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Escola Superior de Redes

Temas Diversos

  • Metodologia OKR Master Bootcamp
    Temas Diversos

    Como implementar a metodologia OKR nos negócios

    Para qualquer segmento ou área de negócio, as estruturas de gestão são as peças fundamentais para assegurar a permanência das empresas no mercado. Existem inúmeras possibilidades para implementá-las, mas você já ouviu falar da Metodologia OKR? Conhecida por ser a metodologia de gestão de empresas inovadoras e voltadas para uma cultura de ousadia, como o Google e a Intel, a OKR (Objectives and Key-Results / objetivos e resultados-chave) se diferencia das demais por juntar em uma única metodologia os conceitos de foco, transparência, alinhamento, ousadia. Além disso, possibilita ajustes na execução de maneira rápida.  Através de um acompanhamento diário, semanal e mensal, durante uma jornada de um ano, as empresas que adotam a OKR conseguem agir por meio de uma mentalidade preventiva, com alto grau de adaptação, distanciando-se da ação reativa ou do tradicional modus operandi “apagar incêndio”   No inédito webinar “OKR Master Bootcamp no METAVERSO”, a Escola Superior de Redes (ESR) promove um encontro com o especialista em consultoria de OKR e sua plena efetivação nos negócio, Tony Menezes, para esclarecer como conduzir esse processo nas empresas que desejem uma atuação mais arrojada e determinada a conquistar resultados grandiosas nos próximos anos.  É o caso da sua organização? Confira os principais pontos abordados no evento online logo abaixo.  Você vai encontrar por aqui noções básicas para preparar a sua empresa para aplicar uma das metodologias que melhor impactam o desempenho das empresas. O que é Metodologia OKR  De acordo com o profissional especialista Tony Menezes, a metodologia de gestão OKR é a predominante no Vale do Silício e se caracteriza por ser uma fórmula para definir metas conectadas ao propósito de uma empresa, além de recursos para acompanhá-las por meio de comandos simplificados e visuais.  Ou seja, é uma combinação de orientações: o “para onde eu vou”, que representa o objetivo, junto com o “como chegarei lá, medido por”, que compila o conjunto de resultados-chave.  Essa sistematização foi desenhada pelo ex-CEO da Intel, Andrew S. Grove, tornando-se popular em 1999, quando um dos investidores do Google, John Doerr, apresentou a metodologia para os fundadores e colaboradores.  A partir disso, o método se destacou por ter suportado o crescimento do Google, uma vez que a empresa foi de 40 funcionários aproximadamente em 1999, para mais de 85 mil nos dias de hoje.  Com esse resultado a metodologia OKR demonstrou que pode ser utilizada tanto por pequenas empresas como por grandes corporações. É uma metodologia simples focada em gestão de desempenho, com metas desafiadoras e que prioriza uma série de ações das empresas:   Foco excepcional. Alinhamento através de transparência nos processos. Todos sabem quais são os objetivos chave e, por isso, não há mais disputa entre departamentos, por exemplo. Cria um compromisso espontâneo e desafiador  Telemetria em tempo real: a metodologia torna possível acompanhar o progresso de cada equipe em tempo real, bem como permite a observação da performance dos objetivos chave. Ou seja, você sabe exatamente onde a sua empresa, você e equipe estão, com uma frequência diária, semanal e mensal. O que é preciso para implementar a metodologia OKR nas empresas?  Para que a metodologia tenha impacto no negócio, torna-se imperativo entender como pensar e definir os objetivos e, ao mesmo tempo, identificar os KPIs que medirão o progresso dos resultados-chave mais adequados ao propósito da organização.  Portanto, o conhecimento do negócio é imprescindível, além da necessidade de gestores e equipes evidenciarem os resultados almejados pelos objetivos estabelecidos.  Objetivos são uma declaração concisa da direção desejada pela empresa. Um bom objetivo consegue sensibilizar e engajar as pessoas para que possam imaginar o quão impactante será alcançá-lo.  Já os resultados-chave são os indicadores que confirmam diretamente o atingimento do objetivo caso seja alcançado com sucesso. Dessa forma, o primeiro passo para a implementação de uma metodologia OKR é compreender se a empresa está pronta para abraçar esse modelo de trabalho.   Uma vez que a OKR incentiva o acompanhamento com checkings em um curto período de tempo para que seja possível mudar rotas quando necessário, é preciso que os executivos tenham em mente até que ponto a empresa está voltada para uma cultura de risco e ousadia.  A empresa promove experimentação Quando ocorrem erros, há algum tipo de penalidade? A ideia é que não exista essa vinculação, para que funcionários e gestores se sintam confortáveis em ousar e promover melhorias inovadoras nos processos.  Os resultados de uma atuação profissional não são vinculados à remuneração?  Os executivos estão dispostos a ceder seu tempo para alinhamentos com a equipe de consultoria responsável pela implementação da metodologia OKR? Essas são perguntas-norteadoras que podem esclarecer se a empresa está apta a executar o modelo.  É necessário, então, que a organização tenha:  Missão clara OKRs simplificados  Abrace um processo gradual de implementação Priorize a cultura de risco Conte com uma liderança que define o propósito da empresa Uma cultura forte e equipe alinhada Passo a passo para a implementação da metodologia OKR  Após a verificação de aptidão para abraçar a forma de trabalho da metodologia OKR, é preciso seguir alguns passos básicos para que o processo dê resultados ao negócio.  Passo 1: Estabelecer um objetivo (objetivos caracterizam a direção) que seja de fácil visualização e represente o propósito da empresa para um determinado período.  Exemplos de objetivos variados Acelerar e escalar uma plataforma Aumentar exponencialmente os lucros da sociedade Ser a maior transportadora do estado  Ser a plataforma número 1 de transações financeiras  Encantar Alunos através de uma experiência educacional incrível  Transformar vendas em bons negócios Passo 2: Estabelecer resultados-chaves que de fato levem a empresa a alcançar o objetivo (resultados chaves aquilo que será medido, tarefas e alinhamentos)  Aqui a empresa irá estabelecer a forma de se chegar ao objetivo, avaliando indicadores mensuráveis para tanto. O que é necessário mensurar para compreender se o objetivo estabelecido está sendo cumprido?  Passo 3: Estar disponível para alinhamentos e acompanhamentos  Como mencionamos, é essencial que após as 2 primeiras etapas, além da originária (compreender se a empresa está apta para a metodologia OKR), gestores e funcionários estejam disponíveis para alinhamento e acompanhamento semanal.  A metodologia OKR incentiva a correção rápida de erros pontuais, bem como avaliar o progresso dia a dia. Portanto, uma de suas etapas mais importantes encontra-se na demanda por:  Disponibilidade de horas da equipe  Sessões para definir OKRs Alinhamento entre as partes envolvidas Acompanhamento semanal  Treinamento  Definição dos multiplicadores  Embora tenha encontros contínuos, a jornada da metodologia é anual e demanda este período para apresentar os benefícios de sua implementação nas empresas. Mesmo com essa latência é uma das metodologias que melhor desenvolve o negócio e o conduz para uma performance de alto valor.  ————————————————— Chegou ao final deste conteúdo pensando sobre onde está e onde quer levar a sua empresa daqui a 3 meses? Este é um indicativo claro de que a metodologia OKR pode ser adequada ao seu modelo de negócio.  Continue se especializando no assunto. Assista ao Webinar na íntegra e veja exemplos da implementação da metodologia OKR em cases de sucesso reais  >> Webinar a íntegra OKR Master Bootcamp no METAVERSO, com o especialista Tony Menezes


