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Métodos Ágeis e Inovação

  • experiência do cliente
    Métodos Ágeis e Inovação

    Experiência do cliente e agilidade: qual a relação entre elas?

    A Escola Superior de Redes (ESR) promoveu um bate-papo esclarecedor sobre a relação entre experiência do cliente e agilidade e de que maneira a última pode contribuir para a melhoria da primeira. Neste artigo, você encontra os takeaways do evento realizado com Eduardo Miyake (Business Transformation Manager da Pfizer) e Alex Melo (Consultor de Inovação e Agilidade). O resultado, na íntegra, dessa conversa você encontra aqui.  Continue conosco para conferir. Como a agilidade contribui para a experiência do cliente? A fim de responder a esse questionamento, separamos os 5 principais tópicos abordados no webinar “Agilidade e os impactos na experiência do cliente” sobre o assunto.  1) A experiência do cliente realmente existe no Brasil ou é só um PPT bonito?   A experiência do cliente evoluiu não só nas empresas, como na perspectiva relacionada com os consumidores. Como clientes, somos mais exigentes e buscamos mais do que um bom produto.   Uma experiência positiva ou negativa reflete em repercussão significativa para a marca. Tanto é que exemplos não faltaram no bate-papo, como o de um restaurante japonês que recebe seus clientes com o shoyo favorito de cada um deles; o grande Barbosa, piloto que mudou os processos e a experiência dos clientes em sua companhia aérea ou o de uma rede de sanduíches que não consegue entender as necessidades do cliente por causa de seu processo encapsulado.   É importante saber que a experiência do cliente começa na própria empresa. Quando essa preocupação legítima é transmitida pela empresa para além de um time e de uma liderança, abordando a passagem pela cultura, a proximidade com o cliente se torna orgânica.  A partir disso, é possível pensar na equação experiência do cliente e agilidade.  2) Empresas que são próximas de seus clientes sempre saíram na frente.  Muitas vezes, uma inovação simples reflete em uma experiência significativa melhor. O mais importante é um olhar empático com quem é seu cliente e, para isso, a acessibilidade é fundamental. O exemplo da esteira digital de uma companhia aérea nos mostrou exatamente isso. A expectativa que seu cliente tem com a marca já é o primeiro contato dele. Nesse sentido, o modelo de negócio impacta diretamente a experiência do cliente, pois, por meio de um modelo de negócio declarado, há clareza para a construção da expectativa do cliente. Ele já sabe o que esperar e, geralmente, escolhe a marca por ter essa expectativa clara mesmo antes de ter a experiência de fato.    3) Como a agilidade ajuda a criar experiências positivas?  Provar o valor da agilidade é um dos principais desafios de hoje. Não é só colar post-it, não é moda, não é um “cinto de utilidades gourmet”.  O “fazedor de agilidade” não é aquele que pega o cinto de utilidades e usa todas as ferramentas sem pensar no propósito de cada uma delas, mas, sim, o que usa agilidade para produzir valor.  Ser ágil é diferente de ser rápido. Ser ágil é gerar valor de modo frequente e entregar de maneira frequente. É sobre entregar valor de maneira enxuta o tempo inteiro.  A agilidade é um fio condutor para chegar ao objetivo e, por isso, está em simbiose com a experiência do cliente, a visão executiva e as estratégias de negócio.  Agilidade faz parte da estratégia. Assim, se uma transformação não acontece rapidamente de acordo com a mudança da necessidade do cliente, a marca fica em desvantagem competitiva.  A agilidade ajuda, aproxima e melhora a comunicação com as pessoas. A colaboração, os métodos práticos e uma mentalidade voltada para entregas centradas no cliente trazem métricas e dados. Com isso, os gestores podem tomar decisões sobre os caminhos que devem ser traçados.  4) Como o físico e o digital se encontram na experiência do cliente?  Conectar os canais cria aproximação com o cliente. Não importa se é por meio físico ou digital, o cliente sempre está em contato com a marca. Por isso, uma marca que se fecha para isso, se fecha para o cliente.  No final, o cliente quer ser visto, sentir que a marca se preocupa com ele e que lhe dará atenção.  Dessa forma, quantos mais canais conectarem a marca ao seu consumidor, mais ele se sentirá amparado e terá uma experiência positiva, mesmo que esteja diante de uma situação negativa.    5) “O que posso fazer muda muita coisa!”  Agilidade resulta em boas práticas. Ouvir a experiência do cliente é importante, mas também precisamos olhar para dentro.   Assim como no exemplo do metrô de Nova Iorque, corrigir os erros pequenos pode atingir os maiores por consequência. Um movimento pequeno, mas que seja recorrente e contínuo, pode gerar mais resultados.   Portanto, como você pode aplicar seu conhecimento a pequenos experimentos e impactar sua vida pessoal e profissional?  _______________________________________ Experiência do cliente e agilidade são dois fatores que otimizam os resultados de negócios de diferentes portes. Por isso, é imprescindível que as empresas se dediquem a desenvolver essa relação.  Além disso, a agilidade é capaz de gerar diversos outros benefícios para as organizações, sendo representada não só pela implementação de ferramentas, como pela transformação do mindset dos colaboradores, gestores e CEOs.  Acesse o webinar da ESR na íntegra e veja outros detalhes sobre esse assunto gratuitamente.   >>>> Você também pode gostar: As 5 principais etapas do design thinking


    26/05/2023
  • Etapas do Design Thinking
    Métodos Ágeis e Inovação

    As 5 principais etapas do Design Thinking

    Quando uma organização e seus colaboradores conhecem a abordagem  e as etapas do Design Thinking, a tomada de decisão da organização se dá de forma mais ágil e inovadora.   Por isso, essa forma  criativa de resolução de problemas se encaixa tão bem na rotina corporativa, pois, cada vez mais, o mercado demanda dinamismo e que as coisas sejam feitas através de um caminho diferente do já conhecido.  Embora seja bastante popular entre empreendedores, startups e empresas de todos os tamanhos , o design thinking pode ser aplicado para qualquer área. Inclusive, é uma prática bastante benéfica para o desenvolvimento pessoal ou para o aperfeiçoamento da comunicação entre membros de uma mesma equipe.  Neste artigo vamos elencar as principais etapas do design thinking, bem como um dica certeira para que você as implemente na execução dos seus projetos.  O que é Design Thinking?  Provavelmente você já ouviu falar deste termo, certo? Afinal, ele permeia o vocabulário de diversas empresas no Brasil e do mundo.  Como o nome indica, essa é uma abordagem  de resolução de problemas que utiliza ferramentas e o modus operandi do design, para encarar um desafio por meio de uma visão projetizada com viés criativo, unindo propósito e foco na resolução de problemas. A ideia é que as reflexões acerca de um desafio priorizem uma abordagem não linear, flexível, criativa e complexa. Para isso, o design thinking coloca o potencial humano em evidência e esmiúça todos os aspectos deste contratempo, desde a sua identificação, compreensão até a solução dos conflitos. Katja Tschimmel, consultora e instrutora executiva, assim define o conceito: “O Design Thinking é hoje entendido como um processo de pensamento para conceber novas realidades, expressando a introdução da cultura do design e seus métodos em áreas como a inovação empresarial, social e do ensino” Na prática, normalmente o design thinking é associado a post-its coloridos e mapas mentais. Entretanto, vai além disso e assume variadas formas, desde que atenda a alguns pré-requisitos básicos:  É a partir disso e também da associação à exercícios de engajamento , que as etapas do design thinking são capazes de criar soluções mais inovadoras para os consumidores finais ou para os processos internos das empresas.  Para o meio da tecnologia o design thinking é uma ótima forma de voltar a mentalidade dos desenvolvedores e demais profissionais para o usuário e sua experiência. Inclusive, Anill Tibe, cientista em Inteligência Artificial, ratificou a importância de integrar a área de ciência de dados às estratégias de design thinking, como forma de encontrar respostas para problemas que sempre ocorrem com equipes de Data Science. As 5 etapas do design thinking Não é novidade que o mercado de trabalho está cada vez mais dinâmico! Para manter vantagens competitivas e sobrevida neste contexto, as empresas precisam ser ágeis e, sobretudo, inovadoras. O que significa dizer que suas soluções precisam representar, de fato, alguma melhoria para o seu consumidor ou para a sociedade. Entenda como as etapas do design thinking contribuem para esse objetivo.  1) Imersão ou etapa da empatia Nestas etapas do design thinking, o objetivo é compreender, através de um olhar empático, qual é o cenário do problema enfrentado pela organização e seus clientes, ou o cenário ao qual se deseja inserir um novo serviço ou produto.  Os participantes, de forma livre, buscam elementos que os auxiliam a enxergar vários lados de uma mesma situação. É aqui, por exemplo, que há busca por referências sobre temas relacionados e por pontos de vista da empresa e também dos consumidores ou usuários finais.   Geralmente, ferramentas como mapa de empatia, entrevistas, e benchmarking são bastante utilizados.  Podemos dizer que a primeira etapa equivale a um mergulho em direção ao problema.   2) Etapa da análise e da objetividade  A partir das informações coletadas, o design thinking precisará sintetizar o que foi discutido na etapa anterior para, de fato, delinear o problema. Podemos dizer que é neste momento que há a separação do “joio e do trigo”. O objetivo da análise é entender quais dados, referências e conteúdos compilados agregam valor às estratégias de resolução do conflito, ou contribuem para as estratégias de criação de um novo produto, serviço ou processo.  3) Etapa da ideação  A ideação compreende a geração de ideias alinhadas com os desafios priorizados na etapa anterior e a apresentação das mesmas, sem julgamento.  Portanto, indica-se que os colaboradores pensem fora da caixa e ousem em suas explanações. E é exatamente por isso que o design thinking demanda uma equipe multidisciplinar, diversa e heterogênea.  Ferramentas como brainstorming , cardápio de ideias e matriz de posicionamento podem potencializar essa fase. Para tanto, é importante que ninguém se sinta constrangido e que a comunicação ocorra livremente entre os membros do projeto.  Nesta ocasião, pontos que precisam ser aprimorados também podem ser identificados.  4) Etapa do protótipo  Após percorrer todos esses caminhos, a equipe seleciona oficialmente as ideias mais produtivas frente à resolução do problema.  Além disso, há a definição dos planos de ação, metas do projeto, bem como a testagem dos protótipos dos produtos e serviços criados através do design thinking.  Somente após os testes, que podem conter várias fases e períodos de comparação entre uma opção e outra, é que os colaboradores decidem se uma ideia está apta a ser implementada imediatamente ou deve passar por melhorias.  5) Etapa da implementação  A última etapa do design thinking é a mais aguardada entre gestores e colaboradores de uma organização.  Afinal, é na implementação que a ideia ou solução de problema, desenvolvido por todas as demais fases anteriores, é apresentada ao público.  Após a testagem, há a garantia de que o projeto está apto a ser lançado no mercado ou que a solução está pronta para ser utilizada nos processos internos do negócio.  ——————————- De modo geral, o importante das etapas do design thinking é a adequação da técnica às especificidades de cada empresa e de cada projeto.  Como uma alternativa mais criativa de resolução de problemas ou de criação de produtos, serviços e processos mais arrojados, a atividade acaba impulsionando o desenvolvimento de outras áreas do negócio.  É bastante comum, por exemplo, que a comunicação, o trabalho em equipe, o aprendizado contínuo, dentre outras habilidades, sejam  potencializadas empresas que usam o design thinking. >>>> É da área de Tecnologia da Informação e deseja compreender como o design thinking pode otimizar seus projetos e carreira? Inscreva-se no curso da Escola Superior de Redes e aprenda os passos iniciais para a criação de modernos frameworks através de abordagens de inovação. 


