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Governança de TI

  • Certificações EXIN
    Governança de TI

    5 certificações de TI da EXIN que precisam estar no seu currículo!

    O campo da TI é bastante competitivo e exigente. À medida que as tecnologias e as demandas da sociedade se transformam, os profissionais precisam apresentar novas habilidades e conhecimentos específicos. Por isso, as certificações em TI – como as da EXIN – são tão importantes na carreira de quem deseja alcançar o sucesso profissional. Por indicarem aos recrutadores um possível match entre um candidato e uma vaga específica, as certificações têm um papel importante para mitigar o tradicional déficit de empregabilidade do setor – há muitas vagas para poucos especialistas.  De acordo com uma sondagem da Robert Half, por exemplo, há uma mudança dinâmica no campo da tecnologia no Brasil, que a torna atrativa e escalável, com mais vagas e oportunidades abertas. Assim, em razão de as empresas modernas investirem mais em recursos da área para melhorar as operações e a experiência dos clientes, cresce também a necessidade de profissionais capacitados abraçarem esses novos mercados.  Pensando na importância do aprendizado contínuo no segmento, este artigo separou as 5 certificações da EXIN que não podem faltar no seu currículo de TI. Acompanhe e boa leitura!  Você também pode gostar: Como alavancar a carreira no atual cenário de TI? 3 dicas essenciais!  O que são certificações em TI?  Nas inúmeras possibilidades do mercado de TI, os empregadores buscam algo em comum em todas elas: profissionais capacitados e que possam comprovar sua expertise. É nesse contexto que se dá a importância das certificações em TI, que nada mais são do que declarações formais que atestam o conhecimento dos usuários e que são emitidas por empresas com credibilidade e tradição na área.  Assim, os certificados são uma forma de comprovar que determinado profissional possui as habilidades que afirma ter para a área em que deseja ingressar, como, por exemplo, em softwares, processos e segurança da informação, entre outras.  De forma geral, portanto, as certificações para TI apresentam duas propostas principais:  Por isso, ter uma certificação reconhecida globalmente é um grande diferencial nas carreiras de TI e também contribui para um segmento cada vez mais robusto e colaborativo.  Normalmente, as áreas de TI que mais requerem a apresentação de certificações como diferencial competitivo são:  Nesse contexto, diretamente proporcional ao crescimento do setor, está também a necessidade de profissionais cada vez mais capacitados e que busquem, de forma autônoma, se aperfeiçoar no campo em que escolherem se especializar.  Qual a importância da certificação de TI no dia a dia profissional?  Além de serem requisitos da maioria das vagas de emprego e de colocarem o profissional que as conquista em destaque, as certificações exigem a realização de exercícios e testes durante seu processo. O objetivo dessa metodologia é avaliar o aprendizado e o conhecimento do requerente à certificação e, posteriormente, emitir o atestado de que ele está apto a desempenhar determinada função. Todo esse exercício promove o desenvolvimento pessoal e técnico, além da absorção estratégica de conteúdo por parte de quem opta por conquistar os certificados.  Como encontrar uma boa certificação em TI?  O próximo tópico deste conteúdo vai ajudá-lo nessa missão.  As 5 principais certificações da EXIN para seu currículo de TI Algumas instituições são reconhecidas há muitos anos por elaborar certificações credíveis. É o caso da EXIN, um instituto independente holandês que desenvolve exames e certificações para a área de tecnologia desde 1984. Trata-se de uma das mais importantes empresas desse cenário, com atuação em mais 165 países em todo o mundo. A EXIN permite a transformação digital, por meio da avaliação e validação de competências, sobretudo nas áreas de segurança da informação e métodos ágeis, disponibilizando materiais oficiais, vouchers para exames de certificação e visibilidade profissional aos capacitados. Veja abaixo suas principais certificações e saiba qual se adapta melhor à sua rotina.  1) Agile Scrum Foundation EXIN Como o nome indica, o programa Agile Scrum Foundation da EXIN foi projetado para testar a compreensão do profissional de TI acerca do desenvolvimento ágil e da metodologia de Scrum. Por sua vez, a metodologia Scrum é voltada para a otimização da gestão do conhecimento e para o aumento da produtividade da empresa por meio de uma parceria com o cliente – que participa ativamente dos processos –, fornecendo feedbacks constantes sobre as soluções desenvolvidas pela equipe. Dessa maneira, as tarefas são executadas de forma ágil e eficaz.   > PARA QUEM É INDICADA? Para quem desenvolve projetos desde o início ou os lidera; para quem faz o gerenciamento de projetos, o desenvolvimento de software, o gerenciamento de serviços de TI e o gerenciamento de negócios.  Já sabe como se preparar para essa atualização na sua carreira? Confira a ementa do curso exclusivo da Escola Superior de Redes para obter essa certificação. 2) EXIN – Information Security Foundation ISO/IEC 27001 Essa é uma certificação da EXIN que aborda o tema segurança da informação. Com ela, o profissional de TI vai conhecer as melhores ferramentas, práticas e metodologias para tratar informações credenciais.  Na ementa, o conceito, o valor e a importância da segurança da informação, suas ameaças e riscos serão alguns dos temas abordados.  A Information Security Foundation é o ponto de partida para as demais certificações em segurança da informação e, agora, atualizada com base nas alterações da norma versão 2022, abrange a atualização mais recente da ISO27001 nas áreas de inteligência de ameaças. Um ponto a se destacar é que, ao completar essa certificação, somada às de Privacy and Data Protection Practitioner e Privacy & Data Protection Foundation, você fica pronto, tanto em habilidades quanto em competências, para assumir ou atualizar sua carreira de Data Protection Officer (DPO).  “Qualquer pessoa certificada pela EXIN como Data Protection Officer foi extensivamente testada não apenas no regulamento da UE, mas também nas competências para assumir a função. Isso inclui atividades de implementação e manutenção em uma organização.” – EXIN Já quando o aluno se certifica em EXIN – Information Security Foundation ISO/IEC 27001 + EXIN Privacy and Data Protection Foundation + EXIN – Information Security Professional ISO/IEC 27001 adquire competências para se tornar Information Security Officer ou aprimorar sua formação na área.  Nas certificações EXIN, você trabalhará requisitos de gestão de segurança da informação, com base no padrão ISO/IEC 27001, além de novos aspectos, como proteção de dados, cyber e blockchain. > PARA QUEM É INDICADA? Essa certificação de nível básico é voltada para profissionais de TI que lidam, principalmente, com dados e informações sigilosas e que necessitam executar sistemas de informação seguros.  Já sabe como se preparar para essa atualização na sua carreira? Confira a ementa do curso exclusivo da Escola Superior de Redes para obter essa certificação. 3) Privacy and Data Protection Practitioner Essa é uma das mais importantes certificações na atualidade, pois aborda um tema que vem se desenvolvendo com rapidez nos últimos anos: leis de privacidade digital.  Nessa certificação da EXIN, o profissional terá à disposição um guia sobre como iniciar projetos de adequação às leis de privacidade de dados pessoais, além de trilhar um caminho para melhor entendê-las. Também serão abordadas informações relacionadas com dados pessoais. Assim, basicamente é uma certificação que valida o conhecimento e a compreensão do profissional sobre a legislação de privacidade e proteção de dados europeia e sua relevância internacional, assim como sua capacidade de aplicar esse conhecimento e compreensão na prática profissional. > PARA QUEM É INDICADA? Para profissionais que desejam se especializar nas regulamentações sobre privacidade e dados no meio digital, com angulação para as legislações europeias.  Já sabe como se preparar para essa atualização na sua carreira? Confira a ementa do curso exclusivo da Escola Superior de Redes para obter essa certificação. 4) Privacy & Data Protection Essentials (PDPE)    A PDPE também é uma certificação ligada à segurança e proteção de dados. Entretanto, diferentemente da Practitioner, é baseada em regulamentações brasileiras sobre o tema e sobre a matéria de proteção de dados.  > PARA QUEM É INDICADA? Quem deseja conhecer melhor a regulamentação brasileira de proteção de dados, para desenvolver projetos mais seguros e conectados com as exigências reguladoras atuais.  Já sabe como se preparar para essa atualização na sua carreira? Confira a ementa do curso exclusivo da Escola Superior de Redes para obter essa certificação. 5) Privacy & Data Protection Foundation (PDPF) Ainda sob a mesma temática das duas certificações anteriores, a PDPF vai guiar o profissional pelo mundo da proteção de dados com regulamentação da União Europeia sobre o assunto.  É uma certificação que valida o conhecimento e a compreensão do profissional sobre a proteção de dados pessoais, as regras e os regulamentos da União Europeia (UE) em matéria de proteção de dados. > PARA QUEM É INDICADA? Quem deseja conhecer melhor a regulamentação da União Europeia de proteção de dados para desenvolver projetos mais seguros.  Já sabe como se preparar para essa atualização na sua carreira? Confira a ementa do curso exclusivo da Escola Superior de Redes para obter essa certificação. A parceria entre a ESR e a EXIN Como mencionado anteriormente, a busca por certificações reconhecidas globalmente pode ser um grande desafio para os profissionais de TI. É nesse contexto que a parceria entre a Escola Superior de Redes (ESR) e a EXIN se torna um diferencial estratégico para quem deseja conquistar certificações de alto nível e ampliar suas oportunidades no mercado de trabalho. Como unidade de serviço da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), a ESR tem a missão de promover capacitação profissional e disseminar conhecimento em Tecnologia da Informação há mais de 18 anos. Nesse percurso, já capacitamos aproximadamente 45.000 alunos em mais de 1.100 instituições clientes, sempre priorizando a excelência no ensino e a aplicabilidade prática dos conteúdos. Além disso, com a parceria com a EXIN, fortalecemos esse compromisso, permitindo que os alunos da ESR tenham acesso a cursos preparatórios alinhados aos padrões internacionais. A ESR também disponibiliza materiais oficiais e vouchers para exames, facilitando o processo de certificação para os profissionais que desejam se destacar no setor de TI. Saiba mais sobre os cursos e as certificações oferecidos pela ESR e comece sua jornada rumo ao sucesso na TI!


