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Blog da ESR

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    Métodos Ágeis e Inovação

    Novidades em métodos ágeis: tudo sobre o Scrum 2020

    Novidades em métodos ágeis: tudo sobre o Scrum 2020 Métodos ágeis para gestão de equipes e processos são cada vez mais implementados em organizações de diferentes portes e segmentos. Dentre as metodologias mais utilizadas, destaca-se o Scrum, que tem como foco a divisão de etapas de rápida realização dentro de cada projeto pensando em gerar entregas constantes e a sua continuidade fluida. Neste ano de 2020, em que tantas mudanças aconteceram, uma delas que veio para muito bem daqueles que se utilizam e aplicam o Scrum dentro de seus métodos ágeis foi o lançamento do Guia Definitivo do Scrum, versão 2020.  Este documento se trata de uma atualização do Guia lançado em 2017 pelos precursores da metodologia, Ken Schwaber e Jeff Sutherland, e reúne as principais diretrizes e padronizações para aplicação da metodologia Scrum. Neste artigo você vai ficar por dentro de tudo que diz respeito a métodos ágeis e ao Scrum como um de seus carros-chefe. Acompanhe! Métodos ágeis e Scrum: o que são Lançado para o mundo originalmente em 1995 por Ken, Jeff e outros coautores, como Mike Beedle e Martine Devos, o artigo intitulado “Scrum: A Pattern Language for Hyperproductive Software Development” trazia um primeiro rascunho do que viria a se tornar este método hoje tão utilizado. O artigo era um compilado de algumas práticas que Jeff já utilizava desde 1993 nas empresas em que trabalhava. Pensando na metodologia como uma linguagem de padrões, o grande objetivo era encontrar formas padronizadas de solucionar os principais desafios recorrentes das organizações. Assim se caracteriza também a essência do que são os métodos ágeis, hoje utilizados internamente nas empresas para otimizar o máximo possível de processos. Ao olhar para cada detalhe de um projeto e direcionar equipes ou pessoas para a execução de cada atividade, é possível minimizar as chances de falhas e assim obter um resultado de maior qualidade e agilidade na entrega final. Por isso esse tipo de metodologia, principalmente o Scrum, vem apresentando um aumento significativo de adesão pelas empresas e seus gestores. Mas e como os métodos ágeis são aplicados? Vamos entender um pouco melhor de como funciona no caso do Scrum. Aplicação de métodos ágeis e Scrum nas empresas Como vimos, o uso de métodos ágeis e Scrum nas empresas passa pela exigência básica de que a empresa esteja aberta a implementá-los. Por isso, é primordial caso a sua organização deseje trabalhar com este tipo de metodologia que haja uma mudança de mentalidade em direção a pensamentos mais inovadores. A partir do momento em que a sua empresa já se encontra neste momento de abertura, será preciso direcionar pessoas específicas para liderar os métodos ágeis internamente. Isso porque criar um fluxo de Scrum para cada organização é diferente, devido ao cenário atual e objetivos traçados, e porque existem profissionais especializados neste tipo de projeto. É o caso do Scrum Master, profissional que não necessariamente precisa vir da área de tecnologia, mas que tem vasto conhecimento em gestão de projetos e processos para aplicar métodos ágeis. Este profissional deve flertar também com as áreas de gestão de pessoas e liderança, pois irá atuar como um líder técnico e precisará interagir, se comunicar e facilitar o dia a dia das equipes que liderar. Este profissional é um profundo conhecedor do framework de Scrum, sendo capaz de adaptá-lo a qualquer organização. No dia a dia de trabalho tem como principais atribuições potencializar o trabalho das equipes e garantir que todos estejam na mesma página sobre a metodologia e seus objetivos de aplicação na empresa. Para isso, é fundamental ter conhecimento sobre as principais novidades do mercado, possibilidades de aplicação e atualização das diretrizes do próprio Scrum dentro dos métodos ágeis. Se você está nesta área, não perca a seguir: o que mudou com o lançamento do Scrum 2020. Guia do Scrum 2020: o que mudou? O novo documento lançado em 2020 tem como principal diferencial o fato de estar mais enxuto: de 19 páginas o material passou a ter 13, o que agrega simplicidade e praticidade àqueles que pretendem acompanhá-lo. Isso faz também com que o Scrum Master, ou seja, o profissional responsável pela aplicação deste método ágil dentro da empresa, passe a ter maior responsabilidade de criar e implementar novas formas de aplicação internamente. Dentre as principais atualizações encontradas, destaca-se a definição do Scrum como um método simples e que abarca processos de toda a empresa, e não é somente um projeto isolado dentro de uma equipe de TI que quer “inventar moda”. Além disso, a metodologia foi descrita pela primeira vez no guia 2020 como embasada e sustentada pelo pensamento Lean, o que é um grande ganho para facilitar o seu entendimento. Scrum Team Além da nomenclatura ter mudado no guia do Scrum 2020, mudou também o tamanho definido para essas equipes. A mudança no nome se deu pois o termo não foi traduzido para Time de Desenvolvimento como era no guia 2017, mas se mantém como Scrum Team independente do idioma para o qual se for traduzir. Isso traz um ganho de verossimilhança à cultura e linguagem originais, além de manter uma identidade maior. Scrum Teams são as equipes que trabalham com a metodologia aplicada a algum projeto ou produto, e a partir das novas diretrizes publicadas no guia 2020 elas deverão ter, no máximo 10 pessoas. Essas equipes, de acordo também com o novo guia, passam a ser auto-gerenciadas, termo que foi alterado em relação ao guia de 2017 e remete mais a uma ideia de squads autônomos. As equipes são compostas por Scrum Master, Product Owner e Developers, de acordo com o novo guia. São suas principais características e atribuições: Scrum Master: é o líder da equipe, responsável pela eficácia do Scrum Team e pela implementação das melhores práticas em prol dos objetivos e resultados desejados; Product Owner: é o profissional responsável pelo backlog da equipe, atuando diretamente na adequação do produto desenvolvido às necessidades reais do mercado; Developers: são as pessoas que colocam a mão na massa no desenvolvimento — que não é somente de software — das ações relacionadas ao projeto. Sprints e eventos do Scrum Outra mudança relevante que afeta o dia a dia das equipes é relacionada aos eventos do Scrum, ou seja, as sprints e demais rituais que envolvem as rotinas das equipes. No guia 2020, fica mais claro que os backlogs podem ser refinados conforme necessário e que as sprints podem, sim, ser canceladas caso as suas metas venham a se tornar obsoletas. Ainda no tópico de sprints, fica definido no novo guia do Scrum que o Sprint Planning deve ser o momento inicial de todo Sprint, e precisa abordar três tópicos principais: para que aquele sprint tem valor; o que pode ser feito naquele sprint; e como o trabalho escolhido pode ser realizado. Outras rotinas envolvidas em métodos ágeis como o Scrum são o Daily Scrum, Sprint Review e Sprint Retrospective. Estas se tratam de reuniões periódicas, que podem ser diárias, semanais, mensais ou conforme o período que durar um determinado projeto, e servem para a equipe se alinhar sobre o que está acontecendo, quais os principais desafios e resultados e como o processo pode ser otimizado em próximas oportunidades. Estes momentos passaram por pequenas alterações de texto no novo guia que tornam as suas aplicações mais claras para os Scrum Teams e facilitam a compreensão e objetivos. No entanto, a ideia geral segue a mesma. Neste artigo você viu um pouco mais sobre métodos ágeis e Scrum, levando em consideração principalmente as principais alterações ocorridas com o lançamento do novo Guia do Scrum 2020. Esses temas são parte do seu interesse dentro da atuação em projetos de TI e você deseja se qualificar cada vez mais neles para se especializar? Então confira nosso calendário de cursos e inscreva-se!