    10/03/2023
  • Design Thinking na TI
    Métodos Ágeis e Inovação

    Design Thinking na TI: benefícios e como implementar essa metodologia

    Dentre as metodologias ágeis de trabalho, o design thinking é uma das mais conhecidas. Por ser bastante versátil e adaptável, pode ser aplicada em negócios variados, de portes, setores e segmentos diferentes, como é o caso do uso de design thinking na TI.  Optar por essa ferramenta é também se aliar à inovação e à uma resolução colaborativa de problemas. Se essa é a proposta da sua organização, continue a leitura!  Abaixo você fica por dentro dos benefícios desta prática para a área da Tecnologia da Informação, assim como compreende como implementá-la.  O que é falar de design thinking na TI?  De forma geral, as equipes de TI costumam ser bastante operacionais. Estimular sua criatividade, além de dinamizar as tarefas do dia a dia pode ser um caminho muito favorável para que os colaboradores desse setor se aproximem dos clientes e construam soluções ainda mais efetivas.  A proposta do design thinking na gestão de TI é exatamente essa: proporcionar uma ferramenta suficientemente flexível, visual e que exercite habilidades emocionais, estéticas e cognitivas do time. Como consequência desse processo há uma gestão do departamento muito mais humanizada. Adotar essa metodologia como parte da gestão de TI favorece a cultura de inovação, que deve ser uma característica fundamental da área, e capacita os profissionais para observarem uma demanda do cliente/usuário de forma mais atenta e focada nas suas necessidades.  7 Benefícios de utilizar design thinking na TI  1) Promove o pensamento colaborativo  Como design thinking é uma metodologia que prioriza as soluções construídas em conjunto, é uma ótima prática para aproximar os colaboradores e dar visibilidade às ideias de cada um deles.  Dessa forma, optar por design thinking na TI é também apostar em uma maior integração dos funcionários e possivelmente maior motivação para a execução do trabalho.  2) É uma estratégia adaptável  Já falamos disso no início do conteúdo, mas é preciso pontuar novamente que o design thinking é tão versátil que, dentro de uma mesma área, como a TI, ele pode ser aplicado a diferentes rotinas e atividades.  Qual time de tecnologia não gosta de adaptação e soluções completas?  3) Potencializa resultados Quando se faz uso dessa forma inovadora de se organizar processos corporativos, a organização passa a ter mais robustez para estruturar serviços inteligentes e integrados exatamente à demanda do usuário.  Por isso, os resultados – seja na elaboração de melhores estratégias, soluções e serviços, ou no retorno de investimentos – serão alcançados com maior facilidade.  4) Auxilia nas previsões do setor  Com o design thinking, os gestores deste setor conseguem ter uma visão holística da área.  A metodologia contempla mecanismos que são capazes de auxiliar tomadas de decisão mais assertivas e de contribuírem para o conhecimento das necessidades de melhorias do segmento.  5) Contribui para a cultura de inovação.  Ter uma boa equipe de TI nas empresas já não é um diferencial no ecossistema empreendedor. É preciso que os colaboradores e a área em si sejam inovadores.  É nesse cenário que está alocado um dos principais impactos da utilização do design thinking: a contribuição para a cultura de inovação.  Uma vez que essa metodologia permite o trabalho em conjunto e foca sua operação na demanda do usuário, exercita também, o tempo todo, o pensamento inovador, o compartilhamento de informações e sensação de segurança para que os profissionais ousem mais ao criar estratégias.  6) Possibilita soluções de alto valor agregado  Utilizar design thinking na gestão de TI indica dedicar maiores esforços sobre os desejos, demandas e queixas do usuário.  Assim, a formulação de soluções (novas ou ajustadas) para os clientes tende a ser mais precisa, efetiva e com alto valor agregado.  7) Incentiva a alta performance  Como benefício de usar design thinking na TI também está a melhoria de performance da equipe. O profissional consegue ter uma visão completa da empresa, do seu setor e dos produtos e serviços que desenvolve.  A partir desse conhecimento, melhora a sua performance por compreender exatamente o início e fim dos processos – os que ele faz parte e os que tangenciam a sua área. Além disso, por incentivar a desconstrução da rigidez característica do setor, bem como incentivar a flexibilização e a criatividade, o design thinking leva os times de TI a pensarem fora da caixa.  Como implementar o design thinking na gestão de TI Para implementar qualquer metodologia ágil nas organizações, é necessário preparar um solo fértil para mudanças! É preciso abrir mão do convencional e da ideia do “sempre fiz assim”, para receber a inovação.  Por isso, o time é parte essencial nesse processo. Algumas práticas também são fundamentais, bem como: Remodelar o ambiente de trabalho: criar mecanismos para otimizar o planejamento de processos e compreender que o foco deve ser maior nas necessidades do usuário. Incentivar o olhar ao próximo: como parte principal do design thinking é compreender a demanda do usuário, os especialistas desse setor precisam exercitar a empatia na hora de propor soluções. Por isso, incentivar que eles observem uma demanda como se eles a tivessem gerado, é um exercício indispensável para o sucesso dessa estratégia. Saber o que deve ser resolvido: o planejamento é a combinação perfeita do design thinking. Criar uma etapa de imersão para definir as necessidades do usuário, fazer pesquisas exploratórias ou de referências, identificar o escopo de trabalho do projeto e o seu limite, além de procurar por respostas multidisciplinares para as demandas, é fundamental para a implementação da ferramenta. Investigar: se a empatia for incentivada entre o time de TI, essa etapa fica fácil. Os colaboradores devem se colocar no dia a dia do cliente, desenhar personas, seus desejos e necessidades, com o objetivo de tornar mais clara a visualização das demandas do usuário. Usar a força da equipe: depois da execução dessas etapas e atividades, reúna a equipe a ouça as suas percepções – faça o conhecido brainstorm. Compile as observações e avalie qual faz sentido para o projeto. Testar a solução criada: faça um protótipo das discussões, produzindo um MVP (produto mínimo viável). Dessa forma, a área de TI executa testes com clientes e observa falhas do projeto para poder corrigi-las. Escolher como medir: a mensuração é essencial! Escolha as métricas que irão direcionar a avaliação de resultados da solução desenvolvida por meio do design thinking.  Estar disponível para recomeçar: os métodos ágeis, em geral, preconizam ciclos mais curtos para o desenvolvimento de novos produtos ou funcionalidades – o popular conceito de sprint, que são ciclos que variam entre 1 semana e 1 mês, para garantir a agilidade. Por isso, é importante saber recalcular rotas ou aprofundá-las de acordo com os resultados de cada ciclo. Por exemplo, ao final de cada sprint elaborado com essa estratégia ágil avalie o que deu certo e o que não deu tão certo assim. A partir disso, realize ajustes para um próximo ciclo. Assim como pede uma parte principal do design thinking: se adapte, transforme o que for preciso, redirecione as engrenagens e parta rumo a um novo desafio.  ___________________________________________ Cada vez mais as transformações sociais, digitais e de comportamento requerem serviços que coloquem o ser humano como protagonista!  Por isso, investir em design thinking, seja na TI, ou em qualquer outro setor das empresas, é caminhar ao lado das demandas da atualidade.  As organizações possuem diversos desafios que precisam ser tratados de uma forma diferente, que gere empatia, defina objetivos, crie novas ideias, desenvolva protótipos e realize testes. Com o curso online de Design Thinking da ESR você tem acesso à essa abordagem que permite encontrar soluções inovadoras e atua na mudança para um mindset criativo, que gere valor e inovação.  Confira detalhes sobre o curso aqui!


