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Escola Superior de Redes

Administração de Sistemas

  • Back-up e recuperação de dados
    Administração de Sistemas

    Backup e recuperação de dados: estratégias essenciais para administradores de sistemas

    No cenário dinâmico de uma operação em TI, o back-up e recuperação de dados desempenham papéis centrais. Essas tecnologias são responsáveis por garantir que as empresas não sofram com o comprometimento de informações vitais para o andamento de seus negócios. Geralmente, tais estratégias visam mitigar os desafios relacionados com riscos de falhas humanas, inconsistências dos sistemas operacionais e situações adversas, como desastres, falta de energia, catástrofes climáticas e incêndios, entre outros exemplos. Na prática, quando implementado corretamente, um sistema de backup cria cópias periódicas de dados e aplicativos em dispositivos físicos ou na nuvem, permitindo a recuperação dessas informações em momentos de crise. Com isso, as empresas acessam uma série de vantagens, como mostraremos a seguir. Back-up e recuperação de dados: vantagens das práticas no dia a dia Trata-se, portanto, de uma área essencial para a manutenção das empresas no mercado, nos mais variados segmentos e portes. “Atualmente, toda organização depende da disponibilidade dos seus dados, independentemente das circunstâncias. Seja em casos de ataques de ransomware, desastres naturais ou atualizações de segurança equivocadas, a resiliência dos dados é fundamental”,destaca Anand Eswaran, CEO da Veeam, segundo o Gartner, empresa nomeada pela primeira vez como a número 1 em participação de mercado no setor de software de backup e recuperação empresarial. Neste artigo, você vai compreender outros detalhes sobre esse universo, inclusive acessar uma dica incrível para desenvolver uma carreira na área. Interessou? Boa leitura!  Você também pode gostar – Arquitetura Zero Trust: 5 passos para implementar a abordagem na TI Afinal, o que são backup e recuperação de dados?  Inicialmente, é importante destacar que se trata de tecnologias distintas, embora complementares.  O que é backup de dados? O backup de dados refere-se ao ato de criar cópias de segurança de arquivos, bancos de dados ou sistemas inteiros, para garantir, em casos de falha ou perda de dados, que essas informações possam ser recuperadas. Para que esse objetivo seja cumprido, são realizados backups de várias formas, que são adaptados às demandas e especificidades de cada operação em TI. Por exemplo, as cópias (backups) podem ser alocadas em discos rígidos, em servidores físicos dedicados ou em nuvem, em que as informações são armazenadas remotamente. Assim, podemos definir que um backup eficiente segue uma rotina periódica e preferencialmente automatizada, sendo uma ferramenta essencial para reduzir o impacto de problemas como falhas de hardware, erros humanos, ciberataques e desastres naturais. O que é recuperação de dados? Por sua vez, recuperação de dados abrange o processo de restaurar as informações, com base nos backups, depois da ocorrência de um problema que cause a perda, corrupção ou inacessibilidade dos dados. Tal processo inclui a identificação do backup correto, a restauração dos arquivos ou sistemas ao seu estado original e, em alguns casos, a correção de erros ou danos. A eficácia da recuperação de dados está diretamente relacionada com a qualidade do backup, a frequência das cópias e a capacidade de resposta da infraestrutura de TI. Por esse motivo, mesmo que se trate de práticas diferentes, o backup e a recuperação de dados são indissociáveis na rotina de TI. Backup de dados x recuperação de dados: resumo da diferença entre as ferramentas Enquanto o backup refere-se ao processo de copiar dados para um local seguro, a recuperação de dados diz respeito ao ato de restaurar esses dados em caso de perda. Veja as diferenças sistematizadas na tabela a seguir: Termo Definição Backup Processo de criar cópias de dados e aplicativos para evitar a perda em caso de falha ou dano. Recuperação Processo de restaurar dados e aplicativos de backups após um incidente. Que área da TI é indicada para trabalhar com backup e recuperação de dados? Embora todas as áreas de TI comportem as mais diversas especializações, uma vez que se trata de um campo interdisciplinar e interdependente, profissionais que desejam atuar com backup e recuperação de dados podem ter mais facilidade em desenvolver carreiras ligadas à administração de sistemas, segurança da informação e gestão de infraestrutura de TI.  Como essas especialidades exigem um conhecimento detalhado sobre arquitetura de armazenamento, políticas de segurança e soluções de backup e recuperação, podem facilitar o aprendizado de técnicas, ferramentas e planejamento de restauração de ativos críticos para as empresas. Conheça a Trilha de cursos de Administração de Sistemas da ESR – a Escola Superior de Redes, referência em aprendizado para TI há mais de 18 anos.  Qual a importância do backup e da restauração de dados? Com a transformação digital, as empresas dependem cada vez mais da integridade e da disponibilidade dos dados. Isso por si só já explica a relevância de investimentos na área, entretanto, a crescente utilização de soluções virtuais, como Software como Serviço (SaaS), e a ascensão de cibercrimes também intensificam a necessidade de um backup robusto e de um processo assertivo de recuperação de dados. A exemplo disso, de acordo com a Gartner, até 2028, 75% das empresas irão priorizar o backup de aplicativos SaaS como uma exigência crítica, contra apenas 15% em 2024. A tendência e o crescimento gradativo de investimentos voltados para essa área destacam como o mercado observa a seara da proteção de dados, especialmente levando em consideração o aumento dos ataques cibernéticos (cada vez mais sofisticados) e a maior quantidade de pessoas conectadas à rede. Quais são os tipos de backup? Existem diferentes tipos de backup, cada um projetado para atender a cenários específicos e demandas organizacionais variadas. Cada método tem suas vantagens e desvantagens, e a escolha correta depende das necessidades da empresa, da criticidade dos dados e das políticas de recuperação estabelecidas. Backups físicos 1) Unidade de fita O backup em unidades de fita magnética é uma tecnologia mais antiga, mas ainda amplamente utilizada por organizações que precisam armazenar grandes volumes de dados. As fitas são conhecidas por sua capacidade de armazenamento de longo prazo e custo relativamente baixo, tornando-as ideais para backups de arquivos históricos ou dados de conformidade que precisam ser arquivados por anos. No entanto, elas possuem uma desvantagem significativa: a recuperação de dados é mais lenta em comparação com métodos mais modernos, e o processo de restauração pode levar horas ou até dias, especialmente em operações de grande escala. Além disso, como os dados geralmente são armazenados fora do local, o processo de transporte e manuseio também pode impactar a velocidade de recuperação. 2) Unidades de disco rígido (HDDs) e unidades de estado sólido (SSDs) Os discos rígidos (HDDs) e as unidades de estado sólido (SSDs) são opções comuns para backup local por causa da sua velocidade de recuperação e do fácil acesso. Enquanto as HDDs são conhecidas por oferecer maior capacidade de armazenamento a um custo acessível, as SSDs são muito mais rápidas, com tempos de leitura e gravação mais baixos, sendo recomendadas para sistemas nos quais a recuperação rápida é crítica. Por outro lado, as HDDs são mais suscetíveis a falhas mecânicas, enquanto as SSDs, apesar de mais duráveis e rápidas, têm um custo mais elevado por GB de armazenamento. 3) Servidor de backup dedicado Um servidor de backup dedicado refere-se a uma máquina configurada especificamente para receber e armazenar dados de outros sistemas dentro de uma rede. Esses servidores podem ser escalados para incluir várias unidades de armazenamento e são gerenciados localmente pela equipe de TI, que oferece controle completo sobre os dados. Os servidores de backup são altamente flexíveis, o que permite a criação de políticas de backup personalizadas e maior integração com outros sistemas da empresa. Entretanto, eles ainda podem estar sujeitos a falhas de hardware, desastres locais ou interrupções de energia, por isso, geralmente, são usados em conjunto com métodos externos de backup, como o backup em nuvem. Backups em nuvem: O backup na nuvem envolve a cópia de dados e aplicativos para servidores remotos, normalmente gerenciados por um provedor de serviços de nuvem. Esse tipo de backup se tornou a solução preferida para muitas organizações em razão da sua escalabilidade, redundância e facilidade de acesso. Ao contrário dos métodos físicos, que estão sujeitos a falhas de hardware ou desastres locais, o backup na nuvem oferece uma camada adicional de segurança por armazenar os dados em data centers geograficamente dispersos. Nesse contexto, as soluções de backup em nuvem são conhecidas por sua alta capacidade de automação e pela possibilidade de serem configuradas para fazer backups contínuos ou programados, dependendo da política de RPO da empresa. Além disso, o custo é baseado no uso, o que significa que as empresas podem pagar apenas pelo armazenamento e a largura de banda que realmente utilizam. Um ponto negativo para essa dinâmica se estabelece na pauta da velocidade de recuperação, a qual depende da conectividade com a internet, de modo que, para volumes muito grandes de dados, a recuperação completa pode ser ainda mais lenta do que em sistemas locais. A verdade é que a escolha entre backups físicos e em nuvem depende de uma série de fatores, como a quantidade dos dados a serem armazenados, o tempo de recuperação necessário e o orçamento da organização.Em muitos casos, o modelo híbrido – que combina backups locais com backups em nuvem – oferece maior flexibilidade e segurança, garantindo que os dados estejam acessíveis e protegidos de uma ampla gama de ameaças. Como implementar uma estrutura de backup de dados adequada? 3 Dicas 1) Planejamento com foco no RTO e RPO Antes de qualquer implementação de backup, é fundamental entender os Objetivos de Tempo de Recuperação (RTO) e os Objetivos de Ponto de Recuperação (RPO). Esses conceitos definem, respectivamente, quanto tempo a empresa pode ficar sem acessar os dados antes que o negócio sofra um impacto significativo (RTO) e qual a quantidade máxima de dados que a empresa pode perder sem comprometer a operação (RPO). Por exemplo, se a sua empresa pode tolerar até 30 minutos de inatividade e perda de dados, você deve configurar o seu backup para realizar cópias a cada 30 minutos e garantir que o sistema de recuperação consiga restabelecer as operações dentro desse período. 2) Diversificação de métodos de backup A diversificação de métodos de backup é essencial para garantir uma recuperação completa e segura em diferentes cenários de falhas. Usar apenas um método, como backup local, pode deixar a empresa vulnerável a desastres naturais ou erros físicos. Por isso, é recomendável combinar backups locais (on-premises), em nuvem e fora do local (off-site). 3) Automatização e verificação regular A automatização de backups é essencial para assegurar consistência e reduzir a dependência de ações manuais. Porém, automatizar sem verificar regularmente a integridade dos dados e a funcionalidade dos backups é um grande risco. Ou seja, os backups precisam ser testados periodicamente para garantir que a recuperação de dados seja eficaz em caso de necessidade. Você também pode gostar – 8 etapas para implementar uma estratégia eficaz de computação em nuvem  Depois do backup: 5 passos essenciais para um plano de recuperação de dados Depois de garantir um sistema de backup eficiente, é vital ter um plano de recuperação de dados robusto para agir rapidamente em casos de necessidade. Veja, a seguir, cinco etapas que podem ajudar você a garantir uma recuperação ágil e eficaz. 1) Classifique os dados por prioridade Nem todos os dados têm a mesma importância para o negócio. É essencial classificar e definir a prioridade de restauração de diferentes conjuntos de dados. Com essa prática, os ativos críticos para o funcionamento da empresa serão recuperados primeiro. 2) Estabeleça responsabilidades claras Defina quem é o responsável por cada etapa do plano de recuperação, o que envolve desde a equipe de TI até outros departamentos, como setores financeiro e jurídico, dependendo do impacto da perda de dados. 3) Garanta o acesso rápido aos backups Se os backups não estão acessíveis rapidamente durante uma falha, o tempo de recuperação certamente será maior. Por isso, é fundamental assegurar que as cópias de segurança estejam armazenadas em locais que possam ser acessados com rapidez e segurança. 4) Automatize a recuperação de sistemas críticos Automatizar a recuperação de sistemas críticos viabiliza uma resposta mais rápida e eficiente a falhas. Algumas soluções de backup oferecem, inclusive, recursos de orquestração de recuperação que automatizam todo o processo de restauração dos sistemas prioritários. 5) Implemente redundância geográfica No caso de backups físicos, a redundância geográfica é um conceito fundamental para garantir que os dados possam ser recuperados, mesmo em casos de desastres locais. A criação de backups em diferentes locais geográficos reduz o risco de perda total de dados em razão de desastres físicos. ___________________________________ Conclusão Investir em backup e recuperação de dados é essencial para garantir a continuidade das operações em um mundo cada vez mais dependente do digital. Profissionais que se especializam nessas áreas, especialmente com foco em soluções de backup na nuvem, têm um papel crucial nas empresas modernas. Além de protegerem os ativos digitais, eles contribuem para a resiliência do negócio em face de crises. Quer saber mais sobre esse tema e continuar sua jornada de aprendizado? Baixe nosso infográfico gratuito.