    29/05/2025
  • ISO 27001
    Governança de TI

    Como implementar a ISO 27001? Confira 4 passos

    A norma ISO 27001 descreve uma série de padrões, requisitos e processos que devem ser aplicados à área da segurança da informação, com o objetivo de garantir uma gestão mais eficaz desse segmento. Desenvolvida pela Organization for Standardization (ISO), em parceria com a International Electrotechnical Commission (IEC), a norma é também a referência padrão mundial e uma das certificações mais visadas por empresas que desejam construir uma imagem de responsabilidade e confiabilidade para o mercado e seus consumidores.  Em um cenário no qual a sociedade se torna cada vez mais conectada, digital e acelerada, garantir processos estruturados de tratamento de dados e ativos de informação é uma condição imprescindível para a manutenção e escalabilidade dos negócios. Neste artigo, vamos abordar os principais pontos do recente webinar da ESR “Passos para implementação da ISO 27001”, com destaque para as dicas e curiosidades desse assunto. Boa leitura! Você também pode gostar: Como fazer gestão de riscos de segurança da informação na empresa? O que é a ISO 27001? Como já comentamos anteriormente, a ISO 27001 é a principal norma de segurança da informação, sendo um padrão internacional que garante o sucesso das organizações nesse campo. Trata-se de uma certificação que reúne requisitos, boas práticas, processos e normas que, quando seguidos, asseguram uma gestão de segurança da informação eficaz e transparente. Ou seja, é um conhecimento essencial para quem trabalha com segurança da informação e para quem deseja implementar um sistema robusto de gestão em segurança da informação nas empresas e organizações. Para compreender como fazer isso, é necessário, primeiro, entender os seus pilares. É o que vamos fazer agora. Você também pode gostar: Gestão de Riscos de Segurança da Informação e Privacidade  O que é um Sistema de Gestão? De acordo com o especialista em segurança da informação  Frederico Augusto Coelho, o sistema de gestão nada mais é do que um conjunto integrado de políticas, objetivos, práticas, procedimentos e processos utilizados para dirigir e controlar um negócio em direção aos seus objetivos. Dentro desse universo, as normas ISO estabelecem referências para a criação de um corpo organizacional coeso, de qualidade e em dia com as principais legislações e regulamentações de cada área. Assim, para cada campo de uma empresa, haverá uma norma ISO com requisitos e boas práticas que podem ser seguidos para certificar a expertise da organização nesse sentido. Por exemplo, a ISO 9001 é uma referência para a criação de um sistema de gestão da qualidade, enquanto a ISO 14001 envolve questões ligadas ao meio ambiente. Ou seja, a ISO compila um sistema de gestão responsável por orientar as organizações na criação de programas de governança, sobretudo em segurança da informação, mas também em diversas áreas, compreendendo que, para o sucesso do negócio, é interessante uma interconexão entre os setores. Portanto, o sistema de gestão será definido como um conjunto de regras, normas, políticas, objetivos, documentos e ações que permitem que as empresas alcancem os projetos da organização, sejam eles atender os objetivos de qualidade, privacidade ou segurança da informação.  Conheça algumas normas ISO: Nesse contexto, a estrutura da gestão das normas ISO é formulada com base em um Sistema de Gestão Integrado (SGI), que permite que uma organização consiga aplicar mais de uma norma por vez. Isso ocorre porque o SGI é uma abordagem que integra os processos e os dados de uma organização em um único sistema, de modo a proporcionar uma gestão mais estratégica e objetiva. Assim, há harmonização e integração facilitadas entre elas, inclusive, otimizando a implementação das respectivas certificações. Você também pode gostar: 09 riscos de segurança da informação para empresas  O que é Sistema de gestão de Segurança da Informação (SGSI)?  Outro conceito importante para o processo de implementação da ISO 27001 é o SGSI. Sabe do que se trata? O Sistema de Gestão de Segurança da Informação refere-se à criação de um conjunto de políticas, procedimentos, diretrizes, recursos e atividades associadas que são gerenciados por meio de um processo de gestão de riscos, a fim de proteger os ativos de informação de uma organização. Para a ISO 27001, os ativos de informação estão além dos hardwares e softwares, pois envolvem os processos de negócio da organização, a tecnologia, as pessoas, a estrutura física, os documentos em papel, o que se fala fora da empresa/organização etc. Esses ativos devem ser mapeados e protegidos para preservar a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade. Assim, o SGSI representa uma abordagem sistemática para estabelecer, implementar, operar, monitorar, revisar, manter e melhorar a segurança da informação de uma organização para que ela alcance os objetivos do negócio. Para implementá-lo, é necessário pensar no ciclo Plan (Planejar), Do (Fazer), Check (Verificar), Act (Agir) (PDCA), ou seja, planejamento, execução, checagem e correção/melhoria contínua. Quanto mais voltas uma empresa dá nesse ciclo, mais maduro fica o sistema de gestão de segurança da informação. Agora que já compreendemos esses conceitos-base, passaremos para as dicas de implementação da ISO 27001. Como implementar a ISO 27001? Existem diversas formas de iniciar um projeto de implementação da ISO 27001 nas empresas e organizações, entretanto, alguns passos são fundamentais para qualquer uma delas. Reunimos os principais a seguir. 1) Tenha conhecimento da família ISO 27000 Para implementar a ISO 27001, você pode ter o apoio de várias outras normas da família dessa certificação, como é o caso: Busque conhecê-las para compreender como cada uma pode servir de apoio e informações extra no processo da segurança da informação em si. 2) Conheça a estrutura da ISO 27001 A ISO 27001 define os requisitos para o planejamento, a operação, a implementação, o monitoramento, a revisão, a manutenção e a melhoria de um SGSI. Para que ela seja implementada com sucesso, exige das empresas uma atuação no formato “deve” (não opcional) de ações. Por exemplo: a organização deve manter o compromisso com o SGSI, deve considerar um processo de avaliação de riscos etc. Pode ser aplicada por qualquer organização, independentemente de porte ou setor. Além disso, há duas formas de realizar a norma: Na prática, a norma é dividida em duas seções principais, a primeira relacionada com os requisitos e, a segunda, associada aos controles do Anexo A. Requisitos (Seções 4 a 10): Esta parte da norma foca os requisitos obrigatórios para se implementar um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI). São exigências que a organização deve seguir para obter a certificação. Isso inclui: Controles (Anexo A): O Anexo A apresenta uma lista de 93 controles de segurança agrupados em quatro categorias. Esses controles são recomendações que ajudam a mitigar os riscos identificados. Eles abrangem áreas como: A organização pode utilizar esses controles de acordo com suas necessidades específicas, mas é essencial que todos aqueles aplicáveis sejam devidamente documentados e justificados, especialmente durante uma auditoria para certificação. Com essa estrutura em duas partes, a ISO 27001 permite que as organizações não só estabeleçam um sistema de segurança robusto, mas também ajustem e personalizem os controles para atender às necessidades específicas do negócio. 3) Invista em especialização  O especialista em segurança da informação, que é também habilitado para gerir processos de implementação da norma ISO 27001, possui uma larga vantagem em relação a outros profissionais. Por isso, se você deseja criar uma marca e abrir espaço no mercado, alcançando vagas e melhores salários, é essencial investir nas especializações certas. Afinal, conhecimento é fundamental para implementar a ISO 27001 com sucesso. Uma excelente opção nesse contexto é o curso EXIN ISFS – Information Security Foundation da ESR e EXIN, que prepara profissionais para a certificação EXIN Information Security Foundation (baseada na ISO/IEC 27001). Esse curso abrange: Ao finalizar o curso, você estará pronto para aplicar os conceitos e as práticas da ISO 27001 em sua organização, contribuindo para a conformidade e eficiência operacional. Inscreva-se EXIN ISFS – Information Security Foundation da ESR e EXIN! Já o curso Lead Implementer ISO 27001 (parceria PECB), também da Escola Superior de Redes (ESR), referência em ensino de TI, constrói, junto com o aluno, uma jornada de liderança, com certificação ISO/IEC 27001 em Segurança da Informação. O curso é fruto da parceria da ESR/RNP com o PECB, instituição certificadora renomada mundialmente, com o objetivo de desenvolver os conhecimentos necessários para apoiar a implementação de um Sistema de Gestão da Segurança da Informação (SGSI) em organizações. Para isso, o curso foca na preparação da certificação de Lead Implementer ISO/IEC 27001 e nas melhores práticas adotadas internacionalmente em segurança da informação, perpassando pela estruturação, controle e análise de riscos, além de políticas e auditorias a serem implementadas nas organizações. Trata-se de um curso completo com abordagem teórica e prática, no qual são disponibilizados: No final do curso, o participante ainda tem acesso ao exame para a certificação Lead Implementer ISO/IEC 27001 da PECB. O certificado é emitido para os participantes que passam no exame e cumprem todos os requisitos do PECB relacionados com a certificação. Ou seja, você aprende a implementar o Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI) na prática! Inscreva-se no Lead Implementer ISO 27001! 4) Assista ao webinar da ESR na Íntegra Para obter uma visão completa e aprofundada da implementação da ISO 27001, recomendamos assistir ao webinar da ESR “Passos para Implementação da ISO 27001”, cujo conteúdo aborda, de forma prática, todos os conceitos, passos e desafios desse processo, com explicações detalhadas para que você possa aplicar os ensinamentos a sua empresa. Assista: Passos para implementação da ISO 27001  Conclusão Nos seus 18 anos de atuação, a ESR já atendeu 1.100 instituições e capacitou mais de 43 mil alunos em diversas áreas da tecnologia e segurança da informação. Com mais de 170 cursos, oferecemos treinamentos customizados, consultorias educacionais e especializações nas seguintes áreas: Para saber mais sobre como a ESR pode ajudar a sua organização ou a sua carreira a atingir níveis avançados de gestão e segurança, visite o nosso site e explore as nossas soluções educacionais.


    05/12/2024
  • Gestão de Contratos de TI
    Governança de TI

    Gestão de Contratos: qual a importância dos fiscais para a efetividade dos serviços de TI?

    A contratação pública ou privada de serviços de TI é sempre uma etapa decisiva para o sucesso das empresas. Como normalmente envolvem montantes financeiros significativos e também são associados a grandes expectativas por resultados, os contratos dessa área precisam ser bastante detalhados, com previsibilidade para operação em diversos cenários, e precisam também especificar os níveis de serviços estimados para cada ciclo de trabalho. Na administração pública, por exemplo, esse processo ocorre por meio de uma contratação direta ou indireta, sendo a licitação com edital e termo de referência (instrumentos que indicam o resultado desejado e as regras estabelecidas até o cumprimento obrigacional do contratante e do contratado) o sistema mais utilizado e indicado pela legislação. Nesse contexto de importância dos contratos de TI, manter coesa a equipe de gestão contratual é fundamental. Isso porque esses colaboradores são os responsáveis por fiscalizar todas as fases da execução contratual, minimizando a necessidade de aplicação de sanções ou glosas em caso de execução inadequada ou insuficiente.  A atuação da equipe de gestão contratual na aplicação de sanções e glosas foi tema do novo webinar da Escola Superior de Redes, conduzido pelo especialista em governança de TI, Marco Fragoso. Você confere os principais pontos abordados logo abaixo. Você também pode gostar: 10 cursos que irão intensificar o seu conhecimento em Governança de TI  O que são níveis de serviço? O primeiro passo para realizar uma gestão contratual em TI eficiente é observar qual o nível de serviço específico de cada item contratual, implementado ou desenvolvido. Na prática, o nível de serviço representa um indicador de qualidade e também um acordo firmado entre as partes (contratado e contratante) para determinar como essa qualidade será controlada. Para que esse indicador seja discriminado e acompanhado, é necessário estabelecer alguns componentes específicos, como:  Além disso, os níveis de serviço ainda podem ser discriminados por tipos.  Tipos de nível de serviço  Portanto, sanções e glosas caracterizam-se por serem punições administrativas e/ou pecuniárias em casos de descumprimento obrigacional de um contrato e de um nível de serviço acordado.  Você também pode gostar: Governança corporativa: princípios e boas práticas para adotar em 2024  O que são sanções e glosas? Como dissemos anteriormente, tanto as sanções quanto as glosas representam respostas à inadequação ou inexecução de um serviço. Entretanto, embora possuam o mesmo objetivo pedagógico de reprimir as falhas contratuais, são institutos que não se confundem.  Sanções Quando uma falha na prestação do serviço é identificada, o fornecedor está sujeito a uma sanção, ou seja, a uma represália que é, em regra, estabelecida na própria legislação.  Na nova Lei de Licitação e Contratos da Administração Pública (Lei nº 14133/2021), por exemplo, há dispositivos específicos que indicam o tipo de sanção e a gradação de sua aplicação de acordo com o impacto do descumprimento obrigacional do contrato de serviço analisado. De forma paralela, na Lei nº 13.303/2016 (Lei das Estatais), também há um conjunto definido de sanções que devem ser aplicadas quando um fornecedor não presta o serviço adequado. Na prática, é possível, ainda, ao contratante aplicar uma combinação de sanções previstas em outros dispositivos legais. Veja o que diz a Lei nº 14.133/21 no Título IV “Das irregularidades”: Art. 156. Serão aplicadas ao responsável pelas infrações administrativas previstas nesta lei as seguintes sanções:I – advertência;II – multa;III – impedimento de licitar e contratar;IV – declaração de inidoneidade para licitar ou contratar.§ 1º Na aplicação das sanções, serão considerados:I – a natureza e a gravidade da infração cometida;II – as peculiaridades do caso concreto;III – as circunstâncias agravantes ou atenuantes;IV – os danos que dela provierem para a Administração Pública;V – a implantação ou o aperfeiçoamento de programa de integridade, conforme normas e orientações dos órgãos de controle. Glosas Já as glosas são definidas por um modelo de retenção de pagamento. São uma punição direta ao fornecedor, à medida que o contratante deixa de pagar o valor combinado no contrato em face de um serviço que não atingiu o nível adequado. As glosas são definidas, normalmente, por meio dos próprios contratos, sendo um instituto mais flexível para a administração do que as sanções.  Nesse contexto, o percentual de retenção da glosa precisa ser definido de modo que permita que o fornecedor se mantenha saudável para continuar cumprindo as suas obrigações, mas represente uma punição.  As sanções e glosas podem ser aplicadas simultaneamente ou não. Você também pode gostar: Governança de TI: o que está por trás dos modelos Cobit e Norma 38500?  Papéis dos agentes de fiscalização  Nessa perspectiva de níveis de serviço e de gestão contratual, os agentes de fiscalização têm papel fundamental. Além de atestar a adequação das contratações, evitam que as sanções e glosas precisem ser aplicadas, o que resulta em menor onerosidade para a empresa contratante e celeridade na entrega de resultados com os serviços prestados pelo fornecedor. Entenda a importância de cada cargo nesse processo: ___________________________________ Observa-se, assim, que a gestão de contratos de TI, seja na esfera pública, seja na privada, é uma atividade que exige rigor e clareza para garantir que as expectativas e os resultados sejam alinhados e cumpridos. A definição precisa dos níveis de serviço e a atuação vigilante da equipe de fiscalização são os pilares fundantes de uma execução de serviços eficiente, que minimizam o risco de sanções e glosas. Além disso, a aplicação dessas medidas disciplinares, quando necessária, deve ser conduzida de forma justa e transparente, respeitando as normas legais e contratuais estabelecidas. Por isso, a gestão contratual robusta e bem estruturada reflete em resultados positivos para contratantes e fornecedores. Quando a equipe responsável por esse processo é bem constituída, as organizações asseguram a qualidade dos serviços prestados, protegendo seus investimentos e fortalecendo suas relações com os fornecedores.  Confira o webinar “Atuação da equipe de gestão contratual na aplicação de sanções e glosas” na íntegra! Conheça também os cursos de Governança em TI da ESR.