    04/03/2022
  • Pessoas planejando EXIN no post-it
    Métodos Ágeis e Inovação

    Por que você deve obter uma certificação de Metodologia Ágil Scrum com o EXIN?

    Voltados à simplificação de problemas complexos e à habilitação para solucioná-los de forma eficiente, os métodos ágeis e o framework Scrum representam a base do mundo ágil que conhecemos hoje. Aqui em nosso blog, já aprofundamos estes conceitos e explicamos a importância da metodologia Scrum para o gerenciamento de projetos e equipes de TI. Obter uma certificação em Scrum pode ser um grande diferencial na carreira de profissionais da área. É um passo importante para aprofundar conceitos sobre as metodologias ágeis e participar de processos seletivos que exigem comprovação de conhecimentos. Neste artigo, vamos falar a respeito de uma das principais certificações em Scrum, a Agile Scrum Foundation do Exin, para a qual a ESR oferece um curso preparatório exclusivo.  A certificação em Agile Scrum Foundation é interessante para profissionais que trabalham em áreas como o gerenciamento de projetos, desenvolvimento de software, gerenciamento de serviços de TI e gerenciamento de negócios. Vamos resumir o que diferencia o programa EXIN Agile Scrum e como ele se compara a outras certificações Agile e Scrum. O artigo cobrirá também o tipo de conteúdo que você pode esperar da certificação, os diferentes níveis de certificação e o lado prático de obter a certificação.  ESTRUTURA DO PROGRAMA EXIN O programa EXIN Agile Scrum consiste, ao todo, em 5 certificações. Cada certificação se alinha a uma função em uma equipe Scrum. Uma equipe Scrum inclui (desenvolvimento) membros da equipe, um Scrum Master, um Product Owner e (nem sempre) um Agile Coach.  EQUIPE SCRUM Muitos dos programas oferecidos começam com a certificação de Scrum Master. No entanto, se você está começando no Agile, provavelmente não começaria como um Scrum Master imediatamente. É por isso que o EXIN oferece o Agile Scrum Foundation.  Esta certificação de nível básico tem como objetivo fornecer a todos os profissionais que são novos no Agile as informações de que precisam para se integrarem a uma equipe Scrum de forma contínua. O exame cobre os principais conceitos, processos e práticas. É ideal não apenas para membros da equipe de desenvolvimento, mas também para qualquer pessoa que precise ter um entendimento básico do que é Agile e como ele pode ser aplicado para melhorar os processos de trabalho. Conforme você progride em sua carreira Agile, você tem a escolha entre se tornar um Scrum Master, Product Owner ou Agile Coach. Neste caso, o EXIN tem uma certificação adequada para cada uma dessas funções para garantir que um profissional que obtiver a certificação EXIN possa imediatamente assumir uma função específica em sua equipe. SCRUM MASTER O Scrum Master é responsável por apoiar e auxiliar a Equipe Scrum. Eles fazem isso facilitando os diferentes eventos Scrum e removendo obstáculos para a equipe. Profissionais certificados em EXIN Agile Scrum Master terão um conhecimento sólido de como treinar, treinar e apoiar sua equipe em seu trabalho. PRODUCT OWNER Depois de ganhar experiência suficiente, você pode considerar o próximo passo em sua carreira. Um movimento típico para Scrum Masters que desejam assumir mais responsabilidades é se tornar um Product Owner. O Product Owner se concentra nas necessidades do cliente e da empresa. Seu papel é maximizar o valor do negócio. Eles também são responsáveis ​​pelo Backlog do Produto e por garantir que as histórias de usuários sejam claras para a equipe Scrum. AGILE COACH O nível mais alto no programa de certificação EXIN Agile Scrum é EXIN Agile Coach. Como o nome indica, esta certificação se concentra apenas no Agile. Ele aborda práticas fundamentais Agile, como facilitar a mudança e técnicas de treinamento. Os profissionais passam por uma minuciosa sessão de avaliação, que visa validar sua experiência prática. OS BLOCOS DE CONSTRUÇÃO DO PROFISSIONAL EM FORMA DE “T” Na última década, a relevância das habilidades em “T” aumentou dramaticamente. Elas se tornaram mais importantes porque, por meio da digitalização de diferentes domínios, as funções cotidianas estão se tornando mais complexas. Você não precisa mais apenas saber sobre sua área de especialização, mas também precisa entender como sua especialidade se relaciona com outras pessoas ao redor dela. Para ser capaz de compreender o contexto mais amplo, você precisa se tornar um profissional em forma de T. A barra vertical do T representa sua especialidade. Para se tornar um profissional em em forma de T, você precisa estender seu conhecimento aos domínios ao seu redor, para que possa contextualizar sua especialização. Esse conhecimento contextual constitui a barra horizontal do T. O EXIN criou dois novos tipos de caminhos de certificação para apoiá-lo na obtenção de suas habilidades em forma de T. EXIN Certified Integrators se concentram no conhecimento contextual que você precisa das especialidades que se conectam à sua. Por outro lado, as certificações EXIN Career Path irão ajudá-lo a trabalhar em direção à especialização de longo prazo de sua escolha, concentrando-se em uma função. Existem 2 dessas certificações alinhadas com o programa Agile. Se você deseja desenvolver seu conhecimento mais amplo em torno do Agile e do gerenciamento de serviços, pode optar por trabalhar em projetos de metodologias ágeis alinhados aos EXIN Certified Integrator Agile Service Projects. Se você já trabalha em Gerenciamento de Serviços e deseja assumir uma função mais especializada, pode escolher nossa certificação EXIN Agile Service Manager. ESCOLHA COMO FAZER SEU EXAME EXIN Depois de fazer seu treinamento no curso preparatório oferecido pela ESR, você pode realizar o exame da Exin de uma das duas maneiras. Online com EXIN Anywhere ou offline com um treinador ou em um centro de teste. Se optar pelo online, você fará um exame monitorado online ou ao vivo. Isso significa que, depois de terminar de estudar e quando estiver pronto, você pode agendar seu exame online através do site do EXIN. Assim que tiver pago, você poderá definir a data do teste em 21 dias. Antes de fazer o exame, você terá que escolher entre monitoração por vídeo ou ao vivo. Monitoramento de vídeo significa que sua sessão de exame é gravada. Essa filmagem é então revisada por um inspetor para verificar se você seguiu as diretrizes do exame. Com a supervisão ao vivo, um inspetor monitora em tempo real enquanto você faz seu exame. Quando estiver treinando com um parceiro EXIN, você fará o exame sob a supervisão dele no final da sessão. Se você mora na Holanda, também pode optar por fazer o exame em um centro de testes, mesmo que não tenha feito o treinamento. BENEFÍCIOS DE CERTIFICAÇÃO EXIN Ao ser aprovado no exame, você também receberá um selo digital. Este selo é uma credencial digital que inclui informações verificáveis sobre a certificação e as habilidades que você adquiriu. Depois de receber seu emblema, você pode compartilhá-lo facilmente com sua rede, adicionando-o ao seu perfil do LinkedIn ou compartilhando-o via Facebook ou Twitter. Compartilhar seu crachá também significa que você pode obter reconhecimento imediato por seu trabalho árduo! Como bônus, ao contrário de algumas certificações Scrum, nenhuma das certificações EXIN está sujeita a uma taxa de renovação. Depois de passar, você sempre será certificado em EXIN Agile Scrum. TABELA COMPARATIVA EXIN Scrum Alliance Scrum.Org Scrum Study Conteúdo inclui informação sobre o mindset Agile e práticas Scrum Sim Sim Não Não O programa inclui um certificado de iniciante para profissionais em começo de carreira Sim Sim Sim Não Caminhos claros para certificação para diferentes funções em uma equipe Scrum Sim Não Sim Sim Disponível em múltiplos idiomas À exceção do Exin Agile Coach, disponível entre 6 e 11 idiomas Inglês e Português Apenas Inglês Inglês e Espanhol Candidatos são supervisionados durante o treinamento Sim Não Não Apenas em exames avançados Certificações de nível avançado incluem treinamento e tarefas práticas Sim Não Não Não Parte de plano de carreira certificado Sim Não Não Não Candidatos bem-sucedidos recebem uma insígnia digital gratuita Sim Sim Sim Não Sem custos de renovação Sim Não Sim Sim Ficou interessado em obter sua certificação? Confira o curso preparatório da ESR para a Certificação Agile Scrum Foundation da Exin.  Fonte: https://www.exin.com/agile-scrum/why-should-you-get-an-agile-scrum-certification-with-exin


    30/09/2021
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    Métodos Ágeis e Inovação