    03/12/2020
  • labirinto-demonstra-incerteza
    Governança de TI

    Gerenciamento das Incertezas em processos de Inovação

    Gerenciamento das Incertezas em processos de Inovação Processos de inovação vêm acompanhados de uma série de elementos positivos, como a mudança, a novidade e o inédito, mas também de inúmeras adversidades que surgem pelo caminho. O gerenciamento das incertezas que surgem no processo inovativo é uma tarefa árdua mas que cabe a todos aqueles que, independente da área de atuação ou das experiências prévias, decidiram empreender em novas jornadas. Preparo emocional para lidar com as incertezas é algo essencial na trajetória do empreendedorismo, da liderança de projetos e da inovação. No entanto muitos profissionais que estão neste caminho sequer sabem diferenciar o conceito de um outro também bastante comum neste universo que é o de “riscos”. Neste conteúdo, nosso objetivo é empoderar você para que esteja ciente de diferentes exemplos do que pode ocorrer na sua trajetória dentro da TI. É evidente que não pretendemos aqui prever ou premeditar qualquer aspecto relacionado à sua história em especial, até porque isso não seria possível. O intuito é, então, versar um pouco sobre o que são incertezas e como elas podem ser contornadas quando vierem a acontecer. Fique com a gente e mande suas dúvidas com nossos especialistas! Gerenciamento das incertezas vs Gerenciamento dos riscos Para começar, é fundamental destacar e reforçar este aspecto relacionado à gestão das incertezas: seu diferencial para o que se entende por riscos.  Dentro de um processo de inovação, uma ação possível de segurança para o negócio é a previsão de situações que podem dar errado para poder se prevenir contra elas. Aqui estamos falando em riscos. Um risco é algo que o profissional sabe que corre ou que tem potencial para correr dentro da sua realidade, mercado e nicho. É como se estivéssemos falando de uma fintech que oferece transações bancárias com taxas mais baixas e conta digital diante de um cenário de surgimento do Pix, por exemplo. O Pix está sendo desenhado pelo Banco Central já há algum tempo, o que coloca empreendedores de um negócio nessa área em um status de identificação de risco. A chegada da pandemia de coronavírus, por exemplo, é algo impossível de prever ou definir previamente um plano de ação. Não se sabe quando uma pandemia vai começar, quanto tempo vai durar e nem que impactos efetivamente terá no mercado e consequentemente no seu negócio. Por isso, trata-se de uma incerteza. Há que se pensar que, a partir da ocorrência desta pandemia, as empresas possam estar mais preparadas em próximas ocasiões semelhantes. Ter a experiência e vivenciar uma crise ajuda a desenvolver nos empreendedores essas habilidades emocionais e a capacidade para tomada de decisão a partir de cenários mais analíticos e práticos, o que contribui significativamente para o gerenciamento das incertezas em ocasiões futuras. Compreendendo a inovação como processo O segundo ponto essencial dentro deste caminho é o de entender a inovação como um processo, e não como um fato ou uma fórmula. No mundo da TI tudo é muito exato, porém é preciso entender que na inovação as coisas não se dão necessariamente desta forma. Não há um único caminho correto a ser seguido, muito pelo contrário: a inovação prevê a coexistência de diversas ideias que juntas conduzem ao que se espera como resultado. Novamente, importante salientar que não há também um único resultado, mas diversos. Ao iniciar ou conduzir um processo de inovação, normalmente os envolvidos desejam solucionar algum problema, encontrar uma forma mais ágil de fazer alguma coisa que já existe ou até mesmo ter a ideia do milhão criando algo que ninguém nunca pensou. Antes de prosseguir com o raciocínio, entenda uma coisa: não se cria algo que ninguém nunca pensou. Tudo que você pensar já existe de alguma forma, para algum público e atende a alguma necessidade mapeada. Este é um ensinamento precioso do livro “Roube como um artista — 10 dicas sobre criatividade”, de Austin Kleon, que pode ser aplicado também quando se estiver pensando em inovação. Indo adiante, ao buscar qualquer um dos três objetivos comentados anteriormente, você pode estar pensando que é possível, sim, chegar a um resultado. Se eu estou tentando solucionar um problema e consigo, eis o meu resultado. Se eu encontro uma forma mais ágil de realizar uma tarefa, aí está novamente a minha conquista. Esse raciocínio não deixa de estar correto. No entanto, ao pensar na inovação como um processo, entende-se que cada descoberta e cada etapa é uma forma de resultado. Então, temos, sim, diversos resultados diferentes no decorrer do caminho. Importância da gestão diante do gerenciamento das incertezas Como já mencionado, são diversas as possibilidades de incertezas dentro dos processos de inovação. Assim, caberá à gestão destes projetos compreender esse cenário e trabalhar com ele da melhor forma possível. Segundo apresentado no artigo científico “Gestão da incerteza e incerteza na gestão: a inovação como processo”, podem existir duas formas principais de conduzir processos de inovação já visando a existência de riscos e incertezas. A primeira delas é por meio do que os autores chamam de selecionismo, onde se conduz mais de uma opção de caminho em paralelo para garantir maiores chances de sucesso; e a segunda é a de tentativa e erro, onde já imaginando que alguns elementos podem fugir do controle, busca-se planejar parcialmente as ações e acertar o máximo possível sem deixar de se arriscar ou sem privar nenhum tipo de ideia. Um destaque interessante abordado pela pesquisadora Alessandra Bezerra de Melo é o de que a incerteza é o que move o mundo. É com base em perguntas, questionamentos, dúvidas e inquietações que tudo que é novo surge. Por isso, não se deve considerar as incertezas somente como algo ruim, elas têm seu lado positivo e devem receber a devida atenção para que evoluam de forma satisfatória para o projeto. Trazendo todas essas perspectivas para um cenário de desenvolvimento de projetos de software, identifica-se que o preparo emocional aliado à capacidade técnica dos gestores devem ser afinados o suficiente para lidar com o gerenciamento das incertezas.  Habilidades como a reação rápida para elaborar soluções; o saber dialogar com todos os envolvidos para entender por onde pode ser o melhor caminho; e o conhecimento técnico sobre o projeto em si para dar opiniões que geram valor serão essenciais em líderes que queiram desenvolver processos de inovação dentro da área de TI. É fundamental estar aberto a errar dentro de processos de inovação, e compreender que dessas falhas podem vir aprendizados muito grandes para a sua carreira. Algumas sugestões de cursos que você pode realizar neste sentido são o de Design Thinking, para falar sobre processos de inovação, e o de Scrum, aí para o gerenciamento de projetos com previsão de incertezas. Confira nosso calendário de cursos e inscreva-se agora mesmo para se capacitar ainda mais e estar apto a liderar processos de inovação fazendo o gerenciamento das incertezas.


    23/11/2020
  • blockchain view
    Temas Diversos

    Usando blockchain na sua empresa

    O que é blockchain Blockchain é uma tecnologia que se assemelha a um banco de dados global, coletivo e aberto ao público utilizado para registrar informações em blocos criptografados. Esses bancos de dados são normalmente utilizados para armazenar transações financeiras com moedas digitais, porém dada a sua natureza, podem ser aplicados a diferentes finalidades.  No caso das transações financeiras, a tecnologia de blockchain permite que todas as informações sejam sigilosas, com identificação somente a partir da chave de acesso também criptografada. Nesta aplicação de blockchain a moeda mais transacionada é o Bitcoin, que é totalmente digital e desvinculado de qualquer banco, empresa ou governo. Agora, quer saber mais sobre como ir além das transações financeiras e aproveitar o potencial da tecnologia de blockchain em outros setores e até mesmo na sua empresa? Acompanhe este artigo que vamos te mostrar como fazer isso. Como o blockchain funciona? Para explicar de forma mais didática podemos traduzir de forma literal o termo e chegar no conceito de “corrente de blocos”. Isso porque é desta forma que a tecnologia opera: criando novos blocos de transações que se conectam automaticamente um no outro, formando esta espécie de corrente. Vale ressaltar que todo esse processo se dá de forma virtual, então não temos blocos ou correntes de verdade, porém a analogia se aplica para o meio digital. Cada transação fica gravada no formato de um código sequenciado de letras e números que nunca se repete e não pode ser identificado. No caso das transações financeiras, essa característica é fundamental, visto que são transacionados bitcoins, moedas digitais de muito valor quando convertidas para o dinheiro oficial dos países, então não se pode deixar essas informações acessíveis para qualquer pessoa. Para acessar as informações sobre uma determinada transação é preciso inserir no sistema uma chave de acesso, que também se trata de um código também criptografado e sequenciado utilizado pelo sistema para confirmar a idoneidade daquela transação.  Além disso, não é possível deletar ou desfazer operações via blockchain, pois há um carimbo do tempo que é autenticado pela central moderadora das transações que identifica exatamente o horário em que a chave de acesso foi aplicada para validar uma transação. Principais benefícios do blockchain Agora que já falamos um pouco sobre as principais características do blockchain, hora de entrar mais a fundo nos benefícios de utilizar essa tecnologia no dia a dia — e também na sua empresa. Rede descentralizada e sem propriedade de ninguém; Códigos de difícil acesso; Camadas de segurança e criptografia; Verificação por mineradores para evitar fraudes; Chave de segurança; Código único para cada transação; Registro criptográfico da transação anterior. Além destas, são também vantagens da tecnologia de blockchain a transparência das operações, visto que os dados (apesar de não ser possível identificar as pessoas envolvidas) ficam registrados na rede global de blockchain; a rastreabilidade, que permite aos usuários definirem regras para a realização de suas transações, e também poder acompanhá-las do início ao fim; a alta velocidade em que se dão as transações, considerando a descentralização e, portanto, a liberdade de qualquer vínculo com bancos, governos ou empresas; e a imutabilidade, impossibilidade de ser corrompida ou alterada. Proof of Work E é graças ao mecanismo de Proof of Work (PoW), sobre o qual vamos falar mais agora, que o sistema pode operar de forma descentralizada. Isso porque este algoritmo trabalha através da solução de problema criptográfico que culmina na criação de novos blocos dentro do blockchain. Este sistema é mais comum no que diz respeito às transações de bitcoins, porém também pode ser aplicado a qualquer outro o uso do blockchain. Uso de blockchain nas empresas Se temos assim tantos benefícios no uso desta tecnologia, por que não sair somente das transações financeiras e aproveitar este potencial para outros segmentos de negócio? Isso é o que muitas empresas e profissionais de TI já estão fazendo ao identificar algumas possíveis aplicações da tecnologia às suas empresas. Migrar seus meios de pagamento é a principal delas cedendo ao uso das moedas criptografadas. No entanto, analisar o cenário atual da empresa, compreendendo onde a mesma se encontra e que serviços oferece, pode ser o melhor caminho para iniciar. É fundamental também deixar todos da empresa na mesma página quanto à sua utilização, visto que é mais do que somente um processo, mas é uma nova forma de pensar e agir. Outra finalidade para a qual algumas empresas utilizam blockchain, para além de transações financeiras, é para a validação de documentos e proteção de dados. A ausência da necessidade de intermediários neste tipo de operação também vem atraindo empresas dos mais variados setores e se posicionando como uma tendência a ser adotada por todos em breve. Aplicações de blockchain e funcionalidades Resumindo, alguns dos tipos de negócios e funcionalidades com que a tecnologia de blockchain pode ser utilizada são: contratos inteligentes — também conhecidos como smart contracts, são documentos que se auto executam podendo ser assinados e validados inteiramente por computadores; cadeia de fornecimento rastreável — para rastreamento eficiente e transparente de componentes e produtos de uma cadeia de suprimentos; verificação de identidade e KYC — sistemas eficientes de registro dos cidadãos que garantem segurança e privacidade aos usuários e redução de custos às empresas; pagamento internacionais — os sistemas de pagamento para fora do país hoje encontram altas taxas para a realização de transferências, e com blockchain esse custo é significativamente reduzido; armazenamento em nuvem — o custo para armazenamento de arquivos e dados em sistemas descentralizados como o blockchain é muito mais baixo e competitivo para as empresas, e ainda com tudo criptografado! Para aprender ainda mais sobre temas como blockchain e desenvolver o seu currículo, confira o calendário de cursos da ESR. Continue acompanhando o nosso blog e compartilhe esse conteúdo com a sua rede!