    21/11/2024
  • Projeto de Cabeamento Estruturado
    Administração de Sistemas

    Projeto de cabeamento estruturado: por que ele é tão importante para redes de alta velocidade?

    Em 2019, antes mesmo da pandemia de Covid-19 e da otimização do universo digital em decorrência de seus efeitos, Lori Lewis e Officially Chadd publicaram um estudo na Visual Capitalist que identificava o potencial da rede em apenas um minuto. Segundo os dados do relatório na época,  a internet presenciava, em 60 segundos, 1 milhão de logins no Facebook, 41,6 milhões de mensagens enviadas pelo WhatsApp e 3,8 milhões de consultas no Google. Cinco anos depois, a realidade tem números tão expressivos quanto os dessa época, com mais pessoas e dispositivos conectados. O Relatório Global Digital 2024, por exemplo, publicado em parceria entre We Are Social e Meltwate, registra que o número de usuários únicos de smartphones no início do ano passou da casa dos 5,6 bilhões. Além disso, a internet agora é acessada por mais de 65% da população mundial, o que representa um crescimento de 2,5% em relação ao início de 2023.  O desenvolvimento contínuo de tecnologias como a inteligência artificial (IA), realidade aumentada e internet das coisas também reflete na exigência de redes mais flexíveis e capazes de entregar uma experiência de qualidade ao usuário.  Em outras palavras, a rede continua crescendo! Com isso, as demandas por suportabilidade, altas velocidades e baixa latência também.  É nesse contexto que o projeto de cabeamento estruturado se destaca, pois permite que uma rede seja desenhada com base em cenários futuros e a expansão de suas aplicações.  Neste conteúdo, vamos abordar outros detalhes desse assunto, que foi tema do último webinar gratuito da Escola Superior de Redes (ESR).  Confira abaixo os pontos relevantes tratados no evento on-line Cabeamento estruturado – A importância do projeto para suportar as novas demandas de velocidades. ❗Você também pode gostar: Tipos de desenvolvimento de aplicativos móveis: qual é o melhor e como aprender? O que é cabeamento estruturado?  De maneira simples, o cabeamento estruturado refere-se à implementação de sistemas padronizados para a instalação de cabos de rede que são compatíveis entre si, com layout prático e simples e que compõem, de maneira estratégica e eficiente, uma infraestrutura de TI. Para isso, o projeto deve observar os meios de transmissão, as técnicas de instalação, as características e as especificidades de cada cliente e usuário, bem como as normas e  a capacidade de espaços para a instalação.  O objetivo por trás da prática é otimizar o funcionamento das redes e do uso de recursos, assegurando que o sistema de tecnologia, informação e comunicação seja de excelência.  Cada cabo se conecta a um ponto específico da infraestrutura de redes, contribuindo para uma melhor distribuição desses elementos e para uma transmissão de dados, voz e imagens mais rápida e com baixa latência.  Com um cabeamento estruturado e de qualidade, os demais componentes da rede (hardware e software, geralmente) funcionam com qualidade e com confiabilidade de conexão.  Qual o papel do projeto no cabeamento estruturado? Para os profissionais de TI, conhecer o conceito e as etapas necessárias para a implementação de um cabeamento estruturado é atividade essencial.  O projeto é a fase que permite o mapeamento adequado das necessidades da rede de um empreendimento e de suas possibilidades, permitindo que a instalação dos cabos ocorra com melhor aproveitamento, levando em consideração as particularidades de cada caso.  Assim, por meio do projeto prévio de cabeamento estruturado e de sua certificação/validação, uma empresa ou ambiente conectado, independentemente da alteração das características de sua rede (mais dispositivos conectados ao longo do tempo, mais ambientes conectados, etc), continuará oferecendo uma experiência fluida, contínua e de qualidade para seus usuários.  É o projeto de cabeamento estruturado que possibilita, por exemplo, o aperfeiçoamento dos condomínios e de organizações inteligentes, cada vez mais comuns. Isso porque ele é o responsável por viabilizar a integração de sistemas e a interoperabilidade entre eles, aspectos essenciais para tais tipos de empreendimento. Nesse novo contexto, os ambientes que requerem conectividade, como os edifícios inteligentes (mencionados anteriormente), os novos prédios comerciais, as indústrias e os hospitais, demandam estruturas de conectividade mais eficientes – aquelas que entregam mais conectividade e mais tecnologia a um custo adequado e estratégico. Há também a demanda de velocidade de rede e de uma infraestrutura que aceite a inserção de múltiplas tecnologias no dia a dia.    Dessa forma, o objetivo do projeto de cabeamento estruturado é desenhar uma rede que possa suportar essas exigências contemporâneas, além de possibilitar que ela esteja preparada para o que ainda está por vir. O cabeamento estruturado é peça fundamental para uma infraestrutura eficiente, que, por sua vez, é a base para a recepção e a execução de todas as demais tecnologias, como voz e dados, vídeo, automação predial e energia (cabeamento), devendo suportar tudo isso. Nesse contexto, o projeto precisa não só se adaptar à necessidade do usuário, como deve ser flexível a novas tendências. Quando isso ocorre, ele possibilita melhor experiência para o usuário, com capacidade de extensão da conectividade para além dos prédios principais e com o aperfeiçoamento das seguintes situações:  Outro ponto de destaque sobre o assunto está relacionado com o investimento. O cabeamento estruturado possui excelente custo-benefício, visto que tem durabilidade, diferentemente de softwares e switches, que exigem trocas rápidas.  A verdade é que o mundo de quem desenha uma rede está muito mais complexo quando é impulsionado, principalmente, pela mobilidade (mundo mais conectado), largura de banda (velocidade), hiperconectividade (proliferação de dispositivos conectados à rede) e convergência de rede (todas as novas tecnologias funcionando na internet). O profissional de TI que escolhe essa especialização estabelece com os estudos uma relação permanente. Como desenvolver um projeto de cabeamento estruturado?  1) Conhecer o tema  O primeiro passo para a elaboração de um projeto de cabeamento estruturado é o conhecimento acerca do tema. O que é o projeto? O que é a adequação do projeto? Como fazer uma implantação adequada? Quais são as características construtivas de um cabo ou conector? O que é certificação ou quais são as implicações de não certificar um projeto? Saber as respostas para essas questões é fundamental para o especialista de TI, pois o objetivo do projeto é criar uma base sólida, porém flexível, para adaptação a qualquer novo dispositivo que venha a ser inserido na rede. Então, entender seus detalhes não é mera formalidade. Como abordamos anteriormente e segundo o Project Management Institute – (PMI – Instituto de Gerenciamento de Projetos), a definição mais apropriada de projeto é aquela que o entende como “um empreendimento temporário, com o objetivo de criar um produto ou serviço único”. No cabeamento estruturado, refere-se à etapa crucial para a infraestrutura de redes e para a comunicação/conexão efetiva de ambientes empresariais e comerciais por meio da rede.  Por intermédio do projeto e do planejamento estratégico do cabeamento estruturado, as empresas, por exemplo, conseguem  ser mais flexíveis, organizadas e seguir um padrão em suas redes. Assim, é de responsabilidade do profissional de TI especializado entender que o projeto de cabeamento estruturado permite a implementação de uma rede que, mesmo diante da alteração da quantidade de usuários ou de dispositivos, não só não oferece uma experiência de usabilidade maçante, como facilita a vida de quem está implantando o cabeamento em si. Ou seja, quando o projeto é adequado e bem certificado, a operação é tranquila e dinâmica.  2) Seguir as normas  As normas para o cabeamento estruturado seguem três linhas que devem ser observadas por qualquer profissional de TI habilitado para desenvolver um projeto:  ABNT/BNR 14565,  ISO-IEC 11801 e  ANSI/TIA 568. Todas elas indicam as diretrizes básicas para a estruturação e instalação correta do projeto, cabendo uma observação criteriosa do profissional sobre cada um de seus pontos. Paralelamente a isso, os padrões também são referências a serem consideradas pelo especialista, auxiliando-o na implementação correta de um projeto. Buscar atualizações Outro ponto importante a ser avaliado pelo profissional de TI no desenvolvimento de um projeto de cabeamento estruturado relaciona-se com a essencialidade de atualizações e capacitação sobre o tema.  A Escola Superior de Redes (ESR) é uma das principais referências do mercado em ensino e aprendizado para TI, com trilha de conhecimento orientada para a área de desenvolvimento de redes. Em seu recente webinar, Cabeamento Estruturado – A importância do projeto para suportar as novas demandas de velocidades, evento on-line e gratuito, a ESR abordou: >> Assista ao conteúdo na íntegra aqui!   Além disso, a ESR oferece dois cursos especificamente voltados para a área de cabeamento estruturado:  >> Você também pode gostar de aprofundar seus conhecimentos por aqui: Webinar gratuito – Cabeamento estruturado e a excelência na instalação. Vantagens do projeto de cabeamento estruturado adequado  ______________________________ ESR: líder na formação e no desenvolvimento de carreira para TI  Na Escola Superior de Redes (ESR), o aluno tem acesso a uma metodologia prática, em completo alinhamento com o que é exigido pelo  mercado de TI. São diversas trilhas de conhecimento e modalidades de cursos – on-line ou presencial – , de acordo com a necessidade de cada estudante.  Conheça as turmas disponíveis para 2024 e comece sua especialização em projeto de redes o quanto antes! 