    16/02/2023
  • Startups
    Temas Diversos

    A importância da TI na inovação do mercado de startups

    Não é segredo para ninguém que falar de inovação é também abordar o modelo de negócio das startups. Exemplo disso é que, mesmo diante da inflação, juros altos, crise econômica pós-pandemia e de uma recessão de 44% em relação à captação, quando analisados dados do ano anterior, essas empresas continuam se reinventando e se adequando para transpor tais barreiras.  Um relatório do Distrito indicou que startups brasileiras, por exemplo, captaram US$ 2,92 bilhões no primeiro semestre de 2022. Embora o valor seja menor do que o desejado, evidencia o potencial e resiliência dessas organizações para continuarem desenvolvendo novas formas de gerar valor.  Um dos motivos para que essas organizações consigam se ajustar frente às oscilações do cotidiano é serem pautadas na tecnologia. Utilizar esse recurso, tanto em seus processos internos quanto externos, coloca as startups em vantagem em relação às empresas tradicionais.  Por isso, este é um conteúdo que objetiva elencar, em mais detalhes, como se dá a conexão intrínseca entre tecnologia da informação e startups. Continue conosco.  Cenário das startups no Brasil  O termo startup quando traduzido para português encontra significado parecido com: algo que começa e vai para cima.  Em linhas gerais, essa é a definição de uma empresa startup – nasce e expande. Entretanto, não basta crescer, muito menos ser um lançamento.  Popularizadas a partir da década de 70 no que hoje é chamado Vale do Silício, nas terras estadunidenses, as startups carregam, desde essa época, algumas características inconfundíveis: precisam ser pautadas em tecnologia e possuírem métodos, caminhos e formas de escalar o seu negócio, sempre com sustentabilidade.  Dessa forma, uma padaria recém lançada no bairro não é, necessariamente, uma startup, mas, as chamadas unicórnios o são, por preencherem os requisitos mencionados acima. Inclusive, sobre organizações desse último modelo, uma reportagem da CNN Brasil, de janeiro deste ano, divulgou que 10 delas no país alcançaram uma avaliação de US$ 1 bilhão, além de recordes em investimentos de risco em 2020. Ou seja, expressividade. De forma complementar, em outubro a Associação Brasileira de Startups (Abstartups) encerrou a coleta de informações para o novo Mapa das Startups 2022. O documento visa avaliar o cenário das startups na prática e no momento do presente, propiciando a geração de insights e a propositura de melhorias para o setor. Os resultados desse mapeamento devem ser disponibilizados em breve pela instituição.   Por que a tecnologia da informação é importante para startups? Como dissemos anteriormente, a tecnologia é um dos principais pilares de uma startup. Por isso, entender como desenvolver e implementar um setor de TI robusto nesses negócios é uma necessidade de qualquer profissional. Somente com a tecnologia da informação é que essas empresas conseguem sair de um plano no papel, com ótimas ideias para resolver problemas do cotidiano de uma maneira bastante criativa, para a prática.  A TI é capaz de viabilizar o empreendedorismo, a gestão da inovação, a escalabilidade e adaptação de um negócio, através de suas várias frentes e atividades que auxiliam na tomada de decisão nas organizações. A área de  de TI, por exemplo, através de um vasto grupo de competências, materializa as ideias concebidas para um produto ou serviço digital. Isso ocorre não apenas na etapa de construção do projeto, como nas fases relacionadas à concepção e análise de viabilidade. Além disso, a TI é responsável por otimizar os processos das empresas voltados aos recursos computacionais, tornando o dia a dia das organizações mais dinâmico, estratégico e rentável, assim como é quem capitaneia os projetos de segurança, armazenamento, tratamento e coleta de dados e informações das startups.  Como as startups são reconhecidas pelo potencial de adaptação, podendo alterar sua rota de acordo com as oscilações do mercado, a TI também participa da criação de estratégias de suporte para essas mudanças.  Cloud computer, servidores externos, entre outras ferramentas, podem remodelar e dar maleabilidade para a empresa se transformar ao longo do tempo – característica que é imprescindível para uma startup.  É a tecnologia da informação também a área que permite ao negócio a escalabilidade ligada à comunicação e atendimento do cliente. Uma vez que os modelos de negócios de startups tendem a receber uma quantidade expressiva de clientes, em um mesmo intervalo de tempo, é importante contar com a tecnologia para tornar o atendimento mais dinâmico, registrado, rápido, seguro e, ainda assim, humanizado.  Outras demandas de operação das startups também são atendidas pela TI, como é o caso do link dedicado, da necessidade de manter uma estrutura de negócio virtual funcionando sem parar, com mailings enormes, softwares de gestão, etc. ________________________________________ A tecnologia da informação, portanto, é, habilitadora de processos estratégicos, táticos e operacionais na estrutura de uma startup e quem dá o pontapé inicial para que essas empresas  validem seu espaço no mercado . Nesse cenário, o profissional de TI tem sempre papel indispensável e com alta demanda. Para atuar na área e abraçar essas oportunidades, é preciso que o profissional invista em capacitação técnica e tenha atenção às inúmeras atualizações de conhecimento relacionadas à tecnologia, tecnologia da informação e seus demais braços.  A exemplo disso, da dedicação com ensino de qualidade e focado no que há de mais novo no segmento, a Escola Superior de Redes (ESR) oferece turmas de treinamento sobre os mais diferentes aspectos da tecnologia. Confira aqui os cursos especializantes e prepare-se para as próximas vagas do mercado. 


    02/12/2022
  • carreira de TI
    Temas Diversos

    O que é preciso para começar uma carreira de TI?

    A realidade cada vez mais conectada em que vivemos demanda uma gama de profissionais capacitados a atuarem neste contexto. A exemplo disso, a carreira de TI é uma das que mais abre portas, em diferentes sentidos, para quem deseja vagas com salários altos e um escopo de trabalho que possibilite o desenvolvimento pessoal constante.  Um levantamento da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) identificou que o déficit técnico para as áreas relacionadas à tecnologia da informação no Brasil chega a ser de 400 mil profissionais. Até 2025, estima-se que o número passe para 797 mil. Ou seja, mesmo que estejamos diante de instabilidades do mercado financeiro, a carreira de TI continua como uma ótima aposta.  Se você já é um profissional ou pretende começar neste ramo, continue conosco. Separamos algumas dicas para você colocar em prática e se destacar no segmento.  O Cenário da Carreira de TI no Brasil  Escolher atuar em uma carreira de TI é ser responsável pelo gerenciamento da informação das organizações. Em diferentes frentes, como a de desenvolvedor, administrador de sistemas, segurança da informação, entre outras, o profissional de TI lida com o ativo mais importante da atualidade: dados.  A administração dessas informações é realizada através de softwares, hardwares, bancos de dados, redes de segurança, além de diversos outros elementos que compõem o extenso portfólio de uma carreira de TI.  Desta forma, ao trabalhar com TI você planeja, cria e mantém soluções tecnológicas capazes de garantirem o funcionamento e fluxo de informações das empresas e das suas redes de computadores. Como mencionamos anteriormente, o mercado de TI no Brasil tem alta demanda por colaboradores qualificados e, a este cenário positivo para que novos profissionais se desenvolvam no segmento, somam-se outros elementos. Um deles é o aumento e aparecimento de novos cibercrimes que precisam ser contidos, além do surgimento e fortalecimento de avanços tecnológicos que requerem profissionais qualificados para sua utilização, como a Inteligência Artificial, Internet das Coisas e Machine Learning, por exemplo.  Outro ponto a ser destacado nesta equação é a “fuga de talentos” da carreira de TI para o exterior. Com a sedimentação do anywhere office pós-pandemia, a contratação remota de profissionais de tecnologia da informação por empresas estrangeiras se potencializou. Enquanto para tais organizações essa é uma oportunidade de encontrar funcionários qualificados por um valor abaixo do mercado internacional, para o profissional é a chance de executar o mesmo tipo de trabalho com salários liquidados em moedas mais valorizadas, como o euro ou dólar. Portanto, existe espaço para que você se desenvolva em uma carreira de TI. Entretanto, optar por esse caminho requer investimentos em qualificações, certificações e atualizações de habilidades. Afinal, para mexer com algo tão importante quanto os dados de um negócio você precisa ser o melhor da área.  5 Dicas para se desenvolver na carreira de TI  Diante disso, para começar ou crescer na carreira de TI esteja atento a alguns passos básicos: 1) Observe as tendências do mercado Antes mesmo de traçar um planejamento para se desenvolver na carreira de TI, pesquise quais profissões da área estão em alta no mercado.  Segundo uma pesquisa do Banco Nacional de Empregos (BNE), foi possível observar em 2021, em relação ao mesmo período de 2020, um aumento de 20% de contratações para TI. O estudo previu também a marca de 44.274 vagas de empregos em TI até o fim de 2022.  Neste contexto, algumas das profissões que mais se destacam são: Desenvolvedor Full Stack, Desenvolvedor Front-End, Desenvolvedor Back-End, Profissional de Cibersegurança, Desenvolvedor Mobile, Analista de DevOps, Arquiteto de Big Data, Profissional de Cloud Computing, Especialista/Engenheiro de IA, Especialista de BI, Software Tester, entre outras.  2) Estabeleça um plano de carreira de TI  Embora essa dica possa parecer um mero clichê, ela pode ser um divisor de águas no seu desenvolvimento.  Além de observar as profissões tendências, as que pagam melhor e as que disponibilizam mais vagas, é importante que você avalie quais dão mais match com as suas habilidades e aptidões.  Por isso, aqui é imprescindível o autoconhecimento, além de perguntas básicas como:  Com essas questões em mente estabeleça algumas metas de curto, médio e longo prazo. Toda vez que alcançar alguma delas, formule outras com a consciência de que uma carreira de TI requer desenvolvimento contínuo.  3) Desenvolva uma mentalidade voltada para o conceito de lifelong learning O lifelong learning nada mais é do que o conceito de aprendizado para toda a vida.  A compreensão de que o conhecimento não é um fim em si próprio e está sempre disponível para ser absorvido, transformado e integrado nas práticas cotidianas é o que está por trás do termo, traduzido livremente para “aprendizado ao longo da vida”  Na carreira de TI é importante que você seja um aprendiz constante, pois, as tecnologias estão sempre se transformando e novas capacitações surgindo. Portanto, ter uma mentalidade lifelong learning é indispensável. Na Escola Superior de Redes você tem acesso a cursos variados para todas as áreas relacionadas à tecnologia da informação. São 9 trilhas de conhecimentos, divididas entre modalidades online, presencial e híbrida, e com níveis do básico ao avançado.  Além disso, a ESR também tem parcerias institucionais com as melhores referências para certificações de tecnologia do mundo, como Ascend e CompTIA. Escolha a sua trilha de cursos aqui e comece a sua especialização. Aliás, ser especialista na área que escolher precisa ser um dos primeiros passos da sua carreira de TI.  4) Desenvolva outras habilidades Uma carreira de TI requer um profissional completo. Para isso, é necessário que você se preocupe com o desenvolvimento de outras habilidades para além das capacitações técnicas. É o caso de:  5) Consuma informações sobre TI Há diversas fontes para você buscar o que acontece no mercado de Tecnologia da Informação, quais são as tendências e os assuntos do momento.  Encontre a plataforma que melhor lhe atende e o formato, como podcasts, sites de notícias, sites especializados, vídeos, etc. Empenhe-se em estar sempre por dentro do mercado a partir disso.  ——————————– A carreira de TI pode te levar a um outro patamar profissional, repleto de desafios e recompensas.  Entretanto, para começar ou se desenvolver neste setor, é necessário comprometimento e, sobretudo, desejo por aprender!  Confira abaixo quais são as trilhas de conhecimento da ESR e veja qual pode contribuir para a sua carreira de TI.  Comece a sua qualificação com a Escola Superior de Redes e dê um novo passo rumo à sua carreira de TI. 


    17/11/2022
  • o que é metaverso
    Temas Diversos

    Metaverso: o que é e quais os impactos dessa tecnologia nas relações sociais.

