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Blog da ESR

  • smart technology and global network element of this image are furnished by nasa scaled 1
    Administração de Sistemas

    O que se espera de um administrador de sistemas especialista em virtualização em nuvem?

    A tecnologia tem se desenvolvido a passos largos nos últimos anos. O que antes demandava espaço, energia e condicionamento ideal para uma boa manutenção de hardwares, atualmente é substituído pelo contexto crescente da virtualização de sistemas.  Com isso, os profissionais de tecnologia da informação (TI) também precisaram se adaptar e conquistar conhecimentos que estão além do funcionamento das máquinas físicas ou das máquinas virtuais.  Neste conteúdo você compreende um pouco melhor o papel de um administrador de sistemas frente à crescente tendência de virtualização em nuvem.  O que é virtualização de sistemas?  Provavelmente esse é um tema batido para a sua rotina, entretanto é importante sedimentar o conhecimento para que possamos avançar sobre o que um administrador de sistemas faz frente a este cenário que se configura há quase uma década.  De forma geral, a virtualização de sistemas diz respeito à utilização de uma máquina física, também chamada de host, como hospedeira para um ou mais sistemas operacionais virtuais.  Em termos técnicos, virtualização de sistemas operacionais é a tecnologia de criação de uma máquina virtual para funcionar dentro de um sistema operacional. Essa nova máquina é o que possibilita a execução de sistemas operacionais e softwares distintos que podem ser experimentados e testados pelo usuário. Por meio da virtualização de servidores o profissional consegue otimizar tarefas e, consequentemente, resultados. Por isso, essa é uma das principais apostas do mercado e, cada vez mais, demanda profissionais que saibam detalhadamente os processos da virtualização em nuvem. Existem inúmeras vantagens de se investir neste tipo de tecnologia, como redução de custos operacionais, menor gasto energético, possibilidade de manutenção de alguma etapa do processo sem que todos os servidores sejam afetados, entre outras particularidades.  Ou seja, se antes eram necessários robustos hardwares e espaço adequado para abrigá-los, agora os servidores em nuvem ganham destaque e demandam conhecimento específico para funcionarem em sua melhor performance.  De acordo com Robert McMillen, consultor de rede com mais de 50 certificações técnicas, ex-presidente fundador da All Tech 1 e professor universitário de Administração de Sistemas, a virtualização usa um software para criar uma camada de abstração sobre o hardware do computador que permite que os elementos de hardware de um único computador host sejam divididos em vários virtuais. O computador original é o computador hospedeiro e qualquer máquina virtual que roda por cima do host são referidos como hospedados ou máquinas virtuais.  Para ele, os virtualizadores de sistema precisam entender que tem dois tipos de máquinas virtuais Tipo 1: O que é preferido no mercado, pois dá acesso direto ao hardware, processadores e disco rígido. Ex: VMware, Hyper-V da Microsoft, KVM, Xen. Tipo 2: Aqueles que se apoiam no sistema operacional primeiro e, por isso, demandam que a virtualização funcione com esse sistema operacional que está por trás. Essa situação pode fazer com que o processo se torne mais lento, ou que pare de funcionar. Tratando-se deste caso, não se pode colocar duas máquinas virtuais, mas ela é indicada para ambiente de teste. Ex: Oracle VirtualBox, Parallels utilizado no Macintosh, Qemu, WMWare Workstation. No Webinar, produzido com a ESR, sobre Virtualização em Nuvem, Robert ainda detalha uma nova tecnologia que se pretende a complementar esse universo, solucionando alguns problemas encontrados nas máquinas virtuais, a chamada conteinerização. Os containers são processos como um webserver, que usam um tipo de virtualização mais leve e rodam em computadores Windows ou Linux, por exemplo. A partir dessa tecnologia, é possível a instalação de um aplicativo que vai se integrar com o sistema operacional e também com bibliotecas dinâmicas incluídas no sistema para poder interagir.  Quando há uma necessidade de alta disponibilidade de aplicativos ou de se deslocar os dados de um servidor para outro, essa tarefa pode ser muito complexa no âmbito das máquinas virtuais. Já os containers funcionam separados do sistema operacional, então podem ser deslocados de um computador para o outro ou pra nuvem em um instante. Só precisam de um host para rodar.  Entre as diferenças de máquinas virtuais e containers estão: Máquinas: mais lentas, precisam de muitos recursos. Podem ser bastante disponíveis e com descolamento, mas para isso precisam deslocar todo o sistema operacional. Sendo impossível fazer isso em partes; Containers: mais rápidos, econômicos e podem “pegar” o que precisam.  Portanto, vemos que a virtualização tem desempenhado um papel fundamental no trabalho de um administrador de sistema e tem em seus produtos possibilidades de ser realizada por diferentes fornecedores, além de hospedada tanto na nuvem quanto localmente. O que se espera de um profissional administrador de sistemas e virtualização em nuvem? Algumas características são essenciais para quem deseja se especializar nesta área.  1) Conhecimento técnico  Certamente o conhecimento técnico sobre os servidores disponíveis e sobre o que é uma virtualização em nuvem é indispensável para o profissional de TI que deseja atuar nesta área.  A ESR possui diversos materiais gratuitos e outros pagos que podem te auxiliar a concluir essa trilha de conhecimento. Confira:  Webinar sobre Virtualização de Sistemas com o Robert McMillen (original/inglês e português) Curso realizado em parceria com a referência em certificações Ascend, curso “Virtualização de Servidores Online (EaD)“. Conteúdo “O que é e como fazer Virtualização de Sistemas Operacionais” Conteúdo “Benefícios da Virtualização em Nuvem” 2) Noções sobre legislação e cibersegurança Como os sistemas virtuais são a chave dessa tecnologia, o administrador de redes precisa estar sempre atualizado sobre ferramentas, protocolos e rotinas de cibersegurança, além de ter conhecimento sobre as legislações do universo digital.  Desta forma garante a segurança das máquinas perante a iminente ameaça de violação de dados, fraudes e afins e também assegura a conformidade de suas operações frente aos ordenamentos vigentes, caso seja necessário em alguma etapa.  3) Atualização de mercado Compreender bem as transformações da área e se aprofundar nos conhecimentos técnicos sobre Internet das Coisas, Cloud Computing, tendências tecnológicas, arquiteturas de software sem servidor,  entre outras atividades é passo essencial de um administrador de sistemas inserido na virtualização em nuvem.  Ou seja, um administrador de sistemas agora precisa entender sobre as infraestruturas de rede e da máquina física, e também sobre como resolver eventuais problemas no decorrer dos processos. 4) Atenção à experiência do usuário Com a ampliação de aplicativos, por exemplo, a satisfação do usuário com os sistemas criados passa a ser um ponto importante de avaliação para os profissionais de TI.  Afinal, observar se um desenvolvimento é funcional ou não pode direcionar outras ideias de produtos e soluções em nuvem no futuro.  Assim, um administrador de sistemas que também seja especialista em virtualização em nuvem deve, além de ter conhecimento sobre hardware e software, refletir sobre como o produto desenvolvido é utilizado pelos usuários finais.  5) Conhecimento sobre as tecnologias disponíveis Com conhecimento técnico cristalizado, o profissional administrador de sistemas precisa saber também quais as tecnologias surgem no segmento e estão disponíveis para o desenvolvimento de softwares e aplicativos. Aliar a sua capacidade de observação do cenário, com a técnica e com a noção de quais ferramentas performam melhor para cada situação é um diferencial interessante para o que o mercado de TI demanda.  ———————————————- Diante disso, os profissionais de TI precisam se conectar cada vez mais às urgências de um mercado que se transforma em velocidade recorde.  A virtualização de sistemas é uma realidade que se solidifica com o passar dos anos e se atualiza à mesma medida.  Para compreender mais sobre esse universo, além do passo a passo sobre como os sistemas operacionais funcionam na prática, assista ao webinar com o especialista, Robert McMillen, na íntegra! 


    12/05/2022
  • Dados estruturados, não estruturados e semiestruturados
    Ciência de Dados

    Dados estruturados, não-estruturados e semiestruturados: diferenças e similaridades

