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Escola Superior de Redes

Blog da ESR

  • Linguagens de programação
    Desenvolvimento de Sistemas

    O que você precisa saber para se especializar em linguagem de programação?

    Este é o primeiro conteúdo da nova série da ESR para profissionais de TI interessados na área de desenvolvimento. Em uma sequência de três #blogposts, publicados por aqui e em nossas mídias, vamos falar da especialização em linguagem de programação e quais delas são as mais utilizadas atualmente, além de abordarmos um guia completo sobre lógica de programação. Se você gosta do assunto e quer aprender mais sobre ele, acompanhe-nos neste passo inicial sobre linguagens de programação. Formadas por um conjunto de símbolos, palavras-chave, regras semânticas e sintáticas diversas, elas representam um dos conhecimentos mais importantes para quem atua no setor de TI. Na prática, referem-se aos sistemas de comunicação que, com base nos elementos mencionados anteriormente, especificam as regras necessárias para que programadores (ou os demais profissionais e interessados no assunto) e máquinas estejam associados, de modo a estabelecer e executar comandos.  Podemos dizer, inclusive, que as linguagens de programação representam o “idioma” específico pelo qual o ser humano se comunica com o computador e consegue fazer com que ele reproduza as diretrizes desejadas. Conhecer uma ou mais delas demanda habilidades diversas, como resolução de problemas complexos, pensamento lógico e analítico, adaptabilidade e valorização da colaboração, entre outras competências.  Por isso, dentro ou fora do segmento da TI, dominar as bases por trás dessa ferramenta é também estruturar o pensamento para um modelo mais dinâmico e inovador. Como o nome indica, as linguagens têm como principal objetivo a “comunicação”. Dessa forma, quando um profissional se especializa em programação, ele deve ser capaz de criar instruções não ambíguas para que uma máquina as interprete e execute um projeto específico. Interessante, não é? ➡️ Leia também:  dicas para iniciar na carreira de programação em 2024 O que é uma linguagem de programação? Como dissemos anteriormente, a linguagem de programação é a linguagem formal pela qual se intercomunicam programadores e máquinas. Por meio de uma série de instruções, elementos, símbolos e palavras-chave, além de regras semânticas e sintáticas, o desenvolvedor define como os comandos serão estruturados e interpretados pelos computadores. Existem inúmeras linguagens de programação, e cada uma tem uma sintaxe única, seus propósitos e características. Algumas, por exemplo, são mais adequadas para tarefas específicas, como análise de dados, desenvolvimento web ou criação de jogos.  Entre as tarefas de um programador está a escolha do uso da linguagem mais apropriada para os requisitos do projeto e suas preferências pessoais. Essas linguagens podem ser de alto nível, como Python e JavaScript, que oferecem abstrações que facilitam o desenvolvimento, ou de baixo nível, como Assembly e “C++”, que permitem um controle mais direto sobre o hardware.  À medida que os programadores ganham experiência, eles podem aprender várias linguagens para se tornarem mais versáteis em diferentes domínios de programação. Linguagem de programação de alto nível × baixo nível: qual a diferença? A distinção entre linguagens de programação de alto nível e baixo nível está fundamentada na abstração e proximidade com o hardware do computador.  Linguagens de alto nível são projetadas para ser mais compreensíveis e amigáveis aos programadores, fornecendo abstrações que simplificam o processo de desenvolvimento. Essas linguagens utilizam estruturas e sintaxe mais próximas da linguagem humana, o que facilita a expressão de algoritmos de maneira mais intuitiva. Por outro lado, as linguagens de baixo nível oferecem o fator abstração em menor potência, o que dá ao programador um controle mais direto sobre o hardware. Elas são mais próximas da linguagem de máquina e exigem que os especialistas lidem diretamente com detalhes específicos da arquitetura do computador.  Apesar de serem mais complexas e menos intuitivas, as linguagens de baixo nível proporcionam um nível mais granular de controle sobre o sistema, sendo frequentemente utilizadas em desenvolvimento de sistemas operacionais, drivers de hardware e em situações em que a eficiência e o desempenho são críticos. ➡️ Leia também: Governança corporativa: princípios e boas práticas para adotar em 2024 Por que se especializar em linguagens de programação? Além de as linguagens de programação serem a base para qualquer desenvolvimento, contribuindo para uma rápida colocação no mercado, a área geral de programação será uma das mais desejadas por recrutadores em 2024. É o que diz uma pesquisa disponível no site da Michael Page da França, que identificou, na região da França, as dez profissões de TI (ou as que são tangentes ao segmento) propensas a receber aumento da faixa salarial no próximo ano. Como destaque está o cargo de engenheiro de DevOps, com um crescimento estimado de 10% a 15% em relação a 2023. Essa é uma carreira que envolve a junção de “desenvolvimento” e “operações”, que relaciona a programação às estratégias e às táticas específicas de uma empresa. Já no restante do catálogo, aparecem as ocupações de especialista em Pentest; engenheiro de nuvem (cloud engineer); contador geral; profissionais das áreas de qualidade, saúde, segurança e meio ambiente; gerente de operações técnicas e técnico de manutenção. Embora direcionado para uma região específica, o estudo encontra respaldo no Guia Salarial da recrutadora Robert Half, lançado no dia 7 de novembro, que pode indicar qual caminho essas profissões tomarão nos meses que estão por vir.  Nessa última pesquisa, o usuário encontra informações acerca da média salarial das profissões mais populares na TI, inclusive as de desenvolvedor RPA (automação de processo robótico), analistas DevSecOps, analista de DevOps, desenvolvedor mobile sênior e full-stack sênior, entre outras. A expectativa é de salários que variam de R$3,4 mil a R$51,6 mil, a depender do grau de especialização e da área escolhida. Veja aqui a faixa informada para setores de programação.  Portanto, atualizar-se em relação a linguagens e lógica de programação e aos demais elementos desse setor é uma escolha direcionada para a demanda de mercado e para o que está por vir.  Esteja pronto para atendê-las! Acompanhe nossos blogposts e nossas mídias para ficar por dentro das novidades de TI e para receber informações exclusivas dos cursos da ESR e da série para desenvolvedores iniciantes. Nosso próximo artigo tratará das linguagens de programação mais populares no ciclo 2023-2024.  Ei, não vá ainda! Tem ebook gratuito por aqui!!Se você chegou ao final deste conteúdo, merece uma faixa bônus 😉 Baixe agora nosso ebook gratuito sobre o universo das Linguagens da Programação!> conceitos básicos sobre programação > principais linguagens utilizadas no mercado de trabalho > passo a passo para começar a sua carreira e muito mais. 


    14/12/2023
  • Cursos de Administração de Sistemas ESR
    Administração de Sistemas

    6 cursos que vão turbinar seu conhecimento em administração de sistemas

    A administração de sistemas representa um ponto crítico na Tecnologia da Informação (TI). Afinal, é a área responsável pelo desenvolvimento, gestão e manutenção dos sistemas de computadores, de servidores, redes e dos demais componentes que formam a infraestrutura tecnológica de empresas e empreendimentos. O principal objetivo desse campo da TI é a criação de soluções inovadoras capazes de ajudar as organizações modernas a superar os desafios operacionais, por meio de sistemas computacionais avançados. Em um cenário cada vez mais robusto de empresas e negócios no ambiente digital, o profissional administrador de sistemas se torna uma peça essencial na garantia de funcionamento de toda essa rede. A exemplo disso, desde 2015, o downtime da rede é objeto de estudos do Gartner. Na época, uma pesquisa da marca identificou que o prejuízo médio, por minuto, causado pelo tempo de inatividade de uma empresa era de US$ 5.600. Mais recentemente, a pesquisa “The True Cost of Downtime 2022”, da Senseye, também registrou que as organizações listadas na Fortune 500 perderam 11% de seu volume anual de negócios por causa de equipamentos indisponíveis. Nessa perspectiva, entre os setores mais impactados pela situação, incluem-se os de serviços financeiros, bancos, manufatura, saúde, mídia e comunicações e varejo, além dos de transporte e de serviços públicos.  Ou seja, mais do que nunca, a administração de sistemas é uma demanda e uma oportunidade de desenvolvimento nas carreiras de TI.  Neste artigo, vamos conversar exatamente sobre as possibilidades de atuação do administrador de sistemas e as habilidades necessárias para o cargo, e daremos cinco dicas para você se especializar nesse campo. Continue conosco.  ➡️ Leia também: Administração de sistemas e transformação digital: como os profissionais de TI podem se preparar para as demandas do mercado?  O que faz um administrador de sistemas?  O administrador de sistemas é o profissional responsável por assegurar que os sistemas estejam operacionais, seguros e em conformidade com os requisitos da empresa. Nessa lógica, ele pode atuar em diversas frentes, como na garantia da disponibilidade do sistemas e da segurança física dos dados de tráfego; na instalação, manutenção e administração de sistemas e da infraestrutura informática de uma empresa; no desenvolvimento de protocolos de configuração adequados aos objetivos de um negócio, a fim de identificar o melhor uso de recursos disponíveis, entre outras possibilidades. O profissional precisa consolidar habilidades técnicas, além de aliá-las à capacidade de resolução de problemas em condições não ideais. Isso porque a manutenção e a operação eficiente da infraestrutura de TI de uma organização são responsabilidade desses especialistas.  Como vimos anteriormente, as falhas nesses elementos podem ocasionar prejuízos expressivos para as empresas e até condená-las ao desaparecimento no mercado, o que explica a importância do administrador e de um departamento de administração de sistema implementado estrategicamente nos negócios.  Alguns outros pontos-chave para o exercício profissional do administrador são:  1) Instalação e configuração de sistemas Os administradores de sistema são responsáveis por instalar e configurar sistemas operacionais, softwares e aplicativos nos servidores e nas máquinas da empresa. 2) Manutenção e atualização Realizam a manutenção regular dos sistemas, por meio da aplicação de atualizações de segurança, da correção de bugs e da otimização de desempenho. 3) Monitoramento Monitoram constantemente o desempenho dos sistemas para identificar possíveis problemas antes que afetem a operação normal. 4) Segurança Implementam medidas de segurança, como firewalls, antivírus e políticas de acesso, para proteger os sistemas de ameaças externas e internas. 5) Backup e recuperação Desenvolvem e colocam em prática estratégias de backup para garantir a recuperação de dados em caso de falhas ou desastres. 6) Virtualização Muitas organizações utilizam tecnologia de virtualização para otimizar recursos e facilitar a escalabilidade. Administradores de sistemas frequentemente lidam com ambientes virtualizados. 7) Automação Automatizam tarefas repetitivas, por meio de scripts e ferramentas de automação, para aumentar a eficiência operacional. 8) Suporte técnico Fornecem suporte técnico para usuários e colaboradores, resolvendo problemas relacionados com hardware, software e conectividade. 9) Documentação Mantêm a documentação atualizada sobre a configuração dos sistemas, procedimentos operacionais e políticas de segurança. 10) Colaboração com outras equipes Colaboram com equipes de desenvolvimento de software, segurança da informação e outras áreas para garantir a integridade e segurança dos sistemas. 11) Planejamento de capacidade Avaliam as necessidades futuras de capacidade e planejam upgrades de hardware ou software, conforme necessário. 12) Conformidade e regulamentações Garantem que os sistemas estejam em conformidade com as leis governamentais e os padrões da indústria. Habilidades e conhecimentos necessários para uma vaga em administração de sistemas  Por assumir uma função tão visceral ao funcionamento das empresas, o administrador de sistemas precisa reunir noções básicas em frentes variadas, como:  Entretanto, é importante ressaltar que a competência mais desejada para os profissionais da área é a capacidade de atualização e de aprendizado contínuo.  Uma vez que conquistar um bom desempenho em todas as frente anteriormente relacionadas é inviável, a melhor alternativa para quem deseja ser expert em administração de sistemas é ter uma estratégia bem desenhada de desenvolvimento pessoal e profissional. E nisso nós podemos ajudar você!  ➡️ Leia também: 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024 6 cursos da ESR para se tornar um especialista em administração de sistemas  Confira, a seguir, nossa trilha de conhecimento sobre Administração de Sistemas, em modalidades EaD e presenciais, com metodologia prática e professores capacitados na sistemática do mercado atual.  A Escola Superior de Redes (ESR) oferece uma formação completa, com cursos que abrangem desde as funções básicas da administração de sistemas à instalação e configuração de rede TCP/IP e dos serviços de internet. A quem se destina? 1) Introdução ao Linux (presencial)  Curso destinado a qualquer pessoa que deseja aprender a usar o sistema operacional Linux e prestar suporte ao usuário com desktop Linux, o software livre mais utilizado no mercado. No fim do curso, você dominará a interface gráfica e a linha de comandos, manuseando arquivos, diretórios e editores de texto, e estará apto a instalar novos programas e pacotes. 🖋️ Inscreva-se aqui 2) Administração de Sistemas Linux O curso apresenta os conceitos básicos, a história e a arquitetura do sistema operacional Linux, com práticas de instalação, configuração e administração. No fim do curso, o aluno estará apto a realizar atividades, como a criação e administração de parâmetros, senhas e contas de usuários; backups; serviços de impressão; registros de eventos; monitoramento de usuários; contabilidade de processos; configuração do núcleo do sistema operacional e aplicação de noções básicas de segurança, entre outras atividades relacionadas com a maior comunidade de software livre do mercado. 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade EaD 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade presencial 3) Gestão de containers com Docker O curso apresenta os fundamentos dos containers e utiliza a plataforma Docker para abordar sua criação e gestão. Parte do conteúdo para a certificação Docker Certified Associate (DCA) é abordada no curso, o que inclui: arquitetura da plataforma Docker, sua instalação e configuração nos sistemas Linux e Windows; criação de imagens com Dockerfile; docker registry; execução e gerência de containers; tipos e gestão de volumes; docker logs; orquestração de containers com docker-compose; redes e segurança no Docker etc. 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade EaD 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade presencial 4) Orquestração de containers com Kubernetes Realize a orquestração de ambientes com containers utilizando Kubernetes, a ferramenta mais utilizada pelos profissionais de TI que migram seu ambiente para a nuvem ou possuem estrutura local baseada em Docker. 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade EaD  🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade presencial  5) Planejamento e Projeto de Infraestrutura para Datacenter O curso oferece uma visão crítica das opções de datacenters disponíveis no mercado, apresentando normas e boas práticas para elaborar o projeto das diferentes disciplinas que envolvem um datacenter. Possibilita identificar a solução que melhor se adapta a sua organização, permitindo argumentar e negociar com os diversos fornecedores de produtos e serviços. Ele é destinado a profissionais atuantes na área de TI, em funções técnicas e gerenciais, que desejam desenvolver as competências necessárias para a construção de um datacenter baseadas nas melhores práticas do mercado. 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade EaD 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade presencial 6) Virtualização com Xenserver (EaD)  Nesse curso, abordaremos a tecnologia envolvida no hipervisor de alto desempenho otimizado para aplicativos virtuais e cargas de trabalho de desktop da empresa Citrix, denominado XenServer. Todas as suas funcionalidades, ferramentas de gestão, solução de problemas envolvidos, simulação de atividades e novas experiências serão aplicadas no decorrer do curso. 🖋️ Inscreva-se aqui _______________________________________ A Escola Superior de Redes (ESR) é a unidade de serviço da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) criada para promover a capacitação, o desenvolvimento profissional e a disseminação de conhecimento em Tecnologias da Informação.  Em 17 anos de atuação, atendemos mais de 1.100 instituições-clientes e capacitamos cerca de 41.000 alunos.  Para atingirmos os maiores índices de qualidade em nossos serviços, com a excelência na aprendizagem e ensino orientado para o resultado prático, a experiência do cliente é nossa premissa. Continue descobrindo os conteúdos da ESR por aqui!