    Saiba porque o Framework Scrum é a base do mundo ágil

    Voltados à simplificação de problemas complexos e à habilitação para solucioná-los de forma eficiente, os métodos ágeis e o framework Scrum representam a base do mundo ágil que conhecemos hoje. Seja dentro das organizações ou em projetos pessoais, a organização promovida pela aplicação do Scrum surte resultados que impressionam e cativam. Por isso o método vem sendo amplamente utilizado e cada vez mais aderido em todo o mundo. Através do Scrum é possível dividir grandes tarefas em atividades individuais, para que possam ser executadas por mais pessoas ao mesmo tempo e, assim, ganhe-se em escalabilidade e agilidade na entrega final. No entanto, é primordial para a compreensão e aplicação dos conceitos conhecer mais sobre eles, entender como se diferenciam e como você pode se beneficiar de cada um deles. Continue a leitura e confira! O que são métodos ágeis O conceito da metodologia ágil, ou Agile, para utilizar a nomenclatura original, é um conjunto de práticas baseadas nos valores do Manifesto para Desenvolvimento Ágil de Software, ou só Manifesto Ágil. A ideia geral por trás do Manifesto, assinado por profissionais de TI de todo o mundo, é a de direcionar o foco de toda e qualquer ação para a geração de maior valor agregado e satisfação completa do cliente. Inicialmente o Manifesto tem como foco o desenvolvimento de software, porém ao começarem a aplicá-lo, as organizações identificaram que seus benefícios podem ir para muito além deste ramo. Alguns dos valores que mais demonstram esta aplicabilidade são a colaboração, a auto-organização e a implementação de equipes interdisciplinares. Diversas empresas hoje atuam com esses elementos como norte de suas práticas, e isso é uma forma de aplicação dos métodos ágeis no dia a dia da organização. O que é Scrum Agora que entendemos o que são os métodos ágeis, fica mais fácil identificar o que é o framework Scrum. Trata-se de uma estrutura metodológica com um conjunto de instruções utilizadas para implementar os métodos ágeis. Ou seja, fazendo uma analogia com o universo da matemática, o framework Scrum está contido (⊂) em métodos ágeis. O método Scrum foi criada pelos desenvolvedores Ken Schwaber e Jeff Sutherland na década de 1990 e desde então vem sendo aprimorada a cada ano. De forma resumida, o framework prevê a criação de equipes pequenas e multidisciplinares para a realização de tarefas dentro de um mesmo projeto, sempre priorizando a colaboração entre os indivíduos e a prática constante de feedbacks. Com base nisso, gestores de diferentes times conseguem organizar seus processos e orientar o trabalho para resultados alinhados aos objetivos micro de cada área e gerais da organização. Tudo isso de forma ágil, inteligente e eficiente. Quais os benefícios do framework Scrum Um dos assuntos que mais se ouve falar atualmente é a necessidade das organizações de melhorar a eficiência de suas equipes para reduzir tempo e recursos empregados em cada tarefa. A competitividade faz com que a qualidade do produto não seja mais o único diferencial, mas também os processos por trás de sua construção e a forma de entrega. Com base no que vimos anteriormente sobre o framework Scrum, fica evidente que o método pode ajudar — e muito! —, principalmente se você atua no desenvolvimento de um produto concreto, porém não exclusivamente. Isso porque a palavra da vez é a agilidade, e os métodos ágeis, assim como o framework Scrum, contribuem muito positivamente para atingi-la. Através do método Scrum é possível, em questão de horas, identificar gaps e gargalos na operação e transformá-los em oportunidades de melhoria e otimização. Com isso, é possível encontrar soluções de forma mais certeira para os diferentes problemas encontrados em cada um dos setores da sua empresa e testá-las com velocidade para minimizar ao máximo os possíveis impactos. Assim, hora de reuniões são transformadas em minutos, decisões são tomadas de forma mais ágil e os processos são simplificados originando resultados cada vez mais eficientes. Como aplicar métodos ágeis e o framework Scrum na sua empresa A dinâmica do método Scrum envolve diferentes atores, eventos e nomenclaturas, que servem para organizar e orientar o trabalho das equipes que seguirão este framework. Você pode se aprofundar sobre isso em diferentes conteúdos disponíveis no nosso blog, porém o que queremos que você saia deste artigo sabendo é sobre como aplicar na sua empresa. O principal ponto neste sentido, além da mudança de mentalidade que será necessária caso a sua organização ainda não seja tão aberta para este assunto, será designar pessoas para os cargos descritos no Scrum e listar prioridades. A partir disso iniciam-se as rotinas e eventos previstos no framework Scrum, como as reuniões regulares, os sprints. Esta é a etapa que envolve maior planejamento e na qual a sua equipe vai precisar estar mais conectada para evoluir coletivamente o projeto em questão dentro do framework. Em resumo, é fundamental que você compreenda os princípios básicos que norteiam os métodos ágeis e o framework Scrum para, assim, poder partir para um processo de implementação deles na sua empresa. Ficou mais claro com a leitura deste artigo porquê você precisa do Scrum desde já no seu dia a dia? Então confira nosso calendário de cursos para se aperfeiçoar ainda mais no tema!


    01/04/2021
  • Framework Scrum como a base do mundo ágil
    Métodos Ágeis e Inovação

    Framework Scrum como a base do mundo ágil

    Voltados à simplificação de problemas complexos e à habilitação para solucioná-los de forma eficiente, os métodos ágeis e o framework Scrum representam a base do mundo ágil que conhecemos hoje. Seja dentro das organizações ou em projetos pessoais, a organização promovida pela aplicação do Scrum surte resultados que impressionam e cativam. Por isso o método vem sendo amplamente utilizado e cada vez mais aderido em todo o mundo. Através do Scrum é possível dividir grandes tarefas em atividades individuais, para que possam ser executadas por mais pessoas ao mesmo tempo e, assim, ganhe-se em escalabilidade e agilidade na entrega final. No entanto, é primordial para a compreensão e aplicação dos conceitos conhecer mais sobre eles, entender como se diferenciam e como você pode se beneficiar de cada um deles. Continue a leitura e confira!   O que são métodos ágeis O conceito da metodologia ágil, ou Agile, para utilizar a nomenclatura original, é um conjunto de práticas baseadas nos valores do Manifesto para Desenvolvimento Ágil de Software, ou só Manifesto Ágil.  A ideia geral por trás do Manifesto, assinado por profissionais de TI de todo o mundo, é a de direcionar o foco de toda e qualquer ação para a geração de maior valor agregado e satisfação completa do cliente. Inicialmente o Manifesto tem como foco o desenvolvimento de software, porém ao começarem a aplicá-lo, as organizações identificaram que seus benefícios podem ir para muito além deste ramo. Alguns dos valores que mais demonstram esta aplicabilidade são a colaboração, a auto-organização e a implementação de equipes interdisciplinares. Diversas empresas hoje atuam com esses elementos como norte de suas práticas, e isso é uma forma de aplicação dos métodos ágeis no dia a dia da organização.   O que é Scrum Agora que entendemos o que são os métodos ágeis, fica mais fácil identificar o que é o framework Scrum. Trata-se de uma estrutura metodológica com um conjunto de instruções utilizadas para implementar os métodos ágeis. Ou seja, fazendo uma analogia com o universo da matemática, o framework Scrum está contido (⊂) em métodos ágeis. O método Scrum foi criada pelos desenvolvedores Ken Schwaber e Jeff Sutherland na década de 1990 e desde então vem sendo aprimorada a cada ano. De forma resumida, o framework prevê a criação de equipes pequenas e multidisciplinares para a realização de tarefas dentro de um mesmo projeto, sempre priorizando a colaboração entre os indivíduos e a prática constante de feedbacks. Com base nisso, gestores de diferentes times conseguem organizar seus processos e orientar o trabalho para resultados alinhados aos objetivos micro de cada área e gerais da organização. Tudo isso de forma ágil, inteligente e eficiente.   Quais os benefícios do framework Scrum Um dos assuntos que mais se ouve falar atualmente é a necessidade das organizações de melhorar a eficiência de suas equipes para reduzir tempo e recursos empregados em cada tarefa. A competitividade faz com que a qualidade do produto não seja mais o único diferencial, mas também os processos por trás de sua construção e a forma de entrega. Com base no que vimos anteriormente sobre o framework Scrum, fica evidente que o método pode ajudar — e muito! —, principalmente se você atua no desenvolvimento de um produto concreto, porém não exclusivamente. Isso porque a palavra da vez é a agilidade, e os métodos ágeis, assim como o framework Scrum, contribuem muito positivamente para atingi-la. Através do método Scrum é possível, em questão de horas, identificar gaps e gargalos na operação e transformá-los em oportunidades de melhoria e otimização. Com isso, é possível encontrar soluções de forma mais certeira para os diferentes problemas encontrados em cada um dos setores da sua empresa e testá-las com velocidade para minimizar ao máximo os possíveis impactos. Assim, hora de reuniões são transformadas em minutos, decisões são tomadas de forma mais ágil e os processos são simplificados originando resultados cada vez mais eficientes.   Como aplicar métodos ágeis e o framework Scrum na sua empresa A dinâmica do método Scrum envolve diferentes atores, eventos e nomenclaturas, que servem para organizar e orientar o trabalho das equipes que seguirão este framework. Você pode se aprofundar sobre isso em diferentes conteúdos disponíveis no nosso blog, porém o que queremos que você saia deste artigo sabendo é sobre como aplicar na sua empresa. O principal ponto neste sentido, além da mudança de mentalidade que será necessária caso a sua organização ainda não seja tão aberta para este assunto, será designar pessoas para os cargos descritos no Scrum e listar prioridades. A partir disso iniciam-se as rotinas e eventos previstos no framework Scrum, como as reuniões regulares, os sprints. Esta é a etapa que envolve maior planejamento e na qual a sua equipe vai precisar estar mais conectada para evoluir coletivamente o projeto em questão dentro do framework. Em resumo, é fundamental que você compreenda os princípios básicos que norteiam os métodos ágeis e o framework Scrum para, assim, poder partir para um processo de implementação deles na sua empresa.   Ficou mais claro com a leitura deste artigo porquê você precisa do Scrum desde já no seu dia a dia? Então confira nosso calendário de cursos para se aperfeiçoar ainda mais no tema!