    27/02/2024
  • Comandos Linux
    Administração de Sistemas

    O que são comandos Linux e como reproduzi-los em um só clique

    De acordo com o Fortune Business Insights, o mercado Linux chegará a US$ 15,64 bilhões globais até 2027. O sistema operacional se destaca por ter código aberto e por estar presente nas mais variadas aplicações.  Por sua popularidade, além da abrangente usabilidade, conhecer seus comandos torna-se essencial para a comunidade de desenvolvedores e demais profissionais de TI.  De maneira geral, os comandos Linux referem-se a instruções dadas ao sistema operacional Linux, em suas mais variadas distribuições, por meio de interfaces de linha de comando (CLI) ou de um shell invocado em ambiente gráfico (GUI).  Cada comando (programa) é representado por uma palavra-chave ou letras combinadas com significados específicos. Ao executá-los, o usuário interage com o SO de maneira eficiente e ágil.  O usuário digita o comando na CLI >>>> O comando é processado pela interface >>>> A instrução é realizada de acordo com a orientação do comando.  Ter em mente quais são os principais comandos Linux é uma mão na roda (ou no enter. Afinal, basta pressionar essa tecla para que o comando seja realizado), visto que isso poupa tempo de pesquisa e aprendizado sobre o SO.  Há três estruturas básicas para que esses elementos funcionem, como você pode ver a seguir: Três partes do comando Linux: Command Name (nome) – representa a regra que o usuário deseja executarFlag (opção) –  é um elemento modificador do comportamento padrão de um comando, da operação desse comando. São utilizadas quando o usuário deseja obter opções de ação adicionais ao comando original ou quer ajustar a sua execução de acordo com as necessidades do projeto. Normalmente, a sintaxe encontrada para esses casos é um hífen único (-) ou dois deles (–).Argument (parâmetro) – adiciona informações ou contexto aos comandos. Assim, a sintaxe básica dos comandos Linux apresenta-se na seguinte ordem: CommandName [opção/opções] [parâmetro(s)] Leia mais: Como se tornar um administrador de sistemas Linux  Como se sabe, um sistema operacional nada mais é do que um software que, para atuar, demanda uma interface entre os usuários e o hardware do computador.  De acordo com os últimos dados da W3Techs.com, ainda de 2023, os sistemas operacionais Linux eram a preferência em relação à hospedagem de sites em toda a web. Uso dos sistemas operacionais servidores 2023: Linux: 81,6%Windows: 18% A liderança do Linux entre os desenvolvedores se explica por várias razões: ter código aberto; reunir comunidades e fóruns com bastante conteúdo sobre o software por ele ter uma estrutura configurável; ser bastante personalizável e conter atualizações fáceis.  Assim, quanto mais conteúdo um profissional de TI consumir sobre essa tecnologia, mais bem preparado ele estará para o mercado.  A Escola Superior de Redes (ESR), líder e referência em ensino de tecnologia da informação há mais de 17 anos, desenvolveu um infográfico gratuito e exclusivo para que você aprenda os comandos Linux e os tenha sempre a um só clique.  >>>> Baixe agora o infográfico gratuito com os 50 principais comandos Linux! <<<<


    08/02/2024
  • Operações como Código
    Administração de Sistemas

    Três perguntas sobre operações como código que você precisa saber

    Em um cenário marcado pelo crescimento constante dos ambientes computacionais, sobretudo por causa da popularização da virtualização, o gerenciamento individualizado desses espaços torna-se inviável.  O conceito de operações como código refere-se à possibilidade de driblar esse desafio, automatizando as orientações e correções de infraestrutura, por meio de um repositório de códigos único que, posteriormente, é direcionado para as demais máquinas virtuais. Ou seja, nesse processo, gerenciar infraestruturas fica mais ágil, fácil e prático, visto que demanda comandos inéditos capazes de repercutir nos diferentes consoles agregados ao projeto.  Tanto o ajuste, a atualização e o aprimoramento quanto qualquer outra mudança são realizados por meio de um script que ramifica a informação para os demais ambientes computacionais.  Esse foi o tema abordado em um novo webinar da ESR para dar ênfase a uma pauta que aponta como tendência para 2024. Acompanhe, abaixo, as três perguntas principais apresentadas no evento on-line e gratuito da Escola Superior de Redes.  ❗ Leia também: 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024  Operações como código: três dúvidas que você precisa saber 1) O que são operações como código?  As operações como código auxiliam a administração inteligente de grandes ambientes computacionais, pois automatizam as infraestruturas em sua máxima potência. Ou seja, falar em operações como código é abordar a capacidade de substituir uma operação manual, lenta e individualizada por uma ação de codificação de passos alocados em um sistema de funcionamento. Com isso, é possível desenvolver um repositório de dados que será lido dinamicamente e processado, assim como o deployment será realizado de forma automática. Em linhas gerais, utilizar tal recurso é tratar a infraestrutura computacional como um desenvolvimento de software, encontrando formas de executar determinada ação sem que haja a interação do usuário. Uma execução independente de comandos.  As operações como código são indicadas, sobretudo, para ambientes computacionais em crescimento e para os quadros crescentes de máquinas virtuais (VMs), visto que:  Para entender como esse conceito se dá na prática, imagine um evento de indisponibilização de um servidor DNS. Ao utilizar as operações como código, o profissional consegue entrar em um repositório único de códigos, fazer a correção do problema de configuração, testar e seguir com o commit. Depois desses passos, a estrutura passa por um processo de “autocura”, ou como é chamado tecnicamente “auto-healing”, observando o comando do repositório. Com essa implementação, a empresa fica menos dependente de pessoas específicas que conheçam a infraestrutura como um todo e concentra a habilidade de alterá-la ou corrigi-la.  2) Qual o processo para iniciar uma operação como código? Normalmente, a operação como código deriva de um cenário computacional que cresceu expressivamente e, por isso, demandou alterações na forma de gerenciá-lo. O caminho natural, portanto, é transformar a infraestrutura existente em uma operação como código, utilizando, para isso, ferramentas específicas. Assim, o que direciona a implementação e o aprimoramento dessa tecnologia, na verdade, é a escalabilização da estrutura de computação das empresas. Quanto maior e mais diverso for um ambiente computacional, mais complexo será gerenciá-lo individualmente.  A lógica é basicamente esta: estrutura -> crescimento do ambiente em certa medida fora do controle -> necessidade de gerenciamento automatizado. 3) Quais ferramentas são indicadas para desenvolver uma operação como código? Para começar um projeto de operação como código, você precisa observar a presença de um git, um controle de versionamento, como um Gitlab. Depois é imprescindível trabalhar com Continuous Integration/Continuous Delivery (CI/CD) para possibilitar um processo de implantação contínuo.  A partir disso, é possível salvar um arquivo e executá-lo por meio de um script que valida e faz as automações necessárias, colocando as informações para rodar no cenário desejado.  Já para a gerência de configuração, ferramentas como Ansible são bastante indicadas. Veja como atua cada uma dessas ferramentas:  Quando combinadas, essas ferramentas proporcionam uma base sólida para o desenvolvimento eficiente de projetos, inclusive de operação como código, otimizando a infraestrutura e os ambientes computacionais, além de garantir a automação contínua das configurações. ❗ Leia também: O que você precisa saber para se especializar em linguagem de programação?  _______________________________________ ESR: sua melhor escolha em ensino e aprendizado em TI, inclusive sobre operações como código!  Em seu último webinar gratuito (Operações como Código: Programação para Infraestrutura, DevOps e Segurança da Informação), a ESR abordou exatamente o que detalhamos até aqui, enfatizando o potencial da codificação como uma ferramenta valiosa para automatizar tarefas, criar scripts eficientes e desenvolver endpoints ou plataformas que facilitam a colaboração com desenvolvedores e a realização de resposta automática a incidentes de segurança. O conteúdo foi ministrado pelos especialistas Felipe Scarel, que possui mais de 15 anos de experiência em infraestrutura de sistemas e outros 10 em segurança da informação, e Francisco Marcelo Marques, mestre em Engenharia Elétrica pela Universidade de Brasília (2009) e pós-graduado em Segurança de Redes de Computadores pela Universidade Católica de Brasília (2003), em um bate-papo fluido e recheado de tira-dúvidas. Confira o vídeo na íntegra e de forma gratuita para descobrir quais outras perguntas sobre operações como código foram respondidas. Basta acessar aqui.


    04/01/2024
  • Cursos de Administração de Sistemas ESR
    Administração de Sistemas