    07/12/2023
  • tocando a mao do polegar de uma mulher de negocios disponivel suporte ao cliente call center botao de tecnologia de negocios no conceito de tela virtual de fundo bokeh scaled 1
    Temas Diversos

    Descubra as vantagens dos serviços customizados da ESR

    Soluções customizadas são aquelas representadas por produtos ou serviços adaptados ou personalizados de acordo com as necessidades específicas de um cliente ou de um conjunto particular de circunstâncias. Ou seja, em vez de oferecer uma abordagem única que atenda a uma ampla variedade de usuários, muitas vezes de maneira genérica, os serviços customizados são projetados para atender requisitos exclusivos, bem como propósitos direcionados. Essa modalidade frequentemente é associada a setores em que as demandas dos clientes são altamente variáveis ou complexas, mas é possível aplicar personalização e customização em grande parte dos segmentos.  Reflexo da importância desse tipo de abordagem mercadológica, diversos estudos atestam maior disposição de clientes em converterem uma jornada de compra quando se deparam com produtos ou serviços personalizados.  Neste artigo, vamos mostrar como os serviços customizados da ESR podem aprimorar sua estratégia de conhecimento e aprendizado em TI ainda em 2023 ou no início de 2024. Continue conosco para descobrir quais são!  ➡️ Leia também: As habilidades mais valorizadas no mercado de trabalho de Tecnologia da Informação Benefícios de adquirir soluções customizadas no ramo da TI A personalização de soluções em TI oferece uma vantagem significativa às empresas e aos profissionais que buscam capacitação. Isso porque, quando orientados para atender a demandas específicas, os serviços podem proporcionar uma infraestrutura mais adaptada aos objetivos do negócio e aos requisitos de segurança da organização e do time de colaboradores. Dessa forma, há não apenas a otimização da eficiência operacional dos envolvidos em um projeto ou no projeto como um todo, mas também a potencialização do fortalecimento de defesas contra ameaças digitais. Além disso, com base em uma proposta personalizada de atendimento, empresas que investem nessa modalidade de serviço têm sempre acesso a consultores capacitados, responsáveis por modular rotas e táticas de negócios de acordo com a evolução ou não das equipes com a solução contratada.  Entre os principais benefícios que podem influenciar positivamente a decisão de contratar serviços customizados estão: 1. Atendimento a necessidades específicas Soluções customizadas são desenvolvidas para atender às necessidades exclusivas de sua empresa ou às defasagens de sua carreira. Isso significa que você não paga por recursos ou funcionalidades que não são relevantes para seu negócio.  A customização permite uma abordagem sob medida, que proporciona um sistema ou serviço alinhado precisamente com os requisitos e processos específicos de sua organização.         2. Eficiência e produtividade aprimoradas Ao investir em soluções customizadas, você pode ter acesso a serviços alinhados aos fluxos de trabalho existentes. Dessa forma, há a otimização da eficiência operacional e da produtividade, pois o portfólio de ações é adaptado para atender a seus processos de negócios.  3. Vantagem competitiva Em um mercado competitivo, ter uma solução de TI que seja adaptada estrategicamente a seus objetivos de negócios pode ser uma vantagem significativa.  Essa opção não apenas diferencia sua empresa, como pode contribuir para a inovação e para a capacidade de resposta rápida às mudanças no ambiente de negócio. 4. Segurança adaptada às necessidades A segurança da informação é uma prioridade crucial no panorama de TI atual. Por meio de serviços customizados, você pode vislumbrar a construção de projetos que contemplem medidas de segurança específicas para atender às ameaças identificadas em seu ambiente operacional.  Entre as vantagens dessa prática estão a mitigação dos riscos de violação de dados e o fortalecimento da postura de segurança de sua empresa. 5. Escalabilidade e flexibilidade As soluções customizadas são projetadas com o ativo da escalabilidade em mente. À medida que sua empresa cresce ou muda, essas soluções podem ser adaptadas e expandidas para acompanhar essa evolução. Assim, os serviços customizados permitem maior flexibilidade e a capacidade de ajustar a tecnologia conforme as necessidades do negócio se desenvolvam. As soluções customizadas oferecem uma abordagem adaptativa e orientada para as necessidades específicas de um cliente, o que pode resultar em benefícios substanciais em termos de eficiência, competitividade e satisfação. ➡️ Leia também: O que é preciso para começar uma carreira de TI? Quais são os serviços customizados da ESR? A Escola Superior de Redes (ESR) é a principal referência em ensino e aprendizado de tecnologia no Brasil. Há 17 anos, promove a capacitação, o desenvolvimento profissional e a disseminação de conhecimento em TI em atendimentos a cerca de 1.100 instituições e mais de 41.000 alunos. Durante sua trajetória de 17 anos no ramo da educação, a ESR identificou a necessidade de se adaptar aos novos perfis de consumidores. Por isso, investiu no desenvolvimento de soluções 100% personalizadas capazes de oferecer respostas específicas para cada desafio organizacional ou para cada demanda de carreira de seus clientes.  Conheça os serviços personalizados da ESR:  1) Cursos customizados Os cursos da ESR (em várias áreas e segmentos dentro da TI) podem ser adaptados de acordo com os objetivos de sua empresa, de modo que é possível modificar estruturas já existentes ou incluir novas abordagens. 2) Turmas customizadas Nesse serviço customizado ESR, você pode adaptar a dinâmica de qualquer curso para seguir o planejamento de sua empresa. É possível mudar a carga horária, o número de encontros e mais, sem que haja discrepância ou alteração na qualidade do conteúdo. 3) Produção de conteúdo Caso você deseje inserir no catálogo de serviços ESR algum tema ou assunto específico, pode solicitar o desenvolvimento de um conteúdo e metodologia do zero, para qualquer modalidade (on-line, presencial ou semipresencial). 4) Objetos educacionais Desenvolvemos objetos educacionais para apoiar os profissionais no processo de aprendizagem, incluindo a estruturação de cursos on-line. ➡️ Leia também: Que curso de tecnologia é feito para mim? Conheça as Trilhas ESR e descubra sua jornada de aprendizagem ideal O que a ESR proporciona para empresas e colaboradores? ➡️ Saiba mais sobre os serviços customizados da ESR


    30/11/2023
  • Design Thinking na Administração Pública
    Métodos Ágeis e Inovação