    04/03/2021
  • como gerar novas ideias na sua empresa?
    Métodos Ágeis e Inovação

    Como gerar novas ideias na sua empresa?

    Um dos principais motores de crescimento das empresas hoje em dia, independente de seu setor de atuação, é a capacidade de gerar novas ideias. Empresas que ficam estagnadas sob qualquer aspecto tendem a ficar para trás em um cenário tão competitivo onde a cada dia novas organizações surgem. Por isso, é fundamental a compreensão de como métodos ágeis e inovação caminham lado a lado como propulsores deste processo. A começar pelo fato de que a própria implementação de métodos ágeis em uma organização já demonstra grande interesse da mesma em fazer diferente. A aplicação de métodos ágeis, como veremos mais a fundo a seguir neste artigo, demanda um importante preparo cultural dentro da empresa, desde as lideranças até os times operacionais, para fluir com sucesso. Ao aplicá-los, então, as empresa mostra ter esse diferencial inovador. Na sequência, temos o grande objetivo por trás das metodologias ágeis, que é o aumento de produtividade e a otimização dos processos através de ciclos curtos com melhorias contínuas. Esse cenário inevitavelmente gera inovação para dentro da empresa. Continue lendo este artigo para entender melhor os motivos por trás disso.   O que são e como funcionam os métodos ágeis Conforme já abordamos em outros conteúdos aqui do nosso blog, métodos ágeis são conjuntos de práticas que buscam tornar os processos de uma empresa menos burocráticos, mais eficientes e totalmente centrados nas pessoas que utilizam o produto final em questão. Este tipo de metodologia teve origem a partir do Manifesto Ágil, conjunto de valores criado por profissionais de TI que tinham o desejo de investir em novas formas de desenvolver softwares. Hoje em dia as metodologias não se aplicam mais somente a este setor, mas a todo e qualquer processo que as empresas desejem otimizar. Existem hoje diferentes frameworks utilizados para aplicação de métodos ágeis dentro das organizações e processos, como Scrum, Kanban, Lean, entre outros. Cada um deles conta com o seu próprio fluxo de realização das atividades, no entanto, todos têm o mesmo grande objetivo final: obter máxima eficiência nos processos internos da empresa. Está começando a entender como isso se relaciona com inovação? Vamos adiante!   Métodos ágeis e inovação: porque estão diretamente relacionados Quando pensamos em projetos grandes, compostos por várias etapas, é comum imaginar que os resultados dele só poderão ser analisados ao final de todo o processo. Vamos a um exemplo relacionado à raiz dos métodos ágeis, que é o desenvolvimento de softwares.  Se uma equipe de desenvolvedores está envolvida na criação de uma nova feature para um software de forma conjunta, os testes somente poderão ser realizados quando todos tiverem finalizado suas atividades. Já se pensarmos nesta mesma situação porém com equipes menores cuidando de diferentes seções desta entrega de feature, é possível identificar que cada uma dessas etapas já poderá passar pelos seus próprios testes antes de reunir todas na entrega final. Isso agrega para o processo um alto índice de agilidade e produtividade, uma vez que não se faz mais necessário esperar a feature inteira ser desenvolvida para que os testes tenham início. Com testes feitos mais cedo, é possível identificar de forma precoce quaisquer possíveis falhas na usabilidade ou na programação e corrigi-las antes que a entrega seja completada, e até mesmo antes que chegue ao usuário. Aí é que está a ideia da inovação e de como ela se conecta com os métodos ágeis. Através de processos fracionados que abrem espaço para o desenvolvimento de novas ideias dentro de frameworks disruptivos é possível se fazer inovação. Dentro das pequenas equipes que os métodos ágeis preveem são feitas diferentes rodadas de palpites, processos de brainstorming e debate de ideias, o que contribui para construir um ambiente altamente fértil para o surgimento da inovação. Novas ideias surgem a todo momento em todo lugar e por qualquer pessoa, no entanto, quando aliadas a processos estruturados como os métodos ágeis, suas chances de encontrarem terra firme para se desenvolver — e obterem sucesso — são muito maiores. Confira a seguir, no último tema do nosso artigo de hoje, como implementar métodos ágeis e inovação na sua empresa.   Como implementar métodos ágeis e inovação na sua empresa Por se tratar de um processo inovador como um todo, desde sua concepção, é preciso entender os métodos ágeis como uma nova cultura que precisará se tornar parte do seu dia a dia e da sua realidade. Por isso, os primeiros passos para implementar métodos ágeis e inovação através deles na sua organização envolvem o estudo sobre esse tipo de metodologia, aprofundamento em processos ágeis de gestão e em como engajar os times para que se motivem a participar da metodologia.  Com tudo esclarecido dentro da organização, o segundo passo será definir projetos de teste para a metodologia começar a ser aplicada e desenvolvida. Esta etapa é importante para que as lideranças e as equipes comecem a se habituar com as atividades novas que virão com as metodologias e possam acompanhar a evolução e metrificar os resultados obtidos nesses testes. Por fim, a empresa deve se tornar ávida por experimentação e testes, e entender que isso vai fazer parte da rotina e do surgimento e prosperidade da inovação. Através de processos ágeis é possível prototipar e criar novos produtos ou funcionalidades em tempos muito menores do que o padrão. Importante para a implementação de métodos ágeis e inovação nas empresas é pensar sempre nos valores do Manifesto Ágil de colocar o cliente final no centro de todos os processos e decisões, compreendendo suas necessidades e expectativas, e de entregar resultados valiosos e acurados no menor tempo possível para gerar valor.   Como gerar ideias inovadoras na sua empresa Levando em conta todos estes processos aqui apresentados, fica evidente os benefícios que os métodos ágeis trazem para a geração de ideias inovadoras na sua organização, certo? Então, confira a seguir um resumo dos principais elementos que devem ser analisados com maior atenção para alcançar este objetivo: envolva e engaje toda a sua equipe, principalmente vendedores e profissionais do atendimento que estão na linha de frente com os clientes, nos processos de inovação. Eles são as pessoas que mais conhecem o público e lidam diariamente com os feedbacks e sugestões, não subutilize este potencial; faça uma análise completa do cenário de onde a sua empresa está partindo, entendendo o que já existe de processos, que gargalos são mais urgentes de serem resolvidos e que ideias inovadoras podem ajudar a solucioná-los, sempre de acordo com a estratégia da empresa; capacite a sua equipe de gestão, pois é fundamental que as lideranças estejam altamente alinhadas à cultura de mudança e inovação para que o processo tenha êxito; revise, replaneje e aprenda com o processo em todos os momentos. Extrair insights de cada etapa de inovação que você passar dentro da empresa será fundamental para tornar esse caminho cada vez mais alinhado e eficiente. Se você quer saber mais sobre métodos ágeis e inovação e preparar as bases para começar a aplicar esses processos na sua empresa, confira nosso calendário de cursos e continue aprendendo!


    29/01/2021
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    Métodos Ágeis e Inovação