    O universo data abre diversas possibilidades para um profissional da tecnologia da informação se especializar. Neste conteúdo você irá conhecer algumas delas ao entender as diferenças e similaridades existentes entre dados estruturados, não-estruturados e semiestruturados. Em um mundo no qual as informações em nuvem são geradas em velocidade recorde e a atenção do público é requisitada na mesma intensidade por diversas marcas e empresas, é importante compreender como hierarquizar suas estratégias de coleta e interpretação de dados.  Além disso, é preciso ter em mente que, cada vez mais, a Internet é regulamentada em consonância com uma tendência global de tornar o ambiente digital mais seguro e transparente.  Por isso, conhecimento se torna a palavra chave para crescimento de carreira na área. Abaixo você encontrará informações que podem te auxiliar na construção desse processo. Vamos lá? Diferenças entre dados estruturados, não-estruturados e semiestruturados. Falar em estrutura de dados se refere à classificação desses ativos. Os dados podem se apresentar na forma de listas, com processos realizados como numa fila operacional; na forma de árvore, quando há estruturação hierárquica (um elemento principal no topo da árvore seguido dos subordinados a ele); como estrutura de dados grafos, que prevê formas diferentes de relacionar dados, com vértices, ou, nós conectados entre si; por meio da Tabelas Hash, que compreende as estruturas das chamadas tabelas de dispersão, associando chaves de pesquisa a valores pré-definidos; além de outras estruturas, e até de forma não estruturada. Assim, é importante saber que existem três formas básicas de classificá-los: dados estruturados, não-estruturados e semiestruturados. É isso que você irá conhecer de forma mais aprofundada abaixo. O que são dados estruturados?  Dados estruturados são aqueles que, desde a elaboração da estrutura, são pensados estritamente com uma finalidade.  Ou seja, possuem estrutura rígida e previamente definida.  A exemplo disso, quando um banco de dados estruturados é estabelecido, isso é feito de forma específica e não aceita informações diferentes.  Ou seja, se foi desenhado para receber dados numéricos, o banco não aceitará outros formatos.  Como o próprio nome indica, tais estruturas são pensadas antes sequer da existência do dado que será carregado por ali, como é o caso de um formulário online e tabelas de bancos de dados relacionais. A forma de análise dos dados estruturados parte de um padrão que já é conhecido, mas ainda assim requer conhecimentos específicos para construir tabelas em bancos de dados relacionais, por exemplo. Este assunto, os modelos que são criados e a etapa de normalização de dados são temas explorados no curso de Modelagem de Banco de Dados da ESR. Além disso, por não possuírem estruturas que mudam com frequência, esses tipos de dados têm uma análise e processamento “mais fáceis” para um volume menor de dados e estruturas, embora o processamento distribuído de grandes volumes de dados estruturados continue sendo algo bem complexo.  De qualquer modo, para a gestão de transações, os dados estruturados se apresentam como uma melhor opção, na medida em que os mecanismos para garantir a Atomicidade, Consistência, Isolamento e Durabilidade (ACID) destas transações são bem conhecidos.  Em decorrência disso, a confiabilidade dos dados é garantida mesmo em situações extremas, como falta de luz.  Para os demais tipos de dados (não e semiestruturados) garantir todas as características ACID em uma  mesma transação é mais complexo. O que são dados não estruturados?  Os dados não estruturados são aqueles que compreendem cerca de 80% deste universo. Diferentemente do primeiro, não requer estruturas bem definidas, ou padronizadas e podem ser compostos por elementos diversos, comuns ao cotidiano das pessoas.  É o caso de fotos, áudios, vídeos, textos, emojis, etc.  Por não ter uma  estrutura padronizada, o uso de dados não estruturados requer uma observação um pouco mais apurada.  De forma geral, qualquer dado tratado por um computador tem uma estrutura. Um texto longo é composto por uma sequência de letras, números, pontuação e espaços em branco que formam palavras, frases e parágrafos de tamanhos variáveis que poderão abordar variados assuntos.  Uma foto também é composta por uma matriz de pontos, cada uma de uma cor e brilho específicos, que juntos formarão uma imagem que pode ser de uma paisagem, pessoa, ou até mesmo de uma página de um livro. O ponto principal é que não é possível saber previamente o tamanho e o conteúdo/significado dos dados não estruturados. Mas, isso está mudando!  É preciso que, para analisar seu conteúdo, se ensine uma máquina a compreender, fazer a interpretação e os cálculos, por meio de equações de matemática, dos padrões aos quais se pretende observar.  Você certamente já ouviu falar de machine learning e da sua importância para esse tipo de análise complexa de dados, certo? Antes era comum dizer que um computador não conseguia entender uma foto. Entretanto,  agora é possível apresentar um conjunto enorme de fotos, por exemplo, de gatos para a máquina. Cada ponto de cada uma destas fotos carrega informações numéricas sobre sua cor, brilho e outras características.A relação de proximidade entre um determinado ponto e os demais que estão à sua volta para cada região da foto também pode ser calculada. Inúmeras equações matemáticas são realizadas e a máquina é capaz de refinar o entendimento dos resultados de todos estes cálculos que correspondem a fotos de gatos.   É por isso que essa técnica é chamada de aprendizado de máquina e já permite que um computador reconheça fotos de gatos e de inúmeros outros animais e objetos (se tiver sido previamente treinada para fazer este reconhecimento).  Portanto, a principal diferença desse tipo de dado não estruturado  para os demais é que  a organização deles é totalmente aberta. Enquanto nele  não é possível saber o tamanho de cada dado e a classificação do seu conteúdo, nos outros tipos a organização dos dados  está presente em maior (estruturados) e menor grau (semiestruturados).  O que são dados semiestruturados? As classificações destinadas aos dados dizem muito sobre seus comportamentos.  Dessa forma, nos semiestruturados há uma combinação de características de dados estruturados e dados não estruturados. É como se falássemos que o dado semiestruturado tem menos controle do que o estruturado e mais rigidez (menos confusão) do que os não estruturados.  A exemplo desse tipo de dados podemos citar o código HTML que, ao mesmo tempo, não limita a quantidade de informações que você quer e pode coletar, e ainda hierarquiza seus documentos por meio de elementos semânticos. Há também, dentro desse espectro, padrões para intercâmbio de dados usando XML e equivalentes. Representa, em comparação a esses outros dois tipos, uma versão que permite maior escalabilidade e flexibilidade que os estruturados e também mais organização que os não estruturados.  Assim, quando se compara a questão de flexibilidade e escalabilidade de dados, os estruturados, por dependerem de esquemas e serem relacionais, não tem flexibilidade mas são mais escaláveis, enquanto os não estruturados são muito flexíveis, mas, menos escaláveis e, por fim, os semiestruturados se enquadram no meio termo.   _________________________________________________ Portanto, dados estruturados, não-estruturados e semi-estruturados representam uma infinidade de possibilidades de análises, interpretações e utilizações.  De acordo com um levantamento realizado pela plataforma de relacionamentos profissionais, LinkedIn, dentre as 25 profissões que estarão em alta ao longo de 2022, continuarão liderando as posições aquelas ligadas à tecnologia, ciência de dados e design. Portanto, especializações na área podem ser um divisor de águas nos projetos de carreira.  No curso Analista de Dados de Negócios, da ESR – referência em treinamentos para a área tecnologia-, você terá uma formação inicial sobre o tema, conhecendo os principais conceitos e ferramentas utilizadas, compartilhando os casos de sucesso e insucesso e explorando a contribuição do analista de dados de negócio neste resultado.  Saiba mais sobre o curso aqui! Continue conosco por outros conteúdos sobre a área:  Acesso o Blog da ESR ou nossos materiais ricos. 


    28/04/2022
  • Big Data
    Desenvolvimento de Sistemas

    O que analisar e como escolher um banco de dados

    O Social Good Brasil – SGB informou que a quantidade de dados produzidos nos últimos anos é maior do que o já visto em toda a humanidade. Por isso, operar no universo Big Data torna-se cada vez mais complexo e essencial. Você sabe como escolher o melhor banco de dados para a realidade do seu negócio ou do local em que trabalha?  Logo abaixo você confere algumas dicas sobre como escolher um banco de dados e relembre alguns conceitos importantes sobre o tema.  Como escolher um banco de dados em 7 passos  Se você chegou até aqui, já está familiarizado com trabalho com dados, sua conceituação, definições e áreas de atuação, certo?  De forma geral, para recordar, os bancos de dados definem-se na “organização e estruturação dos milhares de dados gerados por diferentes fontes de modo a facilitar sua análise e compreensão”.  Daí vem a importância de contar com bancos de dados que sejam capazes de suprir a necessidade das organizações e também estejam em conformidade com as regulamentações legais da Internet.  Para escolher um que se adeque ao seu projeto você deve pensar que ele precisa obedecer à uma função básica: colecionar dados de forma organizada, que possam ser acessados facilmente em outro momento.   Agora sim, vamos às dicas objetivas:  1) Analise as necessidades do seu negócio Antes mesmo de fazer uma avaliação técnica dos diferentes bancos de dados você precisa conhecer o projeto e a empresa aos quais ele será associado.  Entender as necessidades do negócio, além da projeção de crescimento do mesmo, é parte fundamental do processo de escolha de um banco de dados.  2) Observe a infraestrutura digital  Você precisa decidir entre a possibilidade de se customizar um banco de dados ou de optar por um software que faça isso.  Geralmente, quanto mais complexo um banco de dados é, maior a sua necessidade de customização.  Essa etapa de avaliação requer cuidado e atenção. Afinal, ninguém quer implementar um banco de dados que não será capaz de suprir as necessidades da organização ou projeto, e precisará ser substituído no meio do caminho, certo? 3) Certifique-se da segurança dos bancos de dados  Entender como os bancos de dados se enquadram no quesito “segurança” é importante não só para os negócios que mexem com dados sensíveis.  Atualmente, toda a rede, transações e “relações” em nuvem precisam assegurar que o ambiente digital é transparente, seguro e que segue as legislações vigentes.  Por isso, os bancos de dados além de contarem com criptografias para proteção dos ativos, também precisam oferecer   funcionalidades e recursos que permitam e facilitem que a empresa siga a legislação, como a LGPD.  Por sua vez, o profissional responsável pela administração de um banco de dados deve ter esse conhecimento na hora de escolher com qual trabalhar, uma vez que as não conformidades podem ocasionar sanções às empresas.   4) Saiba quais são os bancos de dados existentes Há diversos bancos de dados que podem ser utilizados. Os principais são:  Bancos de dados relacionais (organização de informações estruturadas em tabelas); Bancos de dados orientados a objetos (representação das informações na forma de objetos); Bancos de dados NoSQL (permite o armazenamento e manipulação de dados mistos, não estruturados ou semiestruturados). Data Warehouses / Data Lakes (repositórios de dados para apoiar consultas consolidadas e permitir o uso de novas técnicas, como é o caso do streaming de dados). Para escolher qual a melhor opção é necessário observar os objetivos e as necessidades por trás do uso desses dados coletados.  5) Elabore um mapa visual dos objetivos do negócio Optar por alternativas visuais pode ser uma otimização no processo de escolha de um banco de dados.  Anote, desenhe, enfim, deixe claro alguns pontos importantes da trajetória da organização, tais quais:  Cenário atual da empresa Recursos disponíveis para investimentos  Objetivos esperados e desejados com um banco de dados.  6) Tenha uma equipe capacitada à frente desse processo Se você é o gestor de uma empresa em busca de um banco de dados eficiente, contrate colaboradores que tenham conhecimento específico sobre o tema.  Investir em uma equipe qualificada significa tomadas de decisão mais assertivas e rentáveis.  Agora, se você é um profissional de TI em busca de novas áreas de atuação, invista em capacitação para administração de banco de dados.  Como falamos anteriormente, a demanda do mercado por esse segmento é grande e estar qualificado é um diferencial.  A ESR, por exemplo, oferece o curso “Administração de Banco de Dados (EaD)“ do dia 18/07/2022 a 28/08/2022, em encontro online que prioriza o desenvolvimento das competências necessárias para administrar o PostgreSQL – sistema gerenciador de banco de dados em software livre que é considerado um dos mais completos e robustos do mercado. 7) Entenda que tudo faz parte de um processo e de um planejamento  Assim como um planejamento financeiro ou de ações anuais, escolher um banco de dados e como fazer a sua manutenção deve seguir uma estratégia. O método de tentativa e erro nesse cenário pode ser bastante prejudicial para o negócio Além disso, a governança de dados precisa estar no radar do profissional que administra banco de dados. Ter uma área exclusiva para as tratativas a respeito dos processos de dados é fundamental.  8) Atualize o seu conhecimento  Essa dica sobre como escolher um banco de dados conversa diretamente com a 6ª, pois indica que o profissional de TI deve estar sempre atualizado e preocupado com a absorção de conhecimento sobre a área.  Existem documentos e treinamentos na Internet que podem te auxiliar nesse processo. Confira três deles abaixo:  Administração de banco de dados: o guia completo 10 dicas de como fazer uma boa administração de banco de dados Administração de Banco de Dados (EaD) ——————————————– Escolher um banco de dados é uma curadoria complexa e bastante específica, sendo responsável pelo sucesso ou fracasso de uma empresa no meio digital.  Além disso, é cada vez mais comum ver empresas usando mais de um tipo de banco de dados, já que diferentes áreas/setores da organização podem ter características e demandas específicas. Em uma realidade “hiper conectada”, deter os conhecimentos acerca do que faz esse ambiente funcionar de forma prática e sem grandes intercorrências é interessante para uma carreira na TI.  Ficou interessado em se especializar em bancos de dados?  Relembre os detalhes do Curso Bancos de Dados da ESR!


