dela, você é capaz de implementar a mesma aplicação em ambientes distintos sem precisar projetá-la novamente. Além disso, com microserviços em containers, é mais fácil orquestrar serviços, incluindo armazenamento, rede e segurança.  A orquestração de containers tem a finalidade de automatizar e gerenciar tarefas como, por exemplo: Provisionamento e implantação; Configuração e programação; Alocação de recursos; Disponibilidade dos containers;  Escala ou remoção de containers com base no balanceamento de cargas de trabalho na infraestrutura; Balanceamento de carga e roteamento de tráfego;   Monitoramento da integridade do container; Configuração da aplicação com base no container em que ela será executada; Proteção das interações entre os containers. Ferramentas para a orquestração de containers O Kubernetes e o Swarm são as duas principais opções na orquestração de containers. Eles criaram nichos confiáveis para si próprios e consolidaram suas posições no Docker e no ecossistema de contêineres.  Ambas as ferramentas permitem que você lide com um cluster de servidores que executa um ou mais serviços neles. Vejamos a seguir mais detalhes sobre cada uma. Kubernetes Kubernetes é uma plataforma de código aberto criada pelo Google para operações de implantação de contêiner, aumento e redução e automação em clusters de hosts. Esta plataforma de autocorreção, de nível empresarial e pronta para produção é modular e, portanto, pode ser utilizada para qualquer implantação de arquitetura. O Kubernetes também distribui a carga entre os contêineres. Seu objetivo é livrar as ferramentas e componentes do problema enfrentado devido à execução de aplicativos em nuvens privadas e públicas, colocando os contêineres em grupos e nomeando-os como unidades lógicas. Seu poder reside no fácil dimensionamento, portabilidade do ambiente e crescimento flexível. Em 2015, o Google doou o projeto Kubernetes à Cloud Native Computing Foundation. Swarm Como plataforma, o Docker revolucionou a maneira como o software é empacotado. Docker Swarm ou simplesmente Swarm é uma plataforma de orquestração de container de código aberto e é o mecanismo de clusterização nativo para e pelo Docker. Qualquer software, serviço ou ferramenta executado com containers Docker funciona igualmente bem no Swarm. Além disso, o Swarm utiliza a mesma linha de comando do Docker. O Swarm transforma um pool de hosts Docker em um único host virtual. O Swarm é especialmente útil para pessoas que estão tentando se sentir confortáveis com um ambiente orquestrado ou que precisam aderir a uma técnica de implementação simples. Diferenças entre Kubernetes e Swarm Embora ambas as plataformas de orquestração de código aberto forneçam muitas das mesmas funcionalidades, existem algumas diferenças fundamentais em como as duas operam. Abaixo estão alguns dos principais pontos.  