    19/11/2020
  • Gestão de Riscos de Segurança da Informação e Privacidade
    Governança de TI

    Gestão de Riscos de Segurança da Informação e Privacidade

    Estratégias de segurança da informação e privacidade podem ser utilizadas para diferentes finalidades dentro da TI de uma organização. Uma delas é dentro da gestão de riscos, onde são aplicadas práticas para mitigar e minimizar ao máximo as chances de algo sair fora do programado. Com o desenvolvimento das tecnologias para internet há cada vez mais pessoas assumindo a posição de usuários dos sistemas online conectados em todo o mundo. O volume de dados que se trabalha em função disso é gigante, o que conhecemos como Big Data, e cada vez mais precisamos de estrutura para tratar, analisar e gerar resultados através dessas informações. A codificação, criptografia e segurança em camadas de rede são alguns dos recursos que podem ser utilizados para auxiliar as pessoas e empresas a manterem todo esse volume de dados seguro. Especialmente do ponto de vista de dados sensíveis, é essencial que sejam mantidos em segurança. Neste sentido, é preciso ter clareza sobre as diferenças de alguns conceitos, e é sobre esse assunto que vamos falar no artigo de hoje. Confira! O que é risco? Para começar a diferenciar os conceitos vamos destrinchar por aqui o que é considerado como risco. São diferentes definições elaboradas pelos mais diversos autores que já versaram sobre o tema, mas em essência algo que todas elas têm em comum é a ideia da dificuldade de previsibilidade do cenário final. Risco é toda a situação em que há probabilidade de os resultados serem diferentes do esperado devido a um ou outro motivo — já mapeados ou não —, de forma que se antecipa que algo pode ocorrer neste sentido. Isto nos dá a chance de evitar um dano ou consequência adversa. Resumindo, risco é uma probabilidade de uma ameaça explorar uma vulnerabilidade e causar um dano ou consequência. Em outro conteúdo do nosso blog, falamos sobre as diferenças entre riscos e incertezas, se quiser conferir. Mas a ideia geral é que o risco é previsível, ou, é passível de identificação prévia de sua possibilidade de existência. Já a incerteza não segue o mesmo caminho, sendo algo que a empresa não conseguiu mapear ou identificar anteriormente de nenhuma forma, como o caso da pandemia de coronavírus que assolou todo o planeta ao longo de 2020.  Os riscos estão presentes em toda e qualquer operação e nas diferentes áreas e podem ser classificados em diferentes tipos conforme suas características e origens. Assim, todas as áreas da sua empresa apresentam possíveis riscos, desde o setor financeiro, passando pelo RH e vendas, até a própria área de TI. Um dos principais neste último caso está relacionado ao Big Data e às transações de dados realizadas entre empresa e cliente. Assim, contar com uma equipe ou até mesmo uma área focada em gerenciamento de riscos, dependendo do porte da empresa, é fundamental nos dias de hoje. Vamos adiante. O que é Segurança da Informação e Privacidade? O segundo conceito que vamos trabalhar hoje para ajudar a complementar o entendimento deste material é o de segurança da informação. Este campo da TI tem como objetivo proteger e garantir a integridade de todo e qualquer tipo de informação, seja em sistemas digitais ou não. É com base na proteção garantida pelas estratégias de segurança da informação que os negócios conseguirão se estruturar para buscar seus objetivos, implementar novos processos e executar sua operação de forma completa. Alguns dos princípios básicos da segurança da informação que compõem a construção do conceito são: confidencialidade (garantia de que somente pessoas autorizadas têm acesso a cada dado); integridade (proteção da informação contra adulterações não autorizadas); disponibilidade (estratégia para que todas as informações estejam acessíveis quando forem demandadas e estiverem autorizadas pela confidencialidade para tal, conforme acordado previamente). A segurança da informação é, a área que concentra a maior parte dos desafios diante da preservação dos dados, sendo também responsável por ajudar as equipes de gerenciamento de riscos no mapeamento de possíveis invasões e ameaças aos dados da organização. O que é privacidade de dados É comum haver confusões entre os conceitos de segurança da informação e privacidade de dados por se tratarem de temas realmente bastante conectados. No entanto, para esclarecer, a gestão da privacidade de dados cuida da forma como a informação é coletada, distribuída e organizada dentro da empresa, enquanto a segurança da informação é uma ciência mais ampla que se preocupa com a proteção de todos os dados recebidos e enviados pela empresa.Ou seja, não há privacidade sem segurança da informação. A privacidade de dados, então, é um campo e faz parte da segurança da informação. Uma analogia que ajuda a entender ainda melhor essa diferença é trazendo à tona as legislações recentes e vigentes sobre proteção de dados como a GDPR na Europa e a LGPD no Brasil.  Essas leis tratam sobre a forma como o dono do dado (titular dos dados) terá seu dado tratado por uma empresa na outra ponta e a garantia de que tenha sido dada uma concessão e autorização para uso desses dados. E essa é também a função dos profissionais e equipes de privacidade de dados dentro das empresas. Além da importância de cuidar dos dados das pessoas que interagem com a sua empresa é importante entender que contar com profissionais especializados e dedicados à gestão da privacidade de dados dentro da organização é uma questão de compliance. A empresa precisa estar adequada a todos os elementos de compliance exigidos, às normativas, políticas e diretrizes determinadas.  Assim, com as novas legislações alguns cargos surgiram e outros receberam novas atribuições e roupagens para tornar esse processo mais profissionalizado, como DPO (Data Protection Officer), o CPO (Chief Protection Officer) e CSO (Chief Security Officer), cada um com suas especificidades. Boas práticas de gestão de riscos de segurança da informação e privacidade Com tudo que vimos fica evidente a importância de direcionar o olhar para a gestão de riscos de segurança da informação e privacidade, mas também que o processo pode ser bastante complexo, certo?  Entre os pesquisadores não há unanimidade no que diz respeito à definição de um único processo de gerenciamento de riscos. Há, no entanto, a convergência para o pensamento de que, sim, é necessário contar com políticas e estratégias focadas neste objetivo. O processo é composto por diferentes fases que podem variar entre as empresas de acordo com cada cenário, mas em geral, elenca-se cinco grandes áreas principais: identificar e determinar tolerâncias: nesta etapa deve-se definir os objetivos da organização ao desenhar um determinado processo de gerenciamento, pensando em quais pontos serão levados em consideração, quais riscos serão gerenciados e com que ações; medir os riscos: aqui a intenção da empresa deve ser a de identificar, mapear e mensurar tudo aquilo que é considerado risco para entender por onde se precisa ir ao longo do processo. Inclui identificar vulnerabilidades, valores dos ativos, e controles existentes; monitorar e relatar os riscos: nesta etapa o objetivo principal é identificar o potencial de perda e probabilidade de ocorrência dos riscos, entendendo como é possível agir para mitigá-los e traçar um plano; controlar os riscos: aqui é onde chegamos no envolvimento com a alta administração da empresa, necessitando do comprometimento com os processos, da uniformidade na linguagem e na abordagem e na coordenação de uma mudança de mindset voltada para a área de gerenciamento de riscos. A empresa toda precisa compreender a importância para que o controle possa ser executado; revisar, auditar e realinhar os riscos: esta é uma etapa final onde todas as medidas tomadas são analisadas e revisitadas de forma cíclica para que se possa compreender quais foram as melhores decisões e que tipo de estratégia ainda precisa ser melhor alinhada. A gestão de riscos de segurança da informação e privacidade é um assunto essencial e que toma proporções cada vez maiores devido ao crescente aumento no volume de dados e informações com os quais se trabalha.  Para se especializar nesta e em diversas outras áreas da TI que sejam do seu interesse, confira o calendário de cursos da ESR. Aproveite e continue acompanhando também o nosso blog onde sempre atualizamos com muitos conteúdos relevantes sobre o universo da TI e da segurança de redes.


    13/11/2020
  • quebra-cabeça-ilustrar-resolução-de-problemas-com-design-thinking
    Métodos Ágeis e Inovação

    O que é Design Thinking?