    25/04/2022
  • Virtualização em nuvem
    Administração de Sistemas

    6 benefícios de aprender virtualização em nuvem

    Por meio da virtualização de servidores você consegue otimizar tarefas e, consequentemente, resultados. Por isso, essa é uma das principais apostas do mercado, cada vez mais, demanda profissionais que saibam detalhadamente os processos da virtualização em nuvem. Implementar essa metodologia de trabalho traz vantagens não somente para o setor da tecnologia da informação de um negócio, como para os demais departamentos.  Abaixo você fica por dentro dos principais benefícios da implementação da virtualização em nuvem e porquê esse conhecimento precisa estar no seu portfólio de atuação enquanto profissional de TI.  Benefícios de aprender virtualização em nuvem  1) A virtualização em nuvem é uma solução com maior segurança  Não é de hoje que alternativas são elaboradas com o objetivo de barrar a sofisticação dos cibercrimes. A virtualização em nuvem tem a capacidade, por meio de firewalls virtuais, de limitar o acesso de dados e garantir maior segurança à rede.  2) A virtualização em nuvem permite a gestão de crises Quando há algum dano, falha ou cibercrime sob um servidor físico, as reparações desse recurso podem levar muito tempo.  Por isso, contar com um sistema que esteja integrado por meio da virtualização em nuvem permite mais flexibilidades às empresas e mobilidade para, enquanto o hardware é analisado, os demais servidores continuem funcionando e, até mesmo, dando suporte à essa situação.  Diante disso, o gerenciamento de crises é mais eficiente e assertivo.  3) A portabilidade é garantida Esse é um dos benefícios que demonstra a importância de se ter um conhecimento técnico sobre a virtualização em nuvem e sobre os softwares de virtualização.  Na virtualização em nuvem as empresas passam a gastar menos tempo e esforço com manutenções de máquinas físicas, e podem gerir seus servidores com times alocados em qualquer lugar (desde que eles tenham sido previamente autorizados).  Assim, além de ser mais rentável para os negócios, as vagas relacionadas à área superam as antigas barreiras geográficas e podem ser mais frequentes.  Portanto, estar capacitado para esse novo contexto é uma das obrigações dos profissionais que desejam se destacar nos próximos meses e anos.  4) Possibilita a execução de testes sem parar os sistemas  A virtualização em nuvem é responsável por integrar várias máquinas a um sistema e, ainda assim, assegurar as individualidades de cada equipamento.  A consequência dessa característica é que as máquinas virtuais, embora conectadas, trabalham de forma individual permitindo mais controle para seu desenvolvimento e testes.  É a partir dessa condição que desenvolvedores podem operar em uma máquina sem influenciar a outra, otimizando tempo e resultado.  5) É uma solução sustentável  Sabendo que a virtualização em nuvem não requer a existência de múltiplos servidores físicos, percebemos que esse é um avanço da tecnologia que preconiza a sustentabilidade e as diretrizes ecológicas das empresas.  As necessidades de servidor em um sistema de virtualização em nuvem, como manutenção, troca, pegada de carbono, se tornam muito menores.  Uma vez que há menos máquinas físicas, há também menor necessidade de gasto de energia. O que torna essa solução mais ecológica.  6) Destaca os profissionais que dominam a área Por ser uma tecnologia que permite tantos benefícios e vantagens competitivas às empresas, a virtualização em nuvem é uma das grandes tendências da tecnologia da informação.  Várias organizações estão em busca de soluções que ofereçam mais segurança, adequação às legislações sobre a rede, e garantam rentabilidade ao seu dia a dia.  Dessa forma, a especialização em virtualização em nuvem e no conhecimento dos softwares de virtualização pode significar um ponto de transformação na sua carreira.  A ESR possui um treinamento que é referência neste tema, em parceria com a conceituada Ascend.  Com sede nos Estados Unidos, a Ascend Education desenvolve capacitação completa de  TI e conta com anos de experiência prática nos campos de treinamento técnico e de certificações. Para o curso “Virtualização de Servidores Online (EaD)“, ESR e Ascend focam na apresentação de conceitos e das boas práticas da virtualização de servidores, para que o aluno domine como funciona a virtualização, o papel e a função de um hipervisor, o papel e a função de uma máquina virtual e como funcionam as redes virtuais.  Os participantes do treinamento terão acesso também às principais soluções de virtualização do mercado, com laboratórios práticos das soluções da Vmware e Microsoft, realizando a configuração das ferramentas existentes, criando e configurando máquinas virtuais e explorando seus recursos. Também são abordados os conceitos da virtualização em nuvem. Gostou? 🚩 Inscreva-se aqui!  ———————————————– Como vimos acima, são inúmeros os benefícios de aprender os detalhes da virtualização em nuvem – desde mais oportunidades no mercado de trabalho até a garantia de soluções mais rentáveis para o seu ou o negócio em que você é colaborador Esse foi um tema de seu interesse? Continue conosco e aprofunde seu conhecimento sobre os principais softwares de virtualização de sistemas. 


    14/04/2022
  • global connections scaled 1
    Administração e Projeto de Redes

    Protocolo de roteamento BGP para iniciantes: o que é e como usar

    Se você é um iniciante ou admirador da área de TI, provavelmente já ouviu falar do protocolo BGP. Mas, você sabe de fato o que significa o Border Gateway Protocol?  De forma resumida, o BGP é o protocolo de integração de sistemas e informações que permite que a Internet funcione.  Disso vem sua relevância e a indicação para que seu conhecimento seja parte das suas especializações na área.  Afinal, se um dado sai de um lugar e chega a outro, isso ocorre graças ao bom funcionamento dos protocolos de roteamento BGP.  Esse é um tema que te interessa? Continue a leitura para descobrir outros detalhes deste universo.  Por aqui você irá encontrar o seguinte roteiro de conteúdo:  O que é Protocolo BGP  Como funciona o Protocolo BGP  Como começar a sua especialização em Protocolo BGP  O que é Protocolo BGP  Como dissemos anteriormente, o protocolo de roteamento BGP é a tecnologia que permite à Internet seu pleno funcionamento.  A rede é formada por diversas sub-redes, também chamadas de sistemas autônomos (AS), que precisam se conectar e trocar informações entre si. Quem garante que isso seja uma realidade são os protocolos BGP, através da troca de informações de roteamento e acessibilidade entre roteadores de borda   É por meio da utilização de protocolos de roteamento BGP que há o que denominamos popularmente de “correio da Internet”.  Quando há o envio de dados pela Internet, o protocolo BGP é capaz de avaliá-los, observar todos os caminhos existentes na nuvem e ainda escolher a rota mais eficiente para que um tráfego de IP viaje de um ponto a outro.  Dessa forma, é como se os sistemas autônomos (Autonomous Systems, ou AS) fossem agências individuais dos correios e o protocolo BGP o correio em si.  Para os iniciantes na área, é importante compreender que o protocolo BGP, embora seja um dos mais complexos, é também um dos mais importantes, sendo responsável por garantir a troca de informações entre roteadores, avaliando a melhor rota e, também, a mais eficiente.  Principais características do Protocolo de roteamento BGP  Segurança  O Protocolo de Roteamento BGP tem como uma de suas principais características a segurança.  Além da necessidade dos roteadores adjacentes serem configurados manualmente, o protocolo BGP também prevê que nas rotas existam filtros diversos que permitam os ISPs (provedores de serviços de Internet) defenderem suas redes e controlarem o que anunciam para concorrentes.   Avaliação completa Os protocolos de roteamento BGP, responsáveis por troca de informação de roteamento, avaliam de forma completa os possíveis caminhos para esse processo. São observadas informações sobre roteadores conhecidos, endereços alcançáveis, e um custo associado ao caminho para cada roteador.  Dessa maneira, os roteadores da rede trocam informações entre si, se atualizam e escolhem a melhor rota de acordo com todos esses elementos.  Cria estabilidade  O protocolo BGP é aquele que encontra, na falha de uma rota, outra igualmente satisfatória.  O BGP irá tomar decisões de roteamento a partir de regras ou políticas de rede definidas por administradores de rede e, assim, conseguirá auxiliar os roteadores a se adaptarem aos erros ou falhas de uma determinada rota.  É usado de forma interna ou externa O protocolo BGP é utilizado como protocolo de roteamento tanto entre os sistemas autônomos (ASs), quanto dentro de grandes redes de ISP.  No primeiro caso ele ganha o nome de BGP externo, já no último de BGP interno.  Como funciona o Protocolo BGP  Você já sabe que o Protocolo de roteamento BGP é utilizado para trocar informações de roteamento e garantir acessibilidade entre sistemas autônomos (ASs), certo?  Existem roteadores internos nesses sistemas AS que encaminham suas transmissões de saída para os roteadores BGP e, a partir disso, o roteamento BGP entra em jogo para levar essas transmissões aos seus respectivos destinos.  Os peers (pares), que representam cada roteador BGP, irão trocar informações de roteamento entre si, como em uma rede de vizinhos, na forma de anúncios de prefixo de rede. Depois disso, o protocolo BGP analisa o pacote de dados e define em conjunto com sua rede peer vizinha qual a próxima parada dessas informações encaminhadas.  Cada peer é responsável por gerenciar uma tabela com todas as rotas que tem conhecimento para cada rede e também por “divulgar” essas informações para os AS vizinhos.  Resumidamente, os protocolos BGPs irão permitir que os ASs coletem as informações de roteamento de seus sistemas autônomos vizinhos e anunciem os dados depois. O protocolo irá divulgar informação interna dentro de seus próprios sistemas. A figura a seguir ilustra a visão da Internet como uma interligação de ASs. Fonte: NIC.br Para completar o processo, com base em elementos do tipo custo, confiabilidade, velocidade, política de roteamento de uma organização, as informações coletadas nessas trocas, o protocolo BGP irá escolher a melhor das rotas para entregar um tráfego de um local ao outro.  Como começar a sua especialização em Protocolo de roteamento BGP  De forma geral, entender de protocolos é uma das bases de trabalho na área da tecnologia da informação.  É por isso que por aqui, há sempre espaço para aprofundarmos os assuntos relacionados a eles, como foi o caso do detalhamento do Protocolo OSPF.  Nesse caminho, a ESR também oferece um treinamento completo para quem deseja se destacar na atuação com protocolos de roteamento BGP.  O curso “BGP Avançado”, da ESR, apresenta a operação do roteamento BGP de um Sistema Autônomo (AS) de uma organização (Campus Acadêmico ou Empresa) que não opera como um ISP (Internet Service Provider) ou PTT/IXP (Internet Exchange Point), de acordo com as melhores e mais atuais práticas operacionais e de segurança. O treinamento tem carga horária de 16 horas divididas em 2 semanas de duração e mais uma semana de encerramento, e com 2 encontros online por semana com o tutor. Os encontros são ao vivo e têm 2 horas de duração. Achou interessante? Inscreva-se aqui!