Redes Kubernetes: o modelo de rede é uma rede plana, permitindo que todos os pods interajam uns com os outros. As políticas de rede especificam como os pods interagem entre si. A rede plana é implementada normalmente como uma sobreposição. O modelo precisa de dois CIDRs: um para os serviços e outro a partir do qual os pods adquirem um endereço IP. Docker Swarm: o Node que se junta a um cluster swarm gera uma rede de sobreposição para serviços que abrangem todos os hosts no docker swarm e uma rede docker bridge apenas de host para containers. Os usuários têm a opção de criptografar o tráfego de dados do container enquanto criam uma rede de sobreposição por conta própria no Docker Swarm. Escalabilidade Kubernetes: para sistemas distribuídos, o Kubernetes é uma estrutura mais completa. É um sistema complexo porque fornece fortes garantias sobre o estado do cluster e um conjunto unificado de APIs. Isso torna o dimensionamento e a implantação do container um pouco mais lenta. Docker Swarm: o Docker Swarm, quando comparado ao Kubernetes, pode implantar o container muito mais rápido e isso permite tempos de reação mais rápidos para escalar sob demanda. Alta disponibilidade Kubernetes: todos os pods em kubernetes são distribuídos entre nós e isso oferece alta disponibilidade ao tolerar a falha do aplicativo. Os serviços de balanceamento de carga em kubernetes detectam pods (um grupo de um ou mais containers implantados em um nó sob o mesmo endereço IP, IPC, nome de host e outros recursos) não íntegros e os eliminam. Portanto, isso suporta alta disponibilidade. Docker Swarm: Como os serviços podem ser replicados em nós Swarm, o Docker Swarm também oferece alta disponibilidade. Os nós gerenciadores do Swarm no Docker Swarm são responsáveis ​​por todo o cluster e lidam com os recursos dos nós de trabalho. Configuração do container Kubernetes: o Kubernetes utiliza suas próprias definições de YAML, API e cliente, e cada uma delas difere das equivalentes do docker padrão. Ou seja, você não pode utilizar Docker Compose nem Docker CLI para definir containers. Ao trocar de plataforma, as definições e comandos YAML precisam ser reescritos. Docker Swarm: a API Docker Swarm não abrange inteiramente todos os comandos do Docker, mas oferece muitas das funcionalidades familiares do Docker. Ele oferece suporte à maioria das ferramentas executadas com o Docker. No entanto, se a API Docker for deficiente em uma operação específica, não existe uma maneira fácil de contornar isso utilizando o Swarm. Balanceamento de carga Kubernetes: os pods são expostos por meio do serviço, que pode ser utilizado como um balanceador de carga dentro do cluster. Geralmente, um ingresso é utilizado para balanceamento de carga. Docker Swarm: o modo Swarm consiste em um elemento DNS que pode ser utilizado para distribuir solicitações de entrada para um nome de serviço. Os serviços podem ser atribuídos automaticamente ou podem ser executados em portas especificadas pelo usuário. Conclusão A grande demanda de automação da infraestrutura e gerenciamento de cluster explicam a crescente adoção de Docker. A possibilidade de oferecer um gerenciamento de clusters Kubernetes e padronizar a construção de containers vão ao encontro do surgimento do DevOps. A Docker tem uma visão focada em containers, por esse motivo, ela está em constante processo de evolução de suas ferramentas de orquestração, com objetivo de melhorar seus recursos continuamente. Essa é uma área em franca expansão e o estudo e a capacitação contínuas podem ser a chave para o sucesso. Quer se aprofundar no assunto? Conheça os cursos da trilha de Administração de Sistemas da ESR.