    Metaverso, NFT, identidade digital, criptomoeda, blockchain e outros diversos termos relacionados à tecnologia têm ganhado projeção em paralelo às evoluções e transformações digitais.  Entretanto, embora sejam populares, as aplicações desses recursos ainda geram dúvidas entre os entusiastas deste segmento.  Pensando nisso, a Escola Superior de Redes (ESR) realizou o Webinar “Metaverso e o futuro das relações sociais”, com o ator e empresário Gabriel Borgongino, proprietário da marca “Meu NFT”, para debater como o conceito do que é metaverso pode refletir no cotidiano virtual e offline das pessoas.  Abaixo você acompanha os principais tópicos abordados na palestra introdutória, além de outras informações pertinentes sobre o tema, O que é o metaverso?  Em 2021, Mark Zuckerberg, dono do então Facebook, aqueceu o mercado da tecnologia ao anunciar grandes mudanças para a marca – a transformação do nome para “Meta” e a promessa de um investimento de cerca de US$ 50 milhões para a criação de um metaverso ao qual o Facebook e outras possibilidades de consumo e relacionamentos estariam associados.  Em linhas gerais, esse metaverso mencionado pelo empresário representa uma camada paralela que integra experiências digitais com as do “mundo real”.  Através de recursos de realidade virtual e aumentada esses novos ambientes são criados e disponibilizados para que os usuários criem ou reproduzam experiências em formato de nuvem.  Mesmo que o assunto tenha se popularizado com o anúncio da gigante da tecnologia, o conceito de “metaverso” já é debatido há mais tempo.  Em 1992 o livro de ficção científica, “Snow Crash”, cunhou o termo ao contar a história de um entregador de pizza que na realidade virtual adotava outra “personalidade” e características.  A partir disso e, principalmente, com a evolução da tecnologia, várias iniciativas foram desenvolvidas com esse pano de fundo, como é o caso dos videogames, Habbo, do conhecido Second Life e, agora, das populares NFTs (non fungible token, ou, em português, token não fungíveis).  Atualmente, as empresas Horizon Worlds, Sandbox, Decentraland e VR Chat são as que mais se destacam neste mercado e aproveitam de um universo que ainda é pouco explorado enquanto oportunidade de negócio, mas promete bastante rentabilidade. A aposta é que o metaverso ganhe cada vez mais adeptos e os recursos digitais que permitem aos usuários fazer parte dele sejam barateados de acordo com os avanços técnicos necessários.  Portanto, o metaverso é um espaço virtual utilizado por usuários reais que pode servir a diversos propósitos, como entretenimento, educação, trabalho remoto, saúde, entre outros.  Como o metaverso impacta as relações sociais?  De acordo com o empresário Gabriel Borgongino, o metaverso já é observado em diversas práticas sociais da atualidade e tende a ser inserido em inúmeras outras em velocidade acelerada, uma vez que proporciona avanços para áreas importantes, como é o caso da saúde e educação.  No webinar, o profissional elenca alguns exemplos que demonstram como o metaverso e seus recursos podem ser associados às práticas sociais.  Confira abaixo os três principais ramos mencionados por Gabriel Borgongino:  1) Medicina  Por meio de realidade virtual, com uso de óculos para projeção de cenários, e também da realidade aumentada, o metaverso pode ser uma proposta bastante interessante para a área da saúde. Com esses recursos seria possível treinar cirurgias sem a necessidade de corpos reais, visualizar o corpo humano em formato de holograma, fazer consultas virtuais imersivas, dinamizar aulas de medicina, além de reunir profissionais de diversas regiões em uma sala de conferência ou cirurgia, na realidade virtual, sem que eles precisem se deslocar.  Mesmo que as discussões sobre as oportunidades que o metaverso pode proporcionar à medicina ainda sejam iniciais, profissionais já utilizam dessa nova camada para discutir cirurgias e debater o que vem por aí.  Recentemente o tema foi debatido pelo Fisweek, fórum digital de lideranças na saúde.  2) Educação Na educação é fácil visualizar como o metaverso pode agregar valor às jornadas de conhecimento de alunos e professores.  Nesse contexto, por se tratar de uma realidade imersiva, as trilhas de conhecimento podem, primeiro, ser acessadas por pessoas de qualquer lugar, como se elas estivessem de fato presente em um ambiente físico, e, segundo, as disciplinas passam a contar com recursos digitais que dinamizam a forma de se apresentar um conteúdo. Assim como na medicina, há diversas possibilidades de mesclar a realidade virtual e aumentada a fim de se potencializar a absorção de conhecimento e a sua democratização.  A exemplo disso, as barreiras geográficas, que já foram suplantadas com o modelo remoto, podem ser dissolvidas por completo neste cenário, pois o metaverso permite que um ambiente real seja reproduzido/criado na nuvem.  3) Turismo Outro exemplo de impacto do metaverso nas relações sociais, dado por Gabriel Borgongino, se relaciona ao turismo.  Segundo o empresário, a realidade virtual e aumentada podem elevar a experiência de visita a cidades e espaços turísticos.  No metaverso o usuário poderá ter acesso à informações que não estão projetadas na realidade, como hologramas, dados históricos, fotos do local em determinada época, entre outras possibilidades.  A ideia é que as vivências sejam potencializadas.  __________________________________ Uma pesquisa realizada pelo Instituto Gartner, Metaverse Hype, identificou que até 2026 mais de 25% da população terá experiências no metaverso, passando pelo menos 1 hora nessa realidade digital-real.  Ou seja, esse é um cenário que já se apresenta como uma oportunidade de investimentos e negócios e vai nortear o futuro das relações sociais a partir de agora.   Para  continuar debatendo o assunto e conferir os demais exemplos de impacto dessa tecnologia na vida humana, assista ao Webinar “Metaverso e o futuro das relações sociais” na íntegra.


    11/08/2022
  • tecnologia e acessibilidade
    Temas Diversos

    Qual a relação entre tecnologia e acessibilidade?

    A tecnologia é capaz de inaugurar configurações de absorção de conhecimento e relacionamento social totalmente inéditas. As ferramentas digitais e eletrônicas, inseridas no cotidiano já de forma natural, integram culturas e produzem inúmeros sentidos através de diferentes fontes. Por isso, é tão importante abordá-la num contexto de acessibilidade.  Tratar de tecnologia e acessibilidade na Internet, é abordar a inclusão digital e permitir que pessoas com deficiência (PCD) não sejam excluídas das novas dinâmicas sócio-econômicas dispostas a partir da Revolução 4.0. Por isso, é importante que usuários, empresas e produtores de conteúdo na Internet estejam alinhados e dispostos a criarem um ambiente digital cada vez mais acessível. Quando falamos em acessibilidade na Internet, compreendemos que um ambiente digital mais acessível leva em consideração diversos fatores, desde limitações técnicas às relacionadas à linguagem e layouts, por exemplo.  De acordo com o Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico (eMAG), que trata de versão especializada do documento internacional WCAG (Web Content Accessibility Guidelines: Recomendações de Acessibilidade para Conteúdo Web), um sítio pautado na acessibilidade deve “englobar diferentes níveis de escolaridade, faixa etária e pouca experiência na utilização do computador, bem como ser compatível com as diversas tecnologias utilizadas para acessar uma página da Web.” Além disso, os computadores e a web precisam utilizar recursos que tornem a relação entre usuários e equipamentos/tecnologia mais amigável e acessível. É necessária a combinação de tecnologia assistiva com o desenvolvimento de páginas que levem em conta os Web Standards (padrões específicos) e as recomendações de acessibilidade contidas no documento oficial disponibilizado por aqui! É a partir dessa concepção de necessidade de práticas, técnicas, padrões e ferramentas inclusivas, que direitos fundamentais, como mobilidade, informação e educação, se tornam acessíveis a todos. O que é Tecnologia Assistiva? A tecnologia assistiva é desenvolvida para permitir que pessoas com deficiência consigam utilizar o ambiente digital e físico sem desconfortos, com segurança e autonomia. Esses são os três pilares da acessibilidade que devem nortear qualquer prática e proposta inclusiva. A combinação de tecnologia e acessibilidade é pensada para todos e tem impacto positivo não somente para pessoas com deficiência, como para toda a sociedade.  Mais acessibilidade, potencializada com o auxílio da tecnologia, permite um ambiente mais integrado, diverso, com diferentes demandas sociais e projetos de solução.  Nesse contexto, o Comitê de Ajudas Técnicas (CAT), órgão público vinculado à Secretaria dos Direitos Humanos e ligado à Presidência da República, define tecnologias assistivas como:  “Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação, de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social”. (CAT, Ata da Reunião VII, SDH/PR, 2007)” Além disso,  de acordo com o trabalho de pesquisa do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br, a Agenda 2030 da ONU, baseada nos direitos humanos, liga-se a esse objetivo por se comprometer com a implementação dos direitos para todas as pessoas, além de tratar o tema de deficiência de forma transversal em seus objetivos e indicadores.  Mais adiante, a relação das TIC com as pessoas com deficiência está diretamente citada em alguns dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), como no Objetivo 4 que pretende  “assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos” (ONU, 2015, p. 23).  No Objetivo 9, sobre “Indústria, Inovação e Infraestrutura”, o qual elenca o aumento do acesso às TIC como prioridade, objetivando um acesso universal, bem como a preços acessíveis à internet. (p. 28). E no Objetivo 10, de Redução das Desigualdades, pelo qual almeja-se o empoderamento e a promoção da inclusão social, econômica e política de todas as pessoas, “independentemente da idade, gênero, deficiência, raça, etnia, origem, religião, condição econômica ou outra” (p. 29).” Portanto, as tecnologias assistivas são os recursos que vão permitir e potencializar as oportunidades de comunicação, aprendizado e mobilidade de pessoas com deficiência e estão nas propostas de diversos documentos oficiais do Brasil e do mundo. Desafios para integrar tecnologia e acessibilidade na nuvem Segundo a pesquisa “Acessibilidade e tecnologias: um panorama sobre acesso e uso de Tecnologias de Informação e Comunicação por pessoas com deficiência no Brasil e na América Latina”, do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br, os principais desafios de se pensar em tecnologia e acessibilidade são:   Iniciativas que mesclam tecnologia e acessibilidade  1) Braile Fácil O software Braile Fácil, desenvolvido pelo Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, realiza transcrição e impressão de textos em braille. Um dos diferenciais da ferramenta é não necessitar de uma compreensão prévia da codificação, transformando a tarefa de imprimir textos em algo mais simples.  Essa é uma das iniciativas que propõe mais acessibilidade para pessoas com baixa visão ou com deficiência visual, uma vez que o braille é um sistema de escrita e leitura tátil. 2) Wheelmap O Wheelmap permite, a partir de uma construção de conhecimento colaborativo, que usuários de cadeira de roda compartilhem o ambiente de uma cidade que possui ou não acessibilidade. Por meio de um mapa é possível classificar locais sob a perspectiva de serem “acessíveis para cadeirantes, parcialmente acessíveis ou inacessíveis”. Isso auxilia que outros cadeirantes tenham uma tomada de decisão sobre como ir a determinado local ou pleiteiem alterações nestes espaços, para que eles possam abraçá-los igualmente no futuro.  —————————————— A tecnologia é capaz de solucionar desafios para o bem-estar da sociedade, como quando direcionada à acessibilidade, e também tem um papel fundamental como facilitadora da vida humana.  Estimular iniciativas que priorizem essa relação, tecnologia e acessibilidade, é uma das formas de assegurar a inclusão e participação de todos os indivíduos nas diferentes demandas da vida econômica e social.  Dentro desse cenário, no dia 10/06, a ESR promoveu um webinar para discutir “A Importância da Adequação e Certificação dos Ambientes Digitais”, como forma de garantir a acessibilidade digital e a interação de cada vez mais usuários e profissionais.  Acessibilidade Digital é o processo pelo qual todo tipo de Aplicação na Web, como Websites, Portais, Sistemas de Ensino, Intranet, CRMs e ERPs, por exemplo, fornecem um maior conforto e facilidade para que milhões de pessoas com deficiência, idosos, crianças em fase de aprendizagem, analfabetos e pessoas com outras questões temporárias, possam ter seu direito respeitado e melhores condições para trabalhar, estudar, cumprir seus deveres sociais e consumir conteúdo e entretenimento por exemplo . Conheça outros detalhes e reveja o webinar aqui!