    07/04/2022
  • Protocolo OSPF
    Administração e Projeto de Redes

    Como funciona o protocolo OSPF?

    Em tradução livre OSPF (Open Shortest Path First) significa “escolher o caminho mais curto primeiro”. Por isso, entender como ele funciona faz parte das premissas de quem se interessa pela área da tecnologia ou já é um profissional do mercado.  Cunhado em 1988, pelo grupo de trabalho de IGPs (Interior Gateway Protocol), da IETF (Internet Engineering Task Force), o protocolo de roteamento utiliza o tipo link-state para  observar as informações de vários roteadores conectados entre si e escolher qual melhor trajeto para entregar um pacote de rede, de forma mais efetiva. Abaixo você compreende um pouco mais sobre esse conceito e sobre como ele ocorre na prática.  O que é um Protocolo OSPF?  Como dissemos anteriormente, o protocolo OSPF é um protocolo de roteamento no modelo dinâmico.  De forma geral, podemos compará-lo com um GPS que observa as rotas para se chegar a um determinado destino e opta por aquela que será concluída em menor tempo ou sem trânsito.  Assim, o protocolo OSPF consegue analisar, interpretar e registrar dados dos roteadores conectados a um servidor, para, posteriormente, escolher um melhor caminho para entregar os pacotes da rede.  É considerado pertencente à classe dos protocolos de roteamento dinâmico.  Todos os protocolos que priorizam a observação da quantidade de roteadores até chegada do destino são conhecidos como de vetor distância, como RIP, RIPv2 e EIGRP, enquanto os que priorizam chegar mais rápido de acordo com a banda são chamados de protocolos link state (estado de link), como o OSPF e IS-IS.  Dessa forma, o Protocolo OSPF é aquele do tipo link state que, antes de tomar qualquer decisão, irá avaliar a topologia de todos os roteadores integrados aos seus processos, optando pela jornada mais curta para encaminhamento dos pacotes. Como funciona o protocolo OSPF?  Para que o Protocolo OSPF consiga executar essas análises ele faz uso de um programa nomeado como algoritmo Dijkstra – nome do cientista que o desenvolveu, Edsger Dijkstra. Tal algoritmo tem como objetivo registrar um banco de dados central/local com mensagens emanadas de todos os roteadores. A partir daí o OSPF lança mão do algoritmo open shortest path first (OSPF) de Dijkstra para criar uma árvore SPF, que preenche uma tabela de roteamento IP conduzindo os pacotes de rede pelos melhores caminhos.  Quando as redes são configuradas fazendo uso deste protocolo, cada roteador tem uma identificação e todos eles trocam alguns tipos de mensagens entre si. A exemplo disso temos Hello, DBD, LSR, LSU e LSAck. As identificações dos roteadores podem ser definidas manualmente, por meio de interface de Loopback de maior IP, ou em caso de falta de interface de loopback configurada, o roteador utilizará o maior IP entre as suas interfaces. Além disso, o Protocolo OSPF usa a menor distância administrativa (AD), ou seja, a confiança (ou preferência) da origem da rota, para enviar os pacotes. O padrão desse processo é de 110. Dando continuidade, o Protocolo OSPF usa o “custo” como métrica. O custo significa, por sua vez, o tempo que uma mensagem gasta para chegar ao seu destino. Assim, quanto menor o custo, melhor o caminho e o OSPF irá sempre optar por esta opção.  É nesse contexto que há a divisão da topologia dos roteadores em diversas áreas para que elas sejam capazes de contribuir com a sumarização das rotas entre eles e melhore o processamento desses roteadores.  Portanto o Protocolo OSPF também atua por meio de hierarquia estruturada através dessas áreas, avaliando nesse processo o melhor caminho entre os roteadores e o servidor. Pode ser utilizado para projetar e construir redes amplas e complexas. _______________________________________ Quer saber mais sobre como funciona o Protocolo OSPF, seus benefícios, como aplicá-lo na prática e gerar novas oportunidades de emprego e negócios?  No curso da ESR OSPF Avançado (EaD) o aluno terá 04 encontros online para descobrir esse universo e também alternativas para trabalhar com a engenharia de tráfego, mostrando como mudar as métricas e forçar o roteamento por caminhos otimizados.  No treinamento apresenta-se também técnicas para controlar a redistribuição de prefixos utilizando mapas de rota (ou route-maps) e sugestões de boas práticas e metodologia para resolução de problemas. Faça a sua inscrição aqui!  Se você busca saber mais sobre protocolos de roteamento, como Protocolo OSPF e outros, também indicamos o curso da ESR sobre Protocolo de Roteamentos IP. Este curso prepara o aluno para projetar esquemas de roteamento para redes de diversos tamanhos, interligadas ou não a redes sob outra administração. Faça a sua inscrição aqui!  Ah, curte tecnologia ou é profissional da área? Compartilhe o conteúdo com alguém e, logo depois, siga conosco por esse universo.  Principais softwares para virtualização de servidores Web 3.0: o que é, impactos e benefícios da nova era da Internet


    24/03/2022
  • Principais softwares para virtualização de servidores
    Administração de Sistemas

    Principais softwares para virtualização de servidores

    Para falarmos dos principais softwares para virtualização de servidores, é preciso que nós recordemos o conceito por trás dessa tecnologia.  De forma simples, o fenômeno do software de virtualização descreve a possibilidade de um sistema abrigar outros sistemas em um só hardware.  Assim, os softwares de virtualização executam mais tarefas e processos usando o mesmo hardware e convertendo um único vetor de trabalho em várias máquinas virtuais.  Além disso, a definição também se estende para o entendimento de produção e acervo de informação eletrônica em um único espaço – a nuvem.  Por aqui já te mostramos como utilizar a virtualização de sistemas operacionais (vale a pena reler). O próximo passo é conhecer os 4 principais softwares para virtualização de servidores.  Vamos lá?  Os 4 Principais softwares para virtualização de servidores  Principais softwares para virtualização de servidores: Hyper-V  Lançado em 2008, esse é um dos softwares para virtualização de servidores que já vem integrado no Windows 10 e Windows 8.1. Por esse motivo é considerado um dos mais práticos virtualizadores, podendo ser empregado no uso corporativo e caseiro. De acordo com o hardware instalado, é bastante expressivo em alcançar bons resultados.  É indicado para profissionais que estejam começando o processo de virtualização. É o seu caso?  > Conheça o curso da ESR que aborda a Virtualização de Servidores Online e ensina na prática a utilização desse e outros softwares populares no mercado.  Inscreva-se!  2) Principais softwares para virtualização de servidores: VMware vSphere ESXi O VMware vSphere ESXi é considerado o líder do mercado de software de virtualização de servidores.  Um de seus diferenciais é o processamento para aplicativos modernos a partir de uma combinação bastante robusta de máquinas virtuais. Sabendo que um dos principais objetivos dos softwares de virtualização de sistema é enxugar custos, utilização de espaço físico desnecessário, bem como a otimização de recursos tecnológicos, gastos e afins, o VMware vSphere atua nessa perspectiva.  Esse modelo age a partir de um conjunto completo de virtualização para virtualizar a partir de servidores de hardware e data centers. > Conheça o curso da ESR que aborda a Virtualização de Servidores Online e ensina na prática a utilização desse e outros softwares populares no mercado. Inscreva-se! 3) Principais softwares para virtualização de servidores: Citrix Hypervisor Com utilidade eficiente tanto para Windows quanto para Linux, o Citrix Hypervisor é outra plataforma de virtualização que tem, inclusive, uma versão gratuita e foi elaborado por meio de um projeto de pesquisa na Universidade de Cambridge, capitaneado por Ian Pratt, fundador da XenSource, Inc.   Em linhas gerais o XenServer é uma das possibilidades de virtualização de servidores aberta, que se diferencia por reduzir custos do datacenter ao transformar datacenters estáticos e complexos em delivery centers mais engrenados e fáceis de gerenciar. Esse modelo possui infraestrutura para a execução de sistemas usando computação em nuvem, além de possuir recursos essenciais de ao vivo e gerenciamento centralizado de múltiplos nodos sem nenhum custo. > Conheça o curso da ESR que aborda a Virtualização de Servidores Online e ensina na prática a utilização desse e outros softwares populares no mercado.   Inscreva-se! 4) Principais softwares para virtualização de servidores: Virtualização em nuvens públicas Embora estejam correlacionados, virtualização e o cloud computing são coisas diferentes.  Isso se explica porque o último utiliza, na maior parte das vezes, a estrutura de servidores do primeiro para funcionar.  Ou seja, a computação em nuvem pode funcionar com base em máquinas físicas (ser virtualização), entretanto isso não é corriqueiro nos dias de hoje.  Seu principal objetivo é assegurar informações digitais em um só lugar, possível de ser acessado de qualquer ponto – desde que haja liberação para tal.  Já a virtualização utilizada para a implementação desse processo irá permitir o alto desempenho de cada máquina de uma empresa, por exemplo. Portanto, será importante para que os negócios otimizem custos, espaço e resultados. > Conheça o curso da ESR que aborda a Virtualização de Servidores Online e ensina na prática a utilização de virtualização para cloud computing em alguns módulos  a se saber:  Inscreva-se! ___________________________________________ Os softwares de virtualização de servidores funcionam como catalisadores de atividades digitais já bastante potentes. Por isso, é uma das apostas da tecnologia da informação.  No curso da ESR você vai dinamizar a sua estrutura de TI com projeto, consolidação e gerência de servidores virtualizados. Durante seis semanas serão apresentados aos alunos os conceitos e as boas práticas da virtualização de servidores, a explicação sobre como lidar com essa tecnologia, além do papel e a função de um hipervisor, o papel e a função de uma máquina virtual e como funcionam as redes virtuais.  A proposta é oferecer um treinamento que mostre as principais soluções de virtualização do mercado, com laboratórios práticos das soluções da Vmware e Microsoft,e realize a configuração das ferramentas existentes, criando e configurando máquinas virtuais e explorando seus recursos.  O curso aborda também os conceitos da virtualização em nuvem. Confira detalhes sobre o curso aqui!