    Certificação Scrum: conheça as principais do mercado

    Certificação Scrum: conheça as principais do mercado A entrega de produtos e serviços cada vez mais alinhados às necessidades dos consumidores está diretamente ligada às competências de agilidade e inovação dentro das equipes de tecnologia. E o desenvolvimento deste tipo de habilidade não surge sem algum estudo e prática, de modo que a certificação Scrum pode ser importante no processo. O Scrum é um framework dentre os diversos da metodologia ágil que prevê a utilização de ferramentas do desenvolvimento iterativo e incremental para otimizar os processos e gerar mais valor aos clientes na ponta final. Para gerenciar equipes dentro deste framework, ou até mesmo para integrá-las, é preciso contar com um conjunto de habilidades fundamentais ligadas ao método ágil e a práticas inovadoras. Confira neste artigo uma breve apresentação do framework e conheça os diferentes tipos de certificação Scrum disponíveis no mercado para você se capacitar. Como funciona o framework Scrum Diferente de uma metodologia, que é um conjunto de métodos e técnicas cientificamente comprovadas como sendo eficazes para atingir determinados objetivos, o Scrum é um framework de trabalho. Ou seja, é um modo de trabalho, uma estrutura de conceitos e caminhos sugeridos para serem aplicados dentro de processos englobados pela metodologia ágil. A seguir, entenda como funciona este framework e porque a certificação Scrum é fundamental para embasar a atuação dos profissionais. O Scrum é composto por três elementos principais, que são a equipe (também muito conhecida como Scrum Team, pela nomenclatura original), a estrutura principal (que são os backlogs e sprints) e os eventos e cerimônias (que são pequenos rituais realizados pelas equipes para garantir o funcionamento fluido de todo o resto. Vamos aos detalhes. Scrum Team Dentro das equipes Scrum existem três papéis principais com suas respectivas atribuições e características de perfil profissional. São elas: Scrum Master (SM), que é o líder da equipe; Product Owner, responsável pelo fluxo operacional da equipe; e os Developers, que são os profissionais responsáveis pelo desenvolvimento operacional do projeto.  Conhecer os diferentes tipos de certificação Scrum disponíveis será fundamental para você direcionar o caminho pelo qual deseja se especializar de acordo com o tipo de função que pretende desempenhar dentro de uma equipe Scrum. Estrutura principal O trabalho dentro do framework Scrum se concretiza através de backlogs e sprints, onde há listas organizadas de todos os itens e tarefas necessárias para concluir uma ação ou produto. Assim, faz parte da rotina das equipes Scrum ter sempre em vista esses momentos de organização e de desenvolvimento prático pensando no objetivo e prazo final, para não haver atrasos. Eventos e cerimônias Para garantir o fluxo de trabalho, as equipes se reúnem em eventos e cerimônias ao longo de períodos de tempo previamente definidos. Como é o caso dos Daily Meetings, que são encontros diários para validação de tudo que foi feito no dia anterior, o que será feito naquele dia e quais os principais desafios; ou então das reuniões de planejamento, revisão e retrospectiva da sprint, onde são alinhadas as tarefas a mais médio prazo.  Importância da certificação Scrum Fizemos aqui até agora somente um breve resumo do que é previsto para o trabalho com o framework Scrum, e já deu para perceber o nível de dedicação e conhecimento exigidos para fazer parte. Além deste motivo, que diz respeito à capacitação profissional para atuar com este framework, a certificação Scrum é muito bem vista pelo mercado, de modo que ao obtê-la, o seu currículo ganha muitos pontos perante uma vaga de trabalho nesta área. Estes são os principais benefícios de obter uma certificação Scrum, além de que isso posiciona você como um profissional dedicado, que teve interesse, disponibilidade e competência para se qualificar no assunto e agora está pronto para atuar com excelência. Existem diferentes empresas que emitem certificados relacionados ao framework Scrum, todas através do estudo do método e da realização de um exame final e todas com capacidade reconhecida para preparar o profissional para esta atuação.  Conheça a seguir os principais tipos de certificação Scrum disponíveis no mercado e analise qual faz mais sentido para o seu perfil profissional. Scrum Alliance O foco desta certificadora fundada pelos dois criadores do framework Scrum são as transformações organizacionais, promovendo pesquisa, adoção e networking a respeito do Scrum. São exemplos de certificações disponíveis através da Scrum Alliance: Certificação Scrum Master (com dois dias inteiros de duração e um exame ao final, devendo ser renovado a cada dois anos); CSM avançado (após um ano de experiência como Scrum Master); Certificado Scrum Professional (para maior aprofundamento, disponível para profissionais com experiência de, no mínimo, dois anos como SM nos últimos cinco anos de carreira). Scrum ORG Aqui a responsabilidade de criação da empresa ficou somente com um dos criadores do Scrum após abandonar a empresa anterior pensando em abranger um pouco mais os diferentes papéis dentro de uma equipe Scrum. Pela Scrum ORG, existem três tipos de certificação Scrum disponíveis: Certificação Scrum Master (que, sem a necessidade de um curso oficial presencial, exige somente o exame e capacita os profissionais a atuarem como SM, Scrum Master Associado, Product Owner e até mesmo Coach ou Mentor); Professional Scrum Product Owner (que já prepara mais para esta função dentro do framework, trazendo visões mais específicas); Professional Scrum Developer (que capacita profissionais para atuarem como Developers dentro da equipe Scrum). SCRUMStudy Idealizada por um grupo de profissionais indianos, a empresa certificadora SCRUMStudy é uma das mais recentes no mercado e atua com a maior variedade de tipos de certificação Scrum dentre as demais empresas. Essas certificações têm como base o SBOK (Scrum of Body Knowledge), guia das melhores práticas do Scrum. São elas: Scrum Fundamentals Certified (certificação gratuita que capacita sobre princípios e conceitos básicos do framework Scrum); Scrum Master Certified (capacitação específica para a função de SM); Scrum Developer Certified (capacitação específica para a função de Developer); Scrum Product Owner Certified (capacitação específica para a função de PO); Expert Scrum Master Certified (aprofundamento nas expertises do Scrum para escalonamento de grandes equipes). EXIN Dentre as empresas que emitem certificação Scrum, a EXIN é uma das mais reconhecidas pela sua certificação ITIL, também muito importante no meio da TI. No que diz respeito ao Scrum, a certificadora disponibiliza somente de uma categoria, que é: Agile Scrum Master (um pouco mais abrangente do que as demais, e consequentemente menos aprofundada, a certificação aborda práticas de Scrum e Metodologias Ágeis combinadas com tarefas práticas do dia a dia, capacitando especialmente profissionais que têm interesse em cargos de gerenciamento). Os exames variam entre 150 e 400 dólares para realização, dependendo da empresa, e as certificadoras possuem diferentes métodos, objetivos e reputações no mercado. Por isso, conhecer as opções e analisá-las é sempre muito importante! Analisar as diferentes alternativas de certificação Scrum antes de escolher qual você deseja fazer é fundamental para encontrar o que mais se adapta à sua necessidade. Além disso, contar com essa base será primordial para profissionais que desejam atuar com métodos ágeis e inovação dentro das suas organizações.  Por isso, anote as dicas deste artigo e confira nosso calendário de cursos! Lá, temos o curso preparatório para Certificação Agile Scrum Foundation (ASF) pelo EXIN no formato EaD no qual você pode se inscrever agora mesmo e já começar a se preparar. Se tiver dúvidas, não deixe de falar com a gente!


    22/01/2021
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    Métodos Ágeis e Inovação

    Como os métodos ágeis podem ajudar no dia a dia das empresas?

    Como os métodos ágeis podem ajudar no dia a dia das empresas? Dentre os diversos aprendizados que a pandemia de Covid-19 trouxe para o universo do trabalho e das empresas a implementação de métodos ágeis para tornar os processos mais eficientes foi um dos principais.  Pensando especialmente sob o ponto de vista do home office, diferentes práticas precisaram ser implementadas para garantir que os fluxos existentes antes do isolamento social se mantivessem fluidos e funcionais. Métodos ágeis podem ser empregados em diferentes camadas de uma empresa, para a construção de variados processos. O que vamos abordar neste artigo, no entanto, tem foco no desenvolvimento ágil de softwares e em seu impacto no dia a dia das organizações.  Vamos lá! Manifesto para Desenvolvimento Ágil de Software Para começar nosso assunto vamos resgatar o princípio de tudo: o lançamento do Manifesto para Desenvolvimento Ágil de Software, ou somente Manifesto Ágil. O Manifesto foi uma forma encontrada pelos profissionais de TI de todo o mundo de estarem unidos em prol do objetivo de tornar o desenvolvimento de softwares um processo com maior valor agregado e focado na satisfação do cliente. Assim, o objetivo dos signatários é o de contribuir para “descobrir maneiras melhores de desenvolver software” modificando um pouco a lógica de raciocínio vigente na maior parte das empresas passando a valorizar: indivíduos e interações acima de processos e ferramentas; software em funcionamento acima de documentações abrangentes; colaboração com o cliente acima de negociação de contratos; e a resposta a mudanças de forma rápida acima de seguir planos pré-desenhados. Isso mostra uma maneira diferente de enxergar e praticar o desenvolvimento de software todo o processo por trás. Softwares são, acima de tudo, desenvolvidos para serem utilizados por pessoas. Assim, o Manifesto permite aos profissionais que o seguem se conectar com o que é mais intrínseco à essência deste trabalho, proporcionando a implementação de métodos ágeis ao longo de todo o desenvolvimento de um projeto de software. Para isso, o Manifesto Ágil segue uma determinação de 12 princípios básicos, sobre os quais são fundamentadas todas as decisões e processos implementados. Por trás dessa definição está a vontade genuína de ajudar as empresas desenvolvedoras de softwares — ou que tenham alguma relação com eles dentro de seus processos —  a se tornarem mais produtivas e imbuídas de propósito em seu dia a dia. Empresas que se utilizam de métodos ágeis em seus processos precisam passar por toda uma mudança de mentalidade e cultura interna para que as coisas funcionem bem. Isso porque, através de métodos ágeis, as empresas colocam os clientes e os colaboradores em primeiro lugar, seguindo o princípio “Construa projetos em torno de indivíduos motivados. Dê a eles o ambiente e o suporte necessário e confie neles para fazer o trabalho”. Se isso por algum motivo não fizer sentido para a sua empresa, é possível que a implementação de métodos ágeis enfrente obstáculos no caminho. Vamos ver agora de forma prática como isso se conecta ao dia a dia da sua empresa. Quais os impactos dos métodos ágeis para empresas Para deixarmos o conceito bastante claro, métodos ágeis são diferentes frameworks que permitem uma gestão de projetos mais eficiente de forma colaborativa e rápida. Os métodos mais conhecidos e utilizados pelas organizações são: Scrum, eXtreme Programming e Kanban. A grande sacada por trás desses métodos está no que também é muito tratada como a filosofia das startups: errar rápido para corrigir rápido, e assim também aprender e evoluir com maior velocidade. Isso impacta diretamente na redução de custos da empresa, uma vez que uma funcionalidade do software que dentro de um processo rápido de testagem demonstra falhas pode ser corrigida antes de ir ao ar, ou se já tiver ido, pode usar todo o embasamento dos métodos ágeis para ser reparar o mais rápido possível e evitar o máximo de danos ao cliente final. Aí já está mais um dos princípios do Manifesto Ágil: “Contínua atenção à excelência técnica e bom design aumenta a agilidade”. Além disso a aplicação de métodos ágeis proporciona também vantagens competitivas para o cliente com o uso da solução. Isso porque ao ter acesso a uma tecnologia mais bem lapidada e redonda o cliente terá menores custos e mais agilidade em seu dia a dia, podendo ainda se tornar um promotor da sua marca. Scrum: o método mais utilizado Dentre os frameworks possíveis o Scrum é um dos mais utilizados em todo o mundo. Os motivos para isso são simples: MVP, times auto-organizados e monitoramento de times. O grande objetivo do Scrum é focar os projetos na divisão de etapas de rápida realização (sprints) para proporcionar entregas constantes e motivar o time na execução das tarefas. Em novembro de 2020 foi lançado o novo Guia Definitivo do Scrum, que pretende padronizar e definir as principais diretrizes para aplicação da metodologia. Segundo os autores a intenção do documento é funcionar como uma atualização do Guia lançado em 2010 considerando que padrões, processos e insights vão sendo modificados e adaptados em diferentes contextos. Saiba mais sobre as novidades do Scrum! Pensando em como isso pode ajudar as empresas em seu dia a dia chegamos no conceito de Lean Office, que tem como objetivo tornar a vida dos escritórios — que durante a pandemia se fundiram com as casas das pessoas — mais enxuta e objetiva. Trazendo esse processo para dentro do setor de TI temos grandes ganhos do ponto de vista de produtividade, agilidade e redução de custos. Por último, mas com certeza não menos importante, os princípios do Manifesto Ágil “Pessoas de negócio e desenvolvedores devem trabalhar diariamente em conjunto por todo o projeto” e “Simplicidade — a arte de maximizar a quantidade de trabalho não realizado — é essencial” demonstram a importância da implementação. Com uma cultura de métodos ágeis toda a organização se mobiliza em torno da busca por resultados melhores e mais rápidos, incluindo nisso as cúpulas de diretoria das empresas, que precisam se envolver com os times de desenvolvimento — ou ao menos saber o que está sendo feito — para que esse processo esteja orientado aos objetivos e metas da empresa. Além disso, feito é melhor do que perfeito. Ou seja, a simplicidade também entra com muita força nos métodos ágeis para tornar os processos menos complexos e mais rápidos. Todas essa são vantagens e benefícios que a sua organização pode extrair do uso deste tipo de metodologia. Confira o calendário de cursos da ESR para começar a se especializar ainda mais em metodologias ágeis para a área de TI. Temos sempre conteúdos novos em nosso blog, aproveite e continue acompanhando também!