    Design Thinking é um conjunto de ferramentas que ajuda no pensamento crítico, retirado do design para a área de negócios e inovação. Dentre as diferentes metodologias inovadoras utilizadas por empresas para criar processos e produtos cada vez melhor adaptados aos consumidores, o Design Thinking se destaca por uma série de razões.  Primeiro porque é uma forma inovadora de organizar ideias de maneira simples, ágil e com planejamento. Segundo porque busca sempre trazer para o mercado a melhor versão de tudo que a empresa faz. E terceiro porque reúne competências do design como a criatividade e estudo do público, com habilidades analíticas e estatísticas promovendo uma convergência dos dois mundos em prol do desenvolvimento dos negócios. Antes de nos aprofundarmos mais na metodologia é fundamental esclarecer um ponto: assim como na área das metodologia ágeis — como Kanban, Agile e Scrum —, a implementação do Design Thinking precisa ser muito bem planejada pelos gestores para que haja efetividade. Isso porque na maior parte das vezes as organizações não são acostumadas a lidar com processos colaborativos e inovadores com estes, o que pode provocar certa resistência no início, e até gerar gargalos pela falta de prática e experiência dos envolvidos.  Metodologias colaborativas e de criatividade precisam de ambientes que as favoreçam, então para implementar Design Thinking na sua empresa, alguns estudiosos entendem que é necessário antes realizar uma análise completa do cenário atual, compreenda onde estão os pontos mais críticos da sua operação, leve a ideia ao time e estabeleça novas práticas para que os processos possam fluir de forma satisfatória.  Contudo, é sempre importante contar com profissionais especializadas para fazer a análise do seu cenário e avaliar quantas etapas será necessário implementar antes de colocar o Design Thinking em prática. Agora sim, vamos ao Design Thinking. Como funciona o Design Thinking Como o próprio nome da metodologia sugere, Design Thinking é o pensamento do design. Na prática, podemos dizer que a metodologia busca promover abordagens originadas na área do design, com aqueles elementos de criatividade e pensamento crítico aos quais já nos referimos anteriormente, porém aplicadas à realidade e objetivos de um negócio. A ideia do pensamento de designer foi proposta originalmente por Tim Brown, CEO da consultoria de design norte-americana Ideo. Para ele, pensar como designer é ir além, investigar todas as possibilidades acerca de uma situação, produto ou serviço e alcançar níveis elevados de inovação para trazer a melhor experiência e os melhores resultados. Assim, o foco sempre será o cliente final da sua empresa, e a ideia por trás da metodologia é a de pensar nas melhores soluções para os diferentes desafios do dia a dia da organização. Não é milagre, mas um novo olhar orientado para a resolução de problemas de forma criativa, simples e ágil. A proposta da metodologia de Design Thinking precisa ser plantada em solo fértil e a empresa que se dispuser a aplicá-la precisa estar preparada estruturalmente para receber seus resultados. A metodologia é construída de forma colaborativa — mais um princípio do design que defende que uma mente sozinha pode muito menos do que várias juntas — e ao longo do processo são gerados diferentes insights que servirão para a geração de resultados no fim do processo. Por isso a importância da mudança de mentalidade da organização antes de iniciar qualquer passo desta metodologia. O espírito da empresa terá que ser como o das startups, que se utilizam — e muito — dessas metodologias criativas, aplicam diferentes termos também comuns a este universo, e podem servir como inspiração quando a empresa for estudar seu cenário e entender as possibilidades dentro da sua própria realidade. É importante entender que a empresa não precisa mudar completamente do dia para a noite, os passos podem ser lentos. Pode-se iniciar com pequenas mudanças como uma gestão não tão verticalizada e a criação de uma cultura de dar e receber feedbacks entre o time melhorando a proximidade e confiança, por exemplo. Pequenas mudanças que ao longo do tempo podem culminar em um cenário favorável ao desenvolvimento e aplicação do Design Thinking. Etapas para a aplicação da metodologia O Design Thinking é uma metodologia que pode ser aplicada a negócios de qualquer porte, segmento e área de atuação. Isso porque a metodologia conta com alguns passos básicos para implementação em que serão desenhados objetivos e metas particulares para cada organização.  Dessa forma, não há limitações por parte da metodologia sobre o que pode ou não ser feito, o limite vai estar na capacidade de execução de cada organização, e será definido com a criação de objetivos e prazos factíveis dentro de cada realidade.  Confira as principais etapas gerais do Design Thinking e faça uma análise sobre como cada uma delas pode fazer sentido para a sua empresa. 1. Imersão A etapa inicial do processo é essa que já mencionamos algumas vezes por aqui, mas que agora recebe um nome especial. A imersão trata-se da análise de cenário da empresa e entendimento dos principais problemas ou desafios que precisam ser solucionados.  É interessante já começar a envolver a sua equipe desde essa etapa, coletando depoimentos dos funcionários, feedbacks dos clientes e analisando todos os insumos que falem sobre o seu negócio e a sua solução para localizar possíveis pontos de melhoria. Além disso, contar com o acompanhamento de dados e analisar informações para melhorar a tomada de decisão já é importante nesta etapa, antes de partir para a ideação, para contar com as melhores alternativas desde o início do processo. 2. Ideação A fase da ideação costuma vir logo após a imersão, onde já com os problemas mapeados, a equipe se reúne para pensar em possibilidades de solução. Aquela criação de confiança e de aproximação da equipe que mencionamos antes vai ser fundamental para que todos se sintam à vontade para participar, dar ideias e contribuir. Aqui vale contar com um profissional preparado para facilitar e conduzir esse momento. Pode ser alguém da gestão, mas também pode ser um profissional ou consultor externo, dependendo da maturidade da sua empresa e das necessidades identificadas junto ao time.  O que precisa ficar claro para todos é que não tem palpite errado, não tem ideia ruim: todas as sugestões são bem vindas e podem se transformar e se adaptar conforme são colocadas na mesa. Uma ideia de uma pessoa pode ser complementada por algo que outro colega pensou e dali sair uma solução inovadora para um dos desafios mapeados, por exemplo. Por isso, todas as ideias são válidas nessa etapa! No entanto, seguir algumas regrinhas básicas pode ser muito útil, confira! O bacana do Design Thinking é a possibilidade de mesclar as áreas criativa e de exatas, então uma opção também para a etapa da ideação é analisar dados que reflitam os problemas mapeados e que possam também contribuir para encontrar melhores soluções. Números de vendas, pesquisas de satisfação, comentários nas redes sociais, enfim. Todos podem ter experiências que contribuem para o processo como um todo. 3. Prototipagem Este é o momento de reunir todas as ideias criativas sugeridas na etapa anterior e aplicar a elas um filtro para identificação das que podem fazer mais sentido para o momento e apresentar maiores chances de dar certo. Novamente, a proposta da metodologia de Design Thinking, também para a etapa de prototipagem, é que essa seleção seja feita em equipe de forma colaborativa. A escolha em grupo transmite a sensação de que todos estão fazendo parte da construção dos novos rumos do negócio e evita que uma ideia preterida seja motivo de desengajamento do funcionário que a propôs, por exemplo, pois ele estará presente na análise de todas as ideias geradas e irá compreender todas as razões para cada escolha. MVP e Lean O desenvolvimento da solução ou produto em si é muitas vezes considerada como a última etapa do Design Thinking, porém para aplicação prática, considera-se como um momento após este processo.  Aplicando isso ao contextos dos negócios, é neste momento, já com as ideias consolidadas, que a empresa irá partir para a prática e desenvolver ou aplicar o que foi definido. Este momento já costuma ficar com, por exemplo, uma metodologia ágil no estilo do Scrum. Novamente temos aqui a colaboração como chave, desta vez pensando nas áreas da empresa como um todo: desde produto, passando por marketing e pessoas, até  a TI. Todos que puderem se envolver, de acordo com o plano traçado na etapa de prototipagem, precisam dar seu máximo para aplicar as soluções inovadoras. Na sequência do desenvolvimento, e às vezes até em paralelo, vem uma etapa de análise dos resultados. Conforme a implementação se dá, a depender do tipo de solução que se está aplicando, já é possível obter insights sobre os resultados e compreender se aquela foi mesmo a melhor solução para aquele determinado problema ou se ainda há algo que possa ser otimizado. Aí o processo todo tem início outra vez e se repete de forma cíclica sempre que houver a demanda pela criação de novas soluções. Design Thinking nas empresas Após termos passado por todos os pontos de apresentação da metodologia de Design Thinking, o que queremos que você entenda é: a ideia geral é que essa prática traga melhorias ao negócio como um todo. Então, se o seu negócio trabalha com segurança de redes, por exemplo, como cada funcionário pode contribuir para a melhoria do serviço prestado? Por meio do Design Thinking a gestão da empresa consegue identificar caminhos por onde pode seguir para transformar o serviço prestado e elevar os níveis de entrega, deixando os clientes cada vez mais satisfeitos e tornando-os promotores da sua marca. Pode parecer uma grande viagem, mas se você consultar maiores informações e conversar com profissionais que já aplicaram Design Thinking em suas organizações, vai perceber que a metodologia pode, sim, ajudar muito no desenvolvimento de melhores práticas para o seu negócio, seja ele da área que for. Quer aprender mais sobre design thinking? Confira nosso calendário de cursos e inscreva-se já!