    6 cursos que vão turbinar seu conhecimento em administração de sistemas

    A administração de sistemas representa um ponto crítico na Tecnologia da Informação (TI). Afinal, é a área responsável pelo desenvolvimento, gestão e manutenção dos sistemas de computadores, de servidores, redes e dos demais componentes que formam a infraestrutura tecnológica de empresas e empreendimentos. O principal objetivo desse campo da TI é a criação de soluções inovadoras capazes de ajudar as organizações modernas a superar os desafios operacionais, por meio de sistemas computacionais avançados. Em um cenário cada vez mais robusto de empresas e negócios no ambiente digital, o profissional administrador de sistemas se torna uma peça essencial na garantia de funcionamento de toda essa rede. A exemplo disso, desde 2015, o downtime da rede é objeto de estudos do Gartner. Na época, uma pesquisa da marca identificou que o prejuízo médio, por minuto, causado pelo tempo de inatividade de uma empresa era de US$ 5.600. Mais recentemente, a pesquisa “The True Cost of Downtime 2022”, da Senseye, também registrou que as organizações listadas na Fortune 500 perderam 11% de seu volume anual de negócios por causa de equipamentos indisponíveis. Nessa perspectiva, entre os setores mais impactados pela situação, incluem-se os de serviços financeiros, bancos, manufatura, saúde, mídia e comunicações e varejo, além dos de transporte e de serviços públicos.  Ou seja, mais do que nunca, a administração de sistemas é uma demanda e uma oportunidade de desenvolvimento nas carreiras de TI.  Neste artigo, vamos conversar exatamente sobre as possibilidades de atuação do administrador de sistemas e as habilidades necessárias para o cargo, e daremos cinco dicas para você se especializar nesse campo. Continue conosco.  ➡️ Leia também: Administração de sistemas e transformação digital: como os profissionais de TI podem se preparar para as demandas do mercado?  O que faz um administrador de sistemas?  O administrador de sistemas é o profissional responsável por assegurar que os sistemas estejam operacionais, seguros e em conformidade com os requisitos da empresa. Nessa lógica, ele pode atuar em diversas frentes, como na garantia da disponibilidade do sistemas e da segurança física dos dados de tráfego; na instalação, manutenção e administração de sistemas e da infraestrutura informática de uma empresa; no desenvolvimento de protocolos de configuração adequados aos objetivos de um negócio, a fim de identificar o melhor uso de recursos disponíveis, entre outras possibilidades. O profissional precisa consolidar habilidades técnicas, além de aliá-las à capacidade de resolução de problemas em condições não ideais. Isso porque a manutenção e a operação eficiente da infraestrutura de TI de uma organização são responsabilidade desses especialistas.  Como vimos anteriormente, as falhas nesses elementos podem ocasionar prejuízos expressivos para as empresas e até condená-las ao desaparecimento no mercado, o que explica a importância do administrador e de um departamento de administração de sistema implementado estrategicamente nos negócios.  Alguns outros pontos-chave para o exercício profissional do administrador são:  1) Instalação e configuração de sistemas Os administradores de sistema são responsáveis por instalar e configurar sistemas operacionais, softwares e aplicativos nos servidores e nas máquinas da empresa. 2) Manutenção e atualização Realizam a manutenção regular dos sistemas, por meio da aplicação de atualizações de segurança, da correção de bugs e da otimização de desempenho. 3) Monitoramento Monitoram constantemente o desempenho dos sistemas para identificar possíveis problemas antes que afetem a operação normal. 4) Segurança Implementam medidas de segurança, como firewalls, antivírus e políticas de acesso, para proteger os sistemas de ameaças externas e internas. 5) Backup e recuperação Desenvolvem e colocam em prática estratégias de backup para garantir a recuperação de dados em caso de falhas ou desastres. 6) Virtualização Muitas organizações utilizam tecnologia de virtualização para otimizar recursos e facilitar a escalabilidade. Administradores de sistemas frequentemente lidam com ambientes virtualizados. 7) Automação Automatizam tarefas repetitivas, por meio de scripts e ferramentas de automação, para aumentar a eficiência operacional. 8) Suporte técnico Fornecem suporte técnico para usuários e colaboradores, resolvendo problemas relacionados com hardware, software e conectividade. 9) Documentação Mantêm a documentação atualizada sobre a configuração dos sistemas, procedimentos operacionais e políticas de segurança. 10) Colaboração com outras equipes Colaboram com equipes de desenvolvimento de software, segurança da informação e outras áreas para garantir a integridade e segurança dos sistemas. 11) Planejamento de capacidade Avaliam as necessidades futuras de capacidade e planejam upgrades de hardware ou software, conforme necessário. 12) Conformidade e regulamentações Garantem que os sistemas estejam em conformidade com as leis governamentais e os padrões da indústria. Habilidades e conhecimentos necessários para uma vaga em administração de sistemas  Por assumir uma função tão visceral ao funcionamento das empresas, o administrador de sistemas precisa reunir noções básicas em frentes variadas, como:  Entretanto, é importante ressaltar que a competência mais desejada para os profissionais da área é a capacidade de atualização e de aprendizado contínuo.  Uma vez que conquistar um bom desempenho em todas as frente anteriormente relacionadas é inviável, a melhor alternativa para quem deseja ser expert em administração de sistemas é ter uma estratégia bem desenhada de desenvolvimento pessoal e profissional. E nisso nós podemos ajudar você!  ➡️ Leia também: 8 dicas para iniciar na carreira de programação em 2024 6 cursos da ESR para se tornar um especialista em administração de sistemas  Confira, a seguir, nossa trilha de conhecimento sobre Administração de Sistemas, em modalidades EaD e presenciais, com metodologia prática e professores capacitados na sistemática do mercado atual.  A Escola Superior de Redes (ESR) oferece uma formação completa, com cursos que abrangem desde as funções básicas da administração de sistemas à instalação e configuração de rede TCP/IP e dos serviços de internet. A quem se destina? 1) Introdução ao Linux (presencial)  Curso destinado a qualquer pessoa que deseja aprender a usar o sistema operacional Linux e prestar suporte ao usuário com desktop Linux, o software livre mais utilizado no mercado. No fim do curso, você dominará a interface gráfica e a linha de comandos, manuseando arquivos, diretórios e editores de texto, e estará apto a instalar novos programas e pacotes. 🖋️ Inscreva-se aqui 2) Administração de Sistemas Linux O curso apresenta os conceitos básicos, a história e a arquitetura do sistema operacional Linux, com práticas de instalação, configuração e administração. No fim do curso, o aluno estará apto a realizar atividades, como a criação e administração de parâmetros, senhas e contas de usuários; backups; serviços de impressão; registros de eventos; monitoramento de usuários; contabilidade de processos; configuração do núcleo do sistema operacional e aplicação de noções básicas de segurança, entre outras atividades relacionadas com a maior comunidade de software livre do mercado. 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade EaD 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade presencial 3) Gestão de containers com Docker O curso apresenta os fundamentos dos containers e utiliza a plataforma Docker para abordar sua criação e gestão. Parte do conteúdo para a certificação Docker Certified Associate (DCA) é abordada no curso, o que inclui: arquitetura da plataforma Docker, sua instalação e configuração nos sistemas Linux e Windows; criação de imagens com Dockerfile; docker registry; execução e gerência de containers; tipos e gestão de volumes; docker logs; orquestração de containers com docker-compose; redes e segurança no Docker etc. 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade EaD 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade presencial 4) Orquestração de containers com Kubernetes Realize a orquestração de ambientes com containers utilizando Kubernetes, a ferramenta mais utilizada pelos profissionais de TI que migram seu ambiente para a nuvem ou possuem estrutura local baseada em Docker. 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade EaD  🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade presencial  5) Planejamento e Projeto de Infraestrutura para Datacenter O curso oferece uma visão crítica das opções de datacenters disponíveis no mercado, apresentando normas e boas práticas para elaborar o projeto das diferentes disciplinas que envolvem um datacenter. Possibilita identificar a solução que melhor se adapta a sua organização, permitindo argumentar e negociar com os diversos fornecedores de produtos e serviços. Ele é destinado a profissionais atuantes na área de TI, em funções técnicas e gerenciais, que desejam desenvolver as competências necessárias para a construção de um datacenter baseadas nas melhores práticas do mercado. 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade EaD 🖋️ Inscreva-se aqui na modalidade presencial 6) Virtualização com Xenserver (EaD)  Nesse curso, abordaremos a tecnologia envolvida no hipervisor de alto desempenho otimizado para aplicativos virtuais e cargas de trabalho de desktop da empresa Citrix, denominado XenServer. Todas as suas funcionalidades, ferramentas de gestão, solução de problemas envolvidos, simulação de atividades e novas experiências serão aplicadas no decorrer do curso. 🖋️ Inscreva-se aqui _______________________________________ A Escola Superior de Redes (ESR) é a unidade de serviço da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) criada para promover a capacitação, o desenvolvimento profissional e a disseminação de conhecimento em Tecnologias da Informação.  Em 17 anos de atuação, atendemos mais de 1.100 instituições-clientes e capacitamos cerca de 41.000 alunos.  Para atingirmos os maiores índices de qualidade em nossos serviços, com a excelência na aprendizagem e ensino orientado para o resultado prático, a experiência do cliente é nossa premissa. Continue descobrindo os conteúdos da ESR por aqui!


    07/12/2023
  • Administração de sistemas na transformação digital
    Administração de Sistemas

    Administração de sistemas e transformação digital: como os profissionais de TI podem se preparar para as demandas do mercado

    A transformação digital representa uma tendência consolidada no mundo corporativo e não se limita apenas à automação, como também abrange a adoção de uma estratégia completa voltada para a inovação e resultados, por meio da tecnologia e da análise de dados. Para garantir um desempenho sólido nesse novo cenário, as empresas devem estruturar e trabalhar simultaneamente várias frentes, sendo as principais delas as relacionadas com a implementação de uma cultura organizacional capaz de promover a ausência de medo em relação às mudanças e estimular a constante adaptabilidade.  Além disso, é crucial investir em setores-chave para manter esse processo ativo de forma contínua. Um dos departamentos indispensáveis nesse sentido é o da Tecnologia da Informação (TI), especialmente a administração de sistemas.  Neste artigo, exploraremos o papel fundamental desse campo na transformação digital, bem como discutiremos o perfil do profissional de TI adequado para driblar desafios e construir caminhos inéditos, de acordo com cada realidade corporativa. Você realmente sabe o que é transformação digital? De maneira geral, podemos definir a transformação digital como o processo crescente de virtualização das atividades das organizações.  O principal resultado da prática para os negócios se vê na maior eficiência operacional e de gestão, mas outras vantagens repercutem em toda a cadeia produtiva das empresas, como:   Portanto, falar em transformação digital é abordar a capacidade que a automação – realizada por softwares variados – tem de converter tarefas repetitivas, burocráticas e com alto risco de falhas administrativas em atividades mecânicas e de rápida reprodução pela máquina.  Auxiliar o gerenciamento e monitoramento de equipes, bem como otimizar a entrega de indicadores de forma simples e rápida nos equipamentos tecnológicos, é exemplo dessa transformação digital.  Há várias formas de aplicar o conceito de transformação digital, por exemplo, nos serviços públicos. Segundo o Gov.Br, “transformação digital no governo significa oferecer um serviço público de qualidade, com menos gasto de tempo e dinheiro por parte do cidadão, para melhorar a vida daqueles que vivem e trabalham no Brasil (…) com a automação de serviços, o país reduz substancialmente as suas despesas anuais e torna a vida do cidadão mais fácil”.  Já para a McKinsey, a transformação digital foi a principal responsável, em 2022, por movimentar ao menos uma das quatro peças-chave abaixo em variados tipos de empresa:  Dessa forma, para assumir um papel de destaque em relação à transformação digital, é necessário utilizar a automação, tecnologia e inovação para o aprimoramento contínuo de processos e experiências de consumo e serviço, tanto para os colaboradores do negócio quanto para os consumidores.  Para tanto, são necessárias estratégia, capacidade, organização e cultura. É nesse sentido que a administração de sistemas possui um papel essencial na transformação digital, por tornar possível o desenvolvimento efetivo dessas quatro áreas. ➡️ Leia também: A importância da programação para o futuro do trabalho Qual o papel da administração de sistemas na transformação digital? Inicialmente, precisamos entender a função da administração de sistemas e do profissional administrador.  Esse especialista possui uma atuação visceral na estrutura das organizações, uma vez que planeja, organiza, dirige e monitora o desenvolvimento e alcance dos objetivos organizacionais.  Com habilidades bastante apuradas e um olhar holístico para os processos dos negócios, o administrador de SI tem a função de interligar efetivamente os componentes necessários para atender às necessidades das empresas, sejam elas quais forem e no ritmo de mudança que se apresentarem. Em outras palavras, isso significa dizer que a administração de sistema é a área responsável pela administração, gerenciamento e suporte relacionados com a infraestrutura de TI, além da implementação, configuração e manutenção de sistemas computacionais variados. Dessa forma, podemos dizer que a administração de sistemas de informação aborda três itens importantes que interagem entre si: administração, organização e tecnologia, e é exatamente por ter essa roupagem basilar que é tão fundamental para o desenvolvimento da inovação como uma estratégia de negócios, desempenhando um papel central na transformação digital das empresas. Algumas principais funções desempenhadas por essa equipe neste contexto são: 1) Implantação e manutenção de infraestrutura tecnológica  A administração de sistemas é responsável por implantar e manter a infraestrutura tecnológica necessária para suportar as iniciativas de transformação digital. Isso inclui servidores, redes, sistemas de armazenamento e outros componentes essenciais. 2) Segurança de dados Com a crescente digitalização das operações empresariais, a segurança de dados tornou-se uma preocupação comum.  Os administradores de sistemas, com a cibersegurança, são encarregados de criar estratégias e protocolos adequados para driblar incidentes e eventos maliciosos, implementando medidas como firewalls, criptografia e sistemas de detecção de intrusões. 3) Gestão de cloud  Nos últimos anos, as empresas passaram a migrar, em larga escala, para a nuvem, o que representa um passo importante em suas transformações digitais. A administração de sistemas atua na gestão de ambientes em nuvem, assegurando que os recursos sejam alocados de forma eficiente e que os dados estejam seguros. 4) Integração de sistemas  À medida que novas tecnologias são introduzidas durante a transformação digital, é importante que esses sistemas se integrem de forma harmoniosa. Os administradores de sistemas são responsáveis por garantir a interoperabilidade entre sistemas e aplicativos. 5) Monitoramento e manutenção contínuos Como dissemos anteriormente, a transformação digital é um processo contínuo. A equipe de administração de sistemas é vital para o monitoramento constante dos sistemas e para a realização de manutenção preventiva como forma de garantir que tudo funcione sem problemas. É por meio dessa competência também que a administração antevê problemas e cria soluções de maneira inovadora, em um cenário com baixos riscos, visto que ainda não requer uma execução emergencial de atividades. 6) Suporte técnico  Com a evolução das operações, que se tornam cada vez mais dependentes de sistemas digitais, surge a necessidade de prover suporte técnico ágil e eficaz. A equipe de administração de sistemas atua como a primeira linha de suporte, resolvendo problemas e garantindo que as operações não sejam interrompidas. Além disso, a administração de sistemas reflete no amadurecimento de um processo de transformação digital nas empresas, pois possibilita que a utilização de tecnologias, como cloud computing, big data, análise de dados, inteligência artificial, Internet das Coisas (IoT) e automação, seja realizada  de acordo com um planejamento com objetivos e indicadores estratégicos. Habilidades necessárias a um profissional administrador de sistemas  Existem diversas áreas de atuação para um profissional de TI que deseja se especializar em administração de sistemas. É o caso de administrador de banco de dados (DBA), administrador de segurança, administrador de redes, entre outros. Entretanto, mesmo diante de tantas possibilidades, há alguns conhecimentos básicos comuns ao escopo de trabalho desses profissionais, como: Com tantas habilidades e competências desejadas para o preenchimento de vagas nesse setor, se especializar pode ser uma tarefa desafiadora.  Por isso, mais importante que se dedicar a todas elas sem precisão e método é saber que a postura de aprendizado contínuo é que vai destacar ou não um colaborador de TI. Ou seja, a vontade de aprender e saber como fazer isso é fundamental para sua carreira. ➡️  Leia também: 5 coisas que um profissional de agilidade não deve fazer A Escola Superior de Redes (ESR) é líder em treinamentos e iniciativas educacionais para tecnologia, assim, promove capacitação, desenvolvimento profissional e disseminação de conhecimento de TI para todo o Brasil. Em mais de 16 anos de atuação, já contribuiu para a formação de 31 mil alunos, além de ter atendido cerca de 1.100 empresas.  Os cursos, que passam dos cem, são distribuídos em diferentes trilhas de conhecimento, de modo a atender às necessidades e especificidades de cada usuário, em diferentes modalidades (presencial, semipresencial e remoto).  A Administração de Sistemas é uma das trilhas da ESR. Descubra todos os cursos dessa trilha de formação aqui!


