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Escola Superior de Redes

Blog da ESR

  • Projeto de Cabeamento Estruturado
    Administração de Sistemas

    Projeto de cabeamento estruturado: por que ele é tão importante para redes de alta velocidade?

    Em 2019, antes mesmo da pandemia de Covid-19 e da otimização do universo digital em decorrência de seus efeitos, Lori Lewis e Officially Chadd publicaram um estudo na Visual Capitalist que identificava o potencial da rede em apenas um minuto. Segundo os dados do relatório na época,  a internet presenciava, em 60 segundos, 1 milhão de logins no Facebook, 41,6 milhões de mensagens enviadas pelo WhatsApp e 3,8 milhões de consultas no Google. Cinco anos depois, a realidade tem números tão expressivos quanto os dessa época, com mais pessoas e dispositivos conectados. O Relatório Global Digital 2024, por exemplo, publicado em parceria entre We Are Social e Meltwate, registra que o número de usuários únicos de smartphones no início do ano passou da casa dos 5,6 bilhões. Além disso, a internet agora é acessada por mais de 65% da população mundial, o que representa um crescimento de 2,5% em relação ao início de 2023.  O desenvolvimento contínuo de tecnologias como a inteligência artificial (IA), realidade aumentada e internet das coisas também reflete na exigência de redes mais flexíveis e capazes de entregar uma experiência de qualidade ao usuário.  Em outras palavras, a rede continua crescendo! Com isso, as demandas por suportabilidade, altas velocidades e baixa latência também.  É nesse contexto que o projeto de cabeamento estruturado se destaca, pois permite que uma rede seja desenhada com base em cenários futuros e a expansão de suas aplicações.  Neste conteúdo, vamos abordar outros detalhes desse assunto, que foi tema do último webinar gratuito da Escola Superior de Redes (ESR).  Confira abaixo os pontos relevantes tratados no evento on-line Cabeamento estruturado – A importância do projeto para suportar as novas demandas de velocidades. ❗Você também pode gostar: Tipos de desenvolvimento de aplicativos móveis: qual é o melhor e como aprender? O que é cabeamento estruturado?  De maneira simples, o cabeamento estruturado refere-se à implementação de sistemas padronizados para a instalação de cabos de rede que são compatíveis entre si, com layout prático e simples e que compõem, de maneira estratégica e eficiente, uma infraestrutura de TI. Para isso, o projeto deve observar os meios de transmissão, as técnicas de instalação, as características e as especificidades de cada cliente e usuário, bem como as normas e  a capacidade de espaços para a instalação.  O objetivo por trás da prática é otimizar o funcionamento das redes e do uso de recursos, assegurando que o sistema de tecnologia, informação e comunicação seja de excelência.  Cada cabo se conecta a um ponto específico da infraestrutura de redes, contribuindo para uma melhor distribuição desses elementos e para uma transmissão de dados, voz e imagens mais rápida e com baixa latência.  Com um cabeamento estruturado e de qualidade, os demais componentes da rede (hardware e software, geralmente) funcionam com qualidade e com confiabilidade de conexão.  Qual o papel do projeto no cabeamento estruturado? Para os profissionais de TI, conhecer o conceito e as etapas necessárias para a implementação de um cabeamento estruturado é atividade essencial.  O projeto é a fase que permite o mapeamento adequado das necessidades da rede de um empreendimento e de suas possibilidades, permitindo que a instalação dos cabos ocorra com melhor aproveitamento, levando em consideração as particularidades de cada caso.  Assim, por meio do projeto prévio de cabeamento estruturado e de sua certificação/validação, uma empresa ou ambiente conectado, independentemente da alteração das características de sua rede (mais dispositivos conectados ao longo do tempo, mais ambientes conectados, etc), continuará oferecendo uma experiência fluida, contínua e de qualidade para seus usuários.  É o projeto de cabeamento estruturado que possibilita, por exemplo, o aperfeiçoamento dos condomínios e de organizações inteligentes, cada vez mais comuns. Isso porque ele é o responsável por viabilizar a integração de sistemas e a interoperabilidade entre eles, aspectos essenciais para tais tipos de empreendimento. Nesse novo contexto, os ambientes que requerem conectividade, como os edifícios inteligentes (mencionados anteriormente), os novos prédios comerciais, as indústrias e os hospitais, demandam estruturas de conectividade mais eficientes – aquelas que entregam mais conectividade e mais tecnologia a um custo adequado e estratégico. Há também a demanda de velocidade de rede e de uma infraestrutura que aceite a inserção de múltiplas tecnologias no dia a dia.    Dessa forma, o objetivo do projeto de cabeamento estruturado é desenhar uma rede que possa suportar essas exigências contemporâneas, além de possibilitar que ela esteja preparada para o que ainda está por vir. O cabeamento estruturado é peça fundamental para uma infraestrutura eficiente, que, por sua vez, é a base para a recepção e a execução de todas as demais tecnologias, como voz e dados, vídeo, automação predial e energia (cabeamento), devendo suportar tudo isso. Nesse contexto, o projeto precisa não só se adaptar à necessidade do usuário, como deve ser flexível a novas tendências. Quando isso ocorre, ele possibilita melhor experiência para o usuário, com capacidade de extensão da conectividade para além dos prédios principais e com o aperfeiçoamento das seguintes situações:  Outro ponto de destaque sobre o assunto está relacionado com o investimento. O cabeamento estruturado possui excelente custo-benefício, visto que tem durabilidade, diferentemente de softwares e switches, que exigem trocas rápidas.  A verdade é que o mundo de quem desenha uma rede está muito mais complexo quando é impulsionado, principalmente, pela mobilidade (mundo mais conectado), largura de banda (velocidade), hiperconectividade (proliferação de dispositivos conectados à rede) e convergência de rede (todas as novas tecnologias funcionando na internet). O profissional de TI que escolhe essa especialização estabelece com os estudos uma relação permanente. Como desenvolver um projeto de cabeamento estruturado?  1) Conhecer o tema  O primeiro passo para a elaboração de um projeto de cabeamento estruturado é o conhecimento acerca do tema. O que é o projeto? O que é a adequação do projeto? Como fazer uma implantação adequada? Quais são as características construtivas de um cabo ou conector? O que é certificação ou quais são as implicações de não certificar um projeto? Saber as respostas para essas questões é fundamental para o especialista de TI, pois o objetivo do projeto é criar uma base sólida, porém flexível, para adaptação a qualquer novo dispositivo que venha a ser inserido na rede. Então, entender seus detalhes não é mera formalidade. Como abordamos anteriormente e segundo o Project Management Institute – (PMI – Instituto de Gerenciamento de Projetos), a definição mais apropriada de projeto é aquela que o entende como “um empreendimento temporário, com o objetivo de criar um produto ou serviço único”. No cabeamento estruturado, refere-se à etapa crucial para a infraestrutura de redes e para a comunicação/conexão efetiva de ambientes empresariais e comerciais por meio da rede.  Por intermédio do projeto e do planejamento estratégico do cabeamento estruturado, as empresas, por exemplo, conseguem  ser mais flexíveis, organizadas e seguir um padrão em suas redes. Assim, é de responsabilidade do profissional de TI especializado entender que o projeto de cabeamento estruturado permite a implementação de uma rede que, mesmo diante da alteração da quantidade de usuários ou de dispositivos, não só não oferece uma experiência de usabilidade maçante, como facilita a vida de quem está implantando o cabeamento em si. Ou seja, quando o projeto é adequado e bem certificado, a operação é tranquila e dinâmica.  2) Seguir as normas  As normas para o cabeamento estruturado seguem três linhas que devem ser observadas por qualquer profissional de TI habilitado para desenvolver um projeto:  ABNT/BNR 14565,  ISO-IEC 11801 e  ANSI/TIA 568. Todas elas indicam as diretrizes básicas para a estruturação e instalação correta do projeto, cabendo uma observação criteriosa do profissional sobre cada um de seus pontos. Paralelamente a isso, os padrões também são referências a serem consideradas pelo especialista, auxiliando-o na implementação correta de um projeto. Buscar atualizações Outro ponto importante a ser avaliado pelo profissional de TI no desenvolvimento de um projeto de cabeamento estruturado relaciona-se com a essencialidade de atualizações e capacitação sobre o tema.  A Escola Superior de Redes (ESR) é uma das principais referências do mercado em ensino e aprendizado para TI, com trilha de conhecimento orientada para a área de desenvolvimento de redes. Em seu recente webinar, Cabeamento Estruturado – A importância do projeto para suportar as novas demandas de velocidades, evento on-line e gratuito, a ESR abordou: >> Assista ao conteúdo na íntegra aqui!   Além disso, a ESR oferece dois cursos especificamente voltados para a área de cabeamento estruturado:  >> Você também pode gostar de aprofundar seus conhecimentos por aqui: Webinar gratuito – Cabeamento estruturado e a excelência na instalação. Vantagens do projeto de cabeamento estruturado adequado  ______________________________ ESR: líder na formação e no desenvolvimento de carreira para TI  Na Escola Superior de Redes (ESR), o aluno tem acesso a uma metodologia prática, em completo alinhamento com o que é exigido pelo  mercado de TI. São diversas trilhas de conhecimento e modalidades de cursos – on-line ou presencial – , de acordo com a necessidade de cada estudante.  Conheça as turmas disponíveis para 2024 e comece sua especialização em projeto de redes o quanto antes! 


    27/02/2024
  • Ti na Saúde digital
    Temas Diversos

    Qual o papel da TI na saúde digital e como ingressar na área?