    06/11/2020
  • Esgotamento do IPv4 no Brasil
    Administração e Projeto de Redes

    Esgotamento do IPv4 no Brasil

    O crescimento da demanda por conectividade fez com que o IPv4, principal protocolo de internet (IP) utilizado no Brasil, entrasse em estado de esgotamento de sua capacidade. Incorporado à realidade da TI brasileira desde 1980, o IPv4 suporta até 4,3 bilhões de endereços na web, enquanto que a versão mais nova do protocolo, a IPv6, tem capacidade para até 340 duodecilhões desses mesmos ambientes online. Neste artigo você vai entender melhor o que é o IPv4, como se dá a operação e transição dele para a versão atualizada e também vai ver algumas dicas de como tornar esse processo o mais simples e suave possível para você e para os seus clientes. Acompanhe!   O que é o IPv4 O IPv4 é a quarta versão do Protocolo de Internet (IP) e amplamente utilizado na Internet atual. Por ser mais antigo — já opera como um dos principais protocolos padronizados desde 1983 —, o IPv4 não possui condições de suportar grandes volumes de dados e de endereços IP como, por exemplo, na “Internet das coisas”. O IPv4 opera em um modelo por melhor esforço (“Best Effort”), o que significa que ele não garante a entrega nem a sequência correta dos pacotes de dados, e também não evita a duplicação da entrega. Todos esses elementos são controlados por uma camada superior dentro da arquitetura de rede que é o protocolo de transporte, sendo o TCP (Protocolo de Controle de Transmissão) a mais conhecida. Para fins de entendermos melhor sobre o esgotamento do IPv4 no Brasil (e no mundo), vale destacar alguns aspectos técnicos relacionados à sua capacidade. Esta versão do protocolo IP opera com endereços no padrão de 32 bits, enquanto que a versão nova que vem para substituí-la, o IPv6, utiliza endereços em 128 bits. Essa limitação na capacidade de expansão do IPv4 é um dos principais motivos pelos quais ele está em fase de esgotamento no Brasil, devendo ser em breve totalmente substituído pelo IPv6. O IPv4 ainda conta com falhas de segurança, o que o coloca realmente em uma posição de necessidade de substituição. Crescimento da demanda por internet e conexão Com a inserção de cada vez mais novas tecnologias (inclua-se aí smartphones, tablets, notebooks etc.), e com a acessibilidade atribuída a este tipo de dispositivo, aumentou muito o número de usuários com IPs únicos. Só no Brasil, segundo a 31ª Pesquisa Anual do FGV cia, são mais de 424 milhões dispositivos em uso atualmente, e contando. Nos Estados Unidos e no Canadá o problema já é até mais antigo: desde 2015 o número de endereços IPv4 já se esgotou, e em todo o mundo, mais de 5 bilhões de dispositivos (cada qual com seu respectivo endereço IP) já eram utilizados em meados de 2019, o que significa que hoje o número tende a estar ainda mais alto. Além disso, foi oficialmente anunciado que, para a região da América Latina e o Caribe esgotou-se, desde 19/08/2020, o estoque de endereços IP dentro do IPv4. Então, pensando nos 4,3 bilhões de endereços IP que estão incluídos na capacidade do IPv4, fica evidente a necessidade de olhar com mais atenção para esta situação, e de colocar o Brasil em um lugar de transformação para migração em direção ao uso total do IPv6, que suporta, este sim, cerca de 340 duodecilhões de endereços IP.   Migração gradativa dos sistemas O uso do IPv6 é tido como a solução para esta limitação do IPv4, porém ele ainda não foi adotado massivamente pelas empresas por se tratar de um sistema mais complexo o qual os dispositivos precisam já vir de fábrica com a capacidade de suportar. Aparelhos novos já são montados nessas condições, com software e roteadores capazes de atender ao volume de endereços IP, porém para organizações ou pessoas físicas que utilizam equipamentos já mais antigos será necessário um investimento de tempo e dinheiro ainda desconhecidos para a concretização desta troca de sistemas. Para saber mais sobre esse processo de migração e entender como a organização em que você trabalha se encaixa neste cenário, converse com nossos especialistas! Confira também o calendário de cursos da ESR e continue acompanhando o nosso blog para se tornar um especialista e ajudar a sua empresa a passar por este processo!


    30/10/2020
  • Arquitetura TCP/IP
    Administração e Projeto de Redes

    Arquitetura TCP/IP: conceitos básicos

    Arquitetura TCP/IP é um conjunto de protocolos de comunicação entre computadores em rede que se caracteriza pela definição de um modelo padrão de camadas para implementação na arquitetura de rede.  Com objetivo semelhante ao do modelo OSI no que diz respeito à divisão da arquitetura em camadas, o TCP/IP consiste na junção dos protocolos TCP (Transmission Control Protocol – Protocolo de Controle de Transmissão) e o IP (Internet Protocol – Protocolo de Inter-rede), dois dos mais utilizados. Neste artigo você vai conhecer um pouco mais sobre este conjunto de protocolos, seus conceitos básicos e entender a importância deles para atuar com a segurança de redes. Conceitos básicos da arquitetura TCP/IP Conforme já mencionado, o modelo de arquitetura TCP/IP possui suas funções divididas em camada da mesma forma que o OSI. A diferença principal nestas estruturas é o número de camadas encontradas em cada modelo: no OSI encontramos 7 camadas, enquanto no TCP/IP somente 4: Aplicação, Transporte, Rede e Interface de rede. A lógica de posicionamento das camadas dispõe que aquelas mais superiores encontram-se mais próximas do usuário e trabalham com dados mais abstratos. Dentro do conjunto de protocolos, cada uma das camadas é programada para responder por um grupo de tarefa específicas e serviços definidos para garantir a integridade e entrega dos dados trafegados do que será executado na camada superior. Confira a seguir as principais camadas da arquitetura TCP/IP. Aplicação A camada de aplicação é o topo da arquitetura TCP/IP, tratada de forma monolítica, onde são realizadas a maior parte das requisições para execução de tarefas na rede. Ela faz a comunicação entre os programas e os protocolos de transporte e é responsável por tudo que está relacionado aos serviços de comunicação que visam a interação junto ao usuário. Dentro da camada de aplicação são utilizados alguns dos seguintes protocolos: Transporte A camada de transporte é a segunda camada de cima para baixo na hierarquização da arquitetura TCP/IP, e corresponde igualmente à mesma camada no modelo OSI. Neste nível são executadas ações relacionadas à confiabilidade e integridade dos dados por meio de funções como o controle de fluxo, controle de erro, sequenciação e multiplexação de mensagens. Os protocolos definidos para esta camada são o UDP (User Datagram Protocol) e o TCP (Transmission Control Protocol), com o objetivo de garantir a conversação entre dois hosts. Internet A camada de internet, também conhecida como inter-redes, é responsável pela permissão de envio de pacotes por hosts a qualquer rede e pela garantia de que esses dados cheguem ao seu destino final. Equivalente ao que é operacionalizado na camada de rede do modelo OSI, na arquitetura TCP/IP a camada de internet tem como embasamento os protocolos IP (Internet Protocol) e ICMP (Internet Control Message Protocol). Interface de rede Esta é a camada de base da arquitetura TCP/IP, correspondente às camadas de enlace de dados e física do OSI, onde ocorre a conexão básica do host com a rede por meio de algum protocolo capaz de enviar pacotes IP. É por meio desta camada que é possível transmitir dados a outros computadores dentro de uma mesma rede física, além de realizar o envio do datagrama recebido pela camada de internet através de meios físicos. Para se manter em funcionamento a camada de Interface de rede utiliza como principais protocolos: Ethernet para Redes Locais (LAN – Local Area Network) e PPP (Point-to-Point Protocol) para Redes de Longa Distância (WAN – Wide Area Network). Principais benefícios da arquitetura TCP/IP Por meio do protocolo TCP, que é orientado a conexão e está localizado na camada de Transporte do modelo OSI, a arquitetura TCP/IP prevê como benefício primordial a segurança no processo de troca de dados entre hosts. Além disso, são vantagens do uso deste modelo de arquitetura os seguintes pontos: Agora que você já conheceu um pouco mais sobre o modelo de arquitetura TCP/IP, confira o calendário de cursos da ESR e continue acompanhando o nosso blog para aprimorar o seus conhecimentos e desenvolvimento profissional!


    26/10/2020
  • A importância da segurança de redes
    Administração e Projeto de Redes