    09/06/2022
  • Gastos de TI
    Temas Diversos

    Principais necessidades que impulsionam os gastos de TI

    Investir em tecnologia da informação é uma das principais demandas dos negócios atuais. Afinal, é por meio dessa decisão que diversas melhorias são desenvolvidas nos processos internos e externos das empresas.  Nesse contexto, a cibersegurança tem recebido aportes financeiros relevantes dentro desse segmento. Com um maior número de dados na nuvem, crescem também as possíveis fragilidades da rede.  Por isso, para garantir a proteção dos dados e bom funcionamento da rede, há uma nova e constante necessidade de investimentos em recursos e profissionais de TI nas organizações.  Inclusive, um relatório da IDG, Communications Inc., líder global em mídia de tecnologia, dados e serviços de marketing, identificou que mais da metade de CIO’s (Chief Information Officer) diz ter aumentado o orçamento para cibersegurança em 2022; e que para mais de 70% deles a tendência é que este cenário continue evoluindo.  Os principais focos dos investimentos de TI são voltados para segurança de dados, além de conformidade e privacidade desses ativos.  A fim de contribuir para um planejamento financeiro deste setor e para que gestores e CIOs consigam argumentar estrategicamente sobre maiores investimentos em seus departamentos, reunimos abaixo os principais apontamentos deste relatório da IDG, representando a disposição do mercado nesse sentido.  5 Principais necessidades de investimento em TI para 2022 De acordo com o State of the CIO Report, divulgado no início do ano (jan/2022), as transformações advindas do período pandêmico impactaram também as configurações de trabalho do meio digital.  O estudo identificou que esse contexto, somado ao processo de digitalização das empresas e das relações humanas, foi responsável por dar à função do CIO (Chief Information Officer) outra roupagem.  A pesquisa mostrou a evolução do papel dos líderes de TI, bem como a sua importância para garantir inovação, gestão estratégica, além de melhorias operacionais para toda a empresa.  Os seguintes tópicos acerca do que carece de maiores investimentos em TI, segundo esses profissionais, foram retirados do levantamento em questão (que pode ser conferido na íntegra aqui).  1) Segurança  As descobertas do IDG mostraram que, para 49% dos CIOs observados no estudo, a “segurança” é o principal motivador de aumento de orçamento para o setor de TI.  2) Eficiência operacional Outros 46% deram crédito à eficiência operacional como fator responsável pela necessidade de maiores investimentos em TI.  3) Foco no cliente Para melhorar a experiência do cliente, 42% dos CIOs indicaram que esse seria o motivo mais significativo para impulsionar investimentos de TI na sua organização. 4) Transformação dos processos de negócio existentes Para 41% dos profissionais, automação e integração são necessidades primordiais de gastos em TI. 5) Produtividade  O investimento em TI voltado para a melhoria de produtividade de colaboradores é defendido como prioridade para 27% dos CIO’s. Além desses 5 pontos principais, o relatório 2022 State of the CIO identificou outras respostas dos CIOs sobre qual área justificaria investimentos mais substanciais na TI. Confira: Desenvolvimento de novos produtos: 22% Melhoria das tecnologias de trabalho híbridas: 21% Aumentar receitas de primeira taxa para o negócio: 20% Cumprimento dos requisitos de conformidade: 19% Outros estudos, como do Instituto Gartner ou do Info-Tech Research Group, corroboram com os dados aferidos pelo IDG. Ambos apontam para um aumento geral de “gastos” em TI em 2022, quando comparados com anos anteriores, além de foco na experiência do cliente, segurança, funcionalidade dos modelos híbridos e computação em nuvem. _____________________________________________ Nesse novo contexto de demandas e possibilidade de maiores investimentos para TI, os líderes do departamento ou CIOs (Chief Information Officers) têm responsabilidades importantes, que irão impactar as empresas de forma geral.  Os desafios desses profissionais encontram-se em identificar qual área do seu segmento requer maiores gastos, aliando desenvolvimento operacional com avanços tecnológicos, além de atenção à experiência do cliente/usuário.  Para garantir um planejamento financeiro e estratégico do setor, os gestores precisam se capacitar.  A ESR possui o serviço de Consultoria Educacional, já consolidado no mercado, que oferece estratégias de aprendizagem corporativas, desenvolvidas de acordo com os objetivos e necessidades de cada empresa. A Consultoria Educacional ajuda gestores de TI e de RH a otimizarem os recursos investidos no desenvolvimento profissional das equipes e gerar resultados mais assertivos e alinhados aos objetivos da empresa. Entre em contato conosco para conhecer essa solução a fundo!