    03/09/2021
  • Docker
    Administração de Sistemas

    Containers e Docker: o que são e como utilizar

    A palavra container é bastante utilizada até mesmo em português e designa, geralmente, volumosas caixas de embalagem para transporte, à longa distância (sobretudo por via marítima), de variadas mercadorias. Porém, no mundo da programação, o termo tem outro significado: os containers e docker são utilizados em larga escala no desenvolvimento, testes e, principalmente, na produção de softwares. São eles que permitem rodar múltiplos sistemas isolados dentro de um sistema operacional real. O que são containers? O container nada mais é do que um ambiente isolado, disposto em um servidor, que divide um único host de controle. Vamos voltar ao exemplo dos containers tradicionais para explicar melhor esse conceito. Um navio cargueiro pode carregar diversos containers. Caso um dos recipientes seja danificado, os demais não são afetados. Afinal, são isolados, protegidos e estão carregando seus próprios produtos. Trazendo para o mundo do desenvolvimento, cada container possui uma função e sua responsabilidade. Caso um deles sofra um dano, o funcionamento do sistema não para e a função afetada é redirecionada para um novo container. Diferença entre containers e VMs Os containers funcionam um pouco como as VMs, mas de uma maneira muito mais específica e granular. Em uma máquina virtual, é possível utilizar diversos recursos e ferramentas, como Apache e PHP, porém tudo roda em um mesmo sistema operacional. Em caso de pane, todas as funcionalidades são afetadas. No caso dos containers, a ideia é que cada um faça apenas um serviço e assuma uma só responsabilidade. Ou seja, seria um rodando com Apache e outro com PHP. Desta forma, é possível isolar os processos de cada ferramenta, garantindo que nenhuma atrapalhe o funcionamento da outra. Para serviços web, por exemplo, os containers deixam a infraestrutura muito mais intercambiável, eficiente e flexível. Eles isolam um único aplicativo e suas dependências – todas as bibliotecas externas de software que o aplicativo precisa executar – tanto do sistema operacional subjacente quanto de outros containers.  Todos os aplicativos em container compartilham um único sistema operacional comum (Linux ou Windows), mas eles são compartilhados entre um e outro e do sistema como um todo. À primeira vista, eles podem até tornar a situação um pouco mais complexa, porém, principalmente nos servidores de produção, oferecem um ganho enorme em termos de escala e performance e, portanto, são uma ferramenta valiosa. Docker e sua relação com containers A tecnologia Docker usa o kernel do Linux e recursos do kernel como Cgroups e namespaces para segregar processos. Assim, eles podem ser executados de maneira independente.  As ferramentas de container, incluindo o Docker, fornecem um modelo de implantação com base em imagens. Isso facilita o compartilhamento de uma aplicação ou conjunto de serviços, incluindo todas as dependências deles em vários ambientes. O Docker também automatiza a implantação da aplicação (ou de conjuntos de processos que constituem uma aplicação) dentro desse ambiente de container. Essas ferramentas baseadas nos containers Linux (o que faz com que o Docker seja exclusivo e fácil de usar) oferecem aos usuários acesso sem precedentes a aplicações, além da habilidade de implementar com rapidez e de ter total controle sobre as versões e distribuição. Além disso, o software é open source e a comunidade trabalha constantemente para sua melhoria. As vantagens do uso do Docker Limitações atuais no uso do Docker O Docker não fornece as mesmas funcionalidades parecidas com UNIX que os containers Linux tradicionais oferecem. Isso inclui a capacidade de usar processos como cron ou syslog dentro do container, junto à aplicação. O Docker também tem algumas limitações em questões como a limpeza de processos netos (grandchild) após o encerramento dos processos filhos (child), algo que é processado de forma natural nos containers Linux tradicionais. Essas desvantagens podem ser mitigadas ao modificar o arquivo de configuração e configurar essas funcionalidade desde o início, algo que não é imediatamente óbvio em um primeiro momento. Além disso, há outros subsistemas e dispositivos do Linux sem espaço de nomes. Incluindo os dispositivos SELinux, Cgroups e /dev/sd*. Isso significa que, se um invasor adquirir controle sobre esses subsistemas, o host será comprometido. Para manter-se leve, o compartilhamento do kernel do host com os containers gera a possibilidade dessa vulnerabilidade na segurança. Isso é diferente nas máquinas virtuais, que são mais firmemente segregadas a partir do sistema host. Conclusão Mesmo com desafios a serem enfrentados, não é por acaso que os containers estão se tornando cada vez mais populares. Eles reduzem a necessidade de contar com uma grande estrutura e permitem utilizar apenas um sistema operacional normal. Como os containers ficam dispostos neste único ambiente, é muito mais fácil realizar a manutenção, além de ser mais leve e permitir a portabilidade. Ficou interessado em se aprofundar nessa tecnologia? Conheça nosso curso de gestão de containers com Docker!


    12/07/2021
  • virtualização de sistemas operacionais
    Administração de Sistemas