    19/09/2024
  • ESG na TI
    Governança de TI

    Governança em TI e ESG: Como integrar práticas de sustentabilidade em sua estrutura tecnológica

    O tema Environmental, Social and Governance (ESG), ou Ambiental, Social e Governança (ASG), não é uma novidade no mundo corporativo ou na TI, embora venha ganhando cada vez mais popularidade.  Com as urgências climáticas e também com os novos perfis de consumidores, os quais priorizam relações com marcas mais transparentes, com mais diversidade e com um posicionamento sustentável, adotar medidas e indicadores ambientais, sociais e de governança passa a ser uma condição fundamental para a manutenção das empresas no mercado.  Exemplo disso, de acordo com uma pesquisa da Bloomberg Intelligence, é que a agenda ESG representa mais de um terço do total de ativos sob gestão, podendo chegar a um investimento de US$ 53 trilhões (cerca de R$ 273 trilhões) até 2025.  No Brasil, o cenário também é positivo, já que cerca de 71% das organizações declararam implementar alguma prática de ESG, o que representa um aumento de 24 pontos percentuais em relação ao mesmo levantamento de 2023.  Os dados são do Panorama ESG 2024, da Amcham Brasil, Câmara Americana de Comércio para o Brasil, e evidenciam como as empresas do país estão atentas às demandas sociais e ambientais não apenas para atender à pressão regulatória e de mercado, mas também para assegurar sua longevidade e relevância no cenário global.  Nesse contexto, o setor de TI desempenha uma função essencial, tendo em vista que a tecnologia é uma das principais aliadas para viabilizar operações mais sustentáveis, responsáveis e com registros de informações. Por esse motivo, certificados e especializações cujos conteúdos se debruçam sobre a interseção entre ESG e TI, sobretudo entre governança e TI, tornam-se um fator de diferenciação entre os profissionais da área.  Neste texto, vamos conversar mais sobre qual a relevância do conceito de ESG para as empresas, por que o setor de TI representa um ponto-chave para garantir o sucesso dessa pauta no dia a dia e qual curso realizar nesse sentido. Você também pode gostar: Por que uma empresa deve se preocupar com privacidade e ética no uso de dados e qual o papel do profissional de TI nesse cenário?   A importância do conceito de ESG na sociedade moderna  O termo Environmental, Social and Governance (ESG) surgiu em 2004, em uma publicação do Pacto Global em parceria com o Banco Mundial, chamada Who Cares Wins. Na época, o então secretário-geral da ONU, Kofi Annan, pretendia mobilizar, instigar e propor uma provocação a 50 CEOs de grandes instituições financeiras sobre a possibilidade de integração de fatores sociais, ambientais e de governança no mercado de capitais. De lá para cá, a adoção de práticas mais sustentáveis em diversos setores – tanto internas quanto externas, por meio de compromissos expressos com as comunidades – passou a ser observada por consumidores, investidores e parceiros. Ou seja, investir em ESG se transformou em uma necessidade não só para contribuir ativamente para a desmobilização das urgências climáticas e das desigualdades globais sistêmicas, como também para garantir a permanência de uma marca em meio às novas dinâmicas de mercado.  Em sua coluna na Exame, Carlo Pereira, especialista em sustentabilidade e relações institucionais e diretor executivo da Rede Brasil do Pacto Global, desmistificou a sigla, nos ajudando a compreender quais ações práticas estão contidas nesse universo. Para ele, ESG não se define como uma evolução da sustentabilidade empresarial, mas, sim, é a própria sustentabilidade empresarial!  Nesse sentido, compreender o potencial da sustentabilidade e a sua importância nas estratégias de negócios é o primeiro passo para garantir a implementação do conceito no dia a dia das empresas.  “De maneira muito simplista, o que uma empresa precisa fazer é entender, com suas partes interessadas, quais são seus impactos negativos e positivos na sociedade e agir sobre eles. É necessário minimizar os negativos e potencializar os positivos, assim como equacionar os prejuízos já provocados. Além disso, as organizações têm que observar e trabalhar os anseios da população, buscando uma atuação cidadã, no âmbito da empresa e dos líderes empresariais. Isso é o que precisa ser feito hoje e sempre. Então, para os gestores, nada mudou em termos de responsabilidade.  ESG é o olhar do setor financeiro sobre essas questões”. Carlo Pereira para a coluna da Exame.    Você também pode gostar – Estratégia de inovação: por que a ousadia é importante no ambiente corporativo?  Qual a relação da TI com as práticas de ESG?  A implementação de práticas de sustentabilidade e governança dentro das organizações necessariamente envolve uma atuação sistemática e conectada entre TI e ESG.  O setor de Tecnologia da Informação (TI) representa uma engrenagem essencial para a inovação sustentável, auxiliando as empresas a se posicionarem de forma adequada em diferentes frentes:  Além disso, ao contribuir para a evolução do “S” (social) da sigla, a TI desempenha um papel fundamental na diversificação e inclusão na seara dos bancos de dados, promovendo uma representação mais ampla e justa dos diversos grupos sociais.  Na prática, isso representa uma mitigação de desigualdades, uma vez que a TI permite que as organizações coletem e analisem dados de uma maneira que reflita, de forma precisa e inclusiva, a realidade de comunidades distintas, inclusive assessorando novas dinâmicas de recrutamento mais justas e adaptadas a diferente realidades. Por meio de tecnologias avançadas de análise de dados e inteligência artificial, por exemplo, é possível identificar padrões de comportamento e necessidades específicas de grupos que, historicamente, foram sub-representados ou marginalizados. Assim, são estruturadas políticas e práticas empresariais mais equitativas, que levam em consideração as particularidades de diferentes segmentos da sociedade.  Indo adiante, ao utilizar dados de forma responsável e ética, as empresas podem evitar vieses implícitos em suas operações, para que decisões importantes sejam tomadas com base em informações diversificadas e inclusivas. Governança em TI e ESG: como integrar práticas de sustentabilidade em sua estrutura tecnológica  A governança de TI orientada para ESG envolve a criação de políticas e diretrizes claras que alinhem os objetivos tecnológicos da empresa com suas metas de sustentabilidade. Veja alguns exemplos:  1) Políticas de TI sustentável Estabeleça políticas e diretrizes claras que alinhem as operações de TI com os objetivos de sustentabilidade da empresa. Ou seja, defina metas de eficiência energética, gestão de resíduos eletrônicos e uso responsável de recursos, escolha os KPIs adequados e monitore os dados de forma contínua.  2) Eficiência energética em infraestrutura de TI Adote práticas para reduzir o consumo de energia em data centers, como a utilização de sistemas de resfriamento eficientes, servidores de baixo consumo e a transição para soluções de computação em nuvem, que são, geralmente, mais eficientes em termos energéticos. 3) Uso de tecnologia verde Uma das principais funções de um profissional de TI orientado pela pauta ESG é a escolha das tecnologias a serem utilizadas na empresa e no setor. Incorpore tecnologias verdes, como servidores e dispositivos de baixo consumo de energia, softwares de gerenciamento de energia e fontes de energia renovável, para reduzir o impacto ambiental das operações de TI. 4) Gestão responsável de resíduos eletrônicos Implemente práticas de gestão de resíduos eletrônicos para garantir o descarte seguro e responsável de equipamentos obsoletos. Como exemplo, podemos citar programas de reciclagem, reutilização de componentes e parcerias com empresas especializadas em descarte ecológico. 5) Transparência e relatórios de dados Desenvolver uma operação robusta para a prática da agenda ESG é também se preocupar com a transparência e a ética de dados e informações. Por isso, crie sistemas robustos de coleta e gerenciamento de dados para monitorar e relatar o desempenho em ESG. A transparência em relatórios de sustentabilidade permite que os stakeholders acompanhem o progresso da empresa nas práticas ESG e incentiva a responsabilização. 6) Segurança de dados e privacidade Garanta a segurança dos dados e a privacidade dos usuários por meio da implementação de protocolos rigorosos de cibersegurança. Proteger as informações sensíveis é crucial para manter a confiança e cumprir com as exigências de governança. 7) Treinamento e capacitação de equipes Invista em treinamento contínuo para equipes de TI com foco em práticas de sustentabilidade e governança. A capacitação permite que os profissionais estejam atualizados sobre as melhores práticas e regulamentações, além de fomentar uma cultura de responsabilidade e inovação sustentável. 8) Automação e eficiência operacional Utilize a automação para otimizar processos e reduzir o consumo de recursos, o que pode ajudar a diminuir erros, aumentar a eficiência e liberar recursos humanos para atividades estratégicas, alinhando a TI às metas de ESG. 9) Inovação e pesquisa em sustentabilidade Outra forma de implementar a agenda ESG na TI é por meio do fomento à inovação contínua em práticas sustentáveis dentro do setor. Incentive a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias e métodos que possam contribuir para a sustentabilidade e responsabilidade social da empresa. __________________________________ Curtiu a interseção entre TI e ESG? Continue aprendendo sobre esse universo. Conheça o novo curso da ESR “Relação entre ESG e governança em TI”. Nele, você vai aprender:  Mais detalhes aqui!