    Em meio a um cenário de transformações digitais aceleradas, garantir a integração fluida e constante de conhecimentos acerca de saúde e tecnologia possibilita que o atendimento de uma rede complexa e pulverizada seja otimizado estrategicamente. É nesse sentido que se estabelece a saúde digital, um processo de inovação responsável por mudar desde a forma de pensar a saúde e o bem-estar até processos, habilidades e atitudes de profissionais e cidadãos diante das práticas dessa área. De acordo com a Secretaria de Informação e Saúde Digital, o termo faz referência a um conjunto de saberes, técnicas, atitudes e valores que se desenvolvem com o crescimento digital para fortalecer e viabilizar princípios como universalidade, integralidade e equidade na prestação de serviços em saúde.  Dessa forma, a saúde digital é mais abrangente, já que aborda também outros campos, como o e-Saúde, a telemedicina, a telessaúde, a informação e a informática em saúde, além de ser permeada pela internet das coisas (IoT), inteligência artificial, big data e pelas redes.  Portanto, quando se fala em saúde digital, visualiza-se o uso de recursos da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) direcionados tanto para o aperfeiçoamento da rotina de trabalho de profissionais de saúde quanto para o atendimento de qualidade para o paciente. São alguns exemplos desses recursos: O termo, inclusive, já foi tipificado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como “o uso seguro e com positivo custo-benefício das TICs para dar suporte à saúde e a campos relacionados, o que inclui prestação de serviços, vigilância, literatura, educação, conhecimento e pesquisa na área”. Neste artigo, vamos conversar mais sobre o papel da TI na saúde digital e como ingressar nessa área de atuação. ❗ Leia também: Estratégia de inovação: por que a ousadia é importante no ambiente corporativo? Qual o papel da TI na saúde digital?  A tecnologia é utilizada, sobretudo, no processo de melhoria e aperfeiçoamento do atendimento e da assistência em saúde, seja na rede pública, seja na suplementar. Nesse contexto, a saúde digital promove avanços por meio da inovação e do uso da TIC combinados com aspectos éticos, cujo objetivo é proteger o paciente, por meio da adequação de procedimentos relacionados com a LGPD ou pela implantação de mecanismos de alerta e monitoramento. Com essa combinação de fatores, os pacientes passam a ter serviços mais céleres, com menor tolerância a falhas e maior segurança. Já os profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, cirurgiões dentistas etc.) conseguem adotar posturas mais analíticas, visto que têm acesso rápido a uma infinidade de informações. Por sua vez, os especialistas de TI focados em saúde digital aprimoram os mecanismos, as ferramentas e a tecnologia que torna esse conceito viável na prática.  Como dissemos anteriormente, a saúde digital envolve toda a utilização de recursos de TIC nas atividades e pesquisas em saúde. Isso significa dizer que é a área de TI em estrita colaboração com a área de saúde que articula a aplicação prática desse conceito. Ou seja, o papel da TI na saúde digital é intrínseco aos próprios objetivos da abordagem, sendo os profissionais da área os responsáveis por desenvolver e viabilizar as soluções tecnológicas utilizadas no dia a dia dessa área.  Seis exemplos da articulação da tecnologia da informação na saúde digital Por ser um campo dinâmico, o segmento da saúde se beneficia exponencialmente com a implementação de soluções de TI. A integração eficiente de sistemas e a gestão inteligente de dados, por exemplo, são aspectos proporcionados pela TI que desempenham um papel fundamental na otimização dos serviços de saúde. Nesse campo, encontra-se um dos maiores desafios do Brasil e de especialistas em TI: cada fabricante possui seu sistema e falta interoperabilidade, o que demanda que o responsável pela tecnologia da saúde digital saiba realmente como integrar sistemas e interoperá-los para que seja possível a gestão inteligente e ampla dos dados. Quando isso ocorre de maneira exitosa, a saúde digital é responsável por inúmeras vantagens para todos os agentes envolvidos na cadeia de serviços de assistência: os profissionais da saúde, pacientes, familiares e gestores. É o caso, por exemplo, de:   A seguir, elencamos outras diversas frentes em que a TI viabiliza a saúde digital na prática. 1) Integração de sistemas A interoperabilidade entre os sistemas de informação de saúde (capacidade de diferentes sistemas trocarem automaticamente dados, informações e conhecimento) proporciona uma visão holística dos dados do paciente, o que torna seu tratamento e atendimento mais seguro, ágil e adequado. A TI facilita a integração de diferentes serviços de saúde e permite que informações cruciais sejam compartilhadas entre hospitais, clínicas, unidades básicas de saúde (UBSs), unidades de pronto atendimento (UPAs) e as demais instituições de saúde. Para isso, observa também o desenvolvimento e a implementação de políticas de segurança de dados, protocolos de resposta a incidentes e atributos de disponibilidade para que a informação possa ser acessada a qualquer momento pela rede autorizada.  Há, assim, um atendimento mais ágil, sem redundâncias e erros na interpretação de dados clínicos. 2) Coleta e análise de dados clínicos A coleta e a análise de dados são atividades vitais para a promoção da pesquisa e a melhoria contínua dos cuidados de saúde. Nesse campo, a TI facilita a coleta e o processamento automatizado de dados de saúde, desde informações básicas até métricas mais avançadas, já conferindo a eles a devida adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e às demais regulações.  Ferramentas analíticas pautadas em inteligência artificial e machine learning (inovações de TI), capazes, portanto, de lidar com grandes bancos de dados, auxiliam na interpretação das informações valiosas tanto pelos profissionais de saúde e pesquisadores quanto pelo mercado de saúde em geral. Nessa perspectiva, o especialista de TI envolvido com a saúde digital precisa ter clareza de que seu grande desafio é entender a necessidade do profissional de saúde e atendê-la. Ou seja, é necessário, sobretudo, que os agentes de TI atuem como facilitadores, demonstrando a importância da colaboração e da adequação da linguagem técnica de TI à linguagem técnica da saúde.  3) Prontuários eletrônicos A implementação de prontuários eletrônicos representa um marco na evolução da assistência aos pacientes. E é a TI que possibilita a criação de sistemas seguros e acessíveis que armazenam eletronicamente as informações do paciente.  Essa abordagem elimina a dependência de documentos físicos, facilita o acesso rápido e seguro às informações clínicas e melhora a tomada de decisões e a continuidade do cuidado. 4) Telessaúde A telessaúde é um componente essencial da saúde digital, tendo sido regulamentada, principalmente, a partir de 2020 e da promulgação da Lei nº14.510/22, que adicionou oficialmente a modalidade de assistência à realidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse cenário, os benefícios do uso dessa tecnologia se tornaram evidentes para toda a sociedade, tendo a TI como principal facilitadora desse serviço. Isso se dá pelo desenvolvimento, manutenção e melhoria das inovações da área, como videoconferências, aplicativos móveis e plataformas on-line que permitem consultas médicas a distância, com acesso rápido a cuidados de saúde, especialmente em áreas remotas.  A TI na saúde digital aumenta a acessibilidade aos serviços da área, além de refletir na mitigação da sobrecarga dos sistemas de saúde físicos. 5) Inovação e segurança A TI não apenas possibilita inovações na prestação de cuidados de saúde, como desempenha um papel crucial na segurança dos dados do paciente.  A conformidade com regulamentações, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegura a privacidade e a integridade das informações de saúde, que são, inclusive, consideradas sensíveis. Profissionais de TI na área de saúde são essenciais para implementar medidas robustas de segurança cibernética e para garantir a conformidade com as normas legais. 6) Profissional de saúde como analista Com o avanço da saúde digital, espera-se que os profissionais de saúde adotem uma postura mais analítica e crítica em relação aos dados de saúde.  Assim, o entendimento e a interpretação de informações digitais tornam-se habilidades fundamentais, pois permitem que os profissionais forneçam cuidados personalizados e baseados em evidências. Nesse contexto, os colaboradores de TI desempenham outra função de destaque: a de implantar tecnologias e suporte para sua operação, auxiliando os profissionais de saúde a utilizarem as ferramentas adequadamente e a interpretarem melhor os dados coletados em larga escala.   ____________________ De maneira geral, a TI desempenha um papel crucial na transformação da saúde digital ao proporcionar melhorias substanciais na eficiência, acessibilidade, inovação e segurança dos serviços da área.  A colaboração contínua entre profissionais de saúde e especialistas em TI impulsiona ainda mais a revolução na assistência médica. ❗Leia também: 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024  O que você precisa para ingressar na área da saúde digital sendo um profissional de TI? Assim como em outros campos da TI, a capacitação representa o primeiro e o mais importante passo para os profissionais que desejam ingressar na área de desenvolvimento de soluções de saúde digital. Afinal, para esses colaboradores, são exigidos não só o conhecimento técnico em inovação e transformação digital, mas a compreensão do mercado de saúde e das singularidades das redes de atendimento no Brasil.  Sabendo disso, a Escola Superior de Redes, uma instituição de referência em ensino e aprendizado de tecnologia, preparou o webinar “Saúde digital e as possibilidades de projetos para a transformação digital” para discutir o tema com profundidade, com base em falas de agentes de referência tanto em tecnologia quanto em saúde. No evento, gratuito e on-line, você encontra um balanço dos resultados da primeira iniciativa de capacitação de saúde digital, oferecida pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. A iniciativa objetiva a capacitação de profissionais de saúde, gestores administrativos e gestores de tecnologia da informação em relação ao potencial da saúde digital.  Ao participar desse webinar, você tem a oportunidade de conhecer alguns dos mais de 50 projetos elaborados pelos alunos do Programa de Atualização Profissional em Saúde Digital (PAP-SD) e entender os caminhos para o desenvolvimento de ações de capacitação de recursos humanos na área da saúde digital. Assista o webinar completo aqui!


    15/02/2024
  • Comandos Linux
    Administração de Sistemas

    O que são comandos Linux e como reproduzi-los em um só clique

    De acordo com o Fortune Business Insights, o mercado Linux chegará a US$ 15,64 bilhões globais até 2027. O sistema operacional se destaca por ter código aberto e por estar presente nas mais variadas aplicações.  Por sua popularidade, além da abrangente usabilidade, conhecer seus comandos torna-se essencial para a comunidade de desenvolvedores e demais profissionais de TI.  De maneira geral, os comandos Linux referem-se a instruções dadas ao sistema operacional Linux, em suas mais variadas distribuições, por meio de interfaces de linha de comando (CLI) ou de um shell invocado em ambiente gráfico (GUI).  Cada comando (programa) é representado por uma palavra-chave ou letras combinadas com significados específicos. Ao executá-los, o usuário interage com o SO de maneira eficiente e ágil.  O usuário digita o comando na CLI >>>> O comando é processado pela interface >>>> A instrução é realizada de acordo com a orientação do comando.  Ter em mente quais são os principais comandos Linux é uma mão na roda (ou no enter. Afinal, basta pressionar essa tecla para que o comando seja realizado), visto que isso poupa tempo de pesquisa e aprendizado sobre o SO.  Há três estruturas básicas para que esses elementos funcionem, como você pode ver a seguir: Três partes do comando Linux: Command Name (nome) – representa a regra que o usuário deseja executarFlag (opção) –  é um elemento modificador do comportamento padrão de um comando, da operação desse comando. São utilizadas quando o usuário deseja obter opções de ação adicionais ao comando original ou quer ajustar a sua execução de acordo com as necessidades do projeto. Normalmente, a sintaxe encontrada para esses casos é um hífen único (-) ou dois deles (–).Argument (parâmetro) – adiciona informações ou contexto aos comandos. Assim, a sintaxe básica dos comandos Linux apresenta-se na seguinte ordem: CommandName [opção/opções] [parâmetro(s)] Leia mais: Como se tornar um administrador de sistemas Linux  Como se sabe, um sistema operacional nada mais é do que um software que, para atuar, demanda uma interface entre os usuários e o hardware do computador.  De acordo com os últimos dados da W3Techs.com, ainda de 2023, os sistemas operacionais Linux eram a preferência em relação à hospedagem de sites em toda a web. Uso dos sistemas operacionais servidores 2023: Linux: 81,6%Windows: 18% A liderança do Linux entre os desenvolvedores se explica por várias razões: ter código aberto; reunir comunidades e fóruns com bastante conteúdo sobre o software por ele ter uma estrutura configurável; ser bastante personalizável e conter atualizações fáceis.  Assim, quanto mais conteúdo um profissional de TI consumir sobre essa tecnologia, mais bem preparado ele estará para o mercado.  A Escola Superior de Redes (ESR), líder e referência em ensino de tecnologia da informação há mais de 17 anos, desenvolveu um infográfico gratuito e exclusivo para que você aprenda os comandos Linux e os tenha sempre a um só clique.  >>>> Baixe agora o infográfico gratuito com os 50 principais comandos Linux! <<<<