    18/03/2022
  • web 3.0
    Temas Diversos

    Web 3.0: o que é, impactos e benefícios da nova era da Internet

    Em paralelo às regulamentações que buscam tornar a Internet mais transparente para empresas e usuários, ganha força a Web 3.0 – uma proposta de nova estrutura da rede que, por meio da descentralização com blockchain, pretende contribuir para a segurança dos dados digitais, além de outros benefícios.  Neste conteúdo você entende melhor o que é a Web 3.0, os processos de evolução da internet, além dos principais impactos desse modelo para a área de TI.  Acompanhe a leitura e descubra alguns pontos importantes acerca dessa aposta no mercado da tecnologia.  O que é Web 3.0  A enorme produção de dados da modernidade é o pano de fundo da chamada Web 3.0, ou simplesmente Web3. Foi esse contexto que impulsionou os pesquisadores de tecnologia a pensarem em uma estrutura que possa aliar tecnologias avançadas, como inteligência artificial, machine learning e blockchain, à ideia de uma Internet mais segura, interativa e que interprete um maior número de dados. Ou seja, na Web 3.0 a interpretação acompanha a produção desses ativos.  Com o objetivo de superar a estrutura atual, cunhada por muitos como internet de segunda geração, a Web 3.0 não demandará complexos sistemas operacionais e priorizará o armazenamento de suas informações somente em nuvem.  Por esses motivos, essa abordagem é também chamada de “web semântica”, pois pretende conectar exponencialmente máquina e homem, de forma que essa relação seja cada vez mais natural e proporcione melhores experiências de usuário.  Embora tenha se popularizado nos últimos anos, o termo “Web3” se tornou conhecido já em 2014, categorizado pelo britânico Gavin Wood, cofundador da criptomoeda ethereum, e pelo russo-canadense Vitalik Buterin. Desde então, iniciativas, como a Parity Technologies, criada pelo próprio Wood, se empenham em estudar sobre como essa estrutura pode ser implementada, levando em conta que o seu principal foco é a descentralização da Internet.  Em linhas gerais isso significa dizer que uma das propostas da Web 3.0 é reduzir o poder dos conglomerados da Internet, dando mais autonomia aos usuários sobre seus dados.  A evolução das estruturas da Internet Web 1.0 Representando a fase inicial da Internet, a Web 1.0 teve como principal característica a disponibilização de páginas de conhecimento, como endereços institucionais e enciclopédias. Não permitia a interação, tendo páginas estáticas e um usuário passivo – que somente “recebia” o conteúdo. Além disso, somente pequenos grupos tinham acesso à produção de conteúdo.  Web 2.0 Marca a era dos blogs, redes sociais e da democratização da produção de conteúdo em geral. Se antes o conhecimento havia sido compartilhado, agora o seu desenvolvimento também o era.  Esse é o modelo utilizado atualmente e veio como uma proposta de superar o primeiro e oferecer mais liberdade aos usuários.  Com o desenvolvimento das tecnologias e as transformações sociais, a Internet também se viu obrigada a evoluir, mesmo dentro de uma mesma estrutura. Com isso, surgiram mecanismos capazes de assegurar uma melhor navegabilidade, como as técnicas de SEO para blog, por exemplo.  Entretanto, mesmo diante de tantas transformações esse modelo de rede ainda carrega um erro de vício importante: a falta de transparência com os dados – que são gerados em velocidade acelerada a cada ano.  Web 3.0 É nessa ineficiência da Web 2.0 que a Web3 atua. Com a descentralização da Internet será possível quebrar o modelo pelo qual as ações dos usuários são monitoradas por diferentes mecanismos para a coleta de seus dados e, posteriormente, a venda desses itens.  A blockchain, utilizada também em criptomoedas, é a principal tecnologia dessa estrutura, permitindo a criação de blocos e cadeias de dados e, dessa forma, uma rede bastante segura.  Principais características da Web 3.0 Velocidade Os principais pesquisadores de tecnologia do mundo pretendem remodelar a Web para que ela seja mais rápida, mais segura e mais resistente aos riscos do cibercrime. Nova arquitetura Os especialistas da área dizem que a Web 3.0 terá uma arquitetura de rede totalmente nova, que permitirá que os usuários tenham mais controle sobre seus dados, indicando quem os armazena e como o fazem.  Transparência Um dos objetivos da Web 3.0 é que ela tenha mecanismos claros, capazes de avaliar dados, eliminar erros e problemas, como as fake news. Descentralizada Essa talvez seja a principal característica da Web 3.0. Descentralizar o acesso e a concessão de dados torna essa estrutura a aposta do futuro, uma vez que os usuários irão participar das tomadas de decisão e também poderão compartilhar informações de uma forma mais segura.  Assim, desenvolve-se outra característica dessa estrutura: a autonomia do usuário acerca das informações que recebe e concede.  Segurança Ao utilizar a tecnologia blockchain, também presente nas criptomoedas, a Web 3.0 garante que sua estrutura é bastante segura. Prova disso é a blockchain não ter sido invadida ao longo dos últimos 10 anos. Peer-to-peer A Web 3.0 usa essa tecnologia para permitir que exista a troca de recursos de “igual para igual”, entre vários usuários, de maneira direta. Privacidade Outra importante caraterística da Web 3.0 é o seu desejo por evitar as exposições de dados pessoais. Algo realizado por meio das tecnologias comentadas anteriormente. Web Semântica Como já dissemos, a Web 3.0 será capaz de integrar tecnologias para que as máquinas possam interpretar dados de forma mais natural. Dessa forma haverá uma interação mais complexa entre o “insumo” humano e os computadores, os quais conseguirão entender os desejos e perfis dos usuários de forma mais consistente.  Impactos da Web 3.0 para a área da Tecnologia da Informação. É preciso entender que por se tratar de uma iniciativa em construção, não existe um conceito único de Web 3.0. De forma geral a Web 3.0 irá combinar características das suas duas antecessoras, com a adição de inteligência artificial, para um trabalho de construção de informação conjunta: homem + máquina.  A partir dessa equação a promessa é a geração de uma Internet que garanta uma experiência digital mais segura e descentralizada.  Por isso, para a área de T.I isso pode gerar impactos sob duas perspectivas diferentes.  A primeira é a demanda por profissionais que consigam operar na construção dessa engrenagem de máquina e homem, tornando o processo mais eficaz a cada dia.  Já a segunda, está relacionada à necessidade do especialista de observar novas formas de trabalhar os dados das organizações, clientes e projetos – uma vez que a arquitetura da web será totalmente remodelada.  Esse, inclusive, é um desafio também para o setor de marketing, que precisará rever as formas de condução das campanhas.  ________________________________________________ Assim, mesmo que ainda em planejamento, a Web 3.0 tem ganhado cada vez mais espaço.  É inegável que as transformações digitais e as constantes evoluções das tecnologias têm o potencial de inaugurarem novas eras, como a da Internet.  Esteja pronto para as revoluções tecnológicas. Aprofunde esse e outros temas com os cursos da ESR. Se os dados são os “ativos diamante” da era moderna, o conhecimento é o de todas elas. 