    21/09/2023
  • Orquestração de containers Kubernetes
    Administração de Sistemas

    Guia: a orquestração de containers Kubernetes pode ajudar a minha organização?

    Uma das ferramentas que mais ganham aderência e popularidade no mercado de TI está relacionada com a orquestração de containers em nuvem e com o desenvolvimento consistente da infraestrutura de cloud computing nas empresas. Já ouviu falar de orquestração de containers por meio de Kubernetes? Esse sistema representa uma peça-chave no portfólio de qualquer profissional da TI moderna, por causa da sua popularização para atender à demanda de cada vez mais aplicações nativas e modernas em nuvem.  De maneira geral, podemos dizer que o Kubernetes – também conhecido como K8s – é um sistema de código aberto (open-source) para automatizar a implantação, o escalonamento e o gerenciamento de aplicativos containerizados. Dessa forma, o Kubernetes representa uma das principais soluções de orquestração de container, originalmente, desenvolvidas pelo Google, mas que hoje é mantido pela Cloud Native Computing Foundation.  Por entender a importância do tema, separamos, neste guia, os principais pontos acerca dessa tecnologia. Leia conosco!  Necessidades das organizações modernas O crescimento da tecnologia da orquestração de containers Kubernetes ocorre no contexto de uma grande migração de workloads para ambientes de cloud. Essa demanda por clouds – públicas, privadas ou híbridas – representa uma transformação significativa no panorama da TI, que prioriza investimento em ambientes da nuvem e também no paradigma de desenvolvimento de aplicações.  É cada vez mais interessante às organizações que exista uma preocupação com a portabilidade e com a capacidade de se evitar o vendor lock-in. Além disso, pela maior hibridização dos métodos de implantação dos servidores, os negócios precisam se adaptar sempre de forma rápida aos cenários heterogêneos. Somado a isso, as empresas ainda enfrentam um ambiente de negócios altamente competitivo e dinâmico, que exige inovações constantes e novas aplicações com mais rapidez e eficiência. Tudo isso requer um ambiente de TI ágil e escalável, que possa suportar a implantação de novas aplicações em uma variedade de ambientes de nuvem. É nesse contexto que a orquestração de containers com Kubernetes se torna uma necessidade para as organizações atuais, permitindo que os negócios implementem aplicações de forma mais rápida e eficiente e reduzam o time to market.  A tecnologia também é capaz de assegurar que as organizações gerenciem e escalonem as suas aplicações de forma mais eficiente, tendo a alta disponibilidade para os usuários finais como um diferencial-chave. O Kubernetes oferece recursos avançados de gerenciamento de múltiplos clusters, que asseguram que as organizações implantem e administrem aplicações de forma consistente em todos os ambientes cloud. O que são containers e quais as suas diferenças em relação à VMs? Os containers, popularizados pelo Docker (2013), são uma unidade-padrão de software com artefatos leves e que contêm políticas de segurança e isolamento próprias, além de código-fonte e todas as dependências necessárias para operar de forma rápida e confiável nos mais diversos ambientes, sejam eles de desenvolvimento, homologação ou produção. Essa tecnologia se diferencia das demais máquinas virtuais (VMs) e das práticas de virtualização tradicionais por ser uma alternativa menos “pesada”, com artefato em nível de aplicação, e não mais em nível de infraestrutura.  Na virtualização tradicional, é comum encontrar algumas desvantagens, como a VM Sprawl (expansão ou proliferação de VMs) e a necessidade de limpeza dessa multiplicação de máquinas. Quando ocorre esse problema, por causa da criação de máquinas virtuais sem um planejamento adequado, há sobrecarga dos recursos do servidor físico e, possivelmente, queda no desempenho do sistema, aumento da latência ou até mesmo falhas. Outro desafio da virtualização tradicional pode estar alocado na redundância de recursos, uma vez que algumas operações podem ser duplicadas sem necessidade, algo que também sobrecarrega o sistema. Além disso, há a ocorrência de falhas na sincronicidade de portabilidade entre ambientes e bibliotecas. Às vezes, quando uma aplicação é movida de um ambiente virtual para outro, bibliotecas ou outras dependências necessárias para que ela funcione adequadamente não estão integralmente disponíveis ou são diferentes no novo ambiente. Com isso, a compatibilidade é comprometida e pode afetar o funcionamento correto da aplicação.  Por outro lado, nos containers, o kernel e os recursos básicos são compartilhados, mesmo que estejam rodando diferentes aplicações, o que leva a benefícios como:  Ainda assim, como em qualquer outra estratégia de virtualização, essa também possui desafios:  Dessa maneira, uma das principais diferenças entre a conteinerização e as VMs se dá na esfera da gerência. Os containers podem ser administrados por meio de ferramentas de orquestração, como o Kubernetes, que permite implantar, escalar e monitorar vários deles ao mesmo tempo, enquanto as VMs exigem uma abordagem mais tradicional de gerenciamento, que envolve a alocação de recursos de hardware para cada uma delas.  O que é orquestração de containers e que problemas ela visa resolver? A orquestração de containers é um processo de gerenciamento automatizado que inclui o provisionamento, a implantação, o escalonamento e o monitoramento de vários containers. A atividade é realizada por meio de ferramentas de gerenciamento de containers, como o Kubernetes, que ajudam as organizações a automatizá-los e gerenciá-los de forma mais eficiente. O objetivo da orquestração é resolver problemas que surgem quando as organizações começam a utilizar containers em escala, como os elencados a seguir:  Veja também o webinar gratuito  “Como a orquestração de containers com Kubernetes pode ajudar minha organização?” ______________________________________ Entre os outros diferenciais da tecnologia, a orquestração de containers ainda permite que as organizações os gerenciem em escala, garantindo que as aplicações estejam disponíveis para os usuários finais o tempo todo. Também garante que as organizações implantem aplicações em múltiplos ambientes de nuvem, incluindo nuvens públicas, privadas e híbridas, o que torna a orquestração de containers essencial para as empresas que buscam uma estratégia de nuvem escalável e eficaz. Ou seja, o potencial de escalabilidade da virtualização por meio de containers e de Kubernetes é o que destaca essa tecnologia no mercado.  Por ser uma plataforma de código aberto mantida pela Cloud Native Computing Foundation (CNCF), há uma grande comunidade de desenvolvedores e usuários, o que significa que há boa quantidade de recursos disponíveis para ajudar as organizações a adotar e implementar o Kubernetes. Embora a tecnologia também encontre desafios que precisam ser superados dia a dia pelo profissional de TI, ela representa uma solução eficaz para gerenciar containers em escala nos ambientes de nuvem. Como escolher entre serviços gerenciados de Kubernetes ou a implantação do próprio cluster A escolha entre um serviço gerenciado de Kubernetes ou a implantação do próprio cluster depende de diversos fatores, incluindo a experiência da equipe. Para esse caso, é necessário que o time compreenda que o gerenciamento de cluster Kubernetes é a forma pela qual uma equipe de TI é capaz de administrar estrategicamente um grupo de clusters do Kubernetes, ou seja, deter o conhecimento acerca de vários deles e fazer com que esse sistema performe no melhor ao pior dos cenários. Além disso, antes de tomar essa decisão, os gestores precisam refletir sobre os requisitos de recursos, a complexidade do projeto, os custos e os objetivos de negócio. Listamos, a seguir, alguns pontos a serem considerados para ajudar nessa decisão. 1) Experiência e conhecimento Serviço gerenciado: se a equipe não possui muita experiência com Kubernetes, um serviço gerenciado pode ser uma escolha mais vantajosa, pois muitas tarefas de manutenção e administração são tratadas pelo provedor. Implantação própria: se você tem uma equipe experiente em Kubernetes e está confortável com a configuração, implantação e manutenção de clusters, então implantar o próprio cluster pode ser uma opção. 2) Complexidade do projeto Serviço gerenciado: para projetos menores ou de médio porte, um serviço gerenciado pode ser mais simples de configurar e gerenciar. Implantação própria: para projetos mais complexos ou personalizados, em que você precisa de controle total sobre a configuração do cluster, a implantação própria pode ser mais adequada. 3) Recursos financeiros Serviço gerenciado: normalmente, serviços gerenciados envolvem um custo mensal, mas podem ser mais econômicos para equipes que não têm recursos para manter infraestrutura própria. Implantação própria: implantação própria pode ser mais custosa em termos de tempo, pessoal e recursos financeiros. É necessário considerar os custos de hardware, largura de banda e energia, além do tempo investido pela equipe.  De maneira geral, essa análise está diretamente ligada à existência prévia ou não de infraestrutura na organização-alvo, sendo uma condição importante para a decisão de infraestrutura gerenciada ou self managed. 4) Manutenção e atualizações Serviço gerenciado: atualizações e patches são, geralmente, tratados pelo provedor, o que reflete na redução da carga de trabalho operacional da equipe. Implantação própria: manutenção e atualizações ficam sob responsabilidade da equipe, o que pode demandar mais tempo e recursos. 5) Conformidade e segurança Serviço gerenciado: alguns serviços gerenciados oferecem recursos de segurança e conformidade integrados, sendo importantes para projetos que lidam com dados sensíveis e têm dificuldade em se adaptar às regulamentações desses quesitos. Implantação própria: há maior controle e gerência sobre as medidas de segurança, permitindo uma atuação personalizada, de acordo com os requisitos específicos. A carga gerencial nesses casos é significativa, portanto, é realmente um ponto em que a opção por serviços gerenciados se torna muito mais simples em termos de implantação. A opção por essa modalidade vai variar de acordo com a experiência das equipes e a disponibilidade de recursos e capital, bem como as especificidades de cada projeto.   Cinco exemplos de provedores de serviços Kubernetes 1) Amazon Kubernetes  Também chamado Amazon Elastic Kubernetes Service (EKS), esse serviço se diferencia por permitir a execução, a iniciação e o dimensionamento de aplicativos Kubernetes na nuvem AWS e também localmente. O Amazon EKS substitui, gradualmente, o ECS, além de automatizar tarefas importantes de gerenciamento do Kubernete, como provisionamento de nós, aplicação de patches e atualizações:  2) Docker Enterprise Embora a Docker Enterprise tenha sido adquirida pela Mirantis, empresa especializada em serviços K8s e Open Stack, o produto de código aberto continuou com a Docker Inc. Ainda assim, a Mirantis lançou atualizações importantes para o produto, mantendo o nome Docker Enterprise. Tais inovações objetivam auxiliar o recurso a competir melhor com os principais players de nuvem híbrida:  3) Google Kubernetes  Caracterizado por ser o primeiro serviço de Kubernetes baseado em nuvem do mercado, o Google Kubernetes Engine é um ambiente gerenciado para escalonamento, implantação e administração de aplicativos em contêineres em uma infraestrutura segura do Google.  Considerado uma das plataformas disponíveis mais avançadas de Kubernetes, o Google Kubernetes Engine, atualmente, chama a atenção por alguns pontos de destaque: 4) IBM Kubernetes Disponível, desde 2017, como IBM Cloud Container Service, representa uma das primeiras ofertas Kubernetes gerenciadas totalmente na nuvem. No ano seguinte, foi renomeada IBM Cloud Kubernetes Service como forma de marcar o investimento estratégico da gigante no Kubernetes e também registrar que ela é fundadora do CNCF K8s Conformance Testing. Entre suas características, estão: 5) Oracle Container Engine for Kubernetes Este é um serviço totalmente gerenciado, que pode ser utilizado para a criação de clusters Kubernetes, por meio de um console baseado em navegador e também APIs REST. Possui como diferenciais: Além desses, outros serviços são bem conhecidos para essa finalidade, como Rancher, Alibaba Kubernetes, Linode Kubernetes, DigitalOcean Kubernetes e Azure Kubernetes. ____________________________________________________________ Dominar o conhecimento da tecnologia de conteinerização por meio de Kubernetes e também do gerenciamento de clusters de Kubernetes inaugura um nicho de atuação no mercado de TI cada vez mais necessário e popular.  Aposte no seu futuro neste setor: inscreva-se no curso EaD da ESR “Orquestração de containers com Kubernetes”


    06/09/2023
  • orquestração de containers Kubernetes
    Administração de Sistemas

    Como a orquestração de containers Kubernetes pode ajudar minha organização?