    08/02/2024
  • Flexibilidade no trabalho
    RH

    O home office acabou? Saiba como gerenciar a flexibilidade de trabalho na tecnologia

    Ainda faz sentido adotar a flexibilidade de trabalho para o segmento da tecnologia? Desde que a pandemia foi mitigada, possibilitando, gradativamente, o retorno aos escritórios, gestores de RH têm se feito essa pergunta.  Embora não seja possível chegar a uma conclusão taxativa, avaliar o cenário pode ser um caminho interessante para definir a modalidade ideal para a sua empresa. Por aqui vamos ajudar você nesse percurso. Você vai ler:  O cenário das diferentes modalidades de trabalho  A década de 1980 marcou os primeiros registros da experimentação do teletrabalho no meio corporativo, muito antes dos avanços digitais. Na época, a empresa vanguardista de computação IBM decidiu alocar uma equipe de cinco integrantes para trabalhar a distância. Pouco tempo depois, cerca de três anos, esse número chegou a quase 2 mil funcionários. Era o anúncio do que estava por vir.  Com o surgimento da internet, o que antes representava um teste, se popularizou a tal ponto que passou a fazer parte da rotina das organizações, sobretudo das empresas relacionadas com a tecnologia. Com a pandemia, quem ainda não havia experimentado o modelo foi obrigatoriamente condicionado a ele, agora em um contexto mais tecnológico e digital. Assim, os entraves que antes podiam fazer parte dessa dinâmica foram minimizados pela alta capacidade de comunicação da era da informação.   Desde então, a flexibilidade no trabalho representa uma das principais demandas dos colaboradores e uma preocupação para as empresas.  Na 24ª edição do Índice de Confiança Robert Half (ICRH), que entrevistou 1.161 pessoas, a modalidade presencial encontrou maior resistência por parte dos profissionais. Deles, 76% disseram ter no trabalho híbrido a alternativa ideal, enquanto 38% afirmaram que, caso houvesse retorno integral ao escritório, estariam motivados a buscar outras oportunidades.  Os dados evidenciam a discrepância de posicionamento entre quem contrata e quem é contratado, visto que diversas marcas relevantes no mercado têm voltado atrás na concessão do home office.  Mesmo em divergência, as duas pautas são tendência no contexto moderno e precisam ser analisadas. Os profissionais não pretendem retroagir e passar mais dias nos escritórios. Por sua vez, as empresas questionam a produtividade do anywhere office. O caminho, talvez, seja encontrar um meio-termo. Ao menos, é o que as pesquisas apontam.  O estudo Tendências e Perspectivas do Trabalho da WeWork, que entrevistou 10 mil trabalhadores latino-americanos, sendo 3 mil deles brasileiros, identificou que a modalidade presencial aumentou de 10% para 18%. O mesmo documento apontou também que 94% dos trabalhadores entrevistados não gostariam de trabalhar exclusivamente de maneira presencial, e para 64% dos brasileiros, a resposta e a preferência seriam a adoção do modelo híbrido de trabalho. Por outro lado, um relatório do Boston Consulting Group, que acompanhou 554 companhias que empregam mais de 26 milhões de trabalhadores, observou que a receita das empresas que são mais flexíveis cresce quatro vezes mais em comparação com aquelas que são mais rigorosas com a questão “presença em escritórios”. Um dos motivos apontados para o resultado foi a retenção de talentos, além da viabilidade de uma equipe multidisciplinar e multicultural, visto que o remoto dispensa que todos sejam de um só lugar.  Diante disso, é importante que o RH e os demais líderes optem pelo modelo de trabalho que se adapte melhor à realidade do negócio, ao potencial para encontrar profissionais qualificados e, claro, às singularidades do seu segmento.  Essas são apenas algumas perguntas que os gestores de RH precisam ter em mente antes de fixar um posicionamento preferencial de trabalho em TI.  Cada modalidade está associada a benefícios e desvantagens, entretanto, é preciso ter em mente que a relação empresa × trabalhador é indissociável e de dependência. Uma parte não existe sem a outra. Portanto, a escolha deve ser atrativa para os dois agentes da equação.  Você também pode gostar: A gestão de pessoas como pilar fundamental para o futuro do trabalho em TI  Como gerenciar equipes remotas de TI Liderar times remotos de TI é entender as especificidades desse modelo de vaga. Por isso, é válido discutir com a empresa o motivo da abertura desses postos de trabalho, o que se espera com eles e quais serão as metodologias aplicadas para assegurar a qualidade dos serviços, entre outros questionamentos. Depois disso, algumas outras orientações podem auxiliar a equipe de gestão de pessoas a lidar com o panorama de atividades remotas: 1) Promova transparência: é o elemento-chave;2) Gerencie a equipe com o auxílio da tecnologia; 3) Garanta as condições ideais de trabalho;4) Realize reuniões quando necessário.  Por aqui, no blogpost Como liderar times remotos de TI para resultados surpreendentes?, destacamos outras medidas para gerenciar equipes de TI de forma estratégica mesmo que elas não estejam no escritório.  Quatro dicas para tornar o trabalho presencial mais atrativo no segmento da tecnologia No dinâmico universo da tecnologia, no qual a flexibilidade, muitas vezes, é uma peça-chave, tornar o trabalho presencial atrativo requer uma abordagem estratégica.  Ao equilibrar a necessidade de interações pessoais com a natureza inovadora do setor, algumas práticas podem transformar o ambiente de trabalho físico em um espaço colaborativo e produtivo. Dica 1 – Solicite a presença do colaborador quando for realmente necessário No contexto moderno digital, a presença física no escritório deve ser orientada pela necessidade real de interação face a face. Permitir flexibilidade no local de trabalho, exigindo a presença para os casos em que há demanda para tal, permite que os colaboradores aproveitem ao máximo o seu tempo e recursos. Dica 2 – Use os momentos em que todos estão na empresa para construir soluções colaborativas A eficácia do trabalho em equipe, muitas vezes, atinge o seu ápice quando os colaboradores estão reunidos no mesmo espaço físico.  Aproveitar esses momentos para sessões de brainstorming, reuniões estratégicas e atividades colaborativas pode impulsionar a inovação e fortalecer os laços entre os membros da equipe. Dica 3 – Aposte em treinamentos produtivos A aprendizagem contínua é essencial no campo da tecnologia, área em constante evolução. Oferecer treinamentos presenciais altamente relevantes e produtivos pode proporcionar aos colaboradores uma oportunidade valiosa para adquirir novas habilidades, compartilhar conhecimento e otimizar a coesão da equipe. Dica 4 – Crie um ambiente de trabalho atrativo O ambiente físico do escritório desempenha um papel crucial na satisfação e produtividade dos colaboradores. Investir em um espaço de trabalho inspirador, equipado com tecnologia de ponta, áreas de colaboração e comodidades modernas, contribui para a criatividade e o bem-estar dos colaboradores. Leia também: As habilidades mais valorizadas no mercado de trabalho de tecnologia da informação ______________________________ ESR: uma nova forma de gerenciar times de TI Seja na modalidade remota, híbrida ou presencial, a Escola Superior de Redes (ESR) auxilia gestores de RH e os demais líderes a adotarem abordagens estratégicas para o gerenciamento de equipes de tecnologia.  Na Consultoria Educacional, a ESR oferece estratégias de aprendizagem corporativas elaboradas de acordo com os objetivos e as necessidades de cada empresa. A solução ajuda gestores de TI e de RH a otimizar os recursos investidos no desenvolvimento profissional das equipes e gerar resultados mais assertivos e alinhados com os objetivos da empresa. Entre em contato com o nosso time para saber mais sobre a Consultoria Educacional!


    01/02/2024
  • desenvolvimento de aplicativos móveis
    Desenvolvimento de Sistemas

    Tipos de desenvolvimento de aplicativos móveis: qual é o melhor e como aprender?