    A importância da segurança de redes

    Segurança de redes é um conjunto de práticas utilizada para monitorar o acesso não autorizado, em qualquer nível, a uma rede de computadores ou a demais recursos acessíveis pela rede. O objetivo final é proteger a usabilidade e a integridade dos dados e de suas conexões dentro desse sistema de redes, protegendo assim também os titulares desses dados (sejam pessoa física ou jurídica). A análise e a aplicação prática dessas técnicas cabe a profissionais especializados e qualificados para tal. No entanto, todo usuário comum em um mundo conectado como o que vivemos precisa dispor de conhecimentos básicos que, no mínimo, não exponham os sistemas de redes ao risco. Neste artigo, vamos falar um pouco mais sobre como funciona a segurança de redes, que tipos principais de camadas existem, quais as vantagens de aplicar este conjunto de práticas nos sistemas da sua empresa e que tipo de riscos podem estar associados ao não cumprimento dos protocolos de segurança. Acompanhe!   Como funciona a segurança de redes De forma superficial pode-se dizer que a segurança de redes opera por meio de hardware e software alinhados no gerenciamento ao acesso e no impedimento à instalação de diferentes ameaças na rede. São diversas camadas de defesa combinadas na borda da rede para permitir acesso somente a usuários autorizados, e bloquear aqueles que têm potencial para executar ações indevidas. Para usuários leigos que estejam buscando aprender mais sobre segurança de redes, é importante ter acesso a situações práticas onde é possível identificar uma invasão ocorrendo para ver como reagem os componentes da segurança de redes e de que forma isso pode ser evitado ou mitigado. Agora, vamos a alguns exemplos de como a segurança de redes pode ser colocada em prática para proteger uma empresa ou organização:   utilização de senhas seguras e com estratégia, inclusive para a rede wifi; realização de backup seguro e periódico; investimento em soluções de proteção; estabelecimento de uma cultura de segurança na empresa; instalação de softwares para bloqueio de conteúdo; definição de diferentes níveis de acesso aos diferentes tipos de usuários da rede; atualização constante dos sistemas. Onde a segurança de redes pode ser trabalhada A princípio, existem quatro principais camadas em que se deve trabalhar a segurança de redes para garantir a sua eficácia: rede, endpoint, usuário e serviços.   Rede A proteção da rede é o primeiro passo a ser feito, pois ela é a responsável pelo gerenciamento da largura da banda e pelo controle da instalação de aplicativos. Assim, comece pela configuração dos pontos de acesso à sua rede quando for pensar em segurança.   Endpoint Também muito importante e que precisa receber atenção, o endpoint é a ponta final onde há contato do usuário com a rede. Para proteger o endpoint e evitar que os dispositivos conectados pelos usuários àquela rede causem qualquer dano, é recomendável a criação de políticas de acesso que possuam diferentes permissões ativas.   Usuário Elo mais frágil da segurança de redes, o usuário dos sistemas deve ser também um ponto de atenção. Seja por meio da educação e da apresentação a todos os colaboradores de uma empresa, por exemplo, das políticas de práticas adotadas pela empresa e que devem ser seguidas por todos, seja pela implementação de medidas para preservar os dados.  Para que a segurança de redes possa ser colocada em prática o usuário que tem acesso aos dados precisa estar consciente e seguir as boas práticas recomendadas pelos especialistas.   Serviços A última das camadas em que a segurança de redes deve ter foco, e que também permeia todas as demais, é a de serviços. Contar com uma boa política de segurança na camada de serviços permite que a organização tenha assegurada a eficiência de todas as demais camadas. Na sequência, com todas as camadas já protegidas e preparadas, tem início a definição de com que tipos de segurança de redes a sua organização irá trabalhar, que podem ser, entre outros:   controle de acesso; antivírus e antimalware; segurança do aplicativo; análise comportamental; prevenção de perda de dados; segurança de e-mail; firewalls; sistemas de prevenção de intrusões; segurança de dispositivos móveis; segmentação de rede; informações de segurança e gerenciamento de eventos; VPN; segurança na web; segurança sem fio.   Vantagens e riscos O principal grande benefício da aplicação de políticas de segurança de rede nas organizações é a proteção de informações contra ataques, o que culmina também na proteção da reputação da própria empresa.  A forma como os negócios se dão hoje, quase que totalmente dependentes e baseados na internet, traz para o cenário uma série de desafios que antes não eram imagináveis. Por isso é cada vez mais importante contar com profissionais capacitados dentro e fora das organizações que possam auxiliar no combate às novas ameaças. Dados sensíveis das empresas que sejam sequestrados, alterados, vazados ou danificados podem gerar problemas em diversas esferas. Desde a jurídica, por se estar operando com dados de pessoas e outras empresas, até a financeira, considerando todo o gasto que poderá ser necessário para a recuperação do que foi perdido. Os benefícios da proteção de dados são muitos, chegando até mesmo no ponto de redução de custos para a empresa com a correção ou recuperação de eventuais danos causados. Para saber mais e entrar nesse universo com tudo, confira nosso calendário de cursos!


    16/10/2020
  • seguranca-cibernetica-vpn
    Segurança

    Segurança cibernética: melhores práticas e carreira

    Segurança cibernética: melhores práticas e carreira Quando se fala em segurança cibernética uma das primeiras coisas que vem à mente da maior parte da população brasileira é a imagem do hacker. Aquela pessoa que invade sistemas e computadores com intenções de saquear dados sensíveis ou até mesmo paralisar sistemas em troca de alguma recompensa.   No entanto, é importante salientar que a segurança cibernética vai muito além disso, sendo uma disciplina encabeçada na maioria das vezes por desenvolvedores, analistas de bases de dados e profissionais de TI e que tem como objetivo implementar medidas práticas para proteger os sistemas e dissuadir as intenções dos atacantes.   Aqui é comum haver uma confusão entre o conceito de segurança cibernética e segurança da informação, mas é válido destacar que o primeiro está contido no segundo, com a licença para o trocadilho matemático, e é um dos campos de estudo dentro dele.   Desse modo, pode-se dizer que tudo de que trata a segurança cibernética é informação. A segurança cibernética em si, no entanto, se dá de forma mais prática, enquanto a segurança da informação se operacionaliza adicionando itens relacionados a aspectos estratégicos da organização.   Existem diversas possibilidades de atuação dentro desta área, então se você está pensando em seguir carreira em segurança cibernética, acompanhe este conteúdo até o fim e conheça as melhores práticas para se firmar em cada uma delas!   O que é segurança cibernética   Já sabendo que a segurança cibernética é uma ramificação da segurança da informação, entende-se então que se trata de um conjunto de ações para lidar com os riscos e proteger pessoas, tecnologias e processos contra ataques cibernéticos.    Esse tipo de ameaça é toda aquela que está compreendida no cenário do ciberespaço, o que não se restringe à internet e suas relações, mas também abrange o universo dos dispositivos eletrônicos interconectados.   Sendo assim, cabe aos cuidados dos profissionais responsáveis pela segurança cibernética estar atentos a tudo que diz respeito à internet, mas também ao compartilhamento de informações via HD externo, pen drive e qualquer outro dispositivo neste sentido que possa conter e transmitir algum tipo de vírus malicioso.   A proteção contra esse tipo de ameaça se dá principalmente de forma técnica, por meio de recursos sobre os quais iremos falar mais à frente, porém este não deve ser o único elemento levado em conta. Conforme já mencionado por diversos especialistas da área, o elo mais fraco da segurança da informação — e também da cibernética, por consequência —, é o ser humano. Ou seja, os profissionais desta área precisam conscientizar a todos de uma empresa, por exemplo, sobre as melhores práticas na definição e armazenamento de senhas, compartilhamento de informações sensíveis, verificação de endereços de e-mail etc.   Como acontecem os ataques cibernéticos   No Brasil não é incomum ouvirmos falar sobre isso, afinal é um dos países campeões quando o assunto são ataques cibernéticos. Somente no primeiro trimestre de 2020 — ano em que a pandemia de coronavírus levou uma grande parcela da população  a abandonar os escritórios e implementar de forma completa a prática de home office —, mais de 1,6 bilhão de tentativas de ataques no país, enquanto na América Latina o número chegou a mais de 9,7 bilhões.   Um assunto fundamental quando se fala em ataques cibernéticos, cuja prevenção é o grande objetivo da segurança cibernética, o principal fator de risco é a exploração por parte dos hackers de vulnerabilidades da rede ou do sistema invadido. Algumas formas como essa invasão costuma acontecer são por meio de, segundo a Seginfo:   problemas na qualidade do código; problemas de criptografia; vazamento de informações sigilosas; CRLF injection; cross-site scripting; acesso a diretórios restritos; validação de dados deficiente; SQL injection; falha no gerenciamento de credenciais de acesso; erros de “time” e “state” no sistema.   Neste sentido, eis alguns tipos de malware que podem vir por meio dessas invasões:   vírus; worms; adware; ransomware; cavalo de troia; spyware; phishing; entre tantos outros.   E toda pessoa ou empresa está sujeita a passar por isso a qualquer momento, de modo que é preciso ocorrer uma conscientização no sentido da valorização da informação, seja ela pessoal ou do negócio, e da implementação de práticas seguras para protegê-la. Eis algumas tecnologias e/ou processos que podem ser utilizados para combater esses possíveis invasores:   firewall; IDS / IPS; webfilter; VPN e voucher; antivírus; backup; e adequação às leis como a LGPD, o Marco Civil da Internet e às normas reguladoras do setor da informação.   Agora que você já sabe o que é segurança cibernética e quais suas principais aplicações e viu alguns exemplos de melhores práticas da área a serem aplicadas no dia a dia da sua empresa, confira algumas dicas finais sobre como iniciar e desenvolver uma carreira na área!   Carreira em segurança cibernética   Como mencionado anteriormente, o Brasil é um país onde o número de tentativas e de ataques consolidados em si cresce mais a cada ano. Em um cenário como este, não é de se estranhar que cada vez mais a segurança cibernética esteja sendo uma área procurada pelas empresas para ser desenvolvida contando com especialistas que garantam a segurança.   De forma resumida, os ataques puxam e funcionam como catalisadores de um processo de mudança de mentalidade e direcionamento de ações e esforços para a contratação de profissionais que possam combatê-los.   Desta forma, surgem novas vagas a cada dia e as empresas procuram profissionais qualificados, o que na área de tecnologia da informação ainda é uma raridade fazendo com que as empresas precisem disputar arduamente pelos talentos. No caso da segurança cibernética, confira alguns aspectos necessários aos candidatos ligados a esta carreira que merecem a sua atenção:   entendimento de como reagir em crise cibernética e tempo rápido de resposta; disponibilidade para atuar sem horários definidos para estar disponível para a empresa quando qualquer emergência ocorrer; jogo de cintura e resiliência para solucionar eventuais ataques que chegam sem prenúncio e podem ameaçar a empresa.   Uma tendência que vem se desenhando neste sentido, muito em função da vigência da LGPD, é a de criação de novos cargos na área de segurança cibernética. Desde o DPO (Data Protection Officer), que será obrigatório em todas as empresas que se adaptarem à lei, passando por diversos outros analistas ao longo do caminho visando uma garantia maior de segurança dos processos e dados na ponta final do negócio.   Além destes, todas essas características que citamos anteriormente podem estar presentes ainda em outros quatro grandes grupos de profissionais da área, que são: Consultor de segurança, Analista de segurança da informação, Administrador de segurança da informação, Gerente de segurança da informação, Engenheiro de segurança da informação e Arquiteto de segurança da informação. A responsabilidade principal atribuída a todos estes cargos é a de executar testes e desenvolver aplicações para garantir o impedimento e ameaças e a proteção da empresa.    No entanto, para além disso, muitas outras atividades integram a sua função. Confira no detalhe o que um profissional desta área costuma ter como responsabilidades no dia a dia e entenda se é este o caminho que você deseja seguir.    Importante lembrar que a busca por capacitação tende a ser o melhor caminho dentro da carreira em segurança cibernética. Isso porque não há uma única formação acadêmica que possibilite a atuação nesta área. Qualquer profissional pode desenvolver habilidades e aptidões para a execução destas funções no dia a dia a partir da própria experiência, ou também de cursos curtos e qualificados que tragam vivência do mundo real; leituras; acompanhamento de palestras etc. Veja nosso calendário de cursos e inscreva-se agora mesmo para dar um up na sua carreira em segurança cibernética!