    Uma das ferramentas que mais ganham aderência e popularidade no mercado de TI está relacionada com a virtualização em nuvem e o desenvolvimento consistente de infraestrutura e cloud computing nas empresas. Já ouviu falar de orquestração de containers por meio de Kubernetes? Esse sistema representa uma peça-chave no portfólio de qualquer profissional da TI moderna, sendo uma ferramenta open-source para automatizar o deployment, a escalabilidade e a gerência de aplicações conteinerizadas. Como uma das principais soluções de orquestração de container, o Kubernetes foi originalmente desenvolvido pelo Google e, atualmente, é mantido pela Cloud Native Computing Foundation.   Por entender a importância do tema, separamos, neste guia, os principais pontos acerca dessa tecnologia. Leia conosco!  Necessidades de organizações modernas. O que são containers e quais suas diferenças em relação à VMs? O que é orquestração de containers e quais problemas ela visa resolver?  Necessidades de organizações modernas O crescimento da tecnologia da orquestração de containers Kurbenetes ocorre no contexto de uma grande migração de workloads para ambientes de cloud. Essa demanda por clouds, públicas, privadas ou híbridas, representa uma transformação significativa no panorama de TI, que prioriza investimento nos ambientes da nuvem, e também no paradigma de desenvolvimento de aplicações.  É cada vez mais interessante às organizações que exista uma preocupação com a portabilidade e com a capacidade de se evitar o vendor lock-in.  Além disso, pela maior hibridização dos métodos de implantação dos servidores, os negócios precisam se adaptar sempre de forma rápida aos cenários heterogêneos.   Somado a isso, as empresas ainda enfrentam um ambiente de negócios altamente competitivo e dinâmico, que solicita inovações constantes e novas aplicações, com mais rapidez e eficiência. Tudo isso exige um ambiente de TI ágil e escalável, que possa suportar a implantação de novas aplicações em uma variedade de ambientes de nuvem. É nesse contexto que a orquestração de containers com Kubernetes se torna uma necessidade para as organizações atuais, permitindo que os negócios implementem aplicações de forma mais rápida e eficiente, reduzindo o time-to-market.  A tecnologia também é capaz de assegurar que as organizações gerenciem e escalonem suas aplicações de forma mais eficiente, tendo a alta disponibilidade para os usuários finais como um diferencial-chave. Os Kubernetes oferecem recursos avançados de gerenciamento de nuvens múltiplas, assegurando que as organizações implantem e administrem aplicações de forma consistente em todos os ambientes cloud. O que são containers e quais suas diferenças em relação à VMs?   Os containers, popularizados pelo Docker (2013), são uma unidade-padrão de software com artefatos leves e que contêm políticas de segurança e isolamento próprias, além de código-fonte e todas as dependências necessárias para operar de forma rápida e confiável, nos mais diversos ambientes, sejam eles de desenvolvimento, homologação ou produção. Essa tecnologia se diferencia das demais máquinas virtuais (VMs) e das práticas de virtualização tradicionais por ser uma alternativa menos “pesada”, com artefato em nível de aplicação, e não mais em nível de infraestrutura.  Na virtualização tradicional, é comum encontrar algumas desvantagens, como a VM Sprawl (excessivos números de máquinas virtuais acumuladas ao longo do tempo na organização, o que dificulta sua gerência) e a necessidade de limpeza dessa multiplicação de máquinas. Quando ocorre esse problema, por causa da criação de máquinas virtuais sem um planejamento adequado, há uma sobrecarga dos recursos do servidor físico e, possivelmente, queda no desempenho do sistema, aumento da latência ou até mesmo falhas. Outro desafio da virtualização tradicional pode estar alocado na redundância de recursos, uma vez que algumas operações podem ser duplicadas sem necessidade, algo que também sobrecarrega o sistema.   Além disso, há a ocorrência de falhas na sincronicidade de portabilidade entre ambientes e bibliotecas. Às vezes, quando uma aplicação é movida de um ambiente virtual para outro, bibliotecas ou outras dependências necessárias para que ela funcione adequadamente não estão integralmente disponíveis ou são diferentes no novo ambiente. Com isso, a compatibilidade é comprometida e pode afetar o funcionamento correto da aplicação.  Por outro lado, nos containers, o kernel e os recursos básicos são compartilhados, mesmo que eles estejam rodando diferentes aplicações, o que leva a benefícios como:  Mais velocidade na inicialização; Menor footprint de memória; Racionalização no uso de recursos; Mais instâncias por unidade de hardware. Ainda assim, como em qualquer outra estratégia de virtualização, essa também possui desafios:  Aplicações containerizadas podem ter muitas dependências, o que gera serviços complexos;  A configuração e a alocação de containers é são bem dificultadas com o crescimento do parque;  O balanceamento de carga e a publicação de aplicações devem ser tratados; O monitoramento e a self-healing de aplicações devem ser gerenciados; O ambiente deve ser capaz de escalar à medida que a demanda aumenta; As interações intercontainer devem ser configuradas de forma segura.  Dessa forma, uma das principais diferenças entre a conteinerização e as VMs se dá na esfera da gerência. Os containers podem ser administrados por meio de ferramentas de orquestração, como o Kubernetes, que permitem implantar, escalar e monitorar vários containers ao mesmo tempo, enquanto as VMs exigem uma abordagem mais tradicional de gerenciamento, que envolve a alocação de recursos de hardware para cada uma delas. O que é orquestração de containers e quais problemas ela visa resolver? Assim, a orquestração de containers é um processo de gerenciamento automatizado  que inclui o provisionamento, a implantação, o escalonamento e o monitoramento de vários containers.  A atividade é realizada por meio de ferramentas de gerenciamento de containers, como o Kubernetes, que ajudam as organizações a automatizá-los e gerenciá-los containers de forma mais eficiente. O objetivo da orquestração é resolver problemas que surgem quando as organizações começam a utilizar containers em escala, como os elencados abaixo:  Provisionamento – o Kubernete permite que o profissional de TI defina um conjunto de recursos de infraestrutura, especificando que configuração será implantada para as aplicações. Em outras palavras, isso significa dizer que essa prática faz o provisionamento automático da infraestrutura necessária e, assim, implanta os containers de acordo com as especificações definidas. Quando o provisionamento é manual, esse processo demanda um conhecimento avançado de tecnologia de containers, é mais demorado e passível, claro, de falhas humanas.  Implantação – assim como na funcionalidade anterior, a orquestração de containers por Kubernetes consegue driblar o problema da implantação manual por ser capaz de automatizar o processo, com a utilização de estratégias de implantação para facilitar sua atualização e a oferta de recursos avançados de gerenciamento de configuração e segredos. Com o Kubernetes, há a definição de um conjunto de especificações que descrevem como as aplicações devem ser implantadas, como informações da imagem do container, a quantidade de réplicas e as configurações de rede e armazenamento. Com isso, a própria ferramenta implanta os containers de forma automática, executa uma estratégia que facilita a atualização dessas aplicações sempre que uma nova versão é utilizada e monitora seu progresso. Essas ações, realizadas de maneira automática, otimizam o problema da disponibilidade das aplicações durante a atualização. Escalonamento – o Kubernetes permite a definição de políticas de escalonamento que possibilitam que a infraestrutura seja escalonada automaticamente para acomodar picos de demanda ou, quando for o caso, reduzir o uso de recursos em períodos mais tranquilos. Além disso, o escalonamento se torna mais eficiente com essa tecnologia, uma vez que ela executa um balanceamento de cargas e distribui os containers de maneira estratégica entre os nós dessa infraestrutura. Por meio do gerenciamento de recursos, a infraestrutura ainda é administrada sob uma ótica de maximização da eficiência e redução do desperdício de atributos. Monitoramento – há recursos no Kubernetes que dão ao usuário a capacidade de supervisionar a saúde dos clusters em tempo real e integrar outras ferramentas de monitoramento nesse processo. Com isso, é possível coletar métricas de desempenho e estado dos containers e serviços em execução e exibir esses dados em painéis personalizados. Dessa forma, o processo de observação do funcionamento dos sistemas e das aplicações se torna mais efetivo e pode, inclusive, ser configurado para exibição de alertas e notificações dos usuários quando alguma intercorrência afetar a estrutura. ______________________________________ Dentre os outros diferenciais da tecnologia, a orquestração de containers ainda permite que as organizações os gerenciem em escala, garantindo que as aplicações estejam disponíveis para os usuários finais o tempo todo.  Também garante que as organizações implantem aplicações em múltiplos ambientes de nuvem, incluindo nuvens públicas, privadas e híbridas, o que torna a orquestração de containers essencial para as empresas que buscam uma estratégia de nuvem escalável e eficaz. Ou seja, o potencial de escalabilidade da virtualização por meio de containers e de Kubernetes é o que destaca essa tecnologia no mercado.  Por ser uma plataforma de código aberto mantida pela Cloud Native Computing Foundation (CNCF), há uma grande comunidade de desenvolvedores e usuários, o que significa que há boa quantidade de recursos disponíveis para ajudar as organizações a adotar e implementar o Kubernetes. Embora a tecnologia também encontre desafios que precisam ser superados dia a dia pelo profissional de TI, representa uma solução eficaz para gerenciar containers em escala nos ambientes de nuvem. Assista ao webinar “Como a orquestração de containers com Kubernetes pode ajudar minha organização?” na íntegra e aprenda novos detalhes dessa tecnologia com a ESR!