    10/03/2022
  • Design Thinking na TI
    Métodos Ágeis e Inovação

    Design Thinking na TI: benefícios e como implementar essa metodologia

    Dentre as metodologias ágeis de trabalho, o design thinking é uma das mais conhecidas. Por ser bastante versátil e adaptável, pode ser aplicada em negócios variados, de portes, setores e segmentos diferentes, como é o caso do uso de design thinking na TI.  Optar por essa ferramenta é também se aliar à inovação e à uma resolução colaborativa de problemas. Se essa é a proposta da sua organização, continue a leitura!  Abaixo você fica por dentro dos benefícios desta prática para a área da Tecnologia da Informação, assim como compreende como implementá-la.  O que é falar de design thinking na TI?  De forma geral, as equipes de TI costumam ser bastante operacionais. Estimular sua criatividade, além de dinamizar as tarefas do dia a dia pode ser um caminho muito favorável para que os colaboradores desse setor se aproximem dos clientes e construam soluções ainda mais efetivas.  A proposta do design thinking na gestão de TI é exatamente essa: proporcionar uma ferramenta suficientemente flexível, visual e que exercite habilidades emocionais, estéticas e cognitivas do time. Como consequência desse processo há uma gestão do departamento muito mais humanizada. Adotar essa metodologia como parte da gestão de TI favorece a cultura de inovação, que deve ser uma característica fundamental da área, e capacita os profissionais para observarem uma demanda do cliente/usuário de forma mais atenta e focada nas suas necessidades.  7 Benefícios de utilizar design thinking na TI  1) Promove o pensamento colaborativo  Como design thinking é uma metodologia que prioriza as soluções construídas em conjunto, é uma ótima prática para aproximar os colaboradores e dar visibilidade às ideias de cada um deles.  Dessa forma, optar por design thinking na TI é também apostar em uma maior integração dos funcionários e possivelmente maior motivação para a execução do trabalho.  2) É uma estratégia adaptável  Já falamos disso no início do conteúdo, mas é preciso pontuar novamente que o design thinking é tão versátil que, dentro de uma mesma área, como a TI, ele pode ser aplicado a diferentes rotinas e atividades.  Qual time de tecnologia não gosta de adaptação e soluções completas?  3) Potencializa resultados Quando se faz uso dessa forma inovadora de se organizar processos corporativos, a organização passa a ter mais robustez para estruturar serviços inteligentes e integrados exatamente à demanda do usuário.  Por isso, os resultados – seja na elaboração de melhores estratégias, soluções e serviços, ou no retorno de investimentos – serão alcançados com maior facilidade.  4) Auxilia nas previsões do setor  Com o design thinking, os gestores deste setor conseguem ter uma visão holística da área.  A metodologia contempla mecanismos que são capazes de auxiliar tomadas de decisão mais assertivas e de contribuírem para o conhecimento das necessidades de melhorias do segmento.  5) Contribui para a cultura de inovação.  Ter uma boa equipe de TI nas empresas já não é um diferencial no ecossistema empreendedor. É preciso que os colaboradores e a área em si sejam inovadores.  É nesse cenário que está alocado um dos principais impactos da utilização do design thinking: a contribuição para a cultura de inovação.  Uma vez que essa metodologia permite o trabalho em conjunto e foca sua operação na demanda do usuário, exercita também, o tempo todo, o pensamento inovador, o compartilhamento de informações e sensação de segurança para que os profissionais ousem mais ao criar estratégias.  6) Possibilita soluções de alto valor agregado  Utilizar design thinking na gestão de TI indica dedicar maiores esforços sobre os desejos, demandas e queixas do usuário.  Assim, a formulação de soluções (novas ou ajustadas) para os clientes tende a ser mais precisa, efetiva e com alto valor agregado.  7) Incentiva a alta performance  Como benefício de usar design thinking na TI também está a melhoria de performance da equipe. O profissional consegue ter uma visão completa da empresa, do seu setor e dos produtos e serviços que desenvolve.  A partir desse conhecimento, melhora a sua performance por compreender exatamente o início e fim dos processos – os que ele faz parte e os que tangenciam a sua área. Além disso, por incentivar a desconstrução da rigidez característica do setor, bem como incentivar a flexibilização e a criatividade, o design thinking leva os times de TI a pensarem fora da caixa.  Como implementar o design thinking na gestão de TI Para implementar qualquer metodologia ágil nas organizações, é necessário preparar um solo fértil para mudanças! É preciso abrir mão do convencional e da ideia do “sempre fiz assim”, para receber a inovação.  Por isso, o time é parte essencial nesse processo. Algumas práticas também são fundamentais, bem como: Remodelar o ambiente de trabalho: criar mecanismos para otimizar o planejamento de processos e compreender que o foco deve ser maior nas necessidades do usuário. Incentivar o olhar ao próximo: como parte principal do design thinking é compreender a demanda do usuário, os especialistas desse setor precisam exercitar a empatia na hora de propor soluções. Por isso, incentivar que eles observem uma demanda como se eles a tivessem gerado, é um exercício indispensável para o sucesso dessa estratégia. Saber o que deve ser resolvido: o planejamento é a combinação perfeita do design thinking. Criar uma etapa de imersão para definir as necessidades do usuário, fazer pesquisas exploratórias ou de referências, identificar o escopo de trabalho do projeto e o seu limite, além de procurar por respostas multidisciplinares para as demandas, é fundamental para a implementação da ferramenta. Investigar: se a empatia for incentivada entre o time de TI, essa etapa fica fácil. Os colaboradores devem se colocar no dia a dia do cliente, desenhar personas, seus desejos e necessidades, com o objetivo de tornar mais clara a visualização das demandas do usuário. Usar a força da equipe: depois da execução dessas etapas e atividades, reúna a equipe a ouça as suas percepções – faça o conhecido brainstorm. Compile as observações e avalie qual faz sentido para o projeto. Testar a solução criada: faça um protótipo das discussões, produzindo um MVP (produto mínimo viável). Dessa forma, a área de TI executa testes com clientes e observa falhas do projeto para poder corrigi-las. Escolher como medir: a mensuração é essencial! Escolha as métricas que irão direcionar a avaliação de resultados da solução desenvolvida por meio do design thinking.  Estar disponível para recomeçar: os métodos ágeis, em geral, preconizam ciclos mais curtos para o desenvolvimento de novos produtos ou funcionalidades – o popular conceito de sprint, que são ciclos que variam entre 1 semana e 1 mês, para garantir a agilidade. Por isso, é importante saber recalcular rotas ou aprofundá-las de acordo com os resultados de cada ciclo. Por exemplo, ao final de cada sprint elaborado com essa estratégia ágil avalie o que deu certo e o que não deu tão certo assim. A partir disso, realize ajustes para um próximo ciclo. Assim como pede uma parte principal do design thinking: se adapte, transforme o que for preciso, redirecione as engrenagens e parta rumo a um novo desafio.  ___________________________________________ Cada vez mais as transformações sociais, digitais e de comportamento requerem serviços que coloquem o ser humano como protagonista!  Por isso, investir em design thinking, seja na TI, ou em qualquer outro setor das empresas, é caminhar ao lado das demandas da atualidade.  As organizações possuem diversos desafios que precisam ser tratados de uma forma diferente, que gere empatia, defina objetivos, crie novas ideias, desenvolva protótipos e realize testes. Com o curso online de Design Thinking da ESR você tem acesso à essa abordagem que permite encontrar soluções inovadoras e atua na mudança para um mindset criativo, que gere valor e inovação.  Confira detalhes sobre o curso aqui!


    04/03/2022
  • Desinformação na Web
    Temas Diversos

    Desinformação na web: como analisar o fenômeno usando a ciência de dados

    Infoxicação, comunicação horizontal, FOMO (Fear of Missing Out), Efeito Dunning-Kruger… você está familiarizado com esses termos? Todos eles permeiam a consolidação de um fenômeno cada vez mais presente no mundo em rede: a desinformação na web.  De acordo com o Reuter Institute Digital News Report, em 2018, o Brasil ocupava a 3ª colocação no ranking global de países que mais consomem e compartilham informações falsas no planeta. Dois anos depois, em 2020, a organização global de cibersegurança, Kaspersky, em parceria com a empresa de pesquisa CORPA, na América Latina, identificou que o cenário permanecia preocupante, uma vez que os dados apontavam que 62% dos brasileiros não conseguiam reconhecer uma notícia falsa. Diante desse contexto e de um cenário no qual a geração de dados cresce desordenadamente, a ESR realizou, recentemente, o webinar “Desinformação na Web – Análise de Dados, resultados e desafios”, com a pesquisadora Jussara M. Almeida, do Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais, para amplificar a discussão sobre o assunto.  Abaixo você confere os principais pontos abordados na palestra e desvenda como a ciência de dados é capaz de atuar como uma aliada na compreensão, interpretação e na solução desse desafio.   O que é a desinformação na web?  Segundo a pesquisadora Jussara M. Almeida, a desinformação na web é um termo genérico que faz referência a vários fenômenos particulares com propriedades específicas de compartilhamento de mensagens ou conteúdos que não condizem com o que é real!  A exemplo disso temos as fake news, os rumores, trotes ou em inglês hoaxes, as revisões falsas e os spams.  Essas modalidades de desinformação precisam ser avaliadas ainda de acordo com outras diferenças centrais, tais quais: serem intencionais ou não intencionais, serem fatos ou opiniões, por exemplo.   Além disso, é preciso compreender que, embora haja escalabilidade com o desenvolvimento das tecnologias, o ato de se compartilhar desinformações não é recente e é respaldado por características inerentes aos seres-humanos. É o que apresenta a pesquisa “Desinformação na Web – Análise de Dados, resultados e desafios”. Como ocorre o compartilhamento da desinformação na web? De acordo com esse estudo, que teve como objeto de pesquisa a análise de dados e comportamental dos usuários que compartilham notícias e informações falsas, existem “efeitos de amplificação” capazes de contribuir com esse “dominó” de desinformação. São eles:   Comprovado cientificamente, humanos não conseguem diferenciar facilmente uma informação falsa da verdadeira; A sobrecarga de informação na rede, cunhada em 1996 como infoxicação, por Alfons Cornella, designa uma realidade na qual qualquer usuário está diante de mais informações do que seu organismo é capaz de processar. A partir disso, é difícil filtrar o que é válido ou não para o consumo, sendo necessário a criação de atalhos psicológico para processar as informações. “Uma riqueza de informação cria uma pobreza de atenção” (Herbert Simon) Além desses efeitos e levando em conta os estudos de Daniel Kahneman, a pesquisa, tema central do webinar da ESR, entendeu também a operacionalização do cérebro humano como um dos fatores principais para a ocorrência desse fenômeno.  Para o estudioso, o cérebro funciona de forma lenta e rápida. A lenta leva à racionalização ponderada, as decisões mais demoradas, enquanto a rápida leva à heurística e às escolhas mais rápidas.  O grande “x” dessa questão na atualidade é que, diante do cenário virtual em evolução, da geração de dados e informações em abundância, cada vez mais, as pessoas se apoiam no modelo rápido para tomadas de decisão.  Isso tem impacto direto no compartilhamento de desinformação na web, pois leva a processos cognitivos que são erros sistemáticos em julgamento, realizados de forma consistente quando há apoio nesse tipo de modelagem.  Dentre esses erros notam-se alguns vieses e codex de comportamento mais presentes nesse universo de desinformação e compartilhamento da informação falsa:  VIÉS de CONFIRMAÇÃO – ferramenta utilizada pelo cérebro como forma de buscar uma informação ou interpretá-la com o intuito, quase inconsciente, de confirmação dos seus conceitos já estabelecidos previamente. Leva à permanência numa mesma bolha.  EFEITO “MANADA” – quanto mais gente acredita em determinada coisa, é mais provável que seu cérebro te indique essa como sendo uma informação verdadeira.  CASCATA DE DISPONIBILIDADE – processo de auto reforço. A crença coletiva leva à plausibilidade de determinada pauta. Quando se vê uma informação em várias fontes (twitter, blog, mídia, etc), se cria auto reforço e a possibilidade de uma informação mais credível aos olhos do público. INFLUÊNCIA CONTINUADA – tendência em acreditar em uma desinformação mesmo depois de se saber que ela é falsa. Aqui, a retratação de uma informação falsa tem menor poder do que a desinformação inicial.  DATA VOIDS – a ausência de informações sobre algo pode possibilitar que, maliciosamente, informações falsas ganhem espaço na rede.  BOTS – contas falsas criadas para envio de informação em larga escala.   Dessa maneira, a pesquisa indicou que os vieses cognitivos individuais levam aos vieses sociais, ou, às chamadas câmaras de eco, polarizando e reduzindo a capacidade cerebral de checagem de fatos e, consequentemente, resultando no espalhamento de desinformação  Nessa equação os vieses em algoritmo reforçam os anteriores. Resultados da pesquisa Desinformação na web Para associar a ciência de dados a essa análise comportamental, a pesquisa em questão passou pelas observações generalistas acima e se debruçou sobre um objeto de pesquisa específico – grupos de acesso público no WhatsApp.  Dessa forma, não avaliou conversas privadas ou grupos que não tinham link de convite disponibilizado. A partir disso, a metodologia da pesquisa seguiu o percurso abaixo:  Realizou uma Consulta com urls específicas/padrão dos grupos de WPP + palavras de um dicionário relacionado a temas políticos; Fez a seleção de grupos válidos;  Coletou e anonimizou os dados dos grupos; Avaliou imagens, textos e áudios compartilhados durante 2018 A ideia foi observar em qual momento os conteúdos subiram na Internet e em qual momento apareceram no WhatsApp, vice-versa.  A partir disso, foi possível identificar que os usuários muitas vezes pertenciam a grupos disseminadores de desinformação, mas ainda eram menos impactantes do que a reunião de usuários que compartilhavam um mesmo conteúdo. As chamadas COMUNIDADES.  Por meio dessa possibilidade de se comparar o momento de formação da desinformação na web e no WhatsApp, a pesquisa identificou também o aplicativo de mensagens instantâneas como uma das fontes de desinformação, que, posteriormente, a espalha para outras plataformas.  Outros pontos descobertos pela pesquisa foram:  Há heterogeneidade de condução dessa desinformação de acordo com o seu formato (imagem, áudio ou texto) Uma desinformação se espalha mais rápido que outros conteúdos, por exemplo. Texto e áudio ficam mais tempo no ar do que uma informação não checada em imagem. Para desinformação em áudio há o surgimento de sensações negativas em quem ouve. Esse formato se vale da citação de fontes como forma de dar credibilidade, muito embora, as fontes mencionadas sejam quase sempre duvidosas. Há o uso de CTAs para que os usuários façam ações imediatamente após ouvirem o conteúdo. É menos amigável. A estrutura de rede onde estão os usuários que mais compartilham desinformação, BACKBONE DA REDE, indicam que agrupamento de usuários que enviam o mesmo conteúdo repetidamente, de forma tão frequente, não agem de maneira aleatória, mas sim, coordenada Desafios da Desinformação na web Dentre os principais desafios que esse fenômeno da desinformação na web apresenta estão a sua complexidade, a heterogeneidade, a dinamicidade, o volume de geração de informações e a sofisticação desses conteúdos, o uso de machine learning para tapear a detecção de informação falsa, além do ruído de comunicação ocasionado por ele.  Para a pesquisadora Jussara M. Almeida, responsável pela condução do webinar “Desinformação na Web – Análise de Dados, resultados e desafios”, precisamos entender o fenômeno antes de tentar combatê-lo.  A profissional defende que um caminho para mudarmos esse cenário encontra-se no desenvolvimento de um fact-checking efetivo e escalável, como o visto no First Draft – organização que divulga essa pauta.  Bem como na compreensão de que qualquer solução efetiva para esse problema está além da tecnologia.  A educação e conscientização digital, ou seja, fazer as pessoas entenderem o que é consumir informação online, permitirá que elas saibam distinguir fatos de histórias e que elas criem um bom nível de criticidade, impactando diretamente a cadeia da desinformação na web.  Assista ao webinar completo: Desinformação na Web: Análise de dados de aplicações, Resultados e Desafios! Confira também os treinamentos da ESR para a utilização das potencialidades da rede de forma mais segura e otimizada, aqui!