    05/09/2024
  • Cursos de Governança de TI
    Governança de TI

    10 cursos que irão intensificar o seu conhecimento em Governança de TI

    Neste conteúdo, vamos detalhar um guia com 10 cursos de Governança de TI indicados para o segundo semestre de 2024. Você vai encontrar por aqui:  Boa leitura!  Você também pode gostar – Machine learning e inteligência artificial na área de TI: o que esperar do futuro?  O que é Governança de TI? A Governança de TI é uma das principais áreas responsáveis por dar unidade e alinhamento às decisões relacionadas com tecnologia da informação em uma empresa. Com o crescimento da capacidade computacional da sociedade e com o acesso disseminado de tecnologias, além da multiplicidade de setores corporativos que tomam a frente de recursos digitalizados, é comum que as decisões de negócios que envolvem a tecnologia da informação sejam conflitantes entre si. Afinal, a superfície e os recursos digitais são múltiplos, assim como os departamentos digitalizados.  Os impasses podem ocorrer tanto por conflitos de banco de dados quanto por outros de arquitetura, tecnologia, fornecedores, etc. Na prática, as diversas iniciativas tecnológicas que ocorrem simultaneamente no meio corporativo demandam uma TI com estrutura robusta para assegurar a qualidade, a consistência, o suporte e o alto desempenho dos projetos organizacionais.  Nesse contexto, para atender aos anseios do mercado contemporâneo, a Governança de TI possibilita uma gestão de negócio eficiente, além de uma TI descentralizada, que, para isso, segue padrões internacionais, como o COBIT, ITIL e ISO/IEC 38500. Portanto, a Governança de TI descreve um conjunto de processos, estruturas e mecanismos que dão à TI de uma organização a capacidade de sustentar e ampliar as estratégias e os objetivos corporativos. Assim, envolve a definição de responsabilidades, direitos de decisão e políticas para gerenciar e monitorar o uso de recursos do setor de forma eficiente, eficaz e alinhada às necessidades do negócio.  Em resumo, a Governança de TI irá se destrinchar a partir das seguintes áreas e práticas: Todos esses aspectos são abordados pela Governança de TI, que pode também ser considerada uma ramificação da tradicional governança corporativa, porém, voltada para a tecnologia e com o propósito de alinhar os objetivos de uma organização aos objetivos da TI.  Veja como o Instituto Brasileiro de Governança corporativa sistematiza o conhecimento desse termo:  “Governança corporativa é um sistema formado por princípios, regras, estruturas e processos, por meio do qual as organizações são dirigidas e monitoradas, com vistas à geração de valor sustentável para a organização, para seus sócios e para a sociedade em geral. Esse sistema baliza a atuação dos agentes de governança e dos demais indivíduos de uma organização na busca pelo equilíbrio entre os interesses de todas as partes, contribuindo positivamente para a sociedade e para o meio ambiente”. Para a área de TI, a governança será traduzida por um framework responsável por indicar quais são as lideranças de TI, como a TI se relaciona dentro das estruturas de negócios, quais são os passos para criar processos de negócios voltados para TI e quais são os padrões e compliance de uma empresa. Assim, os sistemas de informação e os recursos de TI conseguem apoiar as empresas e fazer com que elas alcancem os seus objetivos estratégicos, mantendo a continuidade dos serviços tecnológicos ou dos recursos dentro da organização.   Você também pode gostar: 5 dicas para crescer na carreira de governança de TI 10 cursos para quem deseja se especializar em Governança de TI A Escola Superior de Redes (ESR) é a principal referência do mercado de ensino e aprendizado de TI. Comprometida com a disseminação de conhecimento nessa área, a ESR oferece cursos nas mais variadas frentes da tecnologia, sempre nas modalidades presencial e a distência, possibilitando a participação de acordo com a realidade do cliente.  Para Governança de TI são mais de 20 opções de treinamentos, todos com uma abordagem teórico-prática robusta para que o aluno realmente consiga aplicar o que aprendeu ao longo dos módulos. Confira 10 deles a seguir:  1) Elaboração de PDTI  Presencial EaD O curso apresenta conhecimentos essenciais para o desenvolvimento, de forma prática, de um plano diretor de tecnologia da informação (PDTI), com base nas informações de planejamento e na gestão estratégica de TI nas organizações. Para isso, utiliza a metodologia necessária para que haja um alinhamento entre as estratégias e ações da TI e as estratégias organizacionais. O PDTI é o instrumento que permite nortear e acompanhar a atuação da área de TI, definindo métodos e planos de ação para implantá-los. Dessa forma, o foco do curso está no aprimoramento de competências técnicas como consequência do alinhamento teórico de boas práticas para o desenvolvimento do PDTI com as diretrizes da estratégia de TI. 2) Planos de Contratações Públicas de Bens e Serviços com Base na IN 94/2022 – SGD/ME Inscreva-se! Para os profissionais gestores de tecnologia que desejam se especializar na governança de TI baseada no domínio das regulamentações, é indispensável o conhecimento acerca das contratações fundamentado na nova Lei de Licitações.  Neste curso, o participante vai compreender as alterações de status da Instrução Normativa (IN) 01/2019 de 4/4/2019, agora revogada, e as normas e os processos de contratação de bens e serviços de TI revistos em fevereiro de 2023. A IN nº 94, de 23 de dezembro de 2022, passa a englobar a Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021 (Lei de Licitações), outras normas e várias recomendações em aquisições específicas, como fábrica de software e sala segura ou sala-cofre, além de contratação em nuvem. Essa nova instrução se aplica a todos os órgãos e entidades integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (Sisp). Um novo desafio se apresenta aos gestores e profissionais de TI das organizações públicas, e o aprendizado de como contorná-lo é o que diferencia os especialistas.  3) Planejamento e Gestão Estratégica de TI Inscreva-se! O curso promove a compreensão do conhecimento essencial para o planejamento e a gestão estratégica de TI nas organizações. Seu foco é direcionado para o alinhamento da estratégia de TI ao alcance das metas do negócio da organização, na busca pela vantagem competitiva, por meio do constante refinamento dos processos organizacionais.  No final do curso, o aluno estará capacitado para elaborar uma política gerencial alinhada aos interesses da sua organização, com base em uma visão sistêmica e estratégica da Governança de TI e do seu impacto nos negócios. 4) Fundamentos de Gestão de Contratos Inscreva-se! O curso tem como objetivo capacitar o participante para atuar na Gestão de Contratos Administrativos, que abrange desde o processo de planejamento da licitação até o encerramento do contrato.  Ao finalizá-lo, o profissional será capaz de gerir um contrato administrativo de forma eficiente, eficaz e efetiva, de acordo com as normas aplicáveis. Além disso, conseguirá promover as alterações contratuais, manter o equilíbrio econômico-financeiro do contrato e identificar a conveniência ou obrigação de rescindir ou anular um contrato administrativo, além de aplicar sanções administrativas pelo seu descumprimento. 5) Gerenciamento de Serviços de TI EaD Uma formação prática e estratégica para os profissionais das áreas relacionadas  com o gerenciamento de serviços de TI, que os capacita a utilizar as mais modernas metodologias, tecnologias e ferramentas. 6) Gestão da Continuidade de Negócios  PresencialEaD A atividade de continuidade possibilita a redução de perdas financeiras, visto que, por meio de um plano de continuidade de negócio, a organização não deixa de atender as demandas dos seus clientes. Nesse contexto, o curso aborda os conceitos e as boas práticas existentes para a gestão da continuidade dos negócios (GCN), por intermédio da teoria e de atividades práticas.  O aluno terá contato com um processo de aprendizado abrangente, por meio do qual vai ser capaz de desenvolver análises de impacto nos negócios, definir estratégias de continuidade e gerenciar planos de continuidade, restauração e recuperação. Além disso, há a aplicação de boas práticas de mercado (normas ISO) e, ainda, da Norma Complementar nº 06/IN01/DSIC/GSIPR. 7) Gestão da Segurança da Informação e Privacidade  Presencial EaD O curso é focado na elaboração de um plano diretor para a gestão da segurança da informação e privacidade com base nas normas técnicas NBR 27001, NBR 27002 e 27701.  Nele, entre outros benefícios, o aluno aprende a identificar vulnerabilidades e riscos associados à segurança da informação e privacidade, aplicar as proposições fundamentais de uma política de segurança em uma organização e propor planos de continuidade de negócios para organizações, considerando aspectos vigentes da legislação e do direito digital. 8) Governança de TI com COBIT 2019  PresencialEaD  As aulas oferecem uma visão ampla sobre a governança, processos e estratégias de TI nas organizações, por meio da análise dos impactos dessa área.  No final do curso, o estudante estará apto a tomar decisões a respeito do uso eficaz dos recursos de TI, considerando o planejamento, a gestão e o controle dos processos desse setor.  Ele é destinado a profissionais atuantes nas áreas de TI, preferencialmente em funções gerenciais, que necessitam do conhecimento da aplicação das ferramentas e das técnicas de governança de TI, com vistas ao alinhamento do setor aos objetivos estratégicos de suas organizações. 9) LGPD na Prática Presencial EaD  O curso promove capacitação para gestores, encarregados de proteção de dados e os demais interessados (públicos ou privados) para a elaboração de uma jornada de adequação à Lei Geral da Proteção de Dados (LGPD). Durante a formação, são observadas as adequações aos órgãos da administração pública federal, com aplicação dos modelos referenciais publicados pela Secretaria de Governo Digital. Além disso, as atividades práticas são conduzidas com base em uma fundamentação teórica alinhada à Estratégia de Governo Digital (EGD). Assim, os alunos atuam como gestores da adequação na própria organização.  Por fim, é realizado um diagnóstico de adequação à LGPD, que será base para o aprendizado individual e de grupo. 10) Oficial EXIN ISFS – Information Security Foundation ISO/IEC 27001 (com voucher para prova incluso)  EaD O curso EXIN ISFS – Information Security Foundation é homologado pela EXIN e prepara o aluno para a certificação EXIN Information Security Foundation (based on ISO/IEC 27001), ponto de partida para as demais certificações em segurança da informação. Possui voucher para a prova incluso. __________________________________________ Além desses, a ESR oferece mais outros diversos cursos de governança de TI, inclusive preparatórios para as principais certificações do mercado.  Acesse a Trilha completa de conhecimento sobre Governança de TI da ESR e escolha o curso certo para você!  ESR – a escola líder no verdadeiro aprendizado para tecnologia.


    16/08/2024
  • Cursos de Gestão de Processos da ESR
    Governança de TI

    Do iniciante ao especialista: como os novos cursos de Gestão de Processos da ESR vão transformar a sua carreira