    11/10/2020
  • Curso comptia esr
    Segurança

    CompTIA Security+: o que é e como se preparar para a certificação

    Credenciada pela International Organization for Standardization (ISO) e pelo American National Standards Institute (ANSI), a certificação CompTIA Security+ é uma das certificações mais completas e conhecidas no mercado da segurança da informação. Aqui na Escola Superior de Redes (ESR) nós disponibilizamos os melhores profissionais do mercado para prestar esse suporte ao seu desenvolvimento em Security+. Entenda neste artigo o que é a certificação, para que ela pode ser aplicada, como pode te ajudar e entenda como você pode se preparar para executá-la. O que é a CompTIA Security+ Em um mercado cada vez mais competitivo, com a evolução da tecnologia e das técnicas para invasão de sistemas, a segurança de redes e da informação está cada vez mais cobiçada pelas organizações. Há muitos anos já se conta com profissionais dedicados exclusivamente a esta função dentro das empresas, e a cada dia aumenta a demanda de capacitação destas pessoas para atuar na área. Por não ser uma área que exija necessariamente uma formação acadêmica específica, o mercado da segurança da informação engloba profissionais das mais distintas áreas. No entanto, a especialização e a experiência na área contam muito no currículo em processos seletivos, especialmente para cargos com maiores níveis de responsabilidade. A certificação CompTIA Security+ entra no rol das mais valorizadas e exigidas para este mercado, pois é uma certificação válida em nível internacional que permite aos profissionais que a obtêm atuar tecnicamente na aplicação de ferramentas e procedimentos de segurança, além de reagir a incidentes e antecipar possíveis riscos implementando medidas proativas de proteção. A Security+ garante aos certificados demonstração de competência nas seguintes áreas: Em função das últimas atualizações executadas na CompTIA Security+, da versão SYO-401 para a SYO-501, os materiais e cursos preparatórios precisaram acompanhar as mudanças e trazer mais intensidade aos assuntos que passaram a ser exigidos. Confira o escopo detalhado da certificação. A nova certificação tem como foco técnicas em gestão e mitigação de risco, gerenciamento de ameaça e detecção de intruso. Assim, no curso da ESR você aprenderá tudo o que é necessário para estar pronto para a prova no que tange a ameaças, ataques e vulnerabilidades. Além destes temas, a certificação aborda também fornecimento de infraestrutura operacional e segurança da informação, controle de segurança pensando na manutenção da integridade, confidencialidade e disponibilidade, tecnologias e produtos que podem ser utilizados no dia a dia e uma parte mais teórica sobre políticas, leis e regulamentos que regem a área. Para quem a certificação é recomendada Conforme mencionado anteriormente, a certificação CompTIA Security+ pode ser realizada por qualquer profissional ligado à área de segurança de redes e da informação. A certificação, no entanto, traz alguns aprofundamentos que podem não fazer sentido para profissionais desconectados da área ou até muito iniciantes. Se você é das áreas de: A certificação é para você! Resumindo, recomendamos que, para tirar a certificação CompTIA Security+ você já tenha previamente habilidades de redes e administração de redes TCP/IP baseado em Windows, MacOS, Unix ou Linux e que saiba reconhecer vulnerabilidades e ameaças de segurança da informação dentro da gestão de risco.  Como se preparar para a certificação A prova de certificação CompTIA Security+ é composta por 90 questões que devem ser respondidas em um tempo máximo de 90 minutos. Assim, além de conhecimento técnico, a prova exige agilidade e desempenho. Para isso, uma das principais maneiras de se preparar é estudar muito, pois isso dará a você uma base técnica segura para que possa executar as respostas o mais rápido possível. Existem conteúdos e  aulas como o Curso Security+ da ESR em que você terá acesso a profissionais altamente capacitados como tutores que poderão guiar a sua linha de estudo e indicar as melhores referências. No entanto, caberá somente a você criar uma rotina disciplinada de estudos por conta própria para se preparar para a certificação. Dentre as principais qualificações necessárias e exigidas por profissionais que desejam obter a certificação, é preciso ter uma compreensão clara sobre os principais conceitos e objetivos da segurança da informação. Além disso, destaca-se a necessidade de: Sobre o curso da ESR Além de ficar por dentro do que há de mais atualizado para a versão SY0-501 da CompTIA Security+, fazendo o curso da ESR você terá acesso ao material e laboratório virtual oficial da CompTIA para seus estudos, além de poder optar pela compra de um voucher para a prova de certificação. O curso terá cinco semanas de duração e contará com dois encontros online ao vivo por semana com duas horas de duração cada. Inscreva-se agora mesmo no curso Security+ da ESR e dê o primeiro passo em direção à certificação CompTIA Security+ para elevar os seus conhecimentos a um novo patamar!


    02/10/2020
  • Segurança de infraestrutura para trabalho remoto: boas práticas
    Segurança

    Segurança de infraestrutura para trabalho remoto: boas práticas

    Segurança de infraestrutura sempre foi um assunto relevante para o respeito aos dados trabalhados pelas organizações. No entanto, no contexto da pandemia em que grande parcela da população migrou para um modelo de trabalho remoto — mesmo que temporariamente —, a infraestrutura, seus serviços e fluxos de trabalho precisaram ser reavaliados. Muitas organizações sentiram na pele, e de forma muito rápida, uma necessidade urgente de estruturar, normatizar e avaliar suas infraestruturas, pensando especialmente na manutenção dos requisitos de segurança, operação e qualidade mesmo durante o home office dos colaboradores. Confira a seguir algumas boas práticas de segurança de infraestrutura de tecnologias da informação no modelo de trabalho remoto.   A sua infraestrutura está preparada? O primeiro ponto de entendimento que se faz necessário está relacionado ao que é considerado como um bom preparo de segurança de infraestrutura. Normalmente leva-se em conta os níveis de criptografia dos sistemas, ou então os resultados de testes invasão ou e-mails maliciosos.  E sim, estes são pontos que devem ser considerados. No entanto, no cenário atual, há que se pensar para muito além disso, avaliando também que as pessoas estão utilizando o servidor da empresa dentro de suas casas, ou seja, com uma rede diferente da organização, ou então estão trabalhando diretamente com seus equipamentos pessoais e até dispositivos móveis, seguindo as práticas de BYOD. Assim, o preparo para um contexto como este passa a exigir que seja montada uma força-tarefa para colocar em prática a manutenção e segurança de infraestrutura. Os cuidados devem ser intensificados com o preparo das equipes e até dos dispositivos, se isso for possível na sua organização, e as políticas de utilizar dispositivos próprios devem ser bastante alinhadas dentro da empresa.   Alinhamento de gestão para segurança de infraestrutura A execução dos trabalhos de atendimento, com instalação, manutenção e recepção de equipamentos e materiais não pode ser interrompida, mesmo em situações de extrema vulnerabilidade como a pandemia. As equipes precisam continuar implementando soluções e realizando os atendimentos, porém entra aqui um ponto essencial que é o alinhamento da gestão. Na pandemia — e em outras situações que venham a acontecer similares a esta —, é preciso minimizar os impactos de interação entre as pessoas.   Aqui, algumas dicas de boas práticas são: garantir que as pessoas estarão preparadas e capacitadas para a realização dos atendimentos e tratamentos de incidentes; definir escalonamento entre os funcionários que irão atuar em cada frente; mensurar colaboradores em grupo de risco para direcioná-los a atendimentos com menor interação humana; dimensionar atuação em setores compartilhados para enviar a menor equipe possível para trabalhar em cada local e evitar aglomerações; averiguar a real necessidade de deslocamento de uma equipe para cada acionamento realizado; implementar técnicas como Port Mirroring para identificar remotamente a situação da rede e evitar o deslocamento em casos desnecessários; avaliar acordos de SLA visando maior flexibilidade para atuação em situações de calamidade, priorizando atendimento a setores essenciais. Confira o webinar sobre segurança de infraestrutura promovido pelo Ponto de Presença da Rede Nacional de Pesquisa na Bahia (PoP-BA/RNP) e entenda um pouco mais a fundo sobre como aplicar essas diferentes práticas na sua equipe.   Atendimento remoto e controle da infraestrutura por VPNs Para auxiliar as equipes e gestores no desenho de planos de contingência para segurança de infraestrutura durante o trabalho remoto uma boa prática recomendada é o desenvolvimento do Plano de Controle. Este plano garante a possibilidade de as equipes obterem acesso aos equipamentos (sejam eles roteadores, switches ou servidores, por exemplo) para diagnosticar, verificar e promover a recuperação de falhas na infraestrutura. Com base nisso será possível entender se é necessário deslocar um profissional presencialmente ao local ou não. O serviço de VPN é um grande aliado das equipes de segurança de infraestrutura neste momento, pois agrega aos sistemas o acesso remoto, a confidencialidade, a integridade, a autenticidade e o não repúdio da informação.  Todos configuram requisitos de segurança essenciais para tornar um serviço ou setor remoto, ou seja, no contexto da pandemia permitem tanto a migração por parte das empresas para este modelo, quanto o acesso por parte das equipes de segurança de infraestrutura para a realização da manutenção nesses sistemas. O serviço de VPN pode ser utilizado para: acesso ao serviço da organização através de um túnel de criptografia para utilização dos serviços remotos; integração de localidades; acesso a plataformas externas utilizadas pela organização.   Serviços como registro de ponto, controle de entrada e saída de materiais e outros que antes eram totalmente presenciais passam também a ser executados de forma remota por meio do uso de VPN. Importante lembrar que a implementação destes serviços exige preparo por parte das equipes responsáveis, sendo sempre importante contar com profissionais capacitados de TI para tal. Além disso é essencial manter em dia a auditabilidade e sempre medir a disponibilidade e a qualidade da VPN para diagnosticar o quão efetivo está sendo o acompanhamento dos serviços.   Atenção aos detalhes é fundamental Um elemento que costuma passar despercebido quando em situações padrão é a forma como se dá a comunicação dentro das organizações. Para as equipes de segurança de infraestrutura, direcionar o olhar para isso é um padrão.  No entanto, com as mudanças impostas pelo trabalho remoto, muitas organizações que antes tinham formas já estabelecidas de aplicar isso em suas rotinas precisaram migrar para o remoto e desenvolver novas formas seguras de mantê-las. O canal “e-mail” tem sido visto como o mais crítico neste período de pandemia, pois o cenário anterior possibilitava uma comunicação muito mais rápida e sem grande estrutura de dados por telefone, por exemplo, ou até mesmo pelo contato pessoal das equipes no escritório. Com o isolamento imposto pela pandemia, as pessoas estão fisicamente distantes, o que impede esse acesso e leva tudo muito mais para o lado do digital, sendo o e-mail o principal canal utilizado. Além do e-mail, entra também como um ponto de atenção o uso de aplicativos para comunicação empresarial, pois isso pode provocar maior vazamento de dados e descentralização das informações institucionais reduzindo a segurança. Por conta disso, e pensando em manter a segurança de infraestrutura, não se recomenda o compartilhamento de arquivos confidenciais, senhas e demais dados sensíveis via dispositivos móveis pessoais ou mesmo via aplicativos. O que sim, se recomenda fortemente, é a aplicação do gerenciamento de configurações, considerados essenciais no momento da pandemia para otimizar o dia a dia dos profissionais.   Para conhecer mais sobre o universo da segurança de infraestrutura e de redes confira nossos cursos com matrículas abertas!