    17/02/2022
  • Consultoria Educacional
    RH

    Consultoria Educacional: como ela pode transformar equipes de TI

    A Consultoria Educacional é um serviço que busca orientar as instituições por caminhos relevantes para o seu desenvolvimento, em consonância com o que há de mais atual na capacitação de profissionais para enfrentar os desafios da área de TIC. Possibilita a entrega de um plano de capacitação para desenvolvimento profissional das equipes das organizações, focado em apontar áreas de conhecimento a serem exploradas. Nesse sentido, a Consultoria Educacional capacita as lideranças de TIC à prática de uma gestão mais efetiva, alinhada às necessidades da instituição. Desde 2006, a Escola Superior de Redes da RNP já foi responsável por capacitar mais de 30 mil alunos e possui excelência reconhecida pelo mercado em instituições de diversas naturezas. Para a implementação da nova Consultoria Educacional, a ESR está utilizando o Framework mundial SFIA (Skills Framework for the Information Age). A seguir, veremos com mais detalhes os diferenciais e metodologia da Consultoria Educacional da ESR. Problemas no modelo tradicional A  parceria entre ESR e SFIA ocorreu através da constatação de certas limitações dos modelos de capacitação tradicionais aplicados pelas organizações. Esses formatos, muitas vezes, são construídos sem o alinhamento a um planejamento estratégico e a análise das competências individuais dos membros da equipe a ser qualificada. Entre alguns problemas identificados no modelo tradicional, podemos citar: Atendimento de necessidades pontuais:  não há uma visão de longo prazo para o desenvolvimento das competências dos colaboradores e, por consequência, da instituição, dificultando a elaboração de um plano de capacitação ou de ações de educação continuada; Dificuldade na mensuração dos resultados: inexistência de KPIs e de formas de acompanhamento das ações, dificultando a mensuração dos resultados atingidos; Capacitação descolada das necessidades do aluno: os treinamentos podem não estar adequados ao nível de complexidade que o colaborador necessita, gerando desmotivação; Foco em treinamento: o cenário atual do mercado privilegia uma cultura de lifelong learning nas instituições, ou seja, além de cursos formais, há o incentivo pela busca de outras maneiras de desenvolver Competências, Habilidades e Atitudes (CHA), visando o progresso contínuo dos colaboradores; Como funciona a Consultoria Educacional da ESR A união com um parceiro global, somada às ferramentas e recursos da ESR, é a solução ideal para gestores que buscam otimizar os recursos investidos no desenvolvimento profissional de suas equipes e gerar resultados mais focados em objetivos estratégicos. A SFIA é uma organização global sem fins lucrativos que nutre um método de habilidades e competências para um mundo digital.  [E-book] Baixe aqui nosso e-book completo e gratuito sobre o framework SFIA Além de melhorar a performance dos seus times, a utilização desse framework torna possível comparar sua empresa ou instituição com players de todo o mundo. A consultoria educacional da ESR funciona em sprints, seguindo o modelo abaixo: Sprint 1: Mapeamento da Organização  Como primeiro processo da Consultoria Educacional, é realizado o mapeamento global da organização, com o entendimento de sua estrutura, compreensão dos objetivos, valores e missão da instituição, além da priorização das funções a serem analisadas utilizando a estrutura do framework de habilidades profissionais da SFIA. Sprint 2: Identificação das competências e nível de autonomia através do framework SFIA Nessa etapa, ocorre a análise das funções da organização com o uso do framework SFIA, onde são identificadas as habilidades aderentes às atividades dos profissionais. O resultado dessa investigação levará ao desenho de ações educacionais que subsidiarão o desenvolvimento das estratégias de Educação Corporativa, com o foco na obtenção dos melhores resultados para a organização; Sprint 3: Medição do nível de aderência e autonomia dos colaboradores frente ao framework SFIA No terceiro passo, os colaboradores da instituição realizarão uma autoavaliação onde irão definir o nível de adequação e aderência de suas funções às habilidades mapeadas no framework da SFIA e o nível de maturidade em relação ao seu desempenho pessoal; Essa etapa é realizada através de questionários disponibilizados pela ESR. Sprint 4: Definição das ações educacionais Nessa fase, ocorre a consolidação de todo o mapeamento inicial. A equipe acadêmica da ESR recolhe todas as informações e desenha as ações educacionais que serão realizadas, com o alinhamento das necessidades de treinamento de cada setor e função analisados, fazendo um diagnóstico detalhado dos caminhos a serem seguidos de acordo com as estratégias da organização. Sprint 5: Execução do plano de capacitação Nesse estágio, a equipe da ESR orienta a realização do plano de capacitação, utilizando cronogramas e indicadores com a finalidade de acompanhar a execução, controle e monitoramento, alimentado sempre pelas informações colhidas nos passos anteriores Sprint 6: Mensuração dos resultados Finalmente, utilizando os indicadores estabelecidos, ocorrerá a mensuração dos resultados, voltando aos sprints anteriores, para ajustes dos pontos que necessitem ser aprimorados, de acordo com as medições. Quer saber mais detalhes sobre a mais nova versão do framework SFIA e como ele é utilizado em nossa Consultoria Educacional? Assista ao nosso webinar gratuito sobre o tema. Entre em contato conosco aqui para saber mais informações e descubra como nossa Consultoria Educacional pode auxiliar na melhoria contínua de desempenho da sua organização.


    14/02/2022
  • cibersegurança
    Segurança

    10 principais tendências de cibersegurança para se atentar em 2022!