    No meio corporativo, alguns fatores explicam a exigência sempre presente de uma gestão de processos bem estruturada. É o caso, por exemplo, da demanda por eliminação das falhas, pela extinção de atividades que não agregam valor e pela manutenção do foco no cliente.  Quando isso ocorre, ou seja, quando as práticas e ferramentas de gestão de processos são implementadas corretamente, elas são responsáveis por manter as empresas preparadas para se adaptarem agilmente aos diferentes contextos, nos mais variados períodos, em quaisquer dos setores, inclusive na TI. Por isso, é essencial que todo negócio entenda e gerencie os seus processos com excelência. De acordo com a ISO 9000:2005, podemos compreender o “processo” como “um conjunto de atividades inter-relacionadas ou interativas que transforma insumos (entradas) em produtos (saídas).” Ou seja, trata-se daquilo que reúne três elementos principais:  O que será transformado, também chamado de entrada do processo;A transformação, que é a própria realização do processo; E o resultado da transformação, chamado saída ou produto do processo, com o objetivo de ser destinado a um cliente. Durante a fase de “transformação” do processo, a organização precisa agregar valor à sua solução ou serviço para que a etapa designada “saída” seja dotada de qualidade e alinhada à satisfação do cliente. É a gestão de processos que torna mais fácil a identificação das atividades que realmente trazem potencial e valor agregado aos negócios.  Nesse contexto, segundo a Escola Nacional de Administração Pública, a gestão de processos nada mais é do que um “conjunto de atividades adotadas por uma organização, a fim de identificar os processos críticos (que entregam valor ao cliente) e analisar continuamente o desempenho destes, propondo melhorias e ajustes, quando pertinente.” Portanto, refere-se à busca pelo aperfeiçoamento contínuo dos processos organizacionais, otimizando tanto a entrada quanto a etapa de transformação e de saída discriminadas anteriormente.  Quando associada à área de tecnologia da informação (TI), a gestão de processos torna-se ainda mais crítica, analítica e complexa, no chamado Gerenciamento de Processos de Negócios ou Business Process Management (BPM). Sabendo da importância do tema, a Escola Superior de Redes (ESR), em parceria com a DinsmoreCompass, formulou três novos cursos de gestão de processos para você se tornar um especialista ainda em 2024. Conheça cada um deles, a seguir.  ❗ Você também pode gostar: 5 desafios comuns de projetos de rede e como os profissionais de TI podem driblá-los Gestão de processos na TI Como dissemos anteriormente, a TI tem um papel fundamental para o monitoramento de processos. Nesse cenário, podemos compreender gerenciamento de processos de negócios como o conceito que integra a gestão de negócios e a tecnologia da informação para monitorar e otimizar os procedimentos das organizações.  A abordagem tem o objetivo de reunir informações densas sobre como uma empresa realiza os seus processos. Por isso, encontra-se em uma seara para além da gestão simples de projetos e processos. Na prática, a metodologia propõe a realização do controle das atividades realizadas pela empresa e do seu fluxo, assim como evidencia o encadeamento de tudo o que é executado dentro do negócio.  Dessa forma, o BPM se adapta muito bem às demandas do novo contexto de mercado, o qual possui características complexas, como alta concorrência, novos canais e tecnologias, regulação robusta e clientes mais conscientes dos seus direitos e do seu poder de escolha, além de mudanças culturais significativas. Isso ocorre porque todos esses elementos impactam, em maior ou menor escala, nas formas e nos processos de trabalho, tanto nas camadas estratégicas e táticas quanto nas operacionais, o que demanda outras articulações dos líderes e gestores.  O gerenciamento de processos de negócios (Business Process Management – BPM) refere-se, assim, à utilização de técnicas, ferramentas, pessoas, insumos, resultados e procedimentos para tornar as operações das empresas eficazes e eficientes.  Principais motivações para o uso do gerenciamento de processos de negócios nas empresas: Economizar dinheiro; Aumentar a produtividade; Melhorar produtos e serviços; Lançar produtos e serviços; Entrar em novas linhas de negócios. Quando há uma gestão de processos de negócios, essas motivações são superadas, visto que a organização aprimora a visão crítica que tem em relação às suas formas de executar aquilo que ela se propõe a entregar ao usuário final. Qual a importância do profissional de TI no gerenciamento de processos de negócios ou BPM (Business Process Management)? O profissional de Tecnologia da Informação (TI) desempenha um papel crucial em várias etapas do ciclo de vida do BPM, desde a modelagem e automação até o monitoramento e a otimização dos procedimentos empresariais. Na prática, o profissional de TI é fundamental na fase inicial da modelagem de processos, visto que ele é o responsável por utilizar ferramentas específicas de BPM, como diagramas de fluxo de trabalho e modelagem de processos, para mapear e documentar as atividades do negócio de forma rápida, coesa e de fácil entendimento.  Além disso, o conhecimento da modelagem de processos é imprescindível para a implementação de métodos relacionados com a Gestão de Serviços de Tecnologia da Informação (GSTI) e a Governança de Tecnologia da Informação. Essa função garante que todas as atividades, responsabilidades e fluxos de trabalho sejam claramente definidos e compreendidos. Depois, na automação de processos, o papel do profissional de TI é essencial. Ele implementa sistemas que automatizam tarefas repetitivas e integradas entre diferentes departamentos e estratégias, promovendo não só o aumento da eficiência como a redução de erros, permitindo que a organização responda rapidamente às mudanças no ambiente de negócios. Além disso, o profissional de TI é vital para o monitoramento e a análise contínua dos processos. Com o uso de tecnologias de Business Intelligence (BI) e ferramentas de análise de dados, ele coleta e avalia informações em tempo real, oferecendo insights valiosos que contribuem para a identificação de gargalos, ineficiências e oportunidades de melhoria. Esse monitoramento contínuo auxilia na adaptação e evolução dos processos empresariais. Na fase de otimização, é o especialista de TI que colabora estreitamente com os gestores de negócios para implementar melhorias baseadas nas análises realizadas. Para isso, ele utiliza abordagens de melhoria contínua, a fim de refinar os processos e maximizar a eficiência e a eficácia operacional.  Por fim, a segurança da informação, um aspecto crítico em qualquer empresa, é garantida pelo profissional de TI. Ele implementa e mantém medidas de segurança robustas para proteger dados sensíveis durante todo o ciclo de vida dos processos, garantindo conformidade com a regulamentação e evitando riscos de segurança. Ou seja, o profissional de TI é parte indispensável do desenvolvimento e da implementação de um gerenciamento de processos de negócios. Veja, a seguir, como se especializar nessa área.  ❗ Você também pode gostar – Projeto de cabeamento estruturado: por que ele é tão importante para redes de alta velocidade?  Os três novos cursos da formação em Gestão de Processos da ESR para deslanchar a sua carreira Para os profissionais de TI que desejam ingressar no setor de gerenciamento de processos de negócios, a Escola Superior de Redes (ESR) oferece, em parceria com a DinsmoreCompass, uma formação completa, por meio de cursos exclusivos, realizados na modalidade EaD, com aulas ao vivo. São eles: 1. Fundamentos de BPM (parceria oficial DC –DinsmoreCompass) – EaD Esse curso proporciona ao profissional o aprendizado de elementos complementares para o planejamento e controle da modelagem de processos de negócio (AS, IS ou TO BE).  Para isso, desenvolve competências para a modelagem de processos de negócios e processos operacionais utilizando a notação BPMN, além de boas práticas do mercado. Programa do curso Tipos de Processo de Cadeia de Valor Papéis e Responsabilidades Tipos de Gestão com BPM Ciclo de Vida e Hierarquia de BPM, PDCA e SDC Gatilhos, Instâncias e Tokens; Handoff e Caminho Feliz; Modelagem de Processos (Análise e Desenho/Notação BPMN)[a1]  Sipoc e Conceitos de Modelagem Análise e Melhoria Tipos de Notação de Processos Ferramenta de Modelagem (Bizagi) Notação de Processos (BPM) Preparação para Modelagem Boas Práticas de Modelagem Processos Aplicados Técnicas e Ferramentas de Levantamento de Processos Custeio de Processos (ABC) Riscos em Processos Controle de Processos Projeto de Implantação e Melhoria de Processos Os encontros já começam em 3 de julho. Inscreva-se agora!  2. Especialista em BPM (parceria oficial DC –DinsmoreCompass) – EaD Nesse curso, o profissional de TI desenvolve conceitos e práticas avançados de uso de RPA, por meio de ferramentas BPMS. Além disso, utiliza teoria e aplicação de inteligência artificial para controle e modelagem de processos, em uma metodologia prática comprovada e reconhecida no mercado.  Programa do curso Conceitos de RPA Principais BPMS Preparando a Infraestrutura Automação na Prática (Bizagi ou RPA da MS) Preparando a Estrutura de Dados Formulários e Regras de Negócio Processos e Subprocessos Árvores de Decisão Integração com Outros Sistemas Portais de Trabalho Relatórios e Análise de Processos Conceitos de IA O Que É Inteligência Artificial? Ferramentas Que Usam a IA Como a IA Pode Ajudar nos Processos? Power Automate e Microsoft IA Builder Exemplo Prático de Decisão Usando a IA Turma já aberta. Inscreva-se! 3. Gestor BPM (parceria oficial DC – DinsmoreCompass) – EaD Esse é um curso voltado para profissionais que desejam se tornar gestores de BPM. Os módulos possuem conhecimentos essenciais em desempenho organizacional, estratégia e indicadores de desempenho.  Por meio de uma metodologia focada na teoria e na prática de temas relevantes para a TI, como desdobramento estratégico e OKRs, além do escritório de processos (BPMO), os participantes aprendem a liderar, com eficácia, a otimização de processos e a implementação de mudanças bem-sucedidas nas suas organizações. Programa do curso Missão, Visão e Valores Desdobramento Estratégico Balance Score Card (BSC) Objectives and Key Results (OKR) Indicadores de Desempenho Escritório de Processos (BPMO) Turma já aberta. Inscreva-se! ____________________________________________ Com o auxílio desses três cursos para a formação em gestão de processos da ESR, você se torna um profissional de TI com mais potencial de empregabilidade!  Ficou com alguma dúvida? Converse com o nosso time de especialistas: 


    20/06/2024
  • Gerenciamento de processos de negócios
    Governança de TI

    Gerenciamento de processos de negócios: o que você realmente precisa saber?

    Os processos estão presentes em diversas áreas do cotidiano, a todo tempo, desde questões mais complexas às mais simples, como acordar e se preparar para o trabalho. Para executá-los adequadamente, é necessário estabelecer um planejamento, observando, na prática, o que dá certo ou não. De forma geral, podemos compreender o gerenciamento de processos de negócios como o conjunto de técnicas, metodologias e ferramentas para monitorar e otimizar os processos das organizações. Ele terá o apoio da governança da empresa e das demais áreas funcionais, como a tecnologia da informação.  A abordagem também é chamada Business Process Management (BPM) e tem o objetivo de reunir informações densas sobre como uma empresa realiza os seus processos. Por isso, encontra-se em uma seara para além da gestão simples de projetos. Na prática, a metodologia propõe a realização do controle das atividades realizadas pela empresa e do seu fluxo, assim como evidencia o encadeamento de tudo o que é executado dentro do negócio.  Dessa forma, o BPM se adapta muito bem às demandas do novo contexto de mercado, o qual possui características complexas, como alta concorrência, novos canais e tecnologias, uma regulação robusta e clientes mais conscientes dos seus direitos e do seu poder de escolha, além de mudanças culturais significativas. Isso ocorre porque todos esses elementos impactam, em maior ou menor escala, as formas e os processos de trabalho, tanto nas camadas estratégicas e táticas quanto nas operacionais, o que demanda outras articulações de líderes e gestores.  Portanto, o Gerenciamento de Processos de Negócios (Business Process Management – BPM) refere-se à utilização de técnicas, ferramentas, pessoas, insumos, resultados e procedimentos para tornar as operações das empresas eficazes e eficientes.  Sabendo da importância do tema, a Escola Superior de Redes (ESR), em parceria com a DinsmoreCompass, apresentou, recentemente, o seu novo webinar gratuito, “Processos de negócios”. Vamos compilar os principais pontos desse evento on-line a seguir.   ❗ Você também pode gostar – 5 desafios comuns de projetos de rede e como os profissionais de TI podem driblá-los Qual a importância dos processos? As organizações funcionam baseadas nos seus processos, sejam eles tácitos ou estruturados. Por isso, a atuação por meio de um gerenciamento de processos de negócios é tão essencial.  De acordo com o webinar mencionado anteriormente, os maiores motivadores para uma empresa trabalhar com gerenciamento de processos de negócios estão associados à necessidade que esses empreendimentos têm de economizar recursos, reduzir o custo da sua operação e aumentar a produtividade. Além destes, existem outros exemplos que estimulam a adoção da abordagem, como a melhoria da satisfação do cliente, por meio da manutenção, do aprimoramento e de incrementos de produtos e serviços ou a criação de soluções inéditas.  Em todos esses campos, a gestão de processos de negócios pode ser aplicada com o intuito de potencializar os resultados das empresas.  Motivações para uso do gerenciamento de processos de negócios: Economizar dinheiro; Aumentar a produtividade; Melhorar os produtos e serviços; Lançar produtos e serviços; Entrar em novas linhas de negócios. Podemos compreender, então, que a gestão de processos de negócios auxilia a conquista desses objetivos, aprimorando a visão crítica que as empresas têm em relação às suas formas de executar aquilo que elas se propõem a entregar ao usuário final. Quando não há um foco permanente na realização da metodologia, as empresas são afetadas por diversos desafios, dentre os quais se destacam os seguintes: ❗ Você também pode gostar – Projeto de cabeamento estruturado: por que ele é tão importante para redes de alta velocidade?  Mas, afinal, o que é processo? Antes de entender a aplicação do gerenciamento de processos de negócios, é essencial destrinchar o conceito de “processo”. Trata-se de um elemento transformador, capaz de converter simples insumos, como dados e informações (também chamados entradas ou causas), em outros componentes (saídas ou efeitos) com maior valor agregado para o negócio. Assim, na prática e na lógica de uma visão sistêmica, o processo é responsável por transformar as “entradas” em “saídas ou efeitos” que gerem resultados significativos para as organizações, como:  Para executar essa transformação, os processos não se guiam sozinhos. Na verdade, necessitam de pessoas, ferramentas e equipamentos, além de procedimentos e métodos. “Processo é a organização lógica de pessoas, energia, equipamentos e procedimentos em atividades projetadas para produzir um resultado final.” BPM CBOK 2021  Qual é a definição de gerenciamento de processos de negócios (BPM)? Agora podemos ir adiante. Como dissemos anteriormente, o gerenciamento de processos de negócios representa uma abordagem sistemática utilizada para melhorar continuamente os processos de negócios de uma organização.  A metodologia envolve a análise, o design, a modelagem, a implementação, o monitoramento e a otimização de processos de negócios, principalmente por meio da atuação do setor de TI, com o objetivo de potencializar os resultados da empresa.  Para isso, possui alguns elementos característicos e essenciais, como:  – Identificação e mapeamento dos processos existentes, conhecido como AS-IS. – Avaliação da eficiência e eficácia dos processos. – Criação de processos ou melhoria dos já existentes, conhecidos com TO-BE. – Garantia de que os processos sejam eficientes e alinhados com os objetivos de negócios. – Criação de representações visuais dos processos. – Utilização de ferramentas de modelagem para documentar o AS-IS e o TO-BE. – Os processos desenhados são colocados em prática. – Integração dos novos processos nos sistemas de TI existentes, se necessário. – Acompanhamento do desempenho dos processos em tempo real. – Uso de métricas e Key Performance Indicators (KPIs) para medir a eficiência deles. – Identificação de oportunidades para melhorias contínuas. – Ajuste e refino dos processos para alcançar melhores resultados. ❗ Você também pode gostar – Cibersegurança em foco: 4 perguntas sobre o tema que você precisa conferir agora!  Quais são os benefícios do BPM? Qual a relação do gerenciamento de processos de um negócio com o CBOK? Você conhece a ABPMP? Trata-se de uma associação internacional de profissionais de BPM responsável por promover e difundir os conceitos e as práticas da metodologia, além de oferecer programas de capacitação e as certificações internacionais BPM Boot Camp & CBPP Exam e BPM CBPP Recertification.  Todas essas certificações são baseadas no livro Common Body of Knowledge (CBOK), material fundamental para os profissionais de TI que desejam trabalhar com gestão de processos. Ele é editado e revisado, periodicamente, pela ABPMP, que divide o aprendizado de gerenciamento de processos de negócios em nove campos do conhecimento: Campos do conhecimento BPM CBOK 4.0 Gerenciamento de processos de negócio– Modelagem de processos – Análise de processos- Desenho de processos – Gestão de desempenho de processos – Transformação de processos  Organização do gerenciamento de processos Gestão de processos empresariaisTecnologias de gerenciamento de processos de negócios  Portanto, a relação entre os dois termos está na possibilidade de os profissionais de TI se especializarem na metodologia, por meio de um conteúdo de qualidade e de uma certificação internacionalmente reconhecida. Além disso, há também uma importante entidade, a , que oferece padrões de processo para que qualquer empresa consiga estruturar os seus projetos do zero.  ❗ Assista ao webinar “Processos de negócios” na íntegra de forma gratuita! _________________________________________________________________ ESR: líder em ensino e aprendizado para gerenciamento de processos Para os profissionais de TI que desejam ingressar no setor de gerenciamento de processos de negócios, a Escola Superior de Redes (ESR) oferece, em parceria com a DinsmoreCompass, uma formação completa de cursos exclusivos, realizados na modalidade EaD, com aulas ao vivo. São eles:


    29/05/2024
  • Privacidade e ética no uso de dados
    Governança de TI

    Por que uma empresa deve se preocupar com privacidade e ética no uso de dados e qual o papel do profissional de TI nesse cenário?