    10/12/2020
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    Métodos Ágeis e Inovação

    Novidades em métodos ágeis: tudo sobre o Scrum 2020

    Novidades em métodos ágeis: tudo sobre o Scrum 2020 Métodos ágeis para gestão de equipes e processos são cada vez mais implementados em organizações de diferentes portes e segmentos. Dentre as metodologias mais utilizadas, destaca-se o Scrum, que tem como foco a divisão de etapas de rápida realização dentro de cada projeto pensando em gerar entregas constantes e a sua continuidade fluida. Neste ano de 2020, em que tantas mudanças aconteceram, uma delas que veio para muito bem daqueles que se utilizam e aplicam o Scrum dentro de seus métodos ágeis foi o lançamento do Guia Definitivo do Scrum, versão 2020.  Este documento se trata de uma atualização do Guia lançado em 2017 pelos precursores da metodologia, Ken Schwaber e Jeff Sutherland, e reúne as principais diretrizes e padronizações para aplicação da metodologia Scrum. Neste artigo você vai ficar por dentro de tudo que diz respeito a métodos ágeis e ao Scrum como um de seus carros-chefe. Acompanhe! Métodos ágeis e Scrum: o que são Lançado para o mundo originalmente em 1995 por Ken, Jeff e outros coautores, como Mike Beedle e Martine Devos, o artigo intitulado “Scrum: A Pattern Language for Hyperproductive Software Development” trazia um primeiro rascunho do que viria a se tornar este método hoje tão utilizado. O artigo era um compilado de algumas práticas que Jeff já utilizava desde 1993 nas empresas em que trabalhava. Pensando na metodologia como uma linguagem de padrões, o grande objetivo era encontrar formas padronizadas de solucionar os principais desafios recorrentes das organizações. Assim se caracteriza também a essência do que são os métodos ágeis, hoje utilizados internamente nas empresas para otimizar o máximo possível de processos. Ao olhar para cada detalhe de um projeto e direcionar equipes ou pessoas para a execução de cada atividade, é possível minimizar as chances de falhas e assim obter um resultado de maior qualidade e agilidade na entrega final. Por isso esse tipo de metodologia, principalmente o Scrum, vem apresentando um aumento significativo de adesão pelas empresas e seus gestores. Mas e como os métodos ágeis são aplicados? Vamos entender um pouco melhor de como funciona no caso do Scrum. Aplicação de métodos ágeis e Scrum nas empresas Como vimos, o uso de métodos ágeis e Scrum nas empresas passa pela exigência básica de que a empresa esteja aberta a implementá-los. Por isso, é primordial caso a sua organização deseje trabalhar com este tipo de metodologia que haja uma mudança de mentalidade em direção a pensamentos mais inovadores. A partir do momento em que a sua empresa já se encontra neste momento de abertura, será preciso direcionar pessoas específicas para liderar os métodos ágeis internamente. Isso porque criar um fluxo de Scrum para cada organização é diferente, devido ao cenário atual e objetivos traçados, e porque existem profissionais especializados neste tipo de projeto. É o caso do Scrum Master, profissional que não necessariamente precisa vir da área de tecnologia, mas que tem vasto conhecimento em gestão de projetos e processos para aplicar métodos ágeis. Este profissional deve flertar também com as áreas de gestão de pessoas e liderança, pois irá atuar como um líder técnico e precisará interagir, se comunicar e facilitar o dia a dia das equipes que liderar. Este profissional é um profundo conhecedor do framework de Scrum, sendo capaz de adaptá-lo a qualquer organização. No dia a dia de trabalho tem como principais atribuições potencializar o trabalho das equipes e garantir que todos estejam na mesma página sobre a metodologia e seus objetivos de aplicação na empresa. Para isso, é fundamental ter conhecimento sobre as principais novidades do mercado, possibilidades de aplicação e atualização das diretrizes do próprio Scrum dentro dos métodos ágeis. Se você está nesta área, não perca a seguir: o que mudou com o lançamento do Scrum 2020. Guia do Scrum 2020: o que mudou? O novo documento lançado em 2020 tem como principal diferencial o fato de estar mais enxuto: de 19 páginas o material passou a ter 13, o que agrega simplicidade e praticidade àqueles que pretendem acompanhá-lo. Isso faz também com que o Scrum Master, ou seja, o profissional responsável pela aplicação deste método ágil dentro da empresa, passe a ter maior responsabilidade de criar e implementar novas formas de aplicação internamente. Dentre as principais atualizações encontradas, destaca-se a definição do Scrum como um método simples e que abarca processos de toda a empresa, e não é somente um projeto isolado dentro de uma equipe de TI que quer “inventar moda”. Além disso, a metodologia foi descrita pela primeira vez no guia 2020 como embasada e sustentada pelo pensamento Lean, o que é um grande ganho para facilitar o seu entendimento. Scrum Team Além da nomenclatura ter mudado no guia do Scrum 2020, mudou também o tamanho definido para essas equipes. A mudança no nome se deu pois o termo não foi traduzido para Time de Desenvolvimento como era no guia 2017, mas se mantém como Scrum Team independente do idioma para o qual se for traduzir. Isso traz um ganho de verossimilhança à cultura e linguagem originais, além de manter uma identidade maior. Scrum Teams são as equipes que trabalham com a metodologia aplicada a algum projeto ou produto, e a partir das novas diretrizes publicadas no guia 2020 elas deverão ter, no máximo 10 pessoas. Essas equipes, de acordo também com o novo guia, passam a ser auto-gerenciadas, termo que foi alterado em relação ao guia de 2017 e remete mais a uma ideia de squads autônomos. As equipes são compostas por Scrum Master, Product Owner e Developers, de acordo com o novo guia. São suas principais características e atribuições: Scrum Master: é o líder da equipe, responsável pela eficácia do Scrum Team e pela implementação das melhores práticas em prol dos objetivos e resultados desejados; Product Owner: é o profissional responsável pelo backlog da equipe, atuando diretamente na adequação do produto desenvolvido às necessidades reais do mercado; Developers: são as pessoas que colocam a mão na massa no desenvolvimento — que não é somente de software — das ações relacionadas ao projeto. Sprints e eventos do Scrum Outra mudança relevante que afeta o dia a dia das equipes é relacionada aos eventos do Scrum, ou seja, as sprints e demais rituais que envolvem as rotinas das equipes. No guia 2020, fica mais claro que os backlogs podem ser refinados conforme necessário e que as sprints podem, sim, ser canceladas caso as suas metas venham a se tornar obsoletas. Ainda no tópico de sprints, fica definido no novo guia do Scrum que o Sprint Planning deve ser o momento inicial de todo Sprint, e precisa abordar três tópicos principais: para que aquele sprint tem valor; o que pode ser feito naquele sprint; e como o trabalho escolhido pode ser realizado. Outras rotinas envolvidas em métodos ágeis como o Scrum são o Daily Scrum, Sprint Review e Sprint Retrospective. Estas se tratam de reuniões periódicas, que podem ser diárias, semanais, mensais ou conforme o período que durar um determinado projeto, e servem para a equipe se alinhar sobre o que está acontecendo, quais os principais desafios e resultados e como o processo pode ser otimizado em próximas oportunidades. Estes momentos passaram por pequenas alterações de texto no novo guia que tornam as suas aplicações mais claras para os Scrum Teams e facilitam a compreensão e objetivos. No entanto, a ideia geral segue a mesma. Neste artigo você viu um pouco mais sobre métodos ágeis e Scrum, levando em consideração principalmente as principais alterações ocorridas com o lançamento do novo Guia do Scrum 2020. Esses temas são parte do seu interesse dentro da atuação em projetos de TI e você deseja se qualificar cada vez mais neles para se especializar? Então confira nosso calendário de cursos e inscreva-se!