    O que é e como fazer a virtualização de sistemas operacionais

    Virtualização de sistemas operacionais é um tipo de virtualização cuja técnica permite que um sistema — ou uma aplicação dele — possa ser operado dentro de outro. O objetivo é possibilitar um maior intercâmbio de funcionalidades e romper a barreira do sistema operacional, para que tudo o que é útil em um possa ser aproveitado em outro, sem restrições. Um exemplo é a instalação e execução de um aplicativo de Windows no sistema operacional Linux, através de uma máquina virtual, com funcionamento perfeito. Um grande benefício de utilizar a virtualização de sistemas operacionais é a possibilidade de montar uma máquina completa que disponha de todos os recursos e softwares desejados pelo seu usuário, independente do sistema operacional no qual ela opera. Para saber mais sobre virtualização de sistemas operacionais e como fazê-la, continue a leitura deste artigo! O que é virtualização de sistemas operacionais Colocando a expressão em termos técnicos, virtualização de sistemas operacionais é a tecnologia de criação de uma máquina virtual para funcionar dentro de um sistema operacional. Essa nova máquina é o que possibilita a execução de sistemas operacionais ou softwares distintos que podem ser experimentados e testados pelo usuário sem a necessidade de aquisição de cada um. O processo de virtualização tende a ser mais familiarmente conhecido para aplicação em grandes servidores ou datacenters de empresas, onde diversos sistemas operacionais rodam simultaneamente, e o processo é gerenciado por profissionais de TI. No entanto, o usuário comum também pode se utilizar da virtualização e obter benefícios com ela. Confira a seguir. Benefícios da virtualização de sistemas operacionais Para o usuário comum, os principais ganhos da virtualização de sistemas operacionais estão relacionados com a facilidade da utilização e da realização de testes entre aplicações de diferentes sistemas. Além disso, é possível utilizar drivers de impressoras — quando forem aparelhos mais antigos —, por exemplo, em computadores com sistemas operacionais mais recentes e originalmente incompatíveis.  As vantagens para o uso profissional, no entanto, são superiores, de fato. Especialmente para o grupo de desenvolvedores dentro da categoria de profissionais de TI, a virtualização de sistemas operacionais oferece uma grande vantagem. Trata-se da possibilidade de realizar testes de software, aplicativo ou até mesmo de segurança sem a necessidade de conexão, compilação de códigos ou de arriscar o PC em si. Além disso, a possibilidade de rodar dezenas de sistemas operacionais em um único servidor também é uma grande vantagem do uso profissional. Isso porque a utilização deste recurso aumenta exponencialmente a performance do servidor, culminando diretamente na redução de custos para a empresa.  A contribuição com as contas do negócio continua se analisarmos do ponto de vista da aquisição de hardware, pois a empresa deixa de necessitar dessas compras e, com isso, economiza também. E economiza não somente dinheiro, mas espaço físico e energia elétrica, de modo que são inúmeras as vantagens desta técnica no universo profissional. Como fazer a virtualização de sistemas operacionais A virtualização de sistemas operacionais pode ser executada, tanto por usuários comuns, quanto por profissionais, através de sistemas e softwares e aplicativos especializados. Sendo assim, o primeiro critério que deve ser observado para proceder com a virtualização é: o computador hospedeiro (host) possui recursos para suportar a carga que será necessária? A seguir, é preciso delimitar os objetivos finais que se quer atingir com a virtualização e mapear os possíveis riscos. As máquinas virtuais simulam ambientes reais, ou seja, para o usuario se trata de um computador real. Porém, acessam o hardware somente de forma indireta, o que faz com que o uso seja restrito ao hardware fornecido a cada Máquina Virtual, desempenho bastante inferior ao de máquinas reais. Por isso, se você pretende executar a virtualização de sistemas operacionais na sua empresa, analise com cuidado quais são as intenções de uso desta técnica. A depender do caso, pode ser que a virtualização não seja a sua melhor escolha para aquele momento. Com os objetivos definidos, os riscos mapeados e as condições da máquina hospedeira verificadas, é hora de partir para a prática. Nesta etapa, sistemas e softwares como o VirtualBox, Proxmox, XCP-ng, oVirt, Hyper-V, Citrix XenServer, VMware ESXi e VMware Workstation são alguns dos mais conhecidos do mercado. Procure tutoriais na internet, leia artigos, informe-se e consulte outros especialistas para ter a exata noção de como trabalhar com essas soluções. Mas pode ter certeza que elas irão ajudar no seu desafio. E aí, ficou claro o conceito de virtualização de sistemas operacionais? Faz sentido para o seu negócio pensar sobre a implementação deste processo? Então compartilhe este conteúdo, continue acompanhando este blog e confira nosso calendário de cursos! 


    23/04/2021