    Para os profissionais de TI, assuntos como gestão de riscos da informação, privacidade e ética no uso de dados não são novidade. Entretanto, com o desenvolvimento de outras pautas relevantes, como a da implementação da LGPD e a transformação digital acelerada,  principalmente em decorrência da pandemia, dominar esses conceitos passou a ser cada vez mais necessário nas carreiras da área, com significativo impacto na rotina das organizações. Empresas que possuem bases estruturadas de privacidade e ética de dados, tendo a tecnologia da informação como parceira, usufruem de uma série de benefícios em relação àquelas que não se preparam para o novo cenário digital, que conta, sobretudo, com usuários mais atentos a como os negócios utilizam suas informações. “Afinal, o que fazem com meus dados?”.  Além disso, com o aumento exponencial do mercado digital nos últimos anos e com a forte migração das transações e relações sociais/cotidianas para a nuvem, os cibercrimes também têm a oportunidade de expandir e se sofisticar. Segundo o Relatório de Defesa Digital da Microsoft, entre julho de 2022 e junho de 2023, os ciberataques atingiram 120 países, com a sintetização de cerca de 65 trilhões de sinais por dia. O estudo ainda aponta, em média, 4 mil ameaças de autenticação de identidade bloqueadas por segundo somente no último ano. Ou seja, privacidade, ética e adequação no uso de dados, além de campos em ascensão na TI, são a demanda do presente e do futuro dentro das empresas. Nessa perspectiva, o aprimoramento de tecnologias emergentes, tal qual a inteligência artificial (IA), junto com a especialização humana, surge como uma alternativa para enfrentar desafios cada vez mais complexos.  “A inteligência artificial será um componente crítico da defesa bem-sucedida. Nos próximos anos, a inovação na defesa cibernética baseada em IA ajudará a reverter a atual onda crescente de ataques cibernéticos”, ressalta Tom Burt, vice-presidente corporativo de segurança e confiança do cliente da Microsoft, na quarta edição do relatório anual citado anteriormente.  É importante destacar também que, embora a IA possa ser um mecanismo de auxílio ao combate do universo do cibercrime, todas as demais tecnologias carregam consigo dilemas éticos que devem ser observados com cautela.  Continue esta leitura conosco e descubra como se tornar um expert em privacidade, ética no uso de dados e segurança da informação.  Por que é importante que empresas e profissionais de TI se especializem em privacidade e ética no uso de dados? Ter um olhar cuidadoso para a privacidade e ética no uso das tecnologias, sobretudo as relacionadas com o tratamento de dados, é uma demanda urgente dos negócios.  As novas dinâmicas sociais, que se destacaram com a transformação digital acelerada pela pandemia de Covid-19, não só exigem um posicionamento das organizações diante do uso da cadeia de dados, como enfraquecem empreendimentos que combatem a aplicação de políticas de transparência em suas operações.  A partir de 2020 e da necessidade de distanciamento social, a digitalização das empresas e das transações cresceu de forma exponencial. De acordo com a 33ª edição da Pesquisa Anual sobre o Mercado Brasileiro de TI e Uso nas Empresas, divulgada pela FGV, por exemplo, a antecipação do processo de transformação digital por causa dos contornos da crise sanitária foi o equivalente ao esperado para o período de um a quatro anos. Na época, computadores, notebooks, tablets e smartphones superaram, somados, a expressiva marca de 447 milhões de unidades no país. Ou seja, a demanda por redes e soluções digitais cresceu. Com isso, foi preciso viabilizar novos modelos de negócios, einvestir em TI nas empresas representou uma das alternativas para fazer isso.  Diante de tantas mudanças, as empresas passaram a ser cada vez mais confrontadas com a demanda de adaptação a uma política de uso e tratamento de dados adequado. Afinal, eles apresentavam-se em quantidades inéditas e impressionantes.  Assim, ao optarem por caminhar com as transformações do contexto, priorizando processos, ações, planejamento estratégico e indicadores voltados para a ética, a transparência e a proteção de dados, as empresas gozam de inúmeras vantagens, como:  Além dos benefícios previamente mencionados, o reconhecimento e a ênfase na privacidade e ética na segurança da informação resultam na preservação de ativos valiosos dos negócios, tanto internos quanto externos, mitigando gastos com redução de danos e respostas a incidentes. Nesse contexto, torna-se indispensável contar com setores de TI altamente sistematizados e focados no contínuo desenvolvimento dos princípios de segurança da informação e em sua diferenciação entre privacidade e proteção de dados.  ❗Você também pode gostar – Cloud storage: o que é e qual sua importância para o cenário de dados atual? Qual a diferença prática entre privacidade, proteção de dados e segurança da informação? Ao nos aprofundarmos na essência da “privacidade, proteção de dados e segurança da informação”, é crucial que compreendamos como esses conceitos se entrelaçam e, ao mesmo tempo, se distinguem em práticas cotidianas da TI. A privacidade, como destacado anteriormente, associa-se aos direitos individuais em um mundo digital, tendo a LGPD (no Brasil) como sua lei guardiã. Imagine-a como a fronteira que permite aos usuários determinar quem pode acessar suas informações e como elas podem ser utilizadas. No contexto corporativo, respeitar a privacidade implica estabelecer políticas claras e transparentes, que informam aos usuários como suas informações serão tratadas. Enquanto isso, a proteção de dados materializa os princípios de privacidade, envolvendo a implementação de medidas técnicas e organizacionais para garantir a segurança dessas informações sensíveis. É o caso, por exemplo, da criptografia, de controles de acesso rigorosos e das políticas de retenção de dados, que refletem o compromisso com a integridade e a confidencialidade. Por fim, a segurança da informação assume o papel de um escudo que protege não apenas os dados, mas toda a infraestrutura digital, sendo, por isso, tão fundamental nas empresas. Ela abrange controles como firewall, detecção de intrusões e gestão de risco e continuidade, para garantir a constância operacional e a resistência a ataques que possam comprometer não apenas informações, mas o funcionamento da organização. O entendimento prático desses conceitos contribui para a construção de uma abordagem holística em TI.   Seja para fornecer suporte eficaz aos usuários em suas necessidades de privacidade e proteção de dados, seja para resguardar os ativos mais preciosos de uma empresa, o profissional de TI desempenha um papel estratégico, sendo o responsável por perfectibilizar as ações e políticas de proteção e por estruturar uma segurança da informação eficiente.  E como identificar a efetividade da segurança da informação de um negócio? É o que vamos destrinchar agora.   ❗Você também pode gostar – Governança corporativa: princípios e boas práticas para adotar em 2024.  O que é segurança da informação e para que serve? Detalhando o que conversamos anteriormente, “segurança da informação” refere-se ao conjunto de ferramentas e estratégias digitais que garantam a seguridade dos dados de uma empresa no mundo virtual. Portanto, são as maneiras ou ferramentas encontradas para minimizar os riscos de ameaças digitais, além de estratégias para garantir a plena vida dos dados de uma organização sem que estes sofram influências externas, como vírus, invasões e outras diferentes formas de ataques de cibercriminosos. Para isso, ou seja, para uma boa segurança da informação e um resguardo de dados eficiente, tais articulações se valem de alguns pilares essenciais, que você confere logo abaixo. 5 conceitos-chave da segurança da informação De acordo com a norma 27.022/2022, existem conceitos preponderantes da segurança da informação que articulam a proteção de dados e ativos. São eles:  1) Confidencialidade        Quando se fala em segurança da informação, é preciso pensar que ela está associada à confidencialidade como pilar desenvolvedor. De forma prática, é a garantia de que somente os agentes autorizados terão acesso aos dados institucionais. 2) Disponibilidade Significa dizer que os dados devem estar disponíveis de acordo com a necessidade. Sempre que ela existir, deve ser possível acessá-los. 3) Integridade A integridade pode ser compreendida como um tipo de certificação que assegura que uma informação, uma vez armazenada, não poderá sofrer nenhum tipo de alteração. É a garantia de que os dados não são corrompíveis.  4) AutenticidadeOutro pilar que envolve a segurança da informação é a capacidade de garantir que a informação é verdadeira. Assegurar que certa informação pertence a A ou a B e determinar uma autoria específica, provando que o objeto avaliado não tenha passado por alguma alteração indevida.  5) Não repúdio É a propriedade que garante a impossibilidade de negar a autoria em relação a uma transação feita anteriormente. Além desses, você pode conferir outros elementos-chave da segurança da informação na Cartilha de Segurança para Internet.  ❗Você também pode gostar – Previsões de cibersegurança: o que esperar no segundo semestre do ano e início de 2024? Como estruturar um projeto de segurança da informação adequado para empresas?  Existem várias maneiras de se implementar uma boa gestão de segurança da informação nas empresas e, assim, evitar ameaças e cibercrimes. Como exemplo, citamos uma rotina específica de atualização de softwares, além de backup contínuo e do uso de softwares de segurança. Ainda assim, a solução que melhor apresenta resultados para se esquivar de ameaças à segurança da informação e para desenvolver essa área, seja na empresa, seja na carreira, é a capacitação profissional. Estar inserido no universo digital e compreender como a segurança cibernética é importante para o sucesso da empresa é imprescindível, além disso, é necessário dominar a técnica e os princípios dos elementos que estruturam uma política estratégica de segurança da informação, privacidade e ética no uso de dados.  A Escola Superior de Redes, parceira do SANS, o principal instituto de cibersegurança do mundo, entende que esse é um dos alicerces mais importantes para a construção de um ambiente virtual seguro e para a formação de profissionais ainda mais qualificados. Por isso, desenvolveu uma trilha de treinamentos práticos para a área de segurança, com uma metodologia própria pensada na perspectiva de capacitar o aluno para agir preventivamente e tratar os incidentes quando não for possível evitá-los. Inscreva-se e prepare-se para assumir sua próxima vaga.


    04/04/2024
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    Governança de TI