    04/05/2023
  • Guia Linux
    Administração de Sistemas

    Guia Linux: 5 curiosidades sobre um dos sistemas operacionais preferidos do mercado

    Embora a explicação ou a criação de um Guia Linux seja relativamente complexa, falar desse sistema operacional é imprescindível para qualquer profissional da área de TI. Afinal, essa é uma ferramenta com grande número de aplicações. De forma geral, o Linux é um sistema operacional concorrente ao Windows e ao MacOS. Ou seja, representa uma ferramenta presente ordinariamente na vida cotidiana, desde em um relógio de pulso, um computador ou smartphones, até em maquinários potentes. Entretanto, ele guarda outros detalhes importantes.  Neste artigo vamos abordar um Guia Linux objetivo com as principais curiosidades sobre o tema para você dar os primeiros passos nesse caminho.  5 Guia Linux: 5 coisas que você precisa saber De acordo com uma recente pesquisa da StatCounter, publicada em julho de 2022, o Linux é o 6º sistema operacional (OP) mais utilizado no mundo, abrangendo 1,02% do mercado.  A ferramenta é bastante popular entre o meio tecnológico e entre os desenvolvedores. Mas, engana-se quem pensa que sua instalação é voltada apenas para esse setor. Descubra abaixo alguns detalhamentos da tecnologia que desmistificam esse cenário.  1) O que é Linux? Como mencionamos acima, em uma explicação simples, Linux é um sistema operacional, tal qual Windows e Mac OS, criado em 1991 por Linus Torvalds.   Quando passamos para uma definição mais técnica, tem-se, na verdade, que Linux é o nome dado apenas ao núcleo do sistema operacional Kernel. Este, por sua vez, compreende o compilado de diversas instruções que orientam o uso de um processador, memória, disco e demais dispositivos, ou quem gerencia o hardware. Isolado, o Kernel não possui usabilidade, dependendo de programas adicionais para exercer uma conexão entre hardware e aplicativos.   Portanto, mesmo que seja comum falar que o Linux é um sistema operacional, ele vai além desta definição!  2) Tem código aberto  Distanciando-se de seus concorrentes e da criação para um fim comercial, o sistema operacional Linux tem código aberto e gratuito.  Ou seja, a ferramenta permite que qualquer usuário possa criar e fazer a distribuição de aplicativos para esse SO. É o que se chama também de Open Source e configura um de seus principais diferenciais de mercado. Inclusive, a ideia por trás desse projeto é que cada pessoa customize sua experiência e adicione ao SO os seus programas e funcionalidades favoritas.  Normalmente, a distribuição do Linux é disponibilizada pelo site das mantenedoras, como Debian, Red Hat, SuSE, entre outras.  Além disso, por  tratar-se de uma tecnologia ser open source, é muito mais fácil customizar e portar o Linux para diferentes arquiteturas, tornando-o compatível com diversos dispositivos eletrônicos, como TVs, caixa eletrônico, roteadores, computadores de bordo, servidores e cloud computing.  3) Conta com a Linux Foundation Atualmente, a instituição Linux Foundation funciona como um consórcio de grandes empresas, com ações específicas:  organizar o sistema de pagamentos dos desenvolvedores fixos do Linux organizar padrões da indústria ligados ao SO, como sistemas operacionais de carros inteligentes; impulsionar o uso de tecnologias abertas; disseminar e criar melhorias para o sistema operacional Essa organização proporciona que o Linux ganhe cada vez mais espaço e esteja continuamente em processo de atualização.  4) Não serve apenas para desenvolvedores e programadores Diferentemente do que se tem como senso comum, o Linux não precisa ser utilizado apenas pelo meio técnico.  Existem distros variadas para diferentes finalidades. As distros são distribuições Linux, ou seja, resultado dos esforços de uma empresa ou comunidade de desenvolvedores para a criação de um sistema operacional que usa como o Kernel o Linux, acoplando outros  softwares open source ou de código fechado nesta tecnologia.  Usuários avançados podem optar, por exemplo, por versões que oferecem possibilidades mais consistentes de customização e podem ser mais difíceis de utilizar. É o caso do Arch Linux, Gentoo ou Slackware. Enquanto isso, usuários menos experientes podem ter acesso a distribuições como o Ubuntu, Linux Mint ou ElementaryOS, mais simples e amigáveis.  5) É uma ótima especialização para profissionais de TI.  Seja na iniciativa privada ou em instituições públicas, devido à excelente relação de custo x benefício para o cliente e também por causa da flexibilidade e versatilidade de aplicações, o  Linux tem alta demanda no mercado.  A crescente popularização do SO, bem como a necessidade de profissionais qualificados para gerir sistemas e controlar infraestruturas para as mais diversas finalidades, torna a especialização nesta área uma verdadeira promessa de vagas e crescimento profissional.  Inclusive, o 10º Relatório Anual de Empregos de Código Aberto, desenvolvido em parceria com a edX e a Linux Foundation Research, identificou que 93% dos empregadores entrevistados se queixam acerca da dificuldade em encontrar talentos suficientes com habilidades de código aberto.  >> Leia mais: Como se tornar um administrador de sistemas Linux?!  ————————— Para dominar um Guia Linux, seu primeiro passo deve ser conhecer e se habituar com esse modelo de sistema operacional.  A partir disso, inúmeras possibilidades podem se abrir, desde o uso recreativo, ao profissional através de capacitação e treinamentos.  Conheça todas as nossas turmas voltadas para o aprendizado desse sistema totalmente versátil aqui!


    19/01/2023
  • O que é Data Center
    Administração de Sistemas

    O que é Data Center: saiba mais sobre essa estrutura e a sua importância

    Na década de 1960 saber o que é data center passava necessariamente por grandes cômodos, andares ou salas inteiras com equipamentos responsáveis por abrigar servidores e sistemas de tecnologia da informação.  Com a transformação digital e a demanda por atualizações neste serviço para suportar a crescente complexidade dos dados e suas análises (big data e analytics), além do surgimento de Internet das Coisas, Machine Learning, Inteligência Artificial, virtualização e conteinerização, os data centers diminuíram seus espaços, mas ganharam em sua capacidade de trabalho.  Em linhas gerais, data center ou centro de processamento de dados são instalações físicas ou ambientes previamente projetados para centralizar servidores, redes, equipamentos de armazenamento e processamento de dados, além de outros serviços de tecnologia da informação de organizações diversas.  Hoje em dia, esses centros,considerados os cérebros da Internet, ocupam uma área muito menor do que a vista anteriormente na história, contudo, são capazes de armazenar os mais de 2,5 milhões de terabytes de dados gerados por dia. Para isso, mais de 7 milhões de data centers operam de pequenas a grandes operações de escala industrial.  Neste artigo você confere as principais informações acerca deste conceito.  O que é data center: componentes do centros de processamento de dados Como mencionamos acima, o data center é uma instalação destinada a centralizar os serviços de tecnologia da informação de determinada organização.  Imagine que o data center é como o seu computador pessoal, mas com a habilidade de armazenar milhares de servidores e bancos de dados, além de garantir o processamento de uma enorme quantidade de informações.  O data center cumpre diversas funções importantes para a TI corporativa, como promover a segurança da informação, dando suporte às redes às quais está associado, garantindo a manutenção da energia e estabilidade aos serviços de TI. Diariamente esses ambientes armazenam e processam dados numerosos das empresas. Para tanto, os data centers demandam uma estrutura básica, composta de:  Tipos de data center Agora que você já sabe o que é data center, precisa compreender que, geralmente, eles são divididos em dois modelos: PDC e IDC.  Como escolher um data center para a minha empresa?  Para escolher um data center para sua empresa, você deve saber que existem modelos diferentes de utilização desta tecnologia.  Há, por exemplo, a possibilidade de uso corporativo monolítico, uso corporativo compartilhado, ou, ainda, formato ASP. Esses conceitos podem ser objetivamente compreendidos da seguinte forma:  No curso “Planejamento e Projeto de Infraestrutura para Datacenter”, da Escola Superior de Redes, você compreende a diferença entre esses modelos de utilização e aprende a desenvolver um projeto de infraestrutura de Data Center para apoiar o planejamento estratégico corporativo. O curso oferece uma visão crítica das opções de Data Centers disponíveis pelo mercado, apresentando normas e boas práticas para elaborar o projeto das diferentes disciplinas que envolvem essa tecnologia. O conteúdo programático possibilita ao aluno identificar a solução que melhor se adequa a sua organização, permitindo argumentar e negociar com os diversos fornecedores de produtos e serviços.  O curso é destinado a profissionais atuantes na área de TI em funções técnicas e gerenciais, que desejam desenvolver as competências necessárias para a construção de um Data Center, baseadas nas melhores práticas do mercado.


    03/11/2022
  • O que é virtualização de servidores
    Administração de Sistemas

    Um guia definitivo para entender o que é virtualização de servidores

    A virtualização de servidores, seja em datacenters corporativos ou em ambiente de nuvem, é uma das áreas de maior demanda no mercado de trabalho de TI. Afinal, a tecnologia é capaz de levar as organizações a conquistarem inúmeros benefícios, como maior segurança de rede, gestão de crises mais eficiente e sustentabilidade.  Dada a sua importância e capacidade de otimizar tarefas, a virtualização de servidores é um assunto imprescindível para profissionais deste segmento, seja em início de carreira ou para os mais experientes.  Sabendo disso, a ESR preparou o conteúdo abaixo para recordar o que é virtualização de servidores, suas vantagens e para que serve essa prática. Continue conosco para revisar os principais tópicos sobre o assunto.  O que é virtualização de servidores?  De forma geral, a virtualização de servidores é a técnica responsável por rodar em uma só máquina física diversos servidores virtuais.  Por meio de um tipo de software, chamado hypervisor, a virtualização é realizada refletindo, principalmente, em otimização de custos operacionais com hardware.  Ou seja, é um processo que possibilita hospedar em uma máquina física outras máquinas virtuais – todas elas com sistemas independentes entre si. Ainda é possível fazer o chamado nested virtualization, no qual máquinas virtuais (VMs) rodam em cima de outras VMs. Outra forma de categorizar a virtualização de servidores é entendê-la como uma ferramenta para condensar serviços, os próprios sistemas operacionais, e softwares em um ambiente virtual único.  Para que serve a virtualização de servidores?  A virtualização de servidores tem o objetivo de otimizar as tarefas de TI, facilitando a operação de múltiplos sistemas e aplicações em um datacenter através do uso de máquinas virtuais.  Para que isso seja possível a virtualização de servidores conta com: Uma máquina física – CPU, memória, discos, conexões a SAN (Storage Area Network) e de rede. Exceto quando há nested virtualization, como já mencionado anteriormente neste artigo.  Hypervisores – variados softwares, tanto de código aberto quanto proprietários, responsáveis por dar à máquina física a possibilidade de se hospedar outras virtuais.  Máquinas virtuais – como o nome indica são os demais servidores. Partes fragmentadas do hardware principal, que têm seu estado armazenado em arquivos do sistema do hypervisor Um sistema operacional diferente, caso necessário, para cada máquina. Quais as vantagens da virtualização de servidores?  Reiterando o que comentamos acima, a virtualização de servidores gera inúmeros benefícios para as empresas que adotam a técnica, como é o caso da otimização de custos com manutenção física. Além disso é uma solução com maior segurança, permite a gestão de crises, facilita a portabilidade de aplicações de ambientes de teste e desenvolvimento para o ambiente de produção, possibilita a execução de testes sem parar os sistemas, dentre outras vantagens.  Falamos sobre todas elas por aqui em um conteúdo exclusivo ESR.  Quais são os tipos de hypervisores existentes?  Em linhas gerais, os hipervisores, ou monitores de máquina virtual, são softwares, firmware ou hardwares, gratuitos ou licenciados, capazes de criar e rodar máquinas virtuais (VMs). Quem mexe com datacenters sabe que eles são muitos no mercado, sendo representados por diferentes marcas, como é o caso do XenServer, Oracle, VMWare, Hyper-V da Microsoft e KVM.  Por aqui esse também já foi tema de outro importante conteúdo da ESR, que detalhou o funcionamento dos hypervisores, seus modelos e indicações.  Como fazer a virtualização de servidores A virtualização de servidores pode ser categorizada de três formas:  Virtualização completa  Paravirtualization Virtualização no nível de sistema operacional  Cada uma delas é desenvolvida para se adequar a propósitos diferentes dentro das empresas.  Por exemplo, este artigo faz referência principalmente à virtualização completa (full virtualization). Neste cenário, o hypervisor instalado nos servidores do datacenter – tipicamente assistido por hardware – permite a execução de máquinas virtuais com diferentes sistemas operacionais, garantindo seu isolamento e sem a necessidade de tradução binária de instruções.  Já a paravirtualization, de acordo com o Grupo de Teleinformática e Automação da UFRJ, é uma alternativa à virtualização total, na qual “o sistema operacional é modificado para chamar o hypervisor sempre que executar uma instrução que possa alterar o estado do sistema, uma instrução sensível. Isso acaba com a necessidade de o hypervisor testar instrução por instrução, o que representa um ganho significativo de desempenho. Neste modelo os dispositivos de hardware são acessados por drivers da própria máquina virtual, não necessitando mais do uso de drivers genéricos que inibiam o uso da capacidade total do dispositivo”.  Por fim, a virtualização em nível de sistema operacional é um paradigma no qual criam-se diversos espaços isolados no espaço de usuário. Este cenário é tipicamente observado em soluções de conteinerização (como o Docker, Podman ou LXC), zonas ou partições. O que se espera de um profissional capacitado para virtualização de servidores? Como dissemos anteriormente, a virtualização de servidores possibilita ao profissional de TI otimizar tarefas e, consequentemente, resultados. Por isso, essa é uma tecnologia de grande relevância no mercado e, cada vez mais, demanda colaboradores que saibam detalhadamente os processos da virtualização. Além de saber características particulares desse tipo de tecnologia, um virtualizador de servidores precisa dominar bem a administração de redes, ter conhecimento técnico e sobre cibersegurança.  Ainda listamos outras 5 habilidades essenciais para quem deseja se especializar nesta área aqui! Como faço para me tornar especialista em virtualização de servidores?  Várias organizações estão em busca de soluções que ofereçam mais segurança e garantam rentabilidade ao seu dia a dia.  Por isso, a especialização em virtualização de servidores e o conhecimento dos softwares de virtualização podem significar um ponto de transformação na sua carreira.  A ESR possui um treinamento que é referência neste tema, em parceria com a conceituada Ascend.  Com sede nos Estados Unidos, a Ascend Education desenvolve capacitação completa de  TI e conta com anos de experiência prática nos campos de treinamento técnico e de certificações. Para o curso “Virtualização de Servidores Online (EaD)“, ESR e Ascend focam na apresentação de conceitos e das boas práticas da virtualização de servidores, para que o aluno domine como funciona a virtualização, o papel e a função de um hipervisor, o papel e a função de uma máquina virtual e como funcionam as redes virtuais.  Os participantes do treinamento terão acesso também às principais soluções de virtualização do mercado, com laboratórios práticos das soluções da Vmware e XenServer, realizando a configuração das ferramentas existentes, criando e configurando máquinas virtuais e explorando seus recursos. Também são abordados os conceitos da virtualização em nuvem. Gostou? 🚩 Inscreva-se aqui! 


