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Escola Superior de Redes

Blog da ESR

  • Profissões em Cibersegurança
    Segurança

    6 profissões de cibersegurança nas quais se especializar em 2025

    A sedimentação da inteligência artificial generativa e o comportamento digital inadequado de funcionários, além da sofisticação de ameaças e crimes virtuais, são alguns dos motivos que explicam a demanda por investimento em cibersegurança nas empresas para os próximos meses.  De acordo com o Gartner, em 2024, os líderes de segurança precisarão responder, com agilidade, a esse novo universo, estipulando práticas, recursos técnicos e reformas estruturais em suas políticas de segurança, com vistas à otimização da segurança da informação e das infraestruturas corporativas. É o que diz o diretor sênior e analista do Gartner, Richard Addiscott: “Apesar da força inevitável da GenAI, os líderes também continuam a enfrentar outros fatores externos fora de seu controle que não devem ser ignorados este ano.”  Por isso, a cibersegurança é uma das grandes apostas para abertura de vagas e oportunidades profissionais na área de TI.  Neste artigo, vamos detalhar algumas características do campo da cibersegurança, além de citar quais são os requisitos recomendados para ingressar nessa carreira. Boa leitura! Você também pode gostar – Cibersegurança: o que é e como seguir carreira na área? O que faz um profissional de cibersegurança? A cibersegurança compreende ações e esforços de TI direcionados para a proteção de sistemas, redes, computadores, dispositivos móveis e programas de todo e qualquer tipo de ameaça ou possibilidade de ataque digital. Por isso, um profissional especializado nesse setor executa procedimentos e protocolos para tornar as redes corporativas resilientes. Além disso, é o especialista em cibersegurança que implementa medidas preventivas, como firewalls, sistemas de detecção de intrusão e programas antivírus, para proteger instituições das ameaças cibernéticas.  Suas funções também podem compreender o desenvolvimento de políticas de segurança da informação e procedimentos de resposta a incidentes para que a organização esteja preparada para lidar com violações de segurança cada vez mais frequentes.  O monitoramento contínuo da rede em busca de atividades suspeitas, assim como a investigação de quaisquer incidentes de segurança para que seja possível identificar e mitigar eventos suspeitos, são outras tarefas comuns aos cyber securities.  Ou seja, a cibersegurança é uma área muito ampla. Diante da sistematização da inteligência artificial e da demanda por uma resposta de segurança a seus mecanismos, espera-se que ela se expanda ainda mais, exigindo novas especializações e profissionais. Desse modo, uma equipe estruturada de cibersegurança exerce um papel crucial na proteção dos ativos digitais e na manutenção da integridade, confidencialidade e disponibilidade das informações corporativas. ❗Você também pode gostar de Cloud storage: o que é e qual sua importância para o cenário de dados atual? Qual a média salarial de um profissional de cibersegurança? Como dissemos, a cibersegurança é bastante abrangente. Para cada uma de suas especialidades, os valores de contratação podem ser diferentes. Ainda assim, o guia salarial anual para 2024 da Robert Half estabeleceu uma média salarial para alguns cargos do setor (baseados em dados de São Paulo), apresentando resultados que ratificaram a importância da área e a disposição do mercado por estar em busca de qualificação técnica.  Inclusive, segundo o estudo, 58% dos chefes de empresas entrevistados desejam abrir mais vagas na área de tecnologia em 2024, entre as quais estão as voltadas para a segurança.  Confira a média salarial do documento:  25º (Candidato novo que ainda está no processo de desenvolvimento de habilidades)  – R$ 17.350,00 50º (Candidato nível médio com experiência adequada para assumir suas funções) – R$ 20.000,00 75º (Candidato com experiência acima da média) – R$ 23.750,00 25º (Candidato novo que ainda está no processo de desenvolvimento de habilidades) – R$ 11.450,00 50º (Candidato nível médio com experiência adequada para assumir suas funções) – R$ 15.000,00 75º (Candidato com experiência acima da média) – R$ 19.300,00 25º (Candidato novo que ainda está no processo de desenvolvimento de habilidades) – R$ 8.400,00 50º (Candidato nível médio com experiência adequada para assumir suas funções) – R$ 11.000,00 75º (Candidato com experiência acima da média) – R$ 14.100,00 25º (Candidato novo que ainda está no processo de desenvolvimento de habilidades) – R$ 6.100,00 50º (Candidato nível médio com experiência adequada para assumir suas funções) – R$ 8.000,00 75º (Candidato com experiência acima da média) – R$ 10.520,00 25º (Candidato novo que ainda está no processo de desenvolvimento de habilidades) – R$ 13.400,00 50º (Candidato nível médio com experiência adequada para assumir suas funções) – R$ 15.500,00 75º (Candidato com experiência acima da média) – R$ 18.400,00 ❗Você também pode gostar de  9 requisitos necessários para iniciar sua carreira de Pentest Web O que faz cada uma dessas profissões de cibersegurança na prática? Cada uma das profissões de cibersegurança listadas no guia salarial desempenha um papel específico na proteção dos sistemas de informação e na garantia da segurança cibernética das organizações. Confira os principais elementos por trás delas: Extra – Perito forense – embora essa especialidade não apareça no Guia Salarial da Robert Half, é uma das grandes apostas do segmento, tanto por sua importância quanto por sua versatilidade. Na área de perícia forense, o profissional representa uma peça fundamental para a resolução de crimes do mundo on-line ou offline. Entre suas funções, encontram-se atividades como investigação de dados, sistemas operacionais e dispositivos, a fim de mapear todas as pistas de uma ameaça ou delito e para criar a reconstituição da autoria de crimes cometidos por meio desses recursos tecnológicos. O objetivo é que o especialista em tecnologia e segurança utilize técnicas para apresentar uma linha investigativa coerente e que auxilie a resolução dos conflitos, como realizar a análise de ambientes digitais; detectar fraudes e invasões; refazer a trajetória de uma fraude; buscar potenciais riscos ou fragilidades na rede e na comunicação do caso estudado, entre outras ações. Você também pode se interessar – Conheça todos os cursos de análise forense disponibilizados pela ESR, a líder em ensino e aprendizagem de TI Como começar uma carreira em cibersegurança? Assim como indicamos no decorrer deste texto, a cibersegurança, além de abrangente, é bastante técnica. Por isso, o primeiro e principal passo para começar na área é garantir acesso a cursos, treinamentos e especializações de qualidade.  A Escola Superior de Redes (ESR) possui uma trilha completa de conhecimento em cibersegurança, com uma abordagem prática e atividades que geram resultados imediatos no dia a dia de trabalho de profissionais e organizações. Um de seus diferenciais mais marcantes é contar com a parceria de organizações reconhecidas mundialmente, como: Na ESR você tem acesso a diferentes cursos, tanto nas versões presenciais quanto EaD, para iniciar uma jornada de aprendizado com propósito em cibersegurança. Inscreva-se agora!


    01/04/2024
  • Arquitetura de Microsserviços
    Computação em Nuvem

    O que é arquitetura de microsserviços e quais são seus principais benefícios?

    Analisar uma arquitetura de microsserviços passa necessariamente pela compreensão de que as infraestruturas computacionais estão em constante crescimento e transformação, assim, exigem novas abordagens para gerenciá-las. Ou seja, não faz mais sentido lidar exclusivamente com aplicações grandes e complexas.  Nesse contexto, as novas configurações de consumo e o potencial de escalabilidade dos negócios por meio da nuvem demandam que a inovação e a implementação de tecnologias capazes de se moldarem ao cenário atual sejam obrigatóriass às empresas e iniciativas que desejam permanecer no mercado.  A arquitetura de microsserviços é um exemplo disso, pois facilita a gestão ágil das organizações, uma vez que elas passam a contar com infraestruturas de TI mais flexíveis e aptas a se adaptarem a necessidades e propósitos distintos.  Neste artigo, vamos detalhar a abrangência da arquitetura de microsserviços e mostrar como ela pode ser uma área de especialização para você.   ❗ Leia também: Guia: a orquestração de containers Kubernetes pode ajudar a minha organização? Afinal, o que é arquitetura de microsserviços?  Diferentemente da aplicação monolítica, a arquitetura de microsserviços refere-se a uma forma de desenvolvimento de sistemas na qual cada camada/pedaço de projeto realiza suas funções de forma autônoma e com disponibilização independente. A abordagem possibilita a escalabilidade de recursos, o desacoplamento entre componentes e uma melhor organização de código, além de eliminar as tradicionais barreiras impostas pelo modelo monolítico, no qual os serviços que o compõem são organizados logicamente no mesmo código-fonte e ambiente de processamento. Quando isso ocorre, há uma dependência entre os serviços e um alto grau de acoplamento. A arquitetura de microsserviços é notadamente reconhecida por permitir o desenvolvimento de uma única aplicação como um switch de serviços, no qual cada um deles é autônomo, roda seus processos e mantém seus dados e objetivos. Os elementos são implementáveis e independem dos demais, e os serviços são responsáveis por um conjunto finito de funcionalidades, que se comunicam, muitas vezes, por meio de APIs.  Com a autonomia e o isolamento existentes entre os serviços, os respectivos desenvolvimentos podem ser conduzidos por meio de diferentes linguagens de programação e tecnologia, bem como por processo automatizado de implantação isolado e instalação em diferentes ambientes de processamento. Na prática, a implementação da arquitetura de microsserviços ocorre por intermédio de processos de comunicação, como API http, e de pequenas atribuições de responsabilidades, que são posteriormente publicadas. Tem como propósito facilitar a gestão das aplicações grandes e complexas, com base na divisão de tarefas dessas estruturas e na criação de uma coleção de serviços autônomos, independentes e desacoplados. Dessa forma, uma única aplicação pode ser desenvolvida com ferramentas, bancos de dados e linguagens de programação diferentes, desde que haja uma comunicação padronizada entre esses elementos. Assim, quando um sistema apresenta uma falha na arquitetura de microsserviços, ela pode ser superada de forma direcionada no módulo afetado, não impactando os demais.  Vantagens de uma arquitetura de microsserviços Quando uma arquitetura é voltada para microsserviços, ou seja, quando aborda pequenas unidades de trabalho, torna-se mais fácil:  Essas características habilitam a arquitetura de microsserviços a lidar de forma otimizada com problemas localizados e se adaptar rapidamente às constantes transformações de demandas das organizações e da sociedade. Desvantagens da arquitetura de microsserviços Nem sempre a arquitetura de microsserviços é a ideal para todas as situações, como: Por que a arquitetura de microsserviços está associada a cloud computing?  A ligação entre essas duas tecnologias é direta à medida que a natureza distribuída da arquitetura de microsserviços é facilitada pela nuvem. Na nuvem, os microsserviços podem ser implantados de forma independente, aproveitando a elasticidade e a escalabilidade automática oferecidas. Além disso, a independência, a facilidade de implantação, o gerenciamento eficiente de recursos e serviços oriundos da nuvem tornam-na uma alternativa ideal para suportar a abordagem de microsserviços. A computação em nuvem ainda permite uma distribuição global dos microsserviços, garantindo resposta rápida a usuários em diferentes regiões. Assim, tal combinação oferece eficiência, flexibilidade e agilidade no desenvolvimento, na implantação e na operação de sistemas modulares e distribuídos. ❗Leia também: O que você precisa para se especializar em Linguagem de Programação? Seis diferenças entre arquitetura de microsserviços e arquitetura monolítica É importante salientar que, apesar de suas vantagens, a arquitetura de microsserviços não é a ideal para as aplicações consideradas mais simples. Nesses casos, o uso desse modelo de arquitetura pode resultar em uma complexidade desnecessária ao projeto e ao processo de deploy, pois a integração dos microsserviços talvez gere um custo maior para seu desenvolvimento e manutenção quando comparado com o uso de uma arquitetura monolítica para uma aplicação com poucas funcionalidades. Para auxiliar na escolha da arquitetura, podem-se considerar as seguintes diferenças: Diferença 1: Escopo e modularidade Diferença 2: Escalabilidade Diferença 3: Desenvolvimento e deploy Diferença 4: Manutenção e atualizações Diferença 5: Resiliência e tolerância a falhas Diferença 6: Tecnologias e linguagem Essas são algumas das diferenças-chave entre as arquiteturas de microsserviços e monolítica. Para escolher qual abordagem utilizar, é necessário observar suas vantagens e desafios de forma combinada às necessidades específicas do projeto e das metas de desenvolvimento. _____________________________________________________ ESR: A melhor escolha para especialização em TI Saber qual abordagem de desenvolvimento e programação utilizar depende de um conhecimento consistente em TI.  A Escola Superior de Redes (ESR) é uma instituição de referência em ensino e aprendizado de tecnologia, criada para promover a capacitação, o desenvolvimento profissional e a disseminação de todos os interessados no campo de TI, desde os mais experientes aos admiradores da área.   Em seus 17 anos de atuação, atendeu mais de 1.100 instituições e aproximadamente 41 mil alunos, oferecendo capacitação orientada para o resultado prático e a busca dos maiores índices de qualidade em seus serviços,  A ESR é uma das principais responsáveis por agregar conhecimento à TI e por viabilizar o desenvolvimento de carreira dos profissionais do setor.   Conheça todos os cursos de TI disponibilizados pela ESR e escolha sua próxima capacitação aqui! 