    O desenvolvimento de aplicativos móveis é uma das principais atividades do cenário de tecnologia da informação (TI). Isso porque quanto mais a sociedade se conecta à rede, sobretudo por meio de smartphones e tablets, maior a demanda por esse tipo de inovação.  Segundo o Washington Post, até o segundo semestre de 2014, 40% dos 7 bilhões de habitantes do planeta tinham acesso à internet. Nove anos depois, em 2023, de acordo com o Global Overview Report Digital, o marco é de 5,16 bilhões de pessoas, o que representa 64,4% da população mundial. No Brasil, a porcentagem chega a 84,3%.  Nesse cenário, as estatísticas relacionadas com o uso do mobile no país registraram 221 milhões de conexões realizadas nessa modalidade. Além disso, como 97,1% dos usuários da internet no Brasil utilizam celulares, a implementação de aplicativos e sites adaptados ao formato é uma necessidade contínua. Para que você esteja pronto para atuar no mercado de desenvolvimento de aplicativos móveis, em forte expansão, separamos, a seguir, os quatro modelos principais da prática, além de uma indicação certeira para dar o start em sua especialização.  ➡️ Leia também: 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024 Quatro modelos de desenvolvimento de aplicativos móveis  Existem quatro diferentes formas de elaborar um aplicativo móvel, com ferramentas e capacidades distintas. Veja abaixo:  1) Aplicativos Nativos  Os aplicativos nativos são criados com base nos recursos, no ambiente de desenvolvimento e na linguagem de determinado fabricante do sistema operacional (SO) do dispositivo móvel.  Por isso, por ser uma das modalidades em que o desenvolvimento está dentro do ecossistema do fabricante do SO, há alta qualidade final na interface e bom desempenho do aplicativo.  É indicado para projetos que demandem atributos mais robustos e de excelente padrão.  Ferramenta utilizada: Xcode Linguagem de programação: Objetive-C ou Swift Ferramenta: Android Studio  Linguagem de programação: Java ou Kotlin (permite C e C++) Como principais vantagens dessa modalidade estão os recursos e o suporte disponibilizados pelo fabricante, que contam com toda a infraestrutura de gigantes do mercado. Entretanto, a portabilidade do desenvolvimento é dificultada, exigindo um novo projeto para cada uma das plataformas Android ou iOS. 2) Aplicativos Híbridos  Os aplicativos híbridos buscam aliar os recursos de navegadores web com alguns outros nativos do próprio aparelho, representando uma modalidade intermediária entre a anterior e a próxima.  Na prática, esses recursos são executados e renderizados por um componente WebView integrado a um aplicativo nativo de cada plataforma, o que dá ao usuário uma falsa impressão de que se trata de um aplicativo nativo.  Para seu desenvolvimento, são utilizados frameworks como o Icon, Flutter, Quasar e o React, sendo o último uma biblioteca em JavaScript para a construção de interfaces de usuários.   SDK (Software Development Kit) Linguagens de programação: HTML, JavaScript e CSS SDK (Software Development Kit) Linguagem de programação: Dart SDK (Software Development Kit) Linguagens de programação: HTML, JavaScript e CSS A vantagem, nesse caso, é a portabilidade do projeto desenvolvido, por causa do único código executável tanto em Android quanto em iOS, além da mitigação de custo da operação. Porém, seu desenvolvimento conta com as limitações típicas de uma página de web acessada por meio de um dispositivo e, por isso, o desempenho é inferior à modalidade nativa. 3) Aplicativos Web App Os aplicativos Web App referem-se a um site responsivo que se comporta tal qual um aplicativo.  Ao identificar que o acesso ao site se dá por meio de um smartphone, o servidor de uma empresa, que utiliza o Web App, consegue enviar uma versão mobile adaptada ao formato.  Entre as características positivas do modelo estão a responsividade e a ausência de ocupação de memória dos aparelhos, sem que haja dependência de downloads. Já como ponto negativo há o acesso limitado aos recursos do dispositivo, bem como um funcionamento dependente de conexão com a internet.  Ainda assim, como são mais baratos e fáceis de desenvolver, são indicados para objetivos relacionados com a presença on-line do mobile.  Linguagens de programação: HTML, CSS e JavaScript, por meio dos frameworks indicados também para aplicativos híbridos.  4) Aplicativos Progressive Web Apps Os aplicativos Progressives nada mais são do que a evolução dos Web Apps que agregaram funcionalidades antes restritas. É o caso de:  A nomenclatura do modelo se dá visto que ele, progressivamente, incorpora as funcionalidades à medida que o usuário utiliza a tecnologia, aproximando-se, gradativamente, dos aplicativos nativos.  Cabe ressaltar que, quanto às desvantagens, alguns desses navegadores web que comportam o Progressive App não oferecem suporte às funcionalidades citadas anteriormente. Entretanto, a tendência é que, com o avanço das transformações digitais, essa capacidade seja ampliada e torne-se homogeneamente distribuída.  ➡️ Leia também:  Administração de sistemas e transformação digital: como os profissionais de TI podem se preparar para as demandas do mercado  ____________________________ A escolha por um modelo de desenvolvimento de aplicativo em detrimento de outro vai sempre depender da avaliação de critérios específicos – como a necessidade e a disponibilidade de orçamento – e das características do projeto. Todas representam uma possibilidade para casos diferentes. Pergunte-se sobre os objetivos do projeto de desenvolvimento do aplicativo e oriente o seu de acordo com essa demanda. Como aprender desenvolvimento de aplicativos móveis? A  Escola Superior de Redes (ESR) é referência em ensino na área de tecnologia da informação, tendo como uma de suas principais trilhas a aprendizagem de processos com aplicativos móveis.  A metodologia é hands-on nas modalidades EaD ou presencial, que se adaptam à sua rotina e necessidade.  >> Veja todos os cursos dessa trilha aqui e escolha seu próximo treinamento na área!ESR – especialista em desenvolver sua carreira em TI. ____________________________


    25/01/2024
  • Cloud Storage
    Computação em Nuvem

    Cloud storage: o que é e qual sua importância para o cenário de dados atual?

    De acordo com a IBM, o número de dados gerados por dia em âmbito global representa algo em torno de 2,5 quintilhões de ativos, e 90% dos dados disponíveis atualmente foram produzidos nos últimos três anos. A perspectiva é que esse marco continue a crescer, principalmente se considerarmos a maior aderência à internet no meio corporativo e pessoal com o passar do tempo.  Segundo a pesquisa TIC Domicílios 2023, por exemplo, 84% da população brasileira com 10 anos ou mais se conectou à internet em 2023 e, com isso, deixou pegadas digitais pela rede.  Diante dessas estatísticas, é de se esperar que os dados permaneçam como destaque nas relações humanas e nas de consumo, demandando ferramentas e tecnologia capazes de analisá-los, registrá-los e armazená-los corretamente.  O cloud storage encontra-se, nesse cenário, como uma solução eficiente de armazenamento em nuvem que se diferencia também pela possibilidade de associação a ferramentas adicionais ligadas à cibersegurança.  Por aqui, no #BlogDaESR, você vai encontrar detalhes sobre o tema para entender, finalmente, o que está por trás dessa já popular inovação.  ❗ Leia também: As habilidades mais valorizadas no mercado de trabalho de tecnologia da informação Afinal, o que é cloud storage e o que significa? Como dissemos anteriormente, cloud storage representa uma das modalidades de cloud computing responsável por permitir que empresas de qualquer porte ou usuários individuais possam manter o armazenamento de seus dados pessoais e de seus negócios no ambiente da nuvem.  Trata-se, assim, de um provedor de recursos remotos que armazena, de forma segura, dados pessoais e empresariais, garantindo, sobretudo, disponibilidade (um dos princípios da segurança da informação) e habilitando a otimização de custos e espaço físico.  Ao reservar suas informações on-line, as organizações não precisam direcionar recursos para investimento em hardwares especializados em armazenamento de dados, visto que é o provedor do serviço de armazenamento em nuvem o encarregado dessa função.  Para ficar ainda mais claro, imagine as exigências básicas de uma operação real: necessidade de implementação de um software, que, para isso, demanda sistema operacional e infraestrutura própria. Quando transportados para as modalidades de serviço on-line, todos esses processos encontram correspondência na nuvem, inclusive a infraestrutura de armazenamento. Visualize:  Nesse contexto, o cloud storage, que, em português, significa exatamente “armazenamento na nuvem”, representa uma das vertentes de tecnologia em nuvem enquadrada na modalidade IaaS.  ⚠️ Tome nota: Ok, mas o que é IaaS? É um modelo de serviço no qual o usuário tem acesso a recursos de infraestrutura sob demanda, como é o caso de computação, armazenamento, rede e virtualização.  Dessa forma, o conceito geral de cloud storage pode ser compreendido como o tipo de armazenamento de dados em servidor que pode ser acessado de qualquer dispositivo. A partir do momento em que os dados estão na nuvem, os usuários dependem apenas de uma interface comunicacional (desktops, notebooks, smartphones etc.) para acessá-los.  Alguns exemplos práticos desse tipo de serviço são os clássicos Google Drive, Dropbox, iCloud, Box e OneDrive. Tais ferramentas viabilizam que pessoas físicas ou jurídicas armazenem dados diversos no ambiente de nuvem, inclusive por meio de uso no formato gratuito. Para esses casos há sempre uma limitação de espaço para armazenamento e de algumas funcionalidades de uso.   Tipos de nuvem para o armazenamento de dados Há quatro tipos principais de nuvem para as ações de cloud storage, que variam de acordo com o propósito da empresa ou da pessoa física. São eles:   Quando as empresas investem em data centers mantidos por elas próprias para o armazenamento de dados, também implementam a nuvem privada. Ou seja, diferenciando-se da anterior, essa categoria habilita mais controle ao usuário em relação às configurações e aos dados armazenados. Ainda assim, é válido ressaltar que a exclusividade tem um preço mais alto do que a solução compartilhada.  A escolha da nuvem e, consequentemente, da forma de armazenar dados deve considerar as necessidades de cada empresa, os recursos disponíveis para o investimento, o conhecimento da tecnologia e o planejamento estratégico dos negócios.  Nesse tópico, podemos fazer ainda uma menção às “nuvem descartáveis”, espaços de cloud computing criados para um objetivo temporal específico, por exemplo, armazenar dados de um concurso.  ❗ Leia também: Computação em nuvem: a tecnologia indispensável para empresas programadas para o futuro  Características do cloud storage As principais características do armazenamento em nuvem (cloud storage) descrevem também suas inúmeras vantagens, seja no meio corporativo, seja no âmbito pessoal. Veja algumas delas: Para que serve o cloud storage? O armazenamento em nuvem é utilizado para que usuários físicos ou pessoas jurídicas possam hospedar seus dados e informações importantes no ambiente da nuvem, sem depender de instalações físicas onerosas e suscetíveis a riscos (fenômenos climáticos, roubos etc.). Assim, podemos dizer que o principal objetivo do cloud storage é viabilizar uma rede cada vez mais complexa e diversa à medida que oferece alternativas democráticas para que negócios e pessoas levem seus dados para a nuvem. Os tipos de armazenamento em nuvem são: Qual a diferença entre cloud computing e cloud storage? Enquanto a cloud computing (computação em nuvem) é o gênero dessa possibilidade de tecnologia, dividindo-se em IaaS, PaaS e SaaS, o cloud storage representa uma das suas espécies.  Assim, como detalhamos ao longo deste texto, o cloud storage é ofertado no modelo de serviço IaaS, com o objetivo de permitir que empresas e usuários hospedem dados sem necessitar de uma infraestrutura física própria, sendo necessário o custeio recorrente das atividades relacionadas com as operações do serviço.  ❗Leia também: Serviços de computação em nuvem e proteção de dados: como ficar em compliance com a LGPD  _____________________________________________________ ESR: a melhor escolha para especialização em cloud computing Tão importante quanto entender o conceito de cloud storage é compreender sua importância para o cenário digital atual. À medida que a rede se torna mais avançada, múltipla e diversificada, cresce também a demanda por serviços e profissionais capazes de otimizá-la, especialmente por meio de recursos de armazenamento em nuvem e dos demais conhecimentos de cloud computing.  Portanto, é essencial que profissionais de TI ou os interessados na área estejam atentos às tendências do mercado, concentrando-se em especializações que se consolidaram nos últimos anos. A Escola Superior de Redes (ESR) é uma instituição de referência em ensino e aprendizado de tecnologia, sobretudo na área de computação em nuvem, sendo responsável pela formação de mais de 40 mil alunos.  Nesta trilha específica de conhecimento, há a oferta de diversos cursos, divididos entre opções para iniciantes ou profissionais experientes e em modalidade presencial ou EaD com aulas ao vivo. Você escolhe a que se adapta melhor à sua rotina.  Conheça nossa trilha de conhecimento em cloud computing e acelere sua construção de carreira em TI! 