    4 exemplos da aplicação do design thinking na administração pública

    O termo design thinking (DT) é comumente associado aos ambientes de inovação tecnológica, como startups e laboratórios. Entretanto, neste conteúdo, vamos mostrar por que a abordagem também pode ser utilizada nos desafios da administração pública! Em linhas gerais, o design thinking representa uma metodologia de resolução de problemas guiada, principalmente, pelo foco em pessoas. É o que nos diz o profissional Luiz Coelho, especialista em inovação e agilidade nos negócios, em um webinar exclusivo da ESR: “Nada mais é do que uma maneira de pensar e fazer que coloca o ser humano no centro do processo, considerando diversos pontos de vista, as tecnologias disponíveis e a viabilidade da solução para o sucesso final.”  Ou seja, por meio do DT, gestores e colaboradores são convidados a encarar problemas complexos de forma diferente e, em muitos casos, de maneira inédita, para, a partir disso, desenvolver soluções capazes de sanar necessidades reais.  Uma vez que o mundo encara questões complexas com cada vez mais frequência, desde o surgimento dos novos comportamentos da população, a geração de grande quantidade de dados, situações geopolíticas e ambientais, entre outras, o design thinking se populariza. Inclusive, é o que ocorre na esfera da administração pública.  Continue a leitura para entender mais essa metodologia de pensamento crítico e reflexivo e perceber como o design thinking pode ser implementado em diversos setores da sociedade. ➡️ Leia também: Como implementar uma mentalidade ágil na sua equipe: quatro práticas essenciais  O que é design thinking? Como dissemos anteriormente, design thinking refere-se a uma abordagem criativa e centrada no ser humano, que, por isso, tem revolucionado a forma de enfrentar os problemas no setor público e privado.  A metodologia demanda, primeiro, um entendimento acerca dos desafios a serem superados, para que, somente depois, sejam elaboradas as soluções. Portanto, não o contrário. Até porque, o processo inverso, desenvolver uma criação (1) e tentar adaptá-la à realidade (2), muitas vezes, culmina em projetos frustrados ou pouco rentáveis.  Para sanar essa constante, o DT propõe, então, que a lógica da resolução de conflitos ou problemáticas seja estabelecida por meio de uma avaliação empírica, empática e inicial da vida real para uma posterior criação.  Materializar o protagonismo das pessoas para o desenvolvimento de soluções pode ser um processo complexo, que demanda prática, disposição para mudanças e até tolerância ao erro. Entretanto, com a adoção das propostas do design thinking, tal postura não só se torna viável, como preferível.  Nesse sentido, com a abordagem empática, o design thinking auxilia gestores e encarregados e os demais interessados em sua aplicação para que encontrem uma solução que seja viável do ponto de vista dos negócios, dos custos e do retorno; desejável (portanto, que vai  “sanar uma dor”) e que, igualmente, contemple as aplicações de tecnologia disponíveis no momento (é possível desenvolver essa solução com a tecnologia que se tem disponível hoje?).  Quando esses três fatores entram em cena, há o surgimento de uma solução ideal, fruto do design thinking. Assim, o DT contempla negócios (viabilidade), pessoas (desejabilidade) e tecnologia (construtibilidade). O que, por sua vez, cria diferentes tipos de inovação.  ➡️ Leia também: 5 coisas que um profissional de agilidade não deve fazer  Qual o objetivo do design thinking?  O termo foi criado, sobretudo, para popularizar uma forma de perceber problemas com base em uma perspectiva criativa e visual, tornando-se uma metodologia mais acessível e intuitiva, independentemente do setor ou da atividade no qual esteja inserido.  Tem como principal objetivo facilitar a identificação de novas oportunidades, além de aumentar a eficácia da criação de novas soluções, visto que observa a necessidade dos usuários e das pessoas. Prova de sua eficiência, diversos ecossistemas empreendedores espalhados pelo mundo todo, como o Vale do Silício e a China, notadamente reconhecidos por seu perfil inovador, já adotam o design thinking como base para o desenvolvimento de produtos e negócios há algum tempo.  Ainda que seja bastante conectado ao setor privado, o potencial do design thinking também vem sendo apropriado pelo campo público, seja para elaboração de projetos de leis mais conectados à realidade dos cidadãos, para otimizar a inovação da administração pública, seja para outros contextos diversos que visam à melhoria das experiências da sociedade.  Aqui é válido destacar que inovação não se refere necessariamente ao emprego de tecnologias emergentes, mas, sim, ao desenvolvimento de um produto, serviço, solução ou processo de maneira “simples”, contando sempre com a conexão e a empatia como bases indissociáveis. Na lógica do design thinking, o diferencial de uma solução é sua capacidade de compreender o que faz o usuário/consumidor ou o cidadão (no caso da administração pública) sair do lugar. Esse é o verdadeiro x da questão e o que destaca a metodologia de criação de soluções pautada na observação do problema! É o caso, por exemplo, do AirbnB, que, com uma simples alteração de procedimento – a troca de fotos amadoras dos imóveis por fotos realizadas por fotógrafos –, atraiu novos públicos e outras oportunidades de negócio, escalando como nunca sua solução. ➡️ Leia também: A importância da TI na inovação do mercado de startups Como implementar o design thinking?  Inicialmente, é necessário compreender que se trata de um processo tipicamente mais sensível e interessado no contexto e na experiência dos usuários, por meio do qual nasce o principal elemento do DT: a criatividade. Em paralelo, a colaboração e a diversidade compõem as demais matérias-primas da abordagem, incentivando o brainstorming e a adaptação ágil às rotas erradas.  Chegar a um produto adequado para a realidade se torna muito mais fácil, visto que seu desenvolvimento parte de um processo plural e participativo. Inclusive, é o encontro de várias pequenas ideias que dão origem a uma grande proposta capaz de transformar a realidade. Steven Johnson – De onde vêm as boas ideias Dessa forma, para haver a implementação correta do design thinking, os responsáveis pela metodologia devem investir em um processo que ora é divergente, ora é convergente. Acompanhe:  Seguindo essa dinâmica, o design thinking pode ser implementado em qualquer caso. Entretanto, é válido lembrar que, em muitos cenários, o processo de divergência e convergência ocorre desordenadamente.   Fases do design thinking Defina o desafio Obtenha inspiração  Enquadre as oportunidades  Obtenha feedback  Avalie o aprendizado  Construa a experiência Aprenda com ela  Como visa ao melhoramento e aprimoramento, o processo do DT vai e volta a todo momento, é interativo e não linear, assim como pode ser personalizado para cada especificidade de caso.  ➡️ Leia também: Gerenciamento das incertezas em processos de inovação  Como o design thinking é aplicado na administração pública? Na administração pública, o design thinking pode ser usado em diversas frentes, como na elaboração de novas leis e no planejamento estratégico, entre outros exemplos.  Seu principal diferencial nesse setor é conseguir ter uma resposta para os desafios mais relevantes da área, proporcionando o desenvolvimento de caminhos mais práticos e conectados ao campo factível.  Veja, abaixo, quais dificuldades da administração pública podem ser sanadas pelo DT: Diante dessas e de outras vantagens da implementação do DT, diversas iniciativas públicas já contam com a metodologia no aprimoramento de experiências no cotidiano do cidadão, com destaque para quatro exemplos: Descubra outros casos de sucesso Diversas outras aplicações práticas do design thinking foram temas do mais novo webinar da ESR: Moldando o futuro da administração pública com o design thinking. O evento on-line é gratuito e conta com a participação do profissional Luiz Coelho, especialista em inovação e agilidade nos negócios, com mais de dez anos de experiência em projetos, consultorias e treinamentos.Para ter acesso ao material na íntegra e conferir os demais detalhes do assunto, basta garantir seu acesso aqui!


    27/11/2023
  • Conceitos da Gestão de Riscos da Segurança da Informação
    Segurança

    Guia completo: gestão de riscos da segurança da informação de A a Z

    A quantidade de dados sensíveis armazenados e processados, sobretudo com o aumento de dispositivos conectados, redes sociais e tecnologias de Internet das Coisas (IoT), indica o motivo pelo qual dominar os conceitos de gestão de risco da Segurança da Informação é tão essencial no novo cenário da TI, seja para profissionais, seja para empresas contratantes.  Embora agora existam outras nuances inseridas na gestão de riscos da informação e privacidade, como a adequação da organização à LGPD, o domínio dessa atividade é uma prática comum e necessária às empresas. Neste conteúdo, vamos explorar com mais detalhes o tema, abordando seus conceitos e com dicas para o desenvolvimento relacionado com a especialização.  Para isso, você vai ler por aqui um guia completo que passa pelos pontos abaixo:  O que é Segurança da Informação?  De acordo com a norma 27.002, a Segurança da Informação (SI) refere-se às estratégias de proteção existentes das informações de determinada empresa ou pessoa, conceito aplicado, assim, tanto às informações corporativas quanto às pessoais.  Trata-se do conjunto de ferramentas e táticas capazes de garantir a segurança dos dados de uma empresa no mundo virtual.  O principal objetivo da SI é minimizar os perigos de ameaças físicas e digitais, bem como assegurar o ciclo de vida dos dados organizacionais, afastando-os de influências externas, como vírus, invasões e outras diferentes formas de ataques de cibercriminosos. Para a implementação de uma boa segurança da informação, que resguarde eficientemente os dados, a TI se vale de conceitos essenciais dessa abordagem, os quais você confere logo abaixo.  Conceitos-chave da segurança da informação De acordo com a norma 27.002, existem conceitos preponderantes da Segurança da Informação que articulam a proteção de dados e ativos. São eles:  1) Confidencialidade  Quando se fala em segurança da informação, é preciso pensar que ela está associada à confidencialidade como pilar desenvolvedor. De forma prática, é a garantia de que agentes sem autorização não terão acesso aos dados institucionais. 2) Disponibilidade  Significa dizer que os dados devem estar disponíveis de acordo com a necessidade. Sempre que ela existir, deve ser possível acessá-los. 3) Integridade  Funciona como um tipo de certificação, de que uma informação uma vez armazenada não poderá sofrer quaisquer tipos de alteração. 4) Autenticidade Um dos últimos, mas não menos importantes, pilares que envolvem a gestão de riscos da segurança da informação é a capacidade de garantir que a informação seja verdadeira. Assegurar que certa informação pertence a A ou B e determinar uma autoria específica, provando que o objeto avaliado não tenha passado por alguma alteração indevida.  5) Não repúdio  É a propriedade que garante a impossibilidade de negar a autoria em relação a uma transição anteriormente feita. 6) Conformidade  Propriedade que garante que o sistema deve seguir as leis e os regulamentos associados a esse tipo de processo.  Quais são as fontes principais de requisitos de Segurança da Informação Existem três fontes principais de requisitos de SI: O que é gestão de riscos da Segurança da Informação?  Em uma perspectiva geral, risco é o desvio de curso dos objetivos esperados pelos gestores de um negócio decorrente, em sua maioria, de vulnerabilidades e circunstâncias adversas internas ou externas à organização.  Em outras palavras, representa uma condição que, ao ocorrer, reflete em efeitos, ora positivos, ora negativos, para a operação e o propósito das empresas. Nesse último caso, devem ser corrigidos em tempo hábil ou prevenidos.  Para que haja a mitigação desses contextos, as equipes da operação corporativa devem saber identificar as ameaças a seus setores e atuar para combatê-las, sabendo que, normalmente, são avaliadas no quesito gravidade da seguinte forma: Agora, quando se fala em gestão de riscos em relação à Segurança da Informação, é necessário compreender que cada empresa pode aplicar rotinas diferentes de contenção de eventos disformes, mesmo que se embase na mesma norma, como a 27.005. Nesse sentido, o gestor de Segurança da Informação precisa conhecer sua empresa e aplicar uma orientação personalizada contra os riscos que esteja alinhada aos demais processos gerais de gestão de riscos corporativos e à consciência de que eles sempre existirão. Portanto, o papel do gestor de SI é buscar reduzir esses riscos a patamares aceitáveis à organização. Dessa forma, a abordagem sistemática é necessária para identificar as necessidades da organização em relação aos requisitos de segurança da informação e para a criação do Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI). Portanto, a gestão de riscos de Segurança da Informação representa um processo contínuo, que envolve a identificação, avaliação e mitigação dos riscos relacionados com a segurança dos dados em uma organização. Assim, como em uma gestão de riscos geral, seu objetivo é a proteção e a análise dos riscos positivos e negativos de uma organização. Entretanto, nesse caso, a proteção é orientada para a mitigação de danos às informações sensíveis das empresas e de seus usuários. Além disso, é seu dever assegurar a confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados, sendo um pilar essencial à implementação e à operação cotidiana de um SGSI. O processo de gestão de riscos envolve a aplicação sistemática de políticas e procedimentos para as atividades de comunicação e consulta; o estabelecimento de contexto e avaliação; tratamento, monitoramento e análise crítica do risco; registro e relato dos riscos de um negócio.  Principais componentes da gestão de riscos da Segurança da Informação Implementar uma gestão de riscos da SI adequada não trata apenas do uso de firewalls e antivírus, mas, sim, de adotar uma abordagem estratégica e holística para identificar, avaliar e atenuar os perigos que podem comprometer a segurança dos dados.  A seguir, vamos explorar os componentes fundamentais desse processo, destacando a importância de cada etapa para a construção de uma defesa robusta e adaptável contra as ameaças digitais, em constante evolução. Ao adotar uma abordagem abrangente de gestão de riscos da segurança da informação, as organizações podem fortalecer suas defesas contra ameaças cibernéticas e proteger seus dados críticos.  A postura é necessária para certificar a continuidade dos negócios, bem como para auxiliar a construção de credibilidade da empresa em relação a seus stakeholders – clientes, parceiros e fornecedores, por exemplo.  Como expandir meu conhecimento em gestão de riscos na Segurança da Informação?  A ESR promove o curso “Gestão de Riscos de Segurança da Informação e Privacidade”, que dá ao aluno a capacidade de propor técnicas de controle de segurança da informação para tratar e mitigar as ameaças nas organizações.  No treinamento, o participante aprende a identificar ameaças, vulnerabilidades e perigos associados à segurança da informação e a aplicar, de forma prática e dinâmica, a metodologia de gestão e análise de riscos em sua organização. Confira outros detalhes e inscreva-se no curso exclusivo da ESR aqui! Sobre a Escola Superior de Redes (ESR) A Escola Superior de Redes (ESR) promove, há mais de 18 anos, a capacitação, o desenvolvimento profissional e a disseminação de conhecimento em Tecnologia da Informação em todo o Brasil. Ao longo dessa trajetória, já atendeu mais de 1.100 instituições e contribuiu para a formação de mais de 43 mil alunos em todo o país. Com uma abordagem prática e orientada às demandas do mercado, a ESR oferece mais de 100 cursos, organizados em trilhas de conhecimento que abrangem desde fundamentos de TI até temas avançados em cibersegurança, redes, desenvolvimento e gestão.