    19/03/2024
  • Preparar líderes de TI do futuro
    RH

    Como preparar líderes de TI para o cenário de trabalho do futuro

    A retenção de talentos é um dos principais desafios das empresas de tecnologia da informação atualmente.  Em um universo com alta demanda e pouca oferta de qualificação profissional, setores de RH precisam se reinventar e reavaliar as vagas corporativas, os processos seletivos e o dia a dia dos negócios, em uma tentativa de torná-los mais atrativos para o perfil do candidato desejado.  O campo de trabalho tem se transformado com agilidade, principalmente em decorrência dos avanços digitais dos últimos anos. O que já era tendência, como a descentralização de decisões, a horizontalidade no gerenciamento de equipes e a oferta de cargos mais humanizados, se materializou e passou a ser um fator de diferenciação entre empresas orientadas para o futuro e àquelas com padrões tradicionais de gestão de pessoas. Nesse contexto, o time de RH assume um papel de destaque – o de compreender os novos contornos da relação “ser humano × ser profissional” para não só encontrar talentos, como desenvolvê-los continuamente.  A seguir, separamos algumas dicas para que gestores de RH criem um plano de carreiras focado no preparo de líderes de TI para o futuro. Acompanhe! ❗ Leia também: As habilidades mais valorizadas no mercado de trabalho de tecnologia da informação Os novos contornos das relações de trabalho Os setores de RH estão imersos em uma nova dinâmica de trabalho. Além dos candidatos estarem mais exigentes, priorizando vagas capazes de oferecer experiência e oportunidades de desenvolvimento, há gerações distintas aptas a preencher os cargos disponíveis.  Dessa forma, as empresas precisam saber lidar com as visões de mundo geracionais diferentes, com as transformações digitais, a implementação de tecnologia e as demandas por cargos mais dinâmicos e flexíveis.  Da mesma forma, os profissionais, principalmente os que desejam ser líderes, precisam desenvolver habilidades que contemplem a inovação, a adaptação e a disposição para a descentralização de atividades.  A nova dinâmica prioriza o fator “colaboração” entre candidatos e empresas, passando o trabalho a ser visto como um caminho para otimizar não só o negócio como as carreiras dos colaboradores.  Além disso, segundo um relatório da consultoria global PageGroup, as características apontadas como essenciais para a liderança corporativa nesse cenário e que ditam quais serão as empresas que conseguirão se adaptar aos próximos anos, são as relacionadas com a sustentabilidade, transformação digital e inclusão social. Em outras palavras, para preparar líderes de TI para os próximos anos, empresas e profissionais devem compreender esse contexto, que demanda uma cultura de inovação e um espaço para a capacitação e autonomia dos envolvidos nos processos do negócio.  Nove dicas para preparar líderes de TI  Abaixo você confere algumas sugestões de ações práticas que podem refletir em uma preparação estratégica de novos líderes de TI. Adapte-as à sua realidade e às exigências do seu negócio. 1) Oportunize a capacitação e o desenvolvimento de carreira para o time de TI Como dissemos anteriormente, empresa e candidato possuem uma relação interdependente. Por isso, é essencial, na formação de líderes, que os negócios estejam dispostos a elaborar onboardings estratégicos com treinamentos e certificações para o time de TI.  Certifique-se de garantir as condições necessárias para que os profissionais possam se capacitar e compartilhar o conhecimento adquirido.  Incentive o desenvolvimento de carreira e ofereça benefícios para os colaboradores que mais aderirem a essa proposta.  Nesse contexto, viabilize um bom método, com procedimentos estruturados e indicadores adequados para avaliar o andamento desse plano de ação. Se não, ele será apenas uma ideia! 2) Invista em tecnologia de infraestrutura e tecnologia para o gerenciamento das equipes de TI Desenvolver líderes também envolve reunir/disponibilizar ferramentas para que os profissionais possam executar suas tarefas. Exigir que um colaborador tenha ideias fora da caixa e se destaque no gerenciamento dos demais colegas sem acesso a recursos importantes para a área é uma tarefa complexa e, muitas vezes, frustrante.  Nesse sentido, investir em tecnologia para que o setor de TI opere com alta performance e para assegurar que a equipe seja bem gerenciada, presencialmente ou de maneira remota, pode ser interessante para os negócios. 3) Disponibilize feedbacks continuamente O feedback contínuo é uma peça fundamental na formação de líderes de TI. Isso porque o retorno construtivo prepara gradualmente os profissionais para assumirem qualquer cargo nas empresas.  Quando bem implementados, os feedbacks funcionam para que os membros da equipe compreendam quando suas contribuições são valorizadas e reconhecidas, incentivando a repetição desses comportamentos positivos, e quando determinadas ações são mitigadas pela empresa.  Da mesma forma, identificar áreas de melhoria e oferecer orientação específica permite que os futuros líderes de TI ajustem seu desempenho e alcancem um crescimento contínuo. A longo prazo, essa abordagem pode resultar em líderes mais eficazes, promovendo um ambiente de trabalho que valoriza a aprendizagem e o aprimoramento constante. 4) Estruture uma gestão de pessoas pautada pela saúde mental e pela individualização dos atendimentos aos funcionários O setor de TI muitas vezes enfrenta desafios complexos e prazos apertados, o que pode impactar diretamente na saúde mental dos profissionais. Diante disso, é recomendado que o RH adote uma abordagem de trabalho que observe com atenção o bem-estar emocional e mental de sua equipe.  Com isso, os líderes formados durante esse processo também serão incentivados a gerenciar seus times levando em consideração tais atributos. Alguns exemplos de ações que podem compor essa dica:  Todas essas atividades podem contribuir para um ambiente mais acolhedor e para que as empresas consigam identificar potenciais líderes. 5) Mantenha um canal aberto com o time de TI Estabeleça canais eficientes de comunicação para garantir uma interação contínua entre os gestores de RH e a equipe de TI.  Criar um ambiente aberto para discussões, sugestões e esclarecimentos promove a transparência e fortalece o relacionamento entre as partes, tornando o processo de desenvolvimento de lideranças mais ativo.  Além disso, esteja disponível para receber as preocupações e necessidades dos profissionais de TI. Quando o canal de comunicação desses setores é eficaz, facilita a identificação de possíveis desafios, permitindo que o RH atue proativamente na resolução de problemas e na promoção de um ambiente de trabalho saudável. Nesse cenário é mais provável que os colaboradores se desenvolvam e se descubram líderes para suas equipes. 6) Incentive uma dinâmica de trabalho horizontal A colaboração é essencial no ambiente de TI. Por isso, incentivar uma dinâmica de trabalho horizontal contribui para o desenvolvimento de líderes mais efetivos.  Promova a troca de ideias entre os membros da equipe, independentemente do nível hierárquico, estimulando um ambiente de aprendizado contínuo. Facilite a comunicação entre os líderes em formação e suas equipes, criando espaços para o compartilhamento de conhecimento e experiências. A horizontalidade fortalece o espírito de equipe e prepara os líderes para um gerenciamento de equipe com empatia e colaboração. 7) Identifique, com os profissionais, as áreas de TI que requerem mais atenção Demonstre um compromisso genuíno com o desenvolvimento individual dos profissionais de TI. Realize avaliações regulares para identificar as áreas específicas em que os líderes em formação podem aprimorar suas habilidades.  A personalização mostra aos colaboradores que a empresa se preocupa com seu crescimento e reconhece suas necessidades únicas.  Com isso, o profissional se sente mais motivado a contribuir com os objetivos da empresa e a vestir a camisa da organização.  8) Saiba quando desligar profissionais que não estão alinhados ao propósito da equipe  Manter uma equipe coesa e alinhada aos objetivos da empresa é imprescindível. Desenvolva a capacidade de avaliar constantemente o desempenho dos profissionais de TI, analisando indicadores de produtividade e alinhamento aos valores da organização. Quando identificar que um profissional não contribui de maneira positiva ou que não está em conformidade com os propósitos da equipe, tome decisões assertivas em relação a seu desligamento ou a seu ajustamento às necessidades da empresa.  Claro, antes disso, garanta que ele tenha condições de se desenvolver em seu escopo de trabalho.  9) Crie um plano de carreira colaborativo Incentive a participação ativa dos profissionais de TI na construção dos próprios planos de carreira. Realize reuniões para discutir aspirações individuais, metas profissionais e áreas de interesse. É comum que essa metodologia inspire os líderes em formação, engajando-os com seu desenvolvimento profissional. Além disso, estabeleça metas alcançáveis e forneça recursos e suporte necessários para que esses planos se concretizem.  A colaboração na construção do plano de carreira fortalece o comprometimento dos profissionais de TI e incentiva a autonomia dos profissionais.  Com isso, a empresa alinha melhor suas necessidades com as aspirações individuais dos colaboradores e viabiliza um ambiente de trabalho mais satisfatório e produtivo. ❗ Leia também: Como liderar times remotos de TI para resultados surpreendentes?  É importante destacar, por fim, que as dicas acima são sugestões, não orientações cristalizadas. Portanto, o time de RH pode analisá-las, considerando o que for pertinente ou não para cada realidade de empresa e projeto em TI.  _______________________________________ Consultoria ESR: a solução que ajuda a sua empresa a desenvolver o setor de TI!  A ESR conta com um serviço já consolidado no mercado voltado para o desenvolvimento de setores de TI. Por meio da Consultoria Educacional, o cliente tem acesso a estratégias de aprendizagem corporativas, estruturadas de acordo com os objetivos e as necessidades de cada empresa. Na prática, visto que é uma atividade realizada com base no framework mundial SFIA (Skills Framework for the Information Age), a solução é indicada para as empresas que não possuem uma estrutura metodológica formal de desenvolvimento profissional nas áreas de TI. A SFIA é uma organização global, sem fins lucrativos, que nutre um método de habilidades e competências para um mundo digital. Ao unir as ferramentas de um parceiro global aos recursos da ESR, é possível alinhar a área de TI de determinada empresa às melhores instituições ao redor do mundo. Portanto, por meio da Consultoria Educacional, gestores de TI e de RH compreendem como otimizar os recursos investidos no desenvolvimento profissional das equipes e passam a gerar resultados mais assertivos e alinhados aos objetivos do negócio. Agende uma reunião de apresentação e conheça o serviço em primeira mão!