    03/06/2022
  • web 3.0
    Temas Diversos

    Web 3.0: o que é, impactos e benefícios da nova era da Internet

    Em paralelo às regulamentações que buscam tornar a Internet mais transparente para empresas e usuários, ganha força a Web 3.0 – uma proposta de nova estrutura da rede que, por meio da descentralização com blockchain, pretende contribuir para a segurança dos dados digitais, além de outros benefícios.  Neste conteúdo você entende melhor o que é a Web 3.0, os processos de evolução da internet, além dos principais impactos desse modelo para a área de TI.  Acompanhe a leitura e descubra alguns pontos importantes acerca dessa aposta no mercado da tecnologia.  O que é Web 3.0  A enorme produção de dados da modernidade é o pano de fundo da chamada Web 3.0, ou simplesmente Web3. Foi esse contexto que impulsionou os pesquisadores de tecnologia a pensarem em uma estrutura que possa aliar tecnologias avançadas, como inteligência artificial, machine learning e blockchain, à ideia de uma Internet mais segura, interativa e que interprete um maior número de dados. Ou seja, na Web 3.0 a interpretação acompanha a produção desses ativos.  Com o objetivo de superar a estrutura atual, cunhada por muitos como internet de segunda geração, a Web 3.0 não demandará complexos sistemas operacionais e priorizará o armazenamento de suas informações somente em nuvem.  Por esses motivos, essa abordagem é também chamada de “web semântica”, pois pretende conectar exponencialmente máquina e homem, de forma que essa relação seja cada vez mais natural e proporcione melhores experiências de usuário.  Embora tenha se popularizado nos últimos anos, o termo “Web3” se tornou conhecido já em 2014, categorizado pelo britânico Gavin Wood, cofundador da criptomoeda ethereum, e pelo russo-canadense Vitalik Buterin. Desde então, iniciativas, como a Parity Technologies, criada pelo próprio Wood, se empenham em estudar sobre como essa estrutura pode ser implementada, levando em conta que o seu principal foco é a descentralização da Internet.  Em linhas gerais isso significa dizer que uma das propostas da Web 3.0 é reduzir o poder dos conglomerados da Internet, dando mais autonomia aos usuários sobre seus dados.  A evolução das estruturas da Internet Web 1.0 Representando a fase inicial da Internet, a Web 1.0 teve como principal característica a disponibilização de páginas de conhecimento, como endereços institucionais e enciclopédias. Não permitia a interação, tendo páginas estáticas e um usuário passivo – que somente “recebia” o conteúdo. Além disso, somente pequenos grupos tinham acesso à produção de conteúdo.  Web 2.0 Marca a era dos blogs, redes sociais e da democratização da produção de conteúdo em geral. Se antes o conhecimento havia sido compartilhado, agora o seu desenvolvimento também o era.  Esse é o modelo utilizado atualmente e veio como uma proposta de superar o primeiro e oferecer mais liberdade aos usuários.  Com o desenvolvimento das tecnologias e as transformações sociais, a Internet também se viu obrigada a evoluir, mesmo dentro de uma mesma estrutura. Com isso, surgiram mecanismos capazes de assegurar uma melhor navegabilidade, como as técnicas de SEO para blog, por exemplo.  Entretanto, mesmo diante de tantas transformações esse modelo de rede ainda carrega um erro de vício importante: a falta de transparência com os dados – que são gerados em velocidade acelerada a cada ano.  Web 3.0 É nessa ineficiência da Web 2.0 que a Web3 atua. Com a descentralização da Internet será possível quebrar o modelo pelo qual as ações dos usuários são monitoradas por diferentes mecanismos para a coleta de seus dados e, posteriormente, a venda desses itens.  A blockchain, utilizada também em criptomoedas, é a principal tecnologia dessa estrutura, permitindo a criação de blocos e cadeias de dados e, dessa forma, uma rede bastante segura.  Principais características da Web 3.0 Velocidade Os principais pesquisadores de tecnologia do mundo pretendem remodelar a Web para que ela seja mais rápida, mais segura e mais resistente aos riscos do cibercrime. Nova arquitetura Os especialistas da área dizem que a Web 3.0 terá uma arquitetura de rede totalmente nova, que permitirá que os usuários tenham mais controle sobre seus dados, indicando quem os armazena e como o fazem.  Transparência Um dos objetivos da Web 3.0 é que ela tenha mecanismos claros, capazes de avaliar dados, eliminar erros e problemas, como as fake news. Descentralizada Essa talvez seja a principal característica da Web 3.0. Descentralizar o acesso e a concessão de dados torna essa estrutura a aposta do futuro, uma vez que os usuários irão participar das tomadas de decisão e também poderão compartilhar informações de uma forma mais segura.  Assim, desenvolve-se outra característica dessa estrutura: a autonomia do usuário acerca das informações que recebe e concede.  Segurança Ao utilizar a tecnologia blockchain, também presente nas criptomoedas, a Web 3.0 garante que sua estrutura é bastante segura. Prova disso é a blockchain não ter sido invadida ao longo dos últimos 10 anos. Peer-to-peer A Web 3.0 usa essa tecnologia para permitir que exista a troca de recursos de “igual para igual”, entre vários usuários, de maneira direta. Privacidade Outra importante caraterística da Web 3.0 é o seu desejo por evitar as exposições de dados pessoais. Algo realizado por meio das tecnologias comentadas anteriormente. Web Semântica Como já dissemos, a Web 3.0 será capaz de integrar tecnologias para que as máquinas possam interpretar dados de forma mais natural. Dessa forma haverá uma interação mais complexa entre o “insumo” humano e os computadores, os quais conseguirão entender os desejos e perfis dos usuários de forma mais consistente.  Impactos da Web 3.0 para a área da Tecnologia da Informação. É preciso entender que por se tratar de uma iniciativa em construção, não existe um conceito único de Web 3.0. De forma geral a Web 3.0 irá combinar características das suas duas antecessoras, com a adição de inteligência artificial, para um trabalho de construção de informação conjunta: homem + máquina.  A partir dessa equação a promessa é a geração de uma Internet que garanta uma experiência digital mais segura e descentralizada.  Por isso, para a área de T.I isso pode gerar impactos sob duas perspectivas diferentes.  A primeira é a demanda por profissionais que consigam operar na construção dessa engrenagem de máquina e homem, tornando o processo mais eficaz a cada dia.  Já a segunda, está relacionada à necessidade do especialista de observar novas formas de trabalhar os dados das organizações, clientes e projetos – uma vez que a arquitetura da web será totalmente remodelada.  Esse, inclusive, é um desafio também para o setor de marketing, que precisará rever as formas de condução das campanhas.  ________________________________________________ Assim, mesmo que ainda em planejamento, a Web 3.0 tem ganhado cada vez mais espaço.  É inegável que as transformações digitais e as constantes evoluções das tecnologias têm o potencial de inaugurarem novas eras, como a da Internet.  Esteja pronto para as revoluções tecnológicas. Aprofunde esse e outros temas com os cursos da ESR. Se os dados são os “ativos diamante” da era moderna, o conhecimento é o de todas elas. 


    10/03/2022
  • Desinformação na Web
    Temas Diversos

    Desinformação na web: como analisar o fenômeno usando a ciência de dados

    Infoxicação, comunicação horizontal, FOMO (Fear of Missing Out), Efeito Dunning-Kruger… você está familiarizado com esses termos? Todos eles permeiam a consolidação de um fenômeno cada vez mais presente no mundo em rede: a desinformação na web.  De acordo com o Reuter Institute Digital News Report, em 2018, o Brasil ocupava a 3ª colocação no ranking global de países que mais consomem e compartilham informações falsas no planeta. Dois anos depois, em 2020, a organização global de cibersegurança, Kaspersky, em parceria com a empresa de pesquisa CORPA, na América Latina, identificou que o cenário permanecia preocupante, uma vez que os dados apontavam que 62% dos brasileiros não conseguiam reconhecer uma notícia falsa. Diante desse contexto e de um cenário no qual a geração de dados cresce desordenadamente, a ESR realizou, recentemente, o webinar “Desinformação na Web – Análise de Dados, resultados e desafios”, com a pesquisadora Jussara M. Almeida, do Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais, para amplificar a discussão sobre o assunto.  Abaixo você confere os principais pontos abordados na palestra e desvenda como a ciência de dados é capaz de atuar como uma aliada na compreensão, interpretação e na solução desse desafio.   O que é a desinformação na web?  Segundo a pesquisadora Jussara M. Almeida, a desinformação na web é um termo genérico que faz referência a vários fenômenos particulares com propriedades específicas de compartilhamento de mensagens ou conteúdos que não condizem com o que é real!  A exemplo disso temos as fake news, os rumores, trotes ou em inglês hoaxes, as revisões falsas e os spams.  Essas modalidades de desinformação precisam ser avaliadas ainda de acordo com outras diferenças centrais, tais quais: serem intencionais ou não intencionais, serem fatos ou opiniões, por exemplo.   Além disso, é preciso compreender que, embora haja escalabilidade com o desenvolvimento das tecnologias, o ato de se compartilhar desinformações não é recente e é respaldado por características inerentes aos seres-humanos. É o que apresenta a pesquisa “Desinformação na Web – Análise de Dados, resultados e desafios”. Como ocorre o compartilhamento da desinformação na web? De acordo com esse estudo, que teve como objeto de pesquisa a análise de dados e comportamental dos usuários que compartilham notícias e informações falsas, existem “efeitos de amplificação” capazes de contribuir com esse “dominó” de desinformação. São eles:   Comprovado cientificamente, humanos não conseguem diferenciar facilmente uma informação falsa da verdadeira; A sobrecarga de informação na rede, cunhada em 1996 como infoxicação, por Alfons Cornella, designa uma realidade na qual qualquer usuário está diante de mais informações do que seu organismo é capaz de processar. A partir disso, é difícil filtrar o que é válido ou não para o consumo, sendo necessário a criação de atalhos psicológico para processar as informações. “Uma riqueza de informação cria uma pobreza de atenção” (Herbert Simon) Além desses efeitos e levando em conta os estudos de Daniel Kahneman, a pesquisa, tema central do webinar da ESR, entendeu também a operacionalização do cérebro humano como um dos fatores principais para a ocorrência desse fenômeno.  Para o estudioso, o cérebro funciona de forma lenta e rápida. A lenta leva à racionalização ponderada, as decisões mais demoradas, enquanto a rápida leva à heurística e às escolhas mais rápidas.  O grande “x” dessa questão na atualidade é que, diante do cenário virtual em evolução, da geração de dados e informações em abundância, cada vez mais, as pessoas se apoiam no modelo rápido para tomadas de decisão.  Isso tem impacto direto no compartilhamento de desinformação na web, pois leva a processos cognitivos que são erros sistemáticos em julgamento, realizados de forma consistente quando há apoio nesse tipo de modelagem.  Dentre esses erros notam-se alguns vieses e codex de comportamento mais presentes nesse universo de desinformação e compartilhamento da informação falsa:  VIÉS de CONFIRMAÇÃO – ferramenta utilizada pelo cérebro como forma de buscar uma informação ou interpretá-la com o intuito, quase inconsciente, de confirmação dos seus conceitos já estabelecidos previamente. Leva à permanência numa mesma bolha.  EFEITO “MANADA” – quanto mais gente acredita em determinada coisa, é mais provável que seu cérebro te indique essa como sendo uma informação verdadeira.  CASCATA DE DISPONIBILIDADE – processo de auto reforço. A crença coletiva leva à plausibilidade de determinada pauta. Quando se vê uma informação em várias fontes (twitter, blog, mídia, etc), se cria auto reforço e a possibilidade de uma informação mais credível aos olhos do público. INFLUÊNCIA CONTINUADA – tendência em acreditar em uma desinformação mesmo depois de se saber que ela é falsa. Aqui, a retratação de uma informação falsa tem menor poder do que a desinformação inicial.  DATA VOIDS – a ausência de informações sobre algo pode possibilitar que, maliciosamente, informações falsas ganhem espaço na rede.  BOTS – contas falsas criadas para envio de informação em larga escala.   Dessa maneira, a pesquisa indicou que os vieses cognitivos individuais levam aos vieses sociais, ou, às chamadas câmaras de eco, polarizando e reduzindo a capacidade cerebral de checagem de fatos e, consequentemente, resultando no espalhamento de desinformação  Nessa equação os vieses em algoritmo reforçam os anteriores. Resultados da pesquisa Desinformação na web Para associar a ciência de dados a essa análise comportamental, a pesquisa em questão passou pelas observações generalistas acima e se debruçou sobre um objeto de pesquisa específico – grupos de acesso público no WhatsApp.  Dessa forma, não avaliou conversas privadas ou grupos que não tinham link de convite disponibilizado. A partir disso, a metodologia da pesquisa seguiu o percurso abaixo:  Realizou uma Consulta com urls específicas/padrão dos grupos de WPP + palavras de um dicionário relacionado a temas políticos; Fez a seleção de grupos válidos;  Coletou e anonimizou os dados dos grupos; Avaliou imagens, textos e áudios compartilhados durante 2018 A ideia foi observar em qual momento os conteúdos subiram na Internet e em qual momento apareceram no WhatsApp, vice-versa.  A partir disso, foi possível identificar que os usuários muitas vezes pertenciam a grupos disseminadores de desinformação, mas ainda eram menos impactantes do que a reunião de usuários que compartilhavam um mesmo conteúdo. As chamadas COMUNIDADES.  Por meio dessa possibilidade de se comparar o momento de formação da desinformação na web e no WhatsApp, a pesquisa identificou também o aplicativo de mensagens instantâneas como uma das fontes de desinformação, que, posteriormente, a espalha para outras plataformas.  Outros pontos descobertos pela pesquisa foram:  Há heterogeneidade de condução dessa desinformação de acordo com o seu formato (imagem, áudio ou texto) Uma desinformação se espalha mais rápido que outros conteúdos, por exemplo. Texto e áudio ficam mais tempo no ar do que uma informação não checada em imagem. Para desinformação em áudio há o surgimento de sensações negativas em quem ouve. Esse formato se vale da citação de fontes como forma de dar credibilidade, muito embora, as fontes mencionadas sejam quase sempre duvidosas. Há o uso de CTAs para que os usuários façam ações imediatamente após ouvirem o conteúdo. É menos amigável. A estrutura de rede onde estão os usuários que mais compartilham desinformação, BACKBONE DA REDE, indicam que agrupamento de usuários que enviam o mesmo conteúdo repetidamente, de forma tão frequente, não agem de maneira aleatória, mas sim, coordenada Desafios da Desinformação na web Dentre os principais desafios que esse fenômeno da desinformação na web apresenta estão a sua complexidade, a heterogeneidade, a dinamicidade, o volume de geração de informações e a sofisticação desses conteúdos, o uso de machine learning para tapear a detecção de informação falsa, além do ruído de comunicação ocasionado por ele.  Para a pesquisadora Jussara M. Almeida, responsável pela condução do webinar “Desinformação na Web – Análise de Dados, resultados e desafios”, precisamos entender o fenômeno antes de tentar combatê-lo.  A profissional defende que um caminho para mudarmos esse cenário encontra-se no desenvolvimento de um fact-checking efetivo e escalável, como o visto no First Draft – organização que divulga essa pauta.  Bem como na compreensão de que qualquer solução efetiva para esse problema está além da tecnologia.  A educação e conscientização digital, ou seja, fazer as pessoas entenderem o que é consumir informação online, permitirá que elas saibam distinguir fatos de histórias e que elas criem um bom nível de criticidade, impactando diretamente a cadeia da desinformação na web.  Assista ao webinar completo: Desinformação na Web: Análise de dados de aplicações, Resultados e Desafios! Confira também os treinamentos da ESR para a utilização das potencialidades da rede de forma mais segura e otimizada, aqui!