    21/11/2023
  • Estratégia de inovação
    Métodos Ágeis e Inovação

    Estratégia de inovação: por que a ousadia é importante no ambiente corporativo?

    Em um cenário de mercado ágil e competitivo, as estratégias de inovação representam verdadeiras aliadas para o desenvolvimento e a manutenção das demais táticas corporativas de qualquer negócio ou segmento.  Isso significa dizer que, à medida que os anseios de consumo se alteram, destacar um serviço ou um produto demanda uma disposição igualmente veloz para adaptações e correções de rota.  De acordo com Henry Chesbrough, ex-professor da Universidade de Harvard e PhD em administração de empresas, o conceito de estratégia de inovação traduz exatamente esta ideia, “um plano de ação que define como uma organização irá gerar, desenvolver e implementar novas ideias e soluções para criar valor e atingir seus objetivos”. Tudo isso sem conservar uma cultura organizacional avessa ao erro ou que supervaloriza, por um período mais extenso que o necessário, uma abordagem equivocada.  Embora esteja claramente vinculada à incorporação de tecnologias nas operações das empresas, a inovação não se limita a esse aspecto. Para assumir papel de destaque na rotina dos negócios, afastando-se de aplicações pontuais e sem um propósito final, exige um investimento abrangente, multidisciplinar e integrado, capaz de harmonizar as metodologias de processos empresariais em direção a um objetivo específico. Como resposta a esse possível dispêndio, a inovação é um dos agentes principais responsáveis por incorporar benefícios às empresas e às economias globais. A exemplo disso, países reconhecidos por terem economias avançadas têm em comum a característica de investir grandes quantias de recursos em inovação.  No Brasil, o estudo “PD&I e inovação aberta no país – as práticas de pesquisa, desenvolvimento e inovação em tecnologia da informação e comunicação”, identificou um cenário positivo em relação a essa pauta para os próximos anos:  Neste artigo, vamos detalhar como esse entendimento sobre a relevância da inovação encontra-se alinhado às novas configurações sociais e econômicas, sendo uma necessidade básica de qualquer organização e profissional, sobretudo de tecnologia da informação.   ➡️  Leia também: 5 coisas que um profissional de agilidade não deve fazer A importância da inovação nas corporações  Inovar requer teste, erro e aprendizado. Em outras palavras, as empresas aptas a implementar estratégias de inovação também fomentam um ambiente que não recrimina as rotas equivocadas, tomando-as, na verdade, insights para processos de melhoria ainda maiores e mais otimizados.  De acordo com Bain&Company, “empresas que seguem as melhores práticas de inovação têm desempenho melhor do que de seus competidores. Isso porque, em geral, esses negócios são proativos para a resolução de cenários considerados ‘não ideais’”.  A adaptação é uma palavra-chave por trás da inovação, conduzindo as empresas ao aproveitamento de oportunidades em diversas frentes. Nesse contexto, ser avesso ao erro paralisa as marcas a implementarem esse processo em suas dinâmicas e dificulta sua inserção no mercado. Já quando um negócio abraça a inovação e implementa estratégias de inovação alinhadas ao planejamento estratégico, se torna tão flexível quanto as alterações do cenário, sem perder a essência ou os diferenciais construídos ao longo do tempo.  Na verdade, a inovação refere-se propriamente à possibilidade que uma empresa ou profissional tem de alterar um processo (micro, médio ou macro) com reflexos significativos para otimizar a eficiência, aprimorar a qualidade e, em última instância, impulsionar a competitividade e a sustentabilidade do negócio. ➡️  Leia também: Como implementar uma mentalidade ágil na sua equipe: 4 práticas essenciais  Diferenciais de empresas inovadoras 3 Cases de empresas que inovaram  Amazon A Amazon diversificou seus negócios, expandindo seu portfólio para serviços de assinatura, computação em nuvem, produção de dispositivos eletrônicos e até mesmo aquisições estratégicas, como a compra do Whole Foods. Essas diversificação e expansão constantes do ecossistema de produção demonstraram a capacidade da marca de inovar e se adaptar às demandas do mercado.  Além disso, o algoritmo da empresa atua como um de seus principais diferenciais, pois tem alta capacidade de decodificar os gostos e hábitos dos usuários, resultando em sugestões de jornadas de compra específicas para cada cliente. Algumas iniciativas inovadoras foram destaque dessa gigante do mercado, como:  Zé Delivery  Ao mostrar que a inovação não é uma realidade somente para as empresas do ramo da tecnologia, a Ambev demonstrou estar atenta ao momento e à leitura do mercado. Em 2016, a empresa do setor de bebidas desenvolveu o aplicativo Zé Delivery, com implementação de IA para otimização de rotas e entrega de produtos com máxima eficiência ao usuário.  Nu O Nubank é um case de inovação associado ao reconhecimento e à valorização da marca. A fintech trabalhou a inovação de uma maneira diferente, por meio da desmistificação do relacionamento de agências financeiras com o cliente.  Observa-se, dessa maneira, que a inovação requer não apenas a capacidade das organizações de se adaptarem às tecnologias do tempo presente e futuro, como também uma cultura organizacional voltada para esse mindset. Veja, abaixo, alguns níveis corporativos de maturidade para a inovação. Quais são os níveis de maturidade organizacional para implementar inovação? Identificar o nível de maturidade de uma organização para os processos de inovação é uma etapa essencial para líderes e gestores que desejam fazer desse conceito uma realidade em seus negócios. O enquadramento dessa questão pode variar de acordo com diferentes abordagens. Entretanto, é comum compreender que as empresas podem estar em fases distintas.  Nível 1 de maturidade:  Nível 2 de maturidade:  Nível 3 de maturidade:  ➡️  Leia também: Experiência do cliente e agilidade: qual a relação entre elas? Como implementar uma estratégia de inovação na prática?  A estratégia de inovação não é apenas um catalisador para o crescimento de corporações. É também uma resposta eficaz aos desafios contemporâneos, como as rápidas mudanças tecnológicas, as demandas dos consumidores em constante evolução e as pressões ambientais.  Ao investir em inovação, as empresas se posicionam para identificar novas oportunidades de negócios, otimizar processos internos e desenvolver produtos ou serviços diferenciados. Dessa forma, não apenas garantem sua relevância a longo prazo, como contribuem para a construção de um ecossistema empresarial mais vibrante e resiliente.  Em última análise, a estratégia de inovação representa um meio, uma abordagem essencial para criar um futuro sustentável e bem-sucedido no mundo dos negócios. No webinar da ESR, “Estratégia de inovação: por que inovar?”, Cecilia Rodrigues, Head de Squad de inovação na Bolder, detalha uma forma prática de desenvolver estratégias de inovação associadas às metodologias das empresas.  ➡️  Confira o evento gratuito na íntegra aqui para aprender como  aplicá-lo em sua realidade.  ➡️  Leia também: Que curso de tecnologia é feito para mim? Conheça as Trilhas ESR e descubra sua jornada de aprendizagem ideal