    Governança corporativa: princípios e boas práticas para adotar em 2025

    “Governança corporativa é o sistema pelo qual as empresas e as demais organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre sócios, conselho de administração, diretoria, órgãos de fiscalização e controle e as demais partes interessadas.” Essa é a definição do termo pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), responsável por desenvolver inúmeros estudos sobre a área.  Embora não seja um conceito tão recente para o mundo empresarial e as demais organizações, inclusive do setor público, passou a ter cada vez mais relevância à medida que a sociedade identificou a sustentabilidade e o propósito das organizações como pontos decisivos para o relacionamento e a conversão com os negócios.  Ligada diretamente à ideia da Agenda ESG (Environmental, Social e Governance), em que é representada pelo “G” da sigla, a governança corporativa tem o objetivo de tornar as empresas e organizações mais alinhadas a um objetivo comum que contemple o desenvolvimento de seus quatro princípios:  Em outras palavras, significa dizer que a governança é o conjunto de regras e princípios que empresas e organizações adotam para serem administradas de maneira justa, transparente e eficiente. Nesse sentido, mesmo que a compreensão da governança corporativa pareça teórica, colocá-la em prática é possível e é o que vamos mostrar aqui. Continue conosco para saber como.  Quais são os resultados de uma empresa e das demais organizações que adotam a governança corporativa?  Em uma análise geral, podemos dizer que o desejo de toda empresa e organização é se manter no mercado, além de entregar confiança em seus produtos e serviços, certo? Ou seja, ter longevidade.  Para isso, atualmente, além de priorizar a qualidade dos produtos ou serviços prestados e de sua operação, o negócio precisa se atentar ao valor que entrega para a sociedade e a comunidade a seu redor.  Se antes os consumidores de produtos e serviços pouco se inteiravam sobre a conduta de uma empresa ou organização, agora a lógica é diferente. Há mais informações do que nunca, disponíveis de uma maneira inédita – em todo lugar, a todo tempo.  Além disso, fornecedores e parceiros passaram a priorizar acordos com empresas e organizações que se preocupam com sua sustentabilidade e, consequentemente, com a sustentabilidade do ecossistema empreendedor do qual fazem parte.  É nessa realidade – de maior concorrência, clientes mais bem informados e parceiros e fornecedores preocupados de uma forma diferente com seus relacionamentos de negócio –  que a governança corporativa prospera e atua.  Podemos dizer, então, que, na prática, trata-se de uma forma de garantir a ética, a transparência e a segurança jurídica diante dos diversos públicos de uma organização. Ou seja, um guia, um manual de boas práticas para as empresas funcionarem bem e serem confiáveis.  Dessa forma, uma corporação que adota os princípios da governança gera valor a longo prazo para suas soluções e para sua história. Há ainda outros benefícios associados a ela, como:  Existem ainda outras vantagens de orientar uma empresa pelos princípios da governança, como a certeza de um processo de conformidade legal e regulatória, o que a torna extremamente necessária nos dias de hoje. Fique por dentro: um estudo realizado pela McKinsey e NielsenIQ analisou o desempenho de faturamento de produtos que alegam ser social e ambientalmente responsáveis. De acordo com o levantamento, 60% dos entrevistados disseram que pagariam mais por um produto com embalagem sustentável. Já em outra pesquisa da NielsenIQ, 78% dos consumidores (recorte dos EUA) disseram que um estilo de vida sustentável é importante para eles. 4 dicas para implementar uma agenda de governança corporativa no dia a dia de um negócio  Adotar a governança corporativa na prática requer um compromisso contínuo com princípios e atividades que promovam a transparência, a responsabilidade e o desempenho ético.  Separamos, a seguir, quatro exemplos de ações que podem ser incorporadas em qualquer negócio e no dia a dia das empresas. 1) Defina e comunique valores e princípios  Estabeleça valores e princípios éticos, além de claros, capazes de orientar o comportamento de todos na empresa.  Comunique esses valores de forma ampla e regular, de modo que todos os funcionários entendam a cultura organizacional e saibam como devem agir. É importante que esses valores estejam associados ao desenvolvimento não só da organização, como dos colaboradores e da comunidade. É necessário um propósito para que a empresa exista, e apenas gerar lucro não é um deles. 2) Crie estruturas de tomadas de decisão transparentes Pensar em formas de simplificar a transparência da empresa é uma excelente maneira de implementar a governança aos negócios. Alguns departamentos e estruturas podem atuar nessa frente.  3) Dedique-se ao princípio da prestação de contas e transparência Há diversas formas de fazer isso, como:  4) Promova a ética e a responsabilidade Como vimos, a governança corporativa dá destaque à condução ética que as empresas têm em seus diversos ramos de atuação. Por isso, uma das maneiras mais corretas de implementá-la na prática é por meio de ações voltadas para essa área. Pense em:  Leia mais: LGPD para a área de TI: como a lei impacta o setor? Como a governança se relaciona com a TI?  A tecnologia da informação é uma peça fundamental para permitir que as empresas desenvolvam práticas, atividades e rotinas mais sustentáveis, seguras, transparentes e rentáveis.  Há implicações da TI no apoio à governança corporativa em várias frentes, como na otimização de processos onerosos, com base na automação, inteligência artificial e machine learning, entre outras possibilidades advindas da transformação digital, para a melhoria da experiência de consumo de produtos, serviços e informações,  por meio do desenvolvimento de sistemas acessíveis, disponíveis e escaláveis.  Para que as organizações atinjam esse objetivo, ainda é imprescindível um departamento sólido de cibersegurança, responsável por proteger os dados do negócio e de seus principais agentes. Ou seja, a TI viabiliza a governança corporativa de diversas formas.  Por aqui, já abordamos os detalhamentos dessa relação em um blog post exclusivo.   Leia: 5 dicas para crescer na carreira de governança de TI Conclusão  A governança corporativa deixou de ser uma opção das empresas para se traduzir como uma necessidade imperativa no cenário de negócios atual. Nesse contexto, é a tecnologia da informação que viabiliza uma base sobre a qual a sustentabilidade, a segurança, a transparência e a rentabilidade podem ser aprimoradas Veja como esse tema é abordado no curso da ESR – “Governança de TI com Cobit 2019”. Inscreva-se e torne-se especialista na questão. 


    06/10/2023
  • Governança de TI
    Governança de TI

    5 dicas para crescer na carreira de governança de TI

    Se você chegou a este conteúdo com o objetivo de crescer na carreira de governança de TI é porque já domina o conceito por trás deste termo, certo?  Ainda assim, é válido lembrar que a governança de TI descreve a reunião de orientações, protocolos, diretrizes, competências e descrição de responsabilidades, tanto de gestores quanto de equipes operacionais, para a execução de processos e aplicações dos recursos da empresa.  O objetivo de um projeto de governança de TI bem estruturado é enxergar o negócio de forma holística, direcionando-o para decisões mais estratégicas e de melhor desempenho para todos os seus setores.  Para isso, na prática, o profissional designado para este setor é responsável por averiguar se determinada empresa segue as normas e as políticas de segurança, além de garantir que elas estejam conectadas com visão, missão e indicadores do negócio. Os dois principais modelos de governança de TI utilizados neste momento são a Norma ISO/IEC 38500 e o Cobit 2019. Também é importante, para qualquer colaborar de TI, compreender a distinção entre “Governança de TI” de “Gestão de TI” – o que você pode recordar por aqui no nosso conteúdo original “Guia prático para a Governança de TI”  A partir deste conhecimento sedimentado, estamos prontos para apresentar dicas para você crescer na carreira de governança de TI. Continue conosco! Como crescer na carreira de governança de TI em 5 passos. 1) Esteja sempre atento ao alinhamento estratégico e compliance A governança de TI tem que servir para alguns propósitos específicos, dentre eles auxiliar a empresa a alcançar seus objetivos e planejamentos estratégicos.  Para isso, como já abordamos em outro ponto deste artigo, a governança conecta-se com a otimização da aplicação de recursos, com a segurança da informação, gerenciamento de processos internos, bem como com o suporte para tomadas de decisões devidamente embasadas.  Dessa forma, uma das principais demandas requeridas ao profissional de governança de TI é que ele saiba como alinhar TI e empresa diante das demandas típicas do negócio.  O resultado desta primeira etapa de alinhamento entre TI e as necessidades da organização é encontra-se na formulação de um  Plano Diretor de TI, o qual deve abordar questões importantes, como:  Escopo de ações e procedimentos de segurança da informação; Identificação da demanda de esforços de recursos humanos e tecnológicos para se alcançar os objetivos do negócio; Infraestrutura de TI; Descrição detalhada das necessidades de aplicação; Gestão da demanda; Princípios e Arquitetura de TI; Verificação da necessidade de terceirização dos serviços de TI; Habilidades e competências necessárias para executar esses processos; Objetivos do planejamento.  2) Siga os 5 pilares da Governança de TI. A governança de TI se estabelece por meio de 5 áreas de atuação principais, as quais um bom profissional deve conhecer e dominar. São elas:  1) Alinhamento estratégico: é o que detalhamos no primeiro item deste subtítulo. As estratégias de Tecnologia da Informação devem se conectar aos valores, missão e visão do negócio, a fim de contribuir com o desenvolvimento e alcance dos objetivos da organização. Por isso, os processos deste setor devem ser formulados com estratégia e para um fim específico.  2) Geração de valor ou entrega de valor: este pilar relaciona-se à análise de caminhos e estratégias que levem à otimização de recursos de TI, para que esses ativos sejam empregados em uma menor quantidade obtendo-se o maior nível de resultados positivos possíveis. Também estabelece que a governança de TI precisa agregar ou facilitar a entrega de valores por outros processos da empresa impactando a entrega do cliente.  3) Gestão de riscos: sem que a infraestrutura de TI seja capaz de prever ameaças ou corrigir rotas para aquelas que conseguirem transpor o sistema, não há governança de TI. Portanto, um dos pilares desta área encontra-se em ter uma gestão de riscos eficiente, assim como uma metodologia de respostas a incidentes caso eles ocorram (linkar aqui o conteúdo sobre metodologia quando o mesmo for postado).  4) Gestão de recursos: a governança de TI deve ser capaz de manter, renovar e promover  a melhoria contínua dos recursos de TI. Em outras palavras, precisa estar sempre atenta aos ativos da tecnologia da informação da empresa.  5) Medição de resultados: como o nome indica, a governança de dados deve avaliar as ações que tiveram saldo positivo para a empresa e aquelas que precisam ser melhoradas. Portanto, os dados de hardware e softwares das empresas precisam ser analisados e servir de base para ações futuras.  3) Escolha um framework de governança de TI. Os frameworks são essenciais para auxiliar o processo e protocolos de auditoria de governança de TI. Em linhas gerais, eles são definidos por estruturas de controle que contam com boas práticas para garantir que a TI execute o alinhamento estratégico com a empresa. Dentre os principais modelos estão:  COSO (Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission) – utilizado para avaliar o sistema de controles de uma organização. Fornece uma estrutura para a gestão, conselho de confiança, partes interessadas externas e outros que interagem com o negócio para usar como um guia no desempenho de suas respectivas funções em relação ao controle interno.           >>>> Confira outras informações sobre esse framework aqui. COBIT (Control Objectives for Information and related Technology): O COBIT foi estabelecido pela ISACA, que significa Associação de Auditoria e Controle de Sistemas de Informação, e atualiza a estrutura para empresas modernas, abordando novas tendências, tecnologias e necessidades de segurança. A estrutura ainda funciona bem com outros frameworks de gerenciamento de TI, o que a torna uma ótima opção como uma estrutura guarda-chuva para unificar processos em uma organização inteira.           >>>> Confira outras informações sobre esse framework aqui. PMBOK (Project Management Body of Knowledge): auxilia a governança de TI no sentido de gerenciar projetos da área, com atenção aos marcos, prazos definidos para cada etapa além de analisar onde, quando e como determinada ação se reverterá em custo-benefício positivos para a empresa. ITIL (Information Technology Infrastructure Library): também contribui para o alinhamento estratégico estabelecendo uma série de boas práticas de gestão para TI.  4) Entenda o Mercado de Governança e busque atuar nas áreas com maior deficiência. Não é segredo que um profissional de TI precisa estar em movimento. Afinal, a tecnologia se transforma e se aperfeiçoa com velocidade.  Na área da governança de TI isso não é diferente. Um dos passos essenciais para crescer nessa carreira é compreendê-la como dependente da gestão de inovação do aprendizado contínuo.  Entender do mercado de governança, buscar por atualizações técnicas, cursos e treinamento é indispensável para dominar esta área.  Nesse sentido, a Escola Superior de Redes desenvolve uma trilha de conhecimento completa, composta por 28 cursos, com opções remotas e presenciais, para que você se aprofunde nesta temática. A área de Governança de TI da ESR/RNP visa a qualificação de excelência em governança de TI, para que o aluno se destaque no mercado e atenda às crescentes demandas das empresas por profissionais responsáveis por otimizarem a aplicação de recursos das organizações, reduzir seus custos e alinhar o departamento de TI com as estratégias do negócio.  Confira todos os cursos da trilha aqui!  5) Sempre utilize os mecanismos de governança relacionados à estrutura organizacional. A governança de TI deve ser aplicada tendo em vista as particularidades de cada empresa.  Por isso, a dica final para seguir carreira na governança de TI é conectar todas as etapas desta função com as necessidades e demandas das estruturas organizacionais particulares das empresas.  ——————————- Tem interesse em crescer na carreira de governança de TI? Comece sua próxima capacitação neste link! 


    10/11/2022
  • Gestão de continuidade de negócios
    Governança de TI

    Você sabe implementar uma Gestão de Continuidade de Negócios?