    25/09/2020
  • O que é a modelagem de banco de dados e quais os seus principais conceitos
    Desenvolvimento de Sistemas

    O que é modelagem de banco de dados e quais os seus principais conceitos

    Modelagem de banco de dados é o processo de levantamento, análise, categorização e exploração de todos os dados e tipos de informações que irão sustentar uma aplicação. Esta é uma etapa primordial no trabalho do desenvolvimento de sistemas, porque todo software é criado com determinados objetivos, para atender às necessidades dos usuários dentro deste cenário. Assim, se um sistema for desenvolvido sem que haja uma modelagem de banco de dados bem executada no início do projeto, as chances de ele apresentar falhas ou até mesmo de não suprir os objetivos para os quais foi criado são grandes. Por isso, atenção a esta etapa e conte sempre com um profissional DBA, cientista ou engenheiro de dados dentro do seu negócio antes de começar a desenvolver qualquer software. Confira neste artigo um pouco mais sobre o que é a modelagem de banco de dados e quais são os principais conceitos envolvidos nesta metodologia. Modelagem de banco de dados vs modelagem de classes Modelar dados é um processo bastante semelhante ao da modelagem de classes, explorado no desenvolvimento de softwares com técnicas de Orientação a Objetos (OO). Pode-se dizer que este conceito permeia toda a estruturação da modelagem de banco de dados, trazendo algumas pequenas diferenças. Classes são grupos de objetos que serão distribuídos no código do software, e a sua modelagem está relacionada à identificação de cada um destes objetos e sua subsequente organização por características semelhantes, dentro de suas classes. Segundo a Unified Modeling Language (UML), as classes são representadas por retângulos divididos em três seções, onde são indicados: o nome da classe, seus atributos e seus métodos. Vamos falar um pouco melhor sobre o que é cada um desses itens. Nome da classe O nome da classe será representado pela característica em comum entre os objetos que a compõem. Para identificar objetos, deve-se fazer a associação ao termo “objetos” mesmo no mundo real ou virtual, pensando em que elementos do cenário do cliente podem ser visualizados de forma concreta. Ao detectar objetos com características semelhantes, agrupa-se eles em uma classe e atribui-se um nome de identificação. Atributos Os atributos dentro de uma classe são as principais características dos objetos dentro dela identificados. Esses atributos são inerentes ou facilmente conectáveis aos seus objetos por correlação e lógica, como um CPF pode ser identificado como atributo de uma pessoa, ou uma informação de horário ou data pode ser um atributo de uma solicitação feita por essa pessoa. Lembrando que sempre é possível, durante a modelagem, identificar novas classes a partir de atributos encontrados. Métodos São classificados como ações ou comportamentos esperados para os objetos dentro de suas classes, considerando também suas principais características. Desta forma é possível que uma solicitação enviada a um sistema pode ser atendida, perdida ou rejeitada, por exemplo, o que se configuram como possíveis comportamentos. Ao final desta identificação deve-se desenhar o diagrama quase que como um fluxo automatizado de chamadas telefônicas em uma central, por exemplo, estabelecendo relações de causalidade e cardinalidade entre as classes.  Se bem executada e com eventuais duplicidades entre classes eliminadas ao longo da modelagem, esse diagrama poderá ser aplicado para diferentes finalidad es de acordo com as características identificadas no cenário do cliente. Conceitos da modelagem de banco de dados Ao criar as ligações entre as classes, são atribuídos códigos que posteriormente serão utilizados na modelagem do banco de dados com aquelas informações. Trazendo o debate para a criação de modelos de dados, temos o seguinte: O grande objetivo de aplicar a modelagem de banco de dados na constituição dos sistemas de software é obter uma demonstração de como serão estruturados os dados dentro daquela plataforma para que o negócio fique em operação da forma necessária. Em função disso, é fundamental que sejam desenhados projetos de banco de dados, seguindo etapas definidas para que haja o mínimo possível de falhas no produto final.  Previamente à estruturação e desenvolvimento de modelos de dados é preciso realizar uma análise de requisitos, ou seja, em conversa com o cliente entender qual a sua necessidade com aquele software que será desenvolvido, quais as regras de negócio que serão aplicadas e como a modelagem de banco de dados poderá ajudar as equipes de TI a estruturarem-no da forma mais fiel possível às expectativas traçadas. Na sequência, existem três tipos principais de modelos de dados que poderão ser desenvolvidos e aplicados seguindo uma sequência lógica, são eles: Modelo conceitual Também chamados em algumas ocasiões de “modelos de domínios”, os modelos conceituais se utilizam de altos níveis de abstração — foco nos aspectos essenciais ao cenário investigado — para determinar e discriminar dentro do projeto de banco de dados quais informações podem estar presentes naquele determinado banco, de acordo com o tipo de entidade.  Se os dados armazenados são sobre pessoas, é possível elencar data de nascimento, CPF, RG, CNH, nome completo, nome dos pais, número de telefone etc. E isso fica previsto dentro do modelo conceitual de banco de dados. Normalmente esse tipo de modelo é utilizado e aplicado nas etapas mais iniciais de todos os projetos por ser de fácil compreensão. Modelo lógico O Modelo Lógico de Dados (MLDs) consiste em uma evolução a partir dos primeiros modelos construídos, normalmente os conceituais, onde são agregadas informações complementares como detalhes de implementação e as principais regra a serem aplicadas no software. Por meio deste modelo é possível já gerar atributos que serão fundamentais para colocar o sistema em operação e identificá-los. Aqui são tipificados de forma objetiva os tipos de entidades, seus principais atributos e os relacionamentos entre elas. Modelo físico Por último, mas não menos importante, o modelo físico de banco de dados transporta a operação para o mundo real, demonstrando fisicamente os dados e o comportamento daquele projeto. O modelo é rigoroso, seguindo normas e determinações técnicas que possibilitam que aquele projeto seja colocado em prática, e dali em diante ele costuma ser transposto para o banco de dados final do projeto. Normalmente utilizados para desenhar com precisão o esquema interno de funcionamento do banco em questão, no modelo físico são desenvolvidas e agregadas ao projeto tabelas de dados e são criadas restrições de integridade para os relacionamentos que exigirem tal procedimento. Dentro deles devem ser definidas ainda a sintaxe dos scripts, ou seja, qual será o sistema operacional principal e em que outros o produto final também poderá rodar; e as regras de segurança, quando se define quem terá acesso a cada informação e dado gerado dentro daquele banco, além de entrar aqui também a definição de rotinas de segurança com relação aos dados armazenados. A modelagem de banco de dados é um tema comum para quem vive o universo da tecnologia da informação, porém não tanto para as empresas e instituições que não contam com profissionais dessa área. É sempre fundamental contar com profissionais especializados na implementação de projetos de banco de dados dentro do seu negócio, ou então capacitar o seu time para que possam se tornar esses especialistas.  Veja nosso calendário de cursos e inscreva-se agora mesmo para se tornar um expert em modelagem de banco de dados


    24/09/2020