    09/11/2023
  • Gestão de Pessoas e RH para o TI
    RH

    A gestão de pessoas como pilar fundamental para o futuro do trabalho em TI

    Segundo o recente relatório do Fórum Econômico Mundial, “The future of jobs”, entre 2023 e 2027, espera-se que a digitalização das operações e das práticas cotidianas exija a estruturação de diversas carreiras ligadas ao mercado de TI. O relatório também estima que, nesse período, as vagas para analistas e cientistas de dados, especialistas em Big Data e em aprendizado de máquina de IA e profissionais de segurança cibernética cresçam 30%. Para se ter uma ideia do cenário, das dez profissões emergentes citadas na lista do fórum, sete são voltadas para a tecnologia da informação: Ou seja, os dados reverberam um futuro do trabalho diretamente conectado ao mercado de TI e às suas infinitas possibilidades de especialização.  À medida que a transformação digital demanda mais e novos profissionais capazes de se adaptar a essa cadeia de produção inédita, as empresas também precisam se adequar para comportar e atrair esses colaboradores. Neste artigo, vamos conversar mais sobre a importância da interseção entre os setores de RH e de gestão de pessoas e o de tecnologia da informação.  Você é um integrante do departamento de RH ou GP e quer saber como contratar melhor? Fique conosco!  Leia também: 👉 O que é preciso para começar uma carreira de TI? Panorama do setor de TI para o mercado nos próximos anos O relatório “Demanda de talentos em TIC e estratégia ΣTCEM”, publicado pela Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), identificou que empresas de tecnologia vão requerer cerca de 797 mil talentos de 2021 a 2025.  A demanda se estabelece em contraposição direta ao número de formandos na área, e a projeção da pesquisa nesse sentido é de um déficit anual de 106 mil talentos – 530 mil em cinco anos.  Dessa forma, a gestão de pessoas (GP) e o RH passam a lidar com desafios relacionados com a atração de talentos de TI em um contexto de alta demanda e poucos profissionais aptos aos cargos. Em outras palavras, as vagas não mais refletem apenas oportunidades de emprego, como precisam representar a ideia de uma experiência de trabalho, com possibilidade de aprimoramento e evolução profissional.  Às empresas compete, agora, observar quem são os talentos promissores, entre os recém-formados ou participantes de cursos de formação, a fim de assegurar sua contratação antes da concorrência. Mas isso não significa dizer que é necessário que as empresas abdiquem de requisitos básicos ou específicos para o preenchimento de posições tão importantes para os negócios.  A melhor alternativa, então, para que as soluções e os serviços que dependem de TI tenham qualidade é combinar a propositura de vagas que realmente valham a pena com o conhecimento do cenário e do perfil de candidatos, além de uma disposição corporativa ao incentivo do aprendizado contínuo O que os profissionais de TI esperam do mercado? A 23ª edição do Índice de Confiança Robert Half elencou informações que podem auxiliar os departamentos de RH e gestão de pessoas a identificar o perfil desses colaboradores. Veja os principais apontamentos do estudo: Além disso, de acordo com a pesquisa da FIA Employee Experience (FEEx), os profissionais de TI recebem 84% mais convites para participar de processos seletivos do que os trabalhadores de outras áreas.  Como contratar e reter profissionais de TI com 11 dicas Compreender o propósito da contratação de profissionais de TI para um negócio é um elemento-chave para dar prosseguimento aos processos de gestão de pessoas desse grupo. Assim, analise quais são os motivos que levam a empresa a buscar um colaborador de TI, alinhando as expectativas do cargo com os objetivos estratégicos da organização e com o perfil de candidato adequado à cultura organizacional da instituição.  Tudo isso vai refletir em um processo seletivo mais estratégico e direcionado, capaz de preencher vagas com facilidade. Veja algumas dicas abaixo. 1) Faça o mapeamento estratégico de competências Explore como identificar e definir as competências essenciais para os profissionais de TI que sua empresa busca.  Estude o alinhamento entre as habilidades necessárias e as metas organizacionais, de modo a proporcionar uma base sólida para o recrutamento.    🤝 Na prática: Dica 1 – realize sessões de brainstorming com os gestores de TI para identificar as competências técnicas e comportamentais essenciais para os projetos atuais e futuros. Dica 2 – utilize ferramentas de avaliação de competências para mapear as habilidades existentes na equipe, identificando lacunas e oportunidades de desenvolvimento. 2) Estruture processos de seleção inovadores Descubra abordagens criativas e eficazes para o processo de seleção de profissionais de TI, desde entrevistas técnicas a dinâmicas de grupo.  Explore métodos que vão além do tradicional currículo, ajudando a identificar talentos que se destacam. 🤝 Na prática: Dica 1 – integre entrevistas técnicas com simulações práticas de desafios relacionados com o trabalho diário, proporcionando uma visão mais clara das habilidades dos candidatos. Dica 2 – implemente avaliações de habilidades comportamentais, como dinâmicas de grupo ou entrevistas situacionais, para entender como os candidatos lidam com desafios e se encaixam na cultura da empresa. 3) Pense em estratégias de atração e retenção Pense na possibilidade de inclusão de benefícios flexíveis, oportunidades de desenvolvimento profissional e uma cultura de trabalho que impulsione o engajamento e a permanência a longo prazo. 🤝 Na prática: Dica 1 – desenvolva pacotes de benefícios flexíveis, para que os profissionais de TI escolham opções que atendam às suas necessidades, como horários flexíveis ou programas de bem-estar. Dica 2 – promova uma cultura de reconhecimento, com destaque das conquistas individuais e de equipe, e ofereça oportunidades claras de crescimento dentro da organização. 4) Tenha foco na experiência do colaborador Aprofunde-se na criação de uma experiência positiva para os colaboradores de TI, desde o primeiro contato até o desenvolvimento contínuo dele.  Compreenda como um ambiente de trabalho favorável e oportunidades de aprendizado podem impactar diretamente na retenção do profissional. 🤝 Na prática: Dica –  realize pesquisas de satisfação regularmente para entender a experiência dos colaboradores de TI na empresa e implemente melhorias com base nos feedbacks recebidos. 5) Atente-se à necessidade de adaptação contínua ao mercado Mantenha-se atualizado com as tendências do mercado de TI, preparando-se para ajustar suas estratégias de contratação e retenção conforme o cenário evolui. Seja parceiro inseparável da análise de dados do setor, preveja demandas futuras e adapte suas práticas para atrair os melhores profissionais. 🤝 Na prática: Dica 1 – mantenha uma rede ativa de contatos na indústria de TI para estar ciente das últimas tendências, por meio da participação em eventos, conferências e grupos on-line. Dica 2 – consuma conteúdos relacionados com o mundo da tecnologia, de TI e dos demais segmentos afins. 6) Invista em estratégias de gerenciamento de equipes remotas Como vimos anteriormente, os profissionais de TI têm preferência pela modalidade híbrida ou remota. Assim, reter talentos é também explorar abordagens eficazes para liderar e gerenciar equipes de TI que operam remotamente, garantindo eficiência e colaboração. 🤝 Na prática: Dica 1 – utilize plataformas de comunicação virtual eficientes para a realização de reuniões regulares, garantindo que as equipes remotas se sintam conectadas. Dica 2 – estabeleça metas claras e mensuráveis para as equipes remotas, com indicadores precisos de produtividade e resultados, incentivando a autonomia e a responsabilidade individual. 7) Crie um plano individualizado de desenvolvimento profissional Desenvolva planos personalizados para o crescimento profissional de cada membro da equipe, em que as metas individuais sejam alinhadas aos objetivos organizacionais. 🤝 Na prática: Dica 1- facilite a participação de profissionais de TI em cursos de atualização e certificações relevantes para  mantê-los atualizados e competitivos. Dica 2- ofereça programas de desenvolvimento contínuo, incluindo treinamentos específicos de TI, workshops e materiais, para incentivar o crescimento profissional da equipe de TI. 8) Divulgue as vagas de forma clara e objetiva Garanta que as oportunidades de emprego sejam comunicadas de maneira transparente, incluindo as informações cruciais sobre o cargo, as especialidades necessárias e as habilidades desejadas. Além disso, é fundamental destacar que uma vaga deve ter o número de etapas adequadas para a identificação do melhor profissional para o cargo naquele momento. Desenvolver um processo abarrotado de fases, que muitas vezes não têm um motivo de existir, torna a ação difícil não só para o candidato, como para os responsáveis pela seleção.  🤝 Na prática: Dica 1 – colabore com a equipe de TI para criar descrições de cargos claras, com destaque para as responsabilidades específicas e oportunidades de crescimento. Dica 2 – pense na parceria com plataformas de recrutamento on-line e redes sociais de maneira estratégica para ampliar o alcance das vagas. 9) Atente-se para a demanda de habilidades comportamentais Em um cenário desafiador, reconheça a importância das habilidades comportamentais e integre avaliações comportamentais às práticas de recrutamento e gestão de talentos. 🤝 Na prática: Dica 1 – integre perguntas situacionais e comportamentais nas entrevistas para avaliar como os candidatos lidam com desafios e se adaptam a diferentes situações. Dica 2 – realize treinamentos para os gestores de TI sobre a importância das habilidades comportamentais e como identificá-las durante a interação com a equipe. 10) Garanta a interconexão dos departamentos Promova uma comunicação eficaz e sinergia entre os diversos departamentos da empresa, com o intuito de aprimorar a colaboração e evitar o isolamento de informações e células. 🤝 Na prática: Dica 1 – implemente reuniões interdepartamentais regulares para promover a colaboração, compartilhar conhecimento e alinhar estratégias necessárias para o desenvolvimento de projetos de TI. Dica 2 – estude e estruture plataformas de comunicação interna para criar canais que facilitem a troca de informações entre diferentes setores da empresa. 11) Desenvolva um canal de comunicação aberto e efetivo Estabeleça um canal de comunicação robusto entre os colaboradores e o setor de RH, proporcionando feedbacks contínuos, correção de rotas e validação de decisões acertadas. 🤝 Na prática: Dica 1 – estabeleça um sistema de feedback regular, para incentivar os colaboradores a expressarem suas opiniões e sugestões. Dica 2 – use ferramentas de comunicação interna eficientes, como chat interno e intranet, para facilitar a comunicação entre os colaboradores e o setor de RH. Com essas dicas, os processos seletivos para talentos de TI podem ganhar um caráter estratégico e ser menos oneroso para as empresas e para os gestores de RH.  Conclusão Um dos principais desafios dos gestores de RH no atual cenário do trabalho é se adaptar às demandas do mercado, dos usuários e dos próprios colaboradores, todos mais exigentes. Assim, além de entender a importância de um colaborador de TI para o dia a dia da empresa, o RH precisa também adotar estratégias e operações focadas na contratação e retenção desses talentos bastante específicos.  O trabalho remoto é outro elemento que apresenta desafios para a dinâmica da empresa. Com isso, acertar qual é a melhor modalidade de atuação para cada empresa nas etapas de seleção e na contratação de profissionais, observando as diferenças que cada vaga desempenha no resultado final do negócio, se torna essencialmente complexo.  A Escola Superior de Redes (ESR), líder em ensino para a tecnologia, possui um serviço para tornar todo esse processo mais adequado e menos oneroso para as organizações. Na Consultoria Educacional da ESR, as empresas têm acesso a um serviço já consolidado no mercado, que oferece estratégias de aprendizagem corporativas, desenvolvidas de acordo com os objetivos e as necessidades de cada empresa. O projeto auxilia gestores de TI e de RH a otimizar os recursos investidos no desenvolvimento profissional das equipes, entender quando e como contratar mais colaboradores, como, no caso, os programadores, e gerar resultados mais assertivos e alinhados aos objetivos da empresa. ➡️➡️ Entre em contato com um de nossos especialistas para entender como a Consultoria Educacional pode otimizar os processos de gestão de pessoas em sua empresa.