    Mexer com dados é compreender que eles são ativos valiosos e estão sujeitos às mais diversas ameaças. É nesse contexto que a gestão de continuidade de negócios está inserida, para garantir que, diante de um universo recheado de cibercrimes e da possibilidade das informações organizacionais em nuvem serem corrompidas, a empresa continue operando. A gestão de continuidade de negócios está inserida dentre as práticas do Plano de Continuidade de Negócios (PCN), que, embora pouco adotado pelas empresas, é uma das condutas mais completas para prevenção da estrutura de tecnologia da informação.  A exemplo da baixa incidência desta atividade, a KPMG realizou o estudo “Pesquisa de maturidade dos planos de continuidade de negócios no Brasil”, em 2021, identificando que 73% dos negócios do país não possuem uma gestão de continuidade adequada.  Ainda assim, é preciso destacá-la, pois, se falamos em prevenção, queremos dizer também rentabilidade! Uma vez que, em caso de incidentes com dados ou qualquer outra parte da estrutura de TI, a organização contará com alternativas para continuar produzindo, as chances de prejuízos financeiros, operacionais e de imagem são bem menores.  Neste artigo explicamos o que é gestão de continuidade de negócios e a sua importância para o dia a dia empresarial. Continue conosco.  O que é Gestão de Continuidade de Negócios  Como dissemos anteriormente, a gestão de continuidade de negócios é caracterizada pela reunião de práticas responsáveis pela recuperação ou continuidade das operações de uma empresa, em caso de interrupções dos negócios por ameaças ou imprevisibilidades.  Portanto, é o gerenciamento efetivo que analisa e mapeia os principais riscos das empresas, incluídos os da área de TI, e cria alternativas para que a instituição siga funcionando mesmo que eles se efetivem. Por meio de análises, treinamentos, auditorias, dentre outras atividades, a gestão de continuidade de negócios (GCN) reflete na maturidade de processos de uma empresa. A partir de sua implementação, há a compreensão por toda a empresa de que suas atividades internas e externas estão conectadas, bastando uma única falha em alguma dessas etapas para que danos sem precedentes ocorram.  Assim, a gestão de continuidade de negócios irá estabelecer uma estrutura pautada em muita estratégia para maturar a capacidade das empresas de agir em caso de riscos, criar métodos alternativos aplicados para suprir alguma ameaça, erro ou falha de um sistema ou dos bancos de dados, e para gerenciar do início ao fim uma possível interrupção de trabalho.  Para alcançar esse objetivo a gestão de continuidade de negócios é focada nos impactos de uma interrupção, mapeando quais são as ações cruciais de uma empresa e os tipos de riscos aos quais elas estão submetidas. No caso de TI a GCN objetiva encontrar esses aspectos na estrutura deste departamento. Portanto, o escopo básico de uma gestão de continuidade de negócios é: Por fim, é importante que uma boa gestão de continuidade do negócio tenha todas essas etapas devidamente detalhadas e associadas a um escopo de trabalho, com delimitação de objetivo e política do processo, além de uma simulação e um teste do projeto.  Complementando a visão acima, o documento “Gestão de Continuidade de Negócios”, da Global Technology Audit Guide (GTAG), ainda estabelece requisitos mais completos para a business continuity management (BCM). Confira:  Compromisso da Administração com o Programa de BCM Conduzir uma Avaliação de Riscos de BC e Mitigação de BC Conduzir uma Análise do Impacto Sobre o Negócio (BIA) Estabelecer a Recuperação de Desastres para a TI Definir Estratégias de Recuperação e Continuidade de Negócios Aplicar, Verificar e Manter Capacidades para o Programa de BCM É válido destacar ainda que a gestão de continuidade de negócios também deve ser personalizada para cada demanda e se adequar às diferentes ameaças detectadas ao longo do tempo. Benefícios de executar a Gestão de Continuidade de Negócios para a área de TI  Diante do que já conversamos até aqui, fica claro dizer que a gestão de continuidade de negócios reflete diretamente na manutenção da empresa no mercado.  A prática reduz os prejuízos ocasionados por ameaças à estrutura de TI e, com isso, poupa gastos adicionais, necessidade de uma equipe robusta de profissionais para resolver os problemas, além de mitigar a perda de informações importantes da empresa. Garantir uma gestão de continuidade de negócios é também:  Como posso dar início à gestão de continuidade da minha empresa agora?  A Escola Superior de Redes (ESR), referência em capacitação na área da tecnologia, promove o curso “Gestão de Continuidade de Negócios”, que irá te auxiliar nessa jornada. Como falamos anteriormente, a atividade de continuidade possibilita a redução de perdas financeiras, uma vez que o negócio continua atendendo às demandas dos seus clientes. Por isso, a sua implementação é tão urgente e necessária. Sabendo disso, a ESR elaborou um conteúdo programático de qualidade para que você faça isso o quanto antes. Mesclando teoria e atividades práticas, em uma abordagem das boas práticas existentes para a gestão da continuidade dos negócios (GCN), o curso permitirá ao aluno desenvolver análise de impacto nos negócios, definição de estratégias de continuidade e o desenvolvimento de planos de continuidade, restauração e recuperação.  Inscreva-se aqui!  


    26/09/2022
  • Gestão de riscos para segurança da informação
    Governança de TI

    Como fazer gestão de riscos de segurança da informação na empresa?

    Muito se fala sobre a necessidade da segurança da informação, mas quão preparado você se sente para executar a sua gestão de risco? Se esse ainda é um tópico sensível dentre as suas habilidades profissionais, este artigo pode representar uma mudança de chave.  Ao longo do texto vamos te mostrar, de forma prática, como executar a gestão de riscos de segurança da informação na sua empresa e garantir que ela não sofra desvantagens ou prejuízo. Fique conosco.  A importância da segurança da informação  Embora esse assunto pareça clichê, é sempre bom ratificar que a segurança da informação é uma das principais demandas da tecnologia dos últimos anos.  Afinal, não só a quantidade de conteúdo em rede cresce exponencialmente, como o entendimento do usuário sobre a nuvem tem amadurecido.  Além disso, o surgimento de legislações que padronizam o tratamento dos dados pessoais, bem como os sofisticados cibercrimes, que se espalham cada vez mais, complementam a equação que coloca a segurança da informação como um das áreas de atuação mais do que necessárias para o profissional de TI nos dias de hoje. Ou seja, o universo digital requer mais segurança e seus agentes estão mais conscientes dos seus limites e possibilidades.  Assegurar que a sua empresa tenha uma segurança da informação robusta é se desvencilhar de crises futuras.  Este cenário é comprovado por meio da pesquisa Global Digital Trust Insights Survey 2022, que identificou que o investimento em segurança cibernética está no radar de muitas organizações.  Segundo o estudo, 83% de empresas brasileiras informaram desejo por aumentar os gastos nessa área, sendo que:  36% dos negócios brasileiros que compuseram a pesquisa pensam em crescer seu orçamento, para essa área, entre 6 e 10%; Já 33% deles indicam um aporte de 15% ou mais.  Como executar uma gestão de riscos em segurança da informação? O termo “gestão de riscos” pode ser aplicado em diversas áreas dos negócios, pois todas elas necessitam de uma estratégia de recuperação em caso de incidentes.  É disso que se trata uma gestão de riscos – identificar, mapear e observar possíveis pontos falhos para um produto, serviço ou negócio e, diante disso, elaborar maneiras factíveis, rentáveis e de fácil execução para desviar a empresa desses obstáculos.  Na perspectiva da TI, a Gestão de Riscos (NBR 31.000) engloba ou tangencia não só a Gestão da Segurança da Informação (NBR 27.001, NBR 27.002, NBR 27.005 e NBR 27.701), como a Gestão de TI e a Gestão da Continuidade do Negócio (NBR 22.301 e ABNT NBR ISO 22.313).  Observa-se neste contexto a importância do entendimento acerca das normas e suas atualizações.  A exemplo disso, a 27002:2022 possui diversas transformações comparada a 27002:13, como você pode observar respectivamente abaixo:  27002:2022 – relaciona-se com: Segurança da informação, cibersegurança e proteção de privacidade – Informações controles de segurança. 27002:2013 – relaciona-se com: Tecnologia da informação – Segurança técnicas – Código de prática para controles de segurança da informação Neste link você fica por dentro das principais atualizações e modificações vistas nas normatizações, em um webinar original ESR.. Para executar uma boa gestão de risco, seja em qualquer de suas temáticas elencadas acima, você deve dominar também o que cada norma prevê.  Dando enfoque para a segurança da informação, existem ainda algumas especificidades importantes dentro deste cenário que devem fazer parte da sua rotina de gestão de risco.  Um deles é que  enquanto a norma NBR 31.000 trata-se de uma visão geral de risco, incluída a visão corporativa, a norma NBR 27.005 apresenta-se como uma “especialização” do risco para o contexto de segurança da informação. Confira os demais pontos: 1) Entendimento sobre o que é gestão de riscos para segurança da informação  Nesse contexto, a gestão de risco é parte integrante da dimensão do processo corporativo de segurança da informação e serve para prever a ocorrência de ameaças que sejam capazes de interferir no bom funcionamento e utilização dos recursos de informação das empresas.  Dessa forma, o principal objetivo da gestão de risco da segurança da informação é permitir que a organização desempenhe seu planejamento e objetivos sem que que os perigos encontrados na rede os atinjam.  Tudo isso tendo um postulado teórico bem desenvolvido. 2) Atenção para as normas  O profissional de TI responsável pela gestão de risco da segurança da informação deve redobrar a atenção para a Norma ABNT NBR ISO/IEC 27005:2019 – Tecnologia de segurança – Técnicas de segurança – Gestão de riscos em segurança da informação. Ela contém os principais pontos a serem observados nessa prática, além de conceitos e estruturas fundamentais para o conhecimento desta área.  3) Profissionais capacitados  Por se tratar de uma área tão essencial, a gestão de risco da segurança da informação requer um time de execução qualificado e que saiba exatamente o que está fazendo.  Para isso, é importante – caso você seja o líder da equipe, garantir que os envolvidos estejam cientes de todas as etapas desse processo.  Além disso, uma das formas mais assertivas de assegurar a capacitação do time é por meio de treinamentos referência no mercado, como é o caso da ESR. No curso Gestão de Riscos de Segurança da Informação e Privacidade (EaD), da Escola Superior de Redes, os integrantes participam de 40 horas de atividades, com 10 encontros online, para desenvolverem a capacidade de propor controles de segurança da informação para tratar e mitigar os riscos nas organizações.  Há também o aprendizado sobre como identificar ameaças, vulnerabilidades e riscos associados à segurança da informação e sobre como aplicar a metodologia de gestão e análise de riscos da norma NBR 27005 nas organizações. O calendário de turmas está sempre atualizado e você já pode se inscrever na próxima aqui!  4) Estruturação do processo de gestão de riscos  Como todo segmento do negócio, a gestão de risco da segurança da informação requer planejamento.  Identifique quais serão os conceitos adotados na organização e como eles irão se relacionar com a dimensão de gestão de risco.  Este desenho servirá de base estática para as demais funções dessa atividade.  É nesta etapa que você e sua equipe precisam entender qual modelo de gestão utilizar, para que haja resultados práticos na análise de riscos e ameaças cibernéticas.  Embora não exista uma única forma de desenvolver esse processo, alguns pontos devem fazer parte daquela que vocês irão escolher.  É necessário um método que consiga avaliar, conhecer e fazer a classificação do maior número de riscos possíveis, oferecendo além desse mapa, condições para elaboração de plano de ação e de comunicação, junto a um diagnóstico da situação. 5) Avaliações constantes Para detectar ameaças à gestão de risco da segurança da informação, é preciso contar com ciclos de observação e avaliação das vulnerabilidades.  Essa avaliação irá fazer um recorte do momento exato em que foi realizada, sendo necessário repetir esse processo para a construção de um cenário mais completo e abrangente da Dimensão Gestão de Riscos de Segurança da Informação.  Nesse sentido é preciso estipular um calendário preciso que contemple as observações e avaliações periódicas.  6) O momento da prática Após a definição da periodicidade das avaliações, as equipes devem recorrer a ferramentas completas para executá-las, como um dispositivo de escaneamento de vulnerabilidade, auditoria, parâmetros dados por normas oficiais tal qual a ISO, pentest, etc.  Nesta etapa também é fundamental escolher as empresas parceiras e os fornecedores certos.  O importante é não ficar refém de soluções que não atendam às necessidades da empresa, nem se conectem ao propósito da organização.  7) A documentação é uma peça-chave Como toda análise, a gestão de riscos da segurança da informação demanda que tudo seja documentado e tenha relatórios de cada etapa do processo.  Dessa forma será mais fácil cumprir uma das premissas dessa atividade – a integração entre departamentos e o convencimento dos gestores sobre alguma prática necessária para contornar um risco ou falha.  Somente com relatórios otimizados e eficientes será possível elevar o entendimento da gestão de riscos da segurança da informação para toda empresa, impactando diretamente no resultado da atividade. 8) O passo final  Após todos esses processos, a gestão de risco da segurança da informação implica na elaboração de duas práticas:  as que visam minimizar os erros e falhas até então encontradas; ou, planos de ação para o futuro – que devem ser conduzidos de forma a impedir que cenários parecidos voltem a ocorrer na empresa.  Além disso, a gestão de riscos da segurança da informação é responsável por enxergar pontos de melhoria e oportunidades de aproveitamento das organizações em relação ao tratamento da informação no seu dia a dia.  Somente com a boa implementação dessa área é que as empresas passam a atuar de forma preventiva em detrimento ao comportamento típico do “apagar o fogo” gerado por algum problema.  __________________________________ Desenvolva o seu conhecimento sobre gestão de riscos para segurança da informação junto com a ESR.  Inscreva-se na próxima turma do curso prático sobre o assunto, aqui!  


    22/07/2022