    18/01/2024
  • O que é Cloud Deployment
    Computação em Nuvem

    O que é Cloud deployment e como ele impacta operações de TI

    Também chamado implantação na nuvem, o cloud deployment representa a prática de operacionalizar aplicativos, serviços ou recursos de computação em nuvem.  Nesse contexto, o ambiente digital cloud assume a figura de servidor e da infraestrutura de computação remota, ambos oferecidos por provedores de serviços dessa modalidade (IaaS, PaaS e SaaS). É o caso, por exemplo, dos mais conhecidos: Amazon Web Services (AWS), Google Cloud Platform e Microsoft Azure.  Na prática, ao optar pelo cloud deployment, a empresa estabelece seus aplicativos e serviços em data centers “on-line”, gerenciados pelo provedor da infraestrutura, para escalar seu processo de desenvolvimento de aplicações, tornando-o mais ágil, mais disponível e menos suscetível a bugs, eventos suspeitos ou intempéries climáticas e físicas.   Dessa forma, todos os atributos da nuvem, já conhecidos por torná-la uma opção vantajosa para o meio corporativo, são diretamente ativados, como: Esses são só alguns benefícios que a adoção da prática de cloud deployment pode proporcionar às organizações.  De maneira geral, saber o que é cloud deployment é entender uma tecnologia que pode transformar a maneira como a empresa atua e se estabelece no mercado atualmente, visto que, com maior acesso à  inovação, é possível otimizar recursos e direcioná-los estrategicamente para a melhoria dos processos.  ➡️ Leia também: O que se espera de um administrador de sistemas especialista em virtualização em nuvem?  O que é cloud deployment? Como mencionamos anteriormente, o termo refere-se à implantação em nuvem, ou seja, à utilização de ambientes em nuvem para executar aplicativos.  Para isso, pode-se escolher entre os diferentes modelos de implantação (definidos pelo NIST): públicos, privados, comunitários ou híbridos, que reúnem as seguintes características: Além disso, é também necessário optar pelos diferentes modelos de prestação do serviço:  Nesse contexto, o cloud deployment contribui para a redução de despesas de investimentos (Capex), bem como permite que as organizações se adaptem às constantes oscilações e mudanças do mercado, ajustando suas despesas de custeio (Opex) e otimizando o gerenciamento do orçamento. Isso ocorre, principalmente, por causa da possibilidade de as empresas ajustarem, a qualquer momento, a capacidade de oferta versus a carga necessária de computação.  Vantagens de um modelo de trabalho em nuvem tal qual o cloud deployment Nesse ponto, você já conhece as vantagens por trás de uma operação em nuvem, mas é sempre bom retomá-las. Confira algumas logo abaixo.  Um modelo de implantação em nuvem pode:  ➡️ Leia também: 6 benefícios de aprender virtualização em nuvem  Como a implantação em nuvem ocorre na prática?  A implantação em nuvem envolve o processo de colocar um aplicativo em funcionamento, por meio de um dos modelos de hospedagem em nuvem. Portanto, demanda planejamento, implementação, ajustes e operação diária em conformidade com as regras do negócio.  Ainda assim, quando bem-sucedido, o que abrange desde a escolha do modelo de implantação até a automação, o monitoramento e a otimização contínua, o cloud deployment proporciona uma visão abrangente de como a nuvem é efetivamente utilizada na prática, além de permitir que organizações acessem, compartilhem e gerenciem os recursos de computação de maneira eficiente e flexível. Veja alguns passos para alcançar esse resultado:  Antes de começar, é importante determinar o modelo de implantação em nuvem que atenda às necessidades de sua aplicação (público, privado, híbrido ou comunitário). Selecionar um provedor de serviços em nuvem de reputação de mercado é essencial para o processo de cloud deployment. Considere fatores como serviço oferecido, custo, atendimento e localização dos data centers se houver restrições de conformidade, entre outros. Outro passo é o estabelecimento da infraestrutura necessária para suportar um aplicativo na nuvem, como servidores virtuais, armazenamento e banco de dados. Desenvolva ou adapte seu aplicativo para ser executado no ambiente de nuvem, observando as considerações das melhores práticas e recursos específicos do provedor escolhido. Empacote o aplicativo em uma fôrma que pode ser facilmente implantado e gerenciado, como contêineres ou máquinas virtuais. Versione o aplicativo para rastrear mudanças e atualizações. Utilize práticas de Integração Contínua (CI) e Entrega Contínua (CD) para automatizar o processo de construção, teste e implantação do aplicativo na nuvem. Ferramentas como Jenkins, GitLab CI ou GitHub são comumente utilizadas. Realize a implantação inicial do aplicativo na nuvem, o que envolve a criação de instâncias de servidores, configuração de banco de dados e outros recursos necessários para seu funcionamento. Configure a escalabilidade automática para lidar com picos de carga dessa forma; a infraestrutura é flexível tanto para crescer quanto para diminuir conforme a demanda, garantindo eficiência e economia de recursos. É importante implementar ferramentas de monitoramento para acompanhar o desempenho do aplicativo na nuvem. Um monitoramento contínuo pode apontar ajustes na alocação de recursos para otimizar custos e desempenho. Faça atualização e manutenção por meio de técnicas de implantação que não influenciem a disponibilidade contínua do aplicativo. Ajuste estratégias de backup e recuperação para garantir a segurança dos dados e a continuidade do serviço em casos de falha. Além disso, é pertinente implementar práticas de segurança, como criptografia, gerenciamento de identidade e acesso, para proteger o aplicativo e os dados armazenados na nuvem. _____________________________ O processo de implantação na nuvem demanda dedicação e conhecimento básico sobre a infraestrutura e o funcionamento da nuvem  Escola Superior de Redes: a melhor especialização em Cloud com selo CompTIA!  Considerada uma das principais associações comerciais da indústria de TI, a CompTIA (Computing Technology Industry Association) é especializada na emissão de certificações profissionais para a área, sendo referência em credibilidade.  Em parceria com a CompTIA, ESR oferece o curso Cloud+, com uma ementa voltada para a prática e o aprendizado contínuo, com abordagem de todas as instâncias e temáticas pertinentes à nuvem.  O curso hands-on visa fornecer diversas habilidades e práticas sobre os principais provedores de serviços de nuvem CSP (Amazon Web Services – AWS, Microsoft Azure e Google Cloud Platform – GCP), como: Além disso, o curso é preparatório para a certificação Exam CV0-003 da CompTIA. Confira outros detalhes do curso Cloud + da ESR, com parceria oficial CompTIA! Inscreva-se agora. 


    11/01/2024
  • Operações como Código
    Administração de Sistemas

    Três perguntas sobre operações como código que você precisa saber

    Em um cenário marcado pelo crescimento constante dos ambientes computacionais, sobretudo por causa da popularização da virtualização, o gerenciamento individualizado desses espaços torna-se inviável.  O conceito de operações como código refere-se à possibilidade de driblar esse desafio, automatizando as orientações e correções de infraestrutura, por meio de um repositório de códigos único que, posteriormente, é direcionado para as demais máquinas virtuais. Ou seja, nesse processo, gerenciar infraestruturas fica mais ágil, fácil e prático, visto que demanda comandos inéditos capazes de repercutir nos diferentes consoles agregados ao projeto.  Tanto o ajuste, a atualização e o aprimoramento quanto qualquer outra mudança são realizados por meio de um script que ramifica a informação para os demais ambientes computacionais.  Esse foi o tema abordado em um novo webinar da ESR para dar ênfase a uma pauta que aponta como tendência para 2024. Acompanhe, abaixo, as três perguntas principais apresentadas no evento on-line e gratuito da Escola Superior de Redes.  ❗ Leia também: 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024  Operações como código: três dúvidas que você precisa saber 1) O que são operações como código?  As operações como código auxiliam a administração inteligente de grandes ambientes computacionais, pois automatizam as infraestruturas em sua máxima potência. Ou seja, falar em operações como código é abordar a capacidade de substituir uma operação manual, lenta e individualizada por uma ação de codificação de passos alocados em um sistema de funcionamento. Com isso, é possível desenvolver um repositório de dados que será lido dinamicamente e processado, assim como o deployment será realizado de forma automática. Em linhas gerais, utilizar tal recurso é tratar a infraestrutura computacional como um desenvolvimento de software, encontrando formas de executar determinada ação sem que haja a interação do usuário. Uma execução independente de comandos.  As operações como código são indicadas, sobretudo, para ambientes computacionais em crescimento e para os quadros crescentes de máquinas virtuais (VMs), visto que:  Para entender como esse conceito se dá na prática, imagine um evento de indisponibilização de um servidor DNS. Ao utilizar as operações como código, o profissional consegue entrar em um repositório único de códigos, fazer a correção do problema de configuração, testar e seguir com o commit. Depois desses passos, a estrutura passa por um processo de “autocura”, ou como é chamado tecnicamente “auto-healing”, observando o comando do repositório. Com essa implementação, a empresa fica menos dependente de pessoas específicas que conheçam a infraestrutura como um todo e concentra a habilidade de alterá-la ou corrigi-la.  2) Qual o processo para iniciar uma operação como código? Normalmente, a operação como código deriva de um cenário computacional que cresceu expressivamente e, por isso, demandou alterações na forma de gerenciá-lo. O caminho natural, portanto, é transformar a infraestrutura existente em uma operação como código, utilizando, para isso, ferramentas específicas. Assim, o que direciona a implementação e o aprimoramento dessa tecnologia, na verdade, é a escalabilização da estrutura de computação das empresas. Quanto maior e mais diverso for um ambiente computacional, mais complexo será gerenciá-lo individualmente.  A lógica é basicamente esta: estrutura -> crescimento do ambiente em certa medida fora do controle -> necessidade de gerenciamento automatizado. 3) Quais ferramentas são indicadas para desenvolver uma operação como código? Para começar um projeto de operação como código, você precisa observar a presença de um git, um controle de versionamento, como um Gitlab. Depois é imprescindível trabalhar com Continuous Integration/Continuous Delivery (CI/CD) para possibilitar um processo de implantação contínuo.  A partir disso, é possível salvar um arquivo e executá-lo por meio de um script que valida e faz as automações necessárias, colocando as informações para rodar no cenário desejado.  Já para a gerência de configuração, ferramentas como Ansible são bastante indicadas. Veja como atua cada uma dessas ferramentas:  Quando combinadas, essas ferramentas proporcionam uma base sólida para o desenvolvimento eficiente de projetos, inclusive de operação como código, otimizando a infraestrutura e os ambientes computacionais, além de garantir a automação contínua das configurações. ❗ Leia também: O que você precisa saber para se especializar em linguagem de programação?  _______________________________________ ESR: sua melhor escolha em ensino e aprendizado em TI, inclusive sobre operações como código!  Em seu último webinar gratuito (Operações como Código: Programação para Infraestrutura, DevOps e Segurança da Informação), a ESR abordou exatamente o que detalhamos até aqui, enfatizando o potencial da codificação como uma ferramenta valiosa para automatizar tarefas, criar scripts eficientes e desenvolver endpoints ou plataformas que facilitam a colaboração com desenvolvedores e a realização de resposta automática a incidentes de segurança. O conteúdo foi ministrado pelos especialistas Felipe Scarel, que possui mais de 15 anos de experiência em infraestrutura de sistemas e outros 10 em segurança da informação, e Francisco Marcelo Marques, mestre em Engenharia Elétrica pela Universidade de Brasília (2009) e pós-graduado em Segurança de Redes de Computadores pela Universidade Católica de Brasília (2003), em um bate-papo fluido e recheado de tira-dúvidas. Confira o vídeo na íntegra e de forma gratuita para descobrir quais outras perguntas sobre operações como código foram respondidas. Basta acessar aqui.


    04/01/2024
  • linguagens de programação
    Desenvolvimento de Sistemas

    As 5 linguagens de programação mais utilizadas no mercado em 2023-2024

    As linguagens de programação representam um dos conhecimentos mais importantes para quem atua no setor de TI. Isso porque é por meio delas que uma informação qualquer é transformada em uma instrução precisa capaz de direcionar o funcionamento de uma máquina. Podemos dizer que elas caracterizam a gênese das aplicações e do desenvolvimento web. Na prática, as linguagens de programação referem-se aos sistemas de comunicação estruturados, semiestruturados e não estruturados que, com base em símbolos, palavras-chave, regras semânticas e sintáticas diversas, especificam as regras necessárias para que programadores (ou os demais profissionais e interessados no assunto) e máquinas estejam associados, de modo a estabelecer e executar comandos.  Podemos dizer, inclusive, que se trata do dialeto específico pelo qual o ser humano se comunica com o computador e consegue fazer com que ele reproduza as diretrizes desejadas. Dessa forma, as linguagens de programação objetivam a comunicação e têm características singulares que as orientam para cada tipo de uso, de acordo com as especificidades de cada projeto. Por isso, entre as tarefas de um programador está a escolha do uso da linguagem mais apropriada para os requisitos do projeto e suas preferências pessoais. A seguir, destacamos as cinco linguagens mais populares para o ciclo 2023-2024, para que você saiba por qual caminho começar sua especialização.  ➡️ Leia também: 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024 As 5 principais linguagens de programação em 2023-2024 Um dos maiores repositórios de código do mundo, o State of the Octoverse do GitHub, detalhou recentemente as linguagens de programação de crescimento mais rápido na plataforma. Entre as mencionadas estão:  1) JavaScript JavaScript é uma linguagem de programação de alto nível, interpretada e orientada a objetos, conhecida principalmente por seu uso no desenvolvimento web.  Criada originalmente para tornar as páginas web interativas, permite a manipulação dinâmica de elementos HTML, interação com o usuário e atualizações assíncronas, tudo isso acontecendo no navegador do cliente. Entre suas principais características estão: interatividade, assincronia e orientação a objetos amplamente suportada, além de possuir um ecossistema rico. ➡️ Uso: criar interatividade em páginas web e desenvolver aplicações web completas, incluindo servidores web (Node.js). ➡️ Vantagens: amplamente suportada em navegadores, facilita o desenvolvimento de aplicações web interativas. 2) Python Outro exemplo de linguagem de programação de alto nível, a Python se destaca por sua versatilidade, legibilidade e ampla aplicação.  Possui sintaxe clara e intuitiva, o que torna o código acessível tanto para novatos quanto para desenvolvedores experientes.  Além disso, a orientação a objetos no Python permite uma estrutura organizada de programas, o que promove a reutilização de código. Também é destaque por ter uma comunidade ativa que contribui para um ecossistema robusto, com bibliotecas e frameworks abrangentes que simplificam o desenvolvimento em diversas áreas.  ➡️ Uso: desenvolvimento web, automação de tarefas, ciência de dados e inteligência artificial, entre outros. ➡️ Vantagens: sintaxe clara, vasta comunidade, bibliotecas poderosas (NumPy, Pandas). 3) Java Java é uma linguagem de programação utilizada em contextos diversos por causa de sua portabilidade, orientação a objetos e pela poderosa JVM. Seu papel abrange desde aplicações corporativas até o desenvolvimento de aplicativos móveis, tornando-a uma escolha robusta para muitos desenvolvedores. Sua Máquina Virtual Java (JVM) atua como uma variável intermediária entre o código Java e o hardware do computador. Essas características fazem da Java uma linguagem comum no desenvolvimento de aplicativos empresariais, sistemas distribuídos e aplicações móveis Android. A sintaxe Java é semelhante à de outras linguagens, como C++ e C#. ➡️ Uso: desenvolvimento de aplicativos empresariais, aplicativos móveis Android, servidores web. ➡️ Vantagens: portabilidade, robustez, comunidade ativa. 4) TypeScript Desenvolvida pela Microsoft, se destaca por ser um superset do JavaScript. Com foco na adição de tipagem estática e outros recursos à linguagem JavaScript, o TypeScript oferece aos desenvolvedores uma ferramenta poderosa para criar aplicações web mais robustas e escaláveis.  A principal vantagem do TypeScript reside na introdução de tipos estáticos, que contribui para a detecção de erros em tempo de compilação e fornece uma experiência de desenvolvimento mais segura e eficiente. Ao escrever código em TypeScript, os desenvolvedores podem utilizar as funcionalidades modernas do JavaScript, além de adicionar tipagem estática opcional, interfaces e outros recursos avançados. Essa abordagem aumenta a legibilidade do código, facilita a manutenção e, ao mesmo tempo, oferece as vantagens de um sistema de tipos mais robusto ➡️ Uso: desenvolvimento de grandes aplicações web. ➡️ Vantagens: identificação de erros em tempo de compilação, melhor ferramenta de autocompletar, compatibilidade com o JavaScript. ➡️ Leia também: Que curso de tecnologia é feito para mim? Conheça as Trilhas ESR e descubra sua jornada de aprendizagem ideal!  5) C# Também conhecido como C Sharp, esse é outro exemplo de linguagem de programação orientada a objetos e desenvolvida pela Microsoft como parte de sua plataforma .NET.  Lançada em 2000, a C# combina elementos de C e C++ com recursos modernos de linguagens como Java. É notavelmente utilizada no desenvolvimento de aplicativos para a plataforma Windows, incluindo aplicativos para desktop, serviços web e jogos. A C# apresenta uma sintaxe clara e concisa, bem como suporte avançado para tipos, gerenciamento automático de memória e recursos de programação orientada a objetos.  Além disso, é integrada ao ambiente de desenvolvimento Visual Studio, com ferramentas robustas para a criação e manutenção de projetos C#.  ➡️ Uso: desenvolvimento de aplicativos Windows, aplicações web (ASP.NET). ➡️ Vantagens: integração com o ecossistema Microsoft, tipagem estática, orientação a objetos. Além dessas, o relatório do GigHub ainda destaca outras linguagens de programação em uso atualmente, como a C++,  PHP, Shell, C e Ruby. Independentemente da escolha da linguagem de programação a ser utilizada, todas demandam algo em comum: que o desenvolvedor reúna os conhecimentos básicos de lógica de programação, elemento essencial responsável por organizar, de maneira coerente e objetiva, uma sequência de ações para um algoritmo executar. Ou seja, para servir de base para qualquer programação. Por aqui, em nosso segundo blogpost da série exclusiva ESR sobre programação, já abordamos o que está por trás dessa área, bem como os conceitos básicos da lógica de programação e algumas dicas para quem deseja começar sua jornada de aprendizagem sobre o tema.  Escola Superior de Redes: a melhor escolha para quem deseja se tornar desenvolvedor Este é o último post da nossa série exclusiva sobre programação. No blog de abertura,  abordamos a explicação técnica sobre as linguagens de programação (você pode ficar por dentro por aqui), além das curiosidades que tangenciam o tema. Depois, foi a vez de discutir os detalhes da lógica de programação e conhecer seus pilares. Por fim, destacamos as principais linguagens para serem utilizadas no ciclo 2023-2024. Com essa coleção de artigos para desenvolvedores iniciantes, você dá um novo passo na construção de uma carreira sólida em programação.  Acompanhe a produção de nosso blogpost, além das mídias, para ficar por dentro das novidades de TI e receber informações exclusivas dos cursos da ESR para a área.  Baixe também o nosso e-book gratuito sobre Linguagens de Programação! 


    28/12/2023
  • Linguagens de programação
    Desenvolvimento de Sistemas

    O que você precisa saber para se especializar em linguagem de programação?

    Este é o primeiro conteúdo da nova série da ESR para profissionais de TI interessados na área de desenvolvimento. Em uma sequência de três #blogposts, publicados por aqui e em nossas mídias, vamos falar da especialização em linguagem de programação e quais delas são as mais utilizadas atualmente, além de abordarmos um guia completo sobre lógica de programação. Se você gosta do assunto e quer aprender mais sobre ele, acompanhe-nos neste passo inicial sobre linguagens de programação. Formadas por um conjunto de símbolos, palavras-chave, regras semânticas e sintáticas diversas, elas representam um dos conhecimentos mais importantes para quem atua no setor de TI. Na prática, referem-se aos sistemas de comunicação que, com base nos elementos mencionados anteriormente, especificam as regras necessárias para que programadores (ou os demais profissionais e interessados no assunto) e máquinas estejam associados, de modo a estabelecer e executar comandos.  Podemos dizer, inclusive, que as linguagens de programação representam o “idioma” específico pelo qual o ser humano se comunica com o computador e consegue fazer com que ele reproduza as diretrizes desejadas. Conhecer uma ou mais delas demanda habilidades diversas, como resolução de problemas complexos, pensamento lógico e analítico, adaptabilidade e valorização da colaboração, entre outras competências.  Por isso, dentro ou fora do segmento da TI, dominar as bases por trás dessa ferramenta é também estruturar o pensamento para um modelo mais dinâmico e inovador. Como o nome indica, as linguagens têm como principal objetivo a “comunicação”. Dessa forma, quando um profissional se especializa em programação, ele deve ser capaz de criar instruções não ambíguas para que uma máquina as interprete e execute um projeto específico. Interessante, não é? ➡️ Leia também:  dicas para iniciar na carreira de programação em 2024 O que é uma linguagem de programação? Como dissemos anteriormente, a linguagem de programação é a linguagem formal pela qual se intercomunicam programadores e máquinas. Por meio de uma série de instruções, elementos, símbolos e palavras-chave, além de regras semânticas e sintáticas, o desenvolvedor define como os comandos serão estruturados e interpretados pelos computadores. Existem inúmeras linguagens de programação, e cada uma tem uma sintaxe única, seus propósitos e características. Algumas, por exemplo, são mais adequadas para tarefas específicas, como análise de dados, desenvolvimento web ou criação de jogos.  Entre as tarefas de um programador está a escolha do uso da linguagem mais apropriada para os requisitos do projeto e suas preferências pessoais. Essas linguagens podem ser de alto nível, como Python e JavaScript, que oferecem abstrações que facilitam o desenvolvimento, ou de baixo nível, como Assembly e “C++”, que permitem um controle mais direto sobre o hardware.  À medida que os programadores ganham experiência, eles podem aprender várias linguagens para se tornarem mais versáteis em diferentes domínios de programação. Linguagem de programação de alto nível × baixo nível: qual a diferença? A distinção entre linguagens de programação de alto nível e baixo nível está fundamentada na abstração e proximidade com o hardware do computador.  Linguagens de alto nível são projetadas para ser mais compreensíveis e amigáveis aos programadores, fornecendo abstrações que simplificam o processo de desenvolvimento. Essas linguagens utilizam estruturas e sintaxe mais próximas da linguagem humana, o que facilita a expressão de algoritmos de maneira mais intuitiva. Por outro lado, as linguagens de baixo nível oferecem o fator abstração em menor potência, o que dá ao programador um controle mais direto sobre o hardware. Elas são mais próximas da linguagem de máquina e exigem que os especialistas lidem diretamente com detalhes específicos da arquitetura do computador.  Apesar de serem mais complexas e menos intuitivas, as linguagens de baixo nível proporcionam um nível mais granular de controle sobre o sistema, sendo frequentemente utilizadas em desenvolvimento de sistemas operacionais, drivers de hardware e em situações em que a eficiência e o desempenho são críticos. ➡️ Leia também: Governança corporativa: princípios e boas práticas para adotar em 2024 Por que se especializar em linguagens de programação? Além de as linguagens de programação serem a base para qualquer desenvolvimento, contribuindo para uma rápida colocação no mercado, a área geral de programação será uma das mais desejadas por recrutadores em 2024. É o que diz uma pesquisa disponível no site da Michael Page da França, que identificou, na região da França, as dez profissões de TI (ou as que são tangentes ao segmento) propensas a receber aumento da faixa salarial no próximo ano. Como destaque está o cargo de engenheiro de DevOps, com um crescimento estimado de 10% a 15% em relação a 2023. Essa é uma carreira que envolve a junção de “desenvolvimento” e “operações”, que relaciona a programação às estratégias e às táticas específicas de uma empresa. Já no restante do catálogo, aparecem as ocupações de especialista em Pentest; engenheiro de nuvem (cloud engineer); contador geral; profissionais das áreas de qualidade, saúde, segurança e meio ambiente; gerente de operações técnicas e técnico de manutenção. Embora direcionado para uma região específica, o estudo encontra respaldo no Guia Salarial da recrutadora Robert Half, lançado no dia 7 de novembro, que pode indicar qual caminho essas profissões tomarão nos meses que estão por vir.  Nessa última pesquisa, o usuário encontra informações acerca da média salarial das profissões mais populares na TI, inclusive as de desenvolvedor RPA (automação de processo robótico), analistas DevSecOps, analista de DevOps, desenvolvedor mobile sênior e full-stack sênior, entre outras. A expectativa é de salários que variam de R$3,4 mil a R$51,6 mil, a depender do grau de especialização e da área escolhida. Veja aqui a faixa informada para setores de programação.  Portanto, atualizar-se em relação a linguagens e lógica de programação e aos demais elementos desse setor é uma escolha direcionada para a demanda de mercado e para o que está por vir.  Esteja pronto para atendê-las! Acompanhe nossos blogposts e nossas mídias para ficar por dentro das novidades de TI e para receber informações exclusivas dos cursos da ESR e da série para desenvolvedores iniciantes. Nosso próximo artigo tratará das linguagens de programação mais populares no ciclo 2023-2024.  Ei, não vá ainda! Tem ebook gratuito por aqui!!Se você chegou ao final deste conteúdo, merece uma faixa bônus 😉 Baixe agora nosso ebook gratuito sobre o universo das Linguagens da Programação!> conceitos básicos sobre programação > principais linguagens utilizadas no mercado de trabalho > passo a passo para começar a sua carreira e muito mais. 


    14/12/2023
  • Cursos de Administração de Sistemas ESR
    Administração de Sistemas

    6 cursos que vão turbinar seu conhecimento em administração de sistemas

    A administração de sistemas representa um ponto crítico na Tecnologia da Informação (TI). Afinal, é a área responsável pelo desenvolvimento, gestão e manutenção dos sistemas de computadores, de servidores, redes e dos demais componentes que formam a infraestrutura tecnológica de empresas e empreendimentos. O principal objetivo desse campo da TI é a criação de soluções inovadoras capazes de ajudar as organizações modernas a superar os desafios operacionais, por meio de sistemas computacionais avançados. Em um cenário cada vez mais robusto de empresas e negócios no ambiente digital, o profissional administrador de sistemas se torna uma peça essencial na garantia de funcionamento de toda essa rede. A exemplo disso, desde 2015, o downtime da rede é objeto de estudos do Gartner. Na época, uma pesquisa da marca identificou que o prejuízo médio, por minuto, causado pelo tempo de inatividade de uma empresa era de US$ 5.600. Mais recentemente, a pesquisa “The True Cost of Downtime 2022”, da Senseye, também registrou que as organizações listadas na Fortune 500 perderam 11% de seu volume anual de negócios por causa de equipamentos indisponíveis. Nessa perspectiva, entre os setores mais impactados pela situação, incluem-se os de serviços financeiros, bancos, manufatura, saúde, mídia e comunicações e varejo, além dos de transporte e de serviços públicos.  Ou seja, mais do que nunca, a administração de sistemas é uma demanda e uma oportunidade de desenvolvimento nas carreiras de TI.  Neste artigo, vamos conversar exatamente sobre as possibilidades de atuação do administrador de sistemas e as habilidades necessárias para o cargo, e daremos cinco dicas para você se especializar nesse campo. Continue conosco.  ➡️ Leia também: Administração de sistemas e transformação digital: como os profissionais de TI podem se preparar para as demandas do mercado?  O que faz um administrador de sistemas?  O administrador de sistemas é o profissional responsável por assegurar que os sistemas estejam operacionais, seguros e em conformidade com os requisitos da empresa. Nessa lógica, ele pode atuar em diversas frentes, como na garantia da disponibilidade do sistemas e da segurança física dos dados de tráfego; na instalação, manutenção e administração de sistemas e da infraestrutura informática de uma empresa; no desenvolvimento de protocolos de configuração adequados aos objetivos de um negócio, a fim de identificar o melhor uso de recursos disponíveis, entre outras possibilidades. O profissional precisa consolidar habilidades técnicas, além de aliá-las à capacidade de resolução de problemas em condições não ideais. Isso porque a manutenção e a operação eficiente da infraestrutura de TI de uma organização são responsabilidade desses especialistas.  Como vimos anteriormente, as falhas nesses elementos podem ocasionar prejuízos expressivos para as empresas e até condená-las ao desaparecimento no mercado, o que explica a importância do administrador e de um departamento de administração de sistema implementado estrategicamente nos negócios.  Alguns outros pontos-chave para o exercício profissional do administrador são:  1) Instalação e configuração de sistemas Os administradores de sistema são responsáveis por instalar e configurar sistemas operacionais, softwares e aplicativos nos servidores e nas máquinas da empresa. 2) Manutenção e atualização Realizam a manutenção regular dos sistemas, por meio da aplicação de atualizações de segurança, da correção de bugs e da otimização de desempenho. 3) Monitoramento Monitoram constantemente o desempenho dos sistemas para identificar possíveis problemas antes que afetem a operação normal. 4) Segurança Implementam medidas de segurança, como firewalls, antivírus e políticas de acesso, para proteger os sistemas de ameaças externas e internas. 5) Backup e recuperação Desenvolvem e colocam em prática estratégias de backup para garantir a recuperação de dados em caso de falhas ou desastres. 6) Virtualização Muitas organizações utilizam tecnologia de virtualização para otimizar recursos e facilitar a escalabilidade. Administradores de sistemas frequentemente lidam com ambientes virtualizados. 7) Automação Automatizam tarefas repetitivas, por meio de scripts e ferramentas de automação, para aumentar a eficiência operacional. 8) Suporte técnico Fornecem suporte técnico para usuários e colaboradores, resolvendo problemas relacionados com hardware, software e conectividade. 9) Documentação Mantêm a documentação atualizada sobre a configuração dos sistemas, procedimentos operacionais e políticas de segurança. 10) Colaboração com outras equipes Colaboram com equipes de desenvolvimento de software, segurança da informação e outras áreas para garantir a integridade e segurança dos sistemas. 11) Planejamento de capacidade Avaliam as necessidades futuras de capacidade e planejam upgrades de hardware ou software, conforme necessário. 12) Conformidade e regulamentações Garantem que os sistemas estejam em conformidade com as leis governamentais e os padrões da indústria. Habilidades e conhecimentos necessários para uma vaga em administração de sistemas  Por assumir uma função tão visceral ao funcionamento das empresas, o administrador de sistemas precisa reunir noções básicas em frentes variadas, como:  Entretanto, é importante ressaltar que a competência mais desejada para os profissionais da área é a capacidade de atualização e de aprendizado contínuo.  Uma vez que conquistar um bom desempenho em todas as frente anteriormente relacionadas é inviável, a melhor alternativa para quem deseja ser expert em administração de sistemas é ter uma estratégia bem desenhada de desenvolvimento pessoal e profissional. E nisso nós podemos ajudar você!  ➡️ Leia também: 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024 6 cursos da ESR para se tornar um especialista em administração de sistemas  Confira, a seguir, nossa trilha de conhecimento sobre Administração de Sistemas, em modalidades EaD e presenciais, com metodologia prática e professores capacitados na sistemática do mercado atual.  A Escola Superior de Redes (ESR) oferece uma formação completa, com cursos que abrangem desde as funções básicas da administração de sistemas à instalação e configuração de rede TCP/IP e dos serviços de internet. A quem se destina? 1) Introdução ao Linux (presencial)  Curso destinado a qualquer pessoa que deseja aprender a usar o sistema operacional Linux e prestar suporte ao usuário com desktop Linux, o software livre mais utilizado no mercado. No fim do curso, você dominará a interface gráfica e a linha de comandos, manuseando arquivos, diretórios e editores de texto, e estará apto a instalar novos programas e pacotes. 🖋️ Inscreva-se aqui 2) Administração de Sistemas Linux O curso apresenta os conceitos básicos, a história e a arquitetura do sistema operacional Linux, com práticas de instalação, configuração e administração. No fim do curso, o aluno estará apto a realizar atividades, como a criação e administração de parâmetros, senhas e contas de usuários; backups; serviços de impressão; registros de eventos; monitoramento de usuários; contabilidade de processos; configuração do núcleo do sistema operacional e aplicação de noções básicas de segurança, entre outras atividades relacionadas com a maior comunidade de software livre do mercado. 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade EaD 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade presencial 3) Gestão de containers com Docker O curso apresenta os fundamentos dos containers e utiliza a plataforma Docker para abordar sua criação e gestão. Parte do conteúdo para a certificação Docker Certified Associate (DCA) é abordada no curso, o que inclui: arquitetura da plataforma Docker, sua instalação e configuração nos sistemas Linux e Windows; criação de imagens com Dockerfile; docker registry; execução e gerência de containers; tipos e gestão de volumes; docker logs; orquestração de containers com docker-compose; redes e segurança no Docker etc. 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade EaD 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade presencial 4) Orquestração de containers com Kubernetes Realize a orquestração de ambientes com containers utilizando Kubernetes, a ferramenta mais utilizada pelos profissionais de TI que migram seu ambiente para a nuvem ou possuem estrutura local baseada em Docker. 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade EaD  🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade presencial  5) Planejamento e Projeto de Infraestrutura para Datacenter O curso oferece uma visão crítica das opções de datacenters disponíveis no mercado, apresentando normas e boas práticas para elaborar o projeto das diferentes disciplinas que envolvem um datacenter. Possibilita identificar a solução que melhor se adapta a sua organização, permitindo argumentar e negociar com os diversos fornecedores de produtos e serviços. Ele é destinado a profissionais atuantes na área de TI, em funções técnicas e gerenciais, que desejam desenvolver as competências necessárias para a construção de um datacenter baseadas nas melhores práticas do mercado. 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade EaD 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade presencial 6) Virtualização com Xenserver (EaD)  Nesse curso, abordaremos a tecnologia envolvida no hipervisor de alto desempenho otimizado para aplicativos virtuais e cargas de trabalho de desktop da empresa Citrix, denominado XenServer. Todas as suas funcionalidades, ferramentas de gestão, solução de problemas envolvidos, simulação de atividades e novas experiências serão aplicadas no decorrer do curso. 🖋️ Inscreva-se aqui _______________________________________ A Escola Superior de Redes (ESR) é a unidade de serviço da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) criada para promover a capacitação, o desenvolvimento profissional e a disseminação de conhecimento em Tecnologias da Informação.  Em 17 anos de atuação, atendemos mais de 1.100 instituições-clientes e capacitamos cerca de 41.000 alunos.  Para atingirmos os maiores índices de qualidade em nossos serviços, com a excelência na aprendizagem e ensino orientado para o resultado prático, a experiência do cliente é nossa premissa. Continue descobrindo os conteúdos da ESR por aqui!


    07/12/2023
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    Temas Diversos

    Descubra as vantagens dos serviços customizados da ESR

    Soluções customizadas são aquelas representadas por produtos ou serviços adaptados ou personalizados de acordo com as necessidades específicas de um cliente ou de um conjunto particular de circunstâncias. Ou seja, em vez de oferecer uma abordagem única que atenda a uma ampla variedade de usuários, muitas vezes de maneira genérica, os serviços customizados são projetados para atender requisitos exclusivos, bem como propósitos direcionados. Essa modalidade frequentemente é associada a setores em que as demandas dos clientes são altamente variáveis ou complexas, mas é possível aplicar personalização e customização em grande parte dos segmentos.  Reflexo da importância desse tipo de abordagem mercadológica, diversos estudos atestam maior disposição de clientes em converterem uma jornada de compra quando se deparam com produtos ou serviços personalizados.  Neste artigo, vamos mostrar como os serviços customizados da ESR podem aprimorar sua estratégia de conhecimento e aprendizado em TI ainda em 2023 ou no início de 2024. Continue conosco para descobrir quais são!  ➡️ Leia também: As habilidades mais valorizadas no mercado de trabalho de Tecnologia da Informação Benefícios de adquirir soluções customizadas no ramo da TI A personalização de soluções em TI oferece uma vantagem significativa às empresas e aos profissionais que buscam capacitação. Isso porque, quando orientados para atender a demandas específicas, os serviços podem proporcionar uma infraestrutura mais adaptada aos objetivos do negócio e aos requisitos de segurança da organização e do time de colaboradores. Dessa forma, há não apenas a otimização da eficiência operacional dos envolvidos em um projeto ou no projeto como um todo, mas também a potencialização do fortalecimento de defesas contra ameaças digitais. Além disso, com base em uma proposta personalizada de atendimento, empresas que investem nessa modalidade de serviço têm sempre acesso a consultores capacitados, responsáveis por modular rotas e táticas de negócios de acordo com a evolução ou não das equipes com a solução contratada.  Entre os principais benefícios que podem influenciar positivamente a decisão de contratar serviços customizados estão: 1. Atendimento a necessidades específicas Soluções customizadas são desenvolvidas para atender às necessidades exclusivas de sua empresa ou às defasagens de sua carreira. Isso significa que você não paga por recursos ou funcionalidades que não são relevantes para seu negócio.  A customização permite uma abordagem sob medida, que proporciona um sistema ou serviço alinhado precisamente com os requisitos e processos específicos de sua organização.         2. Eficiência e produtividade aprimoradas Ao investir em soluções customizadas, você pode ter acesso a serviços alinhados aos fluxos de trabalho existentes. Dessa forma, há a otimização da eficiência operacional e da produtividade, pois o portfólio de ações é adaptado para atender a seus processos de negócios.  3. Vantagem competitiva Em um mercado competitivo, ter uma solução de TI que seja adaptada estrategicamente a seus objetivos de negócios pode ser uma vantagem significativa.  Essa opção não apenas diferencia sua empresa, como pode contribuir para a inovação e para a capacidade de resposta rápida às mudanças no ambiente de negócio. 4. Segurança adaptada às necessidades A segurança da informação é uma prioridade crucial no panorama de TI atual. Por meio de serviços customizados, você pode vislumbrar a construção de projetos que contemplem medidas de segurança específicas para atender às ameaças identificadas em seu ambiente operacional.  Entre as vantagens dessa prática estão a mitigação dos riscos de violação de dados e o fortalecimento da postura de segurança de sua empresa. 5. Escalabilidade e flexibilidade As soluções customizadas são projetadas com o ativo da escalabilidade em mente. À medida que sua empresa cresce ou muda, essas soluções podem ser adaptadas e expandidas para acompanhar essa evolução. Assim, os serviços customizados permitem maior flexibilidade e a capacidade de ajustar a tecnologia conforme as necessidades do negócio se desenvolvam. As soluções customizadas oferecem uma abordagem adaptativa e orientada para as necessidades específicas de um cliente, o que pode resultar em benefícios substanciais em termos de eficiência, competitividade e satisfação. ➡️ Leia também: O que é preciso para começar uma carreira de TI? Quais são os serviços customizados da ESR? A Escola Superior de Redes (ESR) é a principal referência em ensino e aprendizado de tecnologia no Brasil. Há 17 anos, promove a capacitação, o desenvolvimento profissional e a disseminação de conhecimento em TI em atendimentos a cerca de 1.100 instituições e mais de 41.000 alunos. Durante sua trajetória de 17 anos no ramo da educação, a ESR identificou a necessidade de se adaptar aos novos perfis de consumidores. Por isso, investiu no desenvolvimento de soluções 100% personalizadas capazes de oferecer respostas específicas para cada desafio organizacional ou para cada demanda de carreira de seus clientes.  Conheça os serviços personalizados da ESR:  1) Cursos customizados Os cursos da ESR (em várias áreas e segmentos dentro da TI) podem ser adaptados de acordo com os objetivos de sua empresa, de modo que é possível modificar estruturas já existentes ou incluir novas abordagens. 2) Turmas customizadas Nesse serviço customizado ESR, você pode adaptar a dinâmica de qualquer curso para seguir o planejamento de sua empresa. É possível mudar a carga horária, o número de encontros e mais, sem que haja discrepância ou alteração na qualidade do conteúdo. 3) Produção de conteúdo Caso você deseje inserir no catálogo de serviços ESR algum tema ou assunto específico, pode solicitar o desenvolvimento de um conteúdo e metodologia do zero, para qualquer modalidade (on-line, presencial ou semipresencial). 4) Objetos educacionais Desenvolvemos objetos educacionais para apoiar os profissionais no processo de aprendizagem, incluindo a estruturação de cursos on-line. ➡️ Leia também: Que curso de tecnologia é feito para mim? Conheça as Trilhas ESR e descubra sua jornada de aprendizagem ideal O que a ESR proporciona para empresas e colaboradores? ➡️ Saiba mais sobre os serviços customizados da ESR


    30/11/2023