    06/11/2023
  • Carreira de programação
    Desenvolvimento de Sistemas

    8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024

    Para quem busca uma nova oportunidade de emprego ou até mesmo uma transição de campos de trabalho, a tecnologia da informação (TI) parece sempre uma boa alternativa. Afinal, é um mercado aquecido, com diversas possibilidades de especializações, dentre as quais encontra-se a carreira de programação.  Por estar presente em todos os modelos de indústria, a carreira de desenvolvedor é visada por diversos novos colaboradores não só da área de TI, como de outros segmentos. Dessa forma, há uma concorrência significativa, o que exige que aqueles que desejam se destacar na área conheçam suas particularidades e demandas.   Trata-se de um campo altamente competitivo, no qual o desprendimento da ideia de imutabilidade de posições em empresas ou cargos é bastante comum. Isso ocorre uma vez que a maior parte dos profissionais do setor, sobretudo no início da trajetória profissional, busca assumir outras funções, em outros espaços, a fim de aperfeiçoar habilidades diferentes em cada uma delas. Neste blog, abordaremos algumas singularidades desse campo de atuação, além de darmos dicas valiosas para quem quer iniciar a carreira de programação ainda em 2023 ou nos primeiros meses de 2024.  Você vai ver por aqui:  O cenário da programação no Brasil em 2023 Uma das melhores formas de compreender a importância da programação para o futuro do mercado é conferir os números dessa área de atuação na TI. Apesar das taxas expressivas de layoffs no início do ano, “codar” – ou seja, programar usando códigos – ainda é uma carreira com vantagens e espaço.  De acordo com uma matéria do G1, o setor de tecnologia cresceu 34,3% entre janeiro e outubro de 2022 e contou com mais de 70 mil novas oportunidades abertas. Já a pesquisa salarial do canal Código Fonte TV, desenvolvida entre os dias 30 de janeiro e 24 de abril de 2023, com 17.818 profissionais da área, reuniu informações importantes sobre esse tema, como:  Assim, os números do setor, tanto os compilados neste estudo quanto na matéria do grupo O Globo, demonstram que a programação é uma carreira com oportunidade de crescimento e de especialização em diversos segmentos.  Na perspectiva das empresas que contratam TI, as vantagens da programação são inúmeras, entre as quais a de maior destaque é a adaptabilidade a um cenário que integra os ambientes virtual e físico de maneira cada vez mais fluida.  Quais são as áreas de atuação de um profissional de programação? Um profissional de programação – ou, como também é chamado, um desenvolvedor (dev) – é responsável por escrever e testar códigos para o funcionamento de aplicativos, sites e programas de computador.  Em outras palavras, a programação é essencial para que todas as funções do dia a dia sejam executadas, como é o caso de um pagamento digital, do uso de um aplicativo de mobilidade urbana, de troca de mensagens etc. Ou seja, o profissional de programação transforma as aplicações presenciais reais em aplicações úteis e reais também no meio digital.   No contexto da transformação digital – impulsionada, sobretudo, depois das implicações do isolamento social – e da maior conectividade já experimentada pela humanidade, a área de TI será cada vez mais demandada, inclusive no que diz respeito aos programadores.  Segundo a Associação de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais, a estimativa é que, até 2025, faltem 797 mil profissionais de TI no mercado brasileiro. Por isso, é interessante observar as possibilidades de um colaborador de TI nesse cenário. Veja algumas abaixo: Nesses três campos de atuação, os programadores podem ainda construir carreiras em diversas áreas, como:  ➡️ Leia também: O que é preciso para começar uma carreira de TI? 8 dicas para iniciar na carreira de programação A busca por uma carreira de sucesso na área de programação exige mais do que simplesmente dominar linguagens de programação. É necessário adotar uma abordagem estratégica para garantir crescimento profissional contínuo e adaptabilidade às demandas do setor.  Veja, abaixo, algumas dicas valiosas para quem está dando os primeiros passos nesse universo dinâmico: 1) Invista em capacitação contínua Ingressar na carreira de programação é estar em um campo em constante evolução. Mantenha-se atualizado com relação às últimas tecnologias, linguagens e práticas de codificação.  Identifique as certificações mais relevantes para seu campo de interesse e trabalhe para conquistá-las. A aquisição de conhecimento de maneira contínua é a chave para o sucesso na programação. Não acredite que você vai aprender se apenas fizer o que pedem no trabalho. Na verdade, na maior parte das vezes, o trabalho funciona como um espaço para aplicar o que se estuda em casa e para otimizar processos de aprendizagem. Por esse motivo, para entrar no ritmo acelerado desse mercado, talvez você precise abraçar primeiro empregos que sejam ambientes para aplicar a parte técnica que aprendeu na teoria e para aprender protocolos de comunicação – como conversar com pares, chefes, clientes, bem como reconhecer as expectativas de cada um, visando à demonstração de resultados práticos e eficientes.  Como exemplo de espaço para buscar conhecimento está a Escola Superior de Rede (ESR), referência em aprendizagem em tecnologia.  ➡️ Leia também: Que curso de tecnologia é feito para mim? Conheça as Trilhas ESR e descubra sua jornada de aprendizagem ideal Veja cada oportunidade como uma base Reconheça que, no início da carreira, cada oportunidade é uma porta aberta para o crescimento futuro. Mesmo aquelas posições que parecem abaixo das expectativas podem fornecer experiências valiosas.  Utilize essas situações como trampolim para construir uma base sólida que abrirá portas para vagas mais desafiadoras e recompensadoras no futuro. 3) Seja adaptável e aberto a mudanças Conectada à dica anterior, esta orientação é muito importante para iniciantes: evite ficar estagnado em uma única posição por muito tempo. A disposição para mudar de função e explorar diferentes locais de trabalho é crucial para ampliar seu networking e entender diversos protocolos de desenvolvimento. É na variedade de experiências que você fortalecerá suas habilidades e perspectivas na área, principalmente em um segmento que tem penetração em diversos tipos de empresa, como as públicas, as de grande porte, de produtos, terceirizadas…  São diversas as formas de começar a construir um portfólio e atuar na manutenção de sistemas back-office, aqueles que ficam por trás dos processos de todos os departamentos de uma organização.  Inclusive, este é um dos diferenciais dessa carreira: poder trabalhar em empresas de todas as áreas, como a de setores agrícolas, fábricas automotivas e até de comércio exterior. Experimente e aprenda com os testes!  4) Reconheça a diversidade na programação Compreenda que a programação é aplicada de muitas maneiras. Não pense que sua abordagem é a única correta, pois, ainda que existam boas práticas e manuais documentados, cada empresa pode ter técnicas e protocolos diferentes.  Esteja disposto a adaptar-se a novas metodologias e a aprender com colegas mais experientes. No início da carreira, a humildade é tão valiosa quanto a habilidade técnica. 5) Cultive habilidades técnica, interpessoais e de networking Além de habilidades técnicas, como conhecimento de lógica de programação, arquitetura de sistemas, domínio de mais um modelo de linguagem, é válido desenvolver competências interpessoais. Isso porque a área de programação exige análise crítica dos cenários, troca de experiência e informações, trabalho em equipe e proatividade, por exemplo. Nesse sentido, construir relacionamentos sólidos no setor é fundamental para que você esteja sempre em processo de aprendizado e distante da defasagem. Participe de eventos, conferências e grupos de usuários para expandir sua rede profissional. Colaborações e conexões podem abrir portas inesperadas ao longo de sua jornada na programação. 6) Construa um portfólio sólido Demonstre suas habilidades por meio de um portfólio diversificado, que esteja disponível na nuvem e de fácil acesso.  Projetos pessoais e contribuições para projetos de código aberto são maneiras eficazes de mostrar seu conhecimento e paixão pela programação. Além disso, as empresas valorizam programadores que podem colaborar efetivamente em projetos de equipe, como projetos colaborativos e repositórios de código aberto. Faça uma análise sobre como dispor essas informações em seu currículo e diferencie-se da concorrência. Algumas plataformas de hospedagem podem contribuir para a divulgação dos trabalhos, como a GitHub, GitLab ou Bitbucket, servindo como base de compartilhamento público de projetos.  Junte-se a comunidades on-line relevantes, como LinkedIn e Stack Overflow, ou fóruns especializados em programação para ter acesso e contribuir com discussões relevantes para o setor.  7) Compreenda as expectativas do mercado Antes de iniciar a carreira de programação, pesquise e entenda as habilidades e as competências mais valorizadas pelo mercado. Isso pode incluir conhecimento específico em linguagens de programação, frameworks, metodologias de desenvolvimento e habilidades relacionadas com a resolução de problemas e trabalho em equipe. Saiba o que as vagas buscam e esboce um plano de estudos que aborde esses elementos. A ESR pode ajudar você nisso.  8) Participe de competições on-line Envolver-se em hackathons e competições on-line não apenas oferece a oportunidade de aplicar suas habilidades em desafios práticos, mas também permite que você mostre suas realizações em plataformas específicas desses eventos. Conclusão  Ao adotar uma abordagem proativa em relação à postura de aprendizado contínuo e também ao abraçar mudanças e adaptações, você certamente fica à frente de vários profissionais recém-ingressados no mercado. Essa disposição para uma jornada de conhecimento sólida e consistente aumenta significativamente suas chances de ser notado por recrutadores e outros profissionais da área, abrindo as portas para um início de carreira na programação. Na Escola Superior de Redes (ESR), líder em ensino de tecnologia, você tem acesso a diversos cursos e trilhas de conhecimento que mesclam teoria e prática, para o melhor aproveitamento das especializações da área.  ➡️➡️  Fique por dentro de todos os treinamentos aqui!


    13/10/2023
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    Governança de TI

    Governança corporativa: princípios e boas práticas para adotar em 2025

    “Governança corporativa é o sistema pelo qual as empresas e as demais organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre sócios, conselho de administração, diretoria, órgãos de fiscalização e controle e as demais partes interessadas.” Essa é a definição do termo pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), responsável por desenvolver inúmeros estudos sobre a área.  Embora não seja um conceito tão recente para o mundo empresarial e as demais organizações, inclusive do setor público, passou a ter cada vez mais relevância à medida que a sociedade identificou a sustentabilidade e o propósito das organizações como pontos decisivos para o relacionamento e a conversão com os negócios.  Ligada diretamente à ideia da Agenda ESG (Environmental, Social e Governance), em que é representada pelo “G” da sigla, a governança corporativa tem o objetivo de tornar as empresas e organizações mais alinhadas a um objetivo comum que contemple o desenvolvimento de seus quatro princípios:  Em outras palavras, significa dizer que a governança é o conjunto de regras e princípios que empresas e organizações adotam para serem administradas de maneira justa, transparente e eficiente. Nesse sentido, mesmo que a compreensão da governança corporativa pareça teórica, colocá-la em prática é possível e é o que vamos mostrar aqui. Continue conosco para saber como.  Quais são os resultados de uma empresa e das demais organizações que adotam a governança corporativa?  Em uma análise geral, podemos dizer que o desejo de toda empresa e organização é se manter no mercado, além de entregar confiança em seus produtos e serviços, certo? Ou seja, ter longevidade.  Para isso, atualmente, além de priorizar a qualidade dos produtos ou serviços prestados e de sua operação, o negócio precisa se atentar ao valor que entrega para a sociedade e a comunidade a seu redor.  Se antes os consumidores de produtos e serviços pouco se inteiravam sobre a conduta de uma empresa ou organização, agora a lógica é diferente. Há mais informações do que nunca, disponíveis de uma maneira inédita – em todo lugar, a todo tempo.  Além disso, fornecedores e parceiros passaram a priorizar acordos com empresas e organizações que se preocupam com sua sustentabilidade e, consequentemente, com a sustentabilidade do ecossistema empreendedor do qual fazem parte.  É nessa realidade – de maior concorrência, clientes mais bem informados e parceiros e fornecedores preocupados de uma forma diferente com seus relacionamentos de negócio –  que a governança corporativa prospera e atua.  Podemos dizer, então, que, na prática, trata-se de uma forma de garantir a ética, a transparência e a segurança jurídica diante dos diversos públicos de uma organização. Ou seja, um guia, um manual de boas práticas para as empresas funcionarem bem e serem confiáveis.  Dessa forma, uma corporação que adota os princípios da governança gera valor a longo prazo para suas soluções e para sua história. Há ainda outros benefícios associados a ela, como:  Existem ainda outras vantagens de orientar uma empresa pelos princípios da governança, como a certeza de um processo de conformidade legal e regulatória, o que a torna extremamente necessária nos dias de hoje. Fique por dentro: um estudo realizado pela McKinsey e NielsenIQ analisou o desempenho de faturamento de produtos que alegam ser social e ambientalmente responsáveis. De acordo com o levantamento, 60% dos entrevistados disseram que pagariam mais por um produto com embalagem sustentável. Já em outra pesquisa da NielsenIQ, 78% dos consumidores (recorte dos EUA) disseram que um estilo de vida sustentável é importante para eles. 4 dicas para implementar uma agenda de governança corporativa no dia a dia de um negócio  Adotar a governança corporativa na prática requer um compromisso contínuo com princípios e atividades que promovam a transparência, a responsabilidade e o desempenho ético.  Separamos, a seguir, quatro exemplos de ações que podem ser incorporadas em qualquer negócio e no dia a dia das empresas. 1) Defina e comunique valores e princípios  Estabeleça valores e princípios éticos, além de claros, capazes de orientar o comportamento de todos na empresa.  Comunique esses valores de forma ampla e regular, de modo que todos os funcionários entendam a cultura organizacional e saibam como devem agir. É importante que esses valores estejam associados ao desenvolvimento não só da organização, como dos colaboradores e da comunidade. É necessário um propósito para que a empresa exista, e apenas gerar lucro não é um deles. 2) Crie estruturas de tomadas de decisão transparentes Pensar em formas de simplificar a transparência da empresa é uma excelente maneira de implementar a governança aos negócios. Alguns departamentos e estruturas podem atuar nessa frente.  3) Dedique-se ao princípio da prestação de contas e transparência Há diversas formas de fazer isso, como:  4) Promova a ética e a responsabilidade Como vimos, a governança corporativa dá destaque à condução ética que as empresas têm em seus diversos ramos de atuação. Por isso, uma das maneiras mais corretas de implementá-la na prática é por meio de ações voltadas para essa área. Pense em:  Leia mais: LGPD para a área de TI: como a lei impacta o setor? Como a governança se relaciona com a TI?  A tecnologia da informação é uma peça fundamental para permitir que as empresas desenvolvam práticas, atividades e rotinas mais sustentáveis, seguras, transparentes e rentáveis.  Há implicações da TI no apoio à governança corporativa em várias frentes, como na otimização de processos onerosos, com base na automação, inteligência artificial e machine learning, entre outras possibilidades advindas da transformação digital, para a melhoria da experiência de consumo de produtos, serviços e informações,  por meio do desenvolvimento de sistemas acessíveis, disponíveis e escaláveis.  Para que as organizações atinjam esse objetivo, ainda é imprescindível um departamento sólido de cibersegurança, responsável por proteger os dados do negócio e de seus principais agentes. Ou seja, a TI viabiliza a governança corporativa de diversas formas.  Por aqui, já abordamos os detalhamentos dessa relação em um blog post exclusivo.   Leia: 5 dicas para crescer na carreira de governança de TI Conclusão  A governança corporativa deixou de ser uma opção das empresas para se traduzir como uma necessidade imperativa no cenário de negócios atual. Nesse contexto, é a tecnologia da informação que viabiliza uma base sobre a qual a sustentabilidade, a segurança, a transparência e a rentabilidade podem ser aprimoradas Veja como esse tema é abordado no curso da ESR – “Governança de TI com Cobit 2019”. Inscreva-se e torne-se especialista na questão. 