    13/10/2022
  • Administrador de sistemas Linux
    Administração de Sistemas

    3 dicas para se tornar um administrador de sistemas Linux!

    O sistema operacional Linux atingiu níveis sem precedentes de implementação em ambientes corporativos, de acordo com um estudo recente encomendado pela empresa SUSE, divulgado pelo Canal Tech. As principais razões para a adoção do Linux incluem baixo custo total de propriedade (TCO, na sigla em inglês), maior desempenho e o desejo dos clientes de evitar a dependência de fornecedores. Em mais de 30 anos após sua introdução no mercado, o Linux é hoje um software amplamente aceito e considerado seguro pela maioria dos ambientes de servidores corporativos.  O estudo apontou que 83% dos entrevistados estão rodando Linux em seus servidores, e mais de 40% estão usando Linux como seu sistema operacional ou como uma das suas principais plataformas. As aplicações mais populares executadas em Linux são banco de dados e inteligência de negócio, cada uma delas representando 17% do total. Servidores web (14%), sistemas de CRM (12%), armazenamento de dados (12%) e aplicativos personalizados/verticais (8%) também se destacam entre os mais executados. Quase 60% dos participantes da pesquisa concordam que mudar para plataformas de software livre como o Linux garante que as organizações evitem a dependência de fornecedores.  Outra pesquisa, compartilhada no site Softpedia, mostra um infográfico que explicita como o sistema operacional Ubuntu Linux é usado em todo o mundo. Desde usuários comuns às grandes empresas, são muitos os que usufruem dos serviços do sistema operacional livre. A usabilidade desse sistema vai desde grandes empresas, como Netflix, PayPal, eBay, Bloomberg, Spotify e Sky, que usam o Ubuntu para executar suas operações de tecnologia global, às redes de satélite 5G da Agência Espacial Européia. Portanto, o Ubuntu está sendo usado em todos os lugares, incluindo carros autônomos, blockchain e todo tipo de robótica. Em maio de 2020, o Ubuntu respondeu por 64,98% de todas as instalações do Linux, enquanto uma entrada genérica do “Linux” representa mais de 33%, de acordo com os dados do NetMarketShare. Esses números demonstram que os sistemas de código aberto têm um lugar cativo no mercado, seja na iniciativa privada ou em instituições públicas, devido à excelente relação de custo x benefício para o cliente e também por causa da flexibilidade e versatilidade de aplicações Linux. Isso resulta em um mercado ávido por profissionais qualificados para gerir sistemas e controlar infraestruturas para as mais diversas finalidades. O ramo é bastante receptivo para profissionais que conhecem bem o sistema e dominam certas áreas técnicas, envolvendo servidores, redes, entre outras. Outro fato que comprova esse avanço são os dados do Relatório de Emprego da Linux, do ano de 2015, o Linux Jobs Report 2015. Nesse estudo a empresa aponta para como de fato os profissionais que têm conhecimento em configurações de servidores do Linux são mais valorizados e cobiçados pelo mercado de um modo geral. Segundo o documento, para uma organização que deseja muito ter em seus quadros um dos melhores profissionais do ramo em matéria de Linux, o ideal é procurar dar meios para que este profissional se sinta bem e atraído pela ideia de permanecer. Como se tornar um administrador de sistemas Linux?!  1) Invista em capacitação Para conquistar uma especialização no sistema Linux e se tornar um administrador desse modelo é importante procurar por capacitações que sejam referência no mercado.   A ESR (Escola Superior de Redes) convidou o profissional Bruno Fagundes, Especialista em Segurança de Redes, que atua há mais de 15 anos na área de TI, para ministrar o próximo evento online gratuito da empresa: “Como se tornar um administrador de Sistemas Linux”, no dia 09 de setembro, às 10h.  Em um bate-papo descontraído, os mediadores da ESR e o administrador de sistemas discutirão as maneiras práticas para alcançar esse objetivo e se diferenciar em um mercado tão requisitado.  O webinar ainda irá abordar os principais desafios para iniciar uma carreira de Administrador de Sistemas Linux, além de discutir as atribuições e habilidades que esse especialista deve possuir. Ao se inscrever você também fica por dentro dos conceitos básicos de funcionamento de um sistema operacional Linux e das principais distribuições disponíveis. Inscreva-se gratuitamente aqui e dê início à sua carreira de administrador de sistemas Linux! 2) Seja um usuário Linux O profissional responsável pela instalação, configuração e manutenção de sistemas Linux precisa ter habilidades avançadas em administração de sistemas operacionais Linux, o que é requisito também para outras funções mais avançadas na hierarquia do setor de TI de grandes empresas. Ser usuário de Linux é uma excelente maneira de começar. Poucas pessoas possuem o hábito de utilizar sistemas operacionais Linux em seus computadores pessoais, se comparado ao Windows ou Mac. Essa vivência acaba desenvolvendo uma bagagem necessária para se tornar um Administrador de Sistemas Linux. Ou seja, para ser um bom administrador, é preciso ser também usuário do sistema. 3) Entenda as responsabilidades de um administrador de sistemas Linux Um profissional que opte por se tornar um administrador de sistemas Linux precisa dominar, sobretudo, as seguintes atividades: Gerenciamento de usuários, grupos e processos; Gerenciar os sistemas de arquivos e políticas de backup; Administrar serviço de impressão; Gerenciamento e monitoramento de logs de registro de eventos; Instalação e configuração de uma rede TCP/IP e configuração dos serviços Internet. ______________________________________________ Como mencionado, a demanda por profissionais especializados em sistemas operacionais Unix/Linux é uma realidade no mercado de trabalho. Para exercer essa função, uma das principais exigências é uma capacitação completa na formação de administradores de sistemas, que reflita em um profissional com visão ampla desde a infraestrutura, configuração de sistemas em ambientes virtualizados e a utilização de containers. No webinar da ESR, o participante entenderá com mais detalhes como  ingressar e se destacar nesta área.  Se ainda há dúvidas se o evento online é para você entenda a quem se destina: Profissionais da área TI que desejam conhecer e aprofundar o conhecimento nos sistemas Linux; Profissionais de TI que atuam com sistema Linux e pretendem aperfeiçoar a configuração dos sistemas e ofertar serviços na internet de forma segura; Profissionais de TI que possuem projetos ou atuam com virtualização de infraestrutura; Profissionais de TI que possuem projetos ou atuam com gestão de infraestrutura e sistemas de forma ágil utilizando a metodologia DevOps. Interessados/curiosos sobre o tema e sobre a área de TI Abaixo você confere ainda outros motivos para escolher essa área de investimento, por meio de projeções que ela pode garantir à sua carreira tecnológica. Saiba porque é vantajoso se tornar um especialista Linux.  Vantagens de ser um especialista em Linux 1) Segurança da informação como início da Carreira em TI A questão da segurança está cada dia mais no centro das atenções do mundo da tecnologia e as empresas não param de contratar profissionais nessa área. Quem domina Linux tem uma grande vantagem para conquistar um bom emprego. Isso porque muitos softwares de segurança, como os programas de simulação de ataque, de análise de dados ou de servidores web, são construídos com base em Linux. Sendo mais uma oportunidade para quem se torna um especialista em Linux com a ESR.  2) Administração de banco de dados Banco de dados é o centro nervoso de uma empresa, em analogia é como o coração de qualquer administração moderna. É no banco de dados que estão armazenadas as informações corporativas. Por isso, precisa ser cuidado por profissionais competentes e capacitados. A questão é que boa parte dos bancos de dados atuais rodam com o sistema Linux. É o caso do PostreSQL e o MySQL, por exemplo. Como esses bancos de dados são muito populares, é comum encontrar empresas em busca de profissionais especializados em Linux para administrá-los da melhor maneira possível. Um administrador de banco de dados realiza diversas atividades em sua rotina. Entre elas, gerenciar níveis de acesso dos usuários, desenvolver a documentação do sistema, testar e monitorar a performance do banco e analisar o desempenho dos servidores. Eis, portanto, outra vantagem de ser um especialista Linux.  3) Atendimento ao cliente como carreira em TI Com o desenvolvimento e a disseminação da internet, muitos programas de computador atualmente são vendidos na estrutura de cloud computing (nuvem). Dessa forma, as empresas ganham em escala e conquistam muito mais consumidores. Para dar conta da demanda e prestar um serviço de qualidade, as empresas precisam oferecer um suporte altamente especializado a seus clientes. Isso é bom para os profissionais de Linux. Muitos desses softwares que rodam na nuvem funcionam em servidores de base Linux. Quem conhece o sistema operacional tem muito mais facilidade em atender a demanda dos clientes e solucionar qualquer problema que possa chegar até o suporte, tornando-se mais uma vantagem competitiva.  ___________________________________ Agora que você conhece ao menos 3 áreas que estão ligadas a esse sistema operacional revolucionário, só falta começar a sua especialização e ir para o mercado preparado.  Seja um especialista em Linux e garanta novas oportunidades de mercado para 2022. Clique aqui e assista gratuitamente ao webinar sobre o tema da ESR!  Webinar “Como se tornar um administrador de sistemas Linux”, com Bruno Fagundes


    06/10/2022