    07/03/2024
  • Projeto de Cabeamento Estruturado
    Administração de Sistemas

    Projeto de cabeamento estruturado: por que ele é tão importante para redes de alta velocidade?

    Em 2019, antes mesmo da pandemia de Covid-19 e da otimização do universo digital em decorrência de seus efeitos, Lori Lewis e Officially Chadd publicaram um estudo na Visual Capitalist que identificava o potencial da rede em apenas um minuto. Segundo os dados do relatório na época,  a internet presenciava, em 60 segundos, 1 milhão de logins no Facebook, 41,6 milhões de mensagens enviadas pelo WhatsApp e 3,8 milhões de consultas no Google. Cinco anos depois, a realidade tem números tão expressivos quanto os dessa época, com mais pessoas e dispositivos conectados. O Relatório Global Digital 2024, por exemplo, publicado em parceria entre We Are Social e Meltwate, registra que o número de usuários únicos de smartphones no início do ano passou da casa dos 5,6 bilhões. Além disso, a internet agora é acessada por mais de 65% da população mundial, o que representa um crescimento de 2,5% em relação ao início de 2023.  O desenvolvimento contínuo de tecnologias como a inteligência artificial (IA), realidade aumentada e internet das coisas também reflete na exigência de redes mais flexíveis e capazes de entregar uma experiência de qualidade ao usuário.  Em outras palavras, a rede continua crescendo! Com isso, as demandas por suportabilidade, altas velocidades e baixa latência também.  É nesse contexto que o projeto de cabeamento estruturado se destaca, pois permite que uma rede seja desenhada com base em cenários futuros e a expansão de suas aplicações.  Neste conteúdo, vamos abordar outros detalhes desse assunto, que foi tema do último webinar gratuito da Escola Superior de Redes (ESR).  Confira abaixo os pontos relevantes tratados no evento on-line Cabeamento estruturado – A importância do projeto para suportar as novas demandas de velocidades. ❗Você também pode gostar: Tipos de desenvolvimento de aplicativos móveis: qual é o melhor e como aprender? O que é cabeamento estruturado?  De maneira simples, o cabeamento estruturado refere-se à implementação de sistemas padronizados para a instalação de cabos de rede que são compatíveis entre si, com layout prático e simples e que compõem, de maneira estratégica e eficiente, uma infraestrutura de TI. Para isso, o projeto deve observar os meios de transmissão, as técnicas de instalação, as características e as especificidades de cada cliente e usuário, bem como as normas e  a capacidade de espaços para a instalação.  O objetivo por trás da prática é otimizar o funcionamento das redes e do uso de recursos, assegurando que o sistema de tecnologia, informação e comunicação seja de excelência.  Cada cabo se conecta a um ponto específico da infraestrutura de redes, contribuindo para uma melhor distribuição desses elementos e para uma transmissão de dados, voz e imagens mais rápida e com baixa latência.  Com um cabeamento estruturado e de qualidade, os demais componentes da rede (hardware e software, geralmente) funcionam com qualidade e com confiabilidade de conexão.  Qual o papel do projeto no cabeamento estruturado? Para os profissionais de TI, conhecer o conceito e as etapas necessárias para a implementação de um cabeamento estruturado é atividade essencial.  O projeto é a fase que permite o mapeamento adequado das necessidades da rede de um empreendimento e de suas possibilidades, permitindo que a instalação dos cabos ocorra com melhor aproveitamento, levando em consideração as particularidades de cada caso.  Assim, por meio do projeto prévio de cabeamento estruturado e de sua certificação/validação, uma empresa ou ambiente conectado, independentemente da alteração das características de sua rede (mais dispositivos conectados ao longo do tempo, mais ambientes conectados, etc), continuará oferecendo uma experiência fluida, contínua e de qualidade para seus usuários.  É o projeto de cabeamento estruturado que possibilita, por exemplo, o aperfeiçoamento dos condomínios e de organizações inteligentes, cada vez mais comuns. Isso porque ele é o responsável por viabilizar a integração de sistemas e a interoperabilidade entre eles, aspectos essenciais para tais tipos de empreendimento. Nesse novo contexto, os ambientes que requerem conectividade, como os edifícios inteligentes (mencionados anteriormente), os novos prédios comerciais, as indústrias e os hospitais, demandam estruturas de conectividade mais eficientes – aquelas que entregam mais conectividade e mais tecnologia a um custo adequado e estratégico. Há também a demanda de velocidade de rede e de uma infraestrutura que aceite a inserção de múltiplas tecnologias no dia a dia.    Dessa forma, o objetivo do projeto de cabeamento estruturado é desenhar uma rede que possa suportar essas exigências contemporâneas, além de possibilitar que ela esteja preparada para o que ainda está por vir. O cabeamento estruturado é peça fundamental para uma infraestrutura eficiente, que, por sua vez, é a base para a recepção e a execução de todas as demais tecnologias, como voz e dados, vídeo, automação predial e energia (cabeamento), devendo suportar tudo isso. Nesse contexto, o projeto precisa não só se adaptar à necessidade do usuário, como deve ser flexível a novas tendências. Quando isso ocorre, ele possibilita melhor experiência para o usuário, com capacidade de extensão da conectividade para além dos prédios principais e com o aperfeiçoamento das seguintes situações:  Outro ponto de destaque sobre o assunto está relacionado com o investimento. O cabeamento estruturado possui excelente custo-benefício, visto que tem durabilidade, diferentemente de softwares e switches, que exigem trocas rápidas.  A verdade é que o mundo de quem desenha uma rede está muito mais complexo quando é impulsionado, principalmente, pela mobilidade (mundo mais conectado), largura de banda (velocidade), hiperconectividade (proliferação de dispositivos conectados à rede) e convergência de rede (todas as novas tecnologias funcionando na internet). O profissional de TI que escolhe essa especialização estabelece com os estudos uma relação permanente. Como desenvolver um projeto de cabeamento estruturado?  1) Conhecer o tema  O primeiro passo para a elaboração de um projeto de cabeamento estruturado é o conhecimento acerca do tema. O que é o projeto? O que é a adequação do projeto? Como fazer uma implantação adequada? Quais são as características construtivas de um cabo ou conector? O que é certificação ou quais são as implicações de não certificar um projeto? Saber as respostas para essas questões é fundamental para o especialista de TI, pois o objetivo do projeto é criar uma base sólida, porém flexível, para adaptação a qualquer novo dispositivo que venha a ser inserido na rede. Então, entender seus detalhes não é mera formalidade. Como abordamos anteriormente e segundo o Project Management Institute – (PMI – Instituto de Gerenciamento de Projetos), a definição mais apropriada de projeto é aquela que o entende como “um empreendimento temporário, com o objetivo de criar um produto ou serviço único”. No cabeamento estruturado, refere-se à etapa crucial para a infraestrutura de redes e para a comunicação/conexão efetiva de ambientes empresariais e comerciais por meio da rede.  Por intermédio do projeto e do planejamento estratégico do cabeamento estruturado, as empresas, por exemplo, conseguem  ser mais flexíveis, organizadas e seguir um padrão em suas redes. Assim, é de responsabilidade do profissional de TI especializado entender que o projeto de cabeamento estruturado permite a implementação de uma rede que, mesmo diante da alteração da quantidade de usuários ou de dispositivos, não só não oferece uma experiência de usabilidade maçante, como facilita a vida de quem está implantando o cabeamento em si. Ou seja, quando o projeto é adequado e bem certificado, a operação é tranquila e dinâmica.  2) Seguir as normas  As normas para o cabeamento estruturado seguem três linhas que devem ser observadas por qualquer profissional de TI habilitado para desenvolver um projeto:  ABNT/BNR 14565,  ISO-IEC 11801 e  ANSI/TIA 568. Todas elas indicam as diretrizes básicas para a estruturação e instalação correta do projeto, cabendo uma observação criteriosa do profissional sobre cada um de seus pontos. Paralelamente a isso, os padrões também são referências a serem consideradas pelo especialista, auxiliando-o na implementação correta de um projeto. Buscar atualizações Outro ponto importante a ser avaliado pelo profissional de TI no desenvolvimento de um projeto de cabeamento estruturado relaciona-se com a essencialidade de atualizações e capacitação sobre o tema.  A Escola Superior de Redes (ESR) é uma das principais referências do mercado em ensino e aprendizado para TI, com trilha de conhecimento orientada para a área de desenvolvimento de redes. Em seu recente webinar, Cabeamento Estruturado – A importância do projeto para suportar as novas demandas de velocidades, evento on-line e gratuito, a ESR abordou: >> Assista ao conteúdo na íntegra aqui!   Além disso, a ESR oferece dois cursos especificamente voltados para a área de cabeamento estruturado:  >> Você também pode gostar de aprofundar seus conhecimentos por aqui: Webinar gratuito – Cabeamento estruturado e a excelência na instalação. Vantagens do projeto de cabeamento estruturado adequado  ______________________________ ESR: líder na formação e no desenvolvimento de carreira para TI  Na Escola Superior de Redes (ESR), o aluno tem acesso a uma metodologia prática, em completo alinhamento com o que é exigido pelo  mercado de TI. São diversas trilhas de conhecimento e modalidades de cursos – on-line ou presencial – , de acordo com a necessidade de cada estudante.  Conheça as turmas disponíveis para 2024 e comece sua especialização em projeto de redes o quanto antes! 