    06/10/2023
  • TI Verde
    Temas Diversos

    TI Verde: o papel da tecnologia e das organizações diante da urgência da sustentabilidade

    O conceito de TI Verde está diretamente conectado aos modelos de gestão que priorizam a eficiência operacional aliada à demanda por compromisso e responsabilidade socioambiental por parte das organizações.  Como resultado de um debate histórico, que teve desenvolvimento na década de 60 do século passado, a finalidade dessa agenda de sustentabilidade é garantir uma atitude mais comprometida e proativa de atores sociais amplamente reconhecidos por desempenharem um papel significativo na estrutura de mercado e na vida cotidiana, ou seja, empresas públicas e privadas, envolvendo-os na busca por um modelo de desenvolvimento mais sustentável, em que a tecnologia da informação é vista como importante ferramenta capaz de auxiliar as instituições a adotarem práticas, atividades, processos e gestões cada vez mais sustentáveis. Neste artigo, vamos conversar mais sobre a Agenda ESG no ambiente corporativo e qual o papel da TI Verde na construção de uma sociedade mais justa e sustentável. Como surgiu a demanda por uma Agenda ESG nas organizações?  O Environmental, Social e Governance (ESG) surgiu em 2004, em uma publicação do Banco Mundial, em parceria com o Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) e com instituições financeiras de nove países, chamada “Who cares wins” (Ganha quem se importa).  Na época, o então secretário-geral da ONU, Kofi Annan, pretendia que o documento se apresentasse como uma espécie de provocação e convite à reflexão de 50 CEOs de grandes instituições financeiras do mundo sobre como integrar os fatores ESG ao mercado de capitais. Serviu, assim, como base para todas as futuras considerações acerca da combinação de critérios ambientais, sociais e de governança corporativa às rotinas das instituições e a seus processos, entendendo que as atividades ESG precisariam ser amplamente colocadas em prática e mensuradas pelas empresas.  Como resultado, as instituições que se preocuparam com a pauta passaram, gradativamente, a gozar de melhor reputação e serem priorizadas por clientes e investidores em suas decisões de melhor alocação de recursos e outras práticas sustentáveis.  Embora a sigla tenha ganhado uma alcunha oficial nos anos 2000, o termo “sustentabilidade” precede uma construção histórica um pouco mais antiga, com outros marcos importantes para a evolução do tema.  Principais marcos temporais na pauta da sustentabilidade organizacional  Nos últimos 60 anos, passou-se a discutir mais intensamente a necessidade de um modelo de desenvolvimento sustentável, sobretudo por causa das constantes crises que o formato inaugurado pós-Revolução Industrial ocasionou. Desde o século XVIII, tal modelo, focado na expansão econômica contínua da sociedade, produziu riquezas e bem-estar, mas também contribuiu para o agravamento de problemas graves, como profundas desigualdades sociais e desequilíbrio ambiental.  Nessa dinâmica, as atividades humana e empresarial das décadas passadas, baseadas no progresso ininterrupto, transformaram e romperam aquilo que se chama, em uma abordagem recente, “limites planetários”, entre os quais estão: Mesmo que os efeitos negativos dessa abordagem tenham se tornado mais visíveis atualmente, ao longo do tempo, várias iniciativas abordaram a necessidade de uma agenda mais sustentável na sociedade. A exemplo disso, o Relatório Brundtland, intitulado Nosso Futuro Comum, publicado em outubro de 1987, definiu desenvolvimento sustentável como “o desenvolvimento que procura satisfazer às necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazer as próprias necessidades”. Em outras palavras, um modelo que permita um padrão de vida e estilo de consumo que não pressione excessivamente os sistemas produtivos e a exploração dos recursos naturais do presente para que, dessa forma, as futuras gerações possam gozar dos mesmos direitos e oportunidades.   Para além, a popular Agenda 2030 da ONU, publicada em 2015, estabeleceu 17  Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), desdobrados em 169 metas e 254 indicadores, para orientar políticas públicas capazes de endereçar soluções para o desenvolvimento sustentável.  Mas, afinal, o que é a Agenda ESG na prática? A Agenda ESG nada mais é do que um amadurecimento, historicamente construído, do papel social das organizações que passa a ser entendido por uma ótica da responsabilização.  Nessa abordagem, as empresas precisam assumir uma nova responsabilidade corporativa, que englobe critérios econômicos, ambientais e sociais associados a práticas de governança adequadas, que sejam capazes de capitanear soluções para os desafios da sustentabilidade.  Assim, passa-se a pensar em quais são os papéis que as organizações precisam assumir, bem como quais as contribuições que elas devem dar à sociedade nas três frentes – ambiental, social e de governança.  Os SDG Compass, os próprios ODS e os indicadores Etho, por exemplo, podem servir para avaliar como as ações ESG são realizadas na prática pelas empresas.   TI Verde e os ODS da Agenda 2030 Diante da necessidade de mobilização corporativa ante a urgência de ações guiadas pela sustentabilidade, a TI Verde se estabelece como uma forma de relacionar a tecnologia com o alcance dos ODS e da Agenda ESG. Em linhas gerais, ela se caracteriza por ser uma estratégia sustentável para o uso de tecnologia da informação, com foco na proteção do meio ambiente, racionalização do uso de recursos e melhoria da eficiência operacional. O conteúdo foi tema de um exclusivo webinar da ESR, “Sustentabilidade e TICs: caminhos para a implantação de uma agenda ESG nas organizações públicas e privadas”, no qual o pesquisador Alexandre Cesar Motta de Castro expôs as possibilidades dessa associação, sendo algumas delas destacadas abaixo:  Dez práticas já utilizadas pela chamada TI Verde Uma vez que estão inseridas em um segmento dinâmico, altamente modificável, as práticas de TI Verde também se transformam constantemente, assim como aparecem outras inéditas. Ainda assim, é possível destacar algumas atividades que são importantes para uma atuação mais sustentável. 1) Educação e conscientização Uso da TI para disseminar informação e conscientizar colaboradores e partes interessadas da importância da sustentabilidade e como adotar práticas mais verdes.  2) Teletrabalho e mobilidade sustentável Incentivo ao teletrabalho e à colaboração remota, o que reduz a quantidade de espaço de escritórios, que precisam ser aquecidos e resfriados, e o número de computadores no local.  Há também a mitigação da necessidade de deslocamento físico para o trabalho; facilidade de acesso a oportunidades de emprego nowhere office (escritório em qualquer lugar); descongestionamento do trânsito urbano; redução dos custos para empregadores e funcionários; diminuição da emissão de GEE e da pegada de carbono associada ao transporte.  3) Licitações sustentáveis  Compras de hardware/suprimentos/serviços com certificação ambiental, maior eficiência energética e contratação de fornecedores verdes.   4) Digitalização de processos de gestão Incentivo ao uso de ferramentas eletrônicas de comunicação e consolidação de impressoras; terceirização de serviços; implantação de nichos de impressão adequados a cada ambiente; redução do uso de papel; uso de assinaturas digitais e digitalização de documentos.  4) Digitalização de processos de gestão Consolidação de servidores físicos em máquinas virtuais para reduzir o número de equipamentos necessários, com economia de espaço, energia e refrigeração. 6) Datacenters eficientes Contratação de datacenters verdes para aumentar a eficiência das operações e das soluções computacionais, além de melhorar a produção energética, por meio de sistemas de refrigeração mais eficientes, otimização de racks e servidores e uso de fontes renováveis de energia.  7) Computação em nuvem e adoção do SaaS Redução da necessidade de recursos físicos em cada local de trabalho; compartilhamento e acesso remoto a aplicativos e dados, o que possibilita o aumento da produtividade e da eficiência, com otimização da mobilidade, da acessibilidade multiplataforma e dos investimentos em TI, com redução da pegada de carbono e dos requisitos de energia.  8) Sensores inteligentes para monitoramento Utilização de sensores inteligentes para monitorar o consumo de energia, a temperatura, a umidade e outros parâmetros, possibilitando uma gestão mais eficiente e a identificação de áreas de melhoria.  9) Monitoramento e tomadas de decisão Coleta e análise de grande quantidade de dados relevantes, com foco na sustentabilidade, para um monitoramento mais eficaz do progresso e uma tomada de decisão mais informada para a implementação de políticas e programas direcionados para objetivos específicos.  10) Gestão de resíduos Descarte apropriado; doação; coleta e reciclagem de pilhas e baterias, cartuchos de toner, eletroeletrônicos, equipamentos periféricos de TI etc. _______________________________________ Além da TI Verde, a Agenda Ambiental se tornou uma diretriz essencial para todos os departamentos organizacionais, tanto em empresas privadas quanto na administração pública.  Nesse contexto, o comprometimento com os princípios do Pacto Global se converte em uma responsabilidade compartilhada, destacando a importância de adotar uma série de condutas, como: Todas essas referências são recursos que as organizações podem buscar para implementar novos modelos de gestão voltados para a sustentabilidade, para se criar um ambiente corporativo mais consciente e comprometido com essa agenda. Assumir um papel social e ambiental mais responsável é uma transformação que redefine o propósito da organização, alinhando-a com as demandas atuais e com a compreensão do que é necessário para um futuro sustentável. Assista, na íntegra e gratuitamente, ao webinar “Sustentabilidade e TICs: caminhos para a implantação de uma agenda ESG nas organizações públicas e privadas”, com o especialista  Alexandre Cesar Motta de Castro.


    28/09/2023
  • Administração de sistemas na transformação digital
    Administração de Sistemas

    Administração de sistemas e transformação digital: como os profissionais de TI podem se preparar para as demandas do mercado