    03/12/2020
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    Métodos Ágeis e Inovação

    O que é Design Thinking?

    Design Thinking é um conjunto de ferramentas que ajuda no pensamento crítico, retirado do design para a área de negócios e inovação. Dentre as diferentes metodologias inovadoras utilizadas por empresas para criar processos e produtos cada vez melhor adaptados aos consumidores, o Design Thinking se destaca por uma série de razões.  Primeiro porque é uma forma inovadora de organizar ideias de maneira simples, ágil e com planejamento. Segundo porque busca sempre trazer para o mercado a melhor versão de tudo que a empresa faz. E terceiro porque reúne competências do design como a criatividade e estudo do público, com habilidades analíticas e estatísticas promovendo uma convergência dos dois mundos em prol do desenvolvimento dos negócios. Antes de nos aprofundarmos mais na metodologia é fundamental esclarecer um ponto: assim como na área das metodologia ágeis — como Kanban, Agile e Scrum —, a implementação do Design Thinking precisa ser muito bem planejada pelos gestores para que haja efetividade. Isso porque na maior parte das vezes as organizações não são acostumadas a lidar com processos colaborativos e inovadores com estes, o que pode provocar certa resistência no início, e até gerar gargalos pela falta de prática e experiência dos envolvidos.  Metodologias colaborativas e de criatividade precisam de ambientes que as favoreçam, então para implementar Design Thinking na sua empresa, alguns estudiosos entendem que é necessário antes realizar uma análise completa do cenário atual, compreenda onde estão os pontos mais críticos da sua operação, leve a ideia ao time e estabeleça novas práticas para que os processos possam fluir de forma satisfatória.  Contudo, é sempre importante contar com profissionais especializadas para fazer a análise do seu cenário e avaliar quantas etapas será necessário implementar antes de colocar o Design Thinking em prática. Agora sim, vamos ao Design Thinking. Como funciona o Design Thinking Como o próprio nome da metodologia sugere, Design Thinking é o pensamento do design. Na prática, podemos dizer que a metodologia busca promover abordagens originadas na área do design, com aqueles elementos de criatividade e pensamento crítico aos quais já nos referimos anteriormente, porém aplicadas à realidade e objetivos de um negócio. A ideia do pensamento de designer foi proposta originalmente por Tim Brown, CEO da consultoria de design norte-americana Ideo. Para ele, pensar como designer é ir além, investigar todas as possibilidades acerca de uma situação, produto ou serviço e alcançar níveis elevados de inovação para trazer a melhor experiência e os melhores resultados. Assim, o foco sempre será o cliente final da sua empresa, e a ideia por trás da metodologia é a de pensar nas melhores soluções para os diferentes desafios do dia a dia da organização. Não é milagre, mas um novo olhar orientado para a resolução de problemas de forma criativa, simples e ágil. A proposta da metodologia de Design Thinking precisa ser plantada em solo fértil e a empresa que se dispuser a aplicá-la precisa estar preparada estruturalmente para receber seus resultados. A metodologia é construída de forma colaborativa — mais um princípio do design que defende que uma mente sozinha pode muito menos do que várias juntas — e ao longo do processo são gerados diferentes insights que servirão para a geração de resultados no fim do processo. Por isso a importância da mudança de mentalidade da organização antes de iniciar qualquer passo desta metodologia. O espírito da empresa terá que ser como o das startups, que se utilizam — e muito — dessas metodologias criativas, aplicam diferentes termos também comuns a este universo, e podem servir como inspiração quando a empresa for estudar seu cenário e entender as possibilidades dentro da sua própria realidade. É importante entender que a empresa não precisa mudar completamente do dia para a noite, os passos podem ser lentos. Pode-se iniciar com pequenas mudanças como uma gestão não tão verticalizada e a criação de uma cultura de dar e receber feedbacks entre o time melhorando a proximidade e confiança, por exemplo. Pequenas mudanças que ao longo do tempo podem culminar em um cenário favorável ao desenvolvimento e aplicação do Design Thinking. Etapas para a aplicação da metodologia O Design Thinking é uma metodologia que pode ser aplicada a negócios de qualquer porte, segmento e área de atuação. Isso porque a metodologia conta com alguns passos básicos para implementação em que serão desenhados objetivos e metas particulares para cada organização.  Dessa forma, não há limitações por parte da metodologia sobre o que pode ou não ser feito, o limite vai estar na capacidade de execução de cada organização, e será definido com a criação de objetivos e prazos factíveis dentro de cada realidade.  Confira as principais etapas gerais do Design Thinking e faça uma análise sobre como cada uma delas pode fazer sentido para a sua empresa. 1. Imersão A etapa inicial do processo é essa que já mencionamos algumas vezes por aqui, mas que agora recebe um nome especial. A imersão trata-se da análise de cenário da empresa e entendimento dos principais problemas ou desafios que precisam ser solucionados.  É interessante já começar a envolver a sua equipe desde essa etapa, coletando depoimentos dos funcionários, feedbacks dos clientes e analisando todos os insumos que falem sobre o seu negócio e a sua solução para localizar possíveis pontos de melhoria. Além disso, contar com o acompanhamento de dados e analisar informações para melhorar a tomada de decisão já é importante nesta etapa, antes de partir para a ideação, para contar com as melhores alternativas desde o início do processo. 2. Ideação A fase da ideação costuma vir logo após a imersão, onde já com os problemas mapeados, a equipe se reúne para pensar em possibilidades de solução. Aquela criação de confiança e de aproximação da equipe que mencionamos antes vai ser fundamental para que todos se sintam à vontade para participar, dar ideias e contribuir. Aqui vale contar com um profissional preparado para facilitar e conduzir esse momento. Pode ser alguém da gestão, mas também pode ser um profissional ou consultor externo, dependendo da maturidade da sua empresa e das necessidades identificadas junto ao time.  O que precisa ficar claro para todos é que não tem palpite errado, não tem ideia ruim: todas as sugestões são bem vindas e podem se transformar e se adaptar conforme são colocadas na mesa. Uma ideia de uma pessoa pode ser complementada por algo que outro colega pensou e dali sair uma solução inovadora para um dos desafios mapeados, por exemplo. Por isso, todas as ideias são válidas nessa etapa! No entanto, seguir algumas regrinhas básicas pode ser muito útil, confira! O bacana do Design Thinking é a possibilidade de mesclar as áreas criativa e de exatas, então uma opção também para a etapa da ideação é analisar dados que reflitam os problemas mapeados e que possam também contribuir para encontrar melhores soluções. Números de vendas, pesquisas de satisfação, comentários nas redes sociais, enfim. Todos podem ter experiências que contribuem para o processo como um todo. 3. Prototipagem Este é o momento de reunir todas as ideias criativas sugeridas na etapa anterior e aplicar a elas um filtro para identificação das que podem fazer mais sentido para o momento e apresentar maiores chances de dar certo. Novamente, a proposta da metodologia de Design Thinking, também para a etapa de prototipagem, é que essa seleção seja feita em equipe de forma colaborativa. A escolha em grupo transmite a sensação de que todos estão fazendo parte da construção dos novos rumos do negócio e evita que uma ideia preterida seja motivo de desengajamento do funcionário que a propôs, por exemplo, pois ele estará presente na análise de todas as ideias geradas e irá compreender todas as razões para cada escolha. MVP e Lean O desenvolvimento da solução ou produto em si é muitas vezes considerada como a última etapa do Design Thinking, porém para aplicação prática, considera-se como um momento após este processo.  Aplicando isso ao contextos dos negócios, é neste momento, já com as ideias consolidadas, que a empresa irá partir para a prática e desenvolver ou aplicar o que foi definido. Este momento já costuma ficar com, por exemplo, uma metodologia ágil no estilo do Scrum. Novamente temos aqui a colaboração como chave, desta vez pensando nas áreas da empresa como um todo: desde produto, passando por marketing e pessoas, até  a TI. Todos que puderem se envolver, de acordo com o plano traçado na etapa de prototipagem, precisam dar seu máximo para aplicar as soluções inovadoras. Na sequência do desenvolvimento, e às vezes até em paralelo, vem uma etapa de análise dos resultados. Conforme a implementação se dá, a depender do tipo de solução que se está aplicando, já é possível obter insights sobre os resultados e compreender se aquela foi mesmo a melhor solução para aquele determinado problema ou se ainda há algo que possa ser otimizado. Aí o processo todo tem início outra vez e se repete de forma cíclica sempre que houver a demanda pela criação de novas soluções. Design Thinking nas empresas Após termos passado por todos os pontos de apresentação da metodologia de Design Thinking, o que queremos que você entenda é: a ideia geral é que essa prática traga melhorias ao negócio como um todo. Então, se o seu negócio trabalha com segurança de redes, por exemplo, como cada funcionário pode contribuir para a melhoria do serviço prestado? Por meio do Design Thinking a gestão da empresa consegue identificar caminhos por onde pode seguir para transformar o serviço prestado e elevar os níveis de entrega, deixando os clientes cada vez mais satisfeitos e tornando-os promotores da sua marca. Pode parecer uma grande viagem, mas se você consultar maiores informações e conversar com profissionais que já aplicaram Design Thinking em suas organizações, vai perceber que a metodologia pode, sim, ajudar muito no desenvolvimento de melhores práticas para o seu negócio, seja ele da área que for. Quer aprender mais sobre design thinking? Confira nosso calendário de cursos e inscreva-se já!


    06/11/2020