    27/02/2024
  • Ti na Saúde digital
    Temas Diversos

    Qual o papel da TI na saúde digital e como ingressar na área?

    Em meio a um cenário de transformações digitais aceleradas, garantir a integração fluida e constante de conhecimentos acerca de saúde e tecnologia possibilita que o atendimento de uma rede complexa e pulverizada seja otimizado estrategicamente. É nesse sentido que se estabelece a saúde digital, um processo de inovação responsável por mudar desde a forma de pensar a saúde e o bem-estar até processos, habilidades e atitudes de profissionais e cidadãos diante das práticas dessa área. De acordo com a Secretaria de Informação e Saúde Digital, o termo faz referência a um conjunto de saberes, técnicas, atitudes e valores que se desenvolvem com o crescimento digital para fortalecer e viabilizar princípios como universalidade, integralidade e equidade na prestação de serviços em saúde.  Dessa forma, a saúde digital é mais abrangente, já que aborda também outros campos, como o e-Saúde, a telemedicina, a telessaúde, a informação e a informática em saúde, além de ser permeada pela internet das coisas (IoT), inteligência artificial, big data e pelas redes.  Portanto, quando se fala em saúde digital, visualiza-se o uso de recursos da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) direcionados tanto para o aperfeiçoamento da rotina de trabalho de profissionais de saúde quanto para o atendimento de qualidade para o paciente. São alguns exemplos desses recursos: O termo, inclusive, já foi tipificado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como “o uso seguro e com positivo custo-benefício das TICs para dar suporte à saúde e a campos relacionados, o que inclui prestação de serviços, vigilância, literatura, educação, conhecimento e pesquisa na área”. Neste artigo, vamos conversar mais sobre o papel da TI na saúde digital e como ingressar nessa área de atuação. ❗ Leia também: Estratégia de inovação: por que a ousadia é importante no ambiente corporativo? Qual o papel da TI na saúde digital?  A tecnologia é utilizada, sobretudo, no processo de melhoria e aperfeiçoamento do atendimento e da assistência em saúde, seja na rede pública, seja na suplementar. Nesse contexto, a saúde digital promove avanços por meio da inovação e do uso da TIC combinados com aspectos éticos, cujo objetivo é proteger o paciente, por meio da adequação de procedimentos relacionados com a LGPD ou pela implantação de mecanismos de alerta e monitoramento. Com essa combinação de fatores, os pacientes passam a ter serviços mais céleres, com menor tolerância a falhas e maior segurança. Já os profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, cirurgiões dentistas etc.) conseguem adotar posturas mais analíticas, visto que têm acesso rápido a uma infinidade de informações. Por sua vez, os especialistas de TI focados em saúde digital aprimoram os mecanismos, as ferramentas e a tecnologia que torna esse conceito viável na prática.  Como dissemos anteriormente, a saúde digital envolve toda a utilização de recursos de TIC nas atividades e pesquisas em saúde. Isso significa dizer que é a área de TI em estrita colaboração com a área de saúde que articula a aplicação prática desse conceito. Ou seja, o papel da TI na saúde digital é intrínseco aos próprios objetivos da abordagem, sendo os profissionais da área os responsáveis por desenvolver e viabilizar as soluções tecnológicas utilizadas no dia a dia dessa área.  Seis exemplos da articulação da tecnologia da informação na saúde digital Por ser um campo dinâmico, o segmento da saúde se beneficia exponencialmente com a implementação de soluções de TI. A integração eficiente de sistemas e a gestão inteligente de dados, por exemplo, são aspectos proporcionados pela TI que desempenham um papel fundamental na otimização dos serviços de saúde. Nesse campo, encontra-se um dos maiores desafios do Brasil e de especialistas em TI: cada fabricante possui seu sistema e falta interoperabilidade, o que demanda que o responsável pela tecnologia da saúde digital saiba realmente como integrar sistemas e interoperá-los para que seja possível a gestão inteligente e ampla dos dados. Quando isso ocorre de maneira exitosa, a saúde digital é responsável por inúmeras vantagens para todos os agentes envolvidos na cadeia de serviços de assistência: os profissionais da saúde, pacientes, familiares e gestores. É o caso, por exemplo, de:   A seguir, elencamos outras diversas frentes em que a TI viabiliza a saúde digital na prática. 1) Integração de sistemas A interoperabilidade entre os sistemas de informação de saúde (capacidade de diferentes sistemas trocarem automaticamente dados, informações e conhecimento) proporciona uma visão holística dos dados do paciente, o que torna seu tratamento e atendimento mais seguro, ágil e adequado. A TI facilita a integração de diferentes serviços de saúde e permite que informações cruciais sejam compartilhadas entre hospitais, clínicas, unidades básicas de saúde (UBSs), unidades de pronto atendimento (UPAs) e as demais instituições de saúde. Para isso, observa também o desenvolvimento e a implementação de políticas de segurança de dados, protocolos de resposta a incidentes e atributos de disponibilidade para que a informação possa ser acessada a qualquer momento pela rede autorizada.  Há, assim, um atendimento mais ágil, sem redundâncias e erros na interpretação de dados clínicos. 2) Coleta e análise de dados clínicos A coleta e a análise de dados são atividades vitais para a promoção da pesquisa e a melhoria contínua dos cuidados de saúde. Nesse campo, a TI facilita a coleta e o processamento automatizado de dados de saúde, desde informações básicas até métricas mais avançadas, já conferindo a eles a devida adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e às demais regulações.  Ferramentas analíticas pautadas em inteligência artificial e machine learning (inovações de TI), capazes, portanto, de lidar com grandes bancos de dados, auxiliam na interpretação das informações valiosas tanto pelos profissionais de saúde e pesquisadores quanto pelo mercado de saúde em geral. Nessa perspectiva, o especialista de TI envolvido com a saúde digital precisa ter clareza de que seu grande desafio é entender a necessidade do profissional de saúde e atendê-la. Ou seja, é necessário, sobretudo, que os agentes de TI atuem como facilitadores, demonstrando a importância da colaboração e da adequação da linguagem técnica de TI à linguagem técnica da saúde.  3) Prontuários eletrônicos A implementação de prontuários eletrônicos representa um marco na evolução da assistência aos pacientes. E é a TI que possibilita a criação de sistemas seguros e acessíveis que armazenam eletronicamente as informações do paciente.  Essa abordagem elimina a dependência de documentos físicos, facilita o acesso rápido e seguro às informações clínicas e melhora a tomada de decisões e a continuidade do cuidado. 4) Telessaúde A telessaúde é um componente essencial da saúde digital, tendo sido regulamentada, principalmente, a partir de 2020 e da promulgação da Lei nº14.510/22, que adicionou oficialmente a modalidade de assistência à realidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse cenário, os benefícios do uso dessa tecnologia se tornaram evidentes para toda a sociedade, tendo a TI como principal facilitadora desse serviço. Isso se dá pelo desenvolvimento, manutenção e melhoria das inovações da área, como videoconferências, aplicativos móveis e plataformas on-line que permitem consultas médicas a distância, com acesso rápido a cuidados de saúde, especialmente em áreas remotas.  A TI na saúde digital aumenta a acessibilidade aos serviços da área, além de refletir na mitigação da sobrecarga dos sistemas de saúde físicos. 5) Inovação e segurança A TI não apenas possibilita inovações na prestação de cuidados de saúde, como desempenha um papel crucial na segurança dos dados do paciente.  A conformidade com regulamentações, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegura a privacidade e a integridade das informações de saúde, que são, inclusive, consideradas sensíveis. Profissionais de TI na área de saúde são essenciais para implementar medidas robustas de segurança cibernética e para garantir a conformidade com as normas legais. 6) Profissional de saúde como analista Com o avanço da saúde digital, espera-se que os profissionais de saúde adotem uma postura mais analítica e crítica em relação aos dados de saúde.  Assim, o entendimento e a interpretação de informações digitais tornam-se habilidades fundamentais, pois permitem que os profissionais forneçam cuidados personalizados e baseados em evidências. Nesse contexto, os colaboradores de TI desempenham outra função de destaque: a de implantar tecnologias e suporte para sua operação, auxiliando os profissionais de saúde a utilizarem as ferramentas adequadamente e a interpretarem melhor os dados coletados em larga escala.   ____________________ De maneira geral, a TI desempenha um papel crucial na transformação da saúde digital ao proporcionar melhorias substanciais na eficiência, acessibilidade, inovação e segurança dos serviços da área.  A colaboração contínua entre profissionais de saúde e especialistas em TI impulsiona ainda mais a revolução na assistência médica. ❗Leia também: 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024  O que você precisa para ingressar na área da saúde digital sendo um profissional de TI? Assim como em outros campos da TI, a capacitação representa o primeiro e o mais importante passo para os profissionais que desejam ingressar na área de desenvolvimento de soluções de saúde digital. Afinal, para esses colaboradores, são exigidos não só o conhecimento técnico em inovação e transformação digital, mas a compreensão do mercado de saúde e das singularidades das redes de atendimento no Brasil.  Sabendo disso, a Escola Superior de Redes, uma instituição de referência em ensino e aprendizado de tecnologia, preparou o webinar “Saúde digital e as possibilidades de projetos para a transformação digital” para discutir o tema com profundidade, com base em falas de agentes de referência tanto em tecnologia quanto em saúde. No evento, gratuito e on-line, você encontra um balanço dos resultados da primeira iniciativa de capacitação de saúde digital, oferecida pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. A iniciativa objetiva a capacitação de profissionais de saúde, gestores administrativos e gestores de tecnologia da informação em relação ao potencial da saúde digital.  Ao participar desse webinar, você tem a oportunidade de conhecer alguns dos mais de 50 projetos elaborados pelos alunos do Programa de Atualização Profissional em Saúde Digital (PAP-SD) e entender os caminhos para o desenvolvimento de ações de capacitação de recursos humanos na área da saúde digital. Assista o webinar completo aqui!