    A transformação digital representa uma tendência consolidada no mundo corporativo e não se limita apenas à automação, como também abrange a adoção de uma estratégia completa voltada para a inovação e resultados, por meio da tecnologia e da análise de dados. Para garantir um desempenho sólido nesse novo cenário, as empresas devem estruturar e trabalhar simultaneamente várias frentes, sendo as principais delas as relacionadas com a implementação de uma cultura organizacional capaz de promover a ausência de medo em relação às mudanças e estimular a constante adaptabilidade.  Além disso, é crucial investir em setores-chave para manter esse processo ativo de forma contínua. Um dos departamentos indispensáveis nesse sentido é o da Tecnologia da Informação (TI), especialmente a administração de sistemas.  Neste artigo, exploraremos o papel fundamental desse campo na transformação digital, bem como discutiremos o perfil do profissional de TI adequado para driblar desafios e construir caminhos inéditos, de acordo com cada realidade corporativa. Você realmente sabe o que é transformação digital? De maneira geral, podemos definir a transformação digital como o processo crescente de virtualização das atividades das organizações.  O principal resultado da prática para os negócios se vê na maior eficiência operacional e de gestão, mas outras vantagens repercutem em toda a cadeia produtiva das empresas, como:   Portanto, falar em transformação digital é abordar a capacidade que a automação – realizada por softwares variados – tem de converter tarefas repetitivas, burocráticas e com alto risco de falhas administrativas em atividades mecânicas e de rápida reprodução pela máquina.  Auxiliar o gerenciamento e monitoramento de equipes, bem como otimizar a entrega de indicadores de forma simples e rápida nos equipamentos tecnológicos, é exemplo dessa transformação digital.  Há várias formas de aplicar o conceito de transformação digital, por exemplo, nos serviços públicos. Segundo o Gov.Br, “transformação digital no governo significa oferecer um serviço público de qualidade, com menos gasto de tempo e dinheiro por parte do cidadão, para melhorar a vida daqueles que vivem e trabalham no Brasil (…) com a automação de serviços, o país reduz substancialmente as suas despesas anuais e torna a vida do cidadão mais fácil”.  Já para a McKinsey, a transformação digital foi a principal responsável, em 2022, por movimentar ao menos uma das quatro peças-chave abaixo em variados tipos de empresa:  Dessa forma, para assumir um papel de destaque em relação à transformação digital, é necessário utilizar a automação, tecnologia e inovação para o aprimoramento contínuo de processos e experiências de consumo e serviço, tanto para os colaboradores do negócio quanto para os consumidores.  Para tanto, são necessárias estratégia, capacidade, organização e cultura. É nesse sentido que a administração de sistemas possui um papel essencial na transformação digital, por tornar possível o desenvolvimento efetivo dessas quatro áreas. ➡️ Leia também: A importância da programação para o futuro do trabalho Qual o papel da administração de sistemas na transformação digital? Inicialmente, precisamos entender a função da administração de sistemas e do profissional administrador.  Esse especialista possui uma atuação visceral na estrutura das organizações, uma vez que planeja, organiza, dirige e monitora o desenvolvimento e alcance dos objetivos organizacionais.  Com habilidades bastante apuradas e um olhar holístico para os processos dos negócios, o administrador de SI tem a função de interligar efetivamente os componentes necessários para atender às necessidades das empresas, sejam elas quais forem e no ritmo de mudança que se apresentarem. Em outras palavras, isso significa dizer que a administração de sistema é a área responsável pela administração, gerenciamento e suporte relacionados com a infraestrutura de TI, além da implementação, configuração e manutenção de sistemas computacionais variados. Dessa forma, podemos dizer que a administração de sistemas de informação aborda três itens importantes que interagem entre si: administração, organização e tecnologia, e é exatamente por ter essa roupagem basilar que é tão fundamental para o desenvolvimento da inovação como uma estratégia de negócios, desempenhando um papel central na transformação digital das empresas. Algumas principais funções desempenhadas por essa equipe neste contexto são: 1) Implantação e manutenção de infraestrutura tecnológica  A administração de sistemas é responsável por implantar e manter a infraestrutura tecnológica necessária para suportar as iniciativas de transformação digital. Isso inclui servidores, redes, sistemas de armazenamento e outros componentes essenciais. 2) Segurança de dados Com a crescente digitalização das operações empresariais, a segurança de dados tornou-se uma preocupação comum.  Os administradores de sistemas, com a cibersegurança, são encarregados de criar estratégias e protocolos adequados para driblar incidentes e eventos maliciosos, implementando medidas como firewalls, criptografia e sistemas de detecção de intrusões. 3) Gestão de cloud  Nos últimos anos, as empresas passaram a migrar, em larga escala, para a nuvem, o que representa um passo importante em suas transformações digitais. A administração de sistemas atua na gestão de ambientes em nuvem, assegurando que os recursos sejam alocados de forma eficiente e que os dados estejam seguros. 4) Integração de sistemas  À medida que novas tecnologias são introduzidas durante a transformação digital, é importante que esses sistemas se integrem de forma harmoniosa. Os administradores de sistemas são responsáveis por garantir a interoperabilidade entre sistemas e aplicativos. 5) Monitoramento e manutenção contínuos Como dissemos anteriormente, a transformação digital é um processo contínuo. A equipe de administração de sistemas é vital para o monitoramento constante dos sistemas e para a realização de manutenção preventiva como forma de garantir que tudo funcione sem problemas. É por meio dessa competência também que a administração antevê problemas e cria soluções de maneira inovadora, em um cenário com baixos riscos, visto que ainda não requer uma execução emergencial de atividades. 6) Suporte técnico  Com a evolução das operações, que se tornam cada vez mais dependentes de sistemas digitais, surge a necessidade de prover suporte técnico ágil e eficaz. A equipe de administração de sistemas atua como a primeira linha de suporte, resolvendo problemas e garantindo que as operações não sejam interrompidas. Além disso, a administração de sistemas reflete no amadurecimento de um processo de transformação digital nas empresas, pois possibilita que a utilização de tecnologias, como cloud computing, big data, análise de dados, inteligência artificial, Internet das Coisas (IoT) e automação, seja realizada  de acordo com um planejamento com objetivos e indicadores estratégicos. Habilidades necessárias a um profissional administrador de sistemas  Existem diversas áreas de atuação para um profissional de TI que deseja se especializar em administração de sistemas. É o caso de administrador de banco de dados (DBA), administrador de segurança, administrador de redes, entre outros. Entretanto, mesmo diante de tantas possibilidades, há alguns conhecimentos básicos comuns ao escopo de trabalho desses profissionais, como: Com tantas habilidades e competências desejadas para o preenchimento de vagas nesse setor, se especializar pode ser uma tarefa desafiadora.  Por isso, mais importante que se dedicar a todas elas sem precisão e método é saber que a postura de aprendizado contínuo é que vai destacar ou não um colaborador de TI. Ou seja, a vontade de aprender e saber como fazer isso é fundamental para sua carreira. ➡️  Leia também: 5 coisas que um profissional de agilidade não deve fazer A Escola Superior de Redes (ESR) é líder em treinamentos e iniciativas educacionais para tecnologia, assim, promove capacitação, desenvolvimento profissional e disseminação de conhecimento de TI para todo o Brasil. Em mais de 16 anos de atuação, já contribuiu para a formação de 31 mil alunos, além de ter atendido cerca de 1.100 empresas.  Os cursos, que passam dos cem, são distribuídos em diferentes trilhas de conhecimento, de modo a atender às necessidades e especificidades de cada usuário, em diferentes modalidades (presencial, semipresencial e remoto).  A Administração de Sistemas é uma das trilhas da ESR. Descubra todos os cursos dessa trilha de formação aqui!


    21/09/2023
  • Previsões de Cibersegurança
    Segurança

    Previsões de cibersegurança: o que esperar no segundo semestre do ano e início de 2024?

    Mais do que prever o futuro, acompanhar as tendências de qualquer mercado possibilita a criação de alternativas inovadoras para driblar desafios antes que eles alterem a dinâmica dos negócios. Ou seja, conhecer as previsões de cibersegurança ou de inúmeros outros segmentos auxilia gestores no aperfeiçoamento de suas operações, assim como os deixa um passo à frente de incidentes e eventos complexos.  A cibersegurança é um nicho peculiar, que demanda uma atuação de ponta a ponta, constante e orientada para a menor taxa de falibilidade possível, visto que um agente malicioso precisa de apenas um erro para causar danos irreparáveis às corporações.  Dessa forma, além de capacitação técnica, os profissionais da área precisam contar com, em certa medida, habilidades enquadradas na seara das soft skills, como criatividade, capacidade analítica em contexto difíceis e gerenciamento de emoções, entre outras. A aptidão para a inovação também faz parte do escopo de competências desejadas para esses especialistas, por isso é tão importante conhecer e reconhecer o cenário e o setor.  Neste artigo, você acompanha o que se falou de cibersegurança nos primeiros meses de 2023 e o que se espera para 2024. ➡️ Leia também: O que são ataques de phishing e como evitá-los? Previsões de cibersegurança: o que aconteceu até agora? Os últimos meses do ano são marcados sempre pela necessidade de análise crítica do que movimentou o mercado, daquilo que se concretizou, dos números que validaram ou abafaram antigas tendências.  Nesse sentido, a divisão de Inteligência em Ameaças da Check Point Software Technologies, Check Point Research (CPR), divulgou dados atualizados sobre a cibersegurança até aqui, sobretudo os condizentes com ataques cibernéticos.  De acordo com a instituição, de abril a junho de 2023, houve 8% de aumento nesse tipo de evento, em uma escala semanal global, o que corresponde a uma média de 1.258 ataques por semana.  As novas táticas evasivas, os ataques frequentes baseados em hacktivismo, além de uma grande quantidade de ransomware direcionado a várias empresas e organizações, dão o alerta para uma nova onda de incidentes, mais sofisticados e em maior quantidade.  Outros dados desse relatório apontam que:  Há um notável ressurgimento de ataques cibernéticos em todo o mundo e também entendimentos importantes sobre o que esse panorama revela, de acordo com o estudo CPR.  Veja os principais desdobramentos, a seguir. 1) Cibercriminosos: mestres do antigo e do novo O relatório do CPR esclarece o fato de que os cibercriminosos não estão apenas explorando tecnologias mais recentes, como também recorrendo a vulnerabilidades bem conhecidas em softwares estabelecidos para realizar suas atividades maliciosas. 2) A constante evolução do ransomware Uma das revelações do relatório é o cenário em evolução do ransomware. Dados derivados de mais de 120 “sites de vergonha” de ransomware revelaram que, no primeiro semestre de 2023, um total de 48 grupos de ransomware relataram violação e extorsão pública de mais de 2.200 vítimas. 3) Cibersegurança: um campo de batalha dinâmico A principal conclusão do Relatório Semestral de Segurança de 2023 do CPR é que a segurança cibernética é um campo de batalha dinâmico.  As organizações precisam evoluir no desenvolvimento de estratégias de segurança em conjunto com o cenário de ameaças em constante mudança, empregando uma combinação das mais recentes defesas baseadas em IA e uma compreensão profunda das vulnerabilidades mais antigas. Diante desses números, fica evidente que o setor de cibersegurança demanda investimentos constantes e profissionais altamente qualificados para lidarem com um cenário que é sempre inédito.  Publicado ainda no primeiro semestre, o relatório IDC Predictions 2023 já previa que o mercado de SI movimentaria US$1,3 bilhão até dezembro de 2023 só no Brasil, mas, diante dessas descobertas, isso pode ser até superior ao estimado. Segundo essa pesquisa, 53,6% dos executivos de TI no Brasil e 50,6% na América Latina afirmaram, na época, que a cibersegurança permaneceria como uma das maiores prioridades e preocupações para as empresas em todas as ramificações do negócio, em todos os mercados latino-americanos. ➡️ Leia também: Principais tipos de backup e qual é o ideal para a sua empresa Previsões de cibersegurança: o que se espera para 2024? O Gartner, liderança mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, divulgou as previsões de cibersegurança para o segundo semestre de 2023 e início de 2024.  Entre os principais pontos da pesquisa, está a adoção, por metade dos diretores de segurança da informação entrevistados (–Chief Information Security Officer – CISOs), de um design centrado no ser humano, para reduzir atritos operacionais de segurança. Além disso, diversos outros pontos chamaram atenção no estudo e estão destacados a seguir:   Além disso, espera-se que as tecnologias já conhecidas, como IoT, machine learning, cloud computing e IA, bem como outras demandas já estabelecidas, tais quais a regulamentação e a ética de dados, permaneçam no horizonte da cibersegurança, se desenvolvam e se fortaleçam.  Por aqui já abordamos quais são elas em outro conteúdo completo sobre o tema.  Conclusão No cenário digital de ameaças cada vez mais sofisticadas e difundidas, que usam novas e antigas técnicas, se alocam em quaisquer sistemas, é indispensável acompanhar de perto as previsões de cibersegurança. Além disso, quem atua na área precisa compreender as tendências emergentes, as técnicas de ataque em evolução e as vulnerabilidades mais recentes, bem como estar pronto para a adoção de medidas proativas para fortalecer as defesas das organizações e garantir uma abordagem mais resiliente e eficaz.  A Escola Superior de Redes (ESR) é referência em cursos e treinamentos para cibersegurança, por meio de uma abordagem prática, com atividades que geram resultado imediato no dia a dia de trabalho de profissionais e organizações.  Inscreva-se agora e esteja mais preparado para atuar com segurança da informação, seja qual for a especialização.


    15/09/2023