    17/02/2022
  • Identidade Digital Descentralizada
    Temas Diversos

    Identidade Digital Descentralizada: o que é e como ela potencializa o mundo em rede

    A privacidade e segurança de dados pessoais é uma preocupação antiga para o segmento da tecnologia. Nesse contexto, a Identidade Digital Descentralizada, viabilizada  pela tecnologia blockchain, se configura como uma transformação digital necessária. Vista como um caminho para a desburocratização da relação do usuário com os sistemas online, além de uma garantia de maior transparência, privacidade e segurança de dados, tal estrutura foi discutida na Escola Superior de Redes, no ciclo de webinars gratuitos sobre o tema. Abaixo você confere os principais pontos abordados no evento e entende como a Identidade Digital Descentralizada com blockchain pode potencializar a utilização da rede. O que é Identidade Digital Descentralizada?  A identidade digital descentralizada ou identidade digital autossoberana é uma estrutura de armazenamento, validação e disponibilização de dados eletrônicos, que permite ao usuário um maior controle sobre suas informações virtuais.  Por meio da tecnologia blockchain, que é um banco de dados armazenado de forma e descentralizada e que não depende da validação de alguma autoridade, como por exemplo uma rede social, a Identidade Digital Descentralizada se apresenta como uma transformação digital que direciona o seu foco, pela primeira vez, ao usuário e às suas decisões do que compartilhar ou não com um provedor de serviço. Se nos contextos tradicionais há a necessidade de autenticação virtual a cada site acessado, seja por meio de login e senha, ou, por meio de perfis sociais, com a descentralização desse sistema tudo muda! Ao invés disso, os agentes envolvidos cadastram chaves criptográficas associadas a dados pessoais de forma única, escolhem como usá-la e quais dados desejam revelar a cada transação ou conexão online.  Assim, o modelo consegue resguardar todos os documentos virtuais em carteiras digitais seguras, que são controladas pelos próprios usuários, por meio de um aplicativo só.  É uma atualização das camadas de autenticação de dados da Internet, configurando um modelo disruptivo para o conceito de identidade digital quando comparado com o vigente. Isso porque dá mais controle ao usuário sobre a identidade em relação aos seus dados pessoais e mais privacidade e transparência no uso dos mesmos. Segundo Fernando Marino, líder técnico de soluções blockchain na Fundação CPQD, a Identidade Digital Descentralizada evidencia a forma não natural que usuários se identificam na rede até então.  “A forma com a qual nós nos identificamos e autenticamos perfis até hoje não é natural. Provar nossa identificação para cada serviço não é natural. Uma vez que você coloca o usuário no centro das observações e traz o conceito de identidade digital descentralizada, você permite que o acesso aos serviços seja feito de forma simples, com o usuário no controle, decidindo com o que ele quer compartilhar e com o que quer estar conectado” afirma Fernando Marino. Atualmente, várias iniciativas discutem, de maneira coordenada, como implementar este ecossistema digital de forma responsável e consciente, como a Decentralized Identity Foundation, Hyperledger Foundation e a Trust-over-IP Foundation. Quais as características de uma Identidade Digital Descentralizada?  De acordo com o especialista  Fernando Marino, algumas características e princípios específicos definem a estrutura da Identidade Digital Descentralizada:  Princípios da Identidade Digital Descentralizada Controle (usuários com controle sobre a sua identidade); Acesso (identidade disponível a todo tempo, sem interferências em caso de instabilidade de servidores); Transparência (o usuário sabe como os dados são utilizados e por quem) Persistência (a credencial continua existindo);  Portabilidade (uma informação pode ser usada para vários sistemas e serviços); Interoperabilidade (os dados podem ser interpretados por outros serviços); Consentimento (requer que o usuário permita ou não o compartilhamento de dados. Usuários no centro das avaliações).  Minimização (naturalidade e menor burocracia nos processos virtuais)  Proteção (dados protegidos) Características da Identidade Digital Descentralizada Não requer uma autoridade central responsável por ela. A própria rede blockchain de informação representa a figura das autoridades; Centrada no usuário; Oferece elevados níveis de segurança;  Oferece elevados níveis de privacidade; É um sistema compatível com as legislações GDPR E LGPD, uma vez que nenhuma informação pessoal é registrada na blockchain e, além disso, dá autonomia ao usuário; Portável, ou seja, funciona para diferentes contextos. Ao invés do usuário criar múltiplos registros, ele apresenta o já cadastrado na chave pública; Baixos custos de manutenção; É considerada a camada de autenticação de identidade da Internet  que não foi projetada de forma nativa no seu surgimento; Permite ao usuário a seletividade de divulgação dos dados do seu perfil virtual. Como a Identidade Digital Descentralizada funciona na prática? O profissional Fernando Marino indicou por meio de um esquema, apresentado durante o webinar da Escola Superior de Redes, os três principais atores que fazem parte do funcionamento da Identidade Digital Descentralizada. Emissor (da credencial ou registro que será apresentado); a pessoa (quem armazena e recebe a credencial); e o verificador (quem verifica as informações que foram emitidas e apresentadas). Correlacionando-se aos atores, de forma técnica, na IDD (identidade digital descentralizada) haverá uma rede blockchain, identificadores descentralizados, as credenciais verificáveis (as que ficam em posse das pessoas), além de criptografia.  O emissor, geralmente pessoa jurídica, irá se registrar na rede blockchain e colocará o identificador descentralizado na sua chave pública registrada.  A pessoa/usuário, que também terá sua própria chave pública e privada, poderá constatar a veracidade dos dados do emissor analisando o seu certificado descentralizado, assinado digitalmente.  Após essa etapa, a pessoa também fará a assinatura digital do registro, tornando o processo ainda mais confiável, e armazenará as credenciais em uma carteira digital segura, geralmente em seu próprio dispositivo móvel.  Já o verificador, que também terá a sua chave pública, receberá prova das  credenciais das pessoas para validação dos dados. As credenciais enviadas poderão ser disponibilizadas de forma completa ou compartimentada de acordo com o interesse do usuário e da necessidade da relação virtual em questão.  De forma geral, a Identidade Digital Descentralizada com uso da tecnologia blockchain representa um grande fluxo de trocas de chaves públicas, sem que dados desnecessários sejam compartilhados ou possam ser capturados indevidamente. Por ser um assunto com várias possibilidades de abordagem, a Identidade Digital Descentralizada, bem como a tecnologia blockchain, são temas do ciclo de webinars gratuitos da Escola Superior de Redes, durante novembro e dezembro. Para se aprofundar no assunto e compreender esse universo de transformações digitais e atualizações que impactam a rotina online, fique por dentro dos temas já abordados no evento e prepare-se para os que estão por vir:  Assista ao Webinar produzido em 05/11 – Desafios para a criação de testbeds em blockchain Assista ao Webinar produzido em 17/11  – Identidade Digital Descentralizada Assista ao Webinar produzido em 19/11 – Aplicações da Tecnologia Blockchain: de Plataformas Multi Negócios para Corporações à Proteção de Direitos Autorais com NFT Assista ao Webinar do dia 01/12 – Desafios de Ensino e Capacitação em Blockchain Assista ao Webinar do dia 03/12 – A importância da padronização e governança para escalabilidade do Blockchain “A identidade digital descentralizada pode fazer a diferença, porque combina uma nova tecnologia, como blockchains, com uma missão significativa de tentar dar às pessoas controle sobre suas identidades digitais. Ao mesmo tempo, talvez, faça da internet um lugar de confiança, a partir da troca de informações verificáveis” – Deny Stroke, Microsoft.