    15/02/2024
  • Comandos Linux
    Administração de Sistemas

    O que são comandos Linux e como reproduzi-los em um só clique

    De acordo com o Fortune Business Insights, o mercado Linux chegará a US$ 15,64 bilhões globais até 2027. O sistema operacional se destaca por ter código aberto e por estar presente nas mais variadas aplicações.  Por sua popularidade, além da abrangente usabilidade, conhecer seus comandos torna-se essencial para a comunidade de desenvolvedores e demais profissionais de TI.  De maneira geral, os comandos Linux referem-se a instruções dadas ao sistema operacional Linux, em suas mais variadas distribuições, por meio de interfaces de linha de comando (CLI) ou de um shell invocado em ambiente gráfico (GUI).  Cada comando (programa) é representado por uma palavra-chave ou letras combinadas com significados específicos. Ao executá-los, o usuário interage com o SO de maneira eficiente e ágil.  O usuário digita o comando na CLI >>>> O comando é processado pela interface >>>> A instrução é realizada de acordo com a orientação do comando.  Ter em mente quais são os principais comandos Linux é uma mão na roda (ou no enter. Afinal, basta pressionar essa tecla para que o comando seja realizado), visto que isso poupa tempo de pesquisa e aprendizado sobre o SO.  Há três estruturas básicas para que esses elementos funcionem, como você pode ver a seguir: Três partes do comando Linux: Command Name (nome) – representa a regra que o usuário deseja executarFlag (opção) –  é um elemento modificador do comportamento padrão de um comando, da operação desse comando. São utilizadas quando o usuário deseja obter opções de ação adicionais ao comando original ou quer ajustar a sua execução de acordo com as necessidades do projeto. Normalmente, a sintaxe encontrada para esses casos é um hífen único (-) ou dois deles (–).Argument (parâmetro) – adiciona informações ou contexto aos comandos. Assim, a sintaxe básica dos comandos Linux apresenta-se na seguinte ordem: CommandName [opção/opções] [parâmetro(s)] Leia mais: Como se tornar um administrador de sistemas Linux  Como se sabe, um sistema operacional nada mais é do que um software que, para atuar, demanda uma interface entre os usuários e o hardware do computador.  De acordo com os últimos dados da W3Techs.com, ainda de 2023, os sistemas operacionais Linux eram a preferência em relação à hospedagem de sites em toda a web. Uso dos sistemas operacionais servidores 2023: Linux: 81,6%Windows: 18% A liderança do Linux entre os desenvolvedores se explica por várias razões: ter código aberto; reunir comunidades e fóruns com bastante conteúdo sobre o software por ele ter uma estrutura configurável; ser bastante personalizável e conter atualizações fáceis.  Assim, quanto mais conteúdo um profissional de TI consumir sobre essa tecnologia, mais bem preparado ele estará para o mercado.  A Escola Superior de Redes (ESR), líder e referência em ensino de tecnologia da informação há mais de 17 anos, desenvolveu um infográfico gratuito e exclusivo para que você aprenda os comandos Linux e os tenha sempre a um só clique.  >>>> Baixe agora o infográfico gratuito com os 50 principais comandos Linux! <<<<


    08/02/2024
  • Flexibilidade no trabalho
    RH

    O home office acabou? Saiba como gerenciar a flexibilidade de trabalho na tecnologia

    Ainda faz sentido adotar a flexibilidade de trabalho para o segmento da tecnologia? Desde que a pandemia foi mitigada, possibilitando, gradativamente, o retorno aos escritórios, gestores de RH têm se feito essa pergunta.  Embora não seja possível chegar a uma conclusão taxativa, avaliar o cenário pode ser um caminho interessante para definir a modalidade ideal para a sua empresa. Por aqui vamos ajudar você nesse percurso. Você vai ler:  O cenário das diferentes modalidades de trabalho  A década de 1980 marcou os primeiros registros da experimentação do teletrabalho no meio corporativo, muito antes dos avanços digitais. Na época, a empresa vanguardista de computação IBM decidiu alocar uma equipe de cinco integrantes para trabalhar a distância. Pouco tempo depois, cerca de três anos, esse número chegou a quase 2 mil funcionários. Era o anúncio do que estava por vir.  Com o surgimento da internet, o que antes representava um teste, se popularizou a tal ponto que passou a fazer parte da rotina das organizações, sobretudo das empresas relacionadas com a tecnologia. Com a pandemia, quem ainda não havia experimentado o modelo foi obrigatoriamente condicionado a ele, agora em um contexto mais tecnológico e digital. Assim, os entraves que antes podiam fazer parte dessa dinâmica foram minimizados pela alta capacidade de comunicação da era da informação.   Desde então, a flexibilidade no trabalho representa uma das principais demandas dos colaboradores e uma preocupação para as empresas.  Na 24ª edição do Índice de Confiança Robert Half (ICRH), que entrevistou 1.161 pessoas, a modalidade presencial encontrou maior resistência por parte dos profissionais. Deles, 76% disseram ter no trabalho híbrido a alternativa ideal, enquanto 38% afirmaram que, caso houvesse retorno integral ao escritório, estariam motivados a buscar outras oportunidades.  Os dados evidenciam a discrepância de posicionamento entre quem contrata e quem é contratado, visto que diversas marcas relevantes no mercado têm voltado atrás na concessão do home office.  Mesmo em divergência, as duas pautas são tendência no contexto moderno e precisam ser analisadas. Os profissionais não pretendem retroagir e passar mais dias nos escritórios. Por sua vez, as empresas questionam a produtividade do anywhere office. O caminho, talvez, seja encontrar um meio-termo. Ao menos, é o que as pesquisas apontam.  O estudo Tendências e Perspectivas do Trabalho da WeWork, que entrevistou 10 mil trabalhadores latino-americanos, sendo 3 mil deles brasileiros, identificou que a modalidade presencial aumentou de 10% para 18%. O mesmo documento apontou também que 94% dos trabalhadores entrevistados não gostariam de trabalhar exclusivamente de maneira presencial, e para 64% dos brasileiros, a resposta e a preferência seriam a adoção do modelo híbrido de trabalho. Por outro lado, um relatório do Boston Consulting Group, que acompanhou 554 companhias que empregam mais de 26 milhões de trabalhadores, observou que a receita das empresas que são mais flexíveis cresce quatro vezes mais em comparação com aquelas que são mais rigorosas com a questão “presença em escritórios”. Um dos motivos apontados para o resultado foi a retenção de talentos, além da viabilidade de uma equipe multidisciplinar e multicultural, visto que o remoto dispensa que todos sejam de um só lugar.  Diante disso, é importante que o RH e os demais líderes optem pelo modelo de trabalho que se adapte melhor à realidade do negócio, ao potencial para encontrar profissionais qualificados e, claro, às singularidades do seu segmento.  Essas são apenas algumas perguntas que os gestores de RH precisam ter em mente antes de fixar um posicionamento preferencial de trabalho em TI.  Cada modalidade está associada a benefícios e desvantagens, entretanto, é preciso ter em mente que a relação empresa × trabalhador é indissociável e de dependência. Uma parte não existe sem a outra. Portanto, a escolha deve ser atrativa para os dois agentes da equação.  Você também pode gostar: A gestão de pessoas como pilar fundamental para o futuro do trabalho em TI  Como gerenciar equipes remotas de TI Liderar times remotos de TI é entender as especificidades desse modelo de vaga. Por isso, é válido discutir com a empresa o motivo da abertura desses postos de trabalho, o que se espera com eles e quais serão as metodologias aplicadas para assegurar a qualidade dos serviços, entre outros questionamentos. Depois disso, algumas outras orientações podem auxiliar a equipe de gestão de pessoas a lidar com o panorama de atividades remotas: 1) Promova transparência: é o elemento-chave;2) Gerencie a equipe com o auxílio da tecnologia; 3) Garanta as condições ideais de trabalho;4) Realize reuniões quando necessário.  Por aqui, no blogpost Como liderar times remotos de TI para resultados surpreendentes?, destacamos outras medidas para gerenciar equipes de TI de forma estratégica mesmo que elas não estejam no escritório.  Quatro dicas para tornar o trabalho presencial mais atrativo no segmento da tecnologia No dinâmico universo da tecnologia, no qual a flexibilidade, muitas vezes, é uma peça-chave, tornar o trabalho presencial atrativo requer uma abordagem estratégica.  Ao equilibrar a necessidade de interações pessoais com a natureza inovadora do setor, algumas práticas podem transformar o ambiente de trabalho físico em um espaço colaborativo e produtivo. Dica 1 – Solicite a presença do colaborador quando for realmente necessário No contexto moderno digital, a presença física no escritório deve ser orientada pela necessidade real de interação face a face. Permitir flexibilidade no local de trabalho, exigindo a presença para os casos em que há demanda para tal, permite que os colaboradores aproveitem ao máximo o seu tempo e recursos. Dica 2 – Use os momentos em que todos estão na empresa para construir soluções colaborativas A eficácia do trabalho em equipe, muitas vezes, atinge o seu ápice quando os colaboradores estão reunidos no mesmo espaço físico.  Aproveitar esses momentos para sessões de brainstorming, reuniões estratégicas e atividades colaborativas pode impulsionar a inovação e fortalecer os laços entre os membros da equipe. Dica 3 – Aposte em treinamentos produtivos A aprendizagem contínua é essencial no campo da tecnologia, área em constante evolução. Oferecer treinamentos presenciais altamente relevantes e produtivos pode proporcionar aos colaboradores uma oportunidade valiosa para adquirir novas habilidades, compartilhar conhecimento e otimizar a coesão da equipe. Dica 4 – Crie um ambiente de trabalho atrativo O ambiente físico do escritório desempenha um papel crucial na satisfação e produtividade dos colaboradores. Investir em um espaço de trabalho inspirador, equipado com tecnologia de ponta, áreas de colaboração e comodidades modernas, contribui para a criatividade e o bem-estar dos colaboradores. Leia também: As habilidades mais valorizadas no mercado de trabalho de tecnologia da informação ______________________________ ESR: uma nova forma de gerenciar times de TI Seja na modalidade remota, híbrida ou presencial, a Escola Superior de Redes (ESR) auxilia gestores de RH e os demais líderes a adotarem abordagens estratégicas para o gerenciamento de equipes de tecnologia.  Na Consultoria Educacional, a ESR oferece estratégias de aprendizagem corporativas elaboradas de acordo com os objetivos e as necessidades de cada empresa. A solução ajuda gestores de TI e de RH a otimizar os recursos investidos no desenvolvimento profissional das equipes e gerar resultados mais assertivos e alinhados com os objetivos da empresa. Entre em contato com o nosso time para saber mais sobre a Consultoria Educacional!


    01/02/2024
  • desenvolvimento de aplicativos móveis
    Desenvolvimento de Sistemas

    Tipos de desenvolvimento de aplicativos móveis: qual é o melhor e como aprender?