    Já te falamos há algum tempo sobre os principais riscos da segurança da informação para empresas, lembra? Com os constantes desenvolvimentos da tecnologia e usos sofisticados de ferramentas por parte dos criminosos digitais, esse é um assunto que continua em alta!  Abaixo você fica por dentro sobre quais são as principais tendências de cibersegurança para 2022, para preservar seus dados e de seus clientes.  O Cenário no qual a cibersegurança está inserido em 2022 Com a pandemia da Covid-19, a adoção do trabalho remoto ou híbrido e o avanço em larga escala de múltiplas tecnologias, cresceram também as vulnerabilidades digitais individuais ou organizacionais.  Em um cenário inédito, muitos funcionários e usuários se viram sem conhecimento digital adequado e, por isso, ficaram mais expostos aos golpes e crimes variados. A exemplo disso, uma pesquisa realizada pela PSafe, uma das principais empresas de segurança digital da América Latina, identificou que o número de credenciais vazadas durante os primeiros seis meses de 2020 foi de mais de 4,6 bilhões. O que representa um aumento de 387% em comparação com o todo o ano de 2019. Além disso, o estudo divulgou que em janeiro, fevereiro e setembro de 2021 cerca 600 milhões de dados foram vazados em três grandes ataques cibernéticos no Brasil.  Outras 44,5 milhões de tentativas de estelionato virtual ocorreram e houve 41 milhões de bloqueios de arquivos programados para invadir redes das empresas e roubar ou sequestrar dados. Ou seja, se você ainda não está por dentro do que o mercado espera para a cibersegurança em 2022, essa é a leitura essencial do dia!  Tendências em Cibersegurança para 2022 1) Ransomware ainda é motivo de alerta!  Esse risco para a segurança da informação organizacional permanece como uma das tendências em 2022.  De acordo com um estudo do ‘2021 Ransomware Study’, do IDC, cerca de 37% de empresas ao redor do mundo disseram ter sofrido esse tipo de ataque no último ano.   É por meio dessa instabilidade que diversos documentos acessíveis e armazenados em nuvem podem ser infectados, causando grandes prejuízos para as instituições. O mercado entende que esse tipo de ataque não só permanecerá entre a rotina das corporações, como terá crescimento – uma vez que quase tudo foi adaptado para existir no formato digital durante o período 2020-2021.  A principal dica para se evitar que essa seja uma realidade no seu negócio é instruir e educar os funcionários sobre o uso consciente de conteúdo digital. Dessa forma, há a possibilidade de se evitar que eles caiam no conhecido “phishing”.  2) Demanda por profissionais de cibersegurança  Assim como as soluções digitais se tornam mais frequentes e as sofisticações de crimes virtuais também cresceram, era de se esperar que a demanda por profissionais especializados em deter tais ameaças fosse uma das tendências de cibersegurança para 2022.  Essa é uma profissão que requer atualizações constantes e possibilita atuações diversificadas. Uma das formas de se capacitar sobre o assunto e se destacar na área é por meio de webinars gratuitos, como o realizado entre a Escola Superior de Redes (ESR), o Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança (CAIS) da RNP e o Instituto SANS. Neste conteúdo são elencadas as maiores necessidades das equipes profissionais nesse contexto, além de ser abordado como os novos cursos do SANS, agora disponíveis no Brasil por meio da ESR, podem ser uma peça importante na construção das carreiras e dos times de segurança.  Além disso, na ESR existem diversos treinamentos focados exatamente nessa área que podem transformar a sua carreira. Confira alguns abaixo:  Cibersegurança EaD (parceria oficial Ascend): Este treinamento tem como objetivo melhorar seu conhecimento sobre análise e interpretação de dados, detecção de ameaças, gerenciamento de vulnerabilidades, resposta a incidentes e arquitetura de segurança. Formação em Segurança Cibernética: Curso para formação de profissionais em segurança de redes e sistemas. >>> Outros 25 treinamentos compõem a trilha de conhecimento de Cibersegurança da ESR. Escolha o seu favorito e comece a sua próxima especialização agora! <<< Análise Forense: Seja um investigador capaz de coletar evidências digitais e conduzir uma análise em sistemas comprometidos. FOR608 – Resposta a incidentes de classe empresarial e busca por ameaças (18 CPEs): O curso de Resposta à incidentes de classe empresarial e busca por ameaças é concentrado no desenvolvimento de habilidades e técnicas necessárias para responder a invasões em grande escala de diversas redes empresariais. >>> Outros 37 treinamentos compõem a trilha de conhecimento da parceria entre ESR e o gigante do mercado SANS. Escolha o seu favorito e comece a sua próxima especialização agora! <<< 3) Efeitos da LGPD no Brasil Espera-se que com o primeiro ciclo de fiscalização da LGPD, que teve início em janeiro, os dispositivos da lei auxiliem à potencialização de uma cibersegurança mais eficiente.  Por isso, além de ser uma tendência do segmento para os próximos meses, essa é também uma obrigação das corporações – a de se adequar às solicitações da norma.  O objetivo desse processo é que usuários e instituições respaldem sua relação na transparência e segurança de dados.  Para isso, a Lei Geral de Proteção de Dados, que entrou em vigor em agosto de 2021, se vale de diversos dispositivos normativos que, além de promoverem o uso de dados de forma consciente e com objetivos esclarecidos, servem também para a segurança da informação de usuários consumidores e prestadores de serviços.  O principal objetivo desse ordenamento é dispor sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, para proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural. Ao decorrer dos próximos meses, portanto, é essencial que as empresas estejam de acordo com a regulamentação e, assim, evitem sanções.  Na ESR, o curso “LGPD na Prática” oferece, de forma dinâmica e objetiva, ferramentas e o conhecimento necessário para essa adequação. É hora de liderar essas adaptações da LGPD na sua organização. 4) Utilização de pautas do dia a dia para phishing  Como uma das tendências de cibersegurança para 2022 está a utilização de contextos do mundo factível, como Covid-19 ou outros tipos de emergências, para criação de conteúdos muito similares aos legítimos, que contenham links perigosos.  A partir disso, o usuário será capturado pelo phishing para os mais variados usos – roubo de dados, informações confidenciais, senhas e etc.  Para conter essa intimidação há sempre a possibilidade de capacitação do time profissional, para que ele reconheça quando estiver diante dessa ferramenta maliciosa.  5) Outras ameaças à vista: cryptojacking Embora menos agressivo que o ransomware, esse é um tipo de ataque que também chega aos computadores organizacionais ou pessoais por meio de phishing.  O objetivo dessa forma recente de malware é se ocultar em dispositivos (móveis ou físicos) para roubar recursos do aparelho infectado, a fim de minerar moedas online valiosas, como Bitcoin, sem gastar com equipamento para isso. Diferentemente de outras ameaças, essa é uma das que permanece oculta por mais tempo, de forma quase imperceptível, tornando imensurável o custo da invasão.  Entretanto existem alguns sinais de infecção: computador mais lento, que usa a ventoinha mais do que o normal e uma conta de energia mais alta. Essa é uma das tendências da cibersegurança em 2022 uma vez que que criptomoedas também encontram-se valorizadas no mercado.  De acordo com a SonicWall, houve um aumento de 21% no cryptojacking no terceiro trimestre de 2021, além de uma elevação de 461% em toda a Europa. 6) Inteligência Artificial utilizada para sofisticação de crimes  O deepfake, técnica de síntese de imagens ou sons humanos baseada em leituras de inteligência artificial, já é bastante conhecido no mundo dos memes, comédias e de sátira política.  Provavelmente você já viu algum vídeo com o rosto e vozes de personalidades conhecidas dizendo algo que claramente não teriam dito na vida offline.  A tendência de cibersegurança de 2022 relacionada a esse assunto aborda a preocupação com a utilização dessa ferramenta para a prática de crimes que visem burlar acessos biométricos, por exemplo. Alguns riscos esperados com essa ferramenta:  Uso de deepfake para burlar acessos de biometria Uso das vozes dos CEOs das empresas para solicitar ordem de transferências financeira ou de dados aos funcionários (que não percebem se tratar de uma voz falsa) Uso de imagens falsas para criação de roteiros embaraçosos com o objetivo de chantagear quem estiver no conteúdo audiovisual.  Segundo dados da startup Deeptrace, essas peças, as deepfake, cresceram 330% de outubro de 2019 a junho de 2020.  Portanto, é um assunto para se estar atento!  7) Reuniões online deverão seguir uma conduta de segurança  O trabalho remoto ou híbrido tende a se tornar o modelo adotado por boa parte das corporações.  Nesse contexto, o uso de ferramentas variadas para reuniões online continuará no escopo de muitos funcionários e gestores.  É aqui que uma nova ameaça precisa ser contida – invasões desses canais de comunicação por criminosos que pretendem ouvir os dados confidenciais dos encontros ou terem acesso a documentos e apresentações da empresa.  Para não cair nessa armadilha algumas boas práticas podem ser seguidas, como: a limpa na lista de convites, proteção das videochamadas com senha ou permitir a entrada dos membros manualmente, por exemplo.  8) Atenção para o 5G e IoT Com a popularidade da Internet das Coisas (IoT) e as promessas de possibilidade de integração do 5G, os cibercriminosos têm também um novo ambiente para atacarem a sua infraestrutura. Esses dispositivos em sua maioria não possuem proteção adequada ou que seja capaz de barrar ferramentas maliciosas.  Entretanto, espera-se que a partir do desenvolvimento dessa tecnologia, desenvolva-se também a atualização de ferramentas que protejam e detectem riscos para as redes interligadas.  9) O trabalho híbrido veio para ficar  Nesse contexto em que as corporações não serão capazes de monitorar o acessos de seus funcionários, ferramentas para expandir essa avaliação e cuidado serão mais necessárias do que em qualquer outra época.  Assim, como tendências de cibersegurança em 2022 estão:  Estudo desses acessos simultâneos realizados fora das empresas e planejamento de gestão de risco. Capacitação da equipe profissional para que os funcionários não sejam reféns de crimes cibernéticos.  10) A crescente do seguro cibernético  Essa é uma tendência que indica também uma oportunidade de mercado. Com a maturidade dos gestores, empresas e profissionais acerca do assunto cibersegurança a procura por seguros desse segmento torna-se comum.  Dessa forma, as empresas que oferecem o serviço devem, cada vez mais, impor condições de cobertura mais rígidas.  __________________________________________________________ Para todas essas tendências de cibersegurança em 2022, seja para potencializar o uso em rede ou se precaver os ataques criminosos, uma ação se faz essencial no seu negócio: capacitação profissional.  Na ESR você e seus funcionários podem caminhar por uma trilha de conhecimentos sobre o tema, realizada em parceria com uma das empresas mais conceituadas do ramo no mundo – o SANS.  Descubra um universo de treinamentos sobre cibersegurança, aqui!  Referências:  Linkadas https://cio.com.br/noticias/7-tendencias-quentes-de-seguranca-cibernetica-e-duas-esfriando/ https://www.binarionet.com.br/blog-tendencias-e-desafios-da-ciberseguranca-para-2022/ https://canaltech.com.br/seguranca/veja-quais-sao-as-10-tendencias-de-ciberseguranca-para-2022-206614/


    03/02/2022