    09/12/2021
  • Blockchain
    Temas Diversos

    Blockchain e o futuro dos negócios

    O mundo dos negócios está passando por grandes mudanças desde o advento da internet, cada vez mais empresas vêm se desenvolvendo não só em relação a entrega de produtos, mas na criação de serviços diferenciados que possam criar novas relações com seus usuários. A Quarta Revolução Industrial vem ocorrendo através da transformação digital, e foi acelerada com a pandemia de COVID-19. Tecnologias emergentes e suas convergências, trazem um novo cenário global mudando a forma como interagimos com a tecnologia, fazendo os processos saírem do mundo físico para o digital, e criando relações híbridas para phygital. Blockchain é uma dessas tecnologias emergentes, e se mostra fundamental nessas mudanças, assim como a internet foi importante para entrarmos na era dos dados. Suas características ajudam a construir um ambiente integrador dentro desses novos modelos descentralizados e trazendo uma maior transparência, permitindo uma democratização de processos de negócios, governança e sociedade. Nesse contexto, a Escola Superior de Redes organizou webinar gratuito para tratar do tema. A apresentação foi conduzida por Marcela Gonçalves, diretora de negócio da Multiledgers e profissional com mais de 17 anos de experiência na liderança de projetos de inovação, desenvolvimento de softwares e desenvolvimento de negócios, especialmente nos setores industrial e de gestão de TI. Desde 2018 ela é formada e trabalha com foco no uso de blockchain em negócios. Gonçalves começa a apresentação dizendo que geralmente quando se fala em blockchain a associação às criptomoedas e o mercado financeiro costuma ser a primeira coisa que vem à mente. Contudo, no contexto atual, a tecnologia já está sendo estudada e utilizada com outras finalidades. A revolução da informação e a crise de confiança “Muito se fala dos avanços tecnológicos nos dias de hoje, mas a revolução da informação que presenciamos hoje começou há mais de 60 anos, sendo a tecnologia que experimentamos apenas uma das faces dessa revolução”, afirma Gonçalves. Ela salienta que a evolução da questão comunicativa é importante pois ela moldará os modelos de negócios futuros, a partir de uma mudança cognitiva, pois esses modelos precisam, necessariamente, pensar de forma digital. Ao mesmo tempo, é preciso estabelecer uma relação de confiança e a questão da privacidade, que tem se tornado cada vez mais discutida, já era questionada em 1993 em capa da Revista Wired e através do Manifesto Cypherpunk.  Com a primeira grande crise de confiança gerada a partir da grande crise financeira de 2008, intensificaram-se os estudos e tentativas de obter-se uma descentralização do dinheiro e, apesar do Bitcoin não ter sido a primeira delas, foi a primeira a conseguir destaque. Em 2010 ocorreu a primeira aquisição de um objeto físico por meio de bitcoins: uma pizza, que inspirou o nome do evento, conhecido como Pizza Day.  Como o código era aberto, a partir de então, outras criptomoedas foram criadas a partir daquela tecnologia que privilegiava a confiança, o anonimato e era a estrutura central das bitcoins: o blockchain – termo cunhado em entrevista da edição de 2015 da revista The Economist. A revolução digital “As relações de comunicação intervém nas relações de negócios que são construídas”, destaca Gonçalves. E com a construção de um novo paradigma de confiança, as empresas precisaram se adaptar a essa nova realidade. A pesquisadora cita a frase do livro Sense and Respond: How Successful Organizations Listen to Customers and Create New Products, de 2017: “O ritmo da tecnologia está mudando o ritmo dos negócios e todos nós precisaremos nos adaptar”.  O próprio advento das redes sociais é uma prova disso, mudando substancialmente a forma com que nos comunicamos uns com os outros através das várias opções disponíveis na rede. Para definir as plataformas, Gonçalves cita o estudioso Silvio Meira: “Plataformas são camadas de infraestrutura e serviços associados a sistemas de governança que habitam múltiplos agentes a participar de redes de criação de valor em benefício próprio e do ecossistema”.  As novas formas de negócio precisam se valer, essencialmente, de toda uma estrutura colaborativa, em detrimento do antigo modelo centralizado.  A nova rede  A partir de então, nascem novos protocolos, sendo o blockchain um deles, ao lado de outros como, por exemplo, TCP/IP, SMTP, HTTP, etc. Ela teoriza que talvez o blockchain não seja necessariamente uma nova web, mas uma web paralela, pois a tecnologia ainda está em sua “primeira infância”, como as redes sociais estavam nos anos 90 e é da natureza do próprio futuro ter um aspecto de imprevisibilidade. Todos esses aspectos influenciam em uma mudança de paradigma para os negócios, como a maior abertura, construção da comunidade e divisão de ganhos por todos os seus participantes. “Se é pensado em um ‘maior vencedor’ no sistema de blockchain, há algo errado”, afirma Gonçalves. Ela ressalta na expansão do uso blockchain do bitcoin para outras tecnologias os contratos inteligentes. Na definição de Nick Szabo, em 1996, “Um contrato inteligente é um protocolo de transação computadorizado que executa os termos do contrato”.  A importância desses novos contratos está na possibilidade da criação de novos ativos, que antes eram exclusivos do meio analógico, e agora se expandem através da web.  “A necessidade da tecnologia passa pelo entendimento de que você terá que compartilhar a informação”, destaca Gonçalves.  A própria pesquisadora desenvolveu um Canvas sobre o Ecossistema Blockchain a partir dos seus estudos e experiências, como visto na imagem abaixo, com perguntas que devem guiar a construção de novos produtos através do sistema de blockchain. Gonçalves também destaca, em modelo gráfico, uma estrutura de Camadas de Governança e destaca que todos esses pré-requisitos são essenciais na construção de um novo modelo de negócios: “É preciso ter uma visão do todo”. Ela destaca através de estudo realizado em 2018, as principais oportunidades que a tecnologia do blockchain e o novo paradigma de negócios apresentam. A partir daí a especialista dá uma série de exemplos de casos já usados nos negócios, citando diversas empresas, traçando um panorama completo da evolução do ecossistema blockchain e as influências diretas na mudança da economia. Quer mais detalhes e acesso a esse conteúdo gratuitamente e na íntegra? Confira na o webinar sobre o tema realizado pela ESR.


    07/10/2021
  • ensino a distancia scaled 1
    Temas Diversos

    5 aprendizados do ensino a distância

    O ensino a distância se popularizou ainda mais por todo o mundo no último ano, devido especialmente à disseminação do coronavírus e à necessidade de frear o contágio. Com isso, escolas e universidades foram fechadas para as atividades presenciais e, em muitos casos, tiveram suas atividades suspensas durante meses no Brasil. Depois de algum tempo, as aulas foram retomadas, porém na modalidade 100% remota, em seguida, alguns locais começaram a retomar aos poucos e de forma escalada a ida à escola, transformando o formato de ensino em híbrido. Neste sentido, tornou-se possível extrair diversos aprendizados e lições do ensino a distância, as quais a nossa humanidade poderá levar para posteridade. Neste artigo, você vai entender um pouco melhor o que é e como funciona o ensino a distância, e vai ainda conferir 5 aprendizados que ficam deste período tão turbulento e duro, mas que também trouxe crescimento em muitos sentidos. Boa leitura! O que é ensino a distância Ensino a distância é uma modalidade do processo de aprendizagem. Ou seja, não ocorre a presença física simultânea do professor e dos alunos dentro de uma sala de aula. O que acontece, por outro lado, é essa sincronicidade do ensino através dos recursos tecnológicos disponíveis. Sejam eles plataformas educacionais direcionadas, sejam recursos que facilitam o compartilhamento, e até mesmo plataformas para sediar aulas online. Todos eles possibilitam a integração entre os grupos de estudantes, trazendo maior similaridade com o que seriam as aulas presenciais. Assim, entende-se como ensino a distância toda e qualquer atividade educacional que seja realizada de forma não presencial, através da internet. A própria ESR é uma instituição de ensino que oferece cursos e capacitações focadas no mercado de tecnologia da informação. Inclusive alguns dos nossos produtos já foram desenvolvidos diretamente para serem ofertados na modalidade a distância. Aqui entra um dos principais motivos de conflitos quando se aborda o assunto de ensino a distância compreendido como a simples adaptação do ensino presencial. O ensino a distância tem uma conformação diferente, públicos diferentes, hábitos diversos e, portanto, não pode ser entendido como uma mera adaptação das aulas presenciais. A concepção de um curso para o formato remoto passa por necessidades muito distintas daquele presencial, de modo que os gestores responsáveis precisam ter isso em mente. Assim, desenvolver um curso desde o início para o modelo remoto é totalmente diferente de pensar em adaptações de um curso presencial para o formato online. Esse entendimento é fundamental para quem deseja implementar algum tipo de atividade educacional remota. 5 aprendizados do ensino a distância Já demos um spoiler sobre aprendizados, que é a questão da adaptação ou não do formato presencial para o remoto e do quanto isso agrega eficiência de fato, quando são necessidades completamente diferentes em jogo. Vamos, então, conferir essa lista de 5 aprendizados que tivemos com os últimos acontecimentos a respeito de ensino a distância. 1. Não realizar comparações entre os modelos A primeira dica e aprendizado que tivemos enquanto instituição de ensino neste período é a de não comparar o que está sendo necessário — o ensino a distância — com o que era o planejado inicialmente, antes da chegada da pandemia, por exemplo. Cada modalidade de ensino possui suas vantagens e seus pontos de atenção, e entrar no mérito de julgar que uma é melhor do que a outra não irá levar a lugar nenhum neste momento em que não há alternativas. A ideia é buscar ofertar o melhor ensino a distância possível, dentro da realidade disponível. 2. Planejar as atividades, mas sem engessar as aulas A necessidade de planejamento é tão grande ou maior no modelo online do que nas aulas presenciais — especialmente se você não tiver familiaridade com este formato. No entanto, é preciso compreender a dinâmica das aulas remotas para não usar o planejamento como um roteiro fechado e engessado. As aulas no ensino a distância exigem dinamismo por parte dos instrutores, para que os alunos se mantenham interessados e engajados. Por isso, é preciso ter em mente o que será feito, tratado e abordado, porém é preciso incluir nesse meio alguns momentos de atividades lúdicas, interações e descontrações. 3. Oferecer flexibilidade Devido justamente ao contexto em que se encontram alunos de ensino a distância, é preciso garantir uma certa flexibilidade dentro dos planejamentos. Desde os horários das aulas síncronas, por exemplo; passando pela possibilidade de gravação das aulas para os alunos que não puderam estar presentes no horário síncrono possam consumir o conteúdo posteriormente; até a disponibilização de atividades com antecedência da data de entrega. As rotinas das pessoas se tornaram quase que 100% digitais. A terapia é online, atividade física também, as festas e happy hours são feitos de forma online, as pessoas trabalham online e também estudam desta forma. Assim, é preciso oferecer as condições mais adequadas possíveis às necessidades deste público, e a flexibilidade é um ótimo caminho para isso. 4. Variar formatos Pensando ainda na ideia da flexibilidade, a variação de formatos de conteúdos em aulas é um grande aprendizado que fica do e para o ensino a distância. Os gestores e professores devem pensar em atividades que envolvam o máximo possível de recursos diferentes, como fotografia, vídeos, textos, mapas interativos, diagramas, rodas de conversa, debates etc. Assim, os estudantes conseguem ficar mais interessados, engajados e motivados a seguir participando das aulas e se dedicando às atividades. Para isso é possível contar com consultorias especializadas, e também profissionais da educação familiarizados com tecnologia que podem contribuir com ideias no seu plano de ensino. 5. Utilizar plataformas de ensino qualificadas O último aprendizado da nossa lista de hoje é o de estar acompanhado de especialistas no assunto ensino a distância. Ao utilizar sistemas que não possuem recursos suficientes, que travam ou que demoram a carregar, por exemplo, os gestores poderão desmotivar os estudantes e até os próprios professores. Plataformas que permitem escalar o aprendizado através da publicação dos conteúdos e divulgação para todas as turmas. Por exemplo, e até mesmo que proporcionam interatividade e aguçam a curiosidade, são muito bem-vindas. > Confira um artigo sobre os principais aprendizados do e para o ensino a distância para aprofundar ainda mais o seu conhecimento. Como você pode ver por este conteúdo, o blog da ESR trata de assuntos dos mais variados que você possa imaginar, porém sempre relacionados à tecnologia da informação e suas inúmeras ramificações e influências. Por isso, para manter sua atualização em dia, continue acompanhando este blog, e confira também nosso calendário de cursos!


    25/03/2021
  • blockchain view
    Temas Diversos

    Usando blockchain na sua empresa

    O que é blockchain Blockchain é uma tecnologia que se assemelha a um banco de dados global, coletivo e aberto ao público utilizado para registrar informações em blocos criptografados. Esses bancos de dados são normalmente utilizados para armazenar transações financeiras com moedas digitais, porém dada a sua natureza, podem ser aplicados a diferentes finalidades.  No caso das transações financeiras, a tecnologia de blockchain permite que todas as informações sejam sigilosas, com identificação somente a partir da chave de acesso também criptografada. Nesta aplicação de blockchain a moeda mais transacionada é o Bitcoin, que é totalmente digital e desvinculado de qualquer banco, empresa ou governo. Agora, quer saber mais sobre como ir além das transações financeiras e aproveitar o potencial da tecnologia de blockchain em outros setores e até mesmo na sua empresa? Acompanhe este artigo que vamos te mostrar como fazer isso. Como o blockchain funciona? Para explicar de forma mais didática podemos traduzir de forma literal o termo e chegar no conceito de “corrente de blocos”. Isso porque é desta forma que a tecnologia opera: criando novos blocos de transações que se conectam automaticamente um no outro, formando esta espécie de corrente. Vale ressaltar que todo esse processo se dá de forma virtual, então não temos blocos ou correntes de verdade, porém a analogia se aplica para o meio digital. Cada transação fica gravada no formato de um código sequenciado de letras e números que nunca se repete e não pode ser identificado. No caso das transações financeiras, essa característica é fundamental, visto que são transacionados bitcoins, moedas digitais de muito valor quando convertidas para o dinheiro oficial dos países, então não se pode deixar essas informações acessíveis para qualquer pessoa. Para acessar as informações sobre uma determinada transação é preciso inserir no sistema uma chave de acesso, que também se trata de um código também criptografado e sequenciado utilizado pelo sistema para confirmar a idoneidade daquela transação.  Além disso, não é possível deletar ou desfazer operações via blockchain, pois há um carimbo do tempo que é autenticado pela central moderadora das transações que identifica exatamente o horário em que a chave de acesso foi aplicada para validar uma transação. Principais benefícios do blockchain Agora que já falamos um pouco sobre as principais características do blockchain, hora de entrar mais a fundo nos benefícios de utilizar essa tecnologia no dia a dia — e também na sua empresa. Rede descentralizada e sem propriedade de ninguém; Códigos de difícil acesso; Camadas de segurança e criptografia; Verificação por mineradores para evitar fraudes; Chave de segurança; Código único para cada transação; Registro criptográfico da transação anterior. Além destas, são também vantagens da tecnologia de blockchain a transparência das operações, visto que os dados (apesar de não ser possível identificar as pessoas envolvidas) ficam registrados na rede global de blockchain; a rastreabilidade, que permite aos usuários definirem regras para a realização de suas transações, e também poder acompanhá-las do início ao fim; a alta velocidade em que se dão as transações, considerando a descentralização e, portanto, a liberdade de qualquer vínculo com bancos, governos ou empresas; e a imutabilidade, impossibilidade de ser corrompida ou alterada. Proof of Work E é graças ao mecanismo de Proof of Work (PoW), sobre o qual vamos falar mais agora, que o sistema pode operar de forma descentralizada. Isso porque este algoritmo trabalha através da solução de problema criptográfico que culmina na criação de novos blocos dentro do blockchain. Este sistema é mais comum no que diz respeito às transações de bitcoins, porém também pode ser aplicado a qualquer outro o uso do blockchain. Uso de blockchain nas empresas Se temos assim tantos benefícios no uso desta tecnologia, por que não sair somente das transações financeiras e aproveitar este potencial para outros segmentos de negócio? Isso é o que muitas empresas e profissionais de TI já estão fazendo ao identificar algumas possíveis aplicações da tecnologia às suas empresas. Migrar seus meios de pagamento é a principal delas cedendo ao uso das moedas criptografadas. No entanto, analisar o cenário atual da empresa, compreendendo onde a mesma se encontra e que serviços oferece, pode ser o melhor caminho para iniciar. É fundamental também deixar todos da empresa na mesma página quanto à sua utilização, visto que é mais do que somente um processo, mas é uma nova forma de pensar e agir. Outra finalidade para a qual algumas empresas utilizam blockchain, para além de transações financeiras, é para a validação de documentos e proteção de dados. A ausência da necessidade de intermediários neste tipo de operação também vem atraindo empresas dos mais variados setores e se posicionando como uma tendência a ser adotada por todos em breve. Aplicações de blockchain e funcionalidades Resumindo, alguns dos tipos de negócios e funcionalidades com que a tecnologia de blockchain pode ser utilizada são: contratos inteligentes — também conhecidos como smart contracts, são documentos que se auto executam podendo ser assinados e validados inteiramente por computadores; cadeia de fornecimento rastreável — para rastreamento eficiente e transparente de componentes e produtos de uma cadeia de suprimentos; verificação de identidade e KYC — sistemas eficientes de registro dos cidadãos que garantem segurança e privacidade aos usuários e redução de custos às empresas; pagamento internacionais — os sistemas de pagamento para fora do país hoje encontram altas taxas para a realização de transferências, e com blockchain esse custo é significativamente reduzido; armazenamento em nuvem — o custo para armazenamento de arquivos e dados em sistemas descentralizados como o blockchain é muito mais baixo e competitivo para as empresas, e ainda com tudo criptografado! Para aprender ainda mais sobre temas como blockchain e desenvolver o seu currículo, confira o calendário de cursos da ESR. Continue acompanhando o nosso blog e compartilhe esse conteúdo com a sua rede!


    19/11/2020