    O desenvolvimento de aplicativos móveis é uma das principais atividades do cenário de tecnologia da informação (TI). Isso porque quanto mais a sociedade se conecta à rede, sobretudo por meio de smartphones e tablets, maior a demanda por esse tipo de inovação.  Segundo o Washington Post, até o segundo semestre de 2014, 40% dos 7 bilhões de habitantes do planeta tinham acesso à internet. Nove anos depois, em 2023, de acordo com o Global Overview Report Digital, o marco é de 5,16 bilhões de pessoas, o que representa 64,4% da população mundial. No Brasil, a porcentagem chega a 84,3%.  Nesse cenário, as estatísticas relacionadas com o uso do mobile no país registraram 221 milhões de conexões realizadas nessa modalidade. Além disso, como 97,1% dos usuários da internet no Brasil utilizam celulares, a implementação de aplicativos e sites adaptados ao formato é uma necessidade contínua. Para que você esteja pronto para atuar no mercado de desenvolvimento de aplicativos móveis, em forte expansão, separamos, a seguir, os quatro modelos principais da prática, além de uma indicação certeira para dar o start em sua especialização.  ➡️ Leia também: 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024 Quatro modelos de desenvolvimento de aplicativos móveis  Existem quatro diferentes formas de elaborar um aplicativo móvel, com ferramentas e capacidades distintas. Veja abaixo:  1) Aplicativos Nativos  Os aplicativos nativos são criados com base nos recursos, no ambiente de desenvolvimento e na linguagem de determinado fabricante do sistema operacional (SO) do dispositivo móvel.  Por isso, por ser uma das modalidades em que o desenvolvimento está dentro do ecossistema do fabricante do SO, há alta qualidade final na interface e bom desempenho do aplicativo.  É indicado para projetos que demandem atributos mais robustos e de excelente padrão.  Ferramenta utilizada: Xcode Linguagem de programação: Objetive-C ou Swift Ferramenta: Android Studio  Linguagem de programação: Java ou Kotlin (permite C e C++) Como principais vantagens dessa modalidade estão os recursos e o suporte disponibilizados pelo fabricante, que contam com toda a infraestrutura de gigantes do mercado. Entretanto, a portabilidade do desenvolvimento é dificultada, exigindo um novo projeto para cada uma das plataformas Android ou iOS. 2) Aplicativos Híbridos  Os aplicativos híbridos buscam aliar os recursos de navegadores web com alguns outros nativos do próprio aparelho, representando uma modalidade intermediária entre a anterior e a próxima.  Na prática, esses recursos são executados e renderizados por um componente WebView integrado a um aplicativo nativo de cada plataforma, o que dá ao usuário uma falsa impressão de que se trata de um aplicativo nativo.  Para seu desenvolvimento, são utilizados frameworks como o Icon, Flutter, Quasar e o React, sendo o último uma biblioteca em JavaScript para a construção de interfaces de usuários.   SDK (Software Development Kit) Linguagens de programação: HTML, JavaScript e CSS SDK (Software Development Kit) Linguagem de programação: Dart SDK (Software Development Kit) Linguagens de programação: HTML, JavaScript e CSS A vantagem, nesse caso, é a portabilidade do projeto desenvolvido, por causa do único código executável tanto em Android quanto em iOS, além da mitigação de custo da operação. Porém, seu desenvolvimento conta com as limitações típicas de uma página de web acessada por meio de um dispositivo e, por isso, o desempenho é inferior à modalidade nativa. 3) Aplicativos Web App Os aplicativos Web App referem-se a um site responsivo que se comporta tal qual um aplicativo.  Ao identificar que o acesso ao site se dá por meio de um smartphone, o servidor de uma empresa, que utiliza o Web App, consegue enviar uma versão mobile adaptada ao formato.  Entre as características positivas do modelo estão a responsividade e a ausência de ocupação de memória dos aparelhos, sem que haja dependência de downloads. Já como ponto negativo há o acesso limitado aos recursos do dispositivo, bem como um funcionamento dependente de conexão com a internet.  Ainda assim, como são mais baratos e fáceis de desenvolver, são indicados para objetivos relacionados com a presença on-line do mobile.  Linguagens de programação: HTML, CSS e JavaScript, por meio dos frameworks indicados também para aplicativos híbridos.  4) Aplicativos Progressive Web Apps Os aplicativos Progressives nada mais são do que a evolução dos Web Apps que agregaram funcionalidades antes restritas. É o caso de:  A nomenclatura do modelo se dá visto que ele, progressivamente, incorpora as funcionalidades à medida que o usuário utiliza a tecnologia, aproximando-se, gradativamente, dos aplicativos nativos.  Cabe ressaltar que, quanto às desvantagens, alguns desses navegadores web que comportam o Progressive App não oferecem suporte às funcionalidades citadas anteriormente. Entretanto, a tendência é que, com o avanço das transformações digitais, essa capacidade seja ampliada e torne-se homogeneamente distribuída.  ➡️ Leia também:  Administração de sistemas e transformação digital: como os profissionais de TI podem se preparar para as demandas do mercado  ____________________________ A escolha por um modelo de desenvolvimento de aplicativo em detrimento de outro vai sempre depender da avaliação de critérios específicos – como a necessidade e a disponibilidade de orçamento – e das características do projeto. Todas representam uma possibilidade para casos diferentes. Pergunte-se sobre os objetivos do projeto de desenvolvimento do aplicativo e oriente o seu de acordo com essa demanda. Como aprender desenvolvimento de aplicativos móveis? A  Escola Superior de Redes (ESR) é referência em ensino na área de tecnologia da informação, tendo como uma de suas principais trilhas a aprendizagem de processos com aplicativos móveis.  A metodologia é hands-on nas modalidades EaD ou presencial, que se adaptam à sua rotina e necessidade.  >> Veja todos os cursos dessa trilha aqui e escolha seu próximo treinamento na área!ESR – especialista em desenvolver sua carreira em TI. ____________________________


    25/01/2024
  • Cloud Storage
    Computação em Nuvem

    Cloud storage: o que é e qual sua importância para o cenário de dados atual?

    De acordo com a IBM, o número de dados gerados por dia em âmbito global representa algo em torno de 2,5 quintilhões de ativos, e 90% dos dados disponíveis atualmente foram produzidos nos últimos três anos. A perspectiva é que esse marco continue a crescer, principalmente se considerarmos a maior aderência à internet no meio corporativo e pessoal com o passar do tempo.  Segundo a pesquisa TIC Domicílios 2023, por exemplo, 84% da população brasileira com 10 anos ou mais se conectou à internet em 2023 e, com isso, deixou pegadas digitais pela rede.  Diante dessas estatísticas, é de se esperar que os dados permaneçam como destaque nas relações humanas e nas de consumo, demandando ferramentas e tecnologia capazes de analisá-los, registrá-los e armazená-los corretamente.  O cloud storage encontra-se, nesse cenário, como uma solução eficiente de armazenamento em nuvem que se diferencia também pela possibilidade de associação a ferramentas adicionais ligadas à cibersegurança.  Por aqui, no #BlogDaESR, você vai encontrar detalhes sobre o tema para entender, finalmente, o que está por trás dessa já popular inovação.  ❗ Leia também: As habilidades mais valorizadas no mercado de trabalho de tecnologia da informação Afinal, o que é cloud storage e o que significa? Como dissemos anteriormente, cloud storage representa uma das modalidades de cloud computing responsável por permitir que empresas de qualquer porte ou usuários individuais possam manter o armazenamento de seus dados pessoais e de seus negócios no ambiente da nuvem.  Trata-se, assim, de um provedor de recursos remotos que armazena, de forma segura, dados pessoais e empresariais, garantindo, sobretudo, disponibilidade (um dos princípios da segurança da informação) e habilitando a otimização de custos e espaço físico.  Ao reservar suas informações on-line, as organizações não precisam direcionar recursos para investimento em hardwares especializados em armazenamento de dados, visto que é o provedor do serviço de armazenamento em nuvem o encarregado dessa função.  Para ficar ainda mais claro, imagine as exigências básicas de uma operação real: necessidade de implementação de um software, que, para isso, demanda sistema operacional e infraestrutura própria. Quando transportados para as modalidades de serviço on-line, todos esses processos encontram correspondência na nuvem, inclusive a infraestrutura de armazenamento. Visualize:  Nesse contexto, o cloud storage, que, em português, significa exatamente “armazenamento na nuvem”, representa uma das vertentes de tecnologia em nuvem enquadrada na modalidade IaaS.  ⚠️ Tome nota: Ok, mas o que é IaaS? É um modelo de serviço no qual o usuário tem acesso a recursos de infraestrutura sob demanda, como é o caso de computação, armazenamento, rede e virtualização.  Dessa forma, o conceito geral de cloud storage pode ser compreendido como o tipo de armazenamento de dados em servidor que pode ser acessado de qualquer dispositivo. A partir do momento em que os dados estão na nuvem, os usuários dependem apenas de uma interface comunicacional (desktops, notebooks, smartphones etc.) para acessá-los.  Alguns exemplos práticos desse tipo de serviço são os clássicos Google Drive, Dropbox, iCloud, Box e OneDrive. Tais ferramentas viabilizam que pessoas físicas ou jurídicas armazenem dados diversos no ambiente de nuvem, inclusive por meio de uso no formato gratuito. Para esses casos há sempre uma limitação de espaço para armazenamento e de algumas funcionalidades de uso.   Tipos de nuvem para o armazenamento de dados Há quatro tipos principais de nuvem para as ações de cloud storage, que variam de acordo com o propósito da empresa ou da pessoa física. São eles:   Quando as empresas investem em data centers mantidos por elas próprias para o armazenamento de dados, também implementam a nuvem privada. Ou seja, diferenciando-se da anterior, essa categoria habilita mais controle ao usuário em relação às configurações e aos dados armazenados. Ainda assim, é válido ressaltar que a exclusividade tem um preço mais alto do que a solução compartilhada.  A escolha da nuvem e, consequentemente, da forma de armazenar dados deve considerar as necessidades de cada empresa, os recursos disponíveis para o investimento, o conhecimento da tecnologia e o planejamento estratégico dos negócios.  Nesse tópico, podemos fazer ainda uma menção às “nuvem descartáveis”, espaços de cloud computing criados para um objetivo temporal específico, por exemplo, armazenar dados de um concurso.  ❗ Leia também: Computação em nuvem: a tecnologia indispensável para empresas programadas para o futuro  Características do cloud storage As principais características do armazenamento em nuvem (cloud storage) descrevem também suas inúmeras vantagens, seja no meio corporativo, seja no âmbito pessoal. Veja algumas delas: Para que serve o cloud storage? O armazenamento em nuvem é utilizado para que usuários físicos ou pessoas jurídicas possam hospedar seus dados e informações importantes no ambiente da nuvem, sem depender de instalações físicas onerosas e suscetíveis a riscos (fenômenos climáticos, roubos etc.). Assim, podemos dizer que o principal objetivo do cloud storage é viabilizar uma rede cada vez mais complexa e diversa à medida que oferece alternativas democráticas para que negócios e pessoas levem seus dados para a nuvem. Os tipos de armazenamento em nuvem são: Qual a diferença entre cloud computing e cloud storage? Enquanto a cloud computing (computação em nuvem) é o gênero dessa possibilidade de tecnologia, dividindo-se em IaaS, PaaS e SaaS, o cloud storage representa uma das suas espécies.  Assim, como detalhamos ao longo deste texto, o cloud storage é ofertado no modelo de serviço IaaS, com o objetivo de permitir que empresas e usuários hospedem dados sem necessitar de uma infraestrutura física própria, sendo necessário o custeio recorrente das atividades relacionadas com as operações do serviço.  ❗Leia também: Serviços de computação em nuvem e proteção de dados: como ficar em compliance com a LGPD  _____________________________________________________ ESR: a melhor escolha para especialização em cloud computing Tão importante quanto entender o conceito de cloud storage é compreender sua importância para o cenário digital atual. À medida que a rede se torna mais avançada, múltipla e diversificada, cresce também a demanda por serviços e profissionais capazes de otimizá-la, especialmente por meio de recursos de armazenamento em nuvem e dos demais conhecimentos de cloud computing.  Portanto, é essencial que profissionais de TI ou os interessados na área estejam atentos às tendências do mercado, concentrando-se em especializações que se consolidaram nos últimos anos. A Escola Superior de Redes (ESR) é uma instituição de referência em ensino e aprendizado de tecnologia, sobretudo na área de computação em nuvem, sendo responsável pela formação de mais de 40 mil alunos.  Nesta trilha específica de conhecimento, há a oferta de diversos cursos, divididos entre opções para iniciantes ou profissionais experientes e em modalidade presencial ou EaD com aulas ao vivo. Você escolhe a que se adapta melhor à sua rotina.  Conheça nossa trilha de conhecimento em cloud computing e acelere sua construção de carreira em TI! 


    18/01/2024
  • O que é Cloud Deployment
    Computação em Nuvem

    O que é Cloud deployment e como ele impacta operações de TI

    Também chamado implantação na nuvem, o cloud deployment representa a prática de operacionalizar aplicativos, serviços ou recursos de computação em nuvem.  Nesse contexto, o ambiente digital cloud assume a figura de servidor e da infraestrutura de computação remota, ambos oferecidos por provedores de serviços dessa modalidade (IaaS, PaaS e SaaS). É o caso, por exemplo, dos mais conhecidos: Amazon Web Services (AWS), Google Cloud Platform e Microsoft Azure.  Na prática, ao optar pelo cloud deployment, a empresa estabelece seus aplicativos e serviços em data centers “on-line”, gerenciados pelo provedor da infraestrutura, para escalar seu processo de desenvolvimento de aplicações, tornando-o mais ágil, mais disponível e menos suscetível a bugs, eventos suspeitos ou intempéries climáticas e físicas.   Dessa forma, todos os atributos da nuvem, já conhecidos por torná-la uma opção vantajosa para o meio corporativo, são diretamente ativados, como: Esses são só alguns benefícios que a adoção da prática de cloud deployment pode proporcionar às organizações.  De maneira geral, saber o que é cloud deployment é entender uma tecnologia que pode transformar a maneira como a empresa atua e se estabelece no mercado atualmente, visto que, com maior acesso à  inovação, é possível otimizar recursos e direcioná-los estrategicamente para a melhoria dos processos.  ➡️ Leia também: O que se espera de um administrador de sistemas especialista em virtualização em nuvem?  O que é cloud deployment? Como mencionamos anteriormente, o termo refere-se à implantação em nuvem, ou seja, à utilização de ambientes em nuvem para executar aplicativos.  Para isso, pode-se escolher entre os diferentes modelos de implantação (definidos pelo NIST): públicos, privados, comunitários ou híbridos, que reúnem as seguintes características: Além disso, é também necessário optar pelos diferentes modelos de prestação do serviço:  Nesse contexto, o cloud deployment contribui para a redução de despesas de investimentos (Capex), bem como permite que as organizações se adaptem às constantes oscilações e mudanças do mercado, ajustando suas despesas de custeio (Opex) e otimizando o gerenciamento do orçamento. Isso ocorre, principalmente, por causa da possibilidade de as empresas ajustarem, a qualquer momento, a capacidade de oferta versus a carga necessária de computação.  Vantagens de um modelo de trabalho em nuvem tal qual o cloud deployment Nesse ponto, você já conhece as vantagens por trás de uma operação em nuvem, mas é sempre bom retomá-las. Confira algumas logo abaixo.  Um modelo de implantação em nuvem pode:  ➡️ Leia também: 6 benefícios de aprender virtualização em nuvem  Como a implantação em nuvem ocorre na prática?  A implantação em nuvem envolve o processo de colocar um aplicativo em funcionamento, por meio de um dos modelos de hospedagem em nuvem. Portanto, demanda planejamento, implementação, ajustes e operação diária em conformidade com as regras do negócio.  Ainda assim, quando bem-sucedido, o que abrange desde a escolha do modelo de implantação até a automação, o monitoramento e a otimização contínua, o cloud deployment proporciona uma visão abrangente de como a nuvem é efetivamente utilizada na prática, além de permitir que organizações acessem, compartilhem e gerenciem os recursos de computação de maneira eficiente e flexível. Veja alguns passos para alcançar esse resultado:  Antes de começar, é importante determinar o modelo de implantação em nuvem que atenda às necessidades de sua aplicação (público, privado, híbrido ou comunitário). Selecionar um provedor de serviços em nuvem de reputação de mercado é essencial para o processo de cloud deployment. Considere fatores como serviço oferecido, custo, atendimento e localização dos data centers se houver restrições de conformidade, entre outros. Outro passo é o estabelecimento da infraestrutura necessária para suportar um aplicativo na nuvem, como servidores virtuais, armazenamento e banco de dados. Desenvolva ou adapte seu aplicativo para ser executado no ambiente de nuvem, observando as considerações das melhores práticas e recursos específicos do provedor escolhido. Empacote o aplicativo em uma fôrma que pode ser facilmente implantado e gerenciado, como contêineres ou máquinas virtuais. Versione o aplicativo para rastrear mudanças e atualizações. Utilize práticas de Integração Contínua (CI) e Entrega Contínua (CD) para automatizar o processo de construção, teste e implantação do aplicativo na nuvem. Ferramentas como Jenkins, GitLab CI ou GitHub são comumente utilizadas. Realize a implantação inicial do aplicativo na nuvem, o que envolve a criação de instâncias de servidores, configuração de banco de dados e outros recursos necessários para seu funcionamento. Configure a escalabilidade automática para lidar com picos de carga dessa forma; a infraestrutura é flexível tanto para crescer quanto para diminuir conforme a demanda, garantindo eficiência e economia de recursos. É importante implementar ferramentas de monitoramento para acompanhar o desempenho do aplicativo na nuvem. Um monitoramento contínuo pode apontar ajustes na alocação de recursos para otimizar custos e desempenho. Faça atualização e manutenção por meio de técnicas de implantação que não influenciem a disponibilidade contínua do aplicativo. Ajuste estratégias de backup e recuperação para garantir a segurança dos dados e a continuidade do serviço em casos de falha. Além disso, é pertinente implementar práticas de segurança, como criptografia, gerenciamento de identidade e acesso, para proteger o aplicativo e os dados armazenados na nuvem. _____________________________ O processo de implantação na nuvem demanda dedicação e conhecimento básico sobre a infraestrutura e o funcionamento da nuvem  Escola Superior de Redes: a melhor especialização em Cloud com selo CompTIA!  Considerada uma das principais associações comerciais da indústria de TI, a CompTIA (Computing Technology Industry Association) é especializada na emissão de certificações profissionais para a área, sendo referência em credibilidade.  Em parceria com a CompTIA, ESR oferece o curso Cloud+, com uma ementa voltada para a prática e o aprendizado contínuo, com abordagem de todas as instâncias e temáticas pertinentes à nuvem.  O curso hands-on visa fornecer diversas habilidades e práticas sobre os principais provedores de serviços de nuvem CSP (Amazon Web Services – AWS, Microsoft Azure e Google Cloud Platform – GCP), como: Além disso, o curso é preparatório para a certificação Exam CV0-003 da CompTIA. 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    11/01/2024
  • Operações como Código
    Administração de Sistemas

    Três perguntas sobre operações como código que você precisa saber

    Em um cenário marcado pelo crescimento constante dos ambientes computacionais, sobretudo por causa da popularização da virtualização, o gerenciamento individualizado desses espaços torna-se inviável.  O conceito de operações como código refere-se à possibilidade de driblar esse desafio, automatizando as orientações e correções de infraestrutura, por meio de um repositório de códigos único que, posteriormente, é direcionado para as demais máquinas virtuais. Ou seja, nesse processo, gerenciar infraestruturas fica mais ágil, fácil e prático, visto que demanda comandos inéditos capazes de repercutir nos diferentes consoles agregados ao projeto.  Tanto o ajuste, a atualização e o aprimoramento quanto qualquer outra mudança são realizados por meio de um script que ramifica a informação para os demais ambientes computacionais.  Esse foi o tema abordado em um novo webinar da ESR para dar ênfase a uma pauta que aponta como tendência para 2024. Acompanhe, abaixo, as três perguntas principais apresentadas no evento on-line e gratuito da Escola Superior de Redes.  ❗ Leia também: 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024  Operações como código: três dúvidas que você precisa saber 1) O que são operações como código?  As operações como código auxiliam a administração inteligente de grandes ambientes computacionais, pois automatizam as infraestruturas em sua máxima potência. Ou seja, falar em operações como código é abordar a capacidade de substituir uma operação manual, lenta e individualizada por uma ação de codificação de passos alocados em um sistema de funcionamento. Com isso, é possível desenvolver um repositório de dados que será lido dinamicamente e processado, assim como o deployment será realizado de forma automática. Em linhas gerais, utilizar tal recurso é tratar a infraestrutura computacional como um desenvolvimento de software, encontrando formas de executar determinada ação sem que haja a interação do usuário. Uma execução independente de comandos.  As operações como código são indicadas, sobretudo, para ambientes computacionais em crescimento e para os quadros crescentes de máquinas virtuais (VMs), visto que:  Para entender como esse conceito se dá na prática, imagine um evento de indisponibilização de um servidor DNS. Ao utilizar as operações como código, o profissional consegue entrar em um repositório único de códigos, fazer a correção do problema de configuração, testar e seguir com o commit. Depois desses passos, a estrutura passa por um processo de “autocura”, ou como é chamado tecnicamente “auto-healing”, observando o comando do repositório. Com essa implementação, a empresa fica menos dependente de pessoas específicas que conheçam a infraestrutura como um todo e concentra a habilidade de alterá-la ou corrigi-la.  2) Qual o processo para iniciar uma operação como código? Normalmente, a operação como código deriva de um cenário computacional que cresceu expressivamente e, por isso, demandou alterações na forma de gerenciá-lo. O caminho natural, portanto, é transformar a infraestrutura existente em uma operação como código, utilizando, para isso, ferramentas específicas. Assim, o que direciona a implementação e o aprimoramento dessa tecnologia, na verdade, é a escalabilização da estrutura de computação das empresas. Quanto maior e mais diverso for um ambiente computacional, mais complexo será gerenciá-lo individualmente.  A lógica é basicamente esta: estrutura -> crescimento do ambiente em certa medida fora do controle -> necessidade de gerenciamento automatizado. 3) Quais ferramentas são indicadas para desenvolver uma operação como código? Para começar um projeto de operação como código, você precisa observar a presença de um git, um controle de versionamento, como um Gitlab. Depois é imprescindível trabalhar com Continuous Integration/Continuous Delivery (CI/CD) para possibilitar um processo de implantação contínuo.  A partir disso, é possível salvar um arquivo e executá-lo por meio de um script que valida e faz as automações necessárias, colocando as informações para rodar no cenário desejado.  Já para a gerência de configuração, ferramentas como Ansible são bastante indicadas. Veja como atua cada uma dessas ferramentas:  Quando combinadas, essas ferramentas proporcionam uma base sólida para o desenvolvimento eficiente de projetos, inclusive de operação como código, otimizando a infraestrutura e os ambientes computacionais, além de garantir a automação contínua das configurações. ❗ Leia também: O que você precisa saber para se especializar em linguagem de programação?  _______________________________________ ESR: sua melhor escolha em ensino e aprendizado em TI, inclusive sobre operações como código!  Em seu último webinar gratuito (Operações como Código: Programação para Infraestrutura, DevOps e Segurança da Informação), a ESR abordou exatamente o que detalhamos até aqui, enfatizando o potencial da codificação como uma ferramenta valiosa para automatizar tarefas, criar scripts eficientes e desenvolver endpoints ou plataformas que facilitam a colaboração com desenvolvedores e a realização de resposta automática a incidentes de segurança. O conteúdo foi ministrado pelos especialistas Felipe Scarel, que possui mais de 15 anos de experiência em infraestrutura de sistemas e outros 10 em segurança da informação, e Francisco Marcelo Marques, mestre em Engenharia Elétrica pela Universidade de Brasília (2009) e pós-graduado em Segurança de Redes de Computadores pela Universidade Católica de Brasília (2003), em um bate-papo fluido e recheado de tira-dúvidas. Confira o vídeo na íntegra e de forma gratuita para descobrir quais outras perguntas sobre operações como código foram respondidas. Basta acessar aqui.


    04/01/2024
  • linguagens de programação
    Desenvolvimento de Sistemas

    As 5 linguagens de programação mais utilizadas no mercado em 2023-2024

    As linguagens de programação representam um dos conhecimentos mais importantes para quem atua no setor de TI. Isso porque é por meio delas que uma informação qualquer é transformada em uma instrução precisa capaz de direcionar o funcionamento de uma máquina. Podemos dizer que elas caracterizam a gênese das aplicações e do desenvolvimento web. Na prática, as linguagens de programação referem-se aos sistemas de comunicação estruturados, semiestruturados e não estruturados que, com base em símbolos, palavras-chave, regras semânticas e sintáticas diversas, especificam as regras necessárias para que programadores (ou os demais profissionais e interessados no assunto) e máquinas estejam associados, de modo a estabelecer e executar comandos.  Podemos dizer, inclusive, que se trata do dialeto específico pelo qual o ser humano se comunica com o computador e consegue fazer com que ele reproduza as diretrizes desejadas. Dessa forma, as linguagens de programação objetivam a comunicação e têm características singulares que as orientam para cada tipo de uso, de acordo com as especificidades de cada projeto. Por isso, entre as tarefas de um programador está a escolha do uso da linguagem mais apropriada para os requisitos do projeto e suas preferências pessoais. A seguir, destacamos as cinco linguagens mais populares para o ciclo 2023-2024, para que você saiba por qual caminho começar sua especialização.  ➡️ Leia também: 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024 As 5 principais linguagens de programação em 2023-2024 Um dos maiores repositórios de código do mundo, o State of the Octoverse do GitHub, detalhou recentemente as linguagens de programação de crescimento mais rápido na plataforma. Entre as mencionadas estão:  1) JavaScript JavaScript é uma linguagem de programação de alto nível, interpretada e orientada a objetos, conhecida principalmente por seu uso no desenvolvimento web.  Criada originalmente para tornar as páginas web interativas, permite a manipulação dinâmica de elementos HTML, interação com o usuário e atualizações assíncronas, tudo isso acontecendo no navegador do cliente. Entre suas principais características estão: interatividade, assincronia e orientação a objetos amplamente suportada, além de possuir um ecossistema rico. ➡️ Uso: criar interatividade em páginas web e desenvolver aplicações web completas, incluindo servidores web (Node.js). ➡️ Vantagens: amplamente suportada em navegadores, facilita o desenvolvimento de aplicações web interativas. 2) Python Outro exemplo de linguagem de programação de alto nível, a Python se destaca por sua versatilidade, legibilidade e ampla aplicação.  Possui sintaxe clara e intuitiva, o que torna o código acessível tanto para novatos quanto para desenvolvedores experientes.  Além disso, a orientação a objetos no Python permite uma estrutura organizada de programas, o que promove a reutilização de código. Também é destaque por ter uma comunidade ativa que contribui para um ecossistema robusto, com bibliotecas e frameworks abrangentes que simplificam o desenvolvimento em diversas áreas.  ➡️ Uso: desenvolvimento web, automação de tarefas, ciência de dados e inteligência artificial, entre outros. ➡️ Vantagens: sintaxe clara, vasta comunidade, bibliotecas poderosas (NumPy, Pandas). 3) Java Java é uma linguagem de programação utilizada em contextos diversos por causa de sua portabilidade, orientação a objetos e pela poderosa JVM. Seu papel abrange desde aplicações corporativas até o desenvolvimento de aplicativos móveis, tornando-a uma escolha robusta para muitos desenvolvedores. Sua Máquina Virtual Java (JVM) atua como uma variável intermediária entre o código Java e o hardware do computador. Essas características fazem da Java uma linguagem comum no desenvolvimento de aplicativos empresariais, sistemas distribuídos e aplicações móveis Android. A sintaxe Java é semelhante à de outras linguagens, como C++ e C#. ➡️ Uso: desenvolvimento de aplicativos empresariais, aplicativos móveis Android, servidores web. ➡️ Vantagens: portabilidade, robustez, comunidade ativa. 4) TypeScript Desenvolvida pela Microsoft, se destaca por ser um superset do JavaScript. Com foco na adição de tipagem estática e outros recursos à linguagem JavaScript, o TypeScript oferece aos desenvolvedores uma ferramenta poderosa para criar aplicações web mais robustas e escaláveis.  A principal vantagem do TypeScript reside na introdução de tipos estáticos, que contribui para a detecção de erros em tempo de compilação e fornece uma experiência de desenvolvimento mais segura e eficiente. Ao escrever código em TypeScript, os desenvolvedores podem utilizar as funcionalidades modernas do JavaScript, além de adicionar tipagem estática opcional, interfaces e outros recursos avançados. Essa abordagem aumenta a legibilidade do código, facilita a manutenção e, ao mesmo tempo, oferece as vantagens de um sistema de tipos mais robusto ➡️ Uso: desenvolvimento de grandes aplicações web. ➡️ Vantagens: identificação de erros em tempo de compilação, melhor ferramenta de autocompletar, compatibilidade com o JavaScript. ➡️ Leia também: Que curso de tecnologia é feito para mim? Conheça as Trilhas ESR e descubra sua jornada de aprendizagem ideal!  5) C# Também conhecido como C Sharp, esse é outro exemplo de linguagem de programação orientada a objetos e desenvolvida pela Microsoft como parte de sua plataforma .NET.  Lançada em 2000, a C# combina elementos de C e C++ com recursos modernos de linguagens como Java. É notavelmente utilizada no desenvolvimento de aplicativos para a plataforma Windows, incluindo aplicativos para desktop, serviços web e jogos. A C# apresenta uma sintaxe clara e concisa, bem como suporte avançado para tipos, gerenciamento automático de memória e recursos de programação orientada a objetos.  Além disso, é integrada ao ambiente de desenvolvimento Visual Studio, com ferramentas robustas para a criação e manutenção de projetos C#.  ➡️ Uso: desenvolvimento de aplicativos Windows, aplicações web (ASP.NET). ➡️ Vantagens: integração com o ecossistema Microsoft, tipagem estática, orientação a objetos. Além dessas, o relatório do GigHub ainda destaca outras linguagens de programação em uso atualmente, como a C++,  PHP, Shell, C e Ruby. Independentemente da escolha da linguagem de programação a ser utilizada, todas demandam algo em comum: que o desenvolvedor reúna os conhecimentos básicos de lógica de programação, elemento essencial responsável por organizar, de maneira coerente e objetiva, uma sequência de ações para um algoritmo executar. Ou seja, para servir de base para qualquer programação. Por aqui, em nosso segundo blogpost da série exclusiva ESR sobre programação, já abordamos o que está por trás dessa área, bem como os conceitos básicos da lógica de programação e algumas dicas para quem deseja começar sua jornada de aprendizagem sobre o tema.  Escola Superior de Redes: a melhor escolha para quem deseja se tornar desenvolvedor Este é o último post da nossa série exclusiva sobre programação. No blog de abertura,  abordamos a explicação técnica sobre as linguagens de programação (você pode ficar por dentro por aqui), além das curiosidades que tangenciam o tema. Depois, foi a vez de discutir os detalhes da lógica de programação e conhecer seus pilares. Por fim, destacamos as principais linguagens para serem utilizadas no ciclo 2023-2024. Com essa coleção de artigos para desenvolvedores iniciantes, você dá um novo passo na construção de uma carreira sólida em programação.  Acompanhe a produção de nosso blogpost, além das mídias, para ficar por dentro das novidades de TI e receber informações exclusivas dos cursos da ESR para a área.  Baixe também o nosso e-book gratuito sobre Linguagens de Programação